Questionário - Proficiência Clínica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Questionário - Proficiência Clínica"

Transcrição

1 Tema Elaborador Texto Introdutório MARCADORES TUMORAIS CIRCULANTES USOS E LIMITAÇÕES Adagmar Andriolo. Médico Patologista Clínico, Professor Livre Docente de Patologia Clínica do Departamento de Medicina - EPM / UNIFESP. Na população em geral, excluídas as mortes violentas, câncer é a primeira causa de morte, atingindo percentual de 24% dos óbitos, seguida por doença cardiovascular, com 22%. Graças aos progressos em saneamento básico e uso de antibióticos, as doenças infecciosas somam apenas 5% das mortes. Assim como ocorre em outras doenças, a prevenção, tanto primária quanto secundária, e a detecção precoce, aliadas à terapêutica efetiva, se constituem em recursos poderosos para a redução da morbidade e da mortalidade dos processos neoplásicos. Não existe um marcador tumoral perfeito, que seria específico para um determinado tipo de neoplasia e sensível para detectar precocemente a doença. Por esta razão, a capacidade diagnóstica primária dos marcadores tumorais é muito limitada. A grande maioria deles é útil no acompanhamento terapêutico e no diagnóstico da recorrência. Entende-se por Marcador Tumoral Circulante qualquer substância presente no sangue ou em outro fluido biológico, produzida pelo tumor ou pelo organismo, em resposta à presença do tumor. Enzimas ou isoenzimas podem ser utilizadas como marcadores tumorais. Elevações da atividade total ou variações no padrão de distribuição das diferentes isoformas podem ser indicativas da presença de tumor. Este tipo de marcador possui baixa especificidade, sendo o antígeno prostático específico uma exceção importante. Hormônios também podem ser utilizados como marcadores tumorais, por produção aumentada pelo tecido endócrino produtor ou pela produção ectópica, pelo tumor. Estas formas podem ser exemplificadas pelo hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) produzido pelo tumor da hipófise e, ectopicamente, pelo tumor de células pequenas do pulmão. Alguns marcadores são substâncias presentes na fase embrionária, mas ausentes no indivíduo adulto. São os antígenos oncofetais, como o antígeno carcinoembriônico e a alfa-fetoproteína. Algumas substâncias presentes em pequena quantidade na superfície das células normais, como CA 125, CA 15-3 e CA 19-9 podem ser utilizadas como marcadores tumorais por serem produzidas em grande quantidade pelas células neoplásicas. Em geral, estes marcadores possuem maiores sensibilidade e especificidade do que os antígenos oncofetais. Antígeno carcinoembriônico (CEA) O CEA pode estar elevado em diversas neoplasias, sobretudo nas do trato gastrointestinal, colorretal e pâncreas, mas também em câncer de pulmão, ovário, mama e útero. Níveis elevados também podem ser observados em doenças não neoplásicas, como cirrose hepática, enfisema pulmonar, doença inflamatória intestinal. Na população normal o limite de referência é até 3 mg/l para não-fumantes e até 5 mg/l para fumantes. Devido à elevação do CEA em doenças benignas e à ocorrência de tumores malignos que não produzem este antígeno, este marcador não deve ser utilizado para o diagnóstico primário. No câncer de mama, a elevação se associa com doença metastática, enquanto que doença em estado inicial ou localizada não apresenta elevação significativa. Assim sendo, o CEA é mais útil na monitorização da eficiência da terapêutica do câncer metastático e como marcador do aparecimento de metástases ósseas e pulmonares. Alfa-fetoproteína (AFP) Alfa-fetoproteína é uma proteína oncofetal, produzida em grandes quantidades durante a fase embrionária e cuja síntese se reduz rapidamente após o nascimento, atingindo os níveis do adulto após 18 meses de idade. Tem sido utilizada como marcador, em especial para tumores hepáticos, estando elevada em cerca de 80% dos tumores sintomáticos. Embora não seja específica para este tipo de neoplasia, uma vez que também se eleva na presença de tumores de testículo e coriocarcinoma, tem sido utilizada como importante ferramenta de triagem em indivíduos com risco elevado, ou seja, em portadores crônicos dos vírus das hepatites B ou C. Pode ser útil no diagnóstico diferencial entre lesões primárias ou secundárias do fígado, uma vez que valores muito elevados, superiores 1000 ng/ml, são indicativos de neoplasia primária. A dosagem combinada de alfa-fetoproteína e fração beta da gonadotrofina coriônica é útil na classificação e estadiamento dos tumores de células germinativas. Ambas estão elevadas em tumores embrionários, sendo que a alfa-fetoproteína está elevada em tumores de saco vitelínico e a gonadotrofina coriônica no coriocarcinoma. Durante a gravidez ocorre elevação, atingindo pico de, aproximadamente 500 ng/ml no terceiro trimestre. CA 125 O antígeno CA 125 é produzido por tecidos derivados do epitélio celômico e está associado às neoplasias epiteliais, especialmente o câncer de ovário. A maior indicação clínica é avaliar a resposta ao tratamento. A dosagem pré-operatória pode ser útil no sentido de predizer se massas pélvicas são benignas ou malignas. Não deve ser utilizado como triagem, pois apenas 50% das pacientes com neoplasia no estado I apresentam níveis elevados. Concentrações elevadas também são encontradas em mulheres com endometriose. Página 1 de 6

