Como, porém, transformar a escola em um espaço que ao mesmo tempo articule conhecimentos e produza novos conhecimentos de modo compartilhado?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como, porém, transformar a escola em um espaço que ao mesmo tempo articule conhecimentos e produza novos conhecimentos de modo compartilhado?"

Transcrição

1 O papel do gestor escolar na incorporação das TIC na escola: experiências em construção e redes colaborativas de aprendizagem Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida Lígia Cristina Bada Rubim A incorporação das tecnologias de informação e comunicação TIC - na escola contribui para expandir o acesso à informação atualizada e, principalmente, para promover a criação de comunidades colaborativas de aprendizagem que privilegiam a construção do conhecimento, a comunicação, a formação continuada e a gestão articulada entre as áreas administrativa, pedagógica e informacional da escola. Ao explorar as potencialidades das TIC no seu cotidiano, principalmente com o acesso à Internet, a escola abre-se para novas relações com o saber, vivenciando a comunicação compartilhada e a troca de informações com outros espaços do conhecimento que possuem os mesmos interesses. Essa abertura à articulação com diferentes espaços potencializa a gestão escolar e provoca mudanças substanciais no interior da instituição, no qual o ensino, a aprendizagem e a gestão participativa podem se desenvolver em um processo colaborativo com os setores internos e externos da comunidade escolar. Como, porém, transformar a escola em um espaço que ao mesmo tempo articule conhecimentos e produza novos conhecimentos de modo compartilhado? A transformação da escola está acontecendo com maior freqüência em situações nas quais diretores e comunidade escolar (funcionários, professores, alunos, pais e comunidade) se envolvem diretamente no trabalho realizado em seu interior. Além do envolvimento, destacam-se escolas que dispõem de todos os recursos, 1

2 inclusive as TIC, oferecendo a abertura para espaços articuladores e participativos nas redes colaborativas de aprendizagem. Nesse caso, as TIC podem ser usadas para oferecer suporte em diferentes ações coordenadas pelo gestor escolar, tais como: - possibilitar a comunicação entre os educadores da escola, pais, especialistas, membros da comunidade e de outras organizações; - dar subsídios para a tomada de decisões, a partir da criação de um fluxo de informações e troca de experiências; produzir atividades colaborativas que permitam o enfrentamento de problemas da realidade escolar; - desenvolver projetos relacionados com a gestão administrativa e pedagógica; criar situações que favoreçam a representação do conhecimento pelos alunos e de sua respectiva aprendizagem. Porém, isoladamente, as tecnologias não podem gerar mudanças. Sua inserção no cotidiano da escola exige a formação contextualizada de todos os profissionais envolvidos, de forma que sejam capazes de identificar os problemas e as necessidades institucionais, relacionadas ao uso de tecnologias. Realizada a identificação, segue-se a busca de alternativas que lhes permitam a transformação do fazer profissional, com base em metodologias pautadas em novos paradigmas. Essa formação fortalece o papel da direção na gestão das TIC e na busca de condições que ajudem a articular o uso administrativo e pedagógico das tecnologias na escola. O envolvimento dos gestores escolares na articulação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, na liderança do processo de inserção das TIC na escola em seus âmbitos administrativo e pedagógico e, ainda, na criação de condições para a formação continuada e em serviço dos seus profissionais, pode contribuir 2

3 significativamente para os processos de transformação da escola em um espaço articulador e produtor de conhecimentos compartilhados. A seguir, são apresentadas algumas experiências, nas quais o envolvimento dos gestores escolares tem contribuído para práticas que demonstram os primeiros passos rumo às mudanças no espaço escolar, embora a incorporação das TIC continue em andamento e em contínua transformação. Por outro lado, tendo em vista possíveis espaços para a ampliação do ambiente escolar, são apresentadas algumas opções de redes colaborativas de aprendizagem, disponíveis na Internet, que dispõem de informações e recursos que possibilitam a realização de atividades colaborativas e criação de comunidades virtuais de aprendizagem, potencializando a aglutinação de recursos tecnológicos e de pessoas, em direção a caminhos que busquem a transformação da escola num espaço aberto e dinâmico. 1. Experiências em construção nas escolas A escola apresenta-se como um espaço em contínua construção. Ela é uma instituição humana e pressupõe a perspectiva de quem nela atua. Neste sentido, pode-se procurar preservá-la como algo estático ou engajá-la em movimentos de mudanças que busquem sua atualização, de forma a torná-la condizente com o seu tempo. Se ela é preservada de maneira estática, aparentemente encontra-se um caminho tranqüilizador de rotinas a serem cumpridas. Porém, a escola que anda nesse sentido não acompanha as mudanças que acontecem à sua volta, e fica presa em si mesma. Por outro lado, a mudança não acontece à revelia das experiências passadas. Esse processo se dá na tensão entre a preservação e a estabilidade do 3

4 sistema educacional com as transformações da sociedade e dos indivíduos, estes fortalecidos pelo diálogo, pela colaboração e busca de novos fazeres. O mesmo acontece com a inserção das tecnologias na escola, que pode gerar conflitos criadores de resistências e rejeições ou ajudar a provocar mudanças no sentido de torná-la atuante e inserida em seu espaço e tempo. Na análise das experiências dos processos de incorporação das TIC, nas escolas apresentadas a seguir, é importante: - observar a maneira como as práticas vão se desenvolvendo ao longo do tempo, com suas dificuldades e seus avanços; - verificar caminhos percorridos e a percorrer na criação de comunidades de aprendizagem; - identificar a relevância do papel do diretor na liderança do processo e na articulação dos diversos participantes do ambiente escolar; - perceber como acontece o emprego das TIC para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem, bem como na gestão da informação interna e oriunda de outros espaços, etc. Duas questões ajudam a orientar esta análise: a) Que mudanças podem ser observadas em escolas envolvidas com a incorporação das TIC em seus espaços? b) Como o diretor e os demais segmentos da comunidade escolar vêm participando desse processo? 4

5 1.1 Centro de Ensino Médio Ary Ribeiro Valadão Filho, Gurupi, Tocantins Em Gurupi/TO, o Centro de Ensino Médio Ary Ribeiro Valadão Filho, mais conhecido como Arizinho, encontrou formas inovadoras de integrar diferentes tecnologias para potencializar a realização de projetos colaborativos e a aprendizagem dos alunos. Em janeiro de 2000, com a chegada dos computadores incentivou os professores a participarem de um curso de capacitação de 80h. Com interesse em desenvolver a cultura tecnológica no espaço escolar, a direção incentivou as lideranças da escola a assumirem as transformações necessárias à criação dessa cultura, ao mesmo tempo em que agilizou as providências para concretizar ações de uso das tecnologias, que contou com a participação de professores, alunos e comunidade. Mesmo com a mudança da gestão no ano de 2001, se manteve a continuidade ao processo de informatização a partir dos incentivos a professores e alunos para se engajarem em projetos envolvendo diferentes disciplinas e recursos tecnológicos. Houve também a extensão da informática para a secretaria da escola, com recursos de gestão compartilhada, a informatização da biblioteca, com a disponibilização dos títulos de seu acervo na Internet e ainda, a promoção de cursos básicos de informática para a comunidade. 1.2 Escola Estadual Antônio Canela, Montes Claros, MG Na Escola Estadual Antônio Canela, diretora, supervisores, funcionários, professores, alunos e comunidade compartilham a busca de alternativas para enfrentar os problemas e tornar viável a integração das TIC aos espaços da escola. As professoras multiplicadoras do Núcleo de Tecnologia Educacional de Montes Claros - MG também são parceiras e incentivadoras dessa integração. 5

6 Para o uso das TIC pelos alunos, a escola conta com um grupo de alunosmonitores que apóia as atividades realizadas no laboratório. Os alunos também são parceiros dos professores, auxiliando-os na criação de suas homepages. Em 2001, com o projeto Inclusão Digital, a escola abriu o laboratório de informática para os pais, por meio de atividades focadas na reflexão de problemáticas do seu cotidiano. Essa iniciativa incentivou os pais a terem uma participação mais efetiva na escola. 1.3 Escola Municipal Hilda Rabello Matt, Belo Horizonte, MG A Escola Municipal Hilda Rabello Matt, de ensino médio, entrou na rede antes de conseguir o acesso à Internet, em virtude do empenho da diretora, dos professores, alunos e da comunidade no desenvolvimento de projetos pedagógicos com o uso das TIC. A coordenadora do laboratório de informática conseguiu inserir sua escola em uma atividade de intercâmbio cultural com Rhode Island, Estados Unidos, realizada através de correio tradicional ou troca de s pela Internet. O entusiasmo da professora coordenadora de informática contagiou a direção, que viabilizou a conexão da escola à Internet. A partir daí, a escola participou da concepção e do desenvolvimento do projeto piloto Web Based Chat, da LTNet. Surgiram projetos temáticos que permitiram estreitar os laços da rede colaborativa e que abriram espaço para a participação da escola em outros projetos de intercâmbio interinstitucional e internacional, incluindo o Projeto RiverWalk junto com a Universidade de Michigan, Proinfo e LTNet. Paralelamente à estruturação do ambiente virtual, a parceria com os professores da escola enriqueceu a experiência. 6

7 1.4 Escola Estadual Campos Teixeira, Maceió, AL, Projeto Portas Abertas para a Comunidade A Escola Estadual Campos Teixeira, do município de Maceió, aceitou o desafio de abrir as portas de seu laboratório para pais e pessoas residentes próximas da escola, procurando integrá-las à vida escolar por meio da participação em uma experiência de formação profissionalizante, oferecendo gratuitamente, em finais de semana, com aulas teóricas e práticas, cursos básicos de informática para pais, funcionários da escola e comunidade,. Segundo a professora multiplicadora do NTE de Maceió, coordenadora do projeto vários fatores concorreram para garantir a continuidade do projeto, tais como: a atitude de parceria do funcionário da secretaria, o apoio técnico do NTE, o envolvimento da direção da escola, que liberou o laboratório e os funcionários para participarem do projeto e o apoio do comércio local, que cedeu espaço para divulgar as atividades na comunidade. 1.5 Escola Municipal Professor Máximo de Moura Santos, São Paulo, SP Uma iniciativa surgida no laboratório de informática colocou a Escola Municipal Prof. Máximo de Moura Santos na rede. Em 1998, um grupo de alunos, apoiado pela Professora Orientadora de Informática Educacional, participou do Projeto HTML e criou o site da escola. Desde sua criação, o site é constantemente atualizado pelos alunos, que usam esse espaço para divulgar suas principais atividades e eventos. Apesar de não ter caráter oficial, é notável que o uso desse espaço virtual constitui-se um local de integração dos alunos com as atividades escolares. Os depoimentos encontrados revelam como o uso das TIC pode potencializar a participação dos alunos na escola. Além do banco de projetos desenvolvidos com o uso de tecnologias, o site também abre espaço para a participação de ex-alunos, aproximando-os do espaço escolar. 7

8 2. Redes colaborativas de aprendizagem Entre os recursos disponíveis na Web existe uma diversidade de espaços que propiciam a interação por meio da troca de informações e experiências, de discussões sobre temas de interesse comum, do desenvolvimento de atividades colaborativas envolvendo educadores, pesquisadores, especialistas, alunos e instituições, que se dedicam à produção de novos conhecimentos. Portanto, são as pessoas que utilizam os espaços disponíveis na Web que concretizam a interação potencializada pela tecnologia, tecem redes de significados e rompem com as paredes da sala de aula, integrando o ambiente escolar à comunidade que o cerca, à sociedade da informação e a outros espaços produtores de conhecimento. A apresentação, feita a seguir, é de alguns exemplos de uso de ambientes virtuais ou de redes colaborativas de aprendizagem. Ela tem por objetivo evidenciar as potencialidades desses espaços para a troca de informações e experiências, para o estímulo à discussão de problemas comuns a grupos de pessoas unidas por interesses comuns e para o incentivo ao desenvolvimento de atividades colaborativas, de forma que os participantes compartilhem seus problemas, os compreendam e encontrem alternativas conjuntas para resolvê-los. Duas questões podem pautar a análise do uso de comunidades colaborativas de aprendizagem na escola: a) De que forma a participação em comunidades colaborativas na Web pode contribuir para o aprimoramento do trabalho de gestão? b) Quais articulações são necessárias para mobilizar a escola rumo à participação em comunidades de aprendizagem? 8

9 2.1 Projeto RiverWalk-Brasil RiverWalk é um projeto interdisciplinar colaborativo em que alunos e educadores de seis países (Japão, Formosa, Estados Unidos, Canadá, Israel e Brasil) realizam investigações, compartilham informações e experiências sobre os rios em seus contextos. Financiado pelo Ministério de Terras, Transporte e Infra-estrutura do Japão, com apoio da Faculdade de Pedagogia e Centro de Estudos Japoneses da Universidade de Michigan e da Fundação Spencer, o RiverWalk propõe atividades baseadas em projetos e resolução de problemas. Até 2002 havia o registro de 11 escolas públicas brasileiras participando do projeto RiverWalk. Entre elas, a Escola Municipal Oito de Dezembro, em Campo Grande, MS, que embora possuísse computadores, não tinha acesso à Internet. Entretanto, isso não a impediu de participar no projeto. Aos finais de semana a professora de informática da escola levava os disquetes, com os arquivos produzidos pelos alunos, para colocá-los disponíveis na comunidade de aprendizagem. Conforme depoimento dos alunos, em artigo de Maria Sakate, coordenadora do CEMTE, encontrado no site da Prefeitura Municipal de Campo Grande, a participação no projeto RiverWalk propiciou-lhes maior conscientização em relação à preservação dos rios, fato este de grande importância na região, por conta dos recursos hídricos existentes. 2.2 Projetos de gestão do CONSED CONSED é o Conselho Nacional de Secretários de Educação, associação que congrega as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal, por meio da participação dos titulares dessas pastas. Seu objetivo é o de promover a troca de experiências e a integração entre essas secretarias. Em parceria com órgãos 9

10 de fomentos e outras organizações, o CONSED é responsável por projetos de gestão, que focalizam a gestão escolar, a saber: a) Renageste - destina-se à criação de uma rede de profissionais envolvidos em gestão da educação em sistemas públicos de ensino, que possibilite a troca de experiências, o incentivo a inovações na gestão com vistas à melhoria da aprendizagem dos alunos, bem como para construir referências teórico-metodológicas sobre gestão educacional; b) Revista Gestão em Rede - visa a apoiar a consecução dos objetivos da Renageste; c) Prêmio Nacional de Referência em Gestão Educacional - desde 1998 o Prêmio se destaca como um dos mais relevantes instrumentos de mobilização e de Auto-avaliação das escolas públicas brasileiras, com o objetivo de melhorar a gestão e a qualidade do ensino. No ano de 2004, o Estado de São Paulo concorre ao prêmio com cinco escolas finalistas. d) Programa de Capacitação à Distância de Gestores Escolares (PROGESTÃO) - Trata-se de um curso a distância de formação continuada e em serviço, para gestores de escolas públicas de todo o País, cuja participação vincula-se à adesão dos estados ao Programa. O PROGESTÃO visa à formação de lideranças comprometidas com a construção de um projeto de gestão democrática, que tenha como foco o sucesso escolar de alunos do ensino fundamental e médio, pertencentes à rede escolar pública brasileira. 10

11 A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo constitui-se como uma das representações estaduais que aderiu ao Programa. A partir do ano de 2004, o PROGESTÃO integrará o Programa de Formação Continuada TEIA DO SABER, cujo objetivo é a formação de gestores que atuam nas escolas (Diretores, Vice- Diretores e Professores Coordenadores) e nas Diretorias de Ensino (Supervisores de Ensino). Até o final de 2006, todas as equipes gestoras da rede estadual de São Paulo terão passado pelo processo de formação do PROGESTÃO. 2.3 Projeto Enlaces-Brasil O Enlaces-Brasil é um programa de desenvolvimento profissional que se destina a professores e alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, concretizado por meio de parcerias com os setores público e privado. Objetiva criar e apoiar comunidades colaborativas que integrem ambientes reais e virtuais de aprendizagem e que propiciem a construção de um conhecimento coletivo de caráter crítico. A participação no programa permite o desenvolvimento de projetos curriculares internacionais, por meio do sentido de colaboração e de trabalho em equipe dos envolvidos e da integração das TIC às práticas pedagógicas, promovendo a inclusão digital e social. O Projeto Enlaces-Brasil atua desde o ano de 2000 no estado de São Paulo. A partir de 2003, as escolas públicas da Bahia e do Ceará começaram a participar também dos projetos colaborativos. 2.4 Educarede O Portal Educarede é uma iniciativa da Fundação Telefônica em parceria com a Terra Lycos, o Cenpec e a Fundação Vanzolini. Nesse portal, os educadores 11

12 encontram espaço para desenvolver situações de aprendizagem dentro das disciplinas, assim como para trocar experiências e discutir assuntos sobre temas pertinentes ao currículo e à prática pedagógica, constituindo-se como um local de formação e ampliação da comunicação entre as escolas. Vários fóruns temáticos estão abertos para discussão e contam com a colaboração de mediadores. Para os estudantes, o portal oferece informações, material de apoio para trabalhos escolares, seções de postagem de opiniões e sugestões, dicas de sites interessantes e ambientes de interação para que debatam temas do seu cotidiano, podendo comunicar-se com pessoas de todo o país. O acesso ao Portal revela como uma comunidade virtual é constituída de maneira colaborativa pela Internet, a partir da interação dos diversos participantes. 2.5 Tô Ligado e Conexão Escola Os portais Tô Ligado e Conexão Escola têm como objetivo criar uma rede colaborativa de aprendizagem com o apoio à capacitação dos professores pertencentes à rede pública estadual de São Paulo. Esses portais nascem da parceria entre a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e a Escola do Futuro da USP. O Portal Tô Ligado tem como público-alvo os alunos, que podem participar de atividades em rede, por meio de fórum, bate-papos e produções enviadas ao site para publicação. Nele também os alunos podem participar de gincanas, concursos e projetos diversos que envolvem questões pertinentes à escola, ao jovem e à comunidade. Por sua vez, o Portal Conexão Escola está voltado para os professores, com propostas que visam ao seu desenvolvimento profissional com a incorporação das TIC na escola. No portal os professores encontram espaços para trocar 12

13 experiências, acessar informações sobre conteúdos e metodologias, funcionando como uma fonte de informações constantemente atualizada. Considerações finais A princípio, as tecnologias foram introduzidas nas atividades administrativas da escola para agilizar o trabalho da secretaria. Posteriormente, adentraram no ensino e na aprendizagem, sem uma real integração às atividades de sala de aula, apenas como uma atividade adicional e, com certa freqüência, como aula de informática. Em uma perspectiva mais inovadora, isso aconteceu na forma de projetos extra classe, desenvolvidos com a orientação de professores de sala de aula e apoiados por professores encarregados de facilitar e coordenar o uso do laboratório de informática. Essa evolução levou à tomada de consciência da importância de incorporar as TIC à prática pedagógica e ao contexto da sala de aula, bem como da necessidade de envolver os gestores nessas atividades, uma vez que, sem a participação deles, as atividades se restringem a esparsas práticas em sala de aula. Ao atingir esse patamar, a nova tomada de consciência leva à percepção de que o papel do gestor não é apenas o de prover condições para o uso efetivo das TIC em sala de aula, mas que a gestão das TIC na escola implica gestão pedagógica e administrativa do sistema tecnológico e informacional. Nesse momento, evidencia-se a importância da criação de redes colaborativas para troca de experiências e produção de conhecimentos que favoreçam aos gestores enfrentar a complexidade que envolve a gestão das TIC nas escolas. Para tanto, pode-se contar com espaços virtuais como o site do CONSED, do Projeto Enlaces-Brasil, do Portal Educarede, entre outros, que ainda são pouco usados para a interação entre os gestores. As redes tecnológicas existem, mas ainda se está no início do caminho para criar uma cultura tecnológica, uma vez 13

14 que as redes de conhecimentos não se concretizam sem o elemento fundamental, que constitui a razão de serem criadas: o ser humano. Diante disso, experiências em andamento nas escolas, como as apresentadas neste artigo, anunciam um novo tempo para a incorporação das TIC na escola, cabendo a cada gestor mobilizar os diferentes participantes da comunidade escolar, dispor dos recursos tecnológicos para a articulação entre o administrativo e o pedagógico e alavancar processos de formação continuada e em serviço de seus profissionais. Juntos, gestores e demais profissionais da escola podem criar situações, que permitam experimentar o uso das tecnologias no cotidiano das suas funções e que lhes dê a oportunidade de participar de redes colaborativas de aprendizagem, apoiadas em ambientes virtuais, para encontrar, coletivamente, um caminho mais promissor, condizente com a identidade da escola e o contexto em que ela se encontra inserida. Questões Como tem sido a incorporação das TIC na sua escola? Ela participa de alguma comunidade de aprendizagem colaborativa? Abaixo, são propostas algumas questões que podem ajudar no planejamento de caminhos, na criação de condições favoráveis a esse processo e na articulação dos diversos segmentos da escola. 1. Que novas ações podem ser implementadas para potencializar a gestão das TIC na sua escola, de modo a: - integrar o uso das TIC nas atividades de sala de aula e continuar a promover a articulação entre as diversas áreas de conhecimento dos profissionais que nela atuam? 14

15 - empregar as TIC na gestão administrativa e na troca de informações entre os segmentos da comunidade escolar? 2. Como incentivar o envolvimento de diretores, funcionários, professores, alunos e comunidade na gestão das TIC na sua escola? 3. Quais condições podem ser criadas na sua escola para impulsionar o surgimento de lideranças capazes de se comprometerem com o desenvolvimento de práticas inovadoras? 4. Que contribuições podem agregar-se à sua escola, ao participar de redes colaborativas de aprendizagem? 5. Com objetivo de impulsionar na sua escola o desenvolvimento de ações colaborativas em rede, responda: - Quais as condições que podem ser oferecidas? - Quais os segmentos da comunidade escolar que podem ser envolvidos? 6. Como criar na Internet um espaço de discussão para os problemas que preocupam os diretores, de modo que eles participem e se envolvam nesse processo? Referências TV Escola, N 20, agosto/setembro 2000, págs. 18 a 25. TV Escola, N 25, outubro/novembro 2001, págs. 20 a 28. Site da Escola Antônio Canela: 15

16 Site da Escola Hilda Rabello Matt: Site da Escola Municipal Máximo de Moura Santos: Site do RiverWalk Project: Site do Consed: Link do PROGESTÃO/SP no site da CENP-SEE/SP: Site do projeto Enlaces-Brasil: Site do Portal Educarede: Site do Portal Tô Ligado: Site do Portal Conexão Escola: Este texto foi produzido para o curso Gestão Escolar e Tecnologias. ALMEIDA, M. e RUBIM, L. O papel do gestor escolar na incorporação das TIC na escola: experiências em construção e redes colaborativas de aprendizagem. São Paulo: PUC-SP,

Gestão de tecnologias na escola

Gestão de tecnologias na escola Gestão de tecnologias na escola Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida 1 As tecnologias de informação e comunicação foram inicialmente introduzidas na educação para informatizar as atividades administrativas,

Leia mais

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 1 CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 04/2007 Mílada Tonarelli Gonçalves CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIAS NA GESTÃO DA EAD: NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM) E NA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL(UAB).

RELATO DE EXPERIÊNCIAS NA GESTÃO DA EAD: NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM) E NA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL(UAB). RELATO DE EXPERIÊNCIAS NA GESTÃO DA EAD: NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM) E NA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL(UAB). Profa. Dra. Maria Medianeira Padoin 1 RESUMO: Relato e análise de experiências

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes MISSÃO Somos uma rede nacional escoteira de

Leia mais

PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013

PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013 PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013 INSTITUIÇÃO PROPONENTE: Ministério da Educação CNPJ: 00.394.445/0124-52 SETOR RESPONSÁVEL PELO PROJETO: Secretaria de Educação Básica(SEB) ENDEREÇO: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes

PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes PLANO DE TRABALHO Rede Nacional de Jovens Líderes pág. 1 VISÃO GERAL Objetivo 1 - No âmbito da seção escoteira, apoiar a correta aplicação do método escoteiro, em especial as práticas democráticas previstas

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

1.2 - Como você avalia a divulgação dos resultados da autoavaliação institucional para a comunidade universitária da sua unidade/subunidade?

1.2 - Como você avalia a divulgação dos resultados da autoavaliação institucional para a comunidade universitária da sua unidade/subunidade? Informações do Questionário Programa Autoavaliação Institucional - UFSM - 2014 Questionário Questões Gerais Descrição do Programa A aplicação do instrumento de autoavaliação é fundamental para toda instituição

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa É um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL De 1999 até o ano de 2011 o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE) congregava em seu espaço geográfico cinco instituições de ensino

Leia mais

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Lígia Cristina Bada Rubim [ligiarubim@uol.com.br] Maria Elisabette Brisola Brito Prado [beprado@terra.com.br]

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola Ministério da Educação Secretaria de Educação a Distância Projeto Um Computador por Aluno PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL Proposta de operacionalização Formação dos professores na escola Outubro, 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

www.educacao.ba.gov.br

www.educacao.ba.gov.br Esta cartilha digital tem o objetivo de apresentar aos professores e estudantes da Rede Pública de Ensino as Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Secretaria de Educação da Bahia disponibilizados

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Educação Técnica e Tecnológica Aberta e a Distância NETTAD - CAVG. O Presidente em exercício do Conselho Coordenador do

Leia mais

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA

IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA QUARESMA, Cíndia Rosa Toniazzo 1 Palavras-chave: Formação de Professores,

Leia mais

ANEXO Indicadores ENP! Tabela

ANEXO Indicadores ENP! Tabela ANEXO Indicadores ENP! Tabela Rua Bruxelas, nº 169 São Paulo - SP CEP 01259-020 Tel: (11) 2506-6570 escravonempensar@reporterbrasil.org.br www.escravonempensar.org.br Diminuir o número de trabalhadores

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

Maria Alice Setubal IV Seminário Internacional de Avaliação Econômica de Programas Sociais

Maria Alice Setubal IV Seminário Internacional de Avaliação Econômica de Programas Sociais Desafios da Educação Maria Alice Setubal IV Seminário Internacional de Avaliação Econômica de Programas Sociais Desafios da Educação A avaliação constitui-se em um desafio da política educacional A avaliação

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

Programa Escola Aberta

Programa Escola Aberta Programa Escola Aberta O Programa Escola Aberta foi criado a partir de um acordo de cooperação técnica entre Ministério da Educação e a Unesco, implantado em 2004. No Estado do Paraná tem seu início no

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL 2012 ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL APRESENTAÇÃO Este Manual foi elaborado com o objetivo de normalizar o Estágio Profissional Supervisionado, para os

Leia mais

Telecom Social. Responsabilidade Social Corporativa: Inclusão Social pela Inclusão Digital

Telecom Social. Responsabilidade Social Corporativa: Inclusão Social pela Inclusão Digital Responsabilidade Social Corporativa: Inclusão Social pela Inclusão Digital Sérgio E. Mindlin Diretor Presidente Brasília 04/05/2005 Telecom Social Responsabilidade Social Empresarial (RSE) Partes interessadas

Leia mais

MANUAL DO ALUNO 1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVOS 3. ACESSO AO CURSO. Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD!

MANUAL DO ALUNO 1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVOS 3. ACESSO AO CURSO. Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD! MANUAL DO ALUNO MANUAL DO ALUNO Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD! 1. APRESENTAÇÃO Preparado pela equipe da Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (CEAD) da Universidade

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

Coordenação Técnica Agosto/2010. Iniciativa

Coordenação Técnica Agosto/2010. Iniciativa Coordenação Técnica Agosto/2010 Iniciativa FUNDAÇÃO ITAÚ SOCIAL NOSSA CAUSA O Itaú, por meio da Fundação Itaú Social, se dedica a formular, implantar e disseminar metodologias voltadas à melhoria de políticas

Leia mais

PROGRAMA MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO INTERNACIONAL

PROGRAMA MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO INTERNACIONAL PROGRAMA MUNICIPAL DE VOLUNTARIADO INTERNACIONAL SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE RECURSOS HUMANOS O PROGRAMA O Programa Municipal de Voluntariado

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor Missão Promover e realizar ações que contribuam para a melhoria da qualidade da educação pública e que fomentem o desenvolvimento social de comunidades de baixa renda. Visão Ser referência como fundação

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

Relatório do 2º Monitoramento

Relatório do 2º Monitoramento TC n? 012.374//2000-3 Relatório do 2º Monitoramento Programa Nacional de Informática na Educação - ProInfo Brasília, dezembro de 2002. Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES...

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais Programa Nacional de Tecnologia Educacional SEB DCE CGMID COGTEC PROINFO SEB SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

PROJETO TRAJETÓRIAS CRIATIVAS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ATENDIMENTO DE JOVENS DE 15 A 17 ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

PROJETO TRAJETÓRIAS CRIATIVAS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ATENDIMENTO DE JOVENS DE 15 A 17 ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO TRAJETÓRIAS CRIATIVAS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ATENDIMENTO DE JOVENS DE 15 A 17 ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Área temática: Educação Mônica Baptista Pereira Estrázulas (coordenadora da Ação

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA APRESENTAÇÃO: A Escola Estadual Getúlio Vargas Ensino Fundamental, do Município de Engenheiro Beltrão, Estado do Paraná, preocupada

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

Panorama Educação Digital no Brasil 2013-14 (2ª.ed)

Panorama Educação Digital no Brasil 2013-14 (2ª.ed) 1 Panorama Educação Digital no Brasil 2013-14 (2ª.ed) Como estão as Escolas Brasileiras: 93% já possuem laboratório de informática. 79% possuem internet sem fio (wireless). 56% usam algum tipo de monitoramento.

Leia mais

Formulário de inscrição para Unidades Escolares:

Formulário de inscrição para Unidades Escolares: Presidência da República Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas 1. Contextualização: Formulário de inscrição para Unidades Escolares: a) Descreva

Leia mais

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul Moderação: Graciane Regina Pereira e Katiuscia Wilhelm Kankerski 13h Apresentação dos objetivos e da metodologia de trabalho.

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba

Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba Realização: Apoio Técnico e Institucional Secretaria do Estado da Educação Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba Dia 12 de fevereiro de 2014 15h Novas e antigas tecnologias devem se combinar

Leia mais

ESCOLA-COMUNIDADE-UNIVERSIDADE: PARCEIRAS NA SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS

ESCOLA-COMUNIDADE-UNIVERSIDADE: PARCEIRAS NA SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS ESCOLA-COMUNIDADE-UNIVERSIDADE: PARCEIRAS NA SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS Débora Laurino Maçada FURG Sheyla Costa Rodrigues FURG RESUMO - Este projeto visa estabelecer a parceria

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 METAS AÇÕES PRAZOS Expansão do número de vagas do curso de Engenharia de Produção. SITUAÇÃO MARÇO DE 2015 AVALIAÇÃO PROCEDIDA EM 12.03.2015 CPA E DIRETORIA

Leia mais

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO Andrelisa Goulart de Mello Universidade Federal de Santa Maria andrelaizes@gmail.com Ticiane

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Autores: Ana Paula Bernardo Mendonça Ana Cristina da Matta Furniel Rosane Mendes da Silva Máximo Introdução

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

DISCIPLINAS CURRICULARES (PCN) INFORMÁTICA PRODUÇÃO DE MATERIAL

DISCIPLINAS CURRICULARES (PCN) INFORMÁTICA PRODUÇÃO DE MATERIAL A nossa meta é envolver alunos e professores num processo de capacitação no uso de ferramentas tecnológicas. Para isto, mostraremos ao professor como trabalhar as suas disciplinas (matemática, português,

Leia mais

Projetos de apoio ao SUS

Projetos de apoio ao SUS Carta Convite: Facilitação dos Cursos de Especialização em Gestão da Vigilância em Saúde, Gestão da Clínica nas Redes de Atenção à Saúde, Regulação em Saúde no SUS e Gestão do Risco e Segurança do Paciente

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005 (Programa 1) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais