82º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Comissão de Meio Ambiente. -junho 2010-

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1 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL 82º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Comissão de Meio Ambiente -junho GESTÃO DE RESÍDUOS NA CONSTRUÇÃO Não há construção sustentável sem gestão dos resíduos de obra Urbanista Tarcísio de Paula Pinto I&T Informações e Técnicas

2 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL CONTEXTUALIZAÇÃO Urbanização acelerada 75% da população é urbana e 35% habita 5 regiões metropolitanas novos instrumentos de disciplinamento Estatuto das Cidades, Política Nacional de Saneamento Básico e Política Nacional de Resíduos Sólidos mais de 250 milhões de ton anuais de agregados e próximo de 100 milhões de ton de resíduos Para avanço da Construção Sustentável não basta a produção de prédios ícones e a adoção de novos sistemas e equipamentos a melhoria do ambiente construído no todo terá que ser transformada em meta com as dificuldades ambientais, muitas das técnicas terão que se reinventar a gestão dos resíduos, inevitáveis em qualquer processo, terá que estar presente

3 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL CONTEXTUALIZAÇÃO Há avanços visíveis no setor da construção civil e em políticas públicas treinamento de centenas de empresas em programas dos sindicatos proliferação de iniciativas de gestão de resíduos nas capitais e municípios pólo incorporação do tema em todos os recentes documentos disciplinadores incorporação ao Programa Nacional de Resíduos Sólidos e ao PAC-Resíduos Sólidos Obras emblemáticas São Paulo (Carandiru, Rodoviária Central) Rio (Presídio Frei Caneca) Belo Horizonte (Av. D.Pedro) cidades que sediarão a COPA 2014

4 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENTULHOS RESIDUOS Classe A RESIDUOS Classe B RESIDUOS Classe C 80% 17% 2% RESIDUOS Classe D 1% X ENTULHOS EM ESPAÇOS PÚBLICOS X BOTA FORAS ECOPONTOS COM ENTREGA DIFERENCIADA EMPREENDIMENTOS PARA MANEJO CONTÍNUO DE RESÍDUOS

5 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL DESAFIOS Desafios internos ampliar o compromisso com o gerenciamento dos resíduos informar sobre baixo custo de um grau superior de responsabilidade ambiental promover uma autoregulação no âmbito das instituições do setor transmitir práticas ambientalmente responsáveis para as empresas terceirizadas, para as construtoras sem sistemas de qualidade e mesmo para a construção informal. Desafios no meio externo - administrações públicas que implementem a formalização dos fluxos, explicitando a cadeia de responsabilidades no pós-obra, exigindo plena legalidade dos agentes transportadores e receptores dos resíduos que adotem uma prática de contratação exclusiva de empresas com integral responsabilidade ambiental para a execução dos serviços licitados. Desafios no meio externo - fornecedores exigir o exercício da logística reversa para, notadamente os resíduos de classe B (sacarias), C (gesso) e D (tintas, óleos, solventes, impermeabilizantes, baterias e outros).

6 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL VISÃO DO FUTURO Impõe a definição de metas Metas precisam ser claras, para se tornarem atingíveis Foco meta 4 anos meta 8 anos meta 12 anos Empresas sindicalizadas e com sistemas de qualidade Implantar a autoregulação para as obras em todas as capitais de Estado Implantar a autoregulação para as obras em todas as cidades acima de 300 mil hab. Implantar a autoregulação para as obras em todas as cidades acima de 100 mil hab A autoregulação (com possibilidade de que seja exercida por uma terceira parte) antecipa o posicionamento do setor em relação às responsabilidades definidas na Política Nacional de Resíduos Sólidos A autoregulação pode ser exercida por uma terceira parte A autoregulação é um instrumento que posiciona muito claramente a parcela formal do setor, perante a sociedade e a opinião pública, como pró ativos na questão da sustentabilidade

7 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL VISÃO DO FUTURO Metas precisam ser claras, para se tornarem atingíveis Foco meta 4 anos meta 8 anos meta 12 anos Empresas terceirizadas e empresas sindicalizadas sem sistemas de qualidade Capacitar todas as atuantes nas capitais. Exigir das empresas terceirizadas implementação do gerenciamento dos resíduos nas capitais. Capacitar todas as atuantes nas cidades acima de 300 mil hab. Exigir das empresas terceirizadas implementação do gerenciamento dos resíduos nas cidades acima de 300 mil hab. Capacitar todas as atuantes nas cidades acima de 100 mil hab. Exigir das empresas terceirizadas implementação do gerenciamento dos resíduos nas cidades acima de 100 mil hab.

8 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL VISÃO DO FUTURO Metas precisam ser claras, para se tornarem atingíveis Foco meta 4 anos meta 8 anos meta 12 anos Administrações públicas Implantar Cadastro de Transportadores em todas as capitais Implantar Áreas de Triagem e Transbordo e Aterros, licenciados, em todas as capitais Incorporação da responsabilidade ambiental na prática licitatória das capitais. Implantar Áreas de Reciclagem em todas as capitais. Implantar Cadastro Transp., ATTs e Aterros, licenciados, em todas as cidades acima de 300 mil hab. Incorporação da responsabilidade ambiental na prática licitatória destas cidades. Implantar Áreas Reciclagem em todas as cidades acima 300mil hab Implantar Cadastro Transp., ATTs e Aterros, licenciados, em todas as cidades acima de 100 mil hab. Incorporação da responsabilidade ambiental na prática licitatória destas cidades.

9 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL O Chamamento Público a parcerias pode ser um forte instrumento para a efetivação de metas Bota fora ilegal em Piracicaba Nada impede que o setor faça chamamentos para oferta de áreas receptoras de resíduos que garantam cumprimento das metas X Reciclagem em Americana e Guarulhos

10 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Diretrizes das Normas manejo de Resíduos da Construção e Resíduos Volumosos ABNT - NBR / 2004 ÁREAS DE TRIAGEM E TRANSBORDO Diretriz central: segregação obrigatória de todos os resíduos, nas classes A, B, C e D ABNT - NBR / 2004 ATERROS DE RESÍDUOS CLASSE A Diretriz central: empreendimentos devem permitir o uso das áreas conformadas ou o uso futuro dos resíduos reservados ABNT - NBR / 2004 ÁREAS DE RECICLAGEM DE RESIDUOS CLASSE A Diretriz central: controle das emissões no processo e da qualidade dos produtos

11 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL VISÃO DO FUTURO Metas precisam ser claras, para se tornarem atingíveis Foco meta 4 anos meta 8 anos meta 12 anos Fornecedores em geral Estabelecimento da Logística Reversa para todos os resíduos mais problemáticos, nas capitais de Estado Estabelecimento da Logística Reversa para todos os resíduos mais problemáticos, nas cidades com população acima de 300 mil habitantes. Estabelecimento da Logística Reversa para todos os resíduos mais problemáticos, nas cidades com população acima de 100 mil habitantes. As construtoras, sendo em grande parte montadoras, tem o Poder e o Dever, respaldados na Política Nacional de Resíduos Sólidos que está por ser estabelecida, de exigir o compartilhamento de responsabilidades nela previsto

12 PROGRAMA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL GRATO

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