CLIMATÉRIO E AUMENTO DE PESO

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1 CLIMATÉRIO E AUMENTO DE PESO Apresentação: Nutricionista Débora Corrêa Borges 12/07/2017

2 O climatério é definido pela Organização Mundial da Saúde como fase biológica da vida que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da vida da mulher. A menopausa é um marco dessa fase e corresponde ao último ciclo menstrual espontâneo da mulher. Reconhecida depois de passados 12 meses da sua ocorrência e acontece geralmente em torno dos 48 aos 50 anos de idade. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO) MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2008

3 Climatério e sua relação com os principais eventos ao longo da vida FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES E GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (FEBRASGO). CLIMATÉRIO: MANUAL DE ORIENTAÇÃO. FEBRASGO; DA MULHER NO CLIMATÉRIO JEFFERSON DREZETT

4 DEFINIÇÃO O climatério se caracteriza pela progressiva redução da produção de hormônios ovarianos, particularmente do estrogênio e da progesterona, resultando em modificações substanciais que, por vezes, resultam em alterações físicas e psíquicas contundentes para a qualidade de vida da mulher WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO), DA MULHER NO CLIMATÉRIO JEFFERSON DREZETT.

5 Os sintomas mais frequentes são: ondas de calor (chamadas de fogachos); secura vaginal, que traz desconforto durante as relações sexuais; alterações de humor, como ansiedade, fadiga, irritabilidade e insônia ALVARADO-GARCÍA A ET AL. DIAGNÓSTICO Y TRATAMIENTO DE LA PERIMENOPAUSIA Y LA POSTMENOPAUSIA.REV MED INST MEX SEGURO SOC. 2015;53(2): PORTAL BRASIL: PUBLICADO:06/09/2011.

6 Riscos de eventos adversos para a saúde da mulher : Distúrbios urogenitais Perda de massa óssea Doenças cardiovasculares Neoplasias Alterações cognitivas e doença de Alzheimer Hipertensão arterial e diabetes : MINISTÉRIO DA SAÚDE, DA MULHER NO CLIMATÉRIO JEFFERSON DREZETT.

7 O Hipoestrogenismo, característico do climatério (préperi-pós menopausa) interfere, entre outros fatores sobre a composição corporal das mulheres neste período, possibilitando maior acúmulo de gordura abdominal, a elevação do peso da massa corporal, redução dos tecidos musculares, alterações nos níveis de lipoproteínas permitindo maiores riscos para o desenvolvimento de agravos crônicos, como a hipertensão e resistência a insulina. CONTE & FRANZ. 2015

8 A obesidade é caracterizada pelo acúmulo patológico das reservas de energia na forma de gordura. A grande dificuldade deste conceito básico é, como medir o tecido adiposo no organismo e como estabelecer o limiar a partir do qual um determinado indivíduo será rotulado como obeso. Criou-se então, o Índice de Massa Corporal (IMC), método mais utilizado atualmente e que define que a obesidade seria classificada a partir de um IMC superior a 30 kg/m2 DOMENICO, ET AL. 2008

9 Gonçalves JTT et al.ciência & Saúde Coletiva, 21(4): , 2016 ESTUDO TRANSVERSAL, COM AMOSTRA DE 253 MULHERES CLIMATÉRICAS, QUE RESPONDERAM QUESTÕES SOBRE FATORES SOCIOECONÔMICOS E DEMOGRÁFICOS, SAÚDE GERAL, HÁBITOS ALIMENTARES E COMPORTAMENTAIS. O OBJETIVO DESTE ESTUDO FOI VERIFICAR A ASSOCIAÇÃO ENTRE SOBREPESO E OBESIDADE E FATORES SOCIODEMOGRÁFICOS, COMPORTAMENTAIS E CLÍNICOS. A FREQUÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE NA POPULAÇÃO ESTUDADA FOI DE 66%, COM MÉDIA DE IMC DE 28,1 KG/M² (DP = 5,6), VALOR PRÓXIMO AO RELATADO POR OUTROS AUTORES. DIANTE DESSE CENÁRIO, PODE-SE CONSTATAR QUE O AMADURECIMENTO PODE EXERCER FORTE INFLUÊNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA OBESIDADE EM DECORRÊNCIA DA QUEDA HORMONAL QUE LEVA A DIMINUIÇÃO DO GASTO ENERGÉTICO. AO ASSOCIAR ESSA ALTERAÇÃO A FATORES EXTERNOS COMO HÁBITOS ALIMENTARES INADEQUADOS E SEDENTARISMO, MULHERES NA MEIA IDADE PODEM TER UM GANHO PONDERAL DE PESO EM MÉDIA DE 2 KG/ANO AO LONGO DE TRÊS ANOS

10 Arq Bras Endocrinol Metab vol.53 no.3 São Paulo Apr A DEFICIÊNCIA DE ESTEROIDES GONADAIS FEMININOS ACELERA O GANHO DE MASSA CORPÓREA, MAS OS POSSÍVEIS MECANISMOS CENTRAIS E PERIFÉRICOS ENVOLVIDOS NO AUMENTO DA INGESTÃO ALIMENTAR E NO GANHO DE MASSA ADIPOSA QUE OCORREM NESSA CONDIÇÃO SÃO POUCO CONHECIDOS. SABE-SE QUE A OBESIDADE E O SOBREPESO ESTÃO ASSOCIADOS A DIVERSAS COMORBIDADES QUE PODEM LEVAR À MORTE PREMATURA. A REGULAÇÃO DO BALANÇO ENERGÉTICO ESTÁ ASSOCIADA AO CONTROLE DA MASSA CORPÓREA, SENDO O EXERCÍCIO FÍSICO UM IMPORTANTE MODULADOR DESSE PARÂMETRO HOMEOSTÁTICO. PORÉM, A INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO SOBRE O GANHO DE MASSA CORPÓREA DURANTE A DEFICIÊNCIA DE ESTROGÊNIO É CONTROVERSA E DEPENDE DO PROTOCOLO DE EXERCÍCIO UTILIZADO. NESTE ESTUDO, PRETENDEMOS REVISAR OS ACHADOS QUE RELACIONAM A DEFICIÊNCIA DE ESTROGÊNIO AO GANHO DE MASSA CORPÓREA EM ANIMAIS E SERES HUMANOS.

11 REVISÃO DE LITERATURA SOBRE O IMPACTO DA TRANSIÇÃO DA MENOPAUSA NO PESO CORPORAL E NA COMPOSIÇÃO CORPORAL, PARA A PESQUISA FORAM USANDOS: MEDLINE (OVID, 1946-PRESENTE) E PUBMED ( ) PARA ESTUDOS DE LÍNGUA INGLESA. O AUMENTO DE PESO COM A IDADE É UMA QUESTÃO SOCIODEMOGRÁFICA GLOBAL QUE NÃO É CONSEQÜÊNCIA DA MENOPAUSA. EM CONTRA PARTIDA, O AUMENTO DA GORDURA ABDOMINAL CENTRAL PARECE SER UMA CONSEQÜÊNCIA DIRETA DA MENOPAUSA. PODE SER PREVENIDA PELA TERAPIA COM ESTROGÊNIO E POSSIVELMENTE PELO USO DE METFORMINA.

12 ASSOCIAÇÃO ENTRE OBESIDADE SARCOPÊNICA E SÍNDROME METABÓLICA EM MULHERES PÓS-MENOPÁUSICAS: UM ESTUDO TRANSVERSAL COM BASE NOS EXAMES NACIONAIS DE EXAMES NUTRICIONAIS E DE SAÚDE COREANOS DE 2008 A 2011 A MENOPAUSA CONTRIBUI PARA O AUMENTO DA GORDURA VISCERAL E UMA DIMINUIÇÃO DA SÍNTESE DE PROTEÍNAS MUSCULARES. PORTANTO, ESTE ESTUDO FOI REALIZADO PARA EXAMINAR SEU RELACIONAMENTO COMO EFEITO DAS ALTERAÇÕES DA COMPOSIÇÃO CORPORAL COMO OBESIDADE E SARCOPENIA NA SÍNDROME METABÓLICA (MS) COMO PREDITOR DE DOENÇA CARDIOVASCULAR EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA. OS RESULTADOS MOSTRARAM QUE, EM PARTICULAR, A PREVALÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA AUMENTOU MAIS EM MULHERES PÓS-MENOPÁUSICAS EM COMPARAÇÃO COM PESQUISAS ANTERIORES. 71,1% 60ANOS, PREVALÊNCIA DE SM: GRUPO NORMAL - 32%; GRUPO OBESIDADE SARCOPÊNICA -

13 OBJETIVO: INVESTIGAR A ASSOCIAÇÃO ENTRE DENSIDADE MINERAL ÓSSEA E MASSA GORDA EM UMA POPULAÇÃO MULTIÉTNICA DE MULHERES BRASILEIRAS E AVALIAR A INFLUÊNCIA DA MASSA CORPORAL TOTAL E DA MASSA MAGRA NESTA ASSOCIAÇÃO. RESULTADOS DO ESTUDO SUGEREM A AUSÊNCIA DE ASSOCIAÇÃO INVERSA ENTRE MASSA GORDA E DMO EM MULHERES PÓS-MENOPÁUSICAS. ALÉM DISSO, QUANDO AJUSTADO PARA A MASSA MAGRA, UMA ASSOCIAÇÃO DIRETA ENTRE FM E MASSA ÓSSEA PODE SER OBSERVADA, SUGERINDO QUE PARA MULHERES PÓS- MENOPÁUSICAS SENDO LIGEIRAMENTE OBESAS NÃO CONFERE RISCO EXCESSIVO DE PERDA ÓSSEA E PODE ATÉ RESULTAR EM UMA VANTAGEM DE DENSIDADE ÓSSEA

14 CONSIDERAÇÕES O CLIMATÉRIO NÃO É UMA DOENÇA, MAS UMA FASE NATURAL DA VIDA DA MULHER PELA QUAL MUITAS PASSAM SEM QUEIXAS OU NECESSIDADE DE MEDICAMENTOS OUTRAS MULHERES APRESENTAM SINTOMAS QUE VARIAM EM DIVERSIDADE E INTENSIDADE, LIMITANDO SUA QUALIDADE DE VIDA DE DIFERENTES MANEIRAS E CONTEXTOS ESTE PERÍODO DE VIDA REQUER AÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE, DIAGNÓSTICO PRECOCE, TRATAMENTO DOS AGRAVOS E PREVENÇÃO DE DANOS À SAÚDE DA MULHER MINISTÉRIO DA SAÚDE, DA MULHER NO CLIMATÉRIO JEFFERSON DREZETT

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