Lei Geral da Construção

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3 Lei Geral da Construção Civil Sumário 1. Lei Complementar 123 de Quem Pode se Beneficiar Impedimentos ao Enquadramento, Exceto para Fins Institucionais - Relativos Impedimentos ao Enquadramento Exceto para Fins Institucionais Absolutos Atividades Permitidas - Construção Civil Códigos Previstos no CNAE Impeditivos ao Simples Nacional Empresas de Construção Civil Tributos Abrangidos Pelo Simples Nacional Material Aplicado na Construção Civil Dedução da Base de Cálculo do ISS Distribuição de Lucros Tributos não Abrangidos Pela Lei Complementar 123 de Tabela de Cálculo do Simples Nacional - Anexo IV da Lei Complementar Alíquotas e Base de Cálculo Simulação com Base no Lucro Real e Simples Nacional Simulação com Base no Lucro Presumido Simulação de Cálculo dos Impostos de uma Empresa de Construção Civil Regime de Empreitada...21

4 15. Simulação de Cálculos com Base no Lucro Presumido e Simples Nacional Dever de Escriturar Tomador de Serviços do MEI Microempreendedor Individual Procedimentos ao Contratar Serviços do MEI Impostos de Competência do MEI - Fundamentação no Art. 92 da Resolução 94 do Conselho Gestor do Simples Nacional Retenções Impedimento/Não Admissibilidade Unificação dos Impostos Perante o Simples Nacional Contratação de Empregado pelo MEI Cessão ou Locação de Mão de Obra Por que Planejamento Tributário e Empresarial? Sugestões para um Planejamento Empresarial para quem Pretende Ingressar no Mercado ou nele Permanecer Como optar pelo Simples Nacional? Como Fazer o Recolhimento do Simples Nacional? Benefícios e Incentivos Acessos a Mercados Mais Simplicidade nas Obrigações Trabalhistas Fiscalização Orientadora Procedimentos Trabalhistas Obrigatórios Acesso à Justiça do Trabalho e Juizados Especiais Lei Geral da Construção Civil

5 5 1 Lei Complementar 123 de Lei Complementar 123, promulgada em 14 de dezembro de Saiba que esta nova lei, também conhecida como Lei Geral das Microempresas ou Simples Nacional, pode beneficiar, e muito, as empresas do setor de construção civil. A lei estabelece um regime único de recolhimento de impostos e contribuições da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, e institui uma nova modalidade de recolhimento de impostos ao segmento das micro e pequenas empresas. A nova lei também trata de simplificações e dispensa do cumprimento de algumas obrigações trabalhistas, de meios de acesso ao crédito, ao mercado, da simplificação de procedimentos administrativo-fiscais e acesso das MPEs à Justiça. Esta cartilha vai ajudar você a conhecer melhor o Simples Nacional e verificar quais benefícios sua empresa poderá obter se optar pelo enquadramento nesse regime tributário. 2 Quem Pode se Beneficiar A Lei Complementar 123 de beneficia microempresas e empresas de pequeno porte em todo o País. De acordo com os parâmetros definidos em lei, são consideradas Microempresas as sociedades empresárias, simples ou o empresário, devidamente registrados na Junta Comercial ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, que tenham auferido no ano-calendário anterior receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais). A lei também beneficia empresas de Pequeno Porte, as sociedades empresárias, simples ou o empresário, devidamente registrados na Junta Comercial ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, que tenham auferido no ano-calendário anterior receita bruta superior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

6 O limite de R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) também se aplica às exportações. A empresa nacional enquadrada nesse regime tributário poderá duplicar sua faixa de faturamento, não podendo ultrapassar em um exercício completo o limite de R$ ,00 (sete milhões e duzentos mil reais), sendo 3,6 milhões em operações internas e 3,6 milhões em operações de exportação. Não há compensação de limites de receita da atividade interna com a receita de exportação ou receita da exportação com receita interna. Qualquer dos limites excedentes no exercício implica exclusão do Simples Nacional. Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. No primeiro ano de atividade, o limite das receitas acima referido será apurado proporcionalmente aos meses do efetivo funcionamento da empresa. 6 Lei GeraL da Construção CiviL

7 3 impedimentos ao enquadramento, Exceto para Fins Institucionais Relativos 7 A pessoa jurídica, ainda que aufi ra receita bruta nos limites estabelecidos para as microempresas e empresas de pequeno porte, não poderá gozar de nenhum dos benefícios tributários estabelecidos na LC nº 123/2006 quando: Não poderão recolher os impostos e contribuições na forma do Simples Nacional a microempresa ou a empresa de pequeno porte (art. 17): I - que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); II - que tenha sócio domiciliado no exterior; III - de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; IV - que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; V - que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; VI - que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; VII - que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; VIII - que exerça atividade de importação de combustíveis; IX - que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: a) cigarros, cigarrilhas, charutos, fi ltros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes;

8 b) bebidas a seguir descritas: 1 - alcoólicas; 2 - refrigerantes, inclusive águas saborizadas gaseificadas; 3 - preparações compostas, não alcoólicas (extratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante, com capacidade de diluição de até 10 (dez) partes da bebida para cada parte do concentrado; 4 - cervejas sem álcool. X - que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios; XI - que realize cessão ou locação de mão de obra; XII - que realize atividade de consultoria; XIII - que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; XIV - que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; XV - com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível. Obs. As atividades de contabilista ou contador e de professor são admitidas no Simples Nacional. São atividades de profissão regulamentada, porém contempladas com o benefício tributário. 8 Lei Geral da Construção Civil

9 4 Impedimentos ao Enquadramento Exceto para Fins Institucionais Absolutos 9 Não poderá se beneficiar do tratamento jurídico diferenciado previsto nesta Lei Complementar, incluído o regime de que trata o art. 12 desta Lei Complementar, para nenhum efeito legal, a pessoa jurídica (Parágrafo IV do artigo 3.º): I - de cujo capital participe outra pessoa jurídica; II - que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; III - de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos desta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; IV - cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; V - cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; VI - constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; VII - que participe do capital de outra pessoa jurídica; VIII - que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;

10 IX - resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calendário anteriores; X - constituída sob a forma de sociedade por ações. Observe que a redação dos impedimentos de enquadramento no regime diferenciado da LC 123 é distinta e carece de muita refl exão. A lei impede o recolhimento de impostos listando as atividades empresariais descritas nos incisos I a XV do artigo 17 acima citadas, e o disposto no parágrafo IV do artigo 3.º, também acima citado, quanto à natureza jurídica das empresas (as sociedades anônimas), a participação societária do sócio em outra empresa, as empresas cindidas (justamente para evitar a evasão fi scal, o desmembramento desta empresa em dois ou três empreendimentos), os bancos e instituições de crédito, a participação de outra pessoa jurídica no capital social da MPE (justamente por ter um sistema de apuração de lucros de forma presumida, não seria permitida) etc. 10 Lei GeraL da Construção CiviL

11 5 Atividades Permitidas - Construção Civil 11 As atividades de construção civil são permitidas no Simples Nacional. A vedação restringe ao loteamento e a incorporação imobiliária, ou seja, o desmembramento de áreas comuns em unidades individuais (loteamento) e a incorporação imobiliária, a que o empreendedor adquire o terreno, constrói e vende as unidades autônomas, seja apartamentos, casas, galpões ou qualquer outro imóvel de construção própria. Uma das razões do veto refere-se ao sistema de contribuição previdenciária das empresas do ramo, cujo valor está sujeito a tabelas distintas de contribuição por metro quadrado. Cada unidade imobiliária, ao aprovar o projeto de construção, deverá ter uma matrícula junto ao INSS Instituto Nacional do Seguro Social, para que, ao término da construção, e para sua comercialização, deverá obter do INSS um certifi cado de quitação das obrigações previdenciárias para averbação no cartório de registro de imóveis de sua jurisdição. As construções pelo regime de empreitada também estão sujeitas ao mesmo regime de certifi cação. Inclusive a contribuição previdenciária das empresas de construção é feita no mesmo sistema das demais empresas, ou seja, a tabela Anexa IV da LC 123, não contempla a contribuição previdenciária, apenas reduz. As empresas optantes por este sistema tributário não estão sujeitas à contribuição para o sistema S, dentre os beneficiários o SEBRAE, SESC, SENAI, SENAT, Salário Educação, etc. cujo percentual é de 5,80% (cinco inteiros e oitenta centésimos por cento). Para enquadrar no regime tributário diferenciado do Simples Nacional o contribuinte interessado deverá consultar o anexo da Resolução 94 do Conselho Gestor do Simples Nacional, que, para simplifi car restringimos às atividades de construção civil.

12 6 Códigos Previstos no CNAE Impeditivos ao Simples Nacional Empresas de Construção Civil Subclasse CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO /00 Incorporação de empreendimentos imobiliários /03 Loteamento de imóveis próprios /00 Serviço de engenharia /99 Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura não especificadas anteriormente, /01 criação de estandes para feiras e exposições Acesse o CONCLA Comissão Nacional de Classificação no sítio da Receita Federal e consulte cada CNAE segundo as atividades a empreender. Estes são impeditivos ao enquadramento no Simples Nacional segundo as atividades. 12 Lei Geral da Construção Civil

13 7 Tributos Abrangidos Pelo Simples Nacional 13 De acordo com o Art. 13 da Lei Complementar 123, a opção pelo Simples Nacional implica no recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições: I) IRPJ - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica; II) IPI Imposto sobre Produtos Industrializados, que, em geral, não é devido pelos contribuintes do setor de construção civil; III) CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido; IV) COFINS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social; V) PIS/PASEP Contribuição para o PIS/Pasep; VI) INSS Para a construção civil, as contribuições previdenciárias não estão incluídas no Simples Nacional; (exceto na construção civil); VII) ICMS Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação; VIII) ISSQN Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza.

14 8 Material Aplicado na Construção Civil Dedução da Base de Cálculo do ISS O Simples Nacional garantiu o abatimento do valor do material fornecido pelo prestador de serviços da base de cálculo do ISS referente aos serviços de construção civil listados nos subitens 7.02 e 7.05 da Lei Complementar 116. Não se refere a um favor da Lei, porém previsão independentemente do regime tributário. As empresas de construção civil recolhem o ISS no município onde os serviços são prestados. Portanto, ao prestarem serviços em outro município, e porventura o tomador dos serviços não faça a retenção, cabe à própria empresa fazer o recolhimento, sob pena de descumprir uma norma legal, incorrer na exclusão do sistema diferenciado de tributação Simples Nacional, além de outras sanções cabíveis. Previsão de Retenção no 6.º do Art. 18 e alíquota correspondente à tabela Anexo IV. A retenção é definitiva e implica na exclusão do valor do ISS previsto na tabela sobre o valor proporcional correspondente à receita, no ato da apuração do imposto a recolher pelo prestador. Para calcular o ISS, as empresas de construção civil deduzirão o custo do material empregado, aplicado na construção. Portanto, os contratos de empreitadas globais, com fornecimento de material, ficam desonerados do custo do ISS sobre o material, se este for aplicado pelo contratado. (Previsão no 23 do Art. 18) 14 Lei Geral da Construção Civil

15 9 Distribuição de Lucros 15 Os valores distribuídos ao titular ou sócios de micros ou pequenas empresas a título de lucros, excedentes ao lucro presumido, estão isentos do imposto de renda na fonte e na declaração de ajuste anual, se apurados em escrituração comercial e fiscal com base na Lei 6404/76. Valores pagos a título de remuneração por serviços prestados, pró-labore e aluguéis serão tributados normalmente na fonte e na declaração anual de ajuste. Previsão legal: Art. 14, 1.º e 2.º. As empresas de Construção Civil enquadradas no Simples Nacional recolhem o INSS de 20% sobre a folha de pagamento parte da empresa; o SAT Seguro de Acidentes do Trabalho de 3% em guia normal GFIP. Não recolhem a Contribuição de Terceiros equivalente a 5,8%. Recolherá também o INSS de 20% parte da empresa sobre o pró-labore do titular, diretores ou administradores. Conforme o Art. 13 3º da nova lei, as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União, inclusive as contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da Constituição Federal, e demais entidades de serviço social autônomo. O disposto no parágrafo 3.º do Art. 13 institui, porém, a desoneração das micro e pequenas empresas das contribuições de terceiros destinadas ao sistema S, SESI, SESC, SENAI, SEBRAE etc., inclusive a contribuição sindical devida por ocasião de criação da empresa e todo mês de janeiro de cada ano, sobre o capital social registrado. Ao formar o preço de venda dos serviços, as empresas enquadradas neste regime tributário têm um ganho expressivo quanto aos encargos sociais.

16 10 Tributos não Abrangidos Pela Lei Complementar 123 de I) IOF - Imposto sobre Operações Financeiras; II) II - Imposto de Importação; III) IE - Imposto de Exportação; IV) IPTR - Imposto sobre Propriedade Territorial Rural; V) IR - Imposto de Renda Renda fixa ou variável, ou seja, o IR sobre o rendimento de aplicações financeiras, sobre ganhos de capital na venda de bens do ativo permanente (venda de equipamentos, veículos e imóveis); VI) FGTS - Fundo de Garantia; VII) INSS retido de empregados, titular, sócios ou diretores. Também não abrange o INSS parte da empresa de construção civil; VIII) Imposto de Renda Retido das pessoas físicas; IX) PIS / COFINS / Imposto sobre Importação - IPI na Importação de bens e serviços; X) ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços na substituição tributária, por terceiro, importação e regime de antecipação; XI) ISS - Imposto sobre Serviços na substituição tributária, retenção na fonte e importação de serviços. 16 Lei Geral da Construção Civil

17 11 Tabela de Cálculo do Simples Nacional - Anexo IV da Lei Complementar Alíquotas e Base de Cálculo 17 O enquadramento de empresas de construção civil no Simples Nacional, como qualquer outra atividade, deverá ser precedido de um planejamento tributário. Para o ramo da construção civil, fizemos simulações da aplicação da Lei Geral, o Simples Nacional, comparando o Lucro Real e o Lucro Presumido ao Simples Nacional. Estas simulações tiveram embasamento em empresa do ramo certificada pela NR ISO 9000, cujos cálculos podem ser verificados na tabela a seguir, além de simulações aleatórias a título instrutivo. Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/ Pasep ISS Até ,00 4,50% 0,00% 1,22% 1,28% 0,00% 2,00% De ,01 a ,00 6,54% 0,00% 1,84% 1,91% 0,00% 2,79% De ,01 a ,00 7,70% 0,16% 1,85% 1,95% 0,24% 3,50% De ,01 a ,00 8,49% 0,52% 1,87% 1,99% 0,27% 3,84% De ,01 a ,00 8,97% 0,89% 1,89% 2,03% 0,29% 3,87% De ,01 a ,00 9,78% 1,25% 1,91% 2,07% 0,32% 4,23% De ,01 a ,00 10,26% 1,62% 1,93% 2,11% 0,34% 4,26% De ,01 a ,00 10,76% 2,00% 1,95% 2,15% 0,35% 4,31% De ,01 a ,00 11,51% 2,37% 1,97% 2,19% 0,37% 4,61% De ,01 a ,00 12,00% 2,74% 2,00% 2,23% 0,38% 4,65%

18 Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/ Pasep ISS De ,01 a ,00 12,80% 3,12% 2,01% 2,27% 0,40% 5,00% De ,01 a ,00 13,25% 3,49% 2,03% 2,31% 0,42% 5,00% De ,01 a ,00 13,70% 3,86% 2,05% 2,35% 0,44% 5,00% De ,01 a ,00 14,15% 4,23% 2,07% 2,39% 0,46% 5,00% De ,01 a ,00 14,60% 4,60% 2,10% 2,43% 0,47% 5,00% De ,01 a ,00 15,05% 4,90% 2,19% 2,47% 0,49% 5,00% De ,01 a ,00 15,50% 5,21% 2,27% 2,51% 0,51% 5,00% De ,01 a ,00 15,95% 5,51% 2,36% 2,55% 0,53% 5,00% De ,01 a ,00 16,40% 5,81% 2,45% 2,59% 0,55% 5,00% De ,01 a ,00 16,85% 6,12% 2,53% 2,63% 0,57% 5,00% 18 Lei Geral da Construção Civil

19 12 Simulação com Base no Lucro Real e Simples Nacional 19 Apuração de Resultados com Base no Lucro Real Dados Reais Receita do Exercício ,00 IRPJ - Imposto de Renda Pessoa Jurídica ,96 CSL - Contribuição Social Sobre o Lucro 6.989,39 COFINS ,59 PIS ,43 ISS ,91 Total dos Impostos ,28 Apuração com base no Simples Nacional Receita do Exercício ,00 Impostos Incidentes: IRPJ CSL COFINS PIS ISS Diferença Pró-Simples Nacional Alíquota 8, ,80 382,48 % entre Lucro Real e Simples Nacional 0,534158% Conclusão: Empate técnico no sistema de apuração do resultado. Porém, o Simples Nacional será recomendado tendo em vista os benefícios institucionais não atendidos pelo regime tributário do lucro real.

20 13 Simulação com Base no Lucro Presumido Apuração de Resultados com Base no Lucro Presumido Receita do Exercício ,00 Lucro presumido 32% ,00 IRPJ - Imposto de Renda Pessoal Jurídica 15% ,00 Adicional do IRPJ S/14.080,00 10% 1.408,00 CSL - Contribuição Social Sobre o Lucro ,20 COFINS ,00 PIS 5.161,00 ISS ,00 Total ,20 A opção pelo lucro presumido apresenta um percentual de tributação de 13,51% contra 8,97% em relação ao Simples e o Lucro Real. Diferença de 4,54%. 20 Lei Geral da Construção Civil

21 14 Simulação de Cálculo dos Impostos de uma Empresa de Construção Civil Regime de Empreitada 21 com Base no Lucro Real e Simples Nacional Cálculo Aleatório. Apuração de Resultados com Base no Lucro Real Receita Bruta do Exercício ,00 Custo da mão de obra equivalente a 30% do valor contratado ,00 Encargos sociais sobre a folha de pagamento de 90% ,00 ISS s/ Receita a Aliquota de 2% sobre ,00 COFINS à Aliquota de 7,6% sobre ,00 PIS à Aliquota de 1,65% sobre ,00 Total dos Custos Simulados ,00 Lucro Bruto do Exercício antes do IR e CSL ,00 IRPJ à Aliquota de 15% ,00 Adicional do IRPJ 10% S/ ,00 CSL à Aliquota de 9% ,50 Total dos Impostos Federais sobre o Lucro ,50 Lucro Líquido do Exercício ,50 Apuração de Resultados com Base no Simples Nacional Receita Bruta do Exercício ,00 Valor da Folha de Pagamento ,00 Encargos Sociais s/ Folha de Pagamento à Alíquota de 84,20%% ,00 Simples Nacional sobre ,00 à Alíquota de 11,51% ,00 Total dos Custos e Impostos ,00 Lucro Líquido do Exercício ,00

22 Conclusão: O cálculo é aleatório e tem por objetivo chamar a atenção sobre o enquadramento no Simples Nacional de micros e pequenas empresas do ramo de construção civil. Como se vê, o lucro líquido com base no Simples Nacional é 33,23%; com base no lucro real é de 22,53%. Um dos fatores que influencia na redução do custo da tributação das empresas enquadradas no Simples Nacional são os encargos sociais reduzidos de 90,00% para 84,20%, visto que, as empresas enquadradas no Simples Nacional não recolhem a contribuição de terceiros no percentual de 5,80% para as entidades do sistema S e salário educação. Outro fator preponderante é a evolução do custo na prestação de serviços em que não há emprego de material, cuja alíquota da COFINS é de 7,60% e do PIS 1,65%, onerando sensivelmente a tributação na prestação de serviços em que não há emprego de material. O ISS não foi destacado no demonstrativo de apuração com base no Simples Nacional por estar incluído na alíquota de 11,51% da tabela a uma alíquota de 4,61%. 15 Simulação de Cálculos com Base no Lucro Presumido e Simples Nacional Apuração de Resultados com Base no Lucro Presumido Receita Bruta do Exercício ,00 Custo da mão de obra equivalente a 1/3 do valor contratado ,00 Encargos sociais sobre a folha de pagamento de 90% ,00 ISS s/ Receita à Aliquota de 2% sobre ,00 COFINS à Alíquota de 3% sobre ,00 PIS à Alíquota de 0,65% sobre ,00 Total dos Custos Simulados ,00 Lucro presumido calculado à alíquota de 32% da receita bruta ,00 IRPJ à Alíquota de 15% ,00 Adicional do IRPJ 10% S/ ,00 (quatro trimestres) ,00 22 CSL à Alíquota de 9% ,00 Lei Geral da Construção Civil

23 Total do IRPJ e CSLL ,00 23 Total de todos os impostos (IRPJ+CSL+ISS+PIS+COFINS) ,00 Lucro Presumido do Exercício deduzido dos impostos * ,00 Apuração: Total da Receita 1.500,000,00 Total dos Custos ,00 Total dos Impostos ,00 Lucro Contábil ,00 Lucro Excedente ao Presumido deduzido dos Impostos ** ,00 Apuração de Resultados com Base no Simples Nacional Receita Bruta do Exercício ,00 17 Valor da Folha de Pagamento ,00 Encargos Sociais s/ Folha de Pagamento à Alíquota de 84,20%% ,00 Simples Nacional sobre ,00 à Alíquota de 11,51% ,00 Total dos Custos e Impostos ,00 Lucro Líquido do Exercício ,00 Lucro Presumido = 32% de , ,00 Impostos ,00 Lucro a distribuir sem escrituração contábil ,00

24 16 Dever de Escriturar Há uma polêmica na interpretação da lei quando se refere à tributação com base no lucro presumido, por entendimentos que a Receita Federal aceita a escrituração apenas do livro caixa, incluindo a movimentação bancária da empresa. O artigo 14 de LC 123 de , Lei do Simples Nacional, determina que o lucro excedente ao presumido só poderá ser distribuído