Resoluções das atividades

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resoluções das atividades"

Transcrição

1 Resoluções das atividades Sumário Capítulo 5 Estrutura geológica do Brasil... 1 Capítulo 6 Relevo do Brasil... 2 Capítulo 7 Climatologia e tipos de clima do Brasil... 3 Capítulo 5 Estrutura geológica do Brasil Atividades para sala 01 a) É a ciência que estuda a Terra e seus aspectos, como composição, estrutura, propriedades físicas, história e processos que lhe dão forma. b) Escala do tempo geológico representa a linha do tempo desde o presente até a formação da estrutura do planeta. c) Pode ser dividida em éons, eras, períodos, épocas e idades, que se baseiam nos grandes eventos geológicos da história da Terra. d) Entende-se por estrutura geológica do planeta os diferentes terrenos que podem ser encontrados na superfície terrestre e que são formados por diferentes conjuntos de rochas, correspondendo, assim, ao embasamento rochoso que sustenta uma forma de relevo. 02 a) Os escudos cristalinos ou crátons (do grego kratos, força ) correspondem aos primeiros núcleos de rochas que afloraram desde o início da formação da crosta terrestre, podendo ser formados, principalmente, por rochas magmáticas plutônicas do Pré-Cambriano e rochas metamórficas originarias do Paleozoico. b) Correspondem a depressões preenchidas com detritos ou sedimentos transportados das áreas vizinhas pela ação das águas, dos ventos e, nas regiões de clima frio, das geleiras. c) Os dobramentos modernos são formações geológicas recentes, formadas por rochas magmáticas e sedimentares pouco resistentes que foram afetadas por forças tectônicas durante o Período Terciário, provocando o enrugamento e originando as cadeias montanhosas ou cordilheiras que, por não terem se consolidado por completo, ainda apresentam ocorrência de vulcanismo. 03 A baixa incidência desses fenômenos no Brasil se deve ao fato de que o território está localizado inteiramente sobre a Placa Sul-Americana, longe das dorsais oceânicas e das bordas das placas tectônicas. 04 O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Assim, não existem dobramentos modernos, como os Andes, as Rochosas e o Himalaia. Isso explica as moderadas altitudes da geomorfologia brasileira, onde são raros os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste. 05 No território brasileiro, as estruturas geológicas são antigas: Pré-Cambriano para os escudos cristalinos; Paleozoico e Mesozoico para as grandes bacias sedimentares do Paraná, Maranhão (Parnaíba) e parte da Amazônica, com exceção das bacias do Pantanal mato-grossense, a porção ocidental da Bacia Amazônica e dos trechos do litoral do Nordeste e do Sul do país, que são de formação recente (Era Cenozoica). No entanto, as formas do relevo brasileiro são recentes, decorrentes dos constantes desgastes erosivos de climas anteriores e atuais. 01 E Atividades propostas O perfil apresentado na figura envolve uma área desde o Pantanal até o litoral da Região Sul, próximo aos planaltos cristalinos do leste e sudeste que margeiam a porção oriental do Brasil. 02 As bacias sedimentares preservam em si um registro detalhado do ambiente e dos processos tectônicos que deram forma à superfície da Terra por meio do tempo geológico. Assim como os escudos cristalinos (ainda que de forma diferente), servem como importante repositório de recursos naturais, tais como água subterrânea, petróleo, carvão mineral, gás natural e recursos minerais diversos. 03 Isso ocorre devido aos deslocamentos das placas tectônicas. 1

