Plano económico-financeiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano económico-financeiro"

Transcrição

1 Plano económico-financeiro ESEC, 30 de Abril de 2014

2 Plano de negócio 1 Apresentação da ideia/projeto de negócio aos diversos stakeholders (e.g., investidores, credores, ), incluindo a definição e justificação dos objetivos do negócio e o caminho para os concretizar. Diversidade de formatos dependendo da fase do ciclo de vida do negócio (criação, expansão, reestruturação, ) e dos seus principais destinatários. Sumário executivo A análise do mercado A empresa e os seus promotores O plano de marketing A proposta de valor e o modelo de negócio O plano de operações O plano económico-financeiro O Projeto, a Ideia, o Produto

3 Plano económico-financeiro 2 Horizonte temporal de médio e longo prazos (6 anos) Demonstração de Resultados Ao longo do tempo, a empresa dá lucro ou prejuízo? Quando e quanto? Plano Financeiro (Demonstração dos fluxos de caixa, Mapa de origem e aplicações de fundos, Mapa de tesouraria) Ao longo do tempo, a empresa vai tendo o dinheiro suficiente para pagar os seus compromissos? Quais são as suas necessidade de financiamento (sócios, bancos, )? Balanço Qual é o Património da empresa, em cada momento (Ativos, Passivos e Capital Próprio)? Indicadores Económico-Financeiros O desempenho previsto para a empresa é bom? O investidor é recompensado?

4 Plano económico-financeiro 3 Estimativas, Previsões, Objetivos: Realistas, Credíveis, Sustentados Lucro/Prejuízo = Resultado líquido Variação do património (riqueza dinheiro disponível) Diferença entre os rendimentos (vendas/prestações de serviços) e os gastos. Vendas ou Prestação de Serviços Na venda de produtos, há sempre um custo/gasto diretamente associado, que só existe se se vender: o preço de custo das mercadorias ou das matérias-primas CMVMC. Na prestação de serviços, os custos associados são diferentes, normalmente associados às pessoas como, por exemplo, os salários: quantas pessoas são necessários para fazer aquele trabalho? mas não podemos esquecer que temos muitos gastos Gastos com o pessoal, Fornecimentos serviços externos, Amortizações, Investimento em ativos fixos Financiamento

5 A folha de cálculo FINICIA/IAPMEI 4 A folha de cálculo tem vários separadores ou várias folhas de cálculo no mesmo ficheiro, todas ligadas entre si por fórmulas. A primeira é a das Regras de Utilização, que deve ser lida com atenção. O utilizador menos experiente não deve alterar a estrutura da folha de cálculo (não inserir linhas nem colunas). Para que o possa tirar partido de todas as funcionalidades do modelo, deverá confirmar se o nível de segurança das Macros está em Médio. Ferramentas - Macro - Segurança e no Nível de Segurança escolher/confirmar se está no Médio. File Options Trust Center Settings Disable all macros with notification Se não estava na opção indicada, feche o ficheiro e reabra-o. Selecione Aceitar Macro.

6 A folha de cálculo FINICIA/IAPMEI Regras de utilização e Pressupostos 5 Só devem ser inseridos valores nas células com fundo branco. As células com valores a azul, podem ser alterados, mas dentro dos mesmos parâmetros. No separador "Pressupostos, deve colocar o nome da empresa na célula E1 e o 1º ano de atividade em B11.

7 A folha de cálculo FINICIA/IAPMEI Regras de utilização e Pressupostos 6 Prazos médios de recebimento, pagamento e armazenagem em B13, B14 e B15. Quantos dias demoram os clientes a pagar depois da venda? Se pagarem nesse momento é zero Quantos dias temos os produtos no armazém desde a compra/produção até à venda? Quanto ao restante, para a maioria dos projetos, não é importante alterar

8 Previsão de vendas 7 Como se consegue fazer e sustentar uma previsão de vendas? Fontes de informação primária secundária A folha de cálculo está construída para 4 diferentes produtos no mercado nacional + 2 na exportação e 4 serviços no mercado nacional + 4 na exportação, o que por vezes parece não ser suficiente É necessário fazer um esforço para tipificar os produtos e serviços (e.g., projetos/instalações pequenos, médio e grandes; famílias de produtos/serviços; ). Uma das preocupações deve ser o de tornar a informação imediatamente inteligível e credível para quem não conhece o projeto.

