Renda Básica da Cidadania ou Imposto de Renda Negativo: Qual o Mais Eficiente no Combate a Pobreza?

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1 Renda Básca da Cdadana ou Imposo de Renda Negavo: Qual o Mas Efcene no Combae a Pobreza? Auores Nelson Leão Paes Marcelo Leer Squera Ensao Sobre Pobreza Nº 12 Feverero de 2008 CAEN - UFC 1

2 Renda Básca da Cdadana ou Imposo de Renda Negavo: Qual o Mas Efcene no Combae a Pobreza? RESUMO Nelson Leão Paes Marcelo Leer Squera O presene argo procura comparar duas polícas socas alernavas de combae à pobreza e à desgualdade de renda no Brasl. A prmera é baseada na concessão de uma renda fxa unversal, denomnada Renda Básca da Cdadana (RBC), e a segunda, um Imposo de Renda Negavo (IRN), pago apenas às famílas com renda nferor a um deermnado paamar. Para análse, adoou-se um modelo de equlíbro geral compuável. Os resulados mosraram que a RBC é melhor que o IRN quando o cuso de focalzação dese é superor a 50%, e que para um cuso menor que 50% o programa a ser adoado va depender da esraéga de combae à pobreza escolhda. PALAVRAS-CHAVE: Programas de Renda Mínma, Pobreza, Modelo de Equlíbro Geral Compuável. ABSTRACT Ths paper compare wo alernave socal polcs o reduce povery and ncome nequaly n Brazl. The frs one s a paymen of a unversal fxed ncome, called Basc Income Gran (BIG), and he second one s a Negave Income Tax (NIT), pay only o he famles wh low ncomes. For analyss, we use a Compuable General Equlbrum Model. The resuls had shown ha he BIG s beer ha NIT when he coss of admnsraon assocaed wh he NIT s hgher han 50%, and ha for a cos beween 0 and 50% he adoped program goes o depend on he sraegy of povery reducon. KEYWORDS: Basc Income Programs, Povery, Compuable General Equlbrum Model. 2

3 1.INTRODUÇÃO As duas úlmas décadas foram marcadas por um nenso debae acerca das formas de combae à pobreza mundal. Por ncava da ONU, realzaram-se dversas conferêncas nernaconas que culmnaram no compromsso com os chamados obevos do mlêno 1. Como conseqüênca, os nvesmenos socas aumenaram consderavelmene. No enano, uma enorme pulverzação deses acabou por dmnur seus mpacos. É consenso geral que cumprr hoe com os obevos do mlêno depende não somene do crescmeno econômco, mas da cração de mecansmos, no campo das polícas socas, capazes de efevamene angr os mas pobres. Para enfrenar ese desafo, város países êm reomado a dscussão acerca dos mpacos dos programas de ransferênca de renda sobre a pobreza e a desgualdade. Segundo Lavnas (1999), podem ser denfcados bascamene dos pos de programas de renda mínma: um, que é baseado na garana de um mposo de renda negavo (IRN) a odos aqueles que não dspõem do mínmo para sua sobrevvênca; e ouro, denomnado Renda Mínma Unversal (RMU), que defende a ransferênca ncondconal de uma renda básca de mesmo valor a odos os ndvíduos 2. O que esses programas êm em comum é a déa de raconalzação dos ssemas naconas de proeção socal, o que sgnfca a subsução das dferenes modaldades de benefícos por uma renda moneára únca, permndo aos benefcáros buscarem aender, dreamene no mercado, as suas necessdades báscas. O grande nconvenene da RMU é que se o seu obevo for reduzr a pobreza, o benefíco deve ser relavamene elevado, o que ornara o programa excessvamene caro. Já o IRN apresena rês desvanagens: 1) supõe que os recursos reas dos ndvíduos seam conhecdos; 2) requer enquees sobre as rendas e as relações famlares; e 3) não pode ser conceddo no exercíco fscal da obenção das rendas. Os dos prmeros compõem o denomnado cuso de focalzação do IRN, que é reduzdo a zero no caso da RMU. Para os que advogam que, em função das resrções orçamenáras, somene uma políca socalmene focalzada no pobre erá resulados expressvos 3, o IRN sera a escolha deal. Por ouro lado, os defensores do RMU alegam que o IRN nerfere mas nensamene nas decsões de rabalho, desesmulando-o, e que o cuso de focalzação do IRN pode compromeer boa pare dos recursos do programa, o que usfcara a adoção da RMU. Nesse conexo, a prncpal movação dese argo é saber em que medda a presença dos cusos de focalzação alera a escolha enre programas socas unversas (como o RMU) e programas selevos (como o IRN). Para sso adoou-se um modelo de equlíbro geral compuável (MEGC) que, ao represenar o comporameno de dversos agenes, perme que seam smuladas as resposas dos ndcadores de pobreza e desgualdade à adoção de cada um desses programas, além de permr que se analse, ambém, o mpaco dos programas sobre ouras varáves econômcas. A leraura raz um grande número de rabalhos que aplcam a abordagem do Equlíbro Geral Compuável (CGE) para emas relaconados à pobreza e dsrbução de renda. Incouse com Adelman e Robnson (1976), e nclu ambém os rabalhos de Bourgugnon e al. (1989, 1991), Thorbecke e Jung (1996), Khan (1999) e Muller e al. (2004). No Brasl, pode- 1 Os obevos do mlêno podem ser conferdos no se: hp:// 2 No Brasl uma prmera enava de se adoar um IRN fo aravés do proeo de le nº 80, de 1991, do Senador Eduardo Suplcy. Não endo sdo mplemenado, o proeo fo subsuído por um ouro que preva uma RMU. ese fo aprovado, dando orgem à Le N.º , de 08/01/2004, que nsuu a Renda Básca da Cdadana 3 Esse é o enendmeno geral da maora dos esudosos da pobreza no Brasl, conforme se pode consaar em Henrques (2000). 3

4 se car os rabalhos de Ornelas (2001), Cury (1998) e Barros e al. (2000). Enreano, dferenemene da modelagem seguda pelos auores naconas, onde predomnam exercícos de esáca comparava, nese argo prvlegou-se a formulação dnâmca do modelo, de manera a se analsar os efeos de ransção decorrenes das proposas consderadas. 2 O MODELO 2.1 Especfcação do Modelo A análse de equlíbro geral aqu proposa basea-se no modelo neoclássco de acumulação de capal com ulzação de empo dscreo. A economa arfcal é fechada, deermnísca, com população e ecnologa consanes. As famílas são heerogêneas, sendo dferencadas pela renda, pela possbldade de poupar e pelo nível de consumo. As frmas serão represenadas por uma únca frma represenava que age de forma compeva na produção de um únco bem. Todas as famílas fornecem mão-de-obra para a frma, mas apenas aquelas que poupam fornecem capal. Em roca, a frma paga saláros e uros. Cada famíla escolhe o quano consumr, suea a resrções orçamenáras. A renda das famílas é gasa ou oda em consumo (no caso daquelas que não poupam) ou em consumo e poupança (para as que poupam), sendo esa úlma represenada no modelo pelo esoque de capal físco Famílas O modelo cona com 9 famílas represenavas, com vda nfna, cada qual com faxa de renda dferene. Para a dferencação da renda das famílas, supõe-se que cada uma possu uma produvdade por hora rabalhada dferene e fxa. O problema de cada famíla é maxmzar a sua uldade, dada por uma função logarímca, respeando a sua resrção orçamenára. As famílas serão dvddas em rês grupos: as famílas que não poupam e cuo consumo per capa esá abaxo da lnha de ndgênca 4 (po I), as que não poupam mas cuo consumo per capa esá acma da lnha de ndgênca (po II) e as que poupam (po III). a) Famílas Tpo I 5 As famílas po I resolvem um problema dnâmco, omando preços e parâmeros fscas como dados e escolhem as seqüêncas de consumo que maxmzam a sua função uldade (1), obedecda a resrção orçamenára (2). U = = 0 β [ln( c ) + γ ln( g )] (1) ( 1+ τ c ) c (1 τ h ) ξ w h + T (2) onde β é o faor de descono neremporal, c é o consumo da famíla no empo e γ é o peso dos bens públcos,, na uldade da famíla, é a alíquoa do mposo sobre o g τ c 4 Conceualmene, a lnha de ndgênca refere-se aos cusos de uma cesa almenar que aenda às necessdades de consumo calórco mínmo de um ndvíduo. Conforme rabalho Mapa do Fm da Fome 2 do economsa Marcelo Nér/FGV, a lnha de ndgênca represena ½ saláro mínmo, o equvalene a R$ 100,00 em Para esas famílas há uma necessdade ão premene em relação ao consumo que oda a sua uldade derva do aendmeno as suas necessdades almenares mínmas. Não há espaço aqu para a clássca escolha consumo x lazer, uma vez que ese grupo de famílas não ange sequer o mínmo necessáro de almenos. As famílas consomem udo o que recebem de saláros e de ransferêncas governamenas. 4

5 consumo pago pela famíla no empo, pago pela famíla no empo, w τ h é a alíquoa do mposo sobre a renda do rabalho é o saláro por hora de rabalho anes dos mposos que a famíla recebe pelo rabalho no empo, ξ é a produvdade da famíla, T é a ransferênca governamenal recebda pela famíla no empo e h é o oal de horas rabalhadas pela famíla. Por hpóese, a produvdade é fxa e não há a possbldade de uma famíla enar aumená-la ou gualá-la a de oura famíla. Para a maxmzação da uldade basa apenas que cada famíla consuma oda a sua renda. Assm, a seqüênca óma de consumo para as famílas do po I é: b) Famílas Tpo II c [(1 τ h ) ξwh + T = (1 + τ ) c As famílas po II escolhem as seqüêncas de consumo e horas de rabalho que maxmzam a sua função uldade (4), consderando a resrção orçamenára (5), omando preços e parâmeros fscas como dados: U = = 0 β [ α ln( c ) + γ ln( g ] ) + (1 α )ln(1 h A resrção orçamenára é smlar a do po I, com as famílas consumndo udo o que recebem de saláros e de ransferêncas governamenas, mas com o consumo sendo necessaramene superor a lnha de ndgênca. 6 (1 + τ c ) c (1 τ h ) ξwh + T (5) c L. I. Resolvendo o Lagrangeano correspondene ao problema acma, enconram-se as seqüêncas ómas de consumo e horas de rabalho: (3) )] (4) c h α [(1 τ h ) ξw + T = (1 + τ ) (1 α )(1 + τ c ) c = 1 α (1 τ ) ξ w c h ] (6) (7) c) Famílas Tpo III As famílas po III resolvem um problema dnâmco smlar ao do po II, com preços e parâmeros fscas dados, e escolhem as seqüêncas de consumo, esoques de capal e íulos públcos, no período segune, que maxmzam a sua função uldade (4). Elas, enreano, devem obedecer a duas novas resrções: () uma nova resrção orçamenára (8) e () uma resrção de acumulação de capal (9). (1 + τ ) c c T + I k (1 τ ) ξ w h h + = (1 δ ) k 1 + I + (1 τ ) r k k (9) (8) 6 Noe que as famílas do po II, apesar de pobres, á aenderam as suas necessdades almenares mínmas, abrndo espaço para a nclusão do lazer na função uldade. 5

6 Além dsso mpõe-se que > 0. k Aqu, r é o preço anes dos mposos sobre o aluguel do capal no empo, represena o esoque de capal da famíla no empo, τ k é a alíquoa do mposo sobre a renda do capal pago pelas famílas que poupam, é o nvesmeno em capal realzado k pela famíla no empo e é o esoque de capal per capa na economa Pode-se unar as duas resrções acma numa só e se ober as condções de prmera ordem do problema: h c k ( 1+ τ ) I (1 α ) : β = λ (1 τ h ) ξ w (1 h ) α : β = qλ c + : λ = λ + 1[(1 δ ) + (1 τ k ) r c Fazendo subsuções recursvas, usando sucessvas resrções orçamenáras (8) para elmnar os ermos, obém-se o valor presene desa resrção. E assm, como condção k + m de omaldade, mpõe-se a segune condção de ransversaldade: Frma Represenava T lm β k = 0 1 T T + A frma represenava é compeva, com função de produção Cobb-Douglas, e escolhe as quandades de nsumos e produo que maxmza o seu lucro. ] (13) (11) (10) (12) θ 1 θ [ Y w H r K ] com Y = K H (14) = 0 onde θ é a parcpação do capal na renda, Y é o produo, K é o esoque de capal agregado H e é o número de horas rabalhadas. Maxmzando os lucros obém-se a axa de uros e o saláro: Governo r = θk w θ 1 ( H = (1 θ ) K ) 1 θ θ ( H O governo arrecada mposos das famílas para fnancar seus gasos e ransferêncas. A resrção orçamenára do governo é dada por: Γ = T + g onde Γ é a arrecadação rbuára no empo e T é o oal de ransferêncas no empo. ) θ (17) (15) (16) 7. k 7 A vanagem de se ulzar uma resrção orçamenára neremporal esá na possbldade de as famílas alerarem seus avos da forma que quserem, sem fcarem presas à resrção nraemporal, onde, em cada nsane, a renda deve ser gual aos gasos. Exge-se apenas que o valor presene da despesa sea gual a soma das doações ncas e da renda acumulada em odo o período 6

7 Equlíbro Na economa arfcal supradescra, as famílas do po I escolherão as seqüêncas de consumo c }; as do po II, as seqüêncas de consumo e horas de rabalho; c, h } e as do { { po III, a seqüênca { c, h, k}, que maxmzam as suas uldades, dada a resrção orçamenára de cada uma. A frma escolhe { k, h } de forma a maxmzar seus lucros. Anes de prossegur, é necessáro nroduzr alguns conceos fundamenas para a análse que será fea adane. Defnção 1. Uma políca fscal plausível do governo é uma seqüênca de alíquoas rbuáras, de despesas e de ransferêncas que sasfazem a resrção do governo (17). Defnção 2. Uma alocação plausível é uma seqüênca de consumo, horas rabalhadas e esoque de capal físco, c, h, k }, que sasfaz a segune resrção agregada: c { θ + [ k+ 1 (1 δ ) k ] + g = k h Em (18), c denoa a soma do consumo de cada famíla, ponderada pelo amanho da população que cada famíla represena ( η ). Esa mesma caracerzação aplca-se para os saláros, esoque de capal e as ransferêncas. Defnção 3. Um equlíbro compevo com rbuos dsorcvos é composo por uma políca fscal compaível com a resrção orçamenára do governo, uma alocação plausível e um ssema de preços al que, dado o ssema de preços e a políca fscal, a alocação resolve os problemas da frma e das famílas. Para o cálculo do equlíbro devemos resolver o ssema de equações de dferenças não-lneares composo por (3), (6), (7), (10) a (12), (15), (16), (17) e (18), dado k 0 e com a condção ermnal dada por (13). Começamos subsundo (11) e (15) em (12) obendo a dnâmca do consumo das famílas que poupam (po III): c 1 θ ( 1+ τ c ) θ 1 1 θ + 1 = [(1 δ ) β + (1 τ k 1) βθk 1 ( h 1) ] c (1 + τ c+ 1) Subsundo (11) e (16) em (10) obemos a condção para as horas rabalhadas das famílas que poupam: h = (1 α )(1 + τ c ) c θ α (1 τ )(1 θ ) ξ k ( h ) 1 θ h Subsundo (16) em (6) e (7) obemos, por sua vez, o consumo e as horas rabalhadas das famílas po II: (18) (21) (20) c h α = [(1 τ h )(1 θ ) ξk (1 + τ ) θ (1 α )(1 + τ c ) c = 1 θ α (1 τ )(1 θ ) ξ k ( h ) c h ( h ) θ θ + T ] (23) (22) E fnalmene, subsundo (16) em (3), em-se o consumo das famílas mas pobres, as do po I: 7

8 1 θ θ c = [(1 τ h )(1 θ ) ξk ( h ) h + T (1 + τ ) Solução do Modelo c ] (24) O algormo mplemenado para o cômpuo do equlíbro acma defndo basea-se no méodo comumene conhecdo como de enava e erro ( shoong ). A déa é resolver o problema com dos valores de conorno, procurando pelos c 0 que façam com que cada uma ~ ~ das equações de Euler (20) e a resrção agregada (18) mplquem num k S k, em que S represena um número grande o sufcene e k ~, o capal por rabalho efevo no esado esaconáro assocado à políca fscal que esá sendo analsada. 8 Ao fnal do algormo, 9 esarão deermnadas as seqüêncas de c, c, h, h, H e K. Logo, ulzando as demas equações do modelo pode-se calcular as ouras varáves, r, g, w e k. 2.2 Calbragem do Modelo A calbragem dos parâmeros envolveu dversas fones de dados 10. A dsrbução das famílas, dada no modelo pelo parâmero η, esá apresenada na abela 1 a segur 11. As famílas 1 a 6 não poupam e as famílas 7 a 9 poupam 12. Famíla Faxa de Renda (SM) Tabela 1 Dvsão das Famílas e Represenação da População Número de Famílas Proporção de Famílas (%) Famíla Faxa de Renda (SM) Número de Famílas Proporção de Famílas (%) 01 Aé ¼ ,54% 06 De ,98% 02 De ¼ a ½ ,70% 07 De 5 a ,65% 03 De ½ a ,21% 08 De 10 a ,40% 04 De 1 a ,93% 09 Mas de ,69% 05 De 2 a ,90% Toal ,00% Fone: Pesqusa de Orçamenos Famlares (POF) e Censo Deprecação Para se ober a deprecação lançou-se mão do uso de um algormo adoado por Paes (2004), calculando-se a deprecação em δ = 5,54%. 8 A descrção dealhada dese algormo pode ser obda em Paes (2004). 9 No algormo de solução calcula-se K +1 pela equação (18) e H +1 por (19) a (24). Após os S períodos comparase a relação k ~ S = K S H S com k ~ para se deermnar a solução do problema ou realzar nova eração. 10 As prncpas fones de dados ulzadas nese esudo foram a Pesqusa de Orçamenos Famlares (POF) 2002/2003, o Censo 2000 e as Conas Naconas - odas do Insuo Braslero de Geografa e Esaísca (IBGE) -, além da base de dados do IPEA (IPEADATA) e de relaóros gerencas da Secreara da Recea Federal. 11 Para a deermnação das quaro prmeras faxas de renda ulzou-se a dsrbução do Censo 2000 de manera subdvdr a prmera faxa de renda da Pesqusa Orçamenára Famlar (POF) do IBGE. 12 Segundo dados da POF 2002/2003, as famílas com rendmeno superor a 6 SM possuem renda maor que as despesas de consumo. Dessa forma, adoou-se como pono de core para as famílas que não poupam a faxa de 3 a 5 SM, uma vez que a faxa segune, de 5 a 10 SM, á sera composa em sua maora por famílas com capacdade de poupança. Observe que a escolha de 5 SM como pono de core enre as famílas que poupam e as que não poupam ambém dvde as famílas enre as que não pagam e as que pagam Imposo de Renda Pessoa Físca (IRPF), á que, em 2002, o saláro mínmo era de R$ 200,00 e a faxa de senção do IRPF era de R$ 1.058,00. 8

9 2.2.2 Horas Trabalhadas As horas rabalhadas para cada famíla foram deermnadas ulzando os dados do Censo 2000 do IBGE, ulzando-se das nformações do número de horas rabalhadas por ocupação, obendo, enão, a quandade méda de horas rabalhadas por cada ocupação, unamene com os dados da dsrbução das ocupações por faxa de renda. Para ese modelo, preferu-se rabalhar com a relação oal de horas rabalhadas por oal de horas mensas 13. Tabela 2 Horas Trabalhadas por Faxa de Renda Faxa de Renda (SM) Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 Horas Trabalhadas 0,2476 0,2476 0,2476 0,2502 0,2509 0,2501 0,2488 0,2489 0,2494 Fone: Censo Consumo Desagregado Segundo dados das Conas Naconas do IBGE, a relação consumo das famílas/pib fo de 60,15% em Para se deermnar qual sera esa relação para cada famíla ulzouse os dados da POF/IBGE. O resulado pode ser vso na abela a segur: Tabela 3 Consumo das Famílas Faxas de Renda (SM) Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 Consumo Toal POF (R$) 46,25 105,54 259,69 342,52 491,25 770, , , ,38 Consumo Líqudo (R$) 37,83 86,32 196,98 388,12 491,25 770, , , ,38 C/Y 0,0137 0,0313 0,0714 0,1406 0,1786 0,2802 0,5055 0,9787 2,4441 Fone: POF Os dados de consumo oal e do percenual do consumo rbuado (despesas de consumo) foram obdos da POF. Consderou-se odos os ens de consumo como rbuados, exceo mposos, conrbuções rabalhsas, prevdênca prvada e pagamenos de pensões, mesadas, aluguel e doações. O consumo líqudo é calculado desconando-se a rbuação sobre a parcela do consumo oal que é rbuada e adconando-se a parcela do consumo oal que não é rbuada. Como a relação C/Y para a economa braslera em 2002 fo de 60,15%, ese valor fo dvddo enre as famílas, consderando ano a dsrbução da população quano o valor do consumo líqudo de cada uma delas Saláro Desagregado Para o cálculo do saláro desagregado foram ulzados os dados da POF/IBGE relavo aos rendmenos. Incalmene classfcou-se cada po de rendmeno, de forma a denfcar aqueles que são orundos do rabalho (nclundo aqu o rendmeno não moneáro) e, a parr dese, obeve-se a segune dsrbução salaral. Tabela 4 Dsrbução dos Saláros Faxa de Renda (SM) Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 Rendmeno Trabalho (R$) 31,61 72,13 164,60 324,32 401,70 668, , , ,16 W/Y 0,0561 0,1281 0,2923 0,5698 0,7039 1,1744 2,0796 3,9101 9,9239 Fone: POF Dvdndo o rendmeno do rabalho pelo consumo líqudo calculado no em aneror obeve-se a relação WH/C. Mulplcando ese valor pela relação C/Y obeve-se WH/Y, que 13 Consderando a dsrbução da população, verfca-se que as horas de rabalho méda de oda a economa fca em 0,2493, muo próxmo ao enconrado por Araúo e Ferrera (1999), 0,24, e aos de Gonzaga, Machado e Machado (2003) que, usando dados do PNAD enre 1981 e 1999, enconraram valores enre 0,2538 e 0,

10 dvddo por H fornece o saláro por semana por famíla W/Y. Pode-se ambém deermnar o valor do saláro médo, que é a méda ponderada dos saláros das famílas, w = 2, Parcpação da Renda do Capal no Produo. Esoque de Capal. Produo. Taxa de Juros. Para a deermnação da parcpação do capal no produo (θ) ulzou-se do fao de que θ = 1 wh y. Assm, como w/y= 2,4444 e h = 0,2493, obém-se θ = 0,3905. Já o esoque de capal k fo calculado com o auxílo das equações da acumulação de capal (9), da função de produção e do fao de que em 2002 a relação Invesmeno / PIB fo de 18,99%. Dado θ, obém-se K = 1,8805. O produo decorre dreamene da função de produção (14), de forma que Y = 0,5489. Porano, a relação capal-produo, K / Y, vale 3,4262. A axa de uros pode ser calculada aravés da equação (15). Subsundo os valores emse r = 11,40% Trbuação Cada famíla erá alíquoas dferencadas de mposo de renda e consumo, e as famílas que poupam esarão sueas, ambém, a uma alíquoa únca do mposo sobre a renda do capal. A dsrbução da carga fscal em 2002 por fao gerador (renda do rabalho, renda do capal e consumo) pode ser conferda em Paes (2004) e esá resumda na abela 5 abaxo: Tabela 5 Resumo da Dsrbução da Carga Trbuára Fao Gerador Percenual do PIB Imposo sobre a Renda do Trabalho 10,71% Imposo sobre a Renda do Capal 7,84% Imposo sobre o Consumo 17,31% Fone: Elaboração Própra A rbuação sobre a renda do rabalho fo dvdda em duas pares: uma fxa e uma varável. A prmera corresponde aos rbuos pagos sobre a folha de pagameno no oal de 8,51% do PIB 14 F. Assm, dado o produo e a renda do rabalho em-se τ h = 13,96%. A pare varável corresponde ao Imposo de Renda Pessoa Físca (IRPF), e com os dados agregados da Declaração de Imposo de Renda Pessoa Físca 2002, calcula-se a alíquoa efeva sobre a renda do rabalho: Tabela 6 Alíquoas do Imposo sobre a Renda do Trabalho Faxa de Renda (SM) Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 Alíquoa Fxa (%) 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 Alíquoa Varável (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,92 3,26 6,76 Alíquoa Toal (%) 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 13,96 14,88 17,22 20,72 Fone: Elaboração Própra Conforme deermnado prevamene, o mposo sobre a renda do capal represenou 7,84% do PIB em Dados o produo e a renda do capal obém-se τ k = 20,08%. 14 Nós os consderamos fxos porque há muo pouca ou nenhuma dferencação das alíquoas enre as famílas. Todas pagam 8% de FGTS, 2,5% de Saláro Educação, 3,1% Ssema S, 20% da conrbução paronal ao INSS e de 8 a 11% de conrbução do empregado para a Prevdênca Socal. 10

11 Assm como no caso da rbuação da renda do rabalho, dvdu-se a rbuação do consumo em duas pares, uma fxa 15 e oura varável 16. Ulzando dados da SRF e a desagregação das despesas de consumo conforme a POF, obeve-se as alíquoas efevas de cada um desses rbuos para cada uma das famílas, que somados a pare fxa, fornece a alíquoa efeva sobre o consumo das famílas de acordo com a abela a segur. Tabela 7 Trbuação do Consumo - Pare Varável por Famíla Faxa de Rendmenos Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 ISS (%) 0,79 0,79 0,79 0,79 0,83 0,93 1,14 1,31 1,59 ICMS (%) 13,23 13,23 13,23 13,23 13,32 13,42 13,50 13,35 12,45 IPI (%) 2,14 2,14 2,14 2,14 2,15 2,20 2,34 2,45 2,39 PIS/COFINS (%) 7,16 7,16 7,16 7,16 7,09 7,09 7,22 7,44 7,60 CPMF (%) 1,30 1,30 1,30 1,30 1,31 1,31 1,31 1,32 1,32 Alíquoa Pare Fxa (%) 3,39 3,39 3,39 3,39 3,39 3,39 3,39 3,39 3,39 Alíquoa Efeva Toal (%) 28,01 28,01 28,01 28,01 28,08 28,35 28,90 29,27 28,74 Fone: POF e SRF Demas Parâmeros e Varáves. Para o cálculo do esoque de capal das famílas no esado esaconáro recorreu-se às equações de resrção orçamenára neremporal das famílas que poupam (8). As ransferêncas públcas para as famílas dos pos I e II podem ser calculadas aravés das resrções orçamenáras, equações (2) e (5). Para as famílas do po III, calculouse o valor das ransferêncas oas da economa usando a resrção orçamenára do governo. Dese oal, desconou-se os valores ransferdos às famílas que não poupam e em seguda dsrbu-se o resane enre as famílas que poupam de acordo com o valor do em Aposenadora da Prevdênca Públca da POF. As despesas do governo podem ser obdas da resrção agregada (18), que fornece g = 0,1145, o que equvale a 20,86% do PIB. A axa de descono neremporal sa da equação do consumo das famílas po III (20), de onde se obém β = 0,9656. O consumo mínmo equvale ao valor em R$ da lnha de ndgênca e separa as famílas dos pos I e II. Como á vso, adoou-se aqu a lnha de ndgênca per capa de ½ saláro mínmo, o equvalene a R$ 100,00 em Dado que, segundo os dados da POF, cada famíla em em méda 3,62 membros, a lnha de ndgênca famlar sera de R$ 362,00, que no modelo equvale a um consumo mínmo de 0,1112. Ese valor nclu os rbuos sobre o consumo. Com o dados da abela 3, e á desconando a rbuação, conclu-se que as famílas do po I englobam aquelas com renda de aé 2 S.M., enquano as com renda enre 2 e 5 S.M. perencem a do po II. O peso do consumo na função uldade das famílas pos II e III, α, pode ser calculado medane as equações de horas de rabalho (21) e (23), enquano o peso do governo, γ, pode ser calculado supondo que a relação enre a uldade margnal do consumo dos 15 O que se denomna pare fxa da rbuação sobre o consumo são aqueles rbuos que não são ndvdualzados por cada po de bem. Nesa caegora esão os mposos sobre o comérco exeror, as axas Federas, Esaduas e Muncpas, além dos rbuos classfcados em ouros na abela 1 de Paes (2004), represenando, em conuno, 2,04% do PIB. A alíquoa efeva é obda dvdndo-se ese percenual pela parcpação do consumo prvado no PIB. 16 Na pare varável esão o PIS, a COFINS, a CPMF, o ICMS, o ISS e o IPI, que represenam conunamene 15,27% do PIB. Em cada caso, deve-se deermnar a alíquoa do mposo que será aplcada a cada em de despesa da POF. 11

12 agenes e a uldade margnal dos gasos do governo é gual a relação enre os preços do consumo e o preço pago pelas famílas pelo gasos do governo 17. Fnalmene, a produvdade do rabalho das famílas, ξ, pode ser calculada ulzando a equação dos saláros (14). Tudo esá demonsrado na abela 8. Tabela 8 Dsrbução do Capal enre as Famílas Faxa de Rendmenos Aé ¼ ¼ a ½ ½ a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 5 5 a a 20 > 20 Esoque de Capal ,6444 4,2299 8,9675 Transferêncas 0,0031 0,0070 0,0160 0,0315 0,0422 0,0587 0,0573 0,1013 0,3299 Peso do Consumo 1,0000 1,0000 1,0000 1,0000 0,3352 0,3219 0,3289 0,3423 0,3476 Peso do Governo 15,2193 6,6702 2,9230 1,4835 0,3916 0,2397 0,1357 0,0730 0,0297 Produvdade 0,0230 0,0524 0,1196 0,2331 0,2880 0,4804 0,8508 1,5996 4,0598 Fone: POF e SRF 3 POLÍTICAS ANALISADAS São duas as proposas a serem analsadas, que conemplam duas esraégcas dferenes no enfrenameno da pobreza e desgualdade. A prmera é a Renda Básca da Cdadana - RBC, cuo benefíco é unversal, conceddo a odos os brasleros, enquano a segunda é o Imposo de Renda Negavo - IRN, que é uma políca socal seleva, cuo benefíco é calculado ndvdualmene de forma a fazer com que a renda famlar ana um deermnado paamar mínmo. Evdenemene, nese segundo caso, há dfculdades relevanes em se denfcar não só a famíla apa a receber o benefíco como ambém o valor que lhe será enregue. Traa-se do conhecdo cuso de focalzação e represena quano do orçameno do programa é gaso na denfcação do benefcáro e/ou desvado para famílas que não deveram receber o benefíco 18. A prncpal movação do rabalho é saber em que medda a presença dos cusos de focalzação alera a escolha enre programas socas unversas e programas selevos. 3.1 Proposa 1 Renda Básca da Cdadana (Le N.º , de 08/01/2004) Por esa proposa, aprovada recenemene no Congresso Naconal, cada braslero fara us ao recebmeno de uma quana fxa a íulo de Renda Básca da Cdadana (RBC). A Le, enreano, não é clara em relação ao valor exao dessa ransferênca, esabelecendo, ão-somene, que O pagameno do benefíco deverá ser de gual valor para odos, e sufcene para aender às despesas mínmas de cada pessoa com almenação, educação e saúde, consderando para sso o grau de desenvolvmeno do País e as possbldades orçamenáras. No enano, o Brasl não em possbldade orçamenára de aender, por meo de ransferêncas dreas, as necessdades mínmas de cada cdadão com almenação, saúde e educação. Se um saláro mínmo fosse sufcene para cobrr as necessdades (o que não é), 17 Segundo Pedersen (1999) esa gualdade é uma condção padrão em fnanças públcas na qual a uldade margnal do consumo de bens públcos e prvados é gual no esado esaconáro. 18 Harberger (2003) levana uma sére de problemas poencas que poderam ncdr sobre o mposo de renda negavo, noadamene na denfcação dos benefcáros. Segundo o auor para coner abusos havera necessdade de uma sére de flros lmando os benefcáros do programa, aumenando os cusos admnsravos e elevando o poencal de fraudes. 12

13 eríamos, em 2002, um cuso de mas de 30% do PIB, quase o valor da arrecadação rbuára. Fca claro, porano, que o que rá condconar o valor do benefíco é a resrção orçamenára do governo e não as necessdades da população. Sendo assm, opou-se, aqu, por um benefíco equvalene a R$ 50,00 por famíla, que é o valor do benefíco básco do bolsafamíla, nsuído pela Le n.º , de 09 de anero de Ese valor mplca um cuso aproxmado de 2,09% do PIB. A Le ambém prevê que o benefíco deve começar a ser pago a parr de 2005, devendo ser mplemenado de forma a benefcar ncalmene as camadas da população mas necessadas, expandndo-se gradualmene aé angr odos os brasleros. Com relação ao fnancameno, seguu-se aqu a sugesão do Senador Eduardo Suplcy, segundo a qual o programa sera assumdo negralmene pelo governo federal, com recursos a serem obdos com a desavação gradual de programas socas compensaóros. A mplemenação da proposa da renda básca da cdadana alera o modelo pela nclusão de um valor de ransferêncas de R$ 50,00 por famíla (ΔT = 0,0115) e pela redução das despesas do governo em monane equvalene a 2,09% do PIB. Como a Le /2004 prevê a mplanação gradava do programa, propõe-se que em 2005 os dos grupos de famílas mas pobres (aé ½ saláro mínmo) recebam o benefíco, passando em 2007 a abranger as demas famílas com renda de aé 5 saláros mínmos e fnalmene em 2010 abrangendo oda a população. 3.2 Proposa 2 Um Imposo de Renda Negavo O Imposo de Renda Negavo 19 (IRN) é um nsrumeno de políca socal que garane aos cdadãos benefcados um valor mínmo de renda em dnhero, e por sso é comumene denomnado de Programa de Garana de Renda Mínma (PGRM). Caso a renda do cdadão não alcance o mínmo deermnado, ele recebe um complemeno fnancero para que sua renda ana aquele paamar. Os recursos para a concessão dos benefícos podem vr de rubrcas específcas do orçameno públco desnadas ao programa ou da realocação de ouros gasos (socas ou não). Era esa a déa ncal do Senador Suplcy em 1991 quando propôs o programa, que desa forma benefcara apenas a população com renda abaxo de deermnado valor mínmo 20. Fredman (1975) fo quem orgnalmene propôs o IRN em seu lvro Capalsmo e Lberdade de 1962, num breve capíulo sobre o ssema de asssênca socal. A fórmula para o benefíco (B) recebdo pelo ndvíduo devera ser: B = G IRN.Y (25) onde G é a renda mínma garanda, Y é a renda própra do rabalhador (que pode ser zero) e IRN é a alíquoa do IRN Especfcação da Proposa A proposa, aqu, é consrur um IRN que enha o mesmo cuso da proposa especfcada em 3.1 (Renda Básca da Cdadana), de forma a permr uma comparação dos efeos de 19 Para uma dscussão complea sobre o IRN vea Moff (2003). 20 O rabalho e as proposas analsadas, em parcular a proposa do IRN, não em como obevo promover o aumeno das horas rabalhadas, segundo a radção braslera nos programas de combae à pobreza, ao conráro do programa EITC nore-amercano. Sobre ese pono ver Moff (2003) e Essa e al. (2005). 13

14 ambas, dado que cusaram o mesmo para o governo. As daas para a mplanação do programa ambém seram as mesmas, bem como a forma de fnancameno. Para sso, resrngu-se o benefíco oal desa proposa (Δ) a 2,09% do PIB, ou sea: Δ = 5 = 1 B = 0,0209PIB (26) O benefíco deve ser conceddo a odas as famílas que recebem aé 5 saláros-mínmos (famílas 1 a 5). Assm, G e devem ser as que B = 0 para renda famlar maor que 5 SM, ou sea: G.Y = 0, ou G =.Y, para odo Y > 5 SM. Como a renda do rabalho da famíla (Y ) é dada por 6 = 1 w h, de (31) e (32) em-se: 0,0209PIB = η ( G w h ) (27) Conugando (33) com a resrção G = w h e subsundo os valores das varáves para cada famíla chega-se, aproxmadamene, aos segunes valores: = 11,3% e G = 0,0347 (o equvalene a R$ 113,00). Logo, o IRN proposo erá a segune fórmula de ncdênca: (28) Δ = 0,0347 0,113. w h A análse procedda aé o momeno pressupõe que nexse cusos de focalzação. Para nclu-los, supõe-se que se referem oalmene a desvos do benefíco para ndvíduos que não se enquadraram na condção de benefcáro. Como esa condção é represenada pela renda, sgnfca que famílas com renda superor a 5 S.M. receberam ndevdamene uma pare dos recursos desnados aos mas pobres. A análse dos efeos do cuso de focalzação é cenral nese rabalho. Busca-se deermnar aé que pono a presença deses cusos fara com que a escolha do programa socal a ser adoado se modfque. Para esa análse consderou-se rês percenuas de cusos: 25%, 50% e 75% dos recursos desnados ao programa do IRN. Pressupõe-se que o valor do cuso de focalzação se dsrbu gualmene enre as famílas não abrangdas pelo IRN. Desa forma, o cuso de focalzação alera não só os valores da renda mínma famlar (G) e da alíquoa do IRN (), mas ambém cra um benefíco para as famílas que poupam, conforme a abela a segur: Tabela 9 Parâmeros do IRN com cuso de focalzação Cuso de Focalzação (% dos recursos do programa IRN) 25% 50% 75% 0,0260 0,0174 0,0087 Renda Mínma Famlar (G) (R$ 84,92) (R$ 56,61) (R$ 29,31) Alíquoa do IRN () 8,5% 5,7% 2,8% 0,0059 0,0118 0,0177 Transferênca Unforme Famílas com Renda acma de 5 S. (TU) (R$ 19,22) (R$ 38,43) (R$ 57,65) Fone: Elaboração Própra Inclusão no modelo Para nclusão dessa proposa no modelo basa alerar as resrções orçamenáras do governo e das famílas de forma que se enha: Resrção orçamenára das famílas que ganham aé 5 SM: ( 1+ τ ) c (1 τ ) w h + ( T G) c h + Resrção orçamenára das famílas que ganham mas de 5 SM: (29) 14

15 ( 1+ τ c ) c T TU + I (1 τ h ) ξ w h + (1 τ k ) r k (30) Resrção orçamenára do governo: Γ = T + ( g Δ ) + Δ (31) 4 - RESULTADOS Nese capíulo, serão apresenados os resulados das smulações das proposas. Serão verfcados aspecos relavos à redução da pobreza e desgualdade, bem como seus efeos macroeconômcos. Tas resulados servrão de base para consderações a respeo da escolha da políca socal mas adequada quando se consdera a presença dos cusos de focalzação Benefícos Moneáros Dadas as especfcações das proposas, pôde-se calcular o benefíco moneáro a que fará us cada uma das famílas. A abela 10 a segur apresena um resumo desses benefícos. Tabela 10 - Valores dos benefícos por famíla no Longo Prazo. RBC IRN s/ Cuso IRN Cuso 25% Faxas de Renda (SM) G Benefíco (R$) IRN G Benefíco (R$) (R$) (%) (R$) IRN Benefíco (R$) (%) ATÉ ¼ 50,00 110,43 82,82 DE ¼ A ½ 50,00 106,80 80,10 DE ½ A 1 50,00 98,58 73,93 DE 1 A 2 50,00 91,22 65,89 DE 2 A 3 50,00 113,23 11,3 90,69 84,92 8,5 65,26 DE 3 A 5 50,00 67,94 47,98 DE 5 A 10 50,00 0,00 19,22 DE 10 A 20 50,00 0,00 19,22 ACIMA DE 20 50,00 0,00 19,22 IRN Cuso 50% IRN Cuso 75% Faxas de Renda (SM) G IRN G Benefíco (R$) IRN (R$) (%) (R$) (%) Benefíco (R$) ATÉ ¼ 55,21 27,60 DE ¼ A ½ 53,40 26,70 DE ½ A 1 49,29 24,64 DE 1 A 2 42,36 21,08 DE 2 A 3 56,61 5,7 41,80 28,31 2,8 20,10 DE 3 A 5 30,16 14,22 DE 5 A 10 38,43 57,65 DE 10 A 20 38,43 57,65 ACIMA DE 20 38,43 57,65 Fone: Elaboração Própra Analsando a abela acma, pode-se consaar claramene a vanagem da proposa do IRN para os mas pobres quando não há cuso de focalzação: enquano, na prmera proposa, odos recebem R$ 50,00 de benefíco; na segunda, os muo pobres recebem de R$ 98,58 a R$ 110,43, com valores decrescenes com a renda. Os valores dos benefícos moneáros são superores na proposa do IRN devdo bascamene aos ganhos decorrene da focalzação. Programas de ransferênca de renda devem concenrar seus recursos naqueles que mas necessam e ese não é o caso da proposa da Renda Básca da Cdadana, que propõe um benefíco unversal e, porano, fornece valores mas baxos do que o IRN para as famílas mas pobres e proporcona recursos para os mas rcos. 15

16 Enreano, à medda que se adcona o cuso da focalzação, o valor do benefíco com o Imposo de Renda Negavo va dmnundo, ornando-se nferor ao da RBC para a maora das famílas que não poupam, aé o cuso chegar a 50%. Assm, meddo pelos recursos ransferdos, o IRN é a melhor opção se o cuso de focalzação for nferor a 25%. Para um cuso enre 25% e 50%, o Imposo de Renda Negavo anda permanece como opção preferda, mas próxmo a 50% a proposa da Renda Básca da Cdadana á benefca mas a maora das famílas. Com cuso acma de 50% a RBC é a melhor escolha. Deve-se ressalar que ao conráro da maora dos programas socas que ransfere um valor fxo para as famílas denfcadas como pobres, o IRN exge ambém a denfcação da renda da famíla, pos o valor a ser ransferdo é função da renda famlar. Porano, é de se supor que um programa socal baseado no Imposo de Renda Negavo enha cuso de focalzação maor do que os programas mas radconas, como o Bolsa Famíla por exemplo, cuo cuso fca enre 20% e 25% Pobreza e Desgualdade de Renda Adoou-se, aqu, os valores para as lnhas de ndgênca e pobreza de ½ e 1 Saláro Mínmo por pessoa e que, dado o amanho médo de 3,62 ndvíduos por famílas, segundo a POF 2002/2003 do IBGE, mplca uma lnha de ndgênca e pobreza de R$ 362,00 e R$ 724,00, respecvamene. A Tabela 11 a segur apresena os resulados da adoção das proposas sobre os índces de pobreza (P 0, P 1 e P 2 ) e desgualdade (Gn) 22. Tabela 11 Índces de Pobreza e Desgualdade de Renda no Longo Prazo Indcadores RBC IRN s/cuso IRN cuso 25% IRN cuso 50% IRN cuso 75% P 0-0,77% 4,21% 3,26% 2,25% 1,17% P 1-6,95% -0,11% -1,13% -1,98% -1,18% P 2-12,43% -16,82% -14,51% -11,76% -6,30% GINI -2,68% -4,77% -3,80% -2,82% -1,54% Analsando a abela 11, consaa-se que ambas as proposas êm efeos mporanes sobre a pobreza e a desgualdade de renda. Enreano, quano ao ndcador P 0, as proposas êm efeos conráros. A Renda Básca da Cdadana reduz levemene a proporção de pobres, enquano o IRN a aumena. Ese resulado aparenemene conradóro do IRN decorre do fao de que os desncenvos ao rabalho é maor nese programa no que no do RBC. Como será vso no em segune, as famílas benefcadas pelo IRN reduzem mas nensamene as suas horas de rabalho, o que, dadas as suas preferêncas, leva a uma redução da renda, nclundo o benefíco, com grande aumeno nas horas de lazer. O fao de a nrodução ou 21 Valor Econômco, 13/01/2006, págna A Os índces ulzados nese rabalho foram proposos por Foser, Greer e Thorbecke (xx). Indcado por com α varando enre 0 e 2, sua fórmula geral é dada por: P α = 1 N q = 1 z X z α α P,, onde N é a população oal, 0 q o número de pobres, z a lnha de pobreza adoada e X a renda do -ésmo pobre. Se α=0 ; P mede a 1 ncdênca da pobreza, ou sea, a proporção de pobres em uma população. Se α=1 ; P mede a ncdênca da 2 pobreza combnada à razão de nsufcênca da renda, denomnado hao de pobreza. Se α=2 ; P é um índce capaz de combnar as meddas de ncdênca de pobreza e razão de nsufcênca de renda com uma medda da desgualdade de dsrbução de renda enre os pobres. No que se refere à mensuração pura da desgualdade de rendmenos, ulzou-se o á conhecdo índce de Gn. 16

17 aumeno da generosdade de programas socas levar ao crescmeno da pobreza é um resulado que á fo enconrado nos rabalhos de Bohacek (2002) e Lndbeck (1997). 23 A redução das horas de rabalho, com o conseqüene aumeno na proporção de pobres se reflee ambém no ndcador do hao da renda (P 1 ). A redução nese ndcador é mas efeva sob a Renda Básca da Cdadana, mesmo nos casos onde o valor do benefíco é menor do que no IRN. Em ermos de nensdade da pobreza, meddo pelo hao quadráco da renda (P 2 ), os resulados seguem o valor do benefíco para os muo pobres. Nos casos em que o IRN fornece benefícos maores para eses (renda aé 2 S.M.), a redução nese ndcador é mas expressva, enquano que nos casos onde o cuso de focalzação é de 50% ou mas, a RBC leva a reduções maores. Ressale-se que apesar da pequena queda ou aé aumeno no número de pobres, ambas as proposas, em geral, levam a reduções na nensdade da pobreza. Os resulados nos ndcadores de pobreza se refleem no índce de Gn. A queda na desgualdade se mosra mas nensa nos casos em que houve maor queda na nensdade da pobreza, reflendo ambém os efeos do cuso de focalzação. Quano menor ese cuso maor a redução da desgualdade. A redução ambém fo basane expressva para ambas as proposas, com resulados bem razoáves quando comparado com ouras reduções observadas na hsóra braslera, como a promovda pela mplanação do Plano Real, que baxou o referdo índce em menos de 2% (0,58 para 0,57 enre 1993 e 1995, conforme mosrou ROCHA, 2000). Tas resulados esão razoavelmene próxmos aos obdos por Muller e al. (2004), que realzou smulações para a economa Suíça usando a modelagem de equlíbro geral compuável, endo enconrado efeos mas mporanes sobre a desgualdade no caso de um IRN do que com um programa de renda unversal. 4.3 Aspecos Macroeconômcos A maora dos esudos exsenes acerca dos efeos das polícas socas normalmene analsa, ão-somene, os mpacos das proposas sobre os ndcadores de pobreza e desgualdade de renda, sem se preocupar com os efeos ndreos sobre a economa como um odo. A parr do momeno que se adoa uma abordagem de equlíbro geral, esses efeos vem à ona e a análse se orna mas rca. Veamos, pos, como cada uma das polícas proposas nese esudo afeam o consumo, as horas de rabalho e o produo. Na abela 12 a segur são apresenados os resulados de cada proposa. Como á vso, os dos programas socas êm o mesmo cuso e foram fnancados pela redução dos gasos públcos. A prncpal causa dos dferenes resulados macroeconômcos das duas proposas esá assenada na resposa óma das horas de rabalho das famílas à nrodução dos dos programas. Iso pode ser vso unando as equações (22) e (23): (1 α ) T h = 1 (32) (1 τ h ) w Com a nrodução da RBC e do IRN, em-se as segunes equações: 23 Bohacek (2002) obém resulados neressanes sobre o nível do consumo mínmo garando e a quandade de pobres. Segundo ese auor o número de pobres se reduz com o aumeno do consumo mínmo somene aé cero pono (22% do consumo médo famlar) e acma dese valor o número de pobres aumena. Da mesma forma, Lndbeck (1997) ao analsar a evolução do ssema de segurdade socal sueco, verfcou que o aumeno da generosdade dos programas levou ao ncremeno do número de famílas pobres. O auor arbuu ese resulado aos efeos negavos das polícas de bem-esar sobre a educação, ofera de rabalho e parcpação no mercado de rabalho. 17

18 (1 α )( T + ΔT ) (1 α )( T + G) hrbc = 1 hirn = 1 (33) (1 τ h ) w (1 τ h ) w Percebe-se que o IRN afea mas negavamene as horas de rabalho das famílas do que a RBC, á que reduz o saláro líqudo e a renda mínma garanda (G) funcona da mesma manera que a RBC, com o agravane de que na maora dos casos analsados G>ΔT. Ese efeo negavo da nrodução de programas de bem-esar socal ocorre bascamene por dos movos: () o valor do benefíco relavamene alo em relação a renda salaral que o ndvíduo obera no mercado de rabalho e () alíquoa de redução do benefíco, IRN, elevada. A combnação deses dos efeos cra o que fo chamado de armadlha de pobreza (BOETERS e al. 2004) e represena uma barrera para o emprego daqueles que se benefcam desses programas. Assm, quano maor G e, menor a quandade de horas rabalhadas. Tabela 12 Efeos Macroeconômco (em %) Ano RBC IRN s/cuso IRN cuso 25% IRN cuso 50% IRN cuso 75% C H Y C H Y C H Y C H Y C H Y ,56-0,77-0,47 0,88-1,22-0,74 0,86-1,18-0,72 0,85-1,17-0,71 0,89-1,23-0, ,52-0,85-0,61 0,82-1,34-0,96 0,80-1,30-0,94 0,79-1,29-0,93 0,83-1,36-0, ,56-1,06-0,95 1,00-1,66-1,48 0,91-1,62-1,44 0,84-1,61-1,43 0,82-1,69-1, ,20-1,37-1,38 0,86-2,13-2,14 0,86-2,08-2,09 0,87-2,06-2,08 0,82-2,18-2, ,21-1,59-1,67 0,76-3,97-3,26 0,79-3,37-2,87 0,84-2,85-2,55 0,80-2,55-2, ,23-1,74-1,84 0,60-3,92-3,35 0,68-3,34-2,93 0,77-2,83-2,59 0,77-2,54-2, ,30-1,76-1,80 0,21-3,80-3,56 0,41-3,25-3,08 0,61-2,78-2,68 0,70-2,52-2, ,35-1,78-1,78-0,06-3,72-3,71 0,22-3,19-3,19 0,49-2,74-2,74 0,65-2,50-2,50 Fone: elaboração própra Em ermos macroeconômcos, no lado da ofera de faores a escassez relava do rabalho eleva seu preço em comparação com o capal e esse desause força paulanamene a redução do esoque de capal. Com menos emprego e capal, o produo ca durane oda o período. Do lado da demanda, no curo prazo, anes do aumeno das ransferêncas á ocorre redução das horas de rabalho e aumeno do consumo das famílas que poupam, anecpando os benefícos fuuros. Dado que a despesa do governo anda esá consane e ocorre queda na produção com aumeno do consumo, há expressva redução do nvesmeno. Na prmera rodada das ransferêncas, em 2005, as horas rabalhadas aceleram a queda e o consumo aumena anda mas, reduzndo o produo e as despesas governamenas, mas recuperando o nvesmeno que, enreano, connua em nível nferor ao de Após 2010, as horas de rabalho se esablzam, com queda gradava do capal e do produo. As despesas do governo angem o seu novo paamar, mas baxo que o aneror, de forma a compensar os benefícos conceddos pelos novos programas (IRN ou RBC), com o nvesmeno se esablzando em nível nferor ao ncal e consumo aumenando no longo prazo. Como a RBC reduz menos nensamene as horas rabalhadas, acaba dmnundo menos o esoque de capal e o produo, manendo uma renda maor para as famílas. Com mas renda, o consumo cresce. Já o IRN produz maor queda nas horas de rabalho, afeando negavamene o esoque de capal, o produo e a renda das famílas, levando a um reduzdo crescmeno do consumo. Observa-se que quano maor o cuso de focalzação menor G e, o que leva a uma redução menor das horas de rabalho, e melhores resulados no produo e no consumo, aproxmando-se dos resulados obdos pela RBC. Quedas mas nensas nas horas 18

19 de rabalho e no produo para o caso do IRN ambém foram observadas no rabalho de Muller e al. (2004) para a economa suíça CONCLUSÕES O argo procurou comparar duas polícas socas alernavas de combae à pobreza e à desgualdade. A prmera, a concessão de uma renda fxa paga unversalmene a odos os brasleros, denomnada Renda Básca da Cdadana, e a segunda, um mposo de renda negavo, pago apenas às famílas com renda nferor a um deermnado paamar. Para esa úlma, consderou-se o cuso de focalzação e os seus efeos sobre os resulados. A prmera proposa mosrou resulados melhores que a segunda, quando o cuso de focalzação desa era superor a 50%, resulando em maor valor do benefíco, ndcadores de pobreza e desgualdade mas favoráves e resulados menos runs do pono de vsa macroeconômco. Porano, não há dúvda de que a RBC sera o programa socal mas adequado se o cuso de focalzação do IRN é maor que 50%. Quando ese se sua enre 0 e 50%, á não há uma ndcação clara de qual programa devera ser adoado. Iso porque a RBC fornece benefícos menores e leva a uma menor redução da nensdade da pobreza e desgualdade, mas, em conraparda, em efeos mas posvos sobre a proporção de pobres e o hao da pobreza, além de resulados muo superores em ermos macroeconômcos. Já o IRN, apesar de desesmular foremene o rabalho e reduzr o produo, é mas efevo no auxílo aos muo pobres e na dmnução da desgualdade, apesar de provocar um aumeno na proporção de pobres. Nese caso, caberá ao formulador da políca ponderar qual o preço aceável, em ermos de efcênca, e que ganhos mporam no combae à pobreza e desgualdade para defnr qual alernava segur. Em decorrênca do fore desesímulo ao rabalho razdo por programas socas que ulzem apenas a renda como prncpal parâmero para o cálculo do benefíco (como a proposa do IRN nese argo), pesqusas recenes, como a de Kleven e Krener (2005), realçam que a políca de concessão de benefícos assocados apenas aos pobres que rabalham, como no programa EITC nore-amercano, em ocupado espaço cada vez maor na agenda de programas de bem-esar europeus, pelos bons resulados ano em ermos de efcênca quano de eqüdade. Há, enreano, quesonamenos em relação à suação daqueles que esão presos ao desemprego nvolunáro e aos que não podem rabalhar, á que proposas dese po podem razer perda de bem-esar para grupos socas que á vvem com grande dfculdade. Fuuras pesqusas podem avançar na análse e comparação de programas focados nos pobres que rabalham em relação a ouros programas mas unversas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ADELMAN, I., ROBINSON, S. Income dsrbuon and growh: a case sudy of Korea, Oxford Unversy Press, Oxford, ARAÚJO, C.H.V. e FERREIRA, P.C. Reforma rbuára: efeos alocavos e mpacos de bem-esar. Revsa Braslera de Economa, Vol.53, Nº. 2, Ro de Janero, BARROS, R.P., COURSEIL, C.H. e CURY, S. Saláro mínmo e pobreza no Brasl: uma abordagem de equlíbro geral. Pesqusa e Planeameno Econômco, v.30, n.2, p , Sob o IRN as horas de rabalho e o produo encolheram 6% e 5,6% respecvamene, enquano que com a renda unversal a queda fo de 2,2% e 2,6%. 19

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