José Carlos Barreto de Santana Reitor. Genival Côrrea de Souza Vice-Reitor. Rossine Cerqueira Cruz Pró-Reitor de Administração e Finanças - PROAD

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2 José Carlos Barreto de Santana Reitor Genival Côrrea de Souza Vice-Reitor Rossine Cerqueira Cruz Pró-Reitor de Administração e Finanças - PROAD Jasmo Dantas Gerente Administrativo - GERAD Diego Emanoel Sousa Gonçalves Assessoria Técnica de Desenvolvimento Organizacional - ASPLAN Manuella Florentino Vanderlei Paiva Santos Subgerente de Patrimônio - SP Revisão Equipe da AUDICON Alessandra Silva Barros Araújo Carlos Roberto Vilas Boas Suzarte Edenilta Cerqueira dos Santos Editora UEFS Valdomiro Santana Apoio Técnico Samara Oliveira Santos Mascarenhas

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO GESTÃO PATRIMONIAL RECEBIMENTO E REGISTRO RECEBIMENTO POR AQUISIÇÃO ENTRADA Próprio Contabilizado De Terceiros Convênio ou Termo de Outorga Adquirido por Particular Comodato ou Cessão Doação Incorporação TOMBAMENTO EMPLAQUETAMENTO MOVIMENTAÇÃO DE BENS PATRIMONIAIS Interna Externa Manutenção Empréstimo para outros órgãos/instituições DEVOLUÇÃO DE BENS BAIXA OU DESFAZIMENTO DE BENS RESPONSABILIDADE INVENTÁRIO Inventário Rotativo Inventário de Encerramento de Exercício SANÇÕES REFERÊNCIAS ANEXO I... 18

4 APRESENTAÇÃO A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), a fi m de orientar, acompanhar e fi scalizar a execução das atividades de guarda, controle, distribuição e desfazimento dos materiais permanentes nas suas diversas unidades e setores, apresenta o presente manual de patrimônio de bens móveis. O desenvolvimento deste manual tem por objetivo organizar e regulamentar o controle físico dos bens móveis da UEFS, além de proporcionar aos gestores e demais usuários do patrimônio uma compreensão melhor da natureza e da fi nalidade desta atividade. A função deste manual é orientar as ações dos servidores da UEFS, responsáveis pela guarda dos bens móveis desta Instituição, de forma a tornar essa atividade mais dinâmica, efetiva e consoante às políticas de gestão pública, principalmente no que tange ao controle interno e à fi scalização interna e externa. Aqui são apresentados os conceitos básicos e a legislação pertinente ao assunto. As orientações apresentadas dizem respeito a todas as ações referentes à atividade administrativa denominada controle patrimonial, ou seja, as rotinas de recebimento, registro, tombamento, transferência, movimentação, baixa e inventário; e detalham os procedimentos que devem ser adotados em sua execução.

5 1. INTRODUÇÃO A importância do controle patrimonial nas instituições está intrinsecamente relacionada à grande imobilização fi nanceira decorrente da aquisição dos bens que compõem seus ativos. O Governo do Estado da Bahia adotou políticas mais intensivas e rigorosas de controle, mediante a publicação do Decreto Estadual nº 6.885/97, o qual instituiu o Sistema de Administração de Patrimônio (SIAP) para bens móveis permanentes, bem como, pela forte atuação dos órgãos de controle externo, a exemplo do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA). O controle patrimonial se dá através da guarda, controle, distribuição e desfazimento dos bens móveis permanentes, adquiridos com recursos orçamentários e/ou extraorçamentários, que estão à disposição da UEFS para a realização de suas atividades. Para a efi cácia do controle patrimonial, bem como da qualidade dos serviços prestados pela Subgerência de Patrimônio, é fundamental a atualização constante dos registros de entrada, movimentação e saída de bens do acervo patrimonial. 2. GESTÃO PATRIMONIAL A Gestão Patrimonial compreende as atividades de registro, tombamento, guarda, controle, movimentação, preservação, baixa, incorporação e inventário de bens móveis, provenientes de aquisições, doações e incorporações que integram o acervo, assim como, a identifi cação dos servidores responsáveis no âmbito das unidades e setores da Instituição. A Subgerência de Patrimônio, unidade diretamente subordinada à Gerência Administrativa (GERAD), é responsável por normatizar, planejar e executar as atividades de guarda, controle, distribuição e desfazimento dos materiais permanentes, bem como acompanhar e fi scalizar a execução destas atividades nas diversas unidades administrativas que compõem a Universidade. 3. RECEBIMENTO E REGISTRO 3.1. RECEBIMENTO POR AQUISIÇÃO Ato de receber e conferir os bens adquiridos pela Instituição através de recursos orçamentários ou extraorçamentários. Se o material permanente possuir características de difícil identifi cação, será solicitado ao setor demandante um parecer de conformidade com as especifi cações para que possa ser concluído o recebimento. São considerados documentos hábeis para recebimentos: nota fi scal, nota fi scal de importação própria e/ou fatura. Quando o material não corresponder com exatidão ao que foi pedido, ou apresentar faltas ou defeitos, a Subgerência de Patrimônio providenciará, junto ao fornecedor, a regularização da entrega para efeito de aceitação. Conforme determina a Lei 9.433/2005, inc.ii, alínea a, mediante termo circunstanciado fi rmado pelas partes (fornecedor e UEFS), a Subgerência de Patrimônio tem até 15 (quinze) dias para verifi car e conferir a conformidade e especifi cações dos materiais da Autorização de Fornecimento

