Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

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1 II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal de Participacao e Parceria

2 PROGRAMA CENTRO LEGAL

3 PROGRAMA CENTRO LEGAL

4 PROGRAMA CENTRO LEGAL

5 PROGRAMA CENTRO LEGAL

6 PROGRAMA CENTRO LEGAL

7 Programa Centro Legal ABORDAGEM Na rua. Inicialmente durante o dia. Equipes multidisciplinares: previamente treinadas e conhecedoras de todo processo. Objetivo: levar às portas de entrada os pacientes para posterior encaminhamento a ambientes de tratamento e recuperação continuada. Encaminhamento feito por ambulância ou veículo apropriado

8 PORTAS DE ENTRADA Tres Portas para garantir adequada recepção e encaminhamento: CRATOD, AMA Se e AMA Boraceia. Equipes especiais previamente treinadas e conhecedoras de todo processo. Duração breve: encaminhamento feito no mesmo dia ou em 24 horas. Etapas: Identificação; diagnóstico geral de situação; eventual intervenção em crise; elaboração de laudo. Proposta de tratamento: consentimento esclarecido; comunicação ao MP.

9 ENCAMINHAMENTO De forma rápida. Para instituições previamente avisadas e compatíveis com as características de cada caso. Com laudo médico e prévia comunicação ao MP(Ministério Público). Através de ambulância contratada(os). Com acompanhamento de profissional responsável previamente treinado e conhecedor de todo processo.

10 INSTITUIÇÕES RECEPTORAS Próprias ou conveniadas. CT-Comunidades Terapêuticas; Clínicas Especializadas; Hospitais Gerais ou Psiquiátricos. Padrão mínimo: Resolução RDC 101 ANVISA 30/05/2001. Adequar em tempo curto, se necessário. Projeto terapêutico integral e amplo. Duração básica 30 a 90 dias; podendo haver extensão nos casos especiais.

11 ACOMPANHAMENTO DOS CASOS Através de equipe contratada(os) formada de profissionais treinados um gerente de caso/10 pacientes. Treinados e coordenados pela CDR Coordenadoria de Atenção às Drogas. Objetivos: garantir a eficácia dos tratamentos; colaborar na fiscalização dos ambientes de tratamento; providenciar apoio social, familiar, documental, pessoal; avaliar capacidades e facilitar capacitações; planejar o Pósinternação.

12 Gerenciamento de Caso no tratamento da DQ Marshman (1978) descreveu as funções do gerenciamento de caso especificamente no contexto da Dependência Química: 1.Fornecer suporte individualizado aos clientes e seus familiares; 2. Auxiliar o cliente na solução de problemas; 3. Auxiliar no suporte da família, emprego e educação do cliente; 4. Facilitar o acesso entre o cliente e as várias instâncias e etapas do tratamento e reinserção social; 5. Facilitar o acesso do cliente a interconsultas para tratamentos específicos em caso de necessidade;

13 Gerenciamento de Caso 6. Garantir ao cliente que ele poderá ser contatado e encorajado a retornar ao tratamento em caso de abandono, lapso ou recaída; 7. Manter-se alerta as mudanças nas necessidades e problemas do cliente durante o curso do tratamento; 8. Reforçar e dar continuidade ao processo de tratamento, em modo menos intensivo, dando seguimento ao tratamento no sentido de fornecer suporte na reabilitação do cliente na comunidade, identificando precocemente futuras dificuldades.

14 Gerenciamento de Caso Modelo administrativo: equipe interativa e multidisciplinar Possibilita a troca de diferentes pontos de vista para gerenciar problemas, aumentando a criatividade e energia, evitando desta forma atuações isoladas. Gerente de Caso: O perfil de um gerente de caso inclui identidade profissional, compromisso com a filosofia do local de atendimento e tratamento, conhecimento e experiência sobre diversas questões que podem afetar a qualidade de vida de seus clientes, prontidão para pesquisar as diferentes áreas de vida do cliente, conhecimento das características da população, bem como do sistema de serviços e boa articulação com a rede, abertura e flexibilidade para compartilhar sucessos e desafios e manter a confidencialidade dentro da rede.

