As Novas Tecnologias e o Processo Legislativo Parlamentar

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1 CAMARA DOS DEPUTADOS As Novas Tecnologias e o Processo Legislativo Parlamentar Lúcio Henrique Xavier Lopes XII Encontro da Associação dos Secretários- Gerais dos Parlamentos de Língua Portuguesa

2 CAMARA DOS DEPUTADOS Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras." Albert Einstein O homem é produto do seu tempo; Os perigos dos avanços tecnológicos; Não se pode perder o foco no principal.

3 CAMARA DOS DEPUTADOS Costumam dizer que os homens prudentes, e não casualmente ou sem razão, que aqueles que desejam ver o que será, ponderam sobre o que já foi: porque todas as coisas do mundo, em todo tempo, têm sua própria relação com os tempos antigos. N. Machiavelli, Discorsi, III, 43. Se queres prever o futuro, estuda o passado. Confucio

4

5 Século XIX Poder Executivo Século XX Poder Legislativo Século XXI Poder Judiciário A democracia é o governo das leis por excelência. Bobbio

6 Democracia Contemporânea DEMOCRACIA REPRESENTATIVA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

7 Alinhamento Estratégico

8 Parlamento Europeu

9 edemocracia.gov.br

10

11 Instrumentos de Participação Fóruns Biblioteca Digital Eventos Redes Sociais Wikis Comunidades Batepapos Enquetes Notícias Vídeos

12 Resultados

13 Trabalho e Educação... penso que o mais potente é mostrar ao jovem que ele tem a possibilidade de se capacitar profissionalmente juntamente com a educação básica. Mas quando se fala de juventude e trabalho, temos que ter em mente que o último é um dos maiores motivos para o jovem abandonar a escola. Esta não consegue conceber o aluno-trabalhador, que é a realidade em muitas comunidades. Quanto a educação e juventude, cada vez mais parece necessário uma discussão da série educaçãojuventude-trabalho. Pois parece que a escola e seus trabalhadores não conseguem pensar em estratégias de acolhimento ao jovem trabalhador. Este, na sua trajetória, muitas vezes tem que escolher entre um ou outro, não conseguindo articular a formação e o trabalho.

14 Trabalho e Educação Art. 19. A ação do Poder público na efetivação do direito do jovem à profissionalização, ao trabalho e à renda contempla a adoção das seguintes medidas:... III oferta de condições especiais de jornada de trabalho por meio de: a) compatibilização entre os horários de trabalho e de estudo; Oferta dos níveis, formas e modalidades de ensino em horários que permitam a compatibilização da frequência escolar com o trabalho regular.... VI estabelecimento de instrumentos de fiscalização e controle do cumprimento da legislação, com ênfase na observância do art 429 da Consolidação das Leis do Trabalho, que dispõe sobre a reserva de vagas para aprendizes, e da Lei no , de 25 de setembro de 2008, que trata do estágio; VII criação de linha de crédito especial, no âmbito do Fundo de Amparo ao Trabalhador FAT, destinada aos jovens empreendedores;... IX priorização programas de primeiro emprego e introduzir a aprendizagem na administração pública direta;...

15 Saúde: Álcool e Drogas Em países estrangeiros, por exemplo, a veiculação de propagandas que incitem a obesidade infantil e mórbida, tal como o excessivo consumo de doces, carboidratos e etc., e que incitem também a utilização de drogas lícitas, faça apologia ao alcoolismo e etc. são terminantemente proibidas.

16 Saúde: Álcool e Drogas Art. 24. A política de atenção à saúde do jovem, constituída de um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços para a prevenção, a promoção, a proteção e a recuperação da sua saúde, de forma integral, com acesso universal a serviços humanizados e de qualidade, incluindo a atenção especial aos agravos mais prevalentes nesta população, tem as seguintes diretrizes:... V - capacitação dos profissionais de saúde em uma perspectiva multiprofissional para lidar com o abuso de álcool e de substâncias entorpecentes; VI - habilitação dos professores e profissionais de saúde na identificação dos sintomas relativos à ingestão abusiva e à dependência de drogas e de substâncias entorpecentes e seu devido encaminhamento; VII - valorização das parcerias com instituições religiosas, associações, organizações nãogovernamentais na abordagem das questões de sexualidade e uso de drogas e de substâncias entorpecentes; VIII - proibição da propaganda de bebidas com qualquer teor alcoólico; IX - veiculação de campanhas educativas e de contrapropaganda relativas ao álcool como droga causadora de dependência; X - articulação das instâncias de saúde e de justiça no enfrentamento ao abuso de drogas, substâncias entorpecentes e esteróides anabolizantes.

17 Estamos Conectados

18 REDE DE INTERCÂMBIO DOS PARLAMENTOS DA AMÉRICA LATINA E DO CARIBE

19 Agenda 1. Antecedentes 2. Estrutura de gestão 3. Plataforma RIPALC 4. Diagrama do fluxo de solicitações 5. Desafios e perspectivas

20 Antecedentes Êxito de redes parlamentares

21 Antecedentes 1. Janeiro 2011 Chile Representantes dos Parlamentos aprovaram a proposta de submissão aos Secretários-Gerais da criação da Rede. 2. Abril Panamá Secretários-Gerais aprovam os estatutos da RIPALC e nomeiam a Câmara dos Deputados do Brasil como Secretaria Executiva.

22 Antecedentes 3. Agosto 2011 Porto Rico Representantes das áreas de documentação e informação solicitam, formalmente, a criação de comunidades de interesse na Rede.

23 Objetivos Intercâmbio de informações, conhecimentos e boas práticas entre parlamentos da Região Fortalecimento da cooperação entre os serviços parlamentares de informações, pesquisa e documentação Ampliação do acesso aos estudos produzidos pelos diversos parlamentos

24 Membros Parlamentos nacionais e regionais da América Latina e do Caribe; Parlamentos de outras regiões e outras redes interparlamentares, na condição de observadores; Instituições voltadas para a cooperação entre parlamentos, como observadoras.

25 Estrutura de Gestão Conselho de Secretários Gerais Comitê Executivo Secretaria Conferência dos Correspondentes

26 Estrutura de Gestão Conselho de Secretários-Gerais o Aprova, a cada dois anos, o relatório de atividades e o programa de ação da RIPALC; o Ratifica as solicitações de novos membros e a condição de observadores, aprovados pelo Comitê Executivo.

27 Estrutura de Gestão Conselho de Secretários-Gerais o Estabelece as prioridades para o funcionamento da rede e define suas metas; o É responsável pela modificação do Estatuto.

28 Estrutura de Gestão Comitê Executivo o Integrado por cinco secretários-gerais eleitos pelo Conselho de Secretários Gerais: o Parlamento de Barbados; o Câmara de Deputados do Brasil; o Assembleia Nacional da Nicarágua; o Assembleia Nacional do Panamá; o Câmara dos Deputados do Uruguai.

29 Estrutura de Gestão Comitê Executivo o Reúne-se quando necessário, mediante solicitação de pelo menos dois de seus membros; o O Diretor da Secretaria atua como Secretário do Comitê Executivo;

30 Estrutura de Gestão Comitê Executivo o Aprova as solicitações de novos membros e a condição de membro-observador; o Toma decisões quando a maioria de seus membros estiver presente.

31 Estrutura de Gestão Secretaria Mantém a página da internet e a plataforma eletrônica para o intercâmbio de informações; Apoia a coleta de dados e compila documentação de interesse comum ; Gerencia o fluxo de solicitações.

32 Estrutura de Gestão Conferência dos Correspondentes o É responsável, juntamente com o Diretor da Secretaria, pela organização das atividades da RIPALC; o Examina o relatório preliminar de atividades da rede; o Reuniões presididas pelo Diretor da Secretaria ocorrerão ao menos a cada doze meses.

33 Plataforma

34 acesso livre conteúdo não reservado

35 acesso restrito aos membros mais funcionalidades e conteúdos

36 Plataforma

37 Plataforma

38 Principais funcionalidades Fluxo de solicitações; Notícias; Eventos; Repositório de documentos (textos, vídeos, fotos, áudios); Ferramenta de busca; Comunidades (em desenvolvimento); Reuniões eletrônicas (em desenvolvimento).

39 Fluxo de solicitações

40 Situação atual 15 países signatários da ata de criação da Rede; 19 Casas de 15 países efetivados como membros da RIPALC; 27 novos Parlamentos convidados; Criadas comunidades específicas para as áreas de documentação, informação e TIC;

41 Desafios e perspectivas Ampliar a troca de experiências e conhecimentos entre os parlamentos; Estreitar a cooperação com outras redes parlamentares.

42 PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE FUNCIONALIDADE SEMELHANTE À RIPALC NO SÍTIO DA ASG-PLP (ESPÉCIE DE RIPALP )

43 CAMARA DOS DEPUTADOS A tecnologia é meio; O homem é o foco central.

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