6 3.2. ENTRADA Após o ato de recebimento do bem permanente, a 1ª via da Nota Fiscal ou equivalente é atestada e registrada no Sistema de Administração de Patrimônio do Estado da Bahia (SIAP). Em seguida, é emitido o Relatório Analítico de Entrada, no qual constam as informações básicas do bem, como: fornecedor, empenho, número do processo, nota fi scal, requisição de material, autorização de fornecimento e identifi cação do processo licitatório. Juntamente a este relatório, é arquivada a documentação referente à aquisição do bem. A entrada de bens permanentes no acervo patrimonial da UEFS pode ocorrer de acordo com as seguintes modalidades Próprio Contabilizado Quando o bem é adquirido com recursos próprios da Instituição, a nota fi scal de aquisição ou equivalente é emitida em favor da UEFS. Nessa modalidade o valor contábil do bem é automaticamente adicionado ao montante de entradas/aquisições de material permanente no acervo patrimonial da UEFS De Terceiros Convênio ou Termo de Outorga Quando o bem é adquirido com recursos de terceiros (ex.: Convênios e Termos de Outorga), a Nota Fiscal ou equivalente é emitida em favor do outorgante (Agência de Fomento, Órgão/Empresa Financiadora ou Pesquisador responsável). Nessa modalidade a UEFS não detém a propriedade do bem, apenas seu controle; ao fi nal da vigência do Convênio ou Termo de Outorga, o outorgante poderá exercer a opção de doação do bem à UEFS. Assim, o valor contábil desse bem não será adicionado ao montante de entradas no acervo patrimonial da Instituição Adquirido por Particular Em caso de bens de uso comum adquiridos por servidores da Instituição, o respectivo lançamento dependerá de análise e aprovação da PROAD. Nessa modalidade a UEFS não detém a propriedade dos bens, apenas seu controle. Assim, o valor contábil desses bens não será adicionado ao montante de entradas no acervo patrimonial da instituição. Nestes casos, seu registro deverá ser feito com base nos dados informados na nota fi scal, quando houver, ou em documento/declaração que detalhe as circunstâncias de utilização e as características dos bens em questão.

7 Comodato ou Cessão O Comodato é o empréstimo de bens realizado entre a UEFS e empresas privadas, enquanto a Cessão envolve a UEFS e outros órgãos públicos. Ambos são realizados através de contrato ou convênio que regem a disponibilidade e condições de uso; podendo os bens, ao término da vigência destes serem devolvidos à empresa ou instituição de origem ou doados à UEFS. O bem tombado por Comodato ou Cessão não tem seu valor contábil adicionado ao montante de entradas no acervo patrimonial da UEFS Doação É a transferência da propriedade de bens móveis permanentes para a UEFS, mediante apresentação de Nota Fiscal e Termo de Doação, emitido pela entidade doadora em que constem os elementos identifi cadores, tais como descrição detalhada, valor de aquisição, data de aquisição ou de sua entrega à UEFS Incorporação O tombamento por incorporação é feito a partir de um ofício do dirigente da unidade determinando a operação (este documento, por convenção, equivale ao documento de origem do bem). Um tombamento por incorporação ocorre quando não é possível identifi car a origem dos recursos de um bem que se encontre pelo menos a dois exercícios (anos) no acervo da unidade ou órgão. Na impossibilidade de apropriação de custo, o tombamento por incorporação deve ser realizado após avaliação realizada por comissão especial que arbitrará o valor do bem TOMBAMENTO É a atribuição de um registro numérico (número de tombo) ao bem, através do SIAP, que ocorre ao fi nal do processo de entrada. O número de tombo permanece inalterado até a baixa do bem. O tombamento é realizado após a análise da documentação referente à entrada do bem EMPLAQUETAMENTO Consiste na afi xação de plaqueta no bem com número de registro. É padronizada para toda a Instituição e identifi cada pelo termo Governo do Estado da Bahia e, mais abaixo, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), seguido pelo número sequencial crescente de oito dígitos, além de um código de barras. A plaqueta de patrimônio deve ser afi xada em local bem visível e de fácil acesso para uma leitora de código de barras, salvo em caso de bens relacionados ou controlados por lote. Nos casos de bens cujas características físicas ou funcionais difi cultam ou impossibilitam a fi xação da plaqueta, será mantido o registro no SIAP e as respectivas plaquetas serão mantidas na Subgerência de Patrimônio, sem a perda da efi cácia do controle.

8 4. MOVIMENTAÇÃO DE BENS PATRIMONIAIS A movimentação de bens patrimoniais será realizada de acordo as demandas e necessidades das Unidades Administrativas da Instituição, após autorização da Subgerência de Patrimônio, sempre em consonância com os princípios da administração pública. A movimentação de bens patrimoniais será sempre precedida da emissão do Termo de Transferência, que é o documento emitido através do SIAP para registro das movimentações patrimoniais. O Termo de Transferência será emitido em duas vias e acompanhará a movimentação/ transferência física do bem, devendo ser devidamente assinado pela Unidade Administrativa de Origem, Subgerência de Patrimônio e Unidade de Destino. As movimentações/transferências de bens patrimoniais podem ser classifi cadas como internas ou externas, a saber: 4.1. Interna A Unidade Administrativa detentora da guarda do bem patrimonial solicitará à Subgerência de Patrimônio a sua efetiva transferência do mesmo para outra unidade, desde que as partes envolvidas estejam de pleno acordo com a operação Externa Consiste na saída de um bem de seu local de guarda para outro, quando não há troca de responsabilidade. A movimentação dos bens patrimoniais pode ocorrer quando houver necessidade de sua manutenção ou empréstimo para órgãos externos. Em ambos os casos, deverá ser emitido o Termo de Transferência Temporária pela Subgerência de Patrimônio Manutenção Quando houver necessidade de manutenção de qualquer bem, o setor responsável por sua guarda solicitará tal serviço à Subgerência de Manutenção Geral ou à Assessoria Especial de Informática, nos casos de equipamentos de informática. A Subgerência de Manutenção Geral ou a Assessoria Especial de Informática poderá, a seu critério, sugerir a retirada do bem para realização do serviço interno ou externo. De posse de parecer indicativo de necessidade de manutenção externa, o setor responsável pela guarda do bem deve encaminhá-lo à Subgerência de Patrimônio para essas providências. A Subgerência de Patrimônio acompanhará o andamento do serviço externo até a sua conclusão e em seguida devolverá o bem se consertado ao setor responsável. Se o conserto for considerado inviável, a Subgerência de Patrimônio providenciará a comunicação ao setor demandante da manutenção, a emissão do termo de baixa e o envio do bem ao Almoxarifado Central de Bens Inservíveis da SAEB.

9 Empréstimo para outros órgãos/instituições Em casos de empréstimos para outros órgãos, o requisitante de empréstimo do material deverá solicitá-lo a Administração Superior e posteriormente à autorização, retirar e devolver o bem na sala da Subgerência de Patrimônio ou local designado por esta e assinar o Termo de Transferência Externa Temporária, devolvendo o(s) bem(ns), conforme data de devolução provável preestabelecida. 5. DEVOLUÇÃO DE BENS Quando não há utilização do bem no setor responsável por sua guarda, este deverá solicitar à Subgerência de Patrimônio o recolhimento para avaliação. Após realização de análise das condições do bem, caso esteja em bom estado de conservação, ele será devolvido à Subgerência de Patrimônio e fi cará disponível para atender outra demanda. Se for constatado que o bem encontrase sem condições de uso, a Subgerência de Patrimônio deverá providenciar sua baixa defi nitiva do acervo patrimonial da UEFS. 6. BAIXA OU DESFAZIMENTO DE BENS Consiste no processo de exclusão de um bem do acervo patrimonial da Instituição, de acordo com a legislação vigente e expressamente autorizado pela Gerência Administrativa (GERAD). Será submetido ao procedimento de baixa ou desfazimento todo bem considerado inservível pela Instituição. A baixa ou desfazimento será solicitada, através do SITIENS, pela unidade administrativa que detém a sua guarda, à Subgerência de Patrimônio, a qual programará seu recolhimento. O processo de baixa ou desfazimento ocorrerá quando o bem for considerado: -Ocioso: quando, em perfeitas condições de uso, não estiver sendo aproveitado; -Irrecuperável: quando houver inviabilidade de manutenção, constatada através de laudo ou parecer técnico da Subgerência de Manutenção Geral ou Assessoria Especial de Informática; -Antieconômico: quando sua manutenção for onerosa isto é, quando o valor orçado para sua recuperação for superior a cinquenta por cento de seu valor de mercado ou seu rendimento for precário, em virtude de uso prolongado, desgaste prematuro ou obsoletismo. -Extravio (desaparecimento, furto, roubo ou desvio fraudulento): quando após conclusão de sindicância ou processo administrativo for constatado o desaparecimento, furto ou roubo de determinado bem. Nestes casos o gestor da unidade administrativa responsável pela guarda do bem deverá registrar boletim de ocorrência junto à autoridade policial competente e posteriormente formalizar a ocorrência do fato a Subgerência de Patrimônio através do SITIENS (o boletim de ocorrência deverá seguir anexo à comunicação), que encaminhará o processo à Reitoria para as providências cabíveis. -Bem de terceiros: quando for devolvido à sua origem, sem prescindir de processo formal de desfazimento, essa ocorrência deverá ser documentada através da cópia do Termo de Baixa.

10 7. RESPONSABILIDADE As unidades administrativas da UEFS, na fi gura de seus gestores, são diretamente responsáveis pela guarda e bom uso dos bens sob sua responsabilidade, cabendo-lhes, informar possíveis movimentações ou ocorrências (dano, extravio, furto, roubo ou outras) à Subgerência de Patrimônio. O servidor desvinculado do cargo, função ou emprego deverá passar a responsabilidade do material sob sua guarda ao seu sucessor, informando a transferência de responsabilidade à Subgerência de Patrimônio que providenciará a emissão de um novo Termo de Responsabilidade. O registro dessa informação é obrigatório. A inobservância desse registro ensejará medidas administrativas cabíveis. A responsabilidade pelos bens é atribuída através do Termo de Responsabilidade que é o documento que registra os bens localizados em determinado setor (Unidade de Localização UL), sob a guarda de seu gestor. Os Termos de Responsabilidade são emitidos pela Subgerência de Patrimônio, através do SIAP, em duas vias, e assinados pelo responsável pela guarda e conservação do bem. Uma via será arquivada na Subgerência de Patrimônio e a outra será entregue ao signatário. Os Termos de Responsabilidade serão emitidos sempre que ocorrer: - Mudança de responsável pela guarda de bens; - Para fi ns de inventários periódicos. 8. INVENTÁRIO A realização de inventário de bens móveis em uso consiste no arrolamento periódico dos bens do Estado, exigido por lei e tendo por objetivo seu controle quantitativo e qualitativo, inclusive o confronto entre as existências físicas e as consignadas, bem como entre os valores avaliados e os escriturados em suas contabilidades Inventário Rotativo É realizado pela Subgerência de Patrimônio ou por comissão designada pela Reitoria, a qualquer tempo, dentro do exercício fi nanceiro, para a conciliação dos saldos físico e fi nanceiro, registrados no SIAP, com aqueles existentes nos relatórios contábeis Inventário de Encerramento de Exercício É realizado para apuração dos saldos físico e fi nanceiro dos estoques de bens, para fi ns de encerramento de exercício fi nanceiro da unidade gestora. O inventário de encerramento de exercício será realizado por Comissão de Inventário constituída por nomeação da Reitoria, que deverá ser publicado no Diário Ofi cial do Estado e seguir orientação da portaria anual específi ca da Secretaria de Administração

11 INSTRUÇÃO NORMATIVA STN nº 205 de 11/04/1988. Brasília, Secretaria do Tesouro Nacional, Após conclusão dos trabalhos a comissão encaminhará o relatório de inventário à Reitoria, devidamente assinado, contendo todas as alterações e divergências e relacionando todos os bens não localizados, inclusive os furtados, a fi m de que seja dado conhecimento e para posteriores providências quanto à emissão dos Termos de Responsabilidade e apuração dos fatos. 10. SANÇÕES Após ciência de extravio, furto, roubo, mau uso, dano e outras ocorrências que causem prejuízo ao patrimônio público, a Subgerência de Patrimônio solicitará à Reitoria a instalação de Comissão de Sindicância, com o objetivo de apurar as responsabilidades e os fatos ocorridos. O resultado da sindicância (ou de posterior processo administrativo) será comunicado à Subgerência de Patrimônio para as devidas providências e regularização cadastral do bem. Nos casos de extravio ou dano ao bem público, as penas previstas vão de ressarcimento integral do dano, perda da função pública, entre outras, conforme art. 10, da Lei nº 8.429/92, transcrito abaixo. art constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao Erário, qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º REFERÊNCIAS Manual de Patrimônio, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Manual de Procedimentos de Patrimônio, Universidade Federal do Pampa, Manual de Administração Patrimonial de Bens Móveis do Ativo Permanente, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. 1ª Edição. Manaus, Administração de Material e Patrimônio, Manual de Procedimentos, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Lei nº 4.320, de 17 de março de Lei nº 8.429, de 02 de junho de Lei Estadual nº 2.322, de 11 de abril de Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967 Decreto nº , de 30 de outubro de 1990 Decreto Estadual nº 6.885, de 14 de outubro de Decreto Estadual nº 7.919, de 30 de março de Decreto Estadual nº 9.461, de 20 de junho de 2005.

12 Instrução Normativa DICOP nº 01, de 08 de janeiro de Instrução nº 001, de 03 de fevereiro de 2003 SAEB. Instrução nº 019, de 27 de dezembro de 2006 SAEB. Instrução nº 020, de 27 de dezembro de 2006 SAEB. Instrução nº 014, de 11 de novembro de 2010 SAEB.

13 ANEXO I GLOSSÁRIO DOS TERMOS UTILIZADOS NESTE MANUAL Conceituação utilizada na Administração Patrimonial do Estado da Bahia, empregada no âmbito da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Administração Patrimonial - conjunto de ações que compreende a utilização, controle e conservação do bem móvel ou imóvel, segundo a destinação natural ou legal, incluindo, ainda, a aquisição de novo bem e a alienação, quando necessário. Agente Responsável - toda pessoa física que, no exercício de cargo, função ou emprego público, utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, valores, materiais, bens móveis ou imóveis pertencentes ao Estado ou a ele confi ado. Alienação - toda transferência, a qualquer título, de domínio de bens a terceiros, mediante venda, permuta, doação ou outros meios previstos no direito, subordinada à existência de interesse público devidamente justifi cado e precedida de avaliação, obedecidas as exigências legais pertinentes. Almoxarifado - local destinado à guarda dos bens patrimoniais de propriedade do Estado, destinados ao consumo, uso, reaproveitamento ou alienação. Aquisição - ato ou fato em virtude do qual o Estado, para a realização de seus fi ns, adquire a propriedade de um bem, observadas as formas e condições estabelecidas em lei. Avaliação - operação pela qual se determina o valor de um bem patrimonial para fi ns de aquisição, contabilização e alienação, observadas as normas técnicas e legais específi cas. Baixa - lançamento mediante o qual um bem patrimonial é excluído do estoque ou do cadastro patrimonial e, contabilmente, pode gerar registro de diminuição do saldo de uma conta patrimonial, em decorrência de consumo, transferência, extravio, destruição, inutilização, obsolescência, desuso ou alienação. Bem Patrimonial - bens imóveis ou móveis suscetíveis de avaliação monetária, que constituem o patrimônio do Estado, tais como: máquinas, motores, aparelhos, equipamentos, veículos, instrumentos, ferramentas, utensílios, mobiliários, acervos bibliográfi cos, objetos de arte e históricos, instrumentos musicais, semoventes e numerário de caráter permanente, que constituem objeto de controle administrativo, destinados ao uso e funcionamento de órgãos e entidades da Administração Pública. Bens de Terceiros - bens que não integram o patrimônio do Estado, mas que em decorrência de negócio jurídico celebrado com terceiros recebem codifi cação diferenciada dos bens patrimoniais do Estado, e sobre os quais não incidem os processamentos fi nanceiros, mas apenas nos controles físicos. Bens Desativados - todos aqueles que, obsoletos ou inservíveis para as necessidades da Administração Pública, estão sujeitos a alienação ou reaproveitamento, devendo ser entregues à Secretaria da Administração, para as providências cabíveis, quando se tratar de materiais permanentes. Bens Móveis - são os que, sem alteração na substância ou na destinação econômica social, podem ser transportados de um lugar para outro, por movimento próprio ou força alheia, inclusive

14 os que constituem acervos de museus, pinacotecas, bibliotecas e assemelhados. Bens Públicos - são todas as coisas, corpóreas ou incorpóreas, imóveis, móveis e semoventes, créditos, direitos e ações que compõem o patrimônio do Estado. Bens Relacionados - bens permanentes que, em razão de sua estrutura física, não podem ser marcados ou gravados seus respectivos números de tombamento. Exemplos: celular, arma, máquina fotográfi ca, extintor de incêndio. Cadastramento - ação de registro que arrola os bens patrimoniais, especifi cando suas características físicas, fi nanceiras e de localização, de modo a permitir a identifi cação e avaliação de cada um deles. Cessão de Uso - outorga do uso de bens públicos estaduais móveis e imóveis, gratuitamente, ou em condições especiais, à entidade de sua administração indireta ou a outras pessoas jurídicas integrantes da Administração Pública, para que sejam por elas utilizadas, sempre com predeterminação de prazo e, quando cabível, atribuição de encargos. Compra - toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma vez ou parcelamento, procedida de acordo com a legislação específi ca em vigor. Concessão de Uso de Bens Públicos contrato administrativo que outorga a utilização ou exploração exclusiva de bem público móvel ou imóvel, em caráter gratuito ou mediante remuneração, sempre com imposição de encargos, com prazo determinado e precedida de licitação, para exploração indicada no edital. Depreciação - perda progressiva de valor econômico ou do preço de um bem patrimonial em decorrência do seu uso, levando-se em consideração, além de exigências legais, o valor de aquisição e o tempo de vida útil, em face das condições objetivas de sua utilização. Doação de Bens Móveis - contrato no qual, por liberalidade, o bem é transferido para outrem, com ou sem encargos, exclusivamente para fi ns e uso de interesse social, expressamente justifi cado pela autoridade competente, após avaliação prévia e análise de sua oportunidade e conveniência sócio-econômica. A doação para instituição fi lantrópica depende do seu reconhecimento como de utilidade pública pelo Estado. Incorporação - registro contábil da inclusão ou entrada de um bem patrimonial, em decorrência de aquisição, nas suas diversas modalidades. Indenização - ato de entrada de recursos fi nanceiros em decorrência do ressarcimento do valor do bem patrimonial que sofreu extravio, furto ou sinistro. Inutilização - destruição, total ou parcial, de um bem patrimonial que ofereça ameaça vital, risco de prejuízo ecológico ou cuja manutenção seja inconveniente para a Administração Pública Estadual. Inventário - arrolamento periódico com a descrição e avaliação dos bens patrimoniais do Estado, exigido por lei, tendo como objetivo seu controle quantitativo e qualitativo, inclusive o confronto entre as existências físicas e as consignadas sob a responsabilidade dos órgãos e entidades da Administração Pública, bem como entre os valores avaliados e os escriturados na contabilidade. Material - designação genérica de bens, itens ou conjunto destinado a consumo ou aplicação, tanto em serviço como em mobiliário, equipamentos e instalações, inclusive aqueles aplicados em obras públicas entregues à Administração Pública através de convênios com outros organismos.

15 precário ou com recuperação economicamente inviável, cujo valor orçado para conserto ou manutenção seja superior a 50% (cinquenta por cento) do seu valor de mercado. Material Irrecuperável - todo material que não mais puder ser utilizado para o fi m a que se destina, devido à perda de suas características ou em razão da inviabilidade econômica de sua recuperação. Material Obsoleto - todo bem em desuso, considerado antiquado ou antieconômico para o fi m a que se destina, podendo ser doado, transferido ou permutado com outro órgão ou entidade ou recolhido à Secretaria da Administração. Material Ocioso - todo material que, embora em perfeitas condições de uso, não esteja sendo aproveitado por ser ultrapassado, podendo ser cedido, transferido ou doado a outro órgão ou entidade ou recolhido à Secretaria da Administração. Material Permanente - considera-se material permanente todo item ou conjunto de que possua, concomitantemente, as seguintes características: I em razão de uso, não perde sua identidade física ou autonomia de funcionamento, mesmo quando adicionado a outro bem móvel; II durabilidade prevista superior a dois anos; III valor superior ao estabelecido para pagamento de despesas miúdas de qualquer natureza, assim entendidas aquelas que se situarem dentro do limite de 3% (três por cento) do valor estabelecido para dispensa de licitação para compra e serviços que não sejam os de engenharia. - São classifi cados como material permanente, atendidas as características fi xadas no artigo anterior: I máquinas, motores, aparelhos, equipamentos e veículos; II instrumentos, ferramentas e utensílios que formem um conjunto necessário ao desenvolvimento de determinado trabalho, atividade ou ofício; III instrumentos musicais; IV semoventes; V jogos ou assemelhados e conjuntos; VI mobiliários em geral; VII acervo bibliográfi co, objetos de arte e históricos, peças para coleções de bibliotecas, discotecas, mapotecas, fi lmotecas, museus e assemelhados.* 1 1º - Os itens mencionados nos incisos VI e VII são classifi cados como material permanente, independentemente do valor mencionado no inciso III do artigo anterior. 2º - Os itens mencionados nos incisos I a V não são classifi cados como material permanente se o valor de aquisição for inferior ao mencionado no inciso III do artigo anterior. Material Recuperável - todo material passível de ser recuperado por valor orçado equivalente a, no máximo, 50 % (cinquenta por cento) do seu valor de mercado, podendo ser cedido, doado ou transferido para outro órgão ou entidade. Movimentação - mudança decorrente da transferência, alteração, reavaliação ou alienação de um bem patrimonial. Movimentação Temporária - mudança temporária da localização do bem decorrente de conserto, empréstimo ou exposição externa. Patrimônio Público - conjunto dos bens de toda natureza e espécie que pertencem ao domínio do Estado, e que se institui para atender a seus próprios objetivos ou para servir à produção de utilidades indispensáveis às necessidades coletivas. Permissão de Uso - outorga do uso de bens públicos estaduais, efetuada a título precário ou clausulada, por ato administrativo, em caráter gratuito ou mediante remuneração, sempre com

16 imposição de encargos e após chamamento público dos interessados para seleção, dispensada esta quando o permissionário for entidade fi lantrópica ou assistencial. Permuta - acordo em virtude do qual os contratantes trocam entre si bens patrimoniais de sua propriedade, e que se substituem reciprocamente no patrimônio dos permutantes, permitida nos casos de interesse social, precedida de dupla avaliação dos bens. A permuta de imóveis depende de prévia autorização do Legislativo. Reaproveitamento - ato ou efeito de voltar a utilizar um bem que tenha sido desativado por outro órgão ou entidade da Administração Pública, passando a integrar o seu patrimônio. Reavaliação - elaboração de novos cálculos do valor de um bem patrimonial após análise de suas características, em conseqüência de obra realizada, benfeitorias efetivadas ou pela adoção de novos critérios técnicos de valoração, para atualização cadastral. Registro Patrimonial - processo de codifi cação numérica pelo qual o bem patrimonial é identifi cado, tombado e inventariado para o processamento do correspondente lançamento contábil. Termo de Responsabilidade - documento no qual um bem patrimonial é posto sob a guarda, conservação e controle do agente responsável, mediante sua assinatura. Tombamento - arrolamento de todo bem patrimonial com a fi nalidade de colocá-lo sob a guarda e proteção dos agentes responsáveis. Transferência - ato administrativo mediante o qual o bem patrimonial é deslocado de uma unidade organizacional para outra, no âmbito da administração direta ou indireta, exigindo-se emissão e assinatura do Termo de Transferência, anotação da mudança de guarda do bem e atualização do registro cadastral. Venda - ato pelo qual a Administração Pública transfere, de forma remunerada, a propriedade de um bem patrimonial a outra pessoa física ou jurídica, obedecendo as formalidades e condições previstas em lei, tais como autorização competente, avaliação prévia e licitação. *O controle patrimonial do acervo bibliográfi co, peças para coleções de bibliotecas, discotecas, mapotecas e fi lmotecas da UEFS, é feito através do Sistema Integrado de Gestão de Centros de Informação Pergamum, gerenciado pela Sistema Integrado de Bibliotecas SISBI.

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