15 Gerenciamento de Caso Características de grupos menos responsivos ao tratamento ou atendimento convencional Desemprego e pobreza Situação de Rua. Estigmatização social Extensa e saturada utilização dos serviços públicos Problemas presentes por longos períodos (cronicidade) Idade, gênero, portadores de necessidades especiais, diferenças culturais, etc.

16 Gerente de Casos O gerente de caso atua como um agente responsável pela coordenação e facilitação das necessidades individuais, coletivas e específicas do cliente, viabilizando o atendimento, acolhimento, encaminhamento,tratamento e pós-tratamento. Onde o cliente pode continuar a receber ao mesmo tempo, outros tipos de intervenções em variados serviços. O gerente não é encarado somente como o provedor de cuidados, mas sim como alguém que visualiza, de forma holística, essas necessidades e atua como um advocate no sentido de garantir que estas necessidades sejam supridas.

17 PÓS INTERNAÇÃO Continuidade do acompanhamento através dos Gerentes de caso com apoio das Secretarias e Instituições envolvidas. Até alta definitiva. Moradias Assistidas; Residências terapêuticas. Duração: 6 meses a um ano ou mais. CAPS e outras instâncias ambulatoriais. Capacitações. Grupos de Mútua Ajuda. Secretaria da Saúde, Trabalho, Assistência Social, Esporte, Educação, Habitação, Cultura, Defensoria Pública

18 REINSERÇÃO SOCIAL Estudo regular e profissionalizante. Moradia programas especiais. Emprego provisório e permanente. Possibilidade de retorno aos locais de origem com articulação junto aos municípios para garantir a continuidade do processo de recuperação. Tratamentos clínicos e psiquiátricos continuados.

19 Moradia Assistida pessoas em situação de rua, localizadas na região central, inseridas em contextos de drogadição e/ou distúrbios de saúde mental coloca alguns critérios para os tipos de serviços de acolhida: Sexo masculino e feminino População adulta e de crianças e adolescentes. Grau de intensidade do tratamento de saúde Diversidade sexual e étnica e família.

20 Moradia Assistida Número reduzido de vagas. Autonomia gerencial das unidades pelos conviventes, sendo mediada pelo gerente do serviço; Relativa flexibilidade de perfis de usuários para facilitar a inserção da população-alvo; Supervisão técnica sistemática e vistorias constante e randomizadas do serviço, Regras de convivência estabelecidas e esclarecidas aos indivíduos inseridos, responsabilizando-os desde sua entrada.

21 Moradia Assistida Oferta de atividades semanais programadas, tais como reuniões administrativas, grupos terapêuticos, prevenção de recaída, treinamento de habilidades sociais, atividades educacionais, culturais, sociais e de lazer, além das capacitações profissionais identificadas pelo gerente do serviço e técnico gerente de caso. Isto por meio da participação das diversas secretarias representadas no projeto Centro Legal, tais como Secretaria do Trabalho, Esporte, Saúde, Educação, Cultura, etc.;

22 FLUXOGRAMA

23 ORGANOGRAMA

24 Centro Legal Abordagens Portas de entrada Internações Centro Legal Conheça o projeto Centro Legal Pesquisas CRATOD CAPS - AD Clínicas Gerente de caso Pós internação Legislação Moradias assistidas Tratamento ambulatorial Residência terapêutica Endereço Rua Líbero Badaró, andar Telefone: (11) Dúvidas e sugestões Entre em contato conosco Entrevistas Veja como funcionam as abordagens dos agentes Confira nossos números Veja quantas internações foram realizadas Conheça as clínicas de recuperação Sistema de Informatização de Gestão Saiba mais O papel dos órgãos envolvidos Perfil das pessoas atendidas pelo projeto Quantas pessoas vivem nas ruas como usuárias Conheça o fluxo para os casos com internação voluntária e involuntária Notícias relacionadas veiculadas na imprensa Saiba como participar

25 MUITO OBRIGADO! Luca Santoro Gomes Coordenadoria de Atenção às Drogas CDR Secretaria Municipal de Participação e Parceria SMPP

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