JOSÉ GILSON MORAIS MAIA JOSÉ GERALDO CAMPOS NETO REFLEXO DA DEPRECIAÇÃO COM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

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1 JOSÉ GILSON MORAIS MAIA JOSÉ GERALDO CAMPOS NETO REFLEXO DA DEPRECIAÇÃO COM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Monografia apresentada ao Programa de Pós- Graduação Lato Sensu em Planejamento Tributário, Gestão, Auditoria Tributária e Docência Superior da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Planejamento Tributário, Gestão, Auditoria Tributária e Docência Superior. Área de Concentração: Contabilidade Tributária Orientador: Prof. Cesar Alves de Almeida BELO HORIZONTE, MG 2009

2 2 LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE FIGURAS Figura 1: Depreciação x Manutenção e Reparos Lista de Tabelas Tabela 1: Depreciação pelo método linear em cinco anos Tabela 2: Depreciação pelo método da soma dos dígitos em cinco anos Tabela 3: Método da soma dos dígitos com valor residual Tabela 4: Percentuais decrescentes no método da soma dos dígitos Tabela 5: Taxa de depreciação: exemplo de uma máquina com vida útil de 10 anos Tabela 6: Nova taxa de depreciação de bens usados Tabela 7: Aceleração de depreciação com turnos contínuos Tabela 8: Método linear com expectativa de valor de venda = residual Tabela 9: Método linear sem valor residual Tabela 10: Comparação de resultados Tabela 11: Comparação de resultados com eliminação dos créditos do PIS e COFINS Tabela 12: Taxas mais usuais de depreciação... 42

3 3 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO Justificativa do estudo Objetivo Objetivo geral Objetivos específicos Delimitação do estudo O problema Hipótese REFERENCIAL TEÓRICO Empresa Conceito de Empresa Foco Tributo Conceito de Tributo Obrigação Tributária Principal e Acessória Fato Gerador Espécies de Tributo Classificação de Tributos Sujeito Ativo Sujeito Passivo Planejamento Tributário Depreciação Conceito Métodos Comentários, legislação e jurisprudência Patrimônio empresarial Ativo Ativo Circulante... 35

4 Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Investimentos Imobilizado Ativo Intangível Diferido Bens Depreciáveis Bens Não-Depreciáveis Taxas de Depreciação METODOLOGIA Classificação da Pesquisa Coleta, análise e interpretação dos dados Cronograma Orçamento Orçamento total CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 48

5 5 1 APRESENTAÇÃO O trabalho desenvolvido demonstra os métodos existentes de depreciação e os métodos aceitos pela Legislação Fiscal. O resultado para fins tributários sofreria consideráveis variações e conseqüente redução nos valores dos tributos no âmbito federal, em caso de permissão legal. Nesta hipótese, o melhor método de depreciação nem sempre é praticado, podendo representar uma carga tributária mais elevada. O desconhecimento dos métodos existentes é, na maioria dos casos, o principal motivo da inaplicabilidade. Nos termos que dispõe o artigo 13 da Lei n.º 9.249/95, as empresas podem deduzir para efeito de determinação do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, as despesas de depreciação e amortização de bens móveis ou imóveis, desde que estejam intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens e serviços. Temos assim uma possibilidade de redução, com aplicação do melhor método de depreciação, do valor a ser recolhido de imposto de renda e seu adicional e da contribuição social. Com o advento da Lei nº /03 e Instrução Normativa n.º 404/04 da Secretaria da Receita Federal, a partir de 01/02/04, vem a sistemática de não-cumulatividade para apuração da COFINS, mesma sistemática para o PIS, vigendo desde 01/12/02, nos termos da Lei /02, com as exceções específicas, para as empresas obrigadas ou optantes pelo Lucro Real.

6 6 Passa então, a depreciação dos bens de capital, nas condições estabelecidas, serem fonte geradora de créditos das contribuições para o PIS e COFINS, exigindo uma melhor análise comparativa entre os métodos aceitos. 1.1 Justificativa do estudo A realização de um estudo comparativo que identifique o melhor método de depreciação entre os existentes e na hipótese de sua aceitação por parte do fisco, passa a ser relevante dentro de um Planejamento Tributário, para as empresas do Lucro Real. Estamos tratando no momento de um percentual de redução, reflexo da depreciação, na ordem de 9,25% do PIS e COFINS a pagar e de uma redução da base de cálculo do Imposto de Renda e seu Adicional, que representa 25% e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido de 9%. Se existem métodos diferentes de depreciação, nada mais justificável que uma criteriosa análise, que poderia ser adotada para uma menor carga tributária. A depreciação é calculada de acordo com a vida útil econômica do bem ativado e as causas físicas e naturais decorrentes do processo de uso. Resultam no surgimento de substituição do bem em uso. Para tal aplica-se a depreciação com finalidade de baixar o bem com um tempo determinado de vida útil produtiva. Os métodos apresentados devem ser analisados também sob a ótica da melhor formação do preço de venda, fundamental para continuidade do empreendimento empresarial.

7 7 1.2 Objetivos Objetivo Geral Mostrar o melhor método de depreciação existente para formação do resultado tributável, formação do preço de venda, considerando hipoteticamente a aplicabilidade perante a Legislação Fiscal, que representaria maior economia tributária e conseqüente geração de caixa, em um empresa com atividade de Locação de Veículos Objetivos específicos Apresentar a importância do Planejamento Tributário com as variáveis dos métodos de depreciação. Discorrer sobre reflexos dos resultados obtidos na aplicação de métodos diferentes de depreciação e a economia tributária. Relatar os resultados quantitativos obtidos com o comparativo entre os métodos de depreciação possíveis, com a hipótese da permissão legal. 1.3 Delimitação do estudo O presente trabalho está delimitado nos efeitos da aplicação de métodos de depreciação existente na legislação fiscal, com reflexos nos tributos sobre o Lucro (IR, AIR e CSLL) e sobre a Receita Bruta (PIS e COFINS), nas empresas do Lucro Real, no ramo de

8 8 atividade de Locação de Veículos, considerando apenas a depreciação da frota adquirida nova (veículos ZERO KM) a partir de 2005 e renovação nos prazos estabelecidos para a análise. 1.4 O problema A aplicação de uma nova metodologia de depreciação representa economia de impostos e contribuições? 1.5 Hipótese Havendo economia de impostos e contribuições, a empresa se tornará mais competitiva, mais eficiente, com maior lucratividade e permanência no mercado.

9 9 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Empresa Conceito de Empresa É um conjunto organizado de meios, com vista a exercer uma atividade particular, pública ou de economia mista, que produz e oferece bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana, segundo a Wikipedia. Édson Braz da Silva (1975) conceitua empresa, na acepção semântica, como empreendimento, atividade, tarefa, intento, desígnio e, na acepção jurídica trabalhista, como organização destinada a realizar um fim determinado, econômico ou não, mediante a utilização permanente de energia pessoal de empregados sob direção e retribuição do organizador. Para Orlando Gomes e Élson Gottschalk (2007), empresas são organizações nas quais há um certo número de empregados, desenvolvendo uma atividade comum, sob a autoridade de um chefe investido no poder de direção Foco do estudo Este estudo está focado em uma empresa com atividade de Locação de Veículos, analisando os resultados da depreciação da frota de veículos, considerando variáveis como

10 10 renovação da frota, métodos de depreciação possíveis e reflexos tributários e formação de preço de venda de sua atividade fim. 2.2 Tributo Conceito O art. 3º da Lei 5.172/66 define Tributo como toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada Obrigação Tributária Principal e Acessória Pelo Código Tributário Nacional (CTN), Lei 5.172/66, temos a definição de Obrigação Tributária Principal e Acessória, no artigo 113 e parágrafos: Art. 113 A obrigação é principal ou acessória. 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente. 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente a penalidade pecuniária. (CTN, 1966)

11 Fato Gerador O CTN conceitua como Fato Gerador da obrigação principal, a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência e como Fato Gerador da obrigação acessória qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal (Arts. 114 e 115). O tributo tem como objetivo interferir nas economias privadas, estimulando as atividades nos setores econômicos e regionais, e também, em certas ocasiões desestimulando o consumo de certos bens para que produzam efeitos positivos na economia Espécies de Tributos Impostos, Taxas, Contribuições de Melhorias, Contribuições Sociais, Empréstimos Compulsórios e Pedágio. (Arts. 5º e 145 I, II, III, 148, 149, 150 V da CF) Classificação dos Tributos Os tributos classificam-se, segundo o Direito Tributário, em: Diretos - quando numa só pessoa reúnem-se as condições de contribuinte (aquele que é responsável pelo cumprimento de todas as obrigações tributárias previstas na legislação). Exemplo: Imposto de Renda por declaração.

12 12 Indiretos - quando na relação jurídico-tributária que se estabelece entre o Estado e o sujeito passivo, este paga o tributo correspondente e se ressarce cobrando de terceiro através da inclusão do imposto no preço. Exemplos: IPI e ICMS. Reais - São aqueles que não levam em consideração as condições do contribuinte, indicando igualmente a todas as pessoas. Exemplo: IPTU. Pessoais - São aqueles que estabelecem diferenças tributárias em função das condições próprias do contribuinte. Exemplo: Imposto de Renda das Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas. Proporcionais - São caracterizados quando os impostos são estabelecidos em percentagem única incidente sobre o valor da matéria tributável.exemplo: ITBI. Progressivos - São os impostos cujas alíquotas são fixadas em percentagens variáveis e crescentes. Exemplo: Imposto de Renda - Pessoa Física. Fixos - é quando o valor do imposto é determinado em garantia certa, independendo de cálculo. Exemplo: ISS - enquadramento por estimativa anual. Fiscais - criado para arrecadar recursos a pessoa jurídica de direito público interno, para que possa cobrir seus gastos. Exemplo: Imposto de Renda. Principal objetivo é arrecadar recursos financeiros para o Estado. Parafiscais - contribuição cobrada por autarquia, órgãos paraestatais, profissionais ou sociais, para custear seu financiamento autônomo. Exemplo: taxa anual do CRC, CREA, etc. Objetiva arrecadar para custeio de atividades que não integram funções próprias do Estado, mas se desenvolvem através de entidades específicas. Extrafiscais é quando não visa só a arrecadação, mas também, corrigir anomalias. Exemplo: Imposto de Exportação. O principal objetivo é a interferência no domínio econômico, buscando a criação e o desenvolvimento de alguma política.

13 Sujeito Ativo É a Pessoa Jurídica de Direito Público titular da competência para exigir seu cumprimento. (Art. 119 do CTN) Sujeito Passivo O sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam o seu objeto (Arts. 119, 121 e 122 do CTN). 2.3 Planejamento Tributário É o processo de escolha de ação, não simulada, anterior à ocorrência do fato gerador, visando direta ou indiretamente economia de tributos. Fazer planejamento tributário não apenas é um direito garantido pela Constituição Federal, mas também um dever legal determinado pela Lei 6.404/76, diz Chaves (2008). Normalmente tem como fonte a Legislação Tributária, a documentação contábil da empresa, os livros contábeis e fiscais e as guias de recolhimento de tributos e declarações da empresa como DIPJ, DACON, DCTF, DIRF.

14 14 O Planejamento Tributário objetiva: a) analisar os procedimentos tributários adotados, confirmando se atendem o que é determinado pela legislação; b) avaliar se esses processos consistem na melhor alternativa legal que venha possibilitar o menor ônus fiscal; c) ter certeza de que seus deveres estão sendo adequadamente cumpridos; d) verificar desta maneira se os tributos a que está obribados, foram recolhidos no prazo e se as informações são geradas corretamente. Atualmente o universo dos negócios exige uma gestão eficaz de suas obrigações tributárias, integrado com um adequado planejamento tributário e avaliações constantes dos métodos utilizados na apuração dos impostos, reduzindo dessa forma o risco com o prejuízo de pagar multas. 2.4 Depreciação Conceito A discussão acerca do conceito de depreciação passa por muitas abordagens, onde Iudícibus (2004) destaca que a definição de depreciação tem sido cuidadosamente evitada,

15 15 porque se frequentemente é difícil definir qualquer fenômeno em contabilidade, muito mais complexa é a definição deste fenômeno. Hendrikesen e Van Breda (1999) reconhecem que a depreciação não passa de uma alocação de custos, e muitos parecem rejeitar isso tentando encontrar um significado para ela. A abordagem dada pela legislação societária, no art. 183, parágrafo 2º da Lei 6.404/76, onde a diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado é considerada depreciação quando corresponderem à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. No entendimento de Ed Luiz Ferrari (2006), depreciação é despesa com a perda de valor de bens tangíveis do Ativo Permanente, sujeitos ao desgaste pelo uso, ação da natureza ou por se tornarem obsoletos. Na Wikipédia encontramos o conceito de depreciação como sendo o custo ou a despesa decorrentes do desgaste ou da obsolescência dos ativos imobilizados (máquinas, veículos, móveis, imóveis e instalações) da empresa. É o meio pelo qual a contabilidade expressa a perda de valor que os ativos imobilizados (bens de uso) sofrem ao longo do tempo, por sua utilização nos processos de industrialização, comercialização ou de prestação de serviços (Arts. 307 a 313 do RIR/99). O desgaste de um bem, em razão de sua utilização na função predeterminada nos processos de obtenção de receitas, deve ser reconhecido como custo de produção (no caso dos bens destinados à produção de bens ou à prestação de serviços) ou despesas (no caso de serem utilizados nas atividades de administração ou de comercialização). A vida útil econômica de um bem refere-se ao período de tempo em que ele terá utilidade para o desenvolvimento das atividades para as quais foi adquirido ou construído. Atualmente, a perda de utilidade está intimamente ligada ao avanço tecnológico, que diariamente despeja no mercado métodos mais avançados de produção.

16 16 Dessa forma, ao se adquirir um bem para o ativo imobilizado, o mais importante é saber quanto tempo ele poderá ser utilizado, sem se tornar obsoleto, e não mais por quanto tempo ele poderá ser produtivo sem apresentar defeitos e quebras. A falência de um bem pelo desgaste decorrente de sua utilização está cada vez mais distante de ocorrer, pois os processos se agilizam e é necessário renovar as bases de produção e de atendimento em prazo bem mais curto do que aquele que ocorria há alguns anos. A depreciação do ativo imobilizado diretamente empregada na produção será alocada como custo, por sua vez, os ativos que não forem usados diretamente na produção, terão suas depreciações contabilizadas como despesa Métodos Pode-se observar os seguintes métodos: a) Método das Quotas Constantes ou Linear: Calcula-se nesta modalidade dividindo-se o valor do bem a ser depreciado pelo tempo de vida útil produtiva. Este procedimento é chamado de Linear. Em cada período é apropriada uma parcela. Depreciação = Custo do Bem Ativado Período de Vida Útil Período de Vida Útil Exemplo de 5 (cinco) anos Depreciação = Valor do Bem Ativado R$ 3.000,00 = R$ 600,00 Taxa Anual de 20% para 12 meses

17 17 Dessa forma, um veículos adquirido por R$30.000,00 (trinta mil Reais), cujo prazo de vida útil econômica seja de 5 anos, gerará R$6.000,00 (seis mil Reais) de depreciação anual. TABELA 1 Depreciação pelo método linear em cinco anos Depreciação Ano Custo Taxa Ano Acumulada Residual ,00 20% 6.000, , , ,00 20% 6.000, , , ,00 20% 6.000, , , ,00 20% 6.000, , , ,00 20% 6.000, ,00 - b) Método da Soma dos Dígitos: O método de depreciação pela soma dos dígitos consiste em dividir o valor do custo de aquisição do ativo pelo somatório dos dígitos dos períodos de utilização do bem, e dividir o custo de aquisição pelo somatório obtido. Em seguida, multiplicar o quociente obtido pelo número de anos de vida útil remanescente para obter o valor da depreciação. Para um veículo cujo custo de aquisição seja R$30.000,00, e a vida útil seja de 5 anos, temos: a) obter a soma dos dígitos do período de utilização: = 15 b) dividir o custo de aquisição pelo somatório obtido: ,00 / 15 = 2.000,00

18 18 c) multiplicar o prazo de vida útil remanescente pelo valor obtido em b para chegar ao valor da depreciação em cada ano. TABELA 2 Depreciação pelo método da soma dos dígitos em cinco anos Ano Vida Util Aplicação dos Digitos Depreciação Vr. Residual 1º 5 Anos 2.000,00 * , ,00 2º 4 Anos 2.000,00 * , ,00 3º 3 Anos 2.000,00 * , ,00 4º 2 Anos 2.000,00 * , ,00 5º 1 Ano 2.000,00 * ,00 - Se for estabelecido um valor residual de 20% para o veículo após os 5 anos, o que deve ser observado é o registro de 80% do valor da depreciação, como segue. TABELA 3 Método da soma dos dígitos com o valor residual Ano Vida Util Aplicação dos Digitos Depreciação Vr. Residual 20% 1º 5 Anos 2.000,00 * , ,00 2º 4 Anos 2.000,00 * , ,00 3º 3 Anos 2.000,00 * , ,00 4º 2 Anos 2.000,00 * , ,00 5º 1 Ano 2.000,00 * , ,00 A depreciação anual torna-se uma fração que o numerador são anos de vida útil contados de traz para frente, e o denominador é a soma dos algarismos de todos os anos, proporcionando taxas maiores no início do período e menores no fim da vida útil, que pode também ser demonstrado como segue.

19 19 TABELA 4 Percentuais decrescentes no método da soma dos dígitos Ano Fração Valor do Bem ativado Depreciação Anual Valor Depreciação 1 5 R$ ,00 33,34% R$ , R$ ,00 26,67% R$ 8.000, R$ ,00 20,00% R$ 6.000, R$ ,00 13,33% R$ 4.000, R$ ,00 6,66% R$ 2.000,00 Permite-se, assim, maior conformidade na projeção e levantamento de custos, já que os bens novos necessitam de pouca manutenção e pequenos reparos. Quando se desgasta no tempo tende as despesas de manutenção a aumentar gradativamente e a taxa de depreciação tende a cair, compensando os resultados em custos operacionais. Depreciação Manutenção e Reparos Valor Vida Útil FIGURA 1: Depreciação x Manutenção e Reparos

20 20 c) Método de Unidades Produzidas: Calcula-se nesta modalidade a estimativa do número total de unidades que devem ser produzidas pelo bem ativado. Quota de Depreciação = Nº de Unidades Produzidas exercício. Nº de Unidades Estimadas na vida Útil O resultado da fração representa o percentual de depreciação a ser aplicada no Depreciação = = 5 = Taxa Anual de 5% Máquina de engarrafar R$ ,00 Depreciação = Valor do Bem Ativado R$ ,00 = R$ ,00 Taxa Anual de 5% para 12 meses Neste método, em se tratando de veículos e conhecendo o prazo de vida útil com base em quilômetro rodado, pode-se chegar à taxa de depreciação anual considerando a quilometragem real em relação à prevista de vida útil. Podemos citar, como exemplo, um veículo cuja vida útil prevista seja de KM rodados. Supondo que a média real seja de KM/ano, teremos então uma taxa real de depreciação de 10% a.a. d) Método de Horas de Trabalho: Calcula-se nesta modalidade a estimativa de vida útil do bem em horas de trabalho que devem ser produzidas pelo bem ativado.

21 21 Quota de Depreciação = Nº de Horas de Trabalho Nº de Horas de Trabalho Estimada da vida Útil do Bem O resultado da fração representa o percentual de depreciação a ser aplicada no exercício. Depreciação = horas = 10 = Taxa Anual de 10% horas 100 Máquina de injeção de plástico R$ ,00 Depreciação = Valor do Bem Ativado R$ ,00 = R$ ,00 Taxa Anual de 10% para 12 meses Em se tratando de veículo, esse método de horas trabalhadas não seria adequado, exceto se se tratar de trabalho em regime de mais de um turno, que será comentado no critério de Depreciação Acelerada. e) Laudo O Parecer Normativo CST n º 192/72 esclarece que quando os bens são submetidos a condições anormais de utilização, o desgaste decorrente poderá justificar a majoração das taxas de depreciação. Na seqüência, o ato normativo em questão adverte que o emprego de taxas especiais de depreciação deve proceder da necessidade comprovada de submeter os bens a condições anormais de uso, sendo de fundamental interesse a existência de prova cabal da ocorrência do desgaste ou inutilização prematura destes mesmos bens. Se a empresa adotar taxas diferentes de depreciação daquelas permitidas pela legislação fiscal, deve proceder a comprovação mediante laudo pericial do Instituto

22 22 Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica, pois assim prevalecerão os prazos de vida útil recomendado por essas instituições. O Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, emite parecer técnico sobre uso de taxas de depreciação diferentes das usuais, devendo o interessado enviar consulta para a sede desse órgão - Setor de Avaliações Técnicas. Por outro lado, se a empresa concluir que determinado bem tem vida útil econômica menor que a normalmente admitida pelo Fisco, e não puder contornar tal problema através de laudo pericial, não poderá deduzir o seu valor total, para fins fiscais. Dessa forma a empresa deverá proceder ao ajuste através do Livro de Apuração do Lucro Real, da diferença entre o valor da depreciação apropriado contabilmente e o valor permitido pela legislação fiscal. Outros comentários se fazem necessários para os bens adquiridos usados. Neste caso, calcula-se primeiramente a vida útil total do bem adquirido, subtraindo o tempo de uso registrado do bem, aplicando-se assim o tempo restante de vida útil do bem, ajustando a taxa para a nova depreciação. TABELA 5 Taxa de depreciação: exemplo de uma máquina com vida útil de 10 anos Item Prazo Taxa Taxa Residual Máquina 10 anos 10% aa 100% Uso 4 anos 10% aa 40% Saldo 6 anos 10% aa 60%

23 23 TABELA 6 Nova taxa de depreciação de bem usado Item Prazo Taxa Taxa Residual Máquina 6 anos 60% Resíduo 6 anos 16,66% aa 100% Depreciação de Bem Usado = Vida Útil 10 anos = 100% = 16,66% Período de Vida Útil 6 anos 6 anos Máquina de engarrafar R$ ,00 Depreciação = Bem Usado = R$ ,00 = R$ ,33 Taxa Anual de 16,66 16,66% aa f) Taxas de Depreciação Acelerada Este tipo de depreciação consiste em reconhecer e registrar contabilmente a diminuição acelerada do valor de bens móveis, resultante do desgaste pelo uso em regime de operação superior ao normal, ou seja, em mais de um turno de trabalho. TABELA 7 Aceleração de depreciação em turnos contínuos Escalas Turno em Horas Coeficiente Um Turno 8 horas 1,0 Dois Turnos 16 horas 1,5 Três Turnos 24 horas 2,0

24 24 Exemplo Máquina - Taxa anual de 10% a) Taxa Acelerada para um turno = Coeficiente 1,0 = 10% aa b) Taxa Acelerada para dois turnos = Coeficiente 1,5 = 15% aa c) Taxa Acelerada para três turnos = Coeficiente 2,0 = 20% aa As quotas de depreciação acelerada são registradas normalmente na escrituração comercial, como custo ou despesa operacional. A determinação do valor de cada quota obedece às mesmas regras da depreciação normal. Significa que para um turno de 8 horas aplicam-se as taxas constantes nos anexos da IN SRF 162/98, posteriormente alterada para inclusão de outros bens pela IN SRF 130/99. Para os demais turnos, multiplica-se a taxa anual pelos índices retro comentados. Não se faz necessário solicitar a autorização junto a Secretaria da Receita Federal para fins de utilização da depreciação acelerada. No entanto, caso seja utilizada, o contribuinte poderá ser solicitado, a qualquer tempo, a justificar o referido procedimento, sob pena de ser glosado o excesso de depreciação em relação à taxa normal. O contribuinte deverá cercar a operação de depreciação através de documentação hábil, idônea, contemporânea à sua realização e comprobatória de que, efetivamente, determinado bem esteve em operação por dois ou três turnos de 8 horas, conforme o caso, dependendo, exclusivamente, do tipo de atividade empresarial exercida. Poderão ser apresentados: a) folha de pagamento relativo relativa a 2 ou 3 operadores diários para o mesmo equipamento que necessite de um único operador durante um período de 8 horas; b) produção condizente com o número de horas de operação do equipamento; c) consumo de energia elétrica condizente com o regime de hora de operação;

25 25 d) outros documentos Comentários, Legislação e Jurisprudência Sempre que se fala em depreciação, seria necessário ter em mente que um investimento em um ativo imobilizado normalmente prevê a recuperação de uma parcela por meio da alienação do bem, prática não comum no Brasil. Portanto, o valor a ser depreciado, ou seja, atribuído ao desgaste do bem ao longo do período de utilização, deve descontar do custo de aquisição aquilo que se espera recuperar com a venda. Essa é uma regra técnica não exigida pela legislação fiscal. Tal procedimento praticamente anularia a existência do conhecido ganho de capital, pois o valor residual do bem corresponderia aproximadamente ao que seria recuperado com sua própria alienação. Em contrapartida, o custo ou a despesa de depreciação ao longo do período de utilização seriam menores. Exemplificando, uma empresa adquire um veículo por R$30.000,00 para locar durante 5 anos. Ao final desse período, há a expectativa de venda desse bem por R$7.500,00. Portanto, ao depreciar o bem no período de utilização, teremos: R$30.000,00 R$7.500,00 = R$4.500,00 de depreciação por ano. TABELA 8 Método linear com expectativa de valor de venda = residual Depreciação Ano Custo Período Acumulada Residual , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00

26 26 Ao final do período, o valor residual do bem será igual ao valor de venda e, portanto, não haverá ganho de capital. Se não for considerada a expectativa de recuperação de valor na venda do bem, teremos: TABELA 9 Método linear sem valor residual Depreciação Ano Custo Periodo Acumulada Residual , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 - Neste caso, o ganho de capital seria o valor da venda, sujeito ao pagamento de IR/AIR (25%) e CSLL (9%). Demonstra-se abaixo a diferença na apuração do resultado entre os dois critérios, sendo um com o valor residual e outro com a depreciação integral.

27 27 TABELA 10 Comparação de resultados Depreciação Depreciação Ano Custo Periodo Acumulada Residual Ano Custo Periodo Acumulada Residual REDUÇÃO SOBRE DEPRECIAÇÃO REDUÇÃO SOBRE DEPRECIAÇÃO IR CSLL PIS/COFINS IR CSLL PIS/COFINS TOTAL Ano 25% 9% 9,25% Ano 25% 9% 9,25% TOTAL T T IR/AIR/CSLL SOBRE GANHO CAPITAL: - IR/AIR/CSLL SOBRE GANHO CAPITAL: (2.550) RESULTADO RESULTADO Nota-se que a carga tributária é menor, mantendo a depreciação integral, resultado este em virtude da possibilidade do creditamento do PIS e COFINS sobre a depreciação dos bens geradores de receita. Eliminando os créditos de PIS e COFINS, o resultado tributável seria o mesmo, como demonstrado a seguir.

28 28 TABELA 11 Comparação de resultados com eliminação dos créditos de PIS e COFINS Depreciação Depreciação Ano Custo Periodo Acumulada Residual Ano Custo Periodo Acumulada Residual REDUÇÃO SOBRE DEPRECIAÇÃO REDUÇÃO SOBRE DEPRECIAÇÃO IR CSLL PIS/COFINS IR CSLL PIS/COFINS TOTAL Ano 25% 9% 0,00% Ano 25% 9% 0,00% TOTAL T T IR/AIR/CSLL SOBRE GANHO CAPITAL: - IR/AIR/CSLL SOBRE GANHO CAPITAL: (2.550) RESULTADO RESULTADO A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período devem ser mantidos ao longo do tempo, de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidades de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. Neste caso, os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior sequência possível de exercícios com utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. Isso não quer dizer que não possam adotar mudanças de critérios com intuito de introduzir melhoria para a entidade, porém, devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. Diante dessas considerações, em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária, deve-se efetuar a depreciação de todos

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