2 Outras doenças, benignas ou malignas, com envolvimento de serosas, tais como outros tumores da cavidade abdominal, doenças inflamatórias ou infecciosas na pleura ou no peritônio podem causar elevações não específicas. Uma característica significativa é que a elevação pode ocorrer de 2 a 12 meses antes de qualquer evidência clínica de recorrência. CA 19-9 CA 19-9 é um antígeno relacionado a tumores do trato gastrintestinal. As sensibilidade e especificidade diagnósticas variam de acordo com a localização do tumor, alcançando níveis de 87% e 94%, respectivamente, no câncer do pâncreas. No câncer colorretal, sua determinação deve ser realizada em associação com a do antígeno carcinoembriônico. Cerca de 10% das neoplasias do trato gastrintestinal cursam com níveis elevados de CA Níveis pouco aumentados são associados à doenças benignas do trato digestivo, tais como pancreatite e colecistite. CA 15-3 CA 15-3 é uma proteína de alto peso molecular, expressa por células do carcinoma da mama. É mais sensível do que o antígeno carcinoembriônico, especialmente em pacientes com metástases regionais ou à distância. Assim como outros marcadores, não é específico para o câncer da mama, podendo estar elevado em doenças hepáticas e tumores de ovário, pulmões e pâncreas. Sua determinação não se aplica para triagem, sendo utilizado na monitoração do tratamento e seguimento das pacientes, com a finalidade de detecção precoce de recidivas. CA CA também não tem sensibilidade e especificidade suficientes para ser utilizado como teste diagnóstico para câncer de mama. Sua indicação fica limitada ao seguimento de pacientes já diagnosticados, mas a maior vantagem é possibilitar a detecção precoce de recorrências, sendo considerado melhor do que o CA 15-3 para esta finalidade. Antígeno Prostático Específico (PSA) Inicialmente, considerou-se que o PSA fosse específico do tecido prostático, mas com metodologias mais sensíveis e estudos imunohistoquímicos, ficou evidente sua presença em outros tecidos, como glândulas anais, periuretrais, mamarias, salivares, pancreáticas e nos demais líquidos corporais além do soro, como leite, líquido amniótico e urina. Não há nenhuma indicação clínica para a dosagem de PSA em soros de mulheres. O PSA circula no soro em duas formas: livre e complexado. No indivíduo normal, de 85% a 90% do PSA total estão complexados com proteínas inibidoras de proteases, principalmente alfa-1-antiquimiotripsina e, em menor quantidade, com alfa-1-antitripsina. Os 10% a 15% restantes são livres. Uma quantidade não mensurável pelos métodos habituais circula complexada à alfa-2-macroglobulina. Valores elevados de PSA total podem ser observados em várias condições, além do câncer da próstata. Em alguns pacientes portadores de hipertrofia benigna da próstata, hipismo e o uso de bicicleta, mesmo ergométrica, podem causar elevações significativas de PSA, devendo ser respeitado um intervalo de, pelo menos, duas semanas entre estas atividades e a coleta de sangue para o exame. Densidade do PSA é o cálculo da relação entre o valor numérico da concentração sérica do PSA total e o valor numérico do volume prostático, avaliado por ultra-som transretal. Velocidade do PSA consiste na medida da variação da concentração do PSA total num intervalo de tempo. É útil na avaliação de doença residual em pacientes submetidos à prostatectomia. A relação entre PSA livre e PSA total pode ser útil quando o PSA total estiver entre 4,0 e 10 ng/ml. Não há um valor de referência para o PSA total que possa ser aplicado a todos os indivíduos. O resultado deve ser interpretado considerando-se vários fatores, como a idade do paciente, história clínica pessoal e familiar, volume prostático, uso de medicação, entre outros. Como regra geral, considera-se adequado um valor abaixo de 2,5 ng/ml para pacientes não submetidos a procedimentos cirúrgicos ou em tratamento específico. A dosagem da fração do PSA ligado à alfa-1-antiquimiotripsina, identificado como PSA complexado, foi sugerida como melhor parâmetro diferencial entre neoplasia e hiperplasia benigna da próstata, mas até o momento, as evidências têm demonstrado que sua eficiência diagnóstica é semelhante à obtida pela relação do PSA livre sobre o PSA total. As possíveis vantagens seriam a maior estabilidade in vivo desta fração do PSA e a menor interferência da manipulação prostática sobre seus níveis circulantes. Calcitonina Calcitonina é um polipeptídio com peso molecular aproximado de 3400 Da, produzido pelas células C da glândula tiróide, com ação no metabolismo do cálcio, sendo antagonista do paratormônio. Níveis elevados estão associados com câncer medular de tiróide, existindo boa correlação entre a concentração no soro, o volume do tumor e a presença de metástases. Outras neoplasias, como de pulmão, mama, rim e fígado, assim como na síndrome carcinóide, podem se acompanhar de elevações significativas. Página 2 de 6

3 Gonadotrofina coriônica, fração beta (βhcg) Gonadotrofina coriônica é uma glicoproteína com peso molecular de 45 kda, sintetizada pelas células do sinciciotrofoblasto da placenta. Além da gravidez normal, concentração elevada é encontrada em doenças do tecido trofoblástico e em tumores de células germinativas, principalmente no carcinoma testicular não seminomatoso. É indicada a dosagem de gonadotrofina coriônica em associação com a alfa-fetoproteína. Outras neoplasias como de mama, trato gastrintestinal, pulmão e ovário podem apresentar elevações menos significativas de gonadotrofina coriônica. CYFRA 21-1 Citoqueratinas são proteínas estruturais que compõem as subunidades dos filamentos epiteliais intermediários. Estão descritos, até o momento, vinte diferentes polipeptídios de citoqueratina sendo que o CYFRA 21-1 corresponde ao fragmento de número 19 e possui peso molecular aproximado de 30 kda. A principal indicação da dosagem deste marcador é a monitoração da resposta terapêutica do paciente com câncer de pulmão, especificamente os não de células pequenas. Como ocorre com outros marcadores, a redução da concentração após a cirurgia é forte indicativo de remoção total do tumor. A progressão ou recidiva da doença, na maioria das vezes, é demonstrada precocemente pela elevação da concentração do marcador, que antecede as manifestações clínicas e os achados dos exames de imagem. Este marcador pode ser utilizado, também, para o seguimento de pacientes com câncer de bexiga. Algumas doenças não neoplásicas do pulmão, como pneumonia e tuberculose e doenças intersticiais pulmonares podem fornecer resultados significativamente elevados. O intervalo de referência é até 3,3 ng/ml de soro e valores discretamente elevados, em geral, abaixo de 10 ng/ml, podem ser encontrados em pacientes com hepatopatias e insuficiência renal crônica. Enolase neurônio-específica NSE Sob a denominação de enolase, reúnem-se diferentes isoformas de uma enzima com peso molecular aproximado de 80 kda, presente em vários tecidos, tais como musculaturas cardíaca e esquelética e tecido nervoso. As isoformas αγ e γγ são denominadas enolase neurônio específicas por se encontrarem em elevada concentração em neurônios e em células de origem neuro-endócrina. A dosagem no soro tem sido utilizada como marcador para tumores brônquicos de células pequenas por apresentar boa correlação com o estádio clínico. A sensibilidade diagnóstica é da ordem de 93% e o valor preditivo positivo é de 92%. Este marcador pode ser utilizado como indicador de prognóstico da doença durante o tratamento, sendo que de 80 a 96% dos pacientes em remissão mantém a concentração dentro dos intervalos de referência. Proteína de membrana nuclear (Nuclear Membrane Protein NMP-22) Diferentemente dos marcadores anteriormente descritos, a pesquisa ou dosagem dos marcadores relacionados ao câncer de bexiga não são realizadas no soro, mas na urina. O NMP-22 quantifica o aparelho mitótico nuclear, cuja matriz é super expressada pelas células tumorais da bexiga e liberada na urina. Estudos clínicos têm evidenciado que, quando o teste é realizado 6 a 40 dias após a cirurgia, níveis elevados são capazes de predizer a recorrência do processo neoplásico em cerca de 70% dos pacientes enquanto níveis dentro do intervalo de referência são observados em 86% dos indivíduos que não apresentarão recorrência no seguimento. Antígeno tumoral associado ao tumor de bexiga (Tumor Associated Antigen BTA STAT) O antígeno associado aos tumores de bexiga denominado BTA STAT corresponde ao fator H do complemento ou a proteínas a ele relacionadas. O fator H participa da ativação do complemento pela via alternativa, protegendo o organismo de danos celulares. Níveis elevados têm sido observados em tumores vesicais. O teste é um ensaio cromatográfico e fornece resultado semi-quantitativo do fator H e das proteínas relacionadas, possuindo sensibilidade geral da ordem de 60% a 90%, para tumores superficiais e invasivos, respectivamente. A especificidade é de 72%. Antígeno tumoral associado ao tumor de bexiga (Tumor Associated Antigen BTA TRAK) Este teste detecta os mesmos antígenos que o BTA STAT, mas por um ensaio imunoenzimático quantitativo. A sensibilidade é entre 70% e 90% e a especificidade entre 50% e 60%. Também neste teste são encontradas elevadas taxas de resultados falso-positivos em pacientes com doenças genito-urinárias não neoplásicas. O valor de corte é de 14,0 U/mL. Página 3 de 6

4 Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Questão 6 Questão 7 Questão 8 Considerando os processos neoplásicos, em que consiste prevenção primária? 1. É a realização de testes de triagem na população geral; 2. É a implantação de hábitos e comportamento que reduzam a chance de aparecimento da doença; 3. É a realização de testes de triagem em populações de risco aumentado; 4. É a detecção precoce da doença. Considerando os processos neoplásicos, em que consiste prevenção secundária? 1. É a realização de testes de triagem na população geral; 2. É a implantação de hábitos e comportamento que reduzam a chance de aparecimento da doença; 3. É a realização de testes de triagem em populações de risco aumentado; 4. É a detecção precoce da doença. Qual o conceito amplo de marcador tumoral bioquímico? 1. São enzimas cuja atividade está elevada pela produção do tecido tumoral; 2. São hormônios cuja produção está rebaixada por inibição tumoral; 3. São substâncias cujas concentrações se alteram pela presença do tumor; 4. São proteínas altamente glicadas normalmente ausentes do organismo. Quais são as duas melhores indicações para a dosagem de marcadores tumorais bioquímicos? 1. Diagnóstico precoce e prevenção primária; 2. Monitorização do efeito da terapia e detecção precoce de recorrência; 3. Prevenção primária e prevenção secundária; 4. Definição do tratamento e detecção precoce de recorrência. Qual a utilidade da dosagem de CEA na avaliação pré-operatória de um paciente com lesão na porção distal do intestino grosso? 1. Alertar o cirurgião sobre o risco de existência de processo neoplásico; 2. Excluir a existência de processo neoplásico; 3. Contraindicar a realização da cirurgia; 4. Confirmar a presença de câncer. Porque existe indicação da dosagem de alfa-fetoproteína em pacientes com hepatite C crônica? 1. Porque a alfa-fetoproteína pode ser utilizada como instrumento de triagem para câncer pancreático; 2. Porque a alfa-fetoproteína possui elevado valor preditivo positivo para hepatite C crônica; 3. Porque pacientes com hepatite C crônica tem risco aumentado de desenvolver hepatocarcinoma; 4. Porque a alfa-fetoproteína possui elevado valor preditivo negativo para hepatite C crônica. São causas comuns e não neoplásicas de elevação de alfa-fetoproteína no soro: 1. Gravidez e cirrose hepática; 2. Diverticulite e gravidez; 3. Cirrose hepática e calculose vesical; 4. Pancreatite e calculose urinária. Qual a utilidade da dosagem de CA 125 na avaliação pré operatória de uma paciente que apresenta, ao ultrassom, uma massa formação anômala no ovário? 1. Excluir a existência de processo neoplásico; 2. Contraindicar a realização da cirurgia; 3. Confirmar a presença de câncer; 4. Alertar o cirurgião sobre o risco de existência de processo neoplásico. Página 4 de 6

5 Questão 9 Questão 10 Questão 11 Questão 12 Questão 13 Questão 14 Questão 15 Uma paciente que foi tratada de câncer de mama nunca apresentou valores elevados do CA Qual marcador tumoral circulante pode ser utilizado para a monitorização com a preocupação de detecção precoce de recorrência? 1. Alfa-fetoproteína; 2. Antígeno carcinoembriônico; 3. CA 27-29; 4. CA Qual é o valor que deve ser considerado como o limite superior do intervalo de referência para o antígeno prostático específico total (PSA)? Por quê? 1. 4 ng/ml, porque praticamente não ocorre câncer de próstata com PSA abaixo deste valor; 2. 2,5 ng/ml, porque o método de dosagem não tem sensibilidade adequada abaixo deste valor; 3. 4 ng/ml, porque o método de dosagem não tem especificidade adequada abaixo deste valor; 4. Não há um valor que possa ser utilizado para todos os pacientes porque a interpretação depende de outras informações. Quais são as potenciais vantagens da dosagem do antígeno prostático específico ligado à alfa-1- antiquimiotripsina? 1. Relação custo/benefício é melhor; 2. A estabilidade do PSA complexado é maior do que a do PSA livre; 3. O método de dosagem tem maior precisão; 4. O método de dosagem tem maior exatidão. Níveis elevados de calcitonina estão principalmente relacionados com processos neoplásicos de qual glândula? 1. Adrenal; 2. Hipófise; 3. Pâncreas; 4. Tiróide. Em relação à amostra a ser analisada, qual é a diferença, ou a igualdade, entre os marcadores tumorais antígeno prostático específico o (PSA) e antígeno associado ao tumor de bexiga (BTA)? 1. PSA e BTA podem ser dosados no soro; 2. PSA não pode ser dosado na urina e o BTA só pode ser dosado na urina ; 3. PSA só pode ser dosado no soro e BTA só pode ser dosado na urina; 4. PSA pode ser dosado em outros líquidos biológicos e BTA apenas na urina. Qual é a principal utilidade da dosagem do marcador NMP-22? 1. Para o diagnóstico de câncer renal; 2. Para o diagnóstico de câncer vesical; 3. Para monitorar o tratamento de câncer vesical; 4. Como auxiliar no diagnóstico precoce de recidiva de câncer vesical. Quais as principais limitações do uso dos marcadores tumorais para o câncer de bexiga? 1. Concentração de antígenos em níveis muito baixos; 2. Elevada taxa de resultados falso positivos; 3. Elevada taxa de resultados falso negativos; 4. Insuficiência renal fornece resultados falso positivos. Página 5 de 6

6 Referências Bibliográficas: Baker, R.H. - Breast cancer demonstration project: 5 years summary report. CA, 32: , Bates, S.E. - Clinical applications of serum tumor markers. Ann Intern Med, 115: , Diamandis, E.P. et al. - Tumor Markers. Physiology, Pathobiology, Technology, and Clinical Applications. AACC Press, Andriolo, A. Marcadores tumorais circulantes. In Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Adagmar Andriolo. Editora Manole, 2ª Edição, 2008, pp Página 6 de 6

MARCADORES TUMORAIS EM DESTAQUE

MARCADORES TUMORAIS EM DESTAQUE Adriana Helena Sedrez Farmacêutica Bioquímica Especialista em Microbiologia Clínica pela PUC-PR Coordenadora do setor de Hematologia Clínica, responsável pelo Atendimento ao Cliente e gerente de Recursos

Leia mais

nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Laboratório de apoio e terceirização de exames

nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Laboratório de apoio e terceirização de exames nº 04 Janeiro / 2005 Marcadores tumorais bioquímicos Substâncias encontradas em tumores, sangue, urina, líquor ou tecidos, os marcadores tumorais são importantes na identificação de neoplasias. Dependendo

Leia mais

USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER. Orientadora, docente do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG

USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER. Orientadora, docente do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER Gyzelly Gondim de Oliveira 1 ; Cristiane Alves da Fonseca 2 1 Graduanda do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG

Leia mais

Marcadores tumorais. Carla Almeida Setembro 2010

Marcadores tumorais. Carla Almeida Setembro 2010 Marcadores tumorais Carla Almeida Setembro 2010 Marcadores tumorais Marcadores tumorais Marcadores Tumorais são substâncias que podem ser encontradas em quantidades acima do normal no sangue, urina ou

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. 41 o CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA LABORATORIAL SALVADOR - BA MARCADORES TUMORAIS CIRCULANTES adagmar.andriolo@fleury.com.br 05 de setembro de 2007

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO GUIA PET-CT TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

Interpretação de exames laboratoriais Lactato desidrogenase (LDH)

Interpretação de exames laboratoriais Lactato desidrogenase (LDH) Interpretação de exames laboratoriais Lactato desidrogenase (LDH) Nathália Krishna O que é? NAD+ está presente em quantidades somente catalíticas na célula e é um cofator essencial para a glicólise,dessa

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÉCNICAS Citologia Histologia Imunohistoquímica Citometria Biologia molecular

Leia mais

CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER

CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER Próstata Sobre o Câncer Sintomas Diagnóstico e exame Tratamento Recomendações O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS METÁSTASES HEPÁTICAS Carcinoma Metastático do Fígado METÁSTASES HEPÁTICAS Neoplasia primeira

Leia mais

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento Neoplasias 2 Adriano de Carvalho Nascimento Biologia tumoral Carcinogênese História natural do câncer Aspectos clínicos dos tumores Biologia tumoral Carcinogênese (bases moleculares do câncer): Dano genético

Leia mais

Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Mensagem Química: Hormônios Os hormônios são substâncias químicas liberadas na corrente sanguínea

Leia mais

PSA - TOTAL CÂNCER DE PRÓSTATA

PSA - TOTAL CÂNCER DE PRÓSTATA PSA - TOTAL CÂNCER DE PRÓSTATA CBHPM 4.07.12.14-1 AMB 28.06.251-5/99 Sinonímia: PSA = Prostate-specific Antigen. Antígeno Prostático Específico total.. PSA total. PSA EQM. PSA Equimolar. PSA total imunologicamente

Leia mais

FRAÇÕES DO PSA IMUNO-DETERMINÁVEIS:

FRAÇÕES DO PSA IMUNO-DETERMINÁVEIS: PSA - LIVRE E TOTAL PSA - COMPLEXADO CBHPM 4.07.12.14-1 AMB 28.06.251-5/99 CBHPM 4.07.12.15-0 Sinonímia: tpsa. PSA total. PSA EQM. PSA Equimolar. PSA total imunologicamente detectável. fpsa. PSA livre.

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015 Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas.

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Fisiologia Animal Excreção Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Sistema urinario Reabsorção de açucar, Glicose, sais, água. Regula volume sangue ADH: produzido pela

Leia mais

ÇÃO O DE EXAMES LABORATORIAIS

ÇÃO O DE EXAMES LABORATORIAIS INTERPRETAÇÃ ÇÃO O DE EXAMES LABORATORIAIS TRANSAMINASES HEPÁTICAS (TGO/TGP) Everton José Moreira Rodrigues Transaminases: enzimas que catalisam a transferência de um grupo alfa-amino de um aminoácido

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Diagnóstico de endometriose

Diagnóstico de endometriose Diagnóstico de endometriose Endometriose se caracteriza pelo achado de glândulas e/ou estroma endometrial em locais anormais. Acomete aproximadamente 15% das mulheres em idade fértil tornando-se uma doença

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

MARCADORES CARDÍACOS

MARCADORES CARDÍACOS Maria Alice Vieira Willrich, MSc Farmacêutica Bioquímica Mestre em Análises Clínicas pela Universidade de São Paulo Diretora técnica do A Síndrome Coronariana Aguda MARCADORES CARDÍACOS A síndrome coronariana

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS DOENÇAS DA PRÓSTATA Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho de uma noz, e se localiza abaixo da bexiga, envolvendo a uretra masculina.

Leia mais

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS Pedro Cordeiro de Sá Filho Videoendoscopia Ginecológica Retorno as atividades Tempo cirúrgico Complicações Custos Cirurgia convencional X Videolaparoscopia Estética Pós-operatório

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

TEMA: Abiraterona (Zytiga ) para tratamento de câncer de próstata avançado sem quimioterapia prévia.

TEMA: Abiraterona (Zytiga ) para tratamento de câncer de próstata avançado sem quimioterapia prévia. NTRR 158/2014 Solicitante: Juíz: Dra. Solange Maria de Lima Oliveira Juiza da 1ª Vara Cível de Itaúna. Data: 04/07/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0338.14.006.873-9

Leia mais

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES TUMORES Tumores, também chamados de neoplasmas, ou neoplasias, são alterações celulares que provocam o aumento anormal dos tecidos corporais envolvidos. BENIGNO: são considerados benignos quando são bem

Leia mais

O que é o câncer de mama?

O que é o câncer de mama? O que é o câncer de mama? As células do corpo normalmente se dividem de forma controlada. Novas células são formadas para substituir células velhas ou que sofreram danos. No entanto, às vezes, quando células

Leia mais

Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira

Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira Qual é o papel da ressecção ou da radiocirurgia em pacientes com múltiplas metástases? Janio Nogueira METÁSTASES CEREBRAIS INTRODUÇÃO O SIMPLES DIAGNÓSTICO DE METÁSTASE CEREBRAL JÁ PREDIZ UM POBRE PROGNÓSTICO.

Leia mais

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA PARECER Nº 2422/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 11/2013 PROTOCOLO N. º 10115/2013 ASSUNTO: CRITÉRIOS DE ALTA DE SERVIÇOS DE CANCEROLOGIA PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Câncer urológico

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente

Leia mais

CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES

CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES CÂNCER DE PULMÃO: TUMORES CARCINÓIDES Escrito por: Dr. Carlos Augusto Sousa de Oliveira 01. INTRODUÇÃO Os tumores carcinóides são incluídos em um grupo maior de neoplasias, os carcinomas neuroendócrinos

Leia mais

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina MATEC ENGENHARIA ENTREGA O MAIOR LABORATORIO PARA PESQUISA DE CÂNCER DA AMÉRICA LATINA Qui, 14/04/11-11h00 SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina Instituto do Câncer também

Leia mais

Fibrose Cística. Triagem Neonatal

Fibrose Cística. Triagem Neonatal Fibrose Cística Triagem Neonatal Fibrose cística Doença hereditária autossômica e recessiva, mais frequente na população branca; Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo principalmente os

Leia mais

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014 Fabio Kater Multivitaminas na prevenção do câncer de mama, próstata e pulmão: caso fechado! Revisão da literatura para tipos específicos de câncer

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CANCEROLOGIA 21. O melhor esquema terapêutico para pacientes com neoplasia maligna de bexiga, os quais são clinicamente inelegíveis para cirurgia radical, é: a) Ressecção

Leia mais

Autor. Revisão Técnica. Durval Alex Gomes e Costa

Autor. Revisão Técnica. Durval Alex Gomes e Costa Apresentação A estrutura do Guia de Interpretação de Exames, em que cada capítulo aborda um exame diferente, foi concebida para ser uma alternativa à literatura especializada na melhor interpretação possível

Leia mais

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar: A cirurgia endovascular agrupa uma variedade de técnicas minimamente invasivas mediante as quais CIRURGIA ENDOVASCULAR = CIRURGIA SEM CORTES! Técnicas Minimamente Invasivas As técnicas de cirurgia endovascular

Leia mais

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Câncer Anaplásico de Tireóide INTRODUÇÃO Prognóstico => 6 meses após diagnóstico 1,7% dos cânceres da tireóide Incidência caindo:

Leia mais

NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL

NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 NEOPLASIA DE CÓLON: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E TAXA DE MORTALIDADE NO PERÍODO DE 1998 A 2010 NO BRASIL Camila Forestiero 1 ;Jaqueline Tanaka 2 ; Ivan

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS CINÉTICA DO FERRO Danni Wanderson Introdução A importância do ferro em nosso organismo está ligado desde as funções imune, até as inúmeras funções fisiológicas, como

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins DOENÇAS DA PRÓSTATA P/ Edison Flávio Martins PRÓSTATA NORMAL Peso: 15 a 20 gr Localização: Abaixo da bexiga Atravessada pela uretra Função: Reprodutiva DOENÇAS DA PRÓSTATA Infecção: Prostatite aguda e

Leia mais

Procedimentos Novos no Rol em Consulta Pública - termos técnicos e traduções

Procedimentos Novos no Rol em Consulta Pública - termos técnicos e traduções Procedimentos Novos no Rol em Consulta Pública - termos técnicos e traduções 1 CONSULTA COM FISIOTERAPEUTA consulta realizada com fisioterapeuta para diagnosticar as alterações do desempenho funcional,

Leia mais

ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A

ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A IMUNOEXPRESSÃO DO PCNA, KI-67 E CICLINA B1 SPÍNDULA FILHO, José Vieira de ;

Leia mais

Iniciação. Angiogênese. Metástase

Iniciação. Angiogênese. Metástase Imunidade contra tumores Câncer Cancro, tumor, neoplasia, carcinoma Características: Capacidade de proliferação Capacidade de invasão dos tecidos Capacidade de evasão da resposta imune Câncer Transformação

Leia mais

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição

Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Tumor carcinoide de duodeno: um tumor raro em local incomum. Série de casos de uma única instituição Jaques Waisberg- Orientador do Programa de Pós Graduação do Instituto de Assistência Médica ao Servidor

Leia mais

Imuno-histoquímica - aplicações

Imuno-histoquímica - aplicações Imuno-histoquímica - aplicações diagnóstico diferencial entre neoplasias indiferenciadas pela histopatologia - casos nos quais a morfologia não permite conclusão da diferenciação do tumor Ex.: carcinoma

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

Câncer de próstata. O que você deve saber. Marco A. Fortes HNMD

Câncer de próstata. O que você deve saber. Marco A. Fortes HNMD Câncer de próstata O que você deve saber Marco A. Fortes HNMD Incidência do câncer em homens no Brasil em 1999 Localização Homens % Pele 19500 15,0 Pulmão 14800 11,6 Próstata 14500 11,4 Estômago 13600

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 36. Recomendação Final

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 36. Recomendação Final DOSAGEM DO ANTÍGENO CA125 PARA ACOMPANHAMENTO DE TRATAMENTO E SEGUIMENTO PÓS-TRATAMENTO DE NEOPLASIA MALIGNA EPITELIAL DE OVÁRIO Demandante: Departamento de Atenção Especializada/Secretaria de Atenção

Leia mais

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos.

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos. Doação de órgãos A doação de órgãos é um ato de caridade e amor ao próximo. A cada ano, muitas vidas são salvas por esse gesto altruísta. A conscientização da população sobre a importância da doação de

Leia mais

MARCADORES TUMORAIS. AUTOR: PROF. DR. PAULO CESAR NAOUM Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP, Brasil 2014

MARCADORES TUMORAIS. AUTOR: PROF. DR. PAULO CESAR NAOUM Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP, Brasil 2014 MARCADORES TUMORAIS AUTOR: PROF. DR. PAULO CESAR NAOUM Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP, Brasil 2014 O QUE SÃO MARCADORES TUMORAIS(MT) SÃO SUBSTÂNCIAS PRODUZIDAS POR TECIDOS

Leia mais

EXAME DA FUNÇÃO HEPÁTICA NA MEDICINA VETERINÁRIA

EXAME DA FUNÇÃO HEPÁTICA NA MEDICINA VETERINÁRIA EXAME DA FUNÇÃO HEPÁTICA NA MEDICINA VETERINÁRIA GOMES, André PARRA, Brenda Silvia FRANCO, Fernanda de Oliveira BASILE, Laís JOSÉ, Luana Trombini ROMERO, Vinícius Lovizutto Acadêmicos da Associação Cultural

Leia mais

VI Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia 2012 Pólipos de Vesícula Biliar Diagnóstico e Conduta

VI Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia 2012 Pólipos de Vesícula Biliar Diagnóstico e Conduta VI Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia 2012 Pólipos de Vesícula Biliar Diagnóstico e Conduta Júlio Coelho Universidade Federal do Paraná Pólipo de Vesícula Biliar Estudos Científicos Ausência

Leia mais

Denominação geral dos tumores

Denominação geral dos tumores Imunologia dos tumores Denominação geral dos tumores Carcinomas - derivados de células epiteliais (rim, fígado, epitélio gastro-intestinal) Sarcomas - originários de fibroblastos, células musculares e

Leia mais

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: SISTEMA ENDOCRINO Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Regulação do organismo (homeostase) Hormônios: Substâncias químicas que são produzidas

Leia mais

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias NEOPLASIAS Prof. Dr. Fernando Ananias Neoplasia = princípio básico CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES Comportamento Benigno versus Maligno Crescimento lento rápido Semelhança com O tecido de origem (Diferenciação)

Leia mais

Exercícios. Regras de Seleção e de Modificação

Exercícios. Regras de Seleção e de Modificação Exercícios Regras de Seleção e de Modificação 1 Um só Causa Masc. 54 anos CA pâncreas C25.9 I 2 Princípio Geral Fem. 68 anos Parada respiratória - R09.2 Pneumonia - J18.9 AVC - I64 I 3 Regra de Seleção

Leia mais

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação: Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Organização Pesquisa Médica Variabilidade Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Leia mais

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica

Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Lesões císticas do pâncreas: abordagem diagnóstica e terapêutica Gustavo Rêgo Coêlho (TCBC) Serviço de Cirurgia e Transplante de Fígado Hospital das Clínicas - UFC Tumores Cís+cos do Pâncreas Poucos tópicos

Leia mais

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional Tipos de Diabetes Diabetes Gestacional Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a

Leia mais

As principais causas de diabetes insípidus central são tumores que acometem a região hipotalâmica hipofisária, como por exemplo:

As principais causas de diabetes insípidus central são tumores que acometem a região hipotalâmica hipofisária, como por exemplo: Diabetes insípidus O que é Diabetes insípidus? Diabetes insípidus consiste em um distúrbio de controle da água no organismo, no qual os rins não conseguem reter adequadamente a água que é filtrada. Como

Leia mais

EXAMES PARA DIAGNÓSTICO DE PUBERDADE PRECOCE

EXAMES PARA DIAGNÓSTICO DE PUBERDADE PRECOCE Data: 04/12/2013 NOTA TÉCNICA 242 /2013 Solicitante: Des. Vanessa Verdolim Hudson Andrade Número do processo: 1.0433.13.017726-7/001 Medicamento Material Procedimento Cobertura X EXAMES PARA DIAGNÓSTICO

Leia mais

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO Edmilson Cursino dos Santos Junior (1); Renato Filipe de Andrade (2); Bianca Alves Vieira Bianco (3). 1Fisioterapeuta. Residente em Saúde

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA. Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA. Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como: 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA QUESTÃO 21 Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como: a) Papilomas vesicais. b) Carcinomas epidermóides. c) Carcinomas de células

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

MÉTODOS HORMONAIS. São comprimidos que contêm estrogênio e progestogênio associados.

MÉTODOS HORMONAIS. São comprimidos que contêm estrogênio e progestogênio associados. MÉTODOS HORMONAIS 1 - ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS (PÍLULAS) É o método mais difundido e usado no mundo. As pílulas são consideradas um método reversível muito eficaz e o mais efetivo dos métodos

Leia mais

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Objetivo: Definir a extensão da doença: Estadiamento TNM (American Joint Committee on Cancer ). 1- Avaliação

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode

Leia mais

Aulas teórica s PROFESSOR DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO. Sessão Avaliação ED Supervisão TOTAL

Aulas teórica s PROFESSOR DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO. Sessão Avaliação ED Supervisão TOTAL DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR Aulas teórica s Amb. Sessão Avaliação ED Supervisão TOTAL 13:15 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 24/7/2015 Abdome Agudo

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos PATOLOGIA DA MAMA Ana Cristina Araújo Lemos Freqüência das alterações mamárias em material de biópsia Alteração fibrocística 40% Normal 30% Alterações benignas diversas 13% Câncer 10% Fibroadenoma

Leia mais

Numeração Única: 0112.14.001131-6 TEMA: TAMOXIFENO NO TRATAMENTO ADJUVANTE DO CANCER DE MAMA

Numeração Única: 0112.14.001131-6 TEMA: TAMOXIFENO NO TRATAMENTO ADJUVANTE DO CANCER DE MAMA NT 38/2013 Solicitante: Dra. Renata Abranches Perdigão do JESP da Fazenda Pública de Campo Belo Data: 22/02/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Numeração Única: 0112.14.001131-6 TEMA: TAMOXIFENO

Leia mais

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Gaudencio Barbosa R3 CCP Hospital Universitário Walter Cantídio UFC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Nódulos tiroideanos são comuns afetam 4- a 10% da população (EUA) Pesquisas de autópsias: 37

Leia mais

Seminário Metástases Pulmonares

Seminário Metástases Pulmonares Seminário Metástases Pulmonares Tatiane Cardoso Motta 09/02/2011 CASO CLÍNICO Paciente do sexo feminino, 52 anos, refere que realizou RX de tórax de rotina que evidenciou nódulos pulmonares bilaterais.

Leia mais

Alexandre de Lima Farah

Alexandre de Lima Farah Alexandre de Lima Farah Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

Declaração de Saúde. Nº de Registro da Operadora na ANS 312851. Nº de Registro do Produto: Nome do Declarante:

Declaração de Saúde. Nº de Registro da Operadora na ANS 312851. Nº de Registro do Produto: Nome do Declarante: Declaração de Saúde Nº de Registro da Operadora na ANS 312851 Nº de Registro do Produto: Nome do Declarante: Contratante: Responsável Legal: Beneficiário: Para cada doença ou lesão listada abaixo, o declarante

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina

MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina Orientador: Prof. Dr. Laécio C. Barros Aluna: Marie Mezher S. Pereira ra:096900 DMA - IMECC - UNICAMP 25 de Junho de

Leia mais

Azul. Novembro. cosbem. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata.

Azul. Novembro. cosbem. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata. cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR Novembro Azul Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. NOVEMBRO AZUL Mês de Conscientização,

Leia mais

FISIOLOGIA ENDÓCRINA

FISIOLOGIA ENDÓCRINA EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA ENDÓCRINA 01. Os chamados hormônios trópicos da hipófise são aqueles que estimulam: a) o desenvolvimento e a função de outras glândulas b) a produção e a eliminação

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica

Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica 01 Demências; 02 Depressão; 03 Hipertensão Arterial Sistêmica Primária e Secundária; 04 Infecções

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 DATA SALA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 6/2/2015 102. D 13:15-14:10 Tratamento

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO:

INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: 1) Esta prova é composta por 20 (vinte) questões de múltipla escolha, cada uma valendo 0,5 (meio) ponto. 2) Cada questão apresenta apenas uma resposta correta. Questões rasuradas

Leia mais