ATIVO IMOBILIZADO - Procedimentos Contábeis - Pequenas e Médias Empresas - Resolução CFC nº 1255/2009

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1 ATIVO IMOBILIZADO - Procedimentos Contábeis - Pequenas e Médias Empresas - Resolução CFC nº 1255/2009 Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 04/12/2012. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceitos Pequenas e Médias Empresas de Acordo com a Resolução CFC 1255/ Conceitos, Princípios e Características das Demonstrações Contábeis Compreensibilidade Relevância Materialidade Confiabilidade Primazia da Essência sobre a Forma Prudência Integralidade Comparabilidade Tempestividade Equilíbrio entre Custo e Benefício 4 - Imobilizado Classificação e Conteúdo das Contas Plano de Contas Custo de Ativo Imobilizado - Elementos do Custo Mensuração do Custo Bens em Operações Imobilizações em Andamento Critério de Avaliação do Ativo Imobilizado Custo Atribuído na Adoção Inicial Exemplo Prático Exemplo de Aquisição de Ativo Imobilizado Atividade Prática Distinção entre circulante e não circulante - Resolução CFC 1255/ Inspeção Regular Caso Prático de Contabilização de Inspeção Regular Depreciação, Exaustão E Amortização Legislação Fiscal Valor Depreciável Estimativa De Vida Útil Econômica e Taxa de Depreciação Métodos de Depreciação Exaustão Registros e Controles Contábeis Registro Individual de Bens Forma de Apresentação no Balanço 5 - Ativo Intangível

2 5.1 - São Exemplos de Bens Intangíveis: Amortização de Intangível Mensuração Após o Reconhecimento Amortização ao Longo da Vida Útil Período de Amortização e Método de Amortização Valor Residual Revisão do Período de Amortização e Método de Amortização Caso prático de Aquisição e Controle de um Ativo Intangível 6 - Arrendamento Mercantil Contabilização do arrendamento mercantil financeiro - Arrendatário Contabilização de arrendamento mercantil financeiro Prática: Divulgação Contabilização do Arrendamento Mercantil Financeiro - Arrendador Exemplificando: Contabilização do arrendamento mercantil operacional - Arrendador Transação de Venda e Leaseback Divulgação 7 -Teste de Recuperabilidade Impairment Redução ao Valor Recuperável de Ativos Indicadores de Desvalorização Caso Prático de Teste de Recuperabilidade - Impairment Recuperabilidade do Valor Contábil - Perda por Desvalorização do Intangível Caso Prático de Teste de Recuperabilidade - Impairment 8 - Avaliação do Imobilizado a Valor Justo na Data da Transição das Novas Regras Contábeis Custo atribuído Mensuração a Valor Justo Pessoa Jurídica Tributada pelo Lucro Real Atribuição do Valor Justo ao Ativo Contabilidade Lançamento do Ajuste Resultante do Custo Atribuído Lançamentos dos Tributos Diferidos Depreciação Acumulada Lançamentos da Depreciação Lançamentos da Realização do bem Lançamentos da Baixa dos Tributos Diferidos 8.3- Procedimentos Tributários Pessoa Jurídica Tributada pelo Lucro Presumido Atribuição do Valor Justo ao Ativo Contabilidade Pelo Reconhecimento do Encargo de Depreciação Mensal Lançamento da Realização do bem Procedimentos Tributários no Lucro Presumido Bens que não Fazem Parte do Patrimônio da Empresa por Erros ou Omissões - Lucro Real Exemplo Contabilidade Procedimentos Tributários 9 - Ajustes de Avaliação Patrimonial Exemplo

3 10 - Propriedade para Investimento Divulgação 1 - Introdução Com a evolução dos negócios e a consequente globalização da economia, foi-se percebendo que as empresas deveriam demonstrar de forma clara e objetiva seu patrimônio, de forma a permitir que em qualquer lugar do mundo os investidores pudessem fazer análises sobre o patrimônio sem a necessidade de ajustes para efeito de adequação de normas contábeis internas. Como hoje as empresas de grande porte estão presentes em vários países, e consequentemente estão sendo obrigadas a elaborarem as suas demonstrações contábeis de forma unificada, tornou-se necessário que estas demonstrações evidenciem a realidade econômica financeira entre empresas do mesmo grupo com um mesmo padrão contábil. O que mais influenciou nesta mudança foi o setor financeiro internacional, uma vez que para efeito de financiamentos, investimentos entre outras operações necessitam de demonstrações contábeis com uma linguagem universal. Esta apostila visa evidenciar as principais regras que deverão ser aplicadas em relação a contabilidades das Pequenas e Médias Empresas, onde será demonstrado para efeito de um melhor entendimento exemplos práticos sobre os principais tópicos aplicáveis as Pequenas e Médias Empresas. Entendemos que a convergência representa um grande passo para efeito da valorização profissional dos contabilistas não só do Brasil como para todos os demais países. 2 - Conceitos Para os profissionais que usam de forma sistemática as informações contábeis aplicadas às pequenas e médias empresas devem interpretar e definir o que realmente significa pequenas e médias empresas Pequenas e Médias Empresas de Acordo com a Resolução CFC 1255/2009 São consideradas pequenas e médias aquelas que: a) Não têm obrigação pública de prestação de contas; e, b) Elaboram demonstrações contábeis para fins gerenciais para usuários externos. Cabe salientar alguns pontos importantes sobre o aspecto conceitual. De início é importante evidenciar: Quais empresas possuem obrigação pública de prestação de contas? Empresas que possuem obrigações públicas são aquelas que negociam seus instrumentos de dívidas ou patrimoniais em mercado de ações. Cabe salientar que no caso dos responsáveis da empresa tiverem a intenção de colocar seus ativos no mercado de ações, será necessário utilizar do tratamento completo de escrituração contábil não podendo aplicar o PME.

4 Independente de negociar ações, no mercado aberto nacional ou estrangeiro tais empresas não poderão fazer uso do PME. Outro ponto importante para que uma empresa ser considerada pequena ou média, e neste caso facultada o uso do PME é que ela não poderá possuir ativos em condição fiduciária perante grupo amplo de terceiros como um de seus principais negócios. Desta forma podemos destacar que o PME não se aplica aos bancos, cooperativas de crédito, companhias de seguros, fundos mútuos e bancos de investimentos, independente do porte de tal entidade. Cabe ressaltar que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis não faz referência ao tipo societário, assim qualquer tipo societário, seja Sociedade Limitada, Sociedade Anônima de capital fechado, ou qualquer outro tipo, porém ela não poderá negociar suas ações em bolsa de valores e também ainda é necessário atentar para o critério previsto na Lei nº /2007 que define empresas de grande porte. Desta forma podemos concluir que com exceção das companhias abertas, dos segmentos ligados à área financeira e bancária, securitária, previdenciária e as companhias de grande porte, todas as demais estariam facultadas a aplicação do previsto no PME. Partindo da premissa que a entidade produz informações para serem utilizadas pelos seus usuários, tanto internos quanto externos, é preciso evidenciar quais são os principais relatórios contábeis e que serão exigidos das empresas que realizarem sua escrituração contábil dentro do determinado no pronunciamento específico aplicado às pequenas e médias empresas como: a) balanço patrimonial; b) demonstração do resultado do exercício; c) demonstração do resultado abrangente; d) demonstração das mutações do patrimônio líquido; e) demonstração do fluxo de caixa; f) notas explicativas. 3 - Conceitos, Princípios e Características das Demonstrações Contábeis Oferecer informações sobre a posição financeira (BP), o desempenho (resultado e resultado abrangente - DRE e DRA) e Fluxo de Caixa - DFC da entidade, que é útil para a tomada de decisão por vasta gama de usuários que não está em posição de exigir relatórios sob medida para atender suas necessidades particulares de informação Compreensibilidade Este princípio tem o objetivo de tornar a informação derivada dos elementos contábeis clara, transparente, para que o usuário da contabilidade tenha condições de analisar e tomar decisões sobre o que está sendo demonstrado. Cabe salientar que a informação não pode perder o seu verdadeiro sentido, uma vez que, é necessário que as informações sejam consistentes e que o usuário da informação contábil, tenha conhecimento razoável de negócios, de atividade econômica e ainda de contabilidade.

5 3.2 - Relevância A informação constante das demonstrações contábeis deve ser relevante para as necessidades de decisão dos usuários, devendo ter qualidade na informação e ter a capacidade de influenciar as decisões econômicas dos usuários da contabilidade, objetivando que estes usuários possam avaliar eventos passados, presente e futuros Materialidade Este princípio está vinculado em evidenciar e avaliar a materialidade quando da omissão ou erro tiver influenciando as decisões econômicas dos usuários nas tomadas de decisões com base nas demonstrações contábeis. A materialidade depende do tamanho do item ou imprecisão julgada nas circunstâncias de sua omissão ou erro Confiabilidade A entidade deve fornecer a informação nas demonstrações contábeis de forma confiável. Dizemos que uma informação é confiável quando ela está livre de desvio substancial e viés, e representando de forma clara aquilo que tem a pretensão de representar. Demonstrações contábeis se elas são destinadas a influenciar uma decisão ou julgamento dizemos que elas estão livres de viés, ou seja, não são neutras Primazia da Essência sobre a Forma Este conceito tem como objetivo estabelecer que a contabilidade deve valorizar a essência de cada operação ou fato contábil. Desta forma nem sempre o que está escrito em contratos ou notas fiscais e outro documento qualquer representa a essência do que realmente está acontecendo em uma determinada operação. Podemos citar como exemplo, um contrato de arrendamento financeiro (leasing), mas que a realidade que está sendo evidenciada neste contrato é que se trata de um compra e venda, logo o registro contábil desta operação deve ser realizado como compra e venda a prazo Prudência Este princípio visa estabelecer certo nível de reflexão quando outros princípios não conseguem alcançar de forma clara determinado fato. Significa dizer que é necessário cautela no exercício ou no julgamento nas estimativas contábeis, em função de haver alguma incerteza. A principal cautela ou prudência deve estar relacionada em que ativos ou receitas não sejam superestimados e que passivos ou despesas não sejam subestimados Integralidade Para que uma demonstração contábil possa ser confiável, a informação constante deve ser completa, dentro dos limites da materialidade e custo. Qualquer tipo de omissão pode tornar a informação falsa ou torná-la enganosa e deficiente em termos de sua relevância, possibilitando que o usuário da contabilidade não tenha confiança no que está sendo demonstrado Comparabilidade Para que os usuários da contabilidade sejam capazes de comparar as demonstrações contábeis da entidade, elas precisam ser realizadas ao longo do tempo, a fim de identificar a posição patrimonial, financeira e o seu desempenho.

6 Os usuários da contabilidade devem ser capazes também de comparar as demonstrações contábeis de diferentes entidades para avaliar suas posições patrimoniais e financeiras, desempenhos e fluxos de caixa relativos. Cabe salientar que os usuários deverão ser informados das políticas contábeis empregadas na elaboração das demonstrações contábeis, e de quaisquer mudanças nessas políticas e dos efeitos dessas mudanças Tempestividade Para que uma informação contábil seja relevante, ela deve ser capaz de influenciar as decisões econômicas dos usuários. Tempestividade envolve oferecer a informação dentro do tempo de execução da decisão. No caso de atraso injustificado na divulgação da informação, ela pode perder sua relevância Equilíbrio entre Custo e Benefício Como regra geral os benefícios devem ser superiores ao custo que a entidade terá para produzir a informação. Cabe salientar que cabe a entidade a avaliação dos custos e benefícios, uma vez que os custos não recaem necessariamente sobre os usuários. 4 - Imobilizado Conceito: O art. 179, item IV, estabelece o conceito do ativo imobilizado: no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens. Uma entidade que exerça controle sobre um determinado Ativo Imobilizado e que usufrua dos benefícios, assumindo riscos e benefícios proporcionados por ele em suas operações, deve reconhecer este ativo imobilizado em seu balanço patrimonial. Ativos imobilizados são ativos tangíveis que são mantidos para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, para aluguel a terceiros ou para fins administrativos e que se espera sejam utilizados durante mais do que um período. Também são considerados como imobilizados as propriedades para investimento cujo valor não pode ser mensurado de maneira confiável sem custo ou esforço excessivo pelo valor justo. Os bens adquiridos com vida útil inferior a um período contábil, geralmente um ano, não devem ser ativados. O reconhecimento de um imobilizado somente deve ser feito quando for provável que algum benefício econômico futuro flua para a entidade e tiver um custo ou valor que possa ser medido em bases confiáveis, no caso da entidade assumir os riscos, benefícios e o controle sobre o ativo imobilizado, com o sem a transferência da propriedade. Quando houver a manutenção, ou reparo no imobilizado, como máquinas, cabe salientar que estes gastos são considerados despesas do exercício, no entanto quando a reposição de peças ou partes defeituosas for relevante em relação ao imobilizado os valores aplicados serão considerados custo do imobilizado, porém vale lembrar que a peça ou parte defeituosa precisa ser baixada para assim

7 considerar a nova peça como custo. Quando se tratar de terrenos e edificações eles precisam ser contabilizados em separado, mesmo quando adquiridos conjuntamente. O custo de um ativo imobilizado compreende o seu preço de compra, incluindo taxas legais e de corretagem, tributos de importação e tributos de compra não recuperáveis, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos, bem como todos os demais custos necessários para que o bem fique em condições de usos. Os itens classificados na categoria de Ativo imobilizado incluem terrenos, obras civis, máquinas, móveis, instalações veículos, benfeitorias em propriedade de terceiros, entre outros de acordo com a atividade exercida pela entidade. No caso de uma aquisição a prazo com pagamento de juros, estes não podem ser tratados como custos, devendo ser imobilizado pelo seu preço à vista Classificação e Conteúdo das Contas O Grupo Ativo Imobilizado da entidade deve ser classificado por classe de ativo, para o registro de seu custo. As depreciações acumuladas serão contabilizadas em contas à parte, como redutora do ativo imobilizado. As perdas estimadas no caso de redução ao valor recuperável serão contabilizadas também em contas à parte, reduzindo o valor do ativo imobilizado do mesmo modo estabelecido para a contabilização das depreciações. Como o ativo imobilizado deve estar classificado de acordo com a necessidade de cada empresa, é interessante que o plano de contas seja elaborado para que seja dada ênfase a operação exercida pela empresa. Podemos classificar o ativo imobilizado em dois grupos: 1 - Bens em operação: os bens que são imobilizados que já entram em operação de forma direta logo após a sua aquisição; 2 - Imobilizações em Andamentos: aplicações de recursos no imobilizado que ainda não entraram em operação. A segregação se faz necessária para análise das operações da empresa em relação à apuração de índices e comparações entre a receita e o ativo imobilizado. Desta forma podemos estabelecer índices vinculados a operações de receitas e o ativo imobilizado que está em operação Plano de Contas Bens em operações: - Terrenos - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment - Obras Civis - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment - Instalações - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment e sujeito ao custo atribuído quando a adequação inicial das novas regras contábeis - Máquinas e Equipamentos - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment e sujeito ao custo atribuído quando a adequação inicial das novas regras contábeis - Móveis e Utensílios - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment e sujeito ao custo atribuído quando a adequação inicial das novas regras contábeis

8 - Veículos - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment e sujeito ao custo atribuído quando a adequação inicial das novas regras contábeis - Ferramentas - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment e sujeito ao custo atribuído quando a adequação inicial das novas regras contábeis - Florestamento e Reflorestamento - Mensurado pelo custo amortizável e sujeito ao impairment DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇAO E EXAUSTÃO ACUMULADA Contas credoras dos itens do Ativo Imobilizado - Depreciação Acumulada (-) Amortização Acumulada (-) Exaustão Acumulada (-) Perdas Estimadas para Redução ao Valor Realizável Líquido Imobilizações em Andamento - Construções em andamento - Importações em andamentos de bens do ativo imobilizado - Adiantamento de fornecedores de ativo imobilizado Imobilizado de empresas com atividade agrícola de pecuária - Ativos Biológicos Atividade Agrícola: Contas classificadas no Ativo Imobilizado contas representativas de culturas de Árvores de uma plantação permanente, como café, laranjais, cana-de-açúcar, cultura de algodão entre outras culturas que produzem frutos por vários anos. Atividade pecuária: Contas classificadas no Ativo Imobilizado contas representativas de rebanho reprodutor e outros animais destinados à atividade agrícola exercida pela empresa Custo de Ativo Imobilizado - Elementos do Custo O custo de item do ativo imobilizado compreende todos os seguintes custos: a) seu preço de compra, incluindo taxas legais e de corretagem, tributos de importação e tributos de compra não recuperáveis, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos; b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e em condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida pela administração. Esses custos podem incluir os custos de elaboração do local, frete e manuseio inicial, montagem e instalação e teste de funcionalidade; c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração da área na qual o item está localizado, a obrigação que a entidade incorre quando o item é adquirido ou como consequência de ter utilizado o item durante determinado período para finalidades que não a produção de estoques durante esse período.

9 Gastos que não são elementos de custo do ativo imobilizado Os custos a seguir não são custos de item do ativo imobilizado, e a entidade deve reconhecê-los como despesa quando eles forem incorridos: a) custos de abertura de nova instalação; b) custos de introdução de novo produto ou serviço (incluindo os custos de propaganda e atividades promocionais); c) custos de administração dos negócios em novo local ou com nova classe de clientes (incluindo custos de treinamento); d) custos administrativos e outros custos indiretos; e) custos de empréstimos (ver Seção 25 Custos de Empréstimos) Mensuração do Custo O custo de item do ativo imobilizado é o equivalente ao preço à vista na data do reconhecimento. Se o pagamento é postergado para além dos termos normais de transação a prazo, o custo é o valor presente de todos os pagamentos futuros. Conteúdo das Contas do Ativo Imobilizado Bens em Operações a) Terrenos Essa conta registra os terrenos que estão sob o controle da empresa que estão sendo utilizados na atividade operacional. Os terrenos onde estão sendo construindo novos bens para uso na operação da empresa deverão ser contabilizados no grupo ativo imobilizado em imobilizações em andamentos. Podem alguns bens estar sendo mantidos para valorização ou aluguel, e neste caso devem ser contabilizados como propriedade para investimentos cfe dispõe o Pronunciamento Técnico CPC 28. b) Obras iniciais e complementares Podemos nesta conta contabilizar os gastos realizados com todos os melhoramentos e obras integradas aos terrenos, bem como os serviços e instalações provisórias, necessárias ao andamento das obras. Podemos qualificar estes gastos como: limpeza, topografia, sondagens, terraplanagem, drenagens e quaisquer outros gastos ligados a obra que está sendo construída. c) Obras Civis Nesta conta podemos contabilizar os edifícios que estão sendo usados nas operações da empresa, englobando o prédio ocupado pela administração, pela fábrica, depósitos, filiais entre outros. d) Instalações Nesta conta devemos contabilizar os gastos realizados com a implantação de instalações, que mesmo integradas aos edifícios serão segregadas, uma vez que terão prazo de vida útil diferenciada em relação aos edifícios, como exemplos têm: instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, frigoríficas, instalações contra incêndio, ar condicionados entre outras.

10 Esta conta pode exigir segregação dependendo do porte e complexidade do tipo de instalação para efeito do controle patrimonial em relação a depreciação cfe uso e prazo de vida útil. e) Máquinas e Equipamentos Esta conta envolve todo o conjunto de máquinas, equipamentos e aparelhos, utilizados na atividade da empresa. Cabe, nesta conta o controle segregado de máquinas, aparelhos e equipamentos, facilitando o controle paralelo para efeito de cálculo da depreciação. Neste grupo de contas podemos ainda contabilizar de forma segregada os equipamentos de processamento de dados adquiridos pela empresa. f) Móveis e utensílios Esta conta deve abrigar todos os móveis e utensílios que serão usados pela empresa na sua atividade operacional que tenha prazo de utilização acima de um ano. g) Veículos São contabilizados nesta conta todos os veículos que estão sob o controle da empresa, sejam de uso da administração, como os do pessoal de vendas, transporte, entre outros. No caso de veículos de uso interno como máquinas carregadeiras, empilhadeira, entre outros poderão ser registrados como equipamentos conforme seu uso. h) Ferramentas Aqui podemos registrar as ferramentas que serão usadas por mais de um ano de acordo com a atividade da empresa. Em relação as ferramentas a empresa deve observar o custo que a empresa terá para ter o controle desses itens do imobilizado, podendo em certos casos contabilizar estas aquisições diretamente como despesas em virtude dos custos e benefícios que a empresa teria em relação a estas ferramentas. i) Benfeitorias em imóveis de terceiros Nesta conta serão contabilizados os gastos com as construções e imóveis de terceiros alugados, que serão usados nas atividades da empresa. Somente deverão ser contabilizados como imobilizado no caso de atenderem aos critérios de reconhecimento de um ativo imobilizado. Para estas imobilizações suas depreciações ou amortizações deverão ser apropriadas no resultado de acordo com o prazo de vida útil estimada ou o prazo de contrato do aluguel, dos dois o mais curto. Cabe nesta conta a segregação de acordo com a atividade exercida pela empresa, para que em relação a depreciação, amortização ou exaustão, possamos contabilizar como custo ou despesas conforme o uso desses bens na atividade da empresa Imobilizações em Andamento a) - Bens em uso na Fase da Implantação Devemos classificar nesta conta todos os bens que estão sendo usados durante a fase pré-operacional da empresa relativo ao desenvolvimento do projeto. Podemos citar como exemplo, as instalações do escritório, seus móveis e utensílios, veículos e outros. Desta forma, por estarem em uso na fase préoperacional, deverão ser depreciados normalmente, e contabilizados como redução do custo destes ativos.

11 Dentro desta conta podemos ter subcontas para evidenciar melhor a participação de cada item nos gastos com a implantação da empresa, bem como teremos de forma segregada o encargo a ser contabilizado como depreciação de cada item que contribuíram para a implantação do respectivo projeto. A contrapartida da depreciação desses bens é a conta de gastos com a implantação do projeto, no ativo imobilizado em andamento. Com isto o custo desses ativos é transferido para o custo dos ativos que ajudaram a construir. a.1) Construções em andamento Nesta conta são classificadas todas as obras do período de sua construção e instalação até o momento em que entram em operação, quando são reclassificadas para as contas correspondentes de bens em operação. a.2) Importações em andamento de bens do ativo imobilizado Nesta conta vamos registrar todos os gastos incorridos relativos aos ativos imobilizados que estão sendo importados até a sua chegada, desembaraço e recebimento pela empresa, considerando-se modalidades e importações, CIF ou FOB, pois todos os gastos relacionados a imobilização de um ativo deve ser considerado como custo do ativo que está sendo colocado em condições de operação. No caso de passar por um processo de montagem e instalação de construção em andamento, serão transferidos estes gastos pelo seu valor total, para a conta construções em andamento. No entanto, se o bem que está sendo imobilizado já entrar em operação logo após a sua chegada, sua transferência é feita diretamente para a conta de bens em operação. a.3) Adiantamentos a fornecedores de imobilizado Neste grupo de conta devemos registrar todos os adiantamentos a fornecedores por conta de fornecimento sob encomenda de bens do ativo imobilizado, referente a pagamentos realizados por conta de um valor previamente contratado. Esta operação ocorre quando da aquisição de grandes equipamentos e mecanismo que longo período para serem entregue ou construídos. b) Bens Construídos O custo de um ativo imobilizado construído deve incluir todos os custos dos materiais comprados, mão de obra e seus encargos, própria ou de terceiros, e outros custos direito e indiretos relacionados com a construção. No caso de empréstimo diretamente ligado a construção deste ativo que seja considerado um ativo qualificável, os custos dos empréstimos deverão ser contabilizado como custo desse ativo durante a execução, conforme dispõe o Pronunciamento Técnico CPC20. c) Bens recebidos em doação Os bens recebidos em doação, sem ônus para a empresa, devem ser contabilizados pelo seu valor justo no ativo imobilizado e a crédito de receita no resultado do período desde que recebido sem quaisquer obrigações a cumprir. No caso da empresa ter alguma obrigação relacionada a esta doação, a empresa deve diferir em uma conta do passivo este valor para que somente seja computada no resultado quando cumpridas todas as exigências estabelecida o termo de doação. (CPC 07 e CPC 30)

12 4.5 - Critério de Avaliação do Ativo Imobilizado a) - Conceito da Lei Os critérios de avaliação dos bens do ativo imobilizado estão definidos no art. 183 da Lei 6404/76 como segue: Os direitos classificados no Imobilizado, pelo custo de aquisição, deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação, amortização ou exaustão. Desta forma, podemos entender que os elementos do Ativo Imobilizado deverão ser avaliados pelo seu custo de aquisição deduzido dos saldos das respectivas contas de depreciação, amortização ou exaustão. O valor contábil de um ativo imobilizado também deve estar ajustado das perdas estimadas por redução ao valor recuperável. (CPC 01) b) Mensuração no reconhecimento e após o reconhecimento No processo de mensuração de um ativo imobilizado acontece no momento em que os critérios de reconhecimentos são atendidos e em momento posterior ao reconhecimento, de acordo com as disposições contidas no CPC 27. Um ativo imobilizado que atende aos critérios de reconhecimento de um ativo deve ser mensurado pelo sue custo. Os elementos que integram o custo de um componente do ativo imobilizado são os seguintes, segundo o item 16 do CPC 27: a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos; b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida pela administração; c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período Custo Atribuído na Adoção Inicial Quando da adoção inicial de acordo com o CPC 27, a entidade pode identificar bens ou conjunto de bens de valores relevantes que estão em operação, mas que na contabilidade os valores estão inferiores ou superiores ao seu valor justo e neste caso a entidade pode fazer os ajustes nos saldos iniciais. Para efeito de atribuir um custo inicial o valor justo é o mais adequado para ser utilizado como novo valor dos ativos da entidade. Deve ser observado que adoção do custo inicial com base no custo atribuído não resulta em uma mudança na prática contábil, nem tão pouco se trata de uma reavaliação. O lançamento contábil será a débito na conta do ativo do qual foi atribuído o novo valor e a crédito na Conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial, e neste caso deve a entidade reconhecer os tributos diferidos quando a legislação tributária assim exigir.

13 O custo atribuído somente poderá ser aplicado ao ativo imobilizado e as propriedades para investimentos, sendo vedada a utilização do custo atribuído aos demais ativos. Em relação a adoção inicial, a ser feita pela maiorias das empresas quando da adoção inicial das novas regras contábeis, deve ser feita, dentro dessa análise do valor justo do ativo imobilizado a ser ajustado, devendo ser observado qual o significado da depreciação acumulada existente nesta dada, a vida útil remanescente e a consideração com relação ao valor residual de cada imobilizado. Quando da adoção inicial os bens do ativo imobilizado já poderão estar contabilizados pelo seu valor justo, no entanto eles poderão estar sendo depreciados com base numa vida útil fora da realidade de acordo com as operações realizadas pela empresa. Neste caso, não há o que ser ajustado em relação ao seu valor justo na data da adoção inicial, mas as taxas de depreciação precisam a partir desta data, ser ajustadas, para que este ativo permaneça registrado pelo seu valor justo. Quando da adoção inicial pode acontecer de a empresa ter escriturado os encargos de depreciação com base na taxa fiscal permitida de acordo com a vida útil estimada pelo fisco, e neste caso pode ter em seu patrimônio bens com valor nulo. Desta forma, pode ter alguns bens com seu valor justo muito abaixo do valor de mercado, ou até mesmo acima do valor de mercado. Neste caso é necessário que se faça o ajuste do ativo imobilizado para darmos um custo atribuindo um valor justo. Partindo deste novo custo atribuído a empresa deve estimar as novas taxas de depreciação de acordo com o prazo de vida útil remanescente Exemplo Prático IMOBILIZADO VALOR CONTÁBIL DEPRECIAÇÃO LÍQUIDO VALOR JUSTO Máquina R$ ,00 R$ ,00 00 R$ ,00 Contabilização do ajuste: D Máquina R$ ,00 C Ajuste de Avaliação Patrimonial R$ ,00 A partir do novo valor contábil a entidade deve depreciar, amortizar ou baixar em contrapartida do resultado, os respectivos valores precisam ser simultaneamente transferidos da conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial para a conta de lucros ou prejuízo acumulados, como segue: Contabilização da depreciação referente ao novo custo atribuído a uma taxa de 10% ao ano temos: D Despesa com depreciação R$ 4.000,00 C Depreciação acumulada R$ 4.000,00 Contabilização referente à realização do valor referente ao Ajuste de Avaliação Patrimonial: D Ajuste de Avaliação Patrimonial R$ 4.000,00 C Lucros ou Prejuízos Acumulados R$ 4.000,00 Para que a entidade possa adotar o custo atribuído, este somente será possível ser aplicado na adoção inicial das novas normas contábeis, não sendo admitida a utilização em ano posterior. Desta forma quando da adoção deste novo custo o bem terá uma nova vida útil mensurada, tendo uma nova taxa de depreciação a ser adotada. NOTA ITC: O item 26 da Interpretação Técnica ICPC 10, dispõe em que: Subsequentemente, e na medida em que os bens, objeto de atribuição de novo valor, nos termos do disposto no item anterior e na parte inicial deste item, forem depreciados, amortizados ou baixados em contrapartida do resultado, os respectivos valores devem, simultaneamente, ser transferidos da conta Ajustes de Avaliação Patrimonial

14 para a conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados e, a depender da opção quanto ao regime de tributação da entidade, da conta representativa de Tributos Diferidos Passivos para a conta representativa de Tributos Correntes Exemplo de Aquisição de Ativo Imobilizado Determinada entidade adquire uma máquina financiada, com prazo de carência de 24 meses para pagamento. Descrição do Bem Preço a vista Preço a prazo juros Equipamento industrial R$ , , ,00 Contabilização desta aquisição D Equipamentos - ANC R$ ,00 D Juros a transcorrer (PNC) R$ ,00 C Títulos a pagar (PNC) R$ ,00 Situação patrimonial após a transação ATIVO PASSIVO Não Circulante Não circulante Imobilizado Títulos a pagar R$ ,00 Equipamentos industriais R$ ,00 Juros a transcorrer R$ ( ,00) Atividade Prática Empresa com atividade geradora de energia inicia a construção de um ativo imobilizado que fará parte da atividade operacional. - Gastos com a construção em andamento: R$ ,00 em janeiro de X!; - Financiamento de uma turbina no valor de R$ ,00, financiada junto ao Banco Mensalão em 20 parcelas de R$ ,00, no último dia útil do mês de fevereiro do ano XI com vencimento da primeira parcela para o mês de março de X1. - Prazo para a conclusão da obra de 12 meses, sendo que esta obra iniciou em janeiro do ano X1. - Contabilize esta operação considerando que esta empresa elabora as suas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de cada ano: Janeiro D - Imobilizações em andamentos - Usina luz eterna r$ ,00 C - Bancos R$ ,00 Gastos pagos a vistas conforme documentos fiscais. Fevereiro D - Imobilizações em andamentos - Usina luz eterna r$ ,00 D - Encargos a Transcorrer (redutora do passivo circulante) (R$ ,00) D - Encargos a Transcorrer (redutora do passivo não circulante)-(r$ ,00) C - Financiamentos passivo circulante R$ 153,600,00 C - Financiamentos passivo não circulante R$ ,00

15 Aquisição de uma turbina financiada junto ao Banco Mensalão. Março a dezembro de X1 D - Imobilizações em andamentos C - Encargos a Transcorrer (redutora) R$ ,00 (10 meses) Reconhecimento dos encargos financeiros durante a execução da obra. Pagamento das parcelas de março a dezembro D - Financiamentos R$ ,00 C - Bancos R$ ,00 Pagamento financiamento junto ao Banco Mensalão Distinção entre circulante e não circulante - Resolução CFC 1255/2009 Item 4.4 da Resolução CFC 1255/ "A entidade deve apresentar ativos circulantes e não circulantes, e passivos circulantes e não circulantes, como grupos de contas separados no balanço patrimonial, de acordo com os itens 4.5 a 4.8, exceto quando uma apresentação baseada na liquidez proporcionar informação confiável e mais relevante. Quando essa exceção se aplicar, todos os ativos e passivos devem ser apresentados por ordem de liquidez (ascendente ou descendente), obedecida a legislação vigente. Ativo circulante Item A entidade deve classificar um ativo como circulante quando: (a) espera realizar o ativo, ou pretender vendê-lo ou consumi-lo durante o ciclo operacional normal da entidade; (b) o ativo for mantido essencialmente com a finalidade de negociação; (c) esperar realizar o ativo no período de até doze meses após a data das demonstrações contábeis; ou (d) o ativo for caixa ou equivalente de caixa, a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo seja restrita durante pelo menos doze meses após a data das demonstrações contábeis. Item A entidade deve classificar todos os outros ativos como não circulantes. Quando o ciclo operacional normal da entidade não for claramente identificável, presume-se que sua duração seja de doze meses Passivo circulante Item A entidade deve classificar um passivo como circulante quando: (a) espera liquidar o passivo durante o ciclo operacional normal da entidade; (b) o passivo for mantido essencialmente para a finalidade de negociação; (c) o passivo for exigível no período de até doze meses após a data das demonstrações contábeis; ou (d) a entidade não tiver direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data de divulgação.

16 Item A Entidade Deve Classificar Todos os Outros Passivos Como Não Circulantes Inspeção Regular Sempre que um ativo imobilizado exigir uma inspeção regular para continuar operando, o valor gasto com este procedimento será reconhecido diretamente no valor contábil do ativo imobilizado que está sendo inspecionado. Qualquer valor contábil do custo remanescente da inspeção anterior (distinta das peças físicas) é baixado. Isso é feito independentemente de o custo da inspeção relevante anterior ter sido identificado na transação em que o item foi adquirido ou construído. Caso necessário, o custo estimado de futura inspeção semelhante pode ser utilizado como indicação de qual foi o custo do componente de inspeção existente quando o item foi adquirido ou construído. Uma condição para continuar operando um item do ativo imobilizado (por exemplo, ônibus) pode ser a realização de importantes inspeções regulares em busca de falhas, independentemente de as partes desse item serem ou não substituídas. Quando cada inspeção importante é efetuada, seu custo é reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado como substituição caso os critérios de reconhecimento sejam atendidos. Qualquer valor contábil do custo remanescente da inspeção anterior (distinta das peças físicas) é baixado. Isso é feito independentemente de o custo da inspeção relevante anterior ter sido identificado na transação em que o item foi adquirido ou construído. Caso necessário, o custo estimado de futura inspeção semelhante pode ser utilizado como indicação de qual foi o custo do componente de inspeção existente quando o item foi adquirido ou construído. (Resolução CFC 1255/2009) Caso Prático de Contabilização de Inspeção Regular Determinada empresa tem em seu ativo imobilizado um equipamento de alta precisão que de acordo com normas legais deve ser inspecionado a cada 15 meses de uso. Desta forma, sabendo- se que o custo desta manutenção é de R$ ,00, sendo pago em janeiro de X1, como contabilizar esta operação. Cabe destacar que em abril de X2 a empresa tenha que fazer nova inspeção, e que o custo desta será o valor de R$ ,00, que também será pago a vista. Contabilizar esta operação no ano X1 e X2 considerando que o bem tem uma taxa de depreciação de 0,5% ao mês. Contabilizando a inspeção em X1: D - Inspeção Regular Imobilizado XX C - Caixa ou Banco R$ ,00 Contabilizar a Depreciação em X1 referente a este custo que foi imobilizado. D - Encargo de depreciação (resultado) C - Depreciação Acumulado (imobilizado) R$ 900,00 Contabilizar a Depreciação em X2 referente a este custo que foi imobilizado. D - Encargo de depreciação (resultado) C - Depreciação Acumulado (imobilizado) R$ 225,00

17 Contabilizando a inspeção em X2: D - Inspeção Regular Imobilizado XX C - Caixa ou Banco R$ ,00 Contabilizar a em X2 a baixa referente ao custo que foi imobilizado. D - Baixa custo remanescente de inspeção regular (resultado) C - Inspeção Regular Imobilizado XX (imobilizado) R$ ,00 Nota ITC: A empresa pode adotar a taxa de depreciação integral em relação ao tempos vinculado a inspeção que foi realizada. Contabilizar a nova inspeção em X2 que foi imobilizada. D - Inspeção Regular Imobilizado XX C - Caixa ou Banco R$ , Depreciação, Exaustão E Amortização Os elementos que integram o Ativo Imobilizado têm um período limitado de vida útil econômica com exceção de terrenos e outros itens. Portanto o custo dos ativos imobilizados deve ser alocado de maneira sistemática aso exercícios beneficiados por seu uso no decorrer de sua vida útil estimada de acordo com seu uso na empresa. O art. 183, 2º da Lei 6404/76, estabelece que: A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: (Redação dada pela Lei nº , de 2009) a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência; b) amortização, quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado; c) exaustão, quando corresponder à perda do valor, decorrente da sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração. Podemos verificar que a depreciação a ser contabilizada deve ser de acordo com o que dispõe a Lei 6.404/76, devendo demonstrar o desgaste efetivo pelo uso ou perda de sua utilidade, mesmo por ação do tempo ou obsolescência. Em relação a depreciação, fica claro no item II do 3º, incluído por meio da Lei /2009, que também dispõe em 3º que a empresa deve efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no ativo imobilizado e no intangível, para que sejam, revisados e ajustados os critérios utilizados para a determinação da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação, exaustão e amortização Legislação Fiscal Varias empresas vem adotando as taxas de depreciação fixadas pela legislação fiscal. Esta prática não pode mais ser adotada após a introdução das novas regras contábeis. Estas taxas poderão ser utilizadas somente para fins de apuração de impostos, devendo os valores referentes à depreciação ser

18 controlados em registros auxiliares. Salientamos que os critérios básicos de depreciação, de acordo com a legislação fiscal, estão consolidados no Regulamento do Imposto de Renda nos artigos 305 a Valor Depreciável O valor depreciável, amortizável ou exaurível de um ativo imobilizado é determinado pela diferença entre o custo pelo qual está reconhecido na contabilidade deduzido do valor residual. Este valor depreciável deve ser apropriado ao resultado do período. Contabilmente o conceito de depreciação é simples: Depreciação é a parte do caixa investido na aquisição ou construção do ativo que não será recuperado com caixa, quando da venda desse ativo. Podemos constatar que a depreciação é o pedaço do caixa investido que precisa ser recuperado pelo caixa a ser produzido pela atividade da empresa. O valor residual e a vida útil de um ativo imobilizado devem ser ajustados no mínimo uma vez por ano, devendo ter uma periodicidade regular. A mensuração após o reconhecimento inicial deve ser realizada pelo custo menos a depreciação acumulada e as perdas por redução ao valor recuperável. A depreciação do ativo se inicia quando o ativo está disponível para uso, isto é, quando está no local e em condição necessária para funcionar da maneira pretendida pela administração. A depreciação do ativo termina quando o ativo é baixado. A depreciação não termina quando o ativo se torna ocioso ou quando é retirado do uso produtivo, a não ser que o ativo esteja totalmente depreciado. Entretanto, sob os métodos de depreciação pelo uso, a despesa de depreciação pode ser zero quando não existe produção Estimativa De Vida Útil Econômica e Taxa de Depreciação A Lei 6404/76 em seu artigo 183 no seu parágrafo 3º dispõe em um de seus itens que a empresa deverá efetuar periodicamente análise sobre a recuperação dos valores que estão registrados em seu ativo imobilizado e intangível, a fim de que sejam revisados e ajustados os critérios utilizados para a determinação da vida útil econômica estimada dos bens, bem como a forma de cálculo da depreciação, exaustão e amortização. Na determinação da vida útil de ativo, a entidade deve considerar todos os seguintes fatores (CPC 27): a) uso esperado do ativo. O uso é avaliado com base na capacidade esperada do ativo ou na produção física; b) desgaste e quebra física esperada, que depende de fatores operacionais, como, por exemplo, o número de turnos para os quais o ativo é utilizado, programas de reparo e manutenção e o cuidado e a manutenção do ativo enquanto estiver ocioso; c) obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou melhorias na produção, ou de mudança na demanda do mercado para o produto ou serviço resultante do ativo; d) limites legais ou semelhantes no uso do ativo, tais como as datas de término dos arrendamentos mercantis relacionados.

19 Métodos de Depreciação O método da depreciação deve espelhar o padrão pelo qual se espera consumir os benefícios econômicos futuros do ativo, entre os principais métodos estão: linha reta, saldos decrescentes, baseado no uso e unidades produzidas. Método Linear: O método linear consiste na aplicação de taxas constantes durante o tempo de vida útil estimado para ou bem, sendo este o mais utilizado no Brasil. Exemplo: Custo do bem: R$ ,00 Vida útil estimada: 10 anos (120 meses) Não temos valor residual estimado Depreciação: 100/mês Taxa a ser aplicada= 0,83333 Método da Soma dos Algarismos dos Anos: Este método consiste em estipular taxas variáveis, durante o tempo de vida útil do bem, adotando-se o seguinte critério: somam-se os algarismos que formam o tempo de vida útil do bem, obtendo-se assim, o denominador da fração que determinará o valor da depreciação em cada período. Exemplo: Um bem tem prazo de vida útil de 5 anos e custo de R$ ,00. Calcular o valor da depreciação anual. Resolução: Inicialmente somamos os algarismos que compõem o número de anos: = 15. Assim, a depreciação é calculada como se segue: Ano 1: 5/15 X R$ ,00 = ,00 Ano 2: 4/15 X R$ ,00 = 8.000,00 Ano 3: 3/15 X R$ ,00 = 6.000,00 Ano 4: 2/15 X R$ ,00 = 4.000,00 Ano 5: 1/15 X R$ ,00 = 2.000,00 Com este método podemos observar que ele proporciona quotas de depreciação maiores no início do prazo de vida útil e menores no final da vida útil do bem. Este procedimento permite que tenhamos uma uniformidade nos custos uma vez que os bens novos não estão sujeitos à manutenção e reparos. Método das Horas de Trabalho: O Método das Horas de Trabalho consiste em estimar o número de horas de trabalho durante o tempo de vida útil previsto para o bem. A quota de depreciação será obtida dividindo-se o número de horas trabalhadas no período pelo número de horas de trabalho estimado durante a vida útil do bem. Este método é próprio das empresas industriais. Este método está baseado na estimativa de vida útil do bem, representada em horas de trabalho, expresso pela fórmula:

20 Quota de depreciação = nº de horas de trabalho no período/nº de horas de trabalho estimadas durante a vida útil do bem Exemplo: Aquisição de uma máquina para o setor produtivo de uma determinada empresa, no valor de R$ ,00, compacidade de ser utilizada durante horas no prazo de 5 anos trabalhando 16 horas por dia. Aplicando a fórmula para o cálculo da depreciação em um mês de 30 dias: quota de depreciação = 480/29200 = 0,01644 x R$ ,00 = 1.634,83 Métodos das Unidades Produzidas: Também é utilizado por empresas industriais e consiste em estimar o número total de unidades que devem ser produzidas pelo bem ao longo de sua vida útil. A quota de depreciação de cada período será obtida dividindo-se o número de unidades produzidas no período pelo número de unidades estimadas a serem produzidas ao longo de sua vida útil. De acordo com o Pronunciamento Técnico PME, o valor residual, a vida útil e o método de depreciação necessitam ser revistos apenas quando existir uma indicação relevante de alteração, isto é, não precisam ser revistos anualmente conforme determina o CPC 27, que trata do ativo imobilizado. Exemplo: Uma máquina, cujo custo é de R$ ,00, estimativa de produção é de 9 milhões de peças no prazo de 5 anos. Sabendo que no primeiro mês de produção conforme relatório do setor produtivo foi produzido peças. Calcular o valor da depreciação acumulada referente ao primeiro mês de produção. Resolução: No primeiro mês, a depreciação será: / milhões = 0,016666%. = 0,016666% x R$ ,00 = 1.666,66. Registro contábil da depreciação: D - Despesa de depreciação ou Custo de produção C - Depreciação Acumulada, conta redutora do ativo imobilizado Exaustão A exaustão objetiva distribuir o custo dos recursos naturais durante o período em que esses recursos são extraídos ou exauridos. A exaustão deve ser calculada utilizando-se o método de unidades produzidas (extraídas). Esse método deve estabelecer a porcentagem extraída de minério no período em relação à possança total conhecida da mina. Esse percentual é aplicado sobre o custo de aquisição ou de extração, dos recursos minerais explorados. Cabe salienta que o Regulamento do Imposto de Renda em seu artigo 331 dispõe que para efeito de apuração do lucro tributável será considerado dedutível a exaustão de 20% da receita de exploração. Temos como exemplo: a) valor contábil das jazidas = R$ ,00 b) exaustão acumulada até o exercício anterior = R$ ,00 c) estimativa total de minérios da jazida = t

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