2 LIVRO 2 04 Primitivamente ligada à África, com a qual compunha o continente Gondwana, a América do Sul era representada, basicamente, por três massas cristalinas: o Escudo Brasileiro, o Escudo das Guianas e o Escudo Patagônico. O Escudo Brasileiro e o Escudo das Guianas apresentam traços de dobramentos antigos, pré-cambrianos e pré-devonianos, assim como é verificado no Cretáceo com o Escudo Patagônico. No Cretáceo, quando foi iniciado o desligamento do bloco africano do brasileiro, formaram-se os dobramentos modernos e as bacias sedimentares, dando origem à Cordilheira dos Andes já no Terciário. Uma vez formada a Cordilheira dos Andes, ocorreu quase simultaneamente a regressão dos mares que cobriam as partes mais baixas dos escudos e as áreas mais próximas aos Andes. 05 Ao fim do Arqueozoico e durante o Proterozoico, o território brasileiro foi também afetado pelo diastrofismo, ou seja, conjunto de movimentos que acarretam na superfície terrestre o aparecimento de dobras e falhas, dependendo da plasticidade ou rigidez do relevo. 06 a) O Escudo das Guianas é um dos três escudos cristalinos da Placa Sul-Americana. É uma formação geológica que data de 1,7 bilhão de anos (Pré-Cambriano) e localiza-se a nordeste na América do Sul. O Escudo das Guianas abrange, além das Guianas, parte da Venezuela e do Brasil, ao norte do Rio Amazonas. Boa parte da superfície é coberta por sedimentos horizontais não metamorfoseados, da formação Roraima. Essa é, portanto, uma área estável desde longa data. b) O Escudo Brasileiro abrange áreas da porção central, leste e sul do país. Essa antiga área do relevo brasileiro se encontra dividida em duas partes principais, conhecidas como Escudo do Brasil-Central e Escudo Atlântico. 07 No Brasil, existem bacias sedimentares de extensões variáveis, tais como: bacias de grande extensão: a Amazônica, a do Parnaíba (conhecida também como Meio-Norte), a do Paraná (ou Paranaica) e a Central; bacias de menor extensão: a do Pantanal Mato-Grossense, do São Francisco (ou Sanfranciscana), do Recôncavo Tucano (produtora de petróleo) e a Litorânea. 08 Por essas fraturas, ocorreu o escoamento de lavas basálticas que percorreram grandes extensões ao sul do território brasileiro e da região de Poços de Caldas e Araxá (MG). Uma vez consolidadas, essas lavas resultantes do vulcanismo deram origem a rochas magmáticas (com destaque para os basaltos). Essas rochas, quando submetidas ao intemperismo seguido da ação de agentes erosivos, se desagregaram e se decompuseram, formado a terra roxa, excelente para a atividade agrícola. 09 Essas rochas, por apresentarem grande resistência à erosão, formaram relevos residuais, permitindo a existência de várias quedas-d água nos rios do Centro-Sul. 10 Estão geralmente associadas à ocorrência de combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão mineral e o gás natural, principalmente. Capítulo 6 01 a) Pode ser definido como a diversidade de aspectos da superfície da crosta terrestre, ou seja, constitui-se no conjunto das desnivelações que ocorrem sobre a superfície e que formam o modelado do planeta. b) Devido aos avanços da tecnologia, o ser humano atua sobre o ambiente natural e modifica o relevo, fato que o torna uma agente exógeno. c) Dentre as principais características do relevo brasileiro, destaca-se o predomínio das formações sedimentares recentes, que ocupam 64% da superfície do Brasil. Tais formações se sobrepõem aos terrenos pré-cambrianos, que formam o embasamento cristalino do relevo brasileiro e que afloram em 36% do território nacional. d) Planaltos, planícies e depressões. e) Classificação de Aroldo Azevedo, Aziz N. Ab Saber e Jurandyr L. S. Ross. f) As formações sedimentares recentes. 02 Montanhas, planaltos, planícies, depressões, serras e inselbergs. 03 Pode ser explicado a partir da ação dos agentes internos e externos, ligados diretamente à história do território brasileiro: Relevo do Brasil Atividades para sala Internos: devido à constituição antiga do território brasileiro, ele se caracteriza pela ausência de dobramentos e vulcanismos datados do Terciário e Quaternário. Externos: devido à ação contínua do clima (temperatura, ventos, chuvas) e das águas correntes (rios e mares). 04 Serra, chapada, cuesta, colina, falésia e inselberg. 05 É possível citar como exemplo de aplicação da aerofotogrametria a obtenção, por meio de fotografias, do comprimento de um aeroporto, de uma rua, a posição de uma autoestrada, o traçado de curvas de nível, a determinação da elevação de uma queda-d'água, a posição relativa de dois automóveis depois de uma colisão etc. 2

3 01 Internas ou endógenas: são aquelas que se originam no interior da crosta, vindas do manto, e constroem o relevo. Os principais agentes endógenos são o tectonismo e o vulcanismo. Externas ou exógenas: são aquelas que desgastam, modificam e modelam o relevo. Os principais agentes exógenos são o intemperismo e a erosão. 02 Sertão intemperismo físico, latifúndios de criação. Vale do Paraíba erosão pelas chuvas (química), pecuária intensiva, centros urbanos. 03 É uma área de altitude mais baixa do que a dos planaltos que a circundam. É possível citar como exemplo a Depressão Sertaneja ou a do São Francisco. 04 a) Relevo com declividade acentuada e altos índices pluviométricos, com elevada infiltração de água nas camadas do subsolo. O desenvolvimento e a ocupação das encostas, que podem gerar deslizamentos, aceleram o processo erosivo. Os mares de morro são originados a partir do intemperismo químico sofrido pela estrutura geológica cristalina (granítica). b) A realização de obras de contenção de encostas e o reflorestamento são possíveis soluções para evitar o problema. 05 Composto basicamente por rochas cristalinas, o recorte que Aroldo de Azevedo definiu como Planalto Atlântico compõe grande parte do que hoje representa a depressão sertaneja e do São Francisco, bem como inclui porções do Planalto e Serras do Atlântico Leste-Sudeste. 06 Região Sudeste planaltos e serras de leste e sudeste. 07 O potencial econômico de regiões costeiras depende, dentre outros fatores, da sua estabilidade morfológica. Por exemplo, praias com potencial erosivo não comportam intensa urbanização e edificação, sendo, portanto, desfavoráveis para o investimento no turismo tradicional. Litorais sujeitos à intensa deriva litorânea são desfavoráveis à construção ou ao aprofundamento de canais de navegação. 08 A Atividades propostas Os planaltos ocupam a maior parte do território brasileiro. Os principais planaltos são o Planalto das Guianas, no extremo norte, e o Planalto Brasileiro, no Centro-Oeste, no Nordeste, no Sudeste e no Sul. O relevo brasileiro é formado basicamente de planaltos com alguns chapadões e serras. 09 a) Unidade 3: Planaltos e Chapadas da Bacia Sedimentar do Paraná. Unidade 22: Planície do Pantanal (Mato-Grossense). b) Unidade 3: Planaltos sedimentares, rochas vulcânicas. Unidade 22: Planície fluvial, cheias de verão. 10 a) Aroldo de Azevedo foi o autor do primeiro mapa e de uma das primeiras classificações do relevo brasileiro, ainda hoje usada em livros escolares. Tal classificação, criada em 1949 com base em longas incursões pelo território brasileiro, baseia-se na altimetria e nela encontram-se definidas grandes unidades de planaltos (áreas com mais de 200 m de altitude) e planícies (até 200 m de altitude). Sua classificação dividiu o Brasil em oito unidades de relevo: quatro planaltos e quatro planícies. b) Ab Saber dividiu o Brasil em dez unidades de relevo: sete planaltos (75%) e três planícies (25%). Planalto das Guianas; Planalto do Maranhão-Piauí; Planalto Nordestino; Planalto Central; Serras e planaltos do Leste e do Sudeste; Planalto Meridional; Planalto Uruguaio-Sul-Rio-Grandense; Planícies e terras baixas amazônicas; Planícies e terras baixas costeiras; Planície do Pantanal. c) Jurandyr Ross propôs uma divisão do relevo do Brasil ainda mais detalhada e complexa que a vista nos dois projetos que o antecederam, visto que essa divisão resulta de um trabalho realizado com o uso de técnicas ultramodernas, que permitem saber com mais propriedade como é formado o relevo brasileiro. Esse conhecimento é fundamental para vários projetos (exploração de recursos minerais, agricultura) desenvolvidos no país. Capítulo 7 Climatologia e tipos de clima do Brasil Atividades para sala pág a) A Climatologia é um dos ramos da geografia física que estuda o clima e o tempo no planeta. Ela é uma ciência de grande importância para os seres humanos, visto que diversas de suas atividades econômicas a agricultura, a pecuária e o comércio, por exemplo dependem das variações do clima e, portanto, dos dados e informações pertinentes para que venham a ser tomadas as melhores atitudes. b) Tempo é o estado transitório do ar. Clima é a sucessão do tempo. c) Massas de ar são gigantescos volumes de ar atmosférico que podem chegar a milhares de quilômetros quadrados de extensão e que trazem consigo as características e propriedades das áreas em que foram originadas. 02 Não. O tempo é um estado momentâneo da atmosfera em um determinado lugar do planeta, podendo variar rapidamente durante o período do dia, mudando de quente para frio, assim como de seco para chuvoso. 3

4 LIVRO 2 03 a) Tempo b) Tempo c) Clima d) Tempo e) Clima 04 Polar (fria) ou tropical (quente). 05 a) Apresenta calor e umidade, mas, pelo fato de possuir inversão, não produz chuvas em condições normais. b) É uma massa quente e úmida; logo, produz uma elevação da temperatura com pancadas de chuvas. c) Litoral da Amazônia e do Nordeste. d) Massa polar atlântica, que reduz a temperatura no Amazonas. 01 De origem subantártica, atravessa o continente pelas planícies interiores. É uma massa de ar frio e úmida que atua no inverno, formando chuvas. 02 Devido à atuação da massa polar atlântica fria e úmida. 03 C Os deslocamentos das massas de ar ocorrem sempre de uma área de alta pressão (baixas temperaturas e alta densidade) para uma área de baixa pressão (alta temperatura e baixa densidade). 04 Equatorial continental, tropical atlântica e polar atlântica, respectivamente. 05 A massa polar atlântica (mpa) é responsável por baixar a temperatura e provocar elevada precipitação no litoral oriental. 06 E As principais massas que atuam diretamente no clima do Sul do país são: polar atlântica, tropical continental e equatorial continental. 07 Equatorial continental. 08 A Litoral norte e nordeste B mta 09 Polar atlântica mpa. 10 V, F, V, V, F Atividades propostas pág. 25 (F) A massa mais atuante no Brasil, no verão, é a equatorial continental (mec), quente e úmida, levando chuva para grande parte do país. (F) A massa equatorial continental (mec) é quente e úmida e é formada na Floresta Amazônica. Atividades para sala pág A fisionomia geográfica, a extensão territorial (latitude), o relevo e a dinâmica das massas de ar. Posição geográfica entre a linha do Equador e o Trópico de Capricórnio, principalmente. 02 Não. A amplitude térmica (diferenças entre as temperaturas mínimas e máximas no decorrer do ano) que ocorre sobre o território brasileiro é pequena, ocasionando, assim, pequenas variações na temperatura sobre as diversas regiões do território nacional. 03 A devastação da Caatinga pode tornar o clima da zona tropical da América Latina definitivamente mais seco. Existe uma relação muito próxima da vegetação com o clima, o que torna necessária a preservação dessa mata para evitar um processo de desertificação. 04 a) Abrange toda área Norte (Amazônia), parte do Centro- -Oeste do país (Mato Grosso) e o oeste do Maranhão, que sofre a intensa ação da massa equatorial continental e da massa equatorial atlântica; ambas de ar quente e normalmente úmido. b) Abrange toda a área do litoral oriental do país, desde o Rio Grande do Norte até a porção setentrional do estado de São Paulo. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40 C) e amenas no inverno (média de 20 ºC). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nas áreas de predomínio desse clima. c) Típico do interior do Nordeste, ocorrendo em destaque na região conhecida como Polígono das Secas, que corresponde a quase todo o Sertão nordestino e aos vales médio e inferior do Rio São Francisco. d) Nesse clima, predominam as mais elevadas latitudes do Brasil. As latitudes abaixo do Trópico de Capricórnio (por isso, o nome: sub = abaixo; tropical = referente ao trópico; abaixo do trópico) abrangem o sul do estado de São Paulo, a maior parte do Paraná, os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o extremo sul do Mato Grosso do Sul. 05 Clima tropical úmido, com predomínio de planaltos rebaixados, depressões e planícies. Atividades propostas pág Quanto maior a altitude, menor a temperatura, pois diminui a superfície de irradiação e a pressão. 02 a) Clima Norte: quente, úmido, pequena amplitude térmica, alta pluviosidade. Clima Sul: grande amplitude térmica, chuvas regulares. b) Devido às semelhanças climáticas entre o Sul do Brasil e a Europa. 4