9 Vendas e Prestação de serviços Volume de negócios (VN) 8 Para cada produto define-se o nome, a quantidade que se espera vender e o preço de venda. Pode definir-se apenas para o primeiro ano e depois as taxas de crescimento dos preços e das quantidades ou fazer os cálculos ano a ano numa folha auxiliar e introduzir os valores/fórmulas para todos os anos

10 Vendas e Prestação de serviços Volume de negócios (VN) 9 Tal como nas vendas de produtos, deve ser separada a estimativa do VN para o mercado nacional e para a exportação No caso da prestação de serviços não temos a decomposição entre quantidades e preços, temos apenas o valor das prestações de serviços. Pode definir-se o valor para o primeiro ano e depois as taxas de crescimento anuais ou fazer os cálculos numa folha auxiliar e introduzir os valores para todos os anos

11 O Custo das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas - CMVMC 10 Deve incluir-se os valores do custo de aquisição das mercadorias que propomos vender ou as matérias-primas gastas na fabricação dos produtos transformados pela empresa. Se necessário poderá fazer-se os cálculos numa folha de cálculo auxiliar. Poderá ser mais simples incluir simplesmente a % de margem bruta, i.e., o valor das vendas que sobra depois de tirar o custo com as mercadorias ou com as matérias primas. Por exemplo um produto que é vendido a 10 euros e custa em média 4 euros, a margem bruta é 60%.

12 Fornecimentos e Serviços Externos - FSE 11 Para além das mercadorias e matériasprimas, os fornecimentos e serviços externos (FSE) são fornecidos por entidades externas à empresa no âmbito da sua atividade normal (e.g., energia, seguros, rendas, deslocações, comunicações, consultoria, contabilidade, ). Define-se um valor mensal (x12) para cada rubrica e a taxa de crescimento anual ou define-se o valor para todos os anos. Na coluna D podemos definir em que % devemos considerar cada um dos custos como variáveis ou fixos, o que depois servirá apenas para o cálculo de alguns indicadores.

13 Gastos com o Pessoal 12 Gastos com Pessoal, Salário Bruto, Encargos, Descontos, Salário Líquido. É necessário definir: o quadro de pessoal da empresa ao longo dos anos o respetivo salário bruto, por categoria e o seu crescimento anual. Os encargos normais sobre os salários (TSU, Seguro AC, Subsídio de refeição, ) são calculados automaticamente.

14 Investimento em Ativos Fixos 13 Os ativos fixos são os bens duradouros que não se destinam a ser transformados ou vendidos Terrenos, edifícios, máquinas, mobiliário, viaturas, sotfware, patentes,... ATT: investimento de substituição Quando compramos uma máquina ficamos nesse momento mais pobres? Pagamento versus Custo O desgaste, a obsolescência e a desvalorização dos ativos fixos: gastos de depreciação e amortização. Deve ser definido o montante de compras de ativos fixos por tipo e por ano. As amortizações serão calculadas automaticamente.

15 Demonstração de Resultados 14 ATT empresas industriais Vendas e serviços prestados (volume de negócios) Variação nos inventários da produção CMVMC Fornecimento e serviços externos Gastos com o pessoal EBITDA Depreciações/Amortizações EBIT (Resultado Operacional) Juros de empréstimos Financiamento Resultado antes de Impostos IRC Resultado Líquido do Período

16 Não esquecer 15 Quem analisar as vossas previsões deve, no mínimo, achar que as vossas previsões de vendas e as margens brutas são exequíveis Por vezes pensa-se no PVP e esquece-se tudo o que está entre a empresa e o consumidor final. É muito importante não esquecer a distribuição, cuja margem é normalmente elevada! As instalações, compradas ou arrendadas, devem ser adequadas para albergar os trabalhadores e os equipamentos necessários para fazer todo o trabalho necessário para a empresa ter a atividade prevista (volume de negócios). É possível demonstrar essa adequação, entre os gastos com colaboradores, equipamentos, instalações e o volume de negócios? Se os promotores trabalham ativamente no desenvolvimento da empresa devem receber um salário

17 Financiamento 16 Qual o valor necessário? Para a empresa não ter dificuldades financeiras e conseguir pagar as suas contas ao longo do tempo. Que fontes de financiamento? Próprias Acionistas (Capital Social, Suprimentos, ) Autofinanciamento Alheias (+ ou estáveis ) Empréstimo bancário de Médio e Longo Prazo Leasing Empréstimo bancário de Curto Prazo

18 Capital Social 17 O capital social é um pedaço de património (normalmente em dinheiro) que os sócios ou acionistas transferem do seu bolso para o bolso da empresa. É uma fonte de financiamento da empresa e portanto serve para a empresa gastar no que for necessário. O que recebem então os acionistas em troca? A propriedade da empresa. Dão no presente à empresa um valor certo e conhecido. Recebem em troca um valor incerto, o valor da empresa no futuro que poderá ser ou 0. Significa aquilo que os sócios arriscaram na empresa.

19 Financiamento 18 Qual a melhor estrutura de financiamento? A teoria financeira não dá uma receita universal e pronta a ser usada. Quais são as necessidades de financiamento mais estruturais, que devem ser supridas por financiamento estável e quais são as temporárias que podem ser cobertas por um empréstimo de curto prazo que pode ser pago ao fim de 1 ou 2 anos? Investimento em ativos fixos, em necessidades em fundo de maneio e os eventuais prejuízos. Qual a % de financiamento próprio versus alheio? Se os sócios não arriscam, porque é que os bancos o farão? Quanto os promotores podem e querem arriscar no seu negócio? Friends, Family and Fools Que financiamento bancário é que acham que poderão conseguir? Com que garantias?

20 Financiamento de médio e longo prazo 19 Estas são as necessidades de financiamento que têm origem no projeto de investimento, mas por vezes é necessário financiar os prejuízos dos primeiros anos O financiamento gerado pela própria empresa no decurso da sua atividade O capital social inicial e os eventuais aumentos O financiamento bancário de médio e longo prazo que necessitamos, ano a ano e as respetivas condições, em termos de taxa de juro e prazo de reembolso, para os empréstimos contraídos em cada ano.

21 Plano Financeiro - Financiamento de curto prazo e o Acerto do modelo 20 Sobram sempre algumas necessidades ou disponibilidades de curto prazo o modelo é acertado gerando os empréstimos ou as aplicações de tesouraria de curto-prazo, de forma a que se pague tudo a quem se deve e que em depósitos à ordem fique apenas e só o montante mínimo desejado, a reserva de segurança de tesouraria (ver separador fundo de maneio).

22 Balanço 21 Balanço: a fotografia do património da empresa. Ativo: os elementos patrimoniais positivos. Passivo: os elementos patrimoniais negativos. Capital Próprio: a estimativa contabilística do valor do património.

23 Principais indicadores 22 Na folha Ponto crítico as vendas, o PCV ou break even point. Na folha Indicadores Rentabilidade líquida sobre o rédito ou Rendibilidade das Vendas. Return on Investment (ROI), ou rendibilidade do Investimento Total. Rendibilidade do Activo. Rotação do Activo. Rendibilidade dos Capitais Próprios (ROE). Autonomia Financeira. Na folha Avaliação Valor Atualizado Líquido. Taxa Interna de Rentabilidade. Pay Back Period ou Prazo de Recuperação do Investimento.

24 Referências 23 Finanças para não financeiros Atrill, P. & McLaney, E. (2006). Accounting and finance for non-specialists. 5th Ed., Prentice Hall. Brealey, R.; Allen, F. & Myers, S. (2008). Princípios de finanças empresariais. 8ª Ed., Mc Graw Hill. Drury, C. (2000). Management and cost accounting. 5th Ed., Thomson Learning. Fernandes, C.; Peguinho, C.; Vieira, E. e Neiva, J. (2014). Análise Financeira Teoria e Prática. 3ª Ed., Sílabo. Fernandes, R. F. (2008). Contabilidade para não contabilistas. 2ª Ed., Almedina. Menezes, H. C. (2001). Princípios de gestão financeira. 13ª Ed., Editorial Presença. Sá, E. e Monteiro, F. (2013). Empreendedorismo e Plano de Negócios. 1ª Ed. Vida Económica.

25 Questões? ESEC, 30 de Abril de 2014

Plano económico-financeiro

Plano económico-financeiro Plano económico-financeiro martinho@isec.pt 29 de Abril de 2015 ESTeSC, Coimbra Health School Plano de negócio 1 Apresentação da ideia/projeto de negócio a diversos stakeholders (e.g., investidores, credores,

Leia mais

Regras de utilização. Principais regras de utilização:

Regras de utilização. Principais regras de utilização: Regras de utilização Para a melhor utilização do presente modelo o empreendedor deverá dominar conceitos básicos de análise económica e financeira ou, não sendo esse o caso, deve explorar as potencialidades

Leia mais

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009 Folha de cálculo para Plano de Negócios 7 de Novembro 2009 9 de Novembro de 2009 Modelo 9 de Novembro de 2009 2 Objectivos ferramenta Disponibilizar uma ferramenta que possibilite a um empreendedor efectuar

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira 18 de Maio de 2011 1 Modelo de análise económico-financeira 2 Modelo de análise económico-financeira

Leia mais

Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation

Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation Masters in Engineering and Management of Technology Masters in engineering Design Introduction to Entrepreneurship and New Venture Creation Rui Baptista Financial Issues and Operations in New Venture Development

Leia mais

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira INTRODUÇÃO 1 Análise Financeira Dar a conhecer a situação económico-financeira e monetária A partir de documentos de informação contabilística Situação financeira Equilíbrio Financeiro, Solvabilidade,

Leia mais

FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS. Docente: António Gaspar e Rui Ferreira

FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS. Docente: António Gaspar e Rui Ferreira FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS Docente: António Gaspar e Rui Ferreira FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA As finanças e a empresa Quais são os objetivos de uma empresa?

Leia mais

Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira

Relatório de Gestão. Exercício de 2014 INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA. Audite Gestão Financeira Relatório de Gestão INSTITUTO CARDIOLOGIA PREVENTIVA DE ALMADA Audite Exercício de 2014 11-03-2015 Linda-a Velha, 11 de Março de 2015 Estimado cliente, O presente relatório pretende dar-lhe um flash da

Leia mais

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas C O M P I L A Ç Ã O D E M A T E R I A I S Conteúdo programático Código das contas Meios Financeiros Líquidos Contas a receber e a pagar

Leia mais

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA 3º Ano 1º Semestre Caderno de exercícios Planeamento Financeiro de ML/ Prazo Ano letivo 2015/2016 1 Planeamento Financeiro de

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO CENTRO DE CARIDADE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2014 Índice Balanço... 3 Demonstração dos Resultados por Naturezas... 4 Demonstração dos Fluxos de Caixa...

Leia mais

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Conheça os significados dos principais termos técnicos utilizados na IGNIOS no âmbito dos: DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Criação de Valor Valor criado pela empresa num período temporal (fonte: Demonstração

Leia mais

GUIÃO PARA AVALIAÇÃO DA EMPRESA/EMPRESÁRIO/PROJECTO PORTOS DE PESCA, LOCAIS DE DESEMBARQUE E DE ABRIGO

GUIÃO PARA AVALIAÇÃO DA EMPRESA/EMPRESÁRIO/PROJECTO PORTOS DE PESCA, LOCAIS DE DESEMBARQUE E DE ABRIGO GUIÃO PARA AVALIAÇÃO DA EMPRESA/EMPRESÁRIO/PROJECTO PORTOS DE PESCA, LOCAIS DE DESEMBARQUE E DE ABRIGO I - CARACTERIZAÇÃO DA ACTIVIDADE DA EMPRESA/EMPRESÁRIO a) 1.1. Breve resumo da actividade da Empresa/Empresário

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

Balanço e demonstração de resultados Plus

Balanço e demonstração de resultados Plus Balanço e demonstração de resultados Plus Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28

Leia mais

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques Seguindo a estrutura proposta em Dornelas (2005), apresentada a seguir, podemos montar um plano de negócios de forma eficaz. É importante frisar

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO V Objectivo Análise do Risco Operacional e Financeiro Grau de Alavanca Operacional Grau de Alavanca Financeiro Grau de Alavanca Combinado O Efeito Alavanca Financeiro RISCO E ANÁLISE

Leia mais

Balanço e análise setorial

Balanço e análise setorial Balanço e análise setorial Data 2-3-215 Utilizador Utilizador exemplo N.º 51871 Referência Relatório de exemplo SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º,

Leia mais

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III

SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III SEM0531 Problemas de Engenharia Mecatrônica III Prof. Marcelo A. Trindade Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia de São Carlos - USP Sala 2º andar Prédio Engenharia Mecatrônica (ramal

Leia mais

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO Título do projecto: Nome do responsável: Contacto telefónico Email: 1.1. Descrição sumária da Ideia de Negócio e suas características inovadoras (Descreva

Leia mais

Finanças Empresariais 1º semestre

Finanças Empresariais 1º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU MESTRADO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS Finanças Empresariais 1º semestre Caderno de exercícios Luís Fernandes Rodrigues Manuel F Almeida 5º 6º edição 1 Caso 1.1

Leia mais

INVESTIMENTOS. Pretende-se: Análise da viabilidade económica do projecto (a preços constantes).

INVESTIMENTOS. Pretende-se: Análise da viabilidade económica do projecto (a preços constantes). Caso 1 A empresa FMS pretende dedicar-se à produção e comercialização de equipamentos para a indústria automóvel. De acordo com o estudo de mercado elaborado para o efeito, estimaram-se as seguintes quantidades

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Demonstração de Fluxos de Caixa Demonstração de Fluxos de Caixa Conceitos gerais Métodos directo e indirecto Análise de uma DFC - Contabilidade Financeira II 2008/

Leia mais

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo

CASA DO POVO DA ALAGOA. Demonstrações Financeiras e Anexo CASA DO POVO DA ALAGOA Demonstrações Financeiras e Anexo em 31 de Dezembro de 2014 BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 RUBRICAS ACTIVO Euros DATAS 31-12-2014 31-12-2013 Activo não corrente Activos fixos

Leia mais

Empresa Demo 1 PT500000001

Empresa Demo 1 PT500000001 Empresa Demo 1 PT500000001 Member of Federation of Business Information Service Índice Índice Introdução...3 Classificação total...4 Classificação por dimensão... 5 Quota de mercado...6 Volume de negócios

Leia mais

ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO

ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO ANHANGUERA EDUCACIONAL 5 Aula Disciplina : GESTÃO FINANCEIRA Prof.: Carlos Nogueira Agenda 19h00-20h15: Matemática Financeira 20h15-20h30: Métodos de Avaliação

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Demonstração de Fluxos de Caixa

GESTÃO FINANCEIRA. Demonstração de Fluxos de Caixa GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO VIII Objectivo Comparação com a Demonstração de Resultados Métodos de Cálculo Rácios baseados nos fluxos de caixa Documento que mostra a variação das disponibilidades entre dois

Leia mais

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande NIPC :501971327 NISS :20007555241 NOTAS PERÍODOS 31-12-2014 31-12- ACTIVO Activo não corrente

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I

A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I! Qual a importância do Plano Financeiro em um Business Plan?! Quais os tipos de Planejamento Financeiro utilizados em um Business Plan?!

Leia mais

Guião para o preenchimento da Matriz Financeira

Guião para o preenchimento da Matriz Financeira Guião para o preenchimento da Matriz Financeira Todas as realizações começam com a ousadia de começar Página: 1 / 25 Guião para o preenchimento da Matriz Financeira Todos os direitos reservados. Nenhuma

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Apresentação e Capítulo I I A ou ou Interna como Instrumento de de Gestão Apresentação Objectivos da disciplina Programa Metodologia / Método de Estudo Avaliação Bibliografia -2-

Leia mais

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo João Carvalho das Neves Professor catedrático, Finanças e Controlo, ISEG Professor convidado, Accounting & Control, HEC Paris Email: Página Web:

Leia mais

Estudos Económico-Financeiros. Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais Fernanda Pereira 08.04.2011

Estudos Económico-Financeiros. Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais Fernanda Pereira 08.04.2011 Estudos Económico-Financeiros Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais 08.04.2011 Etapas de um estudo de avaliação económica Elaboração do Projecto Análise do Projecto Conclusão Estudos

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/09

Contabilidade Financeira II 2008/09 Contabilidade Financeira II 2008/09 Impostos Estado e Outros Entes Públicos Impostos: IRC - Imposto sobre o rendimento IRS - Retenção de impostos sobre rendimentos (já vimos) IVA - Imposto sobre o valor

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2008/09 Data: 19 de Junho de 2009 Início: 12h30m Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de resolução:

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Empresa: COFINA, SGPS, S.A. Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 Período de referência: Valores em Euros 1º Trimestre 3º Trimestre

Leia mais

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA NUNO CASEIRO IPCB/ESA 1 Uma ideia não é um negócio!? Tempo Que restaurante? Onde? Para quem? Horário? Tenho uma ideia Um restaurante Como divulgar? O que preciso? Licenciamentos? Que tipo de comida? Horário?

Leia mais

Considere as seguintes informações acerca da actividade da empresa agrícola Monte da Ribeira.

Considere as seguintes informações acerca da actividade da empresa agrícola Monte da Ribeira. BLOCO 7 ASSUNTOS: Orçamentos globais Orçamento financeiro PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Considere as seguintes informações acerca da actividade da empresa agrícola Monte da Ribeira. Recebimentos das vendas da

Leia mais

Balanço e Demonstração de Resultados. Conheça em detalhe a Avaliação de Risco. Risco Elevado SOCIEDADE EXEMPLO, LDA AVALIAÇÃO DO RISCO COMERCIAL

Balanço e Demonstração de Resultados. Conheça em detalhe a Avaliação de Risco. Risco Elevado SOCIEDADE EXEMPLO, LDA AVALIAÇÃO DO RISCO COMERCIAL Balanço e Demonstração de Resultados Data 26-6-215 SOCIEDADE EXEMPLO, LDA NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º, 125-44 LISBOA TEL.: 213 5 3 FAX: 214 276 41 ana.figueiredo@ama.pt

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIO. Roteiro Financeiro. Prof. Fábio Fusco

PLANO DE NEGÓCIO. Roteiro Financeiro. Prof. Fábio Fusco PLANO DE NEGÓCIO Roteiro Financeiro Prof. Fábio Fusco ANÁLISE FINANCEIRA INVESTIMENTO INICIAL O investimento inicial expressa o montante de capital necessário para que a empresa possa ser criada e comece

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO IV Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro O Fundo de Maneio Funcional e as NFM A Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco ISEG/UTL Teoria Tradicional

Leia mais

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI)

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI) SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PERSPECTIVA DOS UTILIZADORES (DGCI) ÍNDICE 1.A RELAÇÃO ENTRE A CONTABILIDADE E A FISCALIDADE 2. IMPLICAÇÕES FISCAIS DO SNC 2.1 - Determinação do lucro tributável

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Ferramentas de análise financeira & Estrutura de um Plano de Negócios

Ferramentas de análise financeira & Estrutura de um Plano de Negócios Curso Intensivo em Empreendedorismo e Inovação Empresarial Ferramentas de análise financeira & Estrutura de um Plano de Negócios António Gaspar e Luís Matos Martins Iniciativa: Formação: Questões Chave

Leia mais

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC

CÓDIGO DE CONTAS DO SNC CÓDIGO DE CONTAS DO SNC 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

Caraterização do setor dos serviços em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa

Caraterização do setor dos serviços em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa Caraterização do setor dos serviços em Portugal Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa 1. Estrutura e dinâmica do setor: o que mudou em 10 anos? 2. Análise económica

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS

TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS Ao olharmos só para uma árvore podemos ignorar a floresta OBJECTIVOS Distinguir e caracterizar cada um dos diferentes tipos de avaliação de projectos Enquadrar cada tipo

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA DISTRIBUIÇÃO DA APRESENTAÇÃO - Aspectos Conceituais - Definições Teóricas e Acadêmicas

Leia mais

João Carvalho das Neves

João Carvalho das Neves ANÁLISE FINANCEIRA João Carvalho das Neves Professor Associado e Director do MBA - ISEG Sócio ROC Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha, SROC 1 Análise dos fluxos de caixa 52 1 Análise dos fluxos de caixa

Leia mais

GESTÃO. 6. A Informação Financeira. 6. A Informação financeira 1

GESTÃO. 6. A Informação Financeira. 6. A Informação financeira 1 GESTÃO 6. A Informação Financeira 6. A Informação financeira 1 Conteúdo Temático 1. A organização da informação financeira: o papel da Contabilidade; Introdução aos principais mapas e conceitos 2. O Balanço

Leia mais

da Matriz Financeira

da Matriz Financeira Ficha técnica Propriedade: Centro de Empresas e Inovação da Madeira Conteúdos elaborados por: GesEntrepreneur Distribuição: Exclusiva aos alunos e professores que integram o rs4e - ano letivo 2015/2016

Leia mais

Lançamento nº 2 - Eliminação de operações internas (VNDs e CMPs) entre A e B

Lançamento nº 2 - Eliminação de operações internas (VNDs e CMPs) entre A e B LEC11 CONTABILIDADE II CAPÍTULO IV CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS COMENTÁRIOS À RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 Lançamento nº 1 - Eliminação de saldos entre empresas do grupo As empresas do Grupo efectuaram operações

Leia mais

Linhas de Crédito PME INVESTE IV

Linhas de Crédito PME INVESTE IV Linhas de Crédito PME INVESTE IV SECTORES EXPORTADORES MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Linhas de Crédito Bonificado com Garantia Mútua UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Gestão Marketing

Leia mais

Noções de Contabilidade

Noções de Contabilidade Noções de Contabilidade 1 1. Noção de Contabilidade A contabilidade é uma técnica utilizada para: registar toda a actividade de uma empresa (anotação sistemática e ordenada da qualidade e quantidade de

Leia mais

Fundação Casa Museu Mario Botas

Fundação Casa Museu Mario Botas DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Apresentação de Resultados 1T15

Apresentação de Resultados 1T15 Apresentação de Resultados 1T15 1 Destaques do Período Início da operação comercial de quatro parques do LEN A-3 2011 Início da operação comercial: 04 de março de 2015 Os outros 5 parques serão conectados

Leia mais

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP)

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) INTRODUÇÃO O DINAMISMO DO FUNDO DE MANEIO NECESSÁRIO DE EXPLORAÇÃO O ORÇAMENTO ANUAL DE TESOURARIA O BALANÇO PREVISIONAL AS POLÍTICAS FINANCEIRAS DE CP O CONTROLO

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo ISEG/UTL ANÁLISE FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro Fundo de Maneio Funcional e as NFM Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco EQUILÍBRIO

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da

Leia mais

1º Semestre Relatório e Contas 2010

1º Semestre Relatório e Contas 2010 1º Semestre Relatório e Contas 2010 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 11 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

6 RELATÓRIO E CONTAS 2012 7 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Nº Mulheres 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 N = 53 Masculino Feminino 29 A SITUAÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA ANOS PROCURA INTERNA 1 EXPORTAÇÕES (FOB)

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

Simples Acessível À medida. é ainda muito mais MANUAL DE PROCEDIMENTOS

Simples Acessível À medida. é ainda muito mais MANUAL DE PROCEDIMENTOS Simples Acessível À medida O segredo de CFOlytics está na simplicidade: Com a importação do documento mais comum duma contabilidade - o balancete analítico - obtém, em poucos segundos, toda a informação

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais 1

INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais 1 INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais. Importância do planeamento financeiro O planeamento financeiro é uma

Leia mais

Financiamento. Financiamento

Financiamento. Financiamento É preciso ter em conta o valor de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Juros durante a fase de investimento Capital circulante permanente 1 O capital circulante tem que financiar o ciclo

Leia mais

31-Dez-2013 31-Dez-2012

31-Dez-2013 31-Dez-2012 FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2013 E DE 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE

Leia mais

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

ANEXO RELATIVO AO ANO DE 2014

ANEXO RELATIVO AO ANO DE 2014 NOTA 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1. Designação da entidade INSTITUTO PROFISSIONAL DO TERÇO 1.2. Sede PRAÇA MARQUÊS DO POMBAL, 103 4000 391 PORTO 1.3. NIPC 500836256 1.4. - Natureza da actividade CAE

Leia mais

1 - Identificação da entidade

1 - Identificação da entidade ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2014 ATAS Apartamentos Turísticos Amorim Santos, Lda 1 - Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade: Apartamentos Turísticos Amorim

Leia mais

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÃO POPULAR DE PAÇO DE ARCOS Rua Carlos Bonvalot, Nº 4 Paço de Arcos Contribuinte nº 501 238 840 NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE:

Leia mais

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014

Exame de 2.ª Chamada de Contabilidade Financeira Ano letivo 2013-2014 PARTE A (13,50v) Realize as partes A e B em folhas de teste separadas devidamente identificadas I A empresa A2, SA dedica-se à compra e venda de mobiliário, adotando o sistema de inventário periódico.

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas O Valor Patrimonial das Empresas Em situações específicas: Utilização Determinar o valor de liquidação de uma empresa em condição de concordata ou falência; Avaliação de ativos não

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais