Taxa de juros. Taxa de câmbio. Bolsa de Valores. 05-jan a curva de juros se manteve relativamente estável, com leve subida;

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1 05-jan-2015 Taxa de juros a curva de juros se manteve relativamente estável, com leve subida; Taxa de câmbio o dólar valorizou-se 0,45% frente ao real; Bolsa de Valores o Ibovespa fechou a semana em queda de -3,26%. Na semana passada todos os vencimentos da curva de juros apresentaram uma leve abertura. Os contratos DI Janeiro 15, 16, 17 e 21 ficaram estáveis ou elevaram-se levemente: 0 (estável), + 0,04 ponto percentual, + 0,06 ponto percentual e + 0,09 ponto percentual, respectivamente. As taxas alcançaram, em ordem crescente de vencimento: 11,59%, 12,99%, 12,99% e 12,35%. O mercado já precificou a alta da taxa básica de juros (SELIC) no ano que vem e as pequenas oscilações observadas refletem pequenas volatilidades decorrentes de operações corriqueiras de mercado. O dólar fechou a semana valendo R$ 2,692, apresentando valorização de 0,45%. A oscilação no dólar na semana deveu-se, principalmente, ao movimento global de valorização da moeda norteamericana. Além disso, houve o anúncio do Banco Central do Brasil (BCB) do programa de leilões de swap cambial até 31/03/2015. A autoridade monetária diminuirá as compras diárias de R$ 200 milhões para R$ 100 milhões. Há 12 meses o dólar valia R$ 2,386, o que representa uma variação positiva de 12,83%. O Ibovespa alcançou , apresentando uma queda de 3,26% na semana. A variação mostra que a bolsa brasileira segue pouco interessante. Há 12 meses o Ibovespa estava cotado a pontos, o que representa uma variação de -3,63%.

2 Indicadores de Mercado Nome Unidade Nível % dia % semana % mês % ano % 12m % 24m Fonte Renda Fixa (d-1 para índices da ANBIMA) CDI % ao ano 11,57% 0,04% 0,04% 0,04% 10,81% 19,78% CETIP IRFM Índice ,06% 11,40% 10,53% 18,81% ANBIMA IMA Ex-C Índice ,50% 12,37% 12,46% 11,29% ANBIMA IMA B5 Índice - - 0,04% 11,64% 11,74% 14,74% ANBIMA IMA B5+ Índice ,96% 16,60% 17,01% -3,30% ANBIMA Inflação IPCA % - - 0,51% 5,58% 6,56% 11,82% IBGE IGP-M % - - 0,62% 3,69% 3,69% 9,40% FGV Commodities CRB Índice 228,45-0,66% -2,64% -0,66% -0,66% -17,65% -22,56% BBG Moedas Dólar R$ 2,692 1,39% 0,45% 1,39% 1,39% 12,83% 31,32% BCB Euro USD 1,201-0,81% -1,59% -0,76% -0,76% -12,19% -9,07% BBG Euro R$ R$ 3,235 0,57% -0,69% 0,57% 0,57% -0,79% 19,47% BBB Ações - Brasil (em Reais) Ibovespa Índice 48512,22-2,99% -3,26% -2,99% -2,99% -3,63% -20,41% BM&FBOVESPA Ibovespa USD USD 18006,17-4,31% -4,15% -4,31% -4,31% -14,59% -39,39% BM&FBOVESPA IBX Índice 20117,09-2,83% -3,01% -2,83% -2,83% -4,23% -8,49% BM&FBOVESPA IDIV Índice 2697,92-3,37% -4,03% -3,37% -3,37% -19,37% -24,13% BM&FBOVESPA SMLL Índice 1062,10-2,32% -1,22% -2,32% -2,32% -17,13% -31,22% BM&FBOVESPA ISE Índice 2376,24-2,28% -1,82% -2,28% -2,28% -2,75% -2,31% BM&FBOVESPA Ações - Mundo (Índice - em moeda local) S&P500 EUA 2055,06-0,19% -1,61% -0,19% -0,19% 12,18% 44,09% BBG FTSE Inglaterra 6547,80-0,28% -1,06% -0,28% -0,28% -2,53% 11,02% BBG DAX Alemanha 9764,73-0,42% -0,76% -0,42% -0,42% 3,88% 28,27% BBG Nikkei Japão 17450,77-1,57% -1,57% 0,00% 0,00% 7,12% 67,87% BBG Fonte: Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management

3 jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 jul-13 ago-13 set-13 out-13 nov-13 dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 jul-13 ago-13 set-13 out-13 nov-13 dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 jan/15 Informativo Taxas de juros nominais - Mercado futuro (%) 14,0 13,0 12,0 11,0 10,0 9,0 8,0 7,0 Jan 15 Jan 17 Jan 21 Cotação do Dólar (em reais) 2,8 2,7 2,6 2,5 2,4 2,3 2,2 2,1 2,0 1,9 Ibovespa vs S&P Ibovespa S&P 500 Fonte: Banco Central do Brasil (BCB), BM&F Bovespa e Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management

4 Por dentro do Cenário A última semana de 2014, encurtada pelo feriado de fim de ano, apresentou poucos indicadores. Em contrapartida, algumas notícias relativas à dinâmica da inflação em 2015 valem ser mencionadas. A confiança do empresário no setor industrial em dezembro (FGV) recuou 1,5% com relação a novembro, após ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de duas altas. O resultado veio mais fraco que o indicado pela prévia na semana anterior (-0,8%) e foi determinado por uma queda no índice da situação atual (-2,2%) e nas expectativas (-0,9%). O nível de utilização da capacidade instalada (NUCI) na indústria, por sua vez, recuou de 82,7%, em novembro, para 81,3% em dezembro, após ajuste sazonal. O NUCI atingiu o menor patamar desde agosto de 2009, sendo a queda no mês a maior desde janeiro de A confiança do empresário no setor de serviços em dezembro (FGV), apesar de ter registrado um aumento de 1,3% ante novembro após ajuste sazonal, segue ruim. O resultado foi determinado por uma alta de 2,5% no índice de situação atual enquanto as expectativas tiveram aumento de 0,6%. Há esperar o mês seguinte para uma análise mais elaborada e avaliar se há reversão. Nos últimos meses a confiança tem apresentado algum sinal de estabilização na margem, porém, em um baixo patamar, próximo ao mínimo histórico (série iniciada em 2008). Por fim, o índice agregado de confiança (construído a partir dos índices de confiança da indústria, construção, serviços e comércio ponderados pelo peso de cada setor no PIB) atingiu 98,4 pontos em dezembro, valor 14,6% abaixo do mesmo mês do ano passado e o resultado mais fraco da série histórica (iniciada em 2010) nesse tipo de comparação. O índice agregado não é ajustado sazonalmente, pois a série histórica não é longa o suficiente para realizar este ajuste. Com relação às contas públicas, o governo central produziu déficit de R$ 6,7 bilhões em novembro. Foi o sexto mês do ano com déficit. A piora em relação a outubro foi devida ao aumento dos gastos com as despesas de pessoal e encargos (as despesas com precatórios (R$ 6 bilhões), que haviam sido postergadas em abril e apareceram nesse mês) e com benefícios previdenciários. Pelo lado das receitas, a arrecadação do Programa de Recuperação Fiscal Refis (R$ 8,1 bilhões no mês) evitou um resultado ainda mais negativo. A comparação com novembro de 2013 tem pouca validade, uma vez que naquele mês a reabertura do Refis levantou mais de R$ 20 bilhões, resultado expressivo em um superávit de quase R$ 29 bilhões. O resultado acumulado no ano é deficitário em R$ 17,8 bilhões, o pior resultado desde 1997, quando teve início a série histórica. Referente a todo o setor público brasileiro, este produziu, em novembro, déficit primário de R$ 8,1 bilhões. Este resultado foi composto por um déficit de R$ 6,7 bilhões do governo central, déficit de R$ 1,8 bilhão dos governos regionais e superávit de R$ 368 milhões das empresas estatais. Com isso, o resultado primário acumulado em doze meses foi de um déficit de R$ 9,2 bilhões em novembro ou de 0,18% do PIB (passando de um superávit de R$ 28,6 bilhões em outubro ou de +0,56% do PIB). Se não fosse pelo excepcional superávit que o governo central produzirá em dezembro, seria certo o primeiro déficit primário desde 1997 do setor público. Transportes e energia devem ser principais fontes de pressão sobre inflação Vale comentar dois pontos referentes à inflação de 2015, que deverá alcançar 6,9% no final deste ano (estimativa da Itaú Asset Management). A justificativa para este nível acima da meta deve-se à elevação da projeção dos preços administrados para o novo ano, que toca em dois itens da cesta. O primeiro concerne ao setor de transportes. O valor das passagens de metrô e trem na cidade de São Paulo provavelmente ficará em R$ 3,50, o que equivale a um aumento de 16,67%. Os pesos das passagens de trem e metrô no IPCA são 0,05% e 0,06%, respectivamente. Além disso, deverá ocorrer um reajuste de 10% para as tarifas de ônibus. O segundo item refere-se à energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, as bandeiras tarifárias para janeiro serão vermelhas em todas as regiões do País. O baixo nível dos reservatórios e a utilização das

5 termoelétricas aumentaram o custo da energia, que será repassado para o consumidor. A expectativa é que as empresas arrecadem até R$ 800 milhões a mais já em janeiro. As contas de luz terão um adicional de R$ 3 por cada 100 quilowatts-hora consumidos. Estimamos uma alta em torno de 9% para as contas de luz das regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em janeiro. O peso das tarifas de energia no IPCA é de 2,92%.

6 China e Japão Zona do Euro EUA Brasil Informativo Agenda segunda terça quarta quinta sexta domingo 05 janeiro 06 janeiro 07 janeiro 08 janeiro 09 janeiro 11 janeiro s def 08:00 - FGV IPC-S 10:00 - HSBC PMI Services 12:30 - Weekly Exchange Flow 08:00 - FGV IGP-DI 09:00 - IBGE IPCA 08:30 - Boletim Focus 15:00 - MDIC Monthly Trade Balance 12:30 - BCB IC-Br 08:00 - FGV IPC-S (Jan) 09:00 - IBGE PIM: Industrial Production 11:00 - Fed's Williams on Housing Panel at AEA 12:45 - Markit Composite PMI (Dez f) 11:15 - ADP Employment Change 11:30 - Continuing Claims (27/Dez) 11:30 - Chg in Payrolls 12:45 - Markit Services PMI (Dez f) 11:30 - Trade Balance (Nov) 11:30 - Initial Jobless Claims (03/Jan) 11:30 - Unemployment Rate 17:00 - Fed Releases 23:00 - Fed's Minutes from Dec. 16- Kocherlakota on Mon. Pol. 17 FOMC Meeting in Minneapolis 13:00 - Wholesale Inventories (Nov) 21:30 - Fed's Evans Speaks on Mon. Pol. in Chicago 16:20 - Fed's Lacker on 2015 Economic Outlook 07:30 - Euro-Zone: Sentix Investor Confidence (Jan) 06:15 - SP: Markit Services PMI 06:55 - GER: Unemployment Rate 08:00 - Euro-Zone: Consumer Confid. (Dez f) 05:00 - GER: Ind. Prod. (Nov) 11:00 - GER: CPI (Dez p) 06:45 - IT: Markit/ADACI Services PMI 08:00 - Euro-Zone: CPI (Dez a) 08:00 - Euro-Zone: Econ. Conf. 05:45 - FR: Ind. Prod. (Nov) 06:50 - FR: Markit Services PMI (Dez f) 08:00 - Euro-Zone: PPI (Nov) 05:45 - FR: Trade Balance (Nov) 06:55 - GER: Markit Services PMI (Dez f) 07:00 - Euro-Zone: Markit Services PMI (Dez f) 08:00 - Euro-Zone: Retail Sales (Nov) 06:00 - SP: Ind. Output (Nov) 23:45 - CH: HSBC Services PMI 21:50 - JN: Wkly Flow of Intl Trans. In Sec. (30/Dez) 21:50 - JN: Official Reserve Assets 03:00 - JN: Leading Index CI (Nov p) 08-13/0 ( 23:45 - CH: HSBC Composite PMI 23:35 - JN: Markit Services PMI 08-13/ Aggrega RM Fonte: Bloomberg Elaboração: Itaú Asset Management

7 Glossário Renda Fixa IRFM 1; IRFM 1+; IMA B5; IMA B5+; e IMA Ex-C são componentes do IMA. O IMA Índice de Mercado ANBIMA é uma família de índices que representa a evolução, a preços de mercado, da carteira de títulos públicos e serve como benchmark para o segmento. Com o objetivo de atender às necessidades dos diversos tipos de investidores e das suas respectivas carteiras, o IMA é atualmente subdividido em quatro subíndices, de acordo com os indexadores dos títulos prefixados (IRFM), indexados ao IPCA (IMA B), indexados ao IGP-M (IMA C) e pós-fixados (IMA S). Com exceção da carteiras teóricas de títulos indexados ao IGP-M e pós-fixados (IMA-S), para as demais carteiras, são calculados subíndices com base nos prazos dos seus componentes. Adicionalmente, em virtude da intenção explícita da STN de não mais emitir títulos indexados ao IGP-M (NTN-C) e, ainda, devido à baixa liquidez observada neste segmento, foi determinada a construção de um índice agregado aos mesmos moldes do IMA-Geral, mas sem a participação do IMA-C, denominado IMA-Geral Ex-C. IRFM 1 IRFM 1+ IMA B5 IMA B5+ LTN e NTN-F com prazo < 1 ano LTN e NTN-F com prazo >/= 1 ano NTN-B com prazo < 5 anos NTN-B com prazo >/= 5 anos Fonte: ANBIMA / Adaptação: Itaú Asset Management Commodities Índice de uma cesta de commodities em dólares. Ações - Brasil IDIV Índice Dividendos SMLL Índice Small Cap ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial Fonte: BM&FBOVESPA / Elaboração: Itaú Asset Management Disclaimer A Conjuntura Semanal é uma publicação da Itaú Asset Management. A Itaú Asset Management é o segmento do Itaú Unibanco especializado em gestão de recursos de clientes. As informações contidas no informativo foram produzidas dentro das condições atuais de mercado e conjuntura. Todas as recomendações e estimativas aqui apresentadas derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. O Itaú Unibanco não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base nos dados aqui divulgados. Cotações às 18h00min da 6ª feira.

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