5 03 a) 1. Equatorial; 2. Subtropical. b) 1. Quente e úmido, pequena amplitude térmica, alta pluviosidade, chuvas o ano todo. 2. Maior amplitude térmica, chuvas regulares, sem estação seca definida. 04 Trata-se do clima tropical típico, quente com média térmica acima de 18 C em todos os meses do ano, alternadamente chuvoso (no verão) e seco (no inverno). É um clima semiúmido, com 4 a 5 meses secos. A alternância sazonal dos índices de umidade deve-se, fundamentalmente, à atuação das massas de ar. A umidade dos meses de dezembro a março é provocada pela atuação da massa equatorial continental (mec) e pelo avanço da massa tropical atlântica (mta). No inverno, com o recuo da massa equatorial continental e o avanço das altas pressões subtropicais, a umidade diminui, podendo ocorrer, ainda, a penetração da frente polar, devido à atuação da massa polar atlântica (mpa). 10 Os quase municípios que formam o Polígono das Secas são aqueles relacionados no Manual de Preenchimento da DITR, situados nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, compreendendo grande parte do Nordeste brasileiro geoeconômico. É reconhecida pela legislação como sujeita a repetidas crises de prolongamento das estiagens e, consequentemente, objeto de especiais providências do setor público. Constitui-se de diferentes zonas geográficas, com distintos índices de aridez. Em algumas delas, o balanço hídrico é acentuadamente negativo. 05 Região Sul, clima subtropical, grande amplitude térmica, verões brandos, invernos rigorosos, chuvas regulares, sem estação seca definida. 06 D Durante o inverno, na região da Planície Amazônica, pode haver a influência da massa polar atlântica, ocasionando o fenômeno da friagem. 07 a) El Niño é o processo de aquecimento das águas do Oceano Pacífico em meados de ano junto à Costa Asiática, deslocando-se para a Costa Sul-Americana. Altera a estação chuvosa na Amazônia, prolongando a seca. b) Forma rápida e barata de desmatamento. Método tipicamente utilizado em países subdesenvolvidos em áreas de expansão de fronteiras pioneiras no preparo do solo para a agropecuária. 08 Região Norte: Elevadas temperaturas e elevada quantidade de precipitação durante todo o ano. Região Nordeste: Elevadas temperaturas e chuvas mal distribuídas, concentradas no primeiro semestre. Região Centro-Oeste: Elevadas temperaturas, com ausência de chuvas durante os meses de maio a agosto. Região Sudeste: Temperaturas medianas e grande quantidade de precipitação durante o ano todo, principalmente no início e final do ano. Região Sul: Temperaturas variando entre amenas e baixas, e chuvas bem distribuídas durante todo o ano. 09 O território brasileiro é diretamente afetado pela ação de diferentes massas de ar. 5

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes

Leia mais

GEOGRAFIA. Professora Bianca

GEOGRAFIA. Professora Bianca GEOGRAFIA Professora Bianca TERRA E LUA MOVIMENTO DA LUA MOVIMENTOS DA TERRA TEMPO E CLIMA Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento. Ele muda constantemente. Clima é o conjunto

Leia mais

Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915)

Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915) ESTRUTURA GEOLÓGICA Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915) - Harry Hess (1960) Teoria da Tectônica de Placas Sismos A conseqüência do choque entre placas tectônicas são chamadas de abalos

Leia mais

Formação das Rochas. 2.Rochas sedimentares: formadas pela deposição de detritos de outras rochas,

Formação das Rochas. 2.Rochas sedimentares: formadas pela deposição de detritos de outras rochas, Relevo Brasileiro 1.Rochas magmáticas ou ígneas, formadas pela solidificação do magma.podem ser intrusivas formadas dentro da crosta terrestre ou extrusivas na superfície. Formação das Rochas 2.Rochas

Leia mais

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais

Leia mais

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 Continente Americano Prof. Ivanei Rodrigues Teoria sobre a formação dos continentes Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. A Teoria da

Leia mais

Classificações climáticas

Classificações climáticas Classificações climáticas Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br glaubermariano@gmail.com O clima do Brasil pode ser classificado

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 24. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 24. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 24 Profº André Tomasini Brasil: estrutura Geológica e Relevo BRASIL - ESTRUTURA GEOLÓGICA Teoria da Deriva Continental (Alfred Wegener) Pangea. Teoria da Tectônica

Leia mais

O Clima do Brasil. É a sucessão habitual de estados do tempo

O Clima do Brasil. É a sucessão habitual de estados do tempo O Clima do Brasil É a sucessão habitual de estados do tempo A atuação dos principais fatores climáticos no Brasil 1. Altitude Quanto maior altitude, mais frio será. Não esqueça, somente a altitude, isolada,

Leia mais

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes Clima e Formação Vegetal O clima e seus fatores interferentes O aquecimento desigual da Terra A Circulação atmosférica global (transferência de calor, por ventos, entre as diferentes zonas térmicas do

Leia mais

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do

Leia mais

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo É a forma da superfície terrestre, que apresenta variação de nível de um local para outro. Tem uma influência pesada em outros fenômenos, como a urbanização e as atividade

Leia mais

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 O Sol e a dinâmica da natureza. O Sol e a dinâmica da natureza. Cap. II - Os climas do planeta Tempo e Clima são a mesma coisa ou não? O que

Leia mais

Classificação de Aroldo de Azevedo

Classificação de Aroldo de Azevedo GEOGRAFIA DO BRASIL Relevo O relevo brasileiro apresenta grande variedade morfológica (de formas), como serras, planaltos, chapadas, depressões, planícies e outras, - resultado da ação, principalmente,

Leia mais

Aspectos Territoriais: Relevo

Aspectos Territoriais: Relevo América Latina: Aspectos Geográficos Aspectos Territoriais: Relevo América do Sul: diversidade do relevo: O relevo sul americano está distribuído em três grandes porções: Porção leste: formado por um relevo

Leia mais

OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre.

OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre. OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre. Os fenômenos meteorológicos ocorridos em um instante ou em um dia são relativos ao tempo atmosférico.

Leia mais

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,

Leia mais

AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53.

AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53. AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53. AULAS 6 e 7: O RELEVO BRASILEIRO PLANALTOS BRASILEIROS: Muito desgastados, antigos, conhecidos também como cinturões orogênicos

Leia mais

REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH

REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH 01. (UDESC_2011_2) Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem no Brasil oito Bacias Hidrográficas. Assinale a alternativa

Leia mais

Vegetação. Solo. Relevo. Clima. Hidrografia

Vegetação. Solo. Relevo. Clima. Hidrografia Vegetação Solo Relevo Clima Hidrografia VEGETAÇÃO E SOLOS HETEROGÊNEA CALOR E UMIDADE RÁPIDA DECOMPOSIÇÃO/FERTILIDADE. NUTRIENTES ORGÂNICOS E MINERAIS (SERRAPILHEIRA). EM GERAL OS SOLOS SÃO ÁCIDOS E INTEMPERIZADOS.

Leia mais

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002). 1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos

Leia mais

Domínios Morfoclimáticos

Domínios Morfoclimáticos Domínios Morfoclimáticos Os domínios morfoclimáticos representam a interação e a integração do clima, relevo e vegetação que resultam na formação de uma paisagem passível de ser individualizada. Domínios

Leia mais

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro.

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A Primavera começa este ano às 22h04min (hora de Brasília), no dia 22 de setembro e termina às 17h20min (horário de

Leia mais

Modulo I Mudanças Climáticas

Modulo I Mudanças Climáticas Nome: Nº: Turma: Geografia 1º ano Exercícios Extras Silvia Set/09 Modulo I Mudanças Climáticas 1. (UFRJ) A maior parte do aquecimento da atmosfera é proveniente da radiação terrestre: a atmosfera deixa

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br PROFESSOR ALUNO ANA CAROLINA DISCIPLINA GEOGRAFIA A TURMA SIMULADO: P3 501 Questão

Leia mais

D) As planícies brasileiras terminam, na sua grande maioria, em frentes de cuestas nome que se dá às áreas planas das praias.

D) As planícies brasileiras terminam, na sua grande maioria, em frentes de cuestas nome que se dá às áreas planas das praias. 01 - (UDESC 2008) Para classificar o relevo, deve-se considerar a atuação conjunta de todos fatores analisados a influência interna, representada pelo tectonismo, e a atuação do clima, nos diferentes tipos

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento,

Leia mais

HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL

HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL QUESTÃO 01 - A Terra é, dentro do sistema solar, o único astro que tem uma temperatura de superfície que permite à água existir em seus três estados: líquido, sólido e gasoso.

Leia mais

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 1ª Ano Tema da aula: Dinâmica Climática e Formações Vegetais no Brasil Objetivo da aula: conhecer a diversidade

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 1º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor: Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 1º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor: Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 1º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor: Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES Estudante: Turma: Data: / / QUESTÃO 1 Fonte: .

Leia mais

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA Profª Margarida Barros Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA RAMO DA GEOGRAFIA QUE ESTUDA O CLIMA Sucessão habitual de TEMPOS Ação momentânea da troposfera em um determinado lugar e período. ELEMENTOS

Leia mais

CLIMA E DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS DO BRASIL

CLIMA E DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS DO BRASIL CLIMA E DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS DO BRASIL Essa aula vai permitir que você conheça elementos e fatores do clima, as relações entre eles, os tipos de climas do Brasil e as características dos domínios morfoclimáticos

Leia mais

Fenômenos e mudanças climáticos

Fenômenos e mudanças climáticos Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2003 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A primavera começa neste ano às 07:47h do dia 23 de setembro e vai até 05:04h (horário de Verão) de Brasília, do dia

Leia mais

2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA

2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA Aluno(a): Nº Ano: 7º Turma: Data: 24/03/2012 Nota: Professor(a): Valor da Prova: 40 pontos Orientações gerais: 1) Número de

Leia mais

Os principais tipos climáticos mundiais

Os principais tipos climáticos mundiais Os principais tipos climáticos mundiais Os principais tipos climáticos mundiais 1 massas de ar -Definição - Origens - Tipos - Frentes (fria e quente) 2 Climas -O que define os climas? - Tipos de climas

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula 21.1 Conteúdo Região Sudeste 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Leia mais

GEOGRAFIA. O espaço brasileiro

GEOGRAFIA. O espaço brasileiro O espaço brasileiro GEOGRAFIA Formação e a expansão do território brasileiro No século XV os países europeus estavam envolvidos em uma política mercantilista o que fazia que se lançassem ao mar em busca

Leia mais

Brasil: Natureza e Sociedade

Brasil: Natureza e Sociedade Brasil: Natureza e Sociedade O Ambiente Natural Devido ao seu tamanho, o Brasil pode ser considerado um continente ou ainda um país com dimensões continentais. É o quinto maior país do mundo em extensão,

Leia mais

Data: /08/2014 Bimestre: 2. Nome: 8 ANO B Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo

Data: /08/2014 Bimestre: 2. Nome: 8 ANO B Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Data: /08/2014 Bimestre: 2 Nome: 8 ANO B Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 3 1- (1,0) A mundialização da produção industrial é caracterizada

Leia mais

Evolução da Terra. Geografia Prof. Cristiano Amorim

Evolução da Terra. Geografia Prof. Cristiano Amorim Evolução da Terra Geografia Prof. Cristiano Amorim Estrutura interna da Terra A estrutura interna da Terra é composta de: Litosfera (50 a 60 km de espessura). Manto (4.600 km de espessura). Núcleo (1.700

Leia mais

RESPOSTA D LISTA DE EXERCÍCIOS. 1) Analise o diagrama e as afirmativas a seguir.

RESPOSTA D LISTA DE EXERCÍCIOS. 1) Analise o diagrama e as afirmativas a seguir. 1) Analise o diagrama e as afirmativas a seguir. LISTA DE EXERCÍCIOS I) A partir de critérios geomorfológicos, os planaltos corrrespondem às regiões do relevo onde predomina o processo erosivo; neste compartimento

Leia mais

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO Organiza os principais eventos ocorridos na história do planeta ERA PRÉ -CAMBRIANA DESAFIO (UEPG) ex. 1 p. 181 - A história e a evolução da

Leia mais

GEOGRAFIA. c) quanto menores os valores de temperatura e pluviosidade, maior é a

GEOGRAFIA. c) quanto menores os valores de temperatura e pluviosidade, maior é a GEOGRAFIA QUESTÃO 17 A imagem abaixo retrata um dos agentes modeladores da supefície terrestre. Sobre a ação destes agentes externos sobre as rochas todas as afirmações são verdadeiras, EXCETO: a) a profundidade

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO - CAP. 04-7ºS ANOS

EXERCÍCIOS DE REVISÃO - CAP. 04-7ºS ANOS EXERCÍCIOS DE REVISÃO - CAP. 04-7ºS ANOS LEIA AS INFORMAÇÕES, CONSULTE O LIVRO PARA ADQUIRIR MAIS CONHECIMENTO E RESPONDA OS EXERCÍCIOS EM SEU CADERNO. 1- Quente e frio: um país de extremos O Brasil é

Leia mais

Atividade 11 - Exercícios sobre Relevo Brasileiro Cap. 03 7º ano. Atenção: Pesquise PREFERENCIALMENTE em seu Livro e complemente a pesquisa em sites.

Atividade 11 - Exercícios sobre Relevo Brasileiro Cap. 03 7º ano. Atenção: Pesquise PREFERENCIALMENTE em seu Livro e complemente a pesquisa em sites. Atividade 11 - Exercícios sobre Relevo Brasileiro Cap. 03 7º ano Atenção: Pesquise PREFERENCIALMENTE em seu Livro e complemente a pesquisa em sites. 1. Comparação entre as Classificações do Relevo Brasileiro

Leia mais

1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil.

1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil. Marque com um a resposta correta. 1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil. I. A região Nordeste é a maior região do país, concentrando

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS Título do Podcast Área Segmento Duração Massas de Ar no Brasil Ciências Humanas Ensino Fundamental; Ensino Médio 5min33seg Habilidades: H.7 (Ensino Fundamental)

Leia mais

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil.

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. 1 1.2 Conteúdo: A Dinâmica Climática no Brasil. 2 1.2 Habilidade: Localizar os diferentes tipos de climas existentes no território brasileiro. 3 Jorge Ben

Leia mais

PROVA BIMESTRAL Ciências

PROVA BIMESTRAL Ciências 7 o ano 1 o bimestre PROVA BIMESTRAL Ciências Escola: Nome: Turma: n o : 1. Preencha as lacunas do esquema com as seguintes legendas: Planalto ocidental, Depressão periférica, Serra do Mar e Planície litorânea.

Leia mais

Estrutura e Composição da Terra. Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche]

Estrutura e Composição da Terra. Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche] Estrutura e Composição da Terra Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche] Contornos do Mundo O interior terrestre é formado por várias camadas e as investigações sobre

Leia mais

Definição. Unidade Territorial com características naturais bem. Por essa razão, muitas vezes o termo é usado

Definição. Unidade Territorial com características naturais bem. Por essa razão, muitas vezes o termo é usado Definição Compreende-se como sendo uma Unidade Territorial com características naturais bem marcantes e que o individualizam. Por essa razão, muitas vezes o termo é usado como sinônimo para identificar

Leia mais

Questões para Revisão Cap. 3-7ºs anos - prova 2

Questões para Revisão Cap. 3-7ºs anos - prova 2 Questões para Revisão Cap. 3-7ºs anos - prova 2 1. Um pesquisador visitou as cidades de Salvador, Brasília e Manaus para caracterizar o compartimento geomorfológico de cada uma delas. Ao final do trabalho

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003). 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Endereço: Eixo Monumental VIA S1 Telefone: + 55 61 344.3333/ Fax:+ 55 61 344.0700 BRASÍLIA / DF - CEP:

Leia mais

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS RELEVO BRASILEIRO FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO Escudos cristalinos: 36% Bacias sedimentares: 64% Escudos Cristalinos - Armazenamento de jazidas minerais -

Leia mais

CP/CAEM/2004 1ª PROVA FORMATIVA FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2004 1ª PROVA FORMATIVA FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/20 1ª PROVA FORMATIVA FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA 1ª QUESTÃO ( 6,0 ) Analisar os fatores fisiográficos da América do Sul, concluindo sobre a influências destes fatores na distribuição

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas

O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas UC História e Geografia de Portugal II Geografia de Portugal 3. O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas IPS-ESE ME12C André Silva O Clima Português: Elementos

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO PROFESSOR JULIO BESSA DISCIPLINA GEOGRAFIA SIMULADO: P4 Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br ALUNO TURMA 601 Questão 1

Leia mais

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Estrutura geológica é a base do território. Corresponde à sua composição rochosa. Já o relevo é a forma apresentada pelo território ao nossos olhos: montanhas

Leia mais

Localizaçao brasileira, Divisao Politica e Regional e Aspectos Fisicos

Localizaçao brasileira, Divisao Politica e Regional e Aspectos Fisicos Localizaçao brasileira, Divisao Politica e Regional e Aspectos Fisicos LOCALIZAÇÃO BRASILEIRA O Brasil é um país que integra a América do Sul e apresenta extensão territorial de 8.514.876 km². É o quinto

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES Estudante: Turma: Data: / / QUESTÃO 1 Analise o mapa

Leia mais

Observe o mapa múndi e responda.

Observe o mapa múndi e responda. EXERCÍCIOS DE REVISÃO COM RESPOSTAS PARA O EXAME FINAL GEOGRAFIA 5ª SÉRIE 1) Escreva V para verdadeiro e F para falso: ( V ) No globo terrestre, no planisfério e em outros mapas são traçadas linhas que

Leia mais

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8 Climas e Formações Vegetais no Mundo Capítulo 8 Formações Vegetais Desenvolvem-se de acordo com o tipo de clima, relevo, e solo do local onde se situam.de todos estes, o clima é o que mais se destaca.

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre geografia Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia o trecho da letra da música abaixo e, em seguida, responda às questões. [...] Eu já cantei no Pará Toquei sanfona em Belém

Leia mais

Os diferentes climas do mundo

Os diferentes climas do mundo Os diferentes climas do mundo Climas do Mundo Mapa dos climas do mundo Climas quentes Equatoriais Tropical húmido Tropical seco Desértico quente Climas temperados Temperado Mediterrâneo Temperado Marítimo

Leia mais

PROVA DE GEOGRAFIA 4 o BIMESTRE DE 2012

PROVA DE GEOGRAFIA 4 o BIMESTRE DE 2012 PROVA DE GEOGRAFIA 4 o BIMESTRE DE 2012 PROF. FERNANDO NOME N o 1 a SÉRIE A compreensão do enunciado faz parte da questão. Não faça perguntas ao examinador. A prova deve ser feita com caneta azul ou preta.

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

Resoluções das Atividades

Resoluções das Atividades Resoluções das Atividades Sumário Módulo 4 Estrutura geológica... 1 Módulo 5 A Geomorfologia do Brasil... 3 Módulo 6 Os climas do Brasil... 4 01 C Módulo 4 Estrutura geológica De acordo com a tabela da

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras Prof. Claudimar Fontinele BACIA HIDROGRÁFICA Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal

Leia mais

CLIMAS E FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL

CLIMAS E FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL CLIMAS E FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL CLIMA BRASILEIRO O extenso território brasileiro, a diversidade de formas de relevo, a altitude e dinâmica das correntes e massas de ar, possibilitam uma grande diversidade

Leia mais

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS O que você deve saber sobre DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS Segundo o geógrafo Aziz Ab Sáber, um domínio morfoclimático é todo conjunto no qual haja interação entre formas de relevo, tipos de solo,

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25 Profº André Tomasini Localizado na Região Centro-Oeste. Campos inundados na estação das chuvas (verão) áreas de florestas equatorial e tropical. Nas áreas mais

Leia mais

3. do Sul-Sudeste. Sudeste.

3. do Sul-Sudeste. Sudeste. A Hidrografia Brasileira HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a maior do mundo, tem 7.050.000 km, enquanto a do Congo,

Leia mais

BRASIL NO MUNDO: FUSOS HORÁRIOS DO BRASIL. Nossas fronteiras-problema : Fusos horários Mundiais

BRASIL NO MUNDO: FUSOS HORÁRIOS DO BRASIL. Nossas fronteiras-problema : Fusos horários Mundiais BRASIL NO MUNDO: Linha do Equador: 93% Hemisfério Sul 7% Hemisfério Norte Trópico de Capricórnio: 92% zona Tropical 8% Zona temperada do Sul Nossas fronteiras-problema : ( FARC ) Colômbia: Narcotráfico

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES COLÉGIO ARNALDO 2014 CADERNO DE ATIVIDADES GEOGRAFIA Aluno (a): 4º ano Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Conteúdo de Recuperação Sistema Solar. Mapa político do Brasil: Estados e capitais. Regiões

Leia mais

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO 1.0. O que é o El Nino? É o aquecimento anômalo das águas superficiais na porção leste e central do oceano Pacífico equatorial, ou seja, desde a costa da América do Sul até

Leia mais

FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA. DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber. Ipê Amarelo

FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA. DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber. Ipê Amarelo FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber Ipê Amarelo Fatores que influenciam na distribuição das formações vegetais: Clima 1. Temperatura; 2. Umidade; 3. Massas de ar; 4. Incidência

Leia mais

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br

Leia mais

Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil

Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil A classificação morfoclimática reúne grandes combinações de fatos geomorfológicos, climáticas, hidrológicos, pedológicos e botânicos que por sua relativa homogeinidade,

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA?

MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA? MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA? A UNIÃO DOS ELEMENTOS NATURAIS https://www.youtube.com/watch?v=hhrd22fwezs&list=plc294ebed8a38c9f4&index=5 Os seres humanos chamam de natureza: O Solo que é o conjunto

Leia mais

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 OS BIOMAS DO BRASIL: (Aziz Ab Saber) O que se leva em consideração nesses domínios morfoclimáticos? Clima. Relevo. Solo. Vegetação. Vida. História da Terra e da ocupação

Leia mais

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS Situação Geográfica Este domínio estende-se se do sul do Brasil até o Estado da Paraíba (no nordeste), obtendo uma área total de aproximadamente 1.000.000 km².. Situado mais

Leia mais

Professores: Clodoaldo e Jaime

Professores: Clodoaldo e Jaime Professores: Clodoaldo e Jaime A atmosfera é uma camada gasosa que envolve a Terra composta por vários gases. Ela é dividida em camadas de acordo com a altitude e as propriedades físicas, e composição

Leia mais

Elementos Climáticos CLIMA

Elementos Climáticos CLIMA CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do

Leia mais

Estrutura interna da Terra

Estrutura interna da Terra Estrutura interna da Terra Crosta - camada superficial sólida que circunda a Terra; Manto - logo abaixo da crosta. Núcleo - parte central do planeta. Profº. Claudio Lima Crosta (Litosfera) - composição

Leia mais

Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea

Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea Material de apoio do Extensivo 1. (UNIOESTE) O relevo apresenta grande diversidade de formas que se manifestam, ao longo do tempo e do espaço,

Leia mais

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 Previsão de Consenso 1 INMET e CPTEC/INPE PREVISÃO DE NORMALIDADE DAS CHUVAS E DAS TEMPERATURAS NA MAIOR PARTE DO PAÍS Sumário

Leia mais

Prova bimestral 5 o ANO 1 o BIMESTRE

Prova bimestral 5 o ANO 1 o BIMESTRE Prova bimestral 5 o ANO 1 o BIMESTRE GEOGRAFIA Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia: O planeta Terra foi formado há mais de 4 bilhões de anos após uma grande explosão. Na atmosfera havia muita água, gases

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS Como pode cair no enem? (FUVEST) Estas fotos retratam alguns dos tipos de formação vegetal nativa encontrados no território

Leia mais

ENSINO FUNFAMENTAL. www.ceejamax.com

ENSINO FUNFAMENTAL. www.ceejamax.com ENSINO FUNFAMENTAL www.ceejamax.com 1 ROTEIRO DA UNIDADE FINALIDADE: Esta unidade apresenta atividades que foram planejadas pra você conhecer uma parte da paisagem natural do Brasil. Você vai ver formas

Leia mais

Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan

Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan 1. (Uerj 2007) As figuras a seguir apresentam os mapas com a atuação das massas de ar no inverno e no verão brasileiros e o climograma da cidade de Cuiabá. De

Leia mais

Exercícios - Fatores Exógenos

Exercícios - Fatores Exógenos Exercícios - Fatores Exógenos 1. A figura abaixo retrata a barreira que o relevo representa para os ventos e as massas de ar. Com base nesta figura são feitas as seguintes afirmativas: ( F ) As letras

Leia mais

Distribuição e caraterização do clima e das formações vegetais

Distribuição e caraterização do clima e das formações vegetais Distribuição e caraterização do clima e das formações vegetais Distribuição e caraterização do clima e das formações vegetais Início Zonas climáticas No planeta Terra existem cinco grandes zonas climáticas:

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DATA:17 /12/2015 DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSORES: Marina Monteiro Vasconcelos e Felipe Marçal VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ANO TURMA: A e B ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO

Leia mais