Programa de Trabalho para 2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Trabalho para 2011"

Transcrição

1 European Agency for the Management of Operational Cooperation at the External Borders of the Member States of the European Union Programa de Trabalho para 2011 European Agency for the Management of Operational Cooperation at the External Borders of the Member States of the European Union

2 Índice Síntese Parte Geral Introdução Missão Visão Estratégia Abordagem seguida Abordagem orientada para metas Identificação de Programas, Projectos, Produtos e Serviços Programas destinados a viabilizar o planeamento plurianual Análise conjuntural Factores políticos ou relacionados com a UE Factores económicos Clima social e político Avanços tecnológicos relacionados com a gestão das fronteiras Panorâmica da situação nas fronteiras externas em Situação em Panorâmica geral Perspectivas específicas Recomendações da AAR para Principais áreas de acção da FRONTEX e objectivos conexos As metas, elemento-chave do plano de actividades plurianual da Frontex (PPA ) Meta 1: Sensibilização Meta 2: Resposta Meta 3: Interoperabilidade Meta 4: Desempenho Objectivos e Resultados Sistema de Gestão de Desempenho e Hierarquização das Prioridades Indicadores de Desempenho Hierarquização das Prioridades Carteira e programação operacional da Frontex Divisão de Operações Divisão de Reforço das Capacidades Troncos Comuns de Formação /157

3 Actividades de formação como parte dos programas da Divisão de Operações da Frontex Criação e manutenção de redes e cooperação com as partes interessadas Outras actividades Quadro dos Objectivos, Resultados (Projectos/Produtos/Serviços), Indicadores de Desempenho e Recursos Afectados Divisão de Operações Operações Conjuntas Unidade de Análise de Risco Centro de Situação da Frontex Divisão de Reforço das Capacidades Investigação e Desenvolvimento Unidade de Formação Unidade de Recursos Colectivos Divisão de Administração Serviços Administrativos Finanças e Contratos Unidade de Assuntos Jurídicos Direcção e Apoio Executivo Gabinete Operacional da Frontex Relações Externas Planeamento e Controlo Gestão da Qualidade Informação e Transparência Auditoria Interna Anexo 1 Actividades operacionais previstas Anexo 2 - Lista indicativa de prioridades temáticas apontadas pelos Estados-Membros (ordem alfabética) Índice das Figuras Figura 1: Organigrama da Frontex 17 Figura 2 Evolução dos meios financeiros ( ) 18 Figura 3: Evolução do quadro de pessoal ( ) 19 Quadros Quadro 1: Panorama das receitas em Quadro 2: Evolução do quadro de pessoal Quadro 3: Panorama das despesas (por título) em Quadro 4: Despesas administrativas Quadro 5: Despesas operacionais Quadro 6 : Panorama dos recursos ( ) Quadro 7 : Evolução dos recursos financeiros ( /157

4 Quadro 8: Panorama dos recursos financeiros afectados às actividades administrativas Quadro 9 : Panorama dos recursos financeiros afectados às actividades operacionais ( /157

5 Síntese O Programa de Trabalho 1 é o plano operacional da Frontex que serve de quadro de referência na elaboração de relatórios para fins de governação (apreciação e avaliação das actividades operacionais iniciadas e executadas em 2011). Ele propõe e planifica as áreas de acção possíveis para o ano a que respeita. O Programa de Trabalho da Frontex visa também conferir à Agência o mais elevado grau de transparência possível aos olhos dos cidadãos dos Estados- Membros da União Europeia. O Programa de Trabalho é estruturado em torno do Modelo de Funcionamento da Frontex, que assenta em três funções fundamentais: 1. Análise de Risco e Gestão do Conhecimento, 2. Gestão de Operações Conjuntas (incluindo Capacidade de Reacção Operacional), e 3. Reforço das Capacidades. O desempenho destas funções fundamentais é possibilitado pelas contribuições e realizações da Frontex na aplicação do conceito de gestão integrada das fronteiras (GIF). O conceito é executado em estreita cooperação com as autoridades de controlo das fronteiras dos Estados-Membros (EM) e de países terceiros e mediante a prestação de apoio e assistência às estruturas regionais e a cooperação inter-agências. O êxito do Modelo de Funcionamento da Frontex depende não só da disponibilidade e utilização dos recursos humanos, financeiros e técnicos da Frontex, reunidos na estrutura orgânica da Frontex, como também do empenhamento de intervenientes e parceiros externos, como os Estados-Membros, que contribuem para as actividades coordenadas da Frontex. As actividades desenvolvidas pela Frontex foram identificadas como oferta corrente e recorrente de produtos e serviços. Nos próximos anos, essas actividades continuarão a fazer parte da carteira operacional da Frontex. Durante este período, algumas permanecerão inalteradas, enquanto outras sofrerão pequenas adaptações em função da fase do ciclo de vida que tenham alcançado. Além disso e em consonância com a nova estratégia de segurança interna, o enfoque das actividades operacionais da Frontex terá de incluir cada vez mais o combate à criminalidade organizada nas fronteiras externas. 1 Um programa de trabalho é um enunciado das actividades ou medidas necessárias à execução de um plano e visa definir uma linha de acção em função de uma estratégia. 5/157

6 Actividades transversais a várias divisões, bem como actividades numa mesma divisão, foram agrupadas em programas que reflectem uma abordagem a médio prazo. Tal agrupamento permite ajustar a composição anual do programa em causa se isso se revelar necessário, sem alterar o âmbito geral do programa. Esta flexibilidade permite neutralizar as mudanças ocorridas no ambiente operacional da Frontex. Na sua parte geral, o Programa de Trabalho para 2011 reafirma a missão da Frontex, o seu posicionamento estratégico e, ainda, a sua visão. No quadro do Programa de Trabalho anual, as questões são abordadas apenas a nível geral. A Parte Geral prossegue com uma análise conjuntural e uma panorâmica da situação nas fronteiras externas da UE em Esta parte baseia-se sobretudo nas conclusões constantes da Avaliação Anual de Risco de 2010 (AAR 2010) e da Avaliação Semestral de Risco de 2010 (ASR 2010). Na segunda parte do Programa de Trabalho da Frontex para 2011 são abordadas as principais áreas de acção da Agência, desenvolvidas em torno da Sensibilização (Capacidades Analíticas) 2, Resposta (Capacidades Operacionais e Capacidades de Reacção) 3, Interoperabilidade (Adaptação às Necessidades) 4 e Desempenho (Capacidades de Gestão) 5, os quatro eixos estratégicos (metas) da Frontex. A estrutura orgânica da Frontex é reformulada, passando a integrar exclusivamente divisões e unidades, a que é cometida a produção de resultados específicos, vinculados a indicadores de desempenho destinados a facilitar a gestão e a governança. A cada um dos projectos, produtos e serviços corresponde o quadro de recursos humanos e financeiros necessários à execução das actividades conducentes ao resultado previsto no presente documento. Na parte seguinte, a Síntese, resumem-se e focam-se áreas em que, para além das alterações estruturais, se registam alterações em matéria de resultados e em 2 SENSIBILIZAÇÃO considerada como a actualização permanente do estado da situação, com base em informação confidencial (intelligence) e na análise da própria realidade, com vista a avaliar as mudanças, os riscos e as ameaças com possível impacto na segurança das fronteiras externas da UE. 3 RESPOSTA considerada como desempenhando um papel fundamental no desencadeamento de actividades conjuntas e na coordenação de medidas de segurança operacional regulares nas fronteiras, ao nível da UE, com a mais elevada eficácia. Apoiando, deste modo, eficazmente os EM na gestão de situações de emergência e garantindo a segurança nas fronteiras externas da UE. 4 INTEROPERABILIDADE ser o actor central na promoção da harmonização de doutrinas, necessidades, procedimentos operacionais e administrativos e soluções técnicas de apoio a uma gestão eficaz das fronteiras externas da UE. 5 DESEMPENHO aumento da eficiência na utilização de recursos, da melhoria dos processos de trabalho e da consecução de objectivos precisos. 6/157

7 que, consequentemente, se prevêem alterações dos recursos humanos e/ou financeiros. Descrição Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. I. Subvenção comunitária II. Contribuições de Países Schengen Associados (PSA) III. Contribuições do Reino Unido e da Irlanda IV. Contribuições voluntárias dos Estados-Membros p.m. TOTAL V. Receitas consignadas Quadro 1: Panorama das receitas em 2011 Embora o plano plurianual da Frontex previsse genericamente um alargamento do quadro de pessoal em 2011, por força não apenas do aumento do número de actividades cometidas à Agência mas também do alargamento do âmbito de algumas das actividades, a Frontex tem de seguir uma «política de crescimento zero» para Recursos Humanos Variação AT 143 (48 %) 143 (48 %) 0 AC 79 (26 %) 79 (26 %) 0 PND 76 (26 %) 76 (26 %) 0 TOTAL 298 (100 %) (100 %) 0 Quadro 2: Evolução do quadro de pessoal O aumento do número de efectivos em 2010 reporta-se apenas aos efectivos não incluídos no quadro de pessoal previsto no orçamento. O quadro infra mostra a distribuição dos colaboradores adicionais pelas entidades da Frontex AC Total de AC adicionais 7 4 Serviço de Apoio às TIC 1 Assistente ( substituto no Apoio ao Executivo ) 1 Assistente na UAR 1 Assistente nos Serviços da Agência PND 4 Agentes FISO destacados para o FOO 1 PND interino destacado para o projecto FOO Total de PND adicionais 7/157

8 Em conformidade com a política anteriormente referida, estima-se em 281 o ero de efectivos da Agência em 2011, incluindo os quadros superiores. A Frontex prevê que 2011 será um ano de estabilidade em termos de necessidades de recursos financeiros. Nos anos seguintes, espera-se um reforço da estabilização dos recursos financeiros, acompanhado de um acréscimo modesto e ajustado dos recursos humanos, justificado pelo bom funcionamento do Sistema de Gestão de Desempenho. Orçamento (2009). Autorizações 2009 Pagamentos 2009 Orçamento rectificativo n.º 1/2010 Orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Título Título Título Total Quadro 3: Panorama das despesas (por título) em 2011 Devido ao pico previsto sobretudo na prossecução de projectos de base informática em 2011, o rácio entre as despesas administrativas e as despesas operacionais situar-se-á em 38:62. Contudo, conforme foi referido em anos anteriores, existem significativas despesas operacionais "ocultas" incluídas nas despesas administrativas (Título 1). A aplicação do Sistema de Gestão de Desempenho da Frontex fornecerá um panorama mais claro e realista da proporção real entre os custos operacionais e os custos administrativos. Em 2011, a rubrica "Outras despesas administrativas" registará um aumento de aproximadamente 0,4 milhões de euros, dos quais 0,3 milhões de euros serão afectados às despesas acrescidas em matéria de TI. As despesas operacionais representam 62 % do orçamento em O orçamento operacional sofre um decréscimo de 10 % comparativamente ao orçamento rectificativo n.º 1/2010. Contudo, uma utilização mais eficiente dos recursos permitirá aumentar em 11 % quer as actividades operacionais primárias, quer as actividades operacionais secundárias. Em linha com o objectivo estratégico de reforçar a segurança através da gestão das fronteiras, a coordenação reforçada da Frontex apoiará o estabelecimento de 8/157

9 um vínculo mais forte entre a prevenção e luta contra criminalidade e a gestão da migração. Desse modo, utilizar-se-á o pleno potencial do conceito de gestão integrada das fronteiras. Atendendo a que as funções da Frontex abrangem os quatro níveis da estratégia europeia de segurança das fronteiras, em 2011 urgirá em particular prover a um reforço continuado das actividades na esfera do desenvolvimento de relações e laços de cooperação com países terceiros na área da gestão de fronteiras, bem como na das operações de regresso. Serão desenvolvidos esforços especiais na intensificação da cooperação com as autoridades competentes dos países terceiros na região mediterrânica, na África Ocidental, na Ásia Central e no Extremo Oriente será também o ano em que a Frontex, juntamente com os Estados- Membros, participará no desenvolvimento continuado de um «Sistema Europeu de Vigilância de Fronteiras» (Eurosur), em articulação com o qual serão desenvolvidas inúmeras operações de longo prazo nas fronteiras marítimas, terrestres e aéreas. A Frontex promove a segurança nas fronteiras reforçando a cooperação entre os Estados-Membros e, juntamente com os Estados-Membros, prossegue o desenvolvimento de iniciativas regionais de gestão das fronteiras, sobretudo nas fronteiras marítimas meridionais. Será aprofundado o desenvolvimento da rede de Pontos de Contacto Nacionais (PCN) da Frontex, a par de redes específica. A Frontex esforçar-se-á por melhorar as suas capacidades analíticas. Será reforçada a articulação com as redes europeias de Oficiais de Ligação para a imigração (OLI). O Centro de Situação da Frontex (CSF) deverá desenvolver o nível imediatamente superior de maturidade organizacional. Com base nas experiências de anos anteriores, é possível manter o orçamento consignado às Fronteiras Marítimas no nível original de 2010, sem comprometer a eficácia. Apesar de ter sido alcançado um nível elevado de dotações autorizadas para as Fronteiras Marítimas, os pagamentos registaram sérios atrasos, afigurando-se, pois, razoável que mesmo um orçamento reduzido conceda margem de manobra suficiente para o desenvolvimento de 7 a 9 projectos no âmbito do programa Rede Europeia de Patrulhas (REP). A maior parcela do orçamento da Frontex é afectada às Operações Conjuntas para melhorar as capacidades e a eficácia da Frontex na coordenação das actividades operacionais dos EM e dos PSA, com base na análise de risco. Isto permite melhorar o enfoque nas principais rotas de migração ilegal e intensificar o impacto da gestão das fronteiras na luta contra a criminalidade nas fronteiras externas. 9/157

10 Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Recrutamento Missões administrativas Infra-estrutura médico-social Outras despesas de pessoal Assistência social Despesas de entretenimento e representação TOTAL DE DESPESAS DE PESSOAL Arrendamento de imóveis e despesas acessórias Tratamento de dados e telecomunicações Bens móveis e despesas acessórias Despesas de funcionamento administrativo corrente Despesas postais Reuniões não operacionais Auditoria TOTAL DE OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Quadro 4: Despesas administrativas /157

11 Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Operações Fronteiras Terrestres Fronteiras Marítimas Fronteiras Aéreas Cooperação em matéria de Regresso Análise de Risco Centro de Situação da Frontex Formação Investigação e Desenvolvimento Recursos Colectivos Diversos Diversos Projectos operacionais de TI Actividades Operacionais Total Total geral Quadro 5: Despesas operacionais Apesar de o orçamento para a rubrica Operações Conjuntas e Projectos-Piloto nas Fronteiras Externas ter sido reduzido em 2,5 milhões de euros, passando a situar-se em 40,6 milhões de euros, o número absoluto de dias operacionais aumenta em 11 %. Às Fronteiras Terrestres é afectado um montante de 4,5 milhões de euros para reforçar a coordenação da cooperação operacional dos EM e PSA, a fim de fazer face aos fluxos de migração ilegal e intensificar o impacto da luta contra a 11/157

12 criminalidade nas fronteiras externas da UE através da concentração de esforços nas rotas dos Balcãs e nas rotas Orientais. As Fronteiras Marítimas são, como nos anos anteriores, as maiores beneficiárias da afectação das dotações orçamentais da Frontex. É afectado um montante de 24,0 milhões de euros ao sector das fronteiras marítimas, a fim de combater os fluxos de migração ilegal nas rotas identificadas em sede de análise de risco através do aumento da cobertura das operações no mar em termos de áreas operacionais e períodos de execução. As Fronteiras Aéreas dispõem de um orçamento de 2,2 milhões de euros para fazer face aos fluxos de migração ilegal com origem na região dos Balcãs Ocidentais, na América Latina, na Ásia, em África e no Médio Oriente e prosseguir a aplicação de uma abordagem de longo prazo no combate a este fenómeno através da activação de equipas FJST num conjunto de aeroportos definido por análise de risco. As Operações de Regresso intensificarão o apoio prestado aos EM e PSA na organização de operações conjuntas de regresso. É disponibilizado um orçamento de 9,8 milhões de euros para, nomeadamente, assistir (incluindo a utilização de aeronaves fretadas) na organização de 20 a 25 operações conjuntas de regresso por ar, terra ou mar e co-financiar várias dessas operações. A Unidade de Análise de Risco disponibilizará em tempo oportuno produtos analíticos estratégicos e aconselhamento com eles correlacionado, bem como produtos analíticos tácticos e operacionais a partes interessadas internas e externas. Está disponível um orçamento de 1,4 milhões de euros para a elaboração das várias avaliações de risco periódicas e ad hoc e para a prestação de apoio analítico às actividades operacionais da Agência. O Centro de Situação da Frontex (CSF) actualizará a consciência situacional, apoiará as actividades de análise de risco e apoiará os processos de gestão de situações de emergência/crise com base num horário de expediente alargado (nove horas por dia/sete dias por semana). Em 2011, a Unidade de Investigação e Desenvolvimento dispõe de um orçamento de 1 milhão de euros para conduzir o processo de harmonização e desenvolvimento de normas, quer operacionais, quer técnicas, para o controlo das fronteiras, manter os EM informados sobre os avanços técnicos/tecnológicos no domínio do controlo das fronteiras e representar os interesses comuns dos EM na investigação em matéria de segurança nas fronteiras. As actividades da Unidade de Formação inserem-se, de um modo geral, em três categorias principais: troncos comuns normalizados e cursos de actualização de competências, formação suplementar com vista à co-operabilidade entre os guardas de fronteira (GF) que não receberam formação com base em normas de 12/157

13 formação comuns e apoio à formação. Este amplo leque de actividades conta com um orçamento de 5,7 milhões de euros. A redução dos meios financeiros comparativamente aos anos anteriores não deverá ter impacto no número de dias de formação, que aumentará em 11 %. A Unidade de Recursos Colectivos gerirá e desenvolverá reservas de guardas de fronteira e de equipamento técnico dos Estados-Membros da UE, dos Países Schengen Associados (PSA) e da Frontex, a fim de aumentar a disponibilidade e a capacidade de mobilização de recursos operacionais para as operações conjuntas, a assistência técnica e operacional e a assistência operacional rápida e, assim, reforçar a capacidade de resposta da Frontex. As actividades operacionais diversas são contempladas sobretudo com o orçamento destinado aos projectos operacionais de TI (2 milhões de euros), como a conclusão da automatização da UAR e do CSF, a automatização das operações conjuntas/de regresso e outros projectos cujos principais beneficiários são os domínios da Investigação e Desenvolvimento e/ou da Formação. Em muito menor medida, são abrangidas por este artigo orçamental as missões de carácter operacional não associadas a um projecto operacional específico. 13/157

14 1. Parte Geral 1.1. Introdução O Programa de Trabalho 7, conforme se dispõe no Regulamento "Frontex" 8, tem por função definir e estabelecer áreas de acção possíveis da Frontex para o ano a que se refere. O Programa de Trabalho da Frontex para 2011 (PdT 2011) e a sua aplicação estão estreitamente ligados à elaboração e à execução do projecto de orçamento da Agência para 2011, cabendo-lhe o papel de elemento justificativo das dotações de recursos propostas para os diferentes títulos, capítulos e artigos do plano financeiro da Frontex. Tal como em anos anteriores, p Programa de Trabalho procura estabelecer um equilíbrio entre transparência, segurança e flexibilidade, por forma a habilitar a Agência a ajustar as suas actividades, fazendo uso da independência operacional de que goza. O Programa de Trabalho para 2011 configura um esforço na prossecução dos seguintes objectivos: 1. Alinhamento com o Plano Plurianual da Frontex, 2. Fornecimento sustentado (e reforço do desenvolvimento) de «Produtos» e «Serviços» estabelecidos, e seu reagrupamento em «programas», e 3. Arranque e execução de novos «Projectos» ou «Programas». Adenda 1) Em 2009, o Plano Plurianual da Frontex para o período (PPA ) foi aprovado pelo Conselho de Administração, traduzindo o posicionamento estratégico da Frontex em acções concretas, numa perspectiva de longo prazo. O PPA serviu de matriz à elaboração do programa de trabalho. Adenda 2) A Frontex começou a criar uma carteira de produtos e serviços em Em 2011, manter-se-á a oferta desses produtos e serviços e, se necessário, a carteira será aperfeiçoada. 7 Um programa de trabalho é um enunciado das actividades ou das medidas necessárias à execução de um plano e visa definir uma linha de acção em função de uma estratégia. 8 Regulamento (CE) n.º 2007/2004 do Conselho, de 26 de Outubro de 2004, que cria uma Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia. 14/157

15 Adenda 3) Será lançado um número limitado de novas iniciativas em Em 2009 e 2010, deu-se início ao agrupamento de produtos e serviços em programas de média ou longa duração, procedimento que será prosseguido e aperfeiçoado em Nesta fase, importa referir que a afectação de recursos humanos e financeiros a objectivos específicos constantes do Capítulo 2.5 poderá sofrer alterações durante os processos de planeamento e de execução Missão A Frontex é a Agência Europeia que tem a seu cargo a coordenação da cooperação operacional nas fronteiras externas dos Estados-Membros da União Europeia. A Frontex facilita a aplicação de medidas comunitárias vigentes ou futuras relacionadas com a gestão das fronteiras externas, potenciando a sua eficácia. A Frontex prossegue tal objectivo assegurando a coordenação das acções dos Estados-Membros no plano da implementação dessas mesmas medidas, contribuindo dessa forma para a consecução de elevados níveis de eficiência, qualidade e uniformidade no controlo dos movimentos de pessoas e na vigilância das fronteiras externas dos Estados-Membros. 9 A Frontex reforça a liberdade e a segurança dos cidadãos da UE complementando os sistemas nacionais de gestão de fronteiras dos Estados-Membros. A Frontex é um organismo operacional comunitário fidedigno, com funções de coordenação e cooperação, que conta com o pleno respeito e apoio dos Estados- Membros e dos seus parceiros externos. A Frontex promove activamente a cooperação entre organismos policiais ligados ao controlo fronteiriço, responsáveis pela segurança interna da UE. As actividades operacionais da Frontex são desenvolvidas com base em informações e realizam-se em condições de pleno respeito dos direitos fundamentais dos indivíduos envolvidos. A eficácia da Frontex é fruto da grande motivação e do profissionalismo do seu pessoal. Em contrapartida, a Frontex reforçará a sua posição de empregador competitivo. A Frontex é um elemento fundamental para o desenvolvimento e aplicação do conceito de gestão integrada das fronteiras comunitárias (GIF). 9 Regulamento Frontex, artigo 1.º 15/157

16 No quadro da Estratégia de Segurança Interna da UE, a Frontex centra-se também em actividades operacionais de combate à criminalidade organizada nas fronteiras externas Visão "A Frontex é a âncora do conceito europeu de gestão integrada das fronteiras e cultiva os mais elevados padrões de profissionalismo, interoperabilidade, integridade e respeito mútuo das partes envolvidas" 1.4. Estratégia Em consonância com o Plano Plurianual da Frontex para o período , a Frontex seguirá uma abordagem cooperativa reforçada no que respeita aos Estados-Membros e outros intervenientes de importância decisiva no domínio abrangido pela definição de gestão integrada das fronteiras externas dos Estados-Membros da UE 10. Apesar da "política de crescimento zero" aplicada pela Comissão e pelas autoridades orçamentais, a afectação de recursos financeiros pode ser mantida ao nível de O número crescente de parceiros externos e as suas contribuições para o orçamento global oferecem oportunidades acrescidas à Frontex em Além disso, a consolidação da gestão financeira as previsões são mais exactas quando se baseiam numa reserva crescente de experiências e de dados e um nível mais elevado de utilização dos efectivos de pessoal deverão permitir optimizar a utilização de todos os recursos disponíveis. 10 Conclusões do 2768.º Conselho "Justiça e Assuntos Internos", realizado em Bruxelas, em 4 e 5 de Dezembro de /157

17 ORGANIGRAMA DA FRONTEX CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO AUDITORIA INTERNA DIRECTOR EXECUTIVO DIRECTOR EXECUTIVO ADJUNTO APOIO AO EXECUTIVO AJUDANTES DE CAMPO RELAÇÕES EXTERNAS LIGAÇÃO FRONTEX PLANEAMENTO & CONTROLO GESTÃO DA QUALIDADE INFORMAÇÃO & TRANSPARÊNCIA DIVISÃO DE OPERAÇÕES DIVISÃO DE REFORÇO DE CAPACIDADES DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO OPERAÇÕES ANÁLISE DE RISCO FORMAÇÃO INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO FINANÇAS E CONTRATOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS CENTRO DE SITUAÇÃO FRONTEX RECURSOS COLECTIVOS ASSUNTOS JURÍDICOS Figura 1: Organigrama da Frontex Recursos Humanos AT AC PND TOTAL Quadro 6 : Panorama dos recursos ( ) Em 2011, a estrutura orgânica deverá manter-se inalterada comparativamente a 2009 e O resultado do projecto-piloto "Gabinete Operacional da Frontex" (FOO) desenvolvido em 2010 e 2011 poderá levar à ponderação de alterações estruturais em 2011 e /157

18 Descrição Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de Orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. I. Subvenção comunitária II. Contribuições de Países Schengen Associados (PSA) III. Contribuições do Reino Unido e da Irlanda IV. Contribuições voluntárias dos Estados-Membros p.m. TOTAL V. Receitas consignadas Quadro 7 : Evolução dos recursos financeiros ( Meios Financeiros Milhões de euros (2005). (2006). (2007). (2008). (2009) APP AMM TOTAL Ano Figura 2 Evolução dos meios financeiros ( ) APP Proj. de Orç. AMM Alterações TOTAL Orç. Final A parte financeira do orçamento sofrerá uma redução ligeira (aproximadamente 1,9 milhões de euros) em comparação com 2009 e A experiência adquirida nos últimos anos deverá permitir avaliar as necessidades financeiras com maior precisão (nível acrescido de utilização) e, assim, compensar este défice. Além disso, foram estabelecidos e afinados processos internos e externos, o que permite reduzir o tempo e os recursos necessários à realização de actividades análogas e, assim, executá-las com maior eficiência. 18/157

19 Os recursos humanos são congelados ao nível de Apesar disso, deverá alcançar-se em 2011 um maior envolvimento dos Estados-Membros nas actividades coordenadas da Frontex, o que reduzirá a proporção relativamente elevada de recursos financeiros consagrada aos pagamentos aos Estados-Membros de acolhimento. Pessoal (2005). (2006). (2007). (2008). (2009) Ano m AT AC MA: PND TOTAL Figura 3: Evolução do quadro de pessoal ( ) Descrição Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Recrutamento Missões administrativas Infra-estrutura médico-social Outras despesas de pessoal Assistência social Despesas de entretenimento e representação TOTAL DAS DESPESAS DE PESSOAL Arrendamento de imóveis e despesas acessórias /157

20 Descrição Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Tratamento de dados e telecomunicações Bens móveis e despesas acessórias Despesas de funcionamento administrativo corrente Despesas postais Reuniões não operacionais Auditoria TOTAL DE OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Quadro 8: Panorama dos recursos financeiros afectados às actividades administrativas Descrição Orçamento 2009 Orçamento 2010 (rectificado em Agosto de 2010) Projecto de orçamento 2011 Todos os montantes são expressos em euros. Operações Fronteiras Terrestres Fronteiras Marítimas Fronteiras Aéreas Cooperação em matéria de Regresso Análise de Risco Centro de Situação da Frontex /157

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 562/2006 para estabelecer regras comuns sobre a reintrodução temporária

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 As novas regras e legislação para os investimentos futuros da política de coesão da UE durante o período de programação

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011

Leia mais

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe.

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe. Conselho Europeu Bruxelas, 18 de dezembro de 2015 (OR. en) EUCO 28/15 CO EUR 13 CONCL 5 NOTA DE ENVIO de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações Assunto: Reunião do Conselho Europeu (17 e 18 de

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais 12054/02/PT WP 69 Parecer 1/2003 sobre o armazenamento dos dados de tráfego para efeitos de facturação Adoptado em 29 de Janeiro de 2003 O Grupo de Trabalho

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.8.2011 COM(2011) 516 final 2011/0223 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 810/2009, de 13 de Julho de 2009,

Leia mais

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido MEMO/08/79 Bruxelas, 8 de Fevereiro de 2008 Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido 1. O Programa Operacional de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico

Leia mais

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe.

Junto se enviam, à atenção das delegações, as conclusões adotadas pelo Conselho Europeu na reunião em epígrafe. Conselho Europeu Bruxelas, 26 de junho de 2015 (OR. en) EUCO 22/15 CO EUR 8 CONCL 3 NOTA DE ENVIO de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações Assunto: Reunião do Conselho Europeu (25 e 26 de junho

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª Iniciativa Europeia Proposta de Decisão - Quadro COM (2007) 654 final SEC (2007) 1422 e 1453, relativa à utilização dos dados do Registo de Identificação de Passageiros

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos 6.1.2015 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o Sistema de Entrada/Saída (EES) para registo dos dados das entradas

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha.

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Questionário «Para uma avaliação intercalar da Estratégia Europa 2020 do ponto de vista dos municípios e regiões da UE» Contexto A revisão

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU

BANCO CENTRAL EUROPEU 22.2.2014 Jornal Oficial da União Europeia C 51/3 III (Atos preparatórios) BANCO CENTRAL EUROPEU PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 19 de novembro de 2013 sobre uma proposta de diretiva do Parlamento

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

Agência Europeia para a Segurança da Aviação

Agência Europeia para a Segurança da Aviação Apêndice ao Parecer n.º 05/2007 PreRIA 21.040 Agência Europeia para a Segurança da Aviação AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO IMPACTO REGULAMENTAR Documentação sobre ruído das aeronaves 1. Finalidade e efeito pretendido

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II P6_TA(2005)044 Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II Resolução legislativa do Parlamento Europeu referente à posição comum adoptada

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005. (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia)

L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005. (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia) L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005 (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia) DECISÃO 2005/211/JAI DO CONSELHO de 24 de Fevereiro de 2005 relativa à introdução

Leia mais

Diretiva (UE) 2016/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de janeiro de 2016 sobre a distribuição de seguros (reformulação) ( 1 )...

Diretiva (UE) 2016/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de janeiro de 2016 sobre a distribuição de seguros (reformulação) ( 1 )... Jornal Oficial da União Europeia L 26 Edição em língua portuguesa Legislação 59. o ano 2 de fevereiro de 2016 Índice I Atos legislativos REGULAMENTOS Regulamento (UE) 2016/93 do Parlamento Europeu e do

Leia mais

AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N

AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N DECRETO N.º 36/VIII AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N.º 440/86, DE 31 DE DEZEMBRO, ESPECIALMENTE PARA

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

(Actos legislativos) DIRECTIVAS

(Actos legislativos) DIRECTIVAS 26.10.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 280/1 I (Actos legislativos) DIRECTIVAS DIRECTIVA 2010/64/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Outubro de 2010 relativa ao direito à interpretação

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL I. INTRODUÇÃO No âmbito dos compromissos assumidos pelo Governo em sede de Concertação Social, o Governo apresentou

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 31 de Março de 2005 (OR. en) AA 15/2/05 REV 2 TRATADO DE ADESÃO: ACTO DE ADESÃO, ANEXO II PROJECTO DE ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.12.2008 COM(2008) 819 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Plano de acção no domínio da dádiva e transplantação de órgãos (2009-2015): Reforçar a cooperação entre

Leia mais

Varsóvia, 13-12-2012 Reg. N.º Ref. Programa de Trabalho para 2013 da Frontex

Varsóvia, 13-12-2012 Reg. N.º Ref. Programa de Trabalho para 2013 da Frontex Varsóvia, 13-12-2012 Reg. N.º Ref. Programa de Trabalho para 2013 da Frontex Índice SÍNTESE 4 1. PARTE GERAL 11 1.1. INTRODUÇÃO 11 1.2. MISSÃO 11 1.3. VISÃO 12 1.4. VALORES 12 1.5. ABORDAGEM SEGUIDA 12

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Criação 1. A Conferência dos Ministros da Justiça

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO 7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Programa de trabalho anual em matéria de subvenções 2006 - DG ELARG

Programa de trabalho anual em matéria de subvenções 2006 - DG ELARG Bósnia e Herzegovina, Croácia, Sérvia e Montenegro Regulamento (CE) n 2666/2000 do Conselho de 5 de Dezembro de 2000, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) n 2112/2005 do Conselho

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Preâmbulo

REGULAMENTO INTERNO. Preâmbulo REGULAMENTO INTERNO Preâmbulo O (adiante designado de Pacto Territorial), é uma plataforma de intervenção integrada, criada no âmbito do Projecto EQUAL Migrações e Desenvolvimento com vista à dinamização

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Recomendação de Bruxelas, 16.10.2009 COM(2009) 570 final 2009/0158 (CNB) DECISÃO DO CONSELHO sobre o parecer a adoptar pela Comunidade Europeia relativamente

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE TRANCOSO

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE TRANCOSO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE TRANCOSO ÍNDICE Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Trancoso... 1 Preâmbulo... 1 CAPÍTULO I... 2 Parte Geral... 2 Artigo 1º... 2 Lei Habilitante

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA ACQUALIVEEXPO Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA Lisboa, 22 de Março de 2012 1 1. Introdução A diplomacia económica é um

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO 15 de Junho de 2006 COMITÉ REGIONAL AFRICANO ORIGINAL: FRANCÊS Quinquagésima-sexta sessão Addis Abeba, Etiópia, 28 de Agosto - 1 de Setembro de 2006 REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.6.2010 COM(2010) 315 final PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

de 23 de Maio de 2007

de 23 de Maio de 2007 L 144/22 PT Jornal Oficial da União Europeia 6.6.2007 DECISÃO N. o 574/2007/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 23 de Maio de 2007 que cria o Fundo para as Fronteiras Externas para o período de 2007

Leia mais

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Palestra para a divulgação no Dia de Defesa Nacional sobre Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Carlos R. Rodolfo, Calm (Ref.) Presidente da AFCEA Portugal Proferida no MDN em 02 Set 2011 1 AGENDA

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:378383-2013:text:pt:html Polónia-Varsóvia: Contrato-quadro para desenvolvimento de Intranet com base em SharePoint, sistema

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

Posição da PERCO - Necessidade de criar vias de acesso legais de protecção internacional dentro da União Europeia

Posição da PERCO - Necessidade de criar vias de acesso legais de protecção internacional dentro da União Europeia Posição da PERCO - Necessidade de criar vias de acesso legais de protecção internacional dentro da União Europeia Aprovado na Assembleia Geral Ordinária PERCO no Chipre - 2012 Em Outubro de 2011, a PERCO,

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 21.1.2005 C(2005) 103/2 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia Parte 1 Principais condições de oferta grossista

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL Operações no Domínio da Administração em Rede Aviso para apresentação de candidaturas - Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão do

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONCHIQUE Preâmbulo Considerando que a participação solidária em acções de voluntariado, definido como conjunto de acções de interesse

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 NOTA de: Secretariado-Geral data: 15 de Maio de 2007 n.º doc. ant.: 9179/07 Assunto:

Leia mais

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:163950-2012:text:pt:html B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 PT CONSILIUM Schengen A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO 1 LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS 2 COOPERAÇÃO POLICIAL E ADUANEIRA 2 Fronteiras internas 2 Fronteiras

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.05.2004 COM(2004)385 final 2004/0121(CNS). Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que concede uma garantia da Comunidade ao Banco Europeu de Investimento em caso

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais