Plano Municipal de Educação de Bicas

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1 Plano Municipal de Educação de Bicas

2 Texto Rosana Crevelari dos Santos Revisão de Texto Maria Eliza Galil Mendes Bicas. Prefeitura Municipal de. Secretaria Municipal de Educação. Plano Municipal de Educação de Bicas / Prefeitura Municipal de Bicas. Bicas, p. : il. color. ; 30cm 1. Educação 2. Avaliação 3. Formação Profissional I. Prefeitura Municipal de Educação II. Secretaria Municipal de Educação III. Título Bicas Minas Gerais 2013/2014

3 PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BICAS Todos Juntos por uma Educação de Resultados GERALDO MAGELA LONGO DOS SANTOS Prefeito Municipal LÉA ALVES DE CASTRO Vice-Prefeita PROF.ª JANE ALVES DURÃO Secretária Municipal de Educação PROF.ª ROSANA CREVELARI DOS SANTOS Coordenadora para Elaboração do PME PROF.ª MARIA ELIZA GALIL MEDES Co-Coordenadora para Elaboração do PME PROF.ª JUSSARA PEREIRA AMARAL ROSSI Secretária Executiva para Elaboração do PME

4 COMISSÃO DE SISTEMATIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BICAS COLABORADORES Secretaria Municipal de Educação Rosana Crevelari dos Santos Igor Maia Conselho Tutelar Elaine Rosa Maria Helena Martins Henriques Câmara Municipal Sônia Maria Pereira Mattos Representantes de Estudantes Katia da Costa Martins Alécio Oliveira das Graças Representantes de Pais Eliana dos Anjos Barrosa S. Souza Andreia NascibemVicini Representantes dos Professores Fernanda Ribeiro Alhadas Maristela Grossi Cardinelli Representantes dos Gestores Priscila Pereira Tavares Barrozo Jussara Pereira Amaral Rossi Representantes do Conselho de Alimentação Escolar Jane de Souza Fávero César Rita de Cássia Maroco Moreto Representantes do Conselho do FUNDEB Maria Eliza Galil Mendes Thereza Cristina R. B. Moreira

5 1- INTRODUÇÃO Bicas dá um grande salto de qualidade educativa ao elaborar, de forma democrática e participativa, o Plano Municipal de Educação PME, para os próximos dez anos. O PME trata do conjunto da educação, no âmbito Municipal, expressando uma política educacional para todos os níveis, bem como as etapas e modalidades de educação e de ensino. É um Plano de Estado e não somente um Plano de Governo. Sua elaboração está preconizada no Plano Nacional de Educação - PNE, aprovado pela Lei nº /2014, que em seu art. 8º declara: Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar seus correspondentes planos de educação, ou adequar os planos já aprovados em lei, em consonância com as diretrizes, metas e estratégias previstas neste PNE, no prazo de 1 (um) ano contado da publicação desta Lei. Obedecendo ao princípio constitucional de gestão democrática do ensino público, preconizada na Constituição Federal Art. 206, Inciso VII, observando a gestão democrática de ensino e da educação, a garantia de princípios de transparência e impessoalidade, a autonomia e a participação, a liderança e o trabalho coletivo, a representatividade e a competência, foi construído o presente Plano Municipal de Educação, um plano decenal. Ele requereu, de todos nós, que dele participamos com clareza e objetividade a respeito de qual educação queremos. Este processo de construção coletiva, com a demonstração de um forte espírito democrático, nos enche de esperança e nos aponta para um caminho em que a educação é alicerce para o desenvolvimento de uma sociedade plena. O PME preconiza o que está posto no Plano Nacional de Educação. De forma resumida, os principais aspectos norteadores abordados são: a universalização, a qualidade do ensino, a formação e valorização dos profissionais, a democratização da gestão e o financiamento da educação. Esperamos que o Plano Municipal de Educação de Bicas aponte para uma Educação Plena, que contribua para a formação de cidadãos, com uma nova visão de mundo, em condições para interagir na contemporaneidade de forma construtiva, solidária, participativa e sustentável.

6 MENSAGEM PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BICAS Acredito que para muitos pode parecer demagogia, proselitismo ou até ingenuidade propor a construção de um Plano Municipal de Educação a partir da mais genuína democracia: a participação direta e constante dos cidadãos. A afirmação não considera propriamente questões legais, mesmo por que o processo acima já é preconizado e garantido por lei, mas razões que perpassam por concepções e paradigmas historicamente construídos. Paulo Freire, base epistemológica desse trabalho, já nos dizia que é possível e necessário encurtar a distância entre o que se diz e o que se faz... da necessidade de se aproximar e articular o que temos e aquilo que desejamos. Nessa circunstância, tratando-se especificamente de gestão pública e educacional, digo que é preciso, acima de tudo, planejamento. Com as ideias e ideais de Paulo Freire, reafirmados pela honrosa presença do Professor José Eustáquio Romão em um de nossos encontros, o Fórum Municipal de Educação abraça o desafio de fomentar, discutir, refletir e sistematizar o processo de construção do Plano Municipal de Educação para ir além das circunstâncias concretas e legais. Queremos contribuir para a formação de novas concepções; queremos um despertar de consciência capaz de promover uma gestão pensada e vivida por todos. Quando falamos de participação, entendemos que significa ser parte e dar parte ao processo de construção das relações sociais. Ser parte é condição e dar parte é compromisso ético que temos como seres sociais que somos. Acredito que a rede simbólica do Plano já vem sendo tecida e é preciso, agora, dar corpo a rede. É nos reconhecendo como seres históricos e, como nos disse Romão citando Paulo Freire, incompletos, inconclusos e inacabados que o Plano materializa nossos sonhos, projetos e intenções, para o Município de Bicas, para os próximos 10 anos. Nascemos para ser mais... Vivemos para ousar. Um Plano que, além do documento escrito, feito com a rigorosidade metódica necessária, é capaz de ser palavra-ação. Documento que se move para uma Bicas cada vez melhor. Com esta compreensão, convidamos a todos (as) para comprometerem-se na produção da rede, porque ao navegar podemos questionar as ondas, podemos melhorar os barcos, só não podemos parar, pois o mar nos espera. ROSANA CREVELARI DOS SANTOS Coordenadora para a Elaboração do Plano Municipal de Educação Diretora Pedagógica do Município

7 HISTÓRICO DA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BICAS O Poder Executivo Municipal, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação, envolvida com as discussões sobre o novo Plano Nacional de Educação, através das Conferências Municipais, Regionais, Estaduais (CONAE), assim como com a árdua tarefa de (re) organização institucional da Secretaria a partir da construção dos seus principais instrumentos de gestão, cria por decreto nº 86 de 06 de agosto de 2013 o Fórum Municipal de Educação para a elaboração do Plano Municipal de Educação. Para construir este Plano, a Secretaria Municipal de Educação adotou uma metodologia participativa e democrática, envolvendo a Sociedade Civil Organizada, Instituições de Ensino e da Administração Pública e Câmara Municipal Comissão de Educação, Cultura e Desporto e Unidades Educativas. A elaboração deste Plano Municipal de Educação constitui-se de instâncias de reflexões e decisões, dentre elas: O Fórum Municipal de Educação e a Comissão de Coordenação. Foram realizadas a partir daí 4 (quatro) reuniões com os membros do Fórum de Educação; 30 (trinta) reuniões com a Comissão de Coordenação; 1(um) Fórum; 1 (uma) Audiência Pública; e 1(uma) Conferência Municipal, que proporcionaram a participação democrática, a discussão e aprovação das propostas de Metas, para comporem o Plano Municipal de Educação. Este Plano Municipal de Educação é definido em um conjunto de Diretrizes e Metas, distribuídos nos diversos Níveis e Modalidades de Ensino, estabelecidos para cada Eixo. Constituise em um instrumento de resposta às demandas, na área da Educação pública e privada do Município de Bicas, por articular diretrizes, metas, aspirações compartilhadas com legitimidade. ROSANA CREVELARI DOS SANTOS Coordenadora para Elaboração do Plano Municipal de Educação Diretora Pedagógica

8 2- BICAS- ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS Origem e formação As mais antigas crônicas relatam que os primeiros a pisarem nas terras pertencentes ao Município de Bicas foram os Tropeiros, que aqui estabeleciam pausadas provisórias abrigando-se em choupanas cobertas de taboas. Ficou conhecida a princípio por Arraial das Taboas", topônimo originado das águas que corriam das coberturas de taboas, que por ocasião das fortes chuvas, caiam em grossas "Bicas". Uma segunda versão diz que, neste pouso, os tropeiros de passagem tinham as suas "Bicas", onde se abasteciam de água, para continuarem a viagem com suas mercadorias. O povoado desenvolvido ao redor da estação ferroviária, no auge da produção cafeeira, era o centro exportador do produto. A criação e o comércio de gado determinaram a ocupação e progresso da região. A instalação das oficinas da então Leopoldina Railway veio fortalecer o desenvolvimento da localidade. O Povoado que deu origem à atual cidade de Bicas, surgiu no século XIX, tendo sido levada à categoria de Distrito, em 19/09/1890, incorporado, então, ao Município de Mar de Espanha. Passou o referido Distrito a integrar, nesse mesmo ano, ao Município de Guarará. Bicas permaneceu como parte integrante de Guarará até 1923, quando foi emancipado. A independência de Bicas se deu no dia 07/09/1923, sendo instalado no dia 01/01/1924 e foi elevado à categoria de Município pela Lei Estadual nº 893 em 10/09/1925.

9 Em relação às manifestações culturais e, consequentemente, ao Turismo destaca-se a Exposição Agropecuária anual, com rodeios, comércio de gado e produtos artesanais - tipicamente na última semana de julho de cada ano - são uma tradição de várias cidades da Zona da Mata, e a Exposição Agropecuária de Bicas é uma das mais famosas, atraindo milhares de turistas de vários pontos do país. Destaca-se também o turismo ambiental, com lindas paisagens da serra mineira, as quais podem ser conhecidas e\ou contempladas através de passeios de parapente, trilhas e ciclísticos Caracterização Física Localiza-se no Brasil estado de Minas Gerais Coordenadas Geográficas: Latitude: , Longitude Sul, Oeste

10 Distância em relação à capital: 290 Km por rodovia Municípios Limítrofes: Guarará; Maripá de Minas; Pequeri; Rochedo de Minas; Juiz de Fora; São João Nepomuceno; Chácara. Área: 139,538 km² Localização: Mesorregião da Zona da Mata Altitude Média: 600 m acima do nível do mar Temperatura média anual: 19º C, com variações entre 15ºC a 23ºC Fonte: Bicas localiza-se na Mesorregião da Zona da Mata e dista por rodovia 290 km da capital Belo Horizonte. A altitude da sede é de 600 m, possuindo como ponto culminante a altitude de 899 m. A temperatura média anual em torno de 19 C, com variações entre 15 C (média das mínimas) e 23 C (média das máximas). O município faz parte da bacia do rio Paraíba do Sul, sendo banhado pelo rio Cágado, afluente do rio Paraibuna Aspectos Populacionais Bicas, segundo dados do IBGE, possuía em 2010 uma população de habitantes, tendo por estimativa em habitantes, o que nos leva a uma taxa de crescimento anual de 0,65%. Sua população reside em quase sua totalidade na zona urbana e há um número considerável de população chamada flutuante devido sua localização geográfica. Considerando a população por faixa etária, os habitantes de 20 anos a mais correspondem aproximadamente 72% do total.

11 DEMOGRAFIA (IBGE 2010) GRÁFICO 1 ANO TOTAL POPULAÇÃO RESIDENTE POR GRUPO DE IDADE POP. Menos de 1 ano 1 Ano 2 Anos 3 Anos 4 Anos 5 Anos 6 Anos 7 Anos 8 Anos 9 Anos 10 a 14 Anos 15 a 17 Anos TABELA 1 ANO POPULAÇÃO POPULAÇÃO BICAS TOTAL 0 A 4 5 A 9 10 A A MAIS Fonte: IBGE

12 TABELA 2 Fonte: IBGE 2.4- Aspectos Socioeconômicos A distribuição setorial do PIB de , 57 perfaz 3,9% na agropecuária, 15,4% na indústria e 80, 7% no setor de serviços. Dados que nos permite afirmar que na economia do município predomina o setor de serviços correspondendo 80,7% dos empregos distribuídos entre: serviços, comércio e administração pública. GRÁFICO 2 ECONOMIA (IBGE 2010) Bicas possui um IDH-M igual a 0,799 o que corresponde ao 39º maior do Estado. Especificando-o em áreas, o IDH-M RENDA do município é de 0,739 o 29º maior, sendo o IDH-M LONGEVIDADE 0, 784 o 22º maior e o IDH-M EDUCAÇÂO 0,873 o 69º maior. Considerando os 853 municípios de Minas Gerais o IDH-M de Bicas, assim como os correspondentes às áreas específicas estão em patamares elevados. TABELA 3 IDH-M 0,799 39º MAIOR

13 IDH-M RENDA 0,739 29º MAIOR IDH-M 0,784 22º MAIOR LONGEVIDADE IDH-M EDUCAÇÃO 0,873 61º MAIOR Fonte: IBGE Aspectos Educacionais Passando para a análise mais especificamente educacional, ou melhor, aos dados referentes a rede de ensino do município, hoje contamos com um total de 15 escolas de Educação Básica e um Polo Universitário- UAB. Desse total, 5 são particulares, 1 estadual e 8 municipais sendo desse total 1 escola rural. ESTABELECIMENTOS DE ENSINO, POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA SEGUNDO ETAPA\MODALIDADE MINISTRADA. TABELA 4 Número de Escolas Educação Básica Ensino Superior Privadas Municipais Estaduais Total Total Geral Pública Privada Total U R U R U R U R Legenda: U Zona Urbana; R Zona Rural. Ano: 2013 Fonte: Própria Já a taxa de analfabetismo entre a população de 15 anos ou mais apresentou uma discreta redução entre o ano de 2000 a 2010, passou de 6,99 para É uma taxa considerável se pensarmos na taxa considerada pelo MEC para atribuir o município o selo de Cidade livre do analfabetismo que é de 3,6. A escolaridade média da população acima de 15 anos, no entanto, apresenta sua maioria com 2º ciclo fundamental completo ou mais.

14 TAXA DE ANALFABETISMO GRÁFICO 3 Fonte: IBGE 2010 TABELA 5 ESCOLARIDADE MÉDIA DA POPULAÇÃO ACIMA DE 15 ANOS Sem 1º ciclo 2º ciclo Não Total instrução/1º ciclo fundamental incompleto fundamental completo/2º ciclo incompleto fundamental completo ou mais determinada IBGE 2010 No que diz respeito à matrícula inicial por dependência administrativa, na Educação Infantil os dados demonstram que, curiosamente, houve uma considerável oscilação dos números de matrículas na creche (0 a 3 anos) na rede municipal. Cai quase 50% o número de matrículas do ano de 2010 para 2011, logo em 2012 tem um aumento de mais de 300% com 145 matrículas e esse número cai novamente para 111 matrículas em Já na Pré-escola na rede municipal foi em 2011 que tivemos o maior número de matrículas, 328. Logo, houve em 2012 uma retração para 265 matrículas retomando o crescimento em 2013 com 306 matrículas. Apesar da oscilação constatada, o fato é que houve um aumento considerável de matrículas durante esses 4 anos analisados.

15 Diferente do município, na rede privada o número de matrículas na creche teve uma retração entre 2010 a 2013, saindo de 54 para 34 matrículas. Já na pré-escola o número de matrículas teve crescimento aproximado de 13% no número de matrículas entre 2010 a MATRÍCULA INICIAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA TABELA 6 EDUCAÇÃO INFANTIL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA ANO Creche Pré-escola Creche Pré-escola Creche Pré-escola Fonte: INEP Considerando, portanto, o número de matrículas e relacionando-o ao número de habitantes por faixa etária e, afim de termos resultados e dados cada vez mais precisos, a partir de um cálculo das taxas de crescimento anual chegamos a uma porcentagem de matrículas no município referente a creche (0 a 3 anos) e pré-escola (4 a 5 anos) em Segue abaixo os dados:

16 TAXA DE MATRÍCULA EDUCAÇÃO INFANTIL (2013) No ensino fundamental anos iniciais o Estado apresentou uma considerável retração no número de matrículas entre 2010 a 2013, passando de 101 para 48 matrículas, o que acarretou a suspensão das atividades em 2014 como o fechamento da referida escola. Já de modo geral, houve uma pequena retração no número de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental nos últimos 4 anos. MATRÍCULA INICIAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA TABELA 7 ENSINO FUNDAMENTAL 1º ao 5º ANO ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA Fonte: INEP

17 TABELA 8 ENSINO FUNDAMENTAL 6º ao 9º ANO ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA Fonte: INEP Considerando, portanto, o número de matrículas e relacionando-o ao número de habitantes por faixa etária e, afim de termos resultados e dados cada vez mais precisos, a partir de um cálculo das taxas de crescimento anual chegamos a uma porcentagem de matrículas no município referente aos anos iniciais do ensino fundamental em Segue abaixo os dados: TAXA DE MATRÍCULA ENSINO FUNDAMENTAL (2013)

18 O ensino médio, ofertado apenas pelo Estado e pela rede privada, demonstrou pouca oscilação entre os quatro últimos anos. Há uma média de 500 alunos atendidos. MATRÍCULA INICIAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA TABELA 9 ENSINO MÉDIO ANO ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA Fonte: INEP Considerando, portanto, o número de matrículas e relacionando-o ao número de habitantes por faixa etária, e, afim de termos resultados e dados cada vez mais precisos, a partir de um cálculo das taxas de crescimento anual chegamos a uma porcentagem de matrículas no município referente ao ensino médio em Segue abaixo os dados: TAXA DE MATRÍCULA

19 Já a Educação de Jovens e Adultos EJA -, ofertada pelo município, atende um número considerável de alunos. São 100 alunos em 2013 sendo que em 2012 foram 155 alunos. A queda é preocupante considerando a taxa de analfabetismo de 6,77% e medidas para sanar a evasão são necessárias. Já a Educação Profissional, ofertada pelo Estado no período noturno a partir dos cursos de Magistério e Contabilidade em nível médio no município, teve fim em MATRÍCULA INICIAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA TABELA 10 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (PRESENCIAL) ANO ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA Fonte: INEP TABELA 11 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (NÍVEL TÉCNICO) ANO ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA Fonte: INEP E por fim, a Educação Superior no município é ofertada através de um Polo Presencial da Universidade Aberta do Brasil. Esta conta com 4 Universidades (UFJF, UFSJ, UNIFEI, UFV) com 6 cursos a saber: Pedagogia, Matemática, Física, História Administração e Computação. Há um total de 700 alunos nas graduações, sendo que muitos são de outras cidades e até mesmo de outros Estados. Além das graduações há também pós graduações nas áreas de Gestão e Educação, além do IFET (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia) que oferece 7 cursos técnicos a saber:

20 Segurança do trabalho, Serviços Públicos, Contabilidade, Enfermagem, Administração, Secretariado e Informática para Internet. MATRÍCULA INICIAL POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA TABELA 12 EDUCAÇÃO SUPERIOR Instituições Cursos Nº de alunos UFJF Pedagogia UFSJ Matemática 2 90 Física 1 13 UNIFEI História 1 47 UFV Administração Computação Total de instituições: 04 Total de cursos: 06 Total de turmas: 10 Total de alunos: 650 TABELA 13 POLO UAB - IFET Instituições Cursos Nº de turmas Nº de alunos IFET Segurança do trabalho 1 50 Serviços Públicos Contabilidade Enfermagem Administração Secretariado Informática para internet 01 50

21 3- IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) combina dois indicadores usualmente utilizados para monitorar nosso sistema de ensino: Indicadores de fluxo (promoção, repetência e evasão) e Pontuações, em exames padronizados, obtidas por estudantes ao final de determinada etapa do sistema de ensino. OBJETIVO Mostrar as condições do ensino no Brasil, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), determinando o prazo e a forma de como chegar. Detectar escolas e/ou redes de ensino cujos alunos apresentem baixa performance em termos de rendimento e proficiência; Monitorar a evolução temporal do desempenho dos alunos dessas escolas e/ou redes de ensino; Foi fixada a média 6,0 para ser atingida até 2022, utilizando a metodologia do IDEB como base, observando que esta média foi atingida pelos 20 países melhores colocados no ranking mundial. CÁLCULO DO IDEB Utiliza o ano do exame (Saeb ou Prova Brasil) e Censo Escolar; Média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre 0 (zero) e 10 (dez), dos alunos da Unidade Educativa, obtida em determinada edição do exame realizado ao final da etapa de ensino; Indicador de rendimento, baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino dos alunos da Unidade Educativa (Ensino Fundamental e Médio). Conforme Tabela 4, a rede municipal de Bicas obteve média 5,9 nos anos iniciais e 5.4 nos anos finais no IDEB, as quais estão acima da média nacional de 5.0 e 4.1. A rede privada é que aparece com os melhores resultados, sendo que o Estado de Minas através de suas 2 escolas no município amarga os piores índices.

22 TABELA 14 Ensino Ensino Ensino médio Fundamental Anos Iniciais Fundamental Anos finais Brasil Minas Gerais Rede Pública de MG Rede Estadual em Bicas 3,10 4, Rede privada (Estado) Rede Municipal de Bicas 5,

23 A rede municipal com suas 4 escolas de ensino fundamental séries iniciais não apresenta uma considerável disparidade entre os resultados. O maior índice é de 6.3 e o menor 5.0. É fato que todas as escolas estão acima das metas projetas atingindo o percentual estipulado para 2017 e\ou É importante salientar também a evolução da E. M. Dr. Matheus Monteiro da Silva nas últimas 4 aferições e dizer que a ligeira queda que passou as demais escolas na aferição de 2011 não ocorreu, pelo contrário, a Escola manteve o crescimento. Um dos fatores que contribuiu para a elevação do índice da referida escola foi à oferta da educação em tempo integral a partir de Dentre outras ações destaca-se nos últimos anos a construção de quadras poliesportivas e reforma e/ou ampliação dos prédios públicos. O aumento do IDEB também se deve a instalação do Polo UAB com diversos cursos que possibilitaram formação continuada dos profissionais através de graduações e pós graduações na área educacional. 4- TAXA DE APROVAÇÃO Permite avaliar a produtividade do sistema educacional em cada série e nível de ensino. Este indicador pode ser considerado como taxa de sucesso que o sistema obteve durante o ano. Pode-se calcular a taxa média de aprovação por nível de ensino ou para um conjunto de séries. Dentre as 3 dependências administrativas o município aparece com a menor taxa de aprovação no ensino fundamental ficando ainda mais evidente e desigual nas séries finais. Fica claro na tabela que, diante da Lei Federal nº 7\2010 o 3º ano tornou-se um gargalo. TABELA 15 Nome do município Bicas INEP Rede Total de Aprovação Ens. Fundamental Total de aprovação (1º ao 5º) Total de aprovação (6º ao 9º) Privada 97,3% 100% 94,8% Municipal 79,5% 86% 55,3% Estadual 84,2% 91,2% 83,2%

24 TABELA 16 Nome do Rede 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º município Privada 100% 100% 100% 100% 100% 97,4% 97,8% 84,1% 100% Municipal 97,1% 94,6% 74,9% 81,7% 88,9% 50,7% 48,7% 72,2% 59,4% Bicas Estadual - 100% 73,7 100% 100% 85,6% 77,1% 85,1% 84,6% INEP 5- TAXA DE DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE Permite avaliar a distorção entre a idade dos alunos e a série que frequentam em cada nível de ensino. Deve-se considerar a idade recomendada para cada série /nível de ensino, ou seja, 06 anos para o 1º ano do Ensino Fundamental, 07 anos para o 2º ano e, assim, sucessivamente. TABELA 17 MUNICÍPIO REDE TAXA-DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE- E. FUNDAMENTAL 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 1º 6º total ao ao Bicas 5º 9º Municipal 3,4 14,9 26,9 33,1 29,5 57,3 34,6 39,1 18, ,3 27,1 Estadual 27,3 46,5 Privada ,6 10 2,3 5,4 6,5 1,4 5,3 3,8 INEP EDUCAÇÃO ESPECIAL A educação ao longo dos tempos tem buscado acompanhar as transformações que a contemporaneidade exige. Diante dessa perspectiva o respeito e atendimento à diversidade constituem-se em premissas básicas. Nesse contexto, a inclusão apresenta-se como necessária para que se faça cumprir a Legislação vigente, que, de acordo com a Constituição Federal em seu artigo inciso III, estabelece o direito das pessoas com necessidades especiais de receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino. Para tanto, faz-se necessário à integração plena dos alunos e alunas com necessidades educacionais especiais (n.e.e) às classes escolares regulares, fazendo valer, a estes, a oportunidade de usufruir dos seus direitos.

25 Quanto aos dados referentes ao município de Bicas, a tabela abaixo demonstra que a maioria absoluta dos alunos com necessidades especiais encontram-se matriculados na rede pública. O município com 12 alunos e o Estado com 24 alunos. O fato interessante a relatar é que os 19 alunos que constam matriculados no Estado nos anos iniciais serão, hipoteticamente, alunos do município em 2014 devido ao encerramento das atividades da única escola do Estado que atende a essa etapa. Diante desses dados, nota-se que o município, paulatinamente, vem fazendo cumprir as determinações e exigências legais que primam pela inclusão dos alunos e alunas com n.e.e. nas classes regulares de ensino. Porém, para que o município possa, de fato, implementar um sistema educacional inclusivo, faz-se necessário adotar algumas medidas, pois a exigência veemente da sociedade não só visa à consolidação de escolas inclusivas, mas, acima de tudo, à concretização de uma educação que garanta a todas as pessoas o acesso não só a uma escolarização que promova o atendimento à diversidade, mas, acima de tudo, que contemple o atendimento à vida em sua totalidade. Dentre elas a oferta de atendimento educacional especializado em instituições próprias no turno oposto ao da escolarização, bem como apoio de especialistas em diversas áreas da saúde em centros de atendimento especializado. TABELA 18 Educação Especial (Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos) Creche Pré-escola Anos iniciais Anos finais Médio EJA Estado Município Privada INEP: MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA A valorização da carreira dos professores brasileiros passa pela elevação do nível salarial, mas também por um conjunto de instrumentos que aperfeiçoem as condições de exercício profissional. No entanto, em 2008, foi sancionada a lei , conhecida como Lei do Piso, que institui o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da Educação Básica.

26 valor em R$ Remuneração (em R$) Piso Salarial ,54,4 2 Categoria 1 Categoria 2 Ano Atualmente, o professor do município tem um piso salarial de R$1072,31 para uma carga horária de 24h/semanais. Para maiores detalhes consultar Lei Complementar nº 07/2006 que dispõe sobre a Estruturação do Plano de Cargos e Salários da Prefeitura Municipal de Bicas do Estado de Minas Gerais, estabelece normas de enquadramento, institui nova tabela de salários e dá outras providências. Além dos aspectos financeiros, como citado anteriormente, há questões relacionadas à formação e a valorização do magistério que devem ser alvo de políticas públicas afim de corrigir as distorções que põem em risco a vida profissional daqueles que têm um decisivo papel no progresso do país. O frequente desrespeito aos profissionais do magistério tem provocado danos à sua saúde além da despersonalização e falta de realização pessoal. A consequência é o baixo comprometimento com o trabalho, adoção de comportamentos mecânicos e burocratizados e um distanciamento emocional dos professores com seu alunado e, por fim, a desistência da profissão. Outro fator diz respeito às políticas de valorização e formação docente. Há no município um terreno enorme a ser cultivado no que tange às políticas de valorização e formação docente. A formação continuada em serviço que fortalece a prática docente encontra muitos obstáculos. Falta espaço destinado especialmente à formação permanente e qualificação contínua dos docentes e espaços disponíveis para promoção de cursos, oficinas, seminários e estudos relacionados às questões técnico-pedagógicas e equipados com laboratórios de tecnologias inteligentes. A partir dessas considerações, a análise do ambiente interno demonstrou que é necessário o fortalecimento das instâncias de controle social: Conselhos Municipais de Educação, os colegiados escolares, os sindicatos que representam os trabalhadores da educação e também as organizações estudantis, todos eles com fraca e difusa atuação em nosso município. Isto porque a cultura de participação coletiva é ainda muito incipiente e agravada pelo afrouxamento da relação família escola.

27 Este enfraquecimento da representação popular impõe dificuldades para implementação da Política Educacional no município e também reprime a formação de novas lideranças na comunidade, resultando numa maior ingerência de interesses pessoais e políticopartidários que vai se refletir nas escolas. 8- FINANCIAMENTO E GESTÃO A efetiva consolidação da educação requer especial atenção à gestão de recursos, que deve ser eficaz, eficiente, relevante e pertinente, a fim de atender aos inúmeros desafios inerentes ao processo de desenvolvimento sustentável da região. A fixação de um plano de metas para a educação exige definição de custos e identificação dos recursos atualmente disponíveis, e das estratégias para sua ampliação, seja por meio de criação de novas fontes, seja por uma utilização mais racionalizada, seja pela constatação da necessidade de maior investimento. Os percentuais constitucionalmente vinculados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino devem se constituir em referência e ponto de partida para a formulação e implementação de metas educacionais. A reforma tributária embutida na Constituição de 1988 reforçou a arrecadação de impostos em geral, mas também sua destinação ou disponibilização para os Estados e Municípios. Uma primeira medida fundamental foi a vinculação de recursos à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. O artigo 212, caput, da Carta Magna, dispõe que A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendendo a proveniente das transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. No entanto, para que se alcance este patamar de qualidade, é preciso assegurar a gestão democrática nos sistemas de ensino e unidades escolares. Em nível de gestão de sistema, na forma de Conselhos de Educação que reúnam competência técnica e representatividade dos diversos setores educacionais; em nível das unidades escolares, por meio da formação de conselhos escolares de que participe a comunidade educacional e formas de escolha da direção escolar, que associem a garantia da competência ao compromisso com a proposta pedagógica emanada dos conselhos escolares e a representatividade e liderança dos gestores escolares. Para tanto, é imprescindível a profissionalização da gestão em todos os níveis, com vistas à racionalidade e produtividade. É necessária a desburocratização e a descentralização da gestão nas dimensões pedagógica, administrativa e de gestão financeira.

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