Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália"

Transcrição

1 Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália

2 Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália Setembro/2009 Direitos Autorais reservados a Guarnera Advogados e BVS Breveglieri Verzini e Soci Avvocati e Commercialisti. O presente guia não poderá ser reproduzido total ou parcialmente, divulgado ou publicado em qualquer forma ou meio sem prévia autorização por escrito de Guarnera Advogados e BVS Breveglieri Verzini e Soci Avvocati e Commercialisti. As informações contidas no guia são destinadas àqueles que desejam investir na Itália, e conhecer alguns aspectos legais e fiscais do país. Apesar do esforço para assegurar a exatidão das informações aqui contidas, Guarnera Advogados e BVS Breveglieri Verzini e Soci Avvocati e Commercialisti, não garantem a sua atualização. Os leitores devem estar cientes de que as leis aplicáveis a matérias específicas são sujeitas a constantes alterações. Convém aos leitores que pretendam investir na Itália requerer a assistência legal necessária.

3 Índice Introdução Ordenamento Político Italiano Administrações locais Parlamento Presidente da República Governo Ordenamento jurídico Constituir uma empresa na Itália Sede secundária e escritório de representação Filiais Sociedade por Ações (S.p.A.) Características gerais Constituição Capital social Acionista único Administração Sociedade de Responsabilidade Limitada (S.r.l.) Características gerais Constituição Capital social Sociedade Unipessoal de Responsabilidade Limitada Financiamento Administração Outros tipos societários Sociedade em Nome Coletivo (S.n.c.) Sociedade em Comandita Simples (S.a.s.) Sociedade em Comandita por Ações (S.a.p.a.) Deveres contábeis Balanço de exercício Direito Imobiliário Contratos de compra/ transferência de titularidade Imóveis a serem construídos Locações para uso residencial Locações para uso não residencial Fundos de investimento imobiliário Propriedade intelectual... 18

4 Índice 8. Sistema fiscal Impostos diretos Imposto sobre a renda das pessoas físicas (IRE) Residência fiscal As categorias de renda e base de cálculo Alíquotas de imposto Imposto sobre a renda de sociedades (IRES) Holdings estrangeiras Base de cálculo Crédito dos impostos pagos no exterior Convenções Internacionais Imposto regional sobre atividades (IRAP) Impostos indiretos IVA Imposto de registro Imposto municipal sobre imóveis (ICI) Retenções Retenções sobre dividendos Retenções sobre juros Retenções sobre aluguéis Transfer pricing Incentivos Financiamentos europeus Legislação trabalhista Tipos de contrato Trabalho compartilhado (job sharing) Trabalho intermitente (job on call) Fornecimento de mão-de-obra Trabalho accessorio Contrato de aprendizagem Trabalho part-time Distacco Trabalhadores para-subordinados Outsourcing e transferência de uma empresa Imigração Vistos de residência Visto de trabalho até 90 dias Permissão de trabalho Residência na Itália Codice fiscale

5 Introdução Com o intuito de fornecer orientações aos empresários brasileiros interessados nos mercados internacionais, o Brazilian Desk Milão, organizado pela Guarnera Advogados e BVS Breveglieri Verzini e Soci Avvocati e Commercialisti, tem o prazer de apresentar alguns conteúdos essenciais de um dos países mais competitivos da União Européia. Trata-se de uma pequena contribuição que visa possibilitar uma primeira aproximação a um ordenamento jurídico complexo, que deita suas raízes no Direito da Antiga Roma. Temos certeza que a nova realidade econômica do empresariado brasileiro, aliada a sua crescente presença no comércio internacional, poderá intensificar, ainda mais, as tradicionais relações entre estes dois países com profundos vínculos humanos e culturais. Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 5

6 1. Ordenamento político Italiano A Itália é uma República que adota o sistema de governo democrático-parlamentar. A soberania é exercida pelos cidadãos em consonância com os princípios da Constituição Italiana promulgada em 1 de janeiro de A República Italiana reconhece e garante os direitos invioláveis do homem. Todos os cidadãos têm garantida a mesma dignidade social e são iguais perante a Lei, sem distinção de sexo, raça, língua, religião, opinião política, condição pessoal e social. A Constituição contempla os princípios do sistema democrático por meio da divisão de poderes, da seguinte forma: Executivo: atribuído ao Governo Legislativo: atribuído ao Parlamento Judiciário: atribuído à Magistratura 1.1. Administrações locais A República Italiana é subdividida em Regiões, Províncias, Municípios e Áreas Metropolitanas. As Regiões são vinte, dentre as quais cinco se beneficiam de um estatuto especial: Valle d Aosta, Friuli-Venezia Giulia, Sicília, Sardegna e Trentino-Alto Adige. Esta última Região é constituída por duas províncias autônomas, Trento e Bolzano, que são dotadas de poderes legislativos análogos àqueles das Regiões. As Regiões estão subdivididas em 107 Províncias e em Municípios Parlamento O Parlamento constitui-se pela Câmara dos Deputados e pelo Senado da República. Embora tenham poderes e funções similares, as duas Câmaras diferenciam-se: pelo número de representantes: 630 membros na Câmara dos Deputados e 315 no Senado; pelo sistema eleitoral: fundado no sistema proporcional, com a atribuição de um prêmio de maioria à coalizão que obtiver mais votos. A distribuição das cadeiras da Câmara é realizada no âmbito nacional, com a posterior atribuição às circunscrições. A distribuição das cadeiras do Senado é realizada no âmbito regional. São previstas cláusulas de barreira; pela idade mínima dos eleitores: 18 anos para a Câmara dos Deputados e 25 anos para o Senado; e 6

7 pela idade mínima dos candidatos ao Parlamento: para Deputado a partir de 25 anos, para Senador a partir de 40. O Parlamento exerce, em via de regra, a função legislativa Presidente da República O Presidente da República é o Chefe de Estado e seu mandato dura sete anos. Ele representa a unidade nacional e é eleito pelos membros do Parlamento em sessão plenária, juntamente com representantes de cada região. São competências do Presidente: promulgar leis e decretos, que possuem valor de lei e regulamentos; requerer que uma lei seja reexaminada pelo Parlamento; dissolver as Câmaras, ou somente uma delas, e convocar novas eleições; comandar as Forças Armadas e presidir o Conselho Supremo de Defesa; declarar o estado de guerra deliberado pelas Câmaras; presidir o Conselho Superior da Magistratura (CSM); nomear os Senadores vitalícios; nomear o Presidente do Conselho e, com base nas propostas do mesmo, os Ministros; nomear um terço dos Juízes da Corte Constitucional; conceder indulto e comutar as penas; e ratificar os tratados internacionais. Em caso de crise política tem a função de mediador Governo O Governo deve ter a aprovação das duas Câmaras e é composto pelo Presidente do Conselho e pelos Ministros, que juntos constituem o Conselho dos Ministros. O Presidente do Conselho: é responsável pela política geral do Governo; e mantém a unidade de visão política e administrativa, promovendo e coordenando as atividades dos Ministros. Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 7

8 O Governo, delegado pelas duas Câmaras, tem a faculdade de emitir decretos legislativos, que constituem fonte de normas no ordenamento jurídico. Além disso, o Governo tem também a competência para emitir decretos lei (medidas provisórias) que, para que tenham força de lei, devem ser convertidos em lei pelo Parlamento em até 60 dias. No Governo existem os Comitês Interministeriais, organismos presididos em via de regra pelo Presidente do Conselho, que se ocupam da coordenação das matérias comuns a mais de um Ministério. Sendo estes: Comitê Interministerial da Informação e da Segurança (CIS), que supervisiona os serviços de segurança do País, geridos pela DIGOS (Direção Geral de Operações Especiais), órgão do Ministério da Casa Civil; Comitê Interministerial da Programação Econômica (CIPE), que organiza os recursos econômicos, de maneira a propiciar a melhor satisfação possível das necessidades públicas, de acordo com uma gradação de prioridades. Nas suas dependências operam os Comitês Regionais de programação, competentes pelo território de cada uma das respectivas Regiões; Comitê Interministerial do Crédito e das Reservas (CICR): responsável por controlar o sistema bancário e financeiro italiano e por coordenar as iniciativas que os Ministérios devem adotar em tal área. 2. Ordenamento Jurídico O Ordenamento jurídico prevê a seguinte divisão das funções jurisdicionais: ordinária: atribuída aos magistrados ordinários; administrativa: atribuída aos Tribunais Administrativos Regionais (TAR) e ao Conselho de Estado; financeira: atribuída ao Tribunal de Contas; tributária: atribuída à Comissão Tributária Provincial e à Comissão Tributária Regional. A Magistratura representa um órgão autônomo e independente dos demais poderes. À Corte constitucional cabe julgar: as controvérsias relativas à legitimidade constitucional das leis e dos atos com força de lei emanados pelo Estado e pelas Regiões; os conflitos de competência entre os poderes do Estado e das Regiões, e entre as Regiões; e as acusações contra o Presidente da República, conforme previsto pela Constituição. 3. Constituir uma empresa na Itália Quem pretende iniciar uma atividade empresarial na Itália pode optar: 8

9 pela constituição de uma sede secundária, escritório de representação ou filial; ou pela constituição de uma nova sociedade Sede secundária ou escritório de representação A sede secundária ou organização estável se caracteriza principalmente por dois elementos: estabilidade da organização: é necessária a existência de um estabelecimento estável de meios destinados ao desenvolvimento das atividades da empresa ou de um ramo da mesma. representação estável: deve ser indicado um preposto na sede secundária que represente a sociedade perante terceiros, ou seja, que possa concluir negócios inerentes à sede secundária e seja dotado de um certo grau de autonomia administrativa. Alternativamente, uma sociedade que pretenda, exclusivamente, promover a sua atividade na Itália sem exercer diretamente qualquer atividade comercial, poderá proceder com a instituição de um escritório de representação. Trata-se somente de um mero centro de custos que não produz nenhuma renda e que, não sendo qualificável como uma organização estável, não se submete às obrigações previstas para as sedes secundárias. O escritório de representação não tem obrigação de se inscrever no Registro delle Imprese, devendo a sua constituição ser, simplesmente, comunicada ao Repertorio Economico Amministrativo (R.E.A.), mediante a solicitação de um codice fiscale (CNPJ) Filiais Quem não pretende constituir uma sociedade na Itália, tem a faculdade de operar por meio de uma filial (ou unidade local). Conforme esclarecido pelo Ministério (Circular n. 3202/C e Circular de 27 de outubro de 1998) por unidade local entende-se o estabelecimento operativo ou administrativo situado em local diferente daquele da sede, no qual a empresa exerce de maneira estável uma ou mais atividades econômicas. A principal diferença da filial em relação à sede secundária é dada à ausência na primeira de uma representação estável por meio da figura de um preposto ou gerente. O representante legal da sociedade ou o seu procurador devem inscrever a unidade local no Repertorio Economico Amministrativo (art. 9º DPR n. 581/95) em até 30 dias contados da data da relativa abertura. Também, neste caso, a Sociedade deve obter um codice fiscale italiano. Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 9

10 A filial é considerada um estabelecimento permanente e por isso estará sujeita: à tributação sobre a renda; à obrigação de manter os livros sociais; à apresentação da declaração IVA; e à apresentação do balanço anual da sociedade principal Sociedade por Ações (S.p.A.) Características gerais A Sociedade por Ações possui uma personalidade jurídica autônoma e, conseqüentemente, é um sujeito de direito distinto dos seus próprios acionistas, com uma total autonomia patrimonial. Para as obrigações sociais, a S.p.A. responde diretamente com o seu próprio patrimônio, podendo seus credores fazer jus ao mesmo para a satisfação de seus créditos. Os acionistas da S.p.A. são normalmente responsáveis somente nos limites de sua respectiva participação no capital social (o que não se aplica totalmente no caso da S.p.A. com apenas um sócio). Na S.p.A., a participação de cada acionista é representada por ações, ou seja, títulos que geralmente possuem igual valor nominal e que conferem, salvo disposição em contrário, iguais poderes aos seus portadores. As ações são livremente transferíveis, salvo nas hipóteses em que a lei ou estatuto social imponha limites à sua circulação. As S.p.A. podem ser: fechadas quando não recorrem ao capital de risco; ou abertas quando recorrem ao capital de risco: seja das sociedades cujas ações se encontram quotadas em mercados regulamentados, seja das sociedades cujas ações são oferecidas ao público em uma proporção relevante e inscritas em um elenco mantido junto ao Consob (equivalente à CVM). Sobre o aspecto fiscal o lucro do exercício das S.p.A. é sujeito ao IRES (Imposto sobre a Renda das Sociedades) e ao IRAP (Imposto Regional sobres as Atividades Produtivas). No entanto, algumas sociedades com características específicas, são tributadas per trasparenza, art. 115 do TUIR. Neste caso, a renda tributável é imputada aos acionistas em proporção a sua participação e, portanto, são os acionistas a serem tributados, estando a S.p.A. também sujeita ao IRAP. As S.p.A. que fazem parte de um grupo podem optar, sob determinadas condições, pelo c.d. consolidato fiscale, com base na qual, fundamentalmente, a renda das sociedades controladas é imputada à sociedade controladora. 10

11 Constituição A S.p.A. pode ser constituída por meio de um estatuto, ou ainda por meio de um ato unilateral, caso o acionista seja somente um. Podem ser acionistas de uma S.p.A.: pessoas físicas, outras sociedades, associações e outros entes. Em todo caso, deve ser seguido um procedimento de constituição, que se inicia com a estipulação do ato constitutivo, o qual deve apresentar necessariamente alguns requisitos essenciais, mas que pode supletivamente conter regras de organização e de funcionamento estabelecidas pelos acionistas. O ato constitutivo deve ser celebrado por instrumento público redigido por um Notaio, e deve ser inscrito no Registro delle Imprese. Mediante o cumprimento deste requisito, a S.p.A. adquire a personalidade jurídica e passa a existir juridicamente. (a S.p.A. pode desenvolver a sua própria atividade, antes do cumprimento de tal formalidade, mas neste caso estaria sujeita a um regime particular de responsabilidade). O capital social mínimo é de ,00, salvo no caso de algumas atividades para as quais a lei requer um capital mínimo superior. De qualquer modo, o capital social pode ser aumentado no decorrer da vida da S.p.A.. Não é previsto um prazo máximo de duração para a Sociedade por Ações Capital social As integralizações podem ser em dinheiro, em espécie e/ou representadas por créditos. Com exceção de dois casos expressamente previstos em lei (ações di risparmio e ações das Sicav ), as ações de uma S.p.A. são nominativas, ou seja, de titularidade de uma pessoa jurídica ou física específica. As ações podem ser emitidas somente, após a inscrição da S.p.A. no Registro delle Imprese Acionista único O acionista único é a pessoa (física ou jurídica) que possui a totalidade das ações. No caso de insolvência, o acionista único responde ilimitadamente pelas obrigações da sociedade quando: a contribuição não for feita conforme as disposições legais; não for observado o dever de informar terceiros sobre a existência de um único acionista, sobre a substituição do mesmo ou sobre a constituição (ou reconstituição) de uma pluralidade de acionistas. Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 11

12 Administração São três os modelos alternativos de administração da S.p.A.: o modelo tradicional: com este modelo a administração da sociedade cabe a um conselho de administração. Os poderes de controle sobre a atividade do conselho de administração são sempre atribuídos a um Conselho Fiscal, ao qual também compete o controle contábil, caso isso seja expressamente previsto no estatuto da empresa e restem configuradas determinadas condições (caso contrário, o controle contábil cabe a um órgão externo à sociedade, um auditor ou uma empresa de auditoria). o modelo monista: com o modelo monista a gestão da sociedade cabe a um conselho de administração, que por sua vez nomeia, entre seus próprios membros, um comitê responsável pelo controle da administração; o controle contábil, também neste caso, cabe a um órgão externo (auditor ou empresa de auditoria). o modelo dualista: com o modelo dualista a administração da sociedade cabe a um conselho de administração; o controle da administração cabe a um conselho de controle e o controle contábil é confiado sempre a um órgão externo (auditor ou empresa de auditoria). O conselho de administração ou o administrador delegado representam a sociedade perante terceiros Sociedade de Responsabilidade Limitada (S.r.l.) Características gerais A S.r.l. é uma sociedade de capital que responde pelas obrigações sociais somente com o seu próprio patrimônio, gozando, portanto, de uma total autonomia patrimonial. Em via de regra, os sócios gozam do benefício de responsabilidade limitada à sua participação, com exceção do caso da S.r.l. unipessoal. Na S.r.l., a participação dos sócios é representada por quotas. O capital social mínimo é de ,00. Sob o aspecto fiscal, incidem IRES e IRAP sobre o lucro do exercício da S.r.l. As S.r.l. que apresentam características específicas podem optar pela tassazione per trasparenza (art. 115 do TUIR), imputando a renda da sociedade aos sócios em proporção a respectiva participação nos dividendos (neste caso, a sociedade ainda deverá efetuar o pagamento do IRAP). As S.r.l. que fazem parte de um grupo e que apresentem as características específicas previstas por lei também podem optar pelo c.d. consolidato fiscale Constituição As Sociedades de Responsabilidade Limitada podem ser constituídas por tempo indeterminado. 12

13 A S.r.l. pode ser constituída por meio de um contrato (portanto, por um acordo entre duas ou mais partes) ou por um ato unilateral (neste caso, trata-se da S.r.l. unipessoal, que mais a frente será abordada em maiores detalhes). Ocorre, ainda, ressaltar que pessoas físicas ou jurídicas podem ser sócias de uma S.r.l.. Para a constituição da S.r.l. também deve ser seguido um procedimento específico, que pressupõe a existência de alguns requisitos essenciais e a observância de algumas condições expressamente previstas em lei. Para o aperfeiçoamento da constituição é necessária a intervenção de um Notaio, que efetue uma verificação formal e substancial do ato constitutivo, e que, superada esta verificação, lavre o ato público e inscreva a sociedade perante o Registro delle Imprese Capital social As contribuições dos sócios podem ser representadas por dinheiro e, se previsto no estatuto, por qualquer bem que tenha um determinado valor econômico. No caso de contribuições que não sejam em dinheiro deverá ser nomeado um perito para elaborar um laudo de avaliação. É permitida a contribuição com serviços por parte dos sócios da sociedade, desde que seja apresentada uma garantia adequada. Em ocasião da constituição é necessário que cada sócio integralize 25% de sua participação em dinheiro e a totalidade do ágio Sociedade Unipessoal de Responsabilidade Limitada A S.r.l. unipessoal é o tipo societário particularmente utilizado por pequenas e médias empresas, ou por pequenos empresários individuais. A S.r.l. unipessoal também é dotada de uma personalidade jurídica própria e é um sujeito de direito distinto dos seus sócios, sendo patente a separação entre o patrimônio do sócio e aquele da sociedade. Uma S.r.l. pode ser constituída como unipessoal, ou ainda, tornar-se assim em um momento posterior, por força de uma concentração de suas quotas nas mãos de um único sócio. A constituição de uma S.r.l. unipessoal requer um ato unilateral, a integralização da totalidade do capital social e o adimplemento preciso do dever de dar publicidade ao ato. Na hipótese em que um único sócio compre a totalidade das quotas de uma S.r.l. já existente, este deve observar Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 13

14 o dever de dar a publicidade específica para tal ato, bem como o de proceder com a integralização, ainda devida, das suas quotas, no prazo de 90 dias contados a partir do momento em que a S.r.l. tenha se tornado unipessoal. Na prática, são verificadas as seguintes hipóteses: S.r.l. com um único sócio, um administrador único, sem conselho fiscal: o sócio-administrador assume as decisões com total autonomia e as reporta em uma ata realizada por ato público. O administrador é ainda responsável por atos que celebrar com terceiros. S.r.l. com um único sócio, um administrador único, com conselho fiscal: o sócio-administrador administra a sociedade com autonomia, mas é sujeito a um controle do conselho fiscal ou de um auditor. S.r.l. com um único sócio não administrador ou membro do conselho de administração ou administrador em conjunto com outros, com ou sem um órgão de controle: aplica-se a disciplina geral prevista para as S.r.l. No caso de insolvência da sociedade, o sócio é ilimitadamente responsável pelas obrigações assumidas, caso as integralizações não tenham sido efetuadas ou as obrigações de publicidade não tenham sido cumpridas Financiamento Para ter acesso a novos recursos financeiros a S.r.l. pode se fazer valer dos seguintes instrumentos alternativos em relação ao aumento de capital: empréstimos ou depósitos efetuados pelos sócios a título diferente de integralização, não aumentam o capital social e, portanto, devem ser reembolsados pela sociedade; e o financiamento de terceiros efetuados por meio de subscrição de debêntures. A S.r.l. pode receber financiamentos diretamente dos sócios. O reembolso destes financiamentos é um momento posterior em relação ao pagamento dos credores da sociedade. Cada reembolso efetuado até um ano antes da declaração de falência deve ser restituído. O estatuto pode prever a possibilidade de que sejam geradas obrigações, desde que as mesmas sejam subscritas exclusivamente por investidores profissionais Administração A sociedade é administrada por um ou mais sócios, salvo disposição em contrário do estatuto. A administração, todavia, pode ser confiada, também, a terceiros não sócios, que não precisam ser residentes, mas apenas domiciliados na Itália. O estatuto pode conferir aos sócios direitos particulares, como aquele de nomear um ou mais administradores, 14

15 ou de vetar particulares decisões ou a nomeação de um administrador. Os administradores podem ser nomeados por tempo indeterminado. Os modelos de administração aplicáveis à sociedade de responsabilidade limitada, são os seguintes: Administrador único; Conselho de administração (C.d.A.), no âmbito do qual as decisões são assumidas, mediante deliberações ou consultas escritas entre os próprios membros; Administração individual; e Administração conjunta. 4. Outros tipos societários O Código Civil Italiano prevê outros tipos de sociedades de capital Sociedade em Nome Coletivo (S.n.c.) Todos os membros da S.n.c. são conjuntamente e solidariamente responsáveis pelas obrigações assumidas pela mesma. Os credores da S.n.c. não podem pretender dos sócios o pagamento dos próprios créditos, se não após ter sido cobrado o patrimônio social Sociedade em Comandita Simples (S.a.s.) Os sócios comanditados são solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas obrigações assumidas pela sociedade. Enquanto que os sócios comanditários são responsáveis somente no limite da própria participação. A razão social constitui-se pelo nome de ao menos um dos sócios comanditados, com a indicação da sociedade em comandita simples Sociedade em Comandita por Ações (S.a.p.a.) Na S.a.p.a. existem duas categorias de sócios: Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 15

16 os sócios comanditados, solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas obrigações assumidas pela sociedade; e os sócios comanditários, que respondem no limite de sua participação acionária. Os credores da S.a.p.a. não podem pretender que os sócios paguem os créditos perante a sociedade. Isso poderá verificar-se somente após ter sido esgotado o patrimônio social. A participação está representada por ações. Os sócios comanditados são, por direito, administradores da sociedade e devem respeitar as mesmas obrigações dos administradores das Sociedades por Ações. As disposições que se referem à Assembléia dos Sócios e ao Colégio Sindical da Sociedade por Ações podem ser aplicadas à S.a.p.a., enquanto compatíveis com a mesma. 5. Deveres contábeis Os deveres contábeis das empresas individuais e das sociedades de pessoas e de capital referem-se essencialmente: à elaboração e manutenção das scritture contabili, para fins de imposto de renda e IVA; à elaboração do balanço do exercício; e à elaboração do Registro de Inventário Balanço de exercício Em um prazo de 120 dias após o fechamento do exercício (ou 180 dias em casos extraordinários) os sócios das sociedades de capital (Sociedade por Ações, de Responsabilidade Limitada e por Comandita por Ações) devem deliberar sobre a aprovação do balanço do exercício, que se compõe: da situação patrimonial e do demonstrativo de resultado econômico; e das notas integrativas. O balanço do exercício é inclusive acompanhado do relatório sobre a gestão e, quando existente, do relatório do órgão de controle. O balanço, até 30 dias da data da aprovação, deve ser depositado na Câmara do Comércio na qual é inscrita a sociedade. 16

17 6. Direito Imobiliário 6.1. Contratos de compra/transferência de titularidade Os atos que se referem à compra e venda de imóveis e à constituição de direitos reais sobre os mesmos devem ter a forma escrita. Tais atos são oponíveis perante terceiros, após a transcrição nos registros imobiliários locais Imóveis a serem construídos Em disciplina particular ditada pelo Decreto Legislativo nº 122 de 20 de julho de 2005, foi prevista a tutela dos compradores de imóveis a serem construídos, que prevê: o dever do construtor de prestar uma garantia fiduciária sobre um valor equivalente àquele depositado pelo comprador; o dever do construtor de entregar a devida apólice de seguro que proteja o comprador de eventuais riscos que derivem de vícios do imóvel manifestados em um momento posterior à celebração do contrato de compra e venda; conteúdos específicos no contrato preliminar; uma disciplina especial para as situações de crise nas quais poderia se encontrar a construtora; e a constituição de um Fundo de auxílio aos compradores que tenham sofrido qualquer perda após a sujeição da construtora a procedimentos de concordata Locações para uso residencial Disposições específicas regulam os contratos de locação residencial e se aplicam a todos os tipos de imóveis, com exceção daqueles considerados de caráter histórico, artístico ou arqueológico. É necessária a forma escrita. Podem ser utilizados 2 tipos de contratos: Contratos Livres : as partes determinam o valor do aluguel e sua correção. Esses contratos têm uma duração de quatro anos, e, salvo algumas exceções, podem ser renovados por um igual período; e Contratos Concordados : devem ser compatíveis com o que foi estabelecido em determinados acordos subscritos, por representantes das associações de categoria dos proprietários e dos locatários com maior representação. São nulas as cláusulas e os contratos que prevejam um prazo superior àquele estabelecido por lei, ou um valor de aluguel mais elevado em relação àquele indicado no contrato registrado ou nos acordos firmados no âmbito nacional ou local. Guia aos Investimentos Estrangeiros na Itália 17

18 6.4. Locações para uso não residencial Os contratos de locação de imóveis não residenciais seguem uma disciplina específica. Trata-se de imóveis voltados para o desenvolvimento de atividades industriais, comerciais, turísticas, empresariais, centros para congressos e afins. Os contratos de locação de imóveis não residenciais têm uma duração mínima de seis anos (nove para os imóveis destinados à hotelaria). Tais contratos podem ser renovados tacitamente por igual período, salvo manifestação contrária de alguma das partes, comunicação esta que dever ser feita com uma antecedência de ao menos 12 meses (18 no caso das locações para hotéis). O aluguel pode ser livremente determinado pelas partes, com exceção dos reajustes periódicos estabelecidos em lei Fundos de investimento imobiliário Os fundos de investimento imobiliário têm como finalidade a compra e exploração comercial de bens imóveis. A subscrição ao fundo ocorre com base no valor que a sociedade de gestão estimou ser o pagamento necessário para o investimento. Uma vez recolhido a valor junto aos investidores a subscrição se conclui (trata-se exatamente de um fundo fechado). Ocorre, então, a escolha dos potenciais imóveis a serem comprados, com base na destinação que se pretende dar aos mesmos. De qualquer modo, o objetivo do fundo é o de auferir renda com os imóveis comprados pelo fundo, de forma a remunerar os investidores. A duração do fundo sempre é pré-estabelecida: normalmente, é de no mínimo 5 anos, chegando a um máximo de 15 anos. Na ocasião do vencimento deste prazo, serão liquidados os investimentos, para a respectiva distribuição dos dividendos aos investidores. 7. Propriedade intelectual As sociedades estrangeiras que visam investir no mercado italiano podem beneficiar-se da mesma proteção legal dos direitos sobre a propriedade intelectual garantida às sociedades italianas. A Itália participa dos mais importantes acordos internacionais relativos à proteção dos direitos sobre a propriedade intelectual, relativamente a marcas e patentes, e, como membro fundador da União Européia, encontrase numa posição de vanguarda na tutela da propriedade intelectual e possui uma das disciplinas mais avançadas do mundo. As últimas novidades introduzidas compreendem: 18

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Profa. Joseane Cauduro Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Introdução A unidade I aborda: empresa e empresário; formação das sociedades; tipos de sociedades. Objetivos da disciplina: apresentar aos estudantes

Leia mais

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social:

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social: AULA 2 4. Tipos societários 4.1 Sociedade Simples Se a sociedade simples não optar por outra forma essa é a forma que será a ela aplicada. Esse tipo é também subsidiário aos outros tipos sociais, ou seja,

Leia mais

C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012. PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA CAPÍTULO I

C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012. PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA CAPÍTULO I C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012 PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO que, nos termos do artigo 343.

Leia mais

ROBSON ZANETTI & ADVOGADOS ASSOCIADOS AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR

ROBSON ZANETTI & ADVOGADOS ASSOCIADOS AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR Robson Zanetti Advogados 1 1. Origem legal da holding no Brasil Lei nº. 6.404 (Lei das S/A s). No Brasil as holdings surgiram

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários Instrumento de captação de recursos e de investimentos no mercado imobiliário O produto O Certificado

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA I 7º Termo de Ciências Contábeis Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Regulamentação do Método da Equivalência Patrimonial

Leia mais

SOCIEDADES COMERCIAIS

SOCIEDADES COMERCIAIS Legislação Societária / Direito Comercial Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 11 SOCIEDADES COMERCIAIS Sociedade comercial é a pessoa jurídica de direito privado, nãoestatal, que tem por objeto social

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA 16.12.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia C 310/261 7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO QUE, ao abrigo do artigo III 434.

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49 Nota do autor, xv Parte I - Teoria Geral da Empresa, 1 1 Introdução ao Direito de Empresa, 3 1.1 Considerações gerais, 3 1.2 Escorço histórico: do direito comercial ao direito de empresa, 4 1.3 Fontes

Leia mais

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 Medida Provisória nº 627/13 Imposto de Renda da Pessoa Jurídica - Tributação em Bases Universais Com o advento da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, teve

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

Doing Business em São Tomé e Príncipe

Doing Business em São Tomé e Príncipe Doing Business em Raul da Mota Cerveira Índice INVESTIMENTO PRIVADO PRESENÇA EM STP IMPOSTOS IMPOSTOS - IRC IMPOSTOS - IRC - LUCROS IMPOSTOS - IRS OUTROS IMPOSTOS CAMBIAL DIREITOS FUNDIÁRIOS CONTRATAÇÃO

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO:

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: Denominação Artigo 1º - Corrêa Ribeiro S/A Comércio e Indústria é uma sociedade

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS Lei (alterada) do Imposto sobre os Rendimentos de 2005 Lei (alterada) da Contribuição Especial para a Defesa de 2004 Lei (alterada)

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77

Nota do autor, xix. 5 Dissolução e liquidação, 77 1 Resolução da sociedade em relação a um sócio, 77 Nota do autor, xix 1 Empresa, 1 1 Empreender, 1 2 Noções históricas, 2 3 Teoria da empresa, 3 4 Registro, 8 4.1 Redesim, 10 4.2 Usos e práticas mercantis, 14 4.3 Empresário rural, 15 5 Firma individual,

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum 11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade

Leia mais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais SECÇÃO V Ações preferenciais sem direito de voto Artigo 341º Emissão e direitos dos acionistas 1 O contrato

Leia mais

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Globalmente, a Associação Industrial Portuguesa Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) considera positivo o Anteprojeto de Reforma do IRS efetuado

Leia mais

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades.

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Apresentamos as Demonstrações Financeiras da Mehir Holdings S.A. referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2004 e as respectivas Notas

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

PORTUGAL 2020: FINANCIAMENTO ATRAVÉS

PORTUGAL 2020: FINANCIAMENTO ATRAVÉS 25 de maio de 2015 PORTUGAL 2020: FINANCIAMENTO ATRAVÉS ATRAVÉ DO RECURSO AOS FUNDOS FUNDO EUROPEUS ESTRUTURAIS IS E DE INVESTIMENTO O estímulo ao tecido empresarial trazido pelo programa Portugal 2020

Leia mais

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração;

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; ALTERAÇÃO DE SOCIEDADE EMPRESÁRIA: *ELEMENTOS DA ALTERAÇÃO CONTRATUAL a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; b) Preâmbulo; c) Corpo da alteração: Nova

Leia mais

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o - A (o) também designada (o) pela sigla, (se usar sigla), fundada (o) em de de é uma associação, sem

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2012 MBK Securitizadora S.A. Demonstrações Financeiras

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO

TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS ÍNDICE I Informações Iniciais... 4 II Glossário... 4 III Objetivo... 5 IV Natureza do Título... 5 V Vigência... 5 VI Pagamento... 5 VII Carência...

Leia mais

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Niterói Administradora de Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS -------------------------------- [Nota: os instrumentos de alteração contratual devem contem o número de registro da sociedade no CNPJ e o número de inscrição

Leia mais

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas DIREITO SOCIETÁRIO As sociedades são classificadas como simples ou empresárias (art. 982, CC). As sociedades empresárias têm por objeto o exercício da empresa: as sociedades simples exercem uma atividade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

Estas seriam isentas de contribuição predial ou qualquer outra taxa camarária, durante os primeiros dez anos do período de amortização.

Estas seriam isentas de contribuição predial ou qualquer outra taxa camarária, durante os primeiros dez anos do período de amortização. «CASAS ECONÓMICAS» Desde há muito que se ouve falar no conceito de casas económicas, mas nem sempre o cidadão comum percebe o que realmente são e em que contexto elas apareceram, e, o que tem a Caixa Geral

Leia mais

Os honorários serão sempre pagos pelo vendedor; Nas locações, os honorários previstos acima serão pagos 50% pelo locador e 50% pelo locatário.

Os honorários serão sempre pagos pelo vendedor; Nas locações, os honorários previstos acima serão pagos 50% pelo locador e 50% pelo locatário. TABELA DE HONORÁRIOS TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS LITORAL NORTE a) Intermediação de Lotes 10% b) Intermediação de Casas e Apartamentos 8% c) Intermediação na Locação por Temporada 20% Os honorários serão

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação adota a denominação INOVA-RIA: Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro e

Leia mais

Securitização De Créditos Imobiliários

Securitização De Créditos Imobiliários Securitização De Créditos Imobiliários Operações Imobiliárias A 1. O que é securitização de créditos imobiliários? Securitização é um processo estruturado, coordenado por uma instituição especializada

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Completa a transposição da Diretiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de junho de 2003, relativa a um regime fiscal comum aplicável aos pagamentos de juros e royalties efetuados entre sociedades associadas

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Foro, Prazo De Duração E Objeto

ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Foro, Prazo De Duração E Objeto ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Foro, Prazo De Duração E Objeto Artigo 1º A UPTICK PARTICIPAÇÕES S.A. é uma sociedade anônima de capital autorizado, que se rege pelas leis e usos do comércio,

Leia mais

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001.

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Fundos Imobiliários A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Luciana Simões Rebello Horta AAA/SP - lsimoes@albino.com.br A CVM disponibilizou

Leia mais

Estatuto. Sociedade Baden Sul do Brasil. Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício

Estatuto. Sociedade Baden Sul do Brasil. Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício Estatuto Sociedade Baden Sul do Brasil Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício A Associação é constituída sob a denominação Sociedade Baden Sul do Brasil. A Associação será registrada no Registro

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL DOC I CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social

Leia mais

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 Regulamenta o Fundo Especial Projeto Tiradentes, criado pela Lei nº 3.019, de 2000, de 3 de maio de 2000. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 5 Decreto nº 6.260, de 20 de novembro de 2007 DOU de 20.11.2007 Dispõe sobre a exclusão do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre

Leia mais

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO OS FUNDOS DE INVESTIMENTO CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 Os Fundos de Investimento O que é um Fundo de investimento? Um fundo de investimento é um instrumento financeiro

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Brito Amoedo Imobiliária S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado.

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA Artigo 1º A associação denomina-se ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA, com sede no Hospital de São Sebastião, EPE,, concelho de Santa Maria da Feira, podendo ser transferida

Leia mais

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012

Newsletter 07-08/2012 julho/agosto de 2012 Legislação fiscal Ratificações do Presidente da república (Convenções para evitar a dupla tributação e prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre o rendimento). Republica Democrática de Timor

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como:

VALE-TRANSPORTE. São beneficiários do vale-transporte os trabalhadores em geral, tais como: VALE-TRANSPORTE 1. Introdução O vale-transporte foi instituído pela Lei nº 7.418 de 16.12.85, regulamentada pelo Decreto nº 92.180/85, revogado pelo de nº 95.247, de 17.11.87, consiste em benefício que

Leia mais

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto.

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto. ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem Capítulo I Denominação, sede e objeto Artigo 1 É constituída por tempo indeterminado, com sede em Lisboa, na Rua Rodrigo

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/25 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

CONTRATO PARA A GESTÃO DE CURSOS DE LINGUA ITALIANA DO ISTITUTO ITALIANO DI CULTURA DI SAN PAOLO

CONTRATO PARA A GESTÃO DE CURSOS DE LINGUA ITALIANA DO ISTITUTO ITALIANO DI CULTURA DI SAN PAOLO 1 CONTRATO PARA A GESTÃO DE CURSOS DE LINGUA ITALIANA DO ISTITUTO ITALIANO DI CULTURA DI SAN PAOLO (A) Istituto Italiano di Cultura di San Paolo, com sede na Av. Higienópolis, 436 São Paulo SP, CEP 01238-000,

Leia mais

João Francisco Bianco jfb@marizsiqueira.com.br 05.06.2013

João Francisco Bianco jfb@marizsiqueira.com.br 05.06.2013 João Francisco Bianco jfb@marizsiqueira.com.br 05.06.2013 Importação de Serviço Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público incidente na Importação

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - BPMB I Participações S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - BPMB I Participações S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A sociedade limitada é o tipo societário de maior presença na economia brasileira.

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova o Documento de Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 06 referente aos Pronunciamentos CPC 04, CPC 05, CPC 10, CPC 15, CPC 22, CPC 25, CPC 26, CPC 27, CPC 28, CPC 33, CPC 38, CPC 39 e CPC 46 emitidos

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional O tamanho que a micro ou pequena empresa assumirá, dentro, é claro, dos limites legais de faturamento estipulados pela legislação para um ME ou EPP, dependerá do

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO Cooperativismo Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO GESTÃO: Samuel José dos Santos Diretor Presidente Marco Antonio da C.Guimarães - Diretor Operacional João Gonçalves dos Santos Diretor

Leia mais

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO A OCB/TO é formada por cooperativas singulares, federações e centrais de todos os ramos. Pela Lei 5.764/71, ainda em vigor, todas

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 25-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 01-08-2002,

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO CYRELA COMERCIAL PROPERTIES INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.,

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO CYRELA COMERCIAL PROPERTIES INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A., PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA CYRELA COMERCIAL PROPERTIES INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. PELA CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES Pelo presente instrumento

Leia mais

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) (reclassificado) (reclassificado) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 61.664 207.743 Fornecedores

Leia mais

Capital/Bolsa Capital/ Balcão. Mesmas informações para os 2 últimos exercícios

Capital/Bolsa Capital/ Balcão. Mesmas informações para os 2 últimos exercícios Identificação das pessoas responsáveis pelo formulário Capital/Bolsa Capital/ Balcão Declaração do Presidente e do Diretor de Relação com Investidores Dívida / Investimento Coletivo IAN Apenas informações

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Dispõe sobre os procedimentos de acompanhamento, controle e avaliação a serem adotados na utilização dos benefícios fiscais instituídos pela Lei n

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

FORMALIDADES PARA CRIAÇÃO DE EMPRESAS TIPOS DE SOCIEDADES

FORMALIDADES PARA CRIAÇÃO DE EMPRESAS TIPOS DE SOCIEDADES Associação Nacional de Jovens Empresários APOIO JURÍDICO FORMALIDADES PARA CRIAÇÃO DE EMPRESAS TIPOS DE SOCIEDADES ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários Casa do Farol Rua Paulo Gama s/n 4169-006

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 82388 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações

Leia mais

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Diversos veículos podem ser utilizados para securitizar recebíveis imobiliários, entretanto o uso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários -CRI- vem caminhando

Leia mais

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia Sistema Político Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia A 20 de Dezembro de 1999 Macau passa a Região Administrativa Especial da República Popular da China, sendo simultaneamente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O PAGAMENTO DE SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA, EM CARÁTER EVENTUAL, POR MEIO DE RECIBO DE PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL

Leia mais

Contribuição Sindical Patronal

Contribuição Sindical Patronal Contribuição Sindical Patronal Aspectos Legais O recolhimento da contribuição sindical é obrigatório conforme se verifica nos artigos 578, 579 e 580 da Consolidação das Leis do Trabalho: TÍTULO V - DA

Leia mais