O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR

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1 O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR INTRODUÇÃO O presente estudo busca refletir a respeito da importância do brincar no ambiente hospitalar. A construção desse material foi feita a partir do contato de três acadêmicas do curso de Psicologia com o Projeto de Extensão: Ludicidade em ambiência hospitalar: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança vinculado ao Centro Universitário Franciscano UNIFRA/RS, situado em Santa Maria, RS. Este projeto tinha como objetivo a construção de uma sala lúdica dentro do ambiente hospitalar, dentro disso, criação de brinquedos e trabalho multidisciplinar. Após um semestre de execução do projeto é possível verificar inúmeras ações já realizadas pela equipe composta por professores e acadêmicos dos cursos de enfermagem, pedagogia, psicologia e serviço social. Este estudo busca, num primeiro momento, fazer um apanhado teórico do que alguns autores vem trazendo à respeito da forma como o lúdico incide na hospitalização do paciente. Num segundo momento, pretende-se discutir, a partir do relato de experiência do projeto, como foi a implantação da sala lúdica na ala pediátrica do hospital Casa de Saúde e como se deu o contato interdisciplinar dos acadêmicos e professores implicados no projeto. Métodos O relato de experiência é também utilizado nesse estudo para ilustrar a participação das acadêmicas do curso de Psicologia no Projeto de Extensão: Ludicidade em ambiência hospitalar: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança vinculado ao Centro Universitário Franciscano UNIFRA/RS, durante o período de maio a julho de Partindo de um levantamento bibliográfico, este estudo se propõe a refletir sobre como a importância do brincar no ambiente hospitalar é retratada nas produções nacionais da psicologia e da enfermagem. ALÉM DISSO, busca-se também DISCUTIR sobre a CRIAÇÃO de salas lúdicas em hospitais. Segundo Gil (1994, p. 71), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. O autor complementa afirmando que, a principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente (GIL, 1994, p. 71).

2 COMO O LÚDICO PODE AUXILIAR NA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA Carvalho & Begnis (2006, p. 109) afirmam que, no ambiente hospitalar, a criança encontra-se afastada de seu ambiente familiar, de seus amigos, da escola e de seus objetos pessoais, perdendo assim grande parte de suas referências. A doença impede a criança de desenvolver as atividades regulares de seu dia-a-dia e provoca, muitas vezes, sensações de dor, desconforto e mal-estar (OLIVEIRA & OLIVEIRA, 2008, p. 231). Além disso, Trabalhando com crianças hospitalizadas e observando seu comportamento durante a internação, presenciamos o trauma que sofrem ao sair do ambiente familiar para outro totalmente desconhecido, enfrentar pessoas estranhas e procedimentos dolorosos, como tomar injeção, fazer curativos e outros. Isto desenvolve na criança uma tal ansiedade que a deixa insegura e medrosa, principalmente quando não é preparada para a hospitalização e o tratamento a ser realizado (MARTINS et al., 2001, p. 77). Entre as possíveis estratégias utilizadas por crianças para enfrentar condições estressantes como a hospitalização e, conseqüentemente, os procedimentos médicos invasivos, encontra-se o brincar (MOTTA & ENUMO, 2004, p. 25). Nesse sentido, alguns autores, como Junqueira (2003), Mitre & Gomes (2004) e Carvalho & Begnis (2006) corroboram com a idéia de que o brincar no ambiente hospitalar tem importante valor terapêutico porque influencia no restabelecimento físico e emocional, permite a continuidade no seu processo de desenvolvimento, além de auxiliar a criança na compreensão da sua nova realidade. Através do brinquedo, a criança lida criativamente com a realidade externa. Ao final, isto produz um viver criativo e conduz à capacidade de sentir-se real e sentir que a vida pode ser usada e enriquecida (WINNICOTT, 1994, p. 50). Furtado & Lima (1999, p. 365) ainda salientam que através do brincar/brinquedo as crianças exploram, perguntam e refletem sobre o cotidiano e a realidade circundante, desenvolvendo-se psicológica e socialmente. Toda criança possui uma cultura lúdica, e, desta forma, o brincar pode proporcionar uma nova realidade, própria e singular, possibilitando à criança a oportunidade de vir a expressar seus sentimentos, costumes, experiências, medos e preocupações. (OLIVEIRA & OLIVEIRA, 2008, p. 232).

3 SALAS LÚDICAS NO HOSPITAL O Projeto de Extensão: Ludicidade em ambiência hospitalar: uma estratégia multidisciplinar no cuidado da criança vinculado ao Centro Universitário Franciscano UNIFRA/RS. Participam desse projeto professores e alunos dos cursos de Pedagogia, Enfermagem, Psicologia, Serviço Social, além da contribuição da arquitetura e design. A partir de um espaço cedido pelo hospital deu-se início a construção da sala lúdica. O curso de design responsabilizou-se pelas sugestões de nome e construção da logomarca e personagens para compor o espaço, posteriormente batizado de imaginoteca. Depois que o espaço da sala foi delimitado, o curso de arquitetura realizou contribuições quanto ao aproveitametno e distribuição do espaço físico, onde as paredes receberam cores alegres, que suscitavam a curiosidade. Paralelo a isto, os acadêmicos do projeto participaram de oficinas de contrução de puffs, figuras feitas com balões e origamis. Gradualmente foram sendo adicionadas na sala cadeiras, mesas, prateleiras, armários, aparelho de tv e dvd. Brinquedos e duas motocas foram doados para a sala, bem como material de desenho, massinha de modelar, sucata e dvd s infantil. Os acadêmicos e professores envolvidos no Projeto encontravam-se semanalmente para planejar e avaliar as ações. Nesses encontros eram discutidas as mudanças que ainda precisavam ser feitas na sala, sugestões e relatos do andamento do Projeto. Também se assistiam vídeos relacionados à temática do brincar em hospitais e se faziam atividades em que se aprendia a fazer brinquedos com materiais alternativos. A interdisciplinariedade nesse Projeto deu-se de diferentes formas. Tanto nos momentos em que todos se reuniam para assistir filmes, construir objetos ou refletir sobre a Imaginoteca, como nos momentos em que cada área específica buscava esclarecer aos demais participantes como poderia ser a sua contribuição para o Projeto. Essa iniciativa corrobora com a idéia de que: A saúde vem sendo entendida como uma meta não apenas individual, mas também coletiva. Nesse sentido, os profissionais da área precisam aprender a integrar esforços, a fim de identificar situações e contextos no meio da comunidade nas quais podem intervir conjuntamente, de forma a promover a saúde dos indivíduos nos âmbitos biológico, psicológico e social (PAVÃO, 2006, p. 33).

4 Nas primeiras semanas, as acadêmicas passavam nos quartos dos pacientes para convidá-los a brincar na Imaginoteca. Mas com o tempo, as próprias crianças tomavam a iniciativa de ir até a sala, sempre acompanhadas de algum responsável. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nesse contexto, acredita-se que o brincar torna-se uma ferramenta de grande auxílio no enfrentamento do período de hospitalização. Assim, a construção de um espaço lúdico, mostrou-se como a alternativa que auxilia a promoção de saúde e pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes dentro do período de internação. Além disso, o acolhimento da equipe residente do hospital frente a sala lúdica, estimulou a adesão da ideia do brincar no ambiente hospitalar e algumas enfermeiras passaram a medicar os pacientes na própria sala lúdica, enquanto eles se entretinham com os brinquedos, o que acredita-se tornava o processo menos penoso para a criança. O curso de psicólogia tem muito a acrescentar com o olhar diante das relações e ludicidade e contribuir nas trocas, utilizando-se da linguagem lúdica e contribuindo para o enfrentamento da criança hospitalizada com a nova realidade que enfrenta. A experiência foi relevante para a formação porque permitiu às três acadêmicas de entrarem em contato com a linguagem lúdica num contexto hospitalar de forma rica e inovadora, visando a promoção de saúde daqueles que se encontram internados. REFERÊNCIAS CARVALHO, A. M.; BEGNIS, J. G. Brincar em unidade de atendimento pediátrico: aplicações e perspectivas. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n. 1, p , jan./abr JUNQUEIRA, M. de F. P. da. A mãe, seu filho e o brincar: um relato de experiência. Estudos de Psicologia, Rio Grande do Norte, v. 8, n. 1, p , jan./abr FURTADO, M. C. de C.; LIMA, R. A. G. Brincar no hospital: subsídios para o cuidado de enfermagem. Rev. Esc. Enf. USP, São Paulo, v. 33, n. 4, p , dez GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, M. do R., et. al. Protocolo de preparo da criança pré-escolar para punção venosa, com utilização do brinquedo terapêutico. Rev. Lat-am Enfermagem, São Paulo, v. 9, n. 2, p , mar

5 MITRE, R. M. de A.; GOMES, R. A ptomoção do brincar no contexto da hospitalização infantil como ação de saúde. Ciència & Saúde Coletiva, v. 9, n. 1, p , MOTTA, A. B.; ENUMO, S. R. F. Brincar no hospital: câncer infantil e avaliação do enfrentamento da hospitalização. Psicologia, saúde & doenças, v. 3, n. 1, p , OLIVEIRA, R. R. de; OLIVEIRA, I. C. dos S. Os doutores da alegria na unidade de internação pediátrica: experiências da equipe de enfermagem. Esc Anna Nery Rev Enferm, v. 12, n. 2, p , jun PAVÃO, S. M. de O. (Org.). Saúde no contexto interdisciplinar: por uma relação dialógica com crianças, adolescentes e adultos. Santa Maria: UNIFRA, VIGOSTSKI, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, WINNICOTT, C. Explorações psicanalíticas: D. W. Winnicott. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994.

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