Regulamentação da Periculosidade dos Motociclistas

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1 CPA 42 Anos Evento Presencial - Atualidades da Área Trabalhista e Previdenciária - Regulamentação da Periculosidade dos Motociclistas e as Novidades sobre o esocial

2 Regulamentação da Periculosidade dos Motociclistas

3 Atividades Perigosas Consolidação das Leis do Trabalho CLT... Seção XIII Das atividades insalubres ou perigosas... Art São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a: I - inflamáveis, explosivos ou energia elétrica; II - roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial....

4 Adicional de Periculosidade Art º - O trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. 2º - O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido. 3º Serão descontados ou compensados do adicional outros da mesma natureza eventualmente já concedidos ao vigilante por meio de acordo coletivo....

5 Adicional de Periculosidade Cessação do direito pela eliminação do risco Art O direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade cessará com a eliminação do risco à sua saúde ou integridade física, nos termos desta Seção e das normas expedidas pelo Ministério do Trabalho.

6 Adicional de Periculosidade Caracterização Art A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Ministério do Trabalho, far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Ministério do Trabalho.... 2º - Argüida em juízo insalubridade ou periculosidade, seja por empregado, seja por Sindicato em favor de grupo de associado, o juiz designará perito habilitado na forma deste artigo, e, onde não houver, requisitará perícia ao órgão competente do Ministério do Trabalho.

7 Motociclistas - Instituição Lei nº , de DOU de Acrescenta 4 ao art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n 5.452, de 1º de maio de 1943, para considerar perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta.

8 ... Art. 1º O art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte 4º: "Art São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a:

9 4º São também consideradas perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta." (NR) Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação....

10 Vigência Segundo o art. 2 da Lei n /2014, a vigência se iniciou a partir da data da sua publicação e não há a previsão expressa da necessidade da regulamentação. Contudo, surgiram duas correntes de entendimento quanto à vigência da Lei:

11 1ª - Entendimento de que, pelo próprio artigo 2, e por não fazer menção a qualquer regulamentação, a Lei entra em vigor na data de sua publicação e, consequentemente, todos os trabalhadores que se encaixarem nessa situação farão jus ao adicional de periculosidade a partir deste momento.

12 2ª - Entendimento de que a vigência da Lei, e o consequente direito ao adicional de periculosidade, se dará apenas após a regulamentação por parte do Ministério do Trabalho e Emprego, tomando por base o caput do art. 193 da CLT, o qual estabelece que a caracterização das atividades e operações perigosas se dá através da regulamentação pelo MTE.

13 Notícia Site do MTE Adicional a motociclistas será regulamentado pelo MTE Brasília, 27/06/2014 O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) vai regulamentar o adicional de periculosidade criado pela Lei , de 18 de junho de A Lei considera perigosas as atividades dos trabalhadores com motocicletas e o adicional representa 30% a mais no salário do empregado....

14 O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário do empregado, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. O pagamento passa a ser obrigatório a partir da publicação da regulamentação....

15 Regulamentação Foi publicada no Diário Oficial da União de a Portaria MTE nº 1.565, a qual aprova o Anexo 5 - Atividades Perigosas em Motocicleta - da Norma Regulamentadora nº 16 - Atividades e Operações Perigosas e dá outras providências. De acordo com o Anexo 5 da NR nº 16, as atividades laborais com utilização de motocicleta ou motoneta no deslocamento de trabalhador em vias públicas são consideradas perigosas.

16 Não são consideradas perigosas: a) a utilização de motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela; b) as atividades em veículos que não necessitem de emplacamento ou que não exijam carteira nacional de habilitação para conduzi-los; c) as atividades em motocicleta ou motoneta em locais privados.

17 d) as atividades com uso de motocicleta ou motoneta de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido. Tratado ato prevê, ainda, que é de responsabilidade do empregador a caracterização ou a descaracterização da periculosidade, mediante laudo técnico elaborado por Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, nos termos do artigo 195 da CLT.

18 Adicional de Periculosidade Jurisprudências - Caracterização - Tempo de Exposição Súmula nº 364 do TST ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. EXPOSIÇÃO EVENTUAL, PERMANENTE E INTERMITENTE Tem direito ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condições de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido.

19 Adicional de Periculosidade Jurisprudências - Caracterização - Tempo de Exposição Adicional de periculosidade. "Operador de empilhadeira". Atividades que envolvem movimentação, acondicionamento e organização de paletes de madeira carregados com embalagens de refrigerante. Contato com a área de risco, assim considerados os locais de troca ou reabastecimento dos cilindros de gás (GLP) utilizados para movimentação da própria empilhadeira, por tempo extremamente reduzido (de 4 a 5 minutos, duas vezes por dia). Adicional de periculosidade indevido. (Súmula 364, I, do TST). (T. 06ª, RO, Ac Public )

20 Adicional de Periculosidade Jurisprudências - Caracterização - Tempo de Exposição ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. EMPILHADEIRA A GÁS. TEMPO DE ABASTECIMENTO. SÚMULA Nº 364, "I" DO C. TST. Conquanto impreciso o conceito de "tempo extremamente reduzido", a que se refere o item "I" da Súmula nº 364 do C. TST, não se pode nele enquadrar o lapso de 10 (dez) minutos, duas vezes ao dia, em que o reclamante permanecia no ambiente de risco para reabastecimento da empilhadeira que operava, movida a gás veicular, fazendo jus, portanto, ao adicional de periculosidade. Recurso Ordinário a que se nega provimento. (T. 05ª, RO, Ac , Public )

21 Adicional de Periculosidade Jurisprudências Base de cálculo Súmula nº 191 do TST ADICIONAL. PERICULOSIDADE. INCIDÊNCIA (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e O adicional de periculosidade incide apenas sobre o salário básico e não sobre este acrescido de outros adicionais....

22 Adicional de Periculosidade Jurisprudências Base de cálculo Súmula nº 132 do TST ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. INTEGRAÇÃO I - O adicional de periculosidade, pago em caráter permanente, integra o cálculo de indenização e de horas extras (ex-prejulgado nº 3). II - Durante as horas de sobreaviso, o empregado não se encontra em condições de risco, razão pela qual é incabível a integração do adicional de periculosidade sobre as mencionadas horas.

23 Adicional de Periculosidade Jurisprudências Pagamento Espontâneo Súmula nº 453 do TST ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. PAGAMENTO ESPONTÂNEO. CARACTERIZAÇÃO DE FATO INCONTROVERSO. DESNECESSÁRIA A PERÍCIA DE QUE TRATA O ART. 195 DA CLT. O pagamento de adicional de periculosidade efetuado por mera liberalidade da empresa, ainda que de forma proporcional ao tempo de exposição ao risco ou em percentual inferior ao máximo legalmente previsto, dispensa a realização da prova técnica exigida pelo art. 195 da CLT, pois torna incontroversa a existência do trabalho em condições perigosas.

24 Laudo técnico elaborado por Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança do Trabalho

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26 Notícia - Grupo de Trabalho Confederativo discutiu, no CFC, implementação do esocial O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) participou, nessa quarta (22/10) e quinta-feira (23/10), de mais uma reunião do Grupo de Trabalho Confederativo (GTC), criado com o objetivo de apresentar sugestões para implementar, juntamente com governo e sociedade, o esocial.... Haverá um encontro que será realizado dia 17 de novembro que irá trazer mais levantamentos de cada órgão envolvido no processo. A ideia é que no próximo encontro se tenha o cronograma fechado e o leiaute do esocial disponibilizado. Vale lembrar que a implementação será com cautela e não vai abranger todas as empresas de uma vez, será divido e explicado de forma que todos os empresários possam se adequar.

27 MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO esocial Versão 1.2 beta 5.6

28 S Tabela de Lotações Tributárias

29 S Tabela de Lotações Tributárias

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34 S-1090 Tabela de Ambientes de Trabalho

35 S-1090 Tabela de Ambientes de Trabalho

36 Novos fatores de riscos ambientais

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38 S Admissão de Trabalhador - Registro Preliminar

39 S Admissão de Trabalhador -

40 S Monitoramento da Saúde do Trabalhador

41 S Monitoramento da Saúde do Trabalhador

42 S Condições Ambientais do Trabalho - Fator de Risco Início S-2365 Condições Ambientais do Trabalho - Exposição a Fatores de Risco Alteração S-2369 Condições Ambientais do Trabalho - Exposição a Fatores de Risco Término

43

44 S-2900 Exclusão de Evento

45 S-2900 Exclusão de Evento

46 S Tabela de Lotações Tributárias

47 S-1200 Remuneração do Trabalhador S-1298 Reabertura dos Eventos Periódicos Remuneração S-1299 Fechamento dos Eventos Periódicos - Remuneração

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49 S Simples Nacional - Atividades Concomitantes

50 S Simples Nacional - Atividades Concomitantes

51 S Contratação de Trabalhadores Avulsos Não Portuários

52 S Reabertura dos Eventos Periódicos Diversos S Fechamento dos Eventos Periódicos - Diversos

53 Tabelas auxiliares Tabela 23 Códigos para Pagamentos Tabela 24 Regras para Utilização dos Códigos de Pagamento a Pessoas Físicas Tabela 25 Rendimentos de Beneficiários no Exterior Tabela 26 Formas de Tributação para Rendimentos de Beneficiários no Exterior Tabela 27 Informações Sobre os Beneficiários dos Rendimentos no Exterior

54 Governo abre consulta para ouvir MPES sobre o esocial Ainda não há uma data definida para a entrada em vigor do esocial para micro e pequenas empresas (MPEs). Antes dessa definição, o governo quer ouvir as opiniões das empresas e entidades que serão afetadas pelo sistema. Para isso, na segunda-feira, 6/10, foi aberta uma consulta pública sobre o tratamento diferenciado das pequenas e micro empresas dentro das exigências do esocial. A consulta pública está disponível no site até o dia 4 de novembro. Fonte: Estadão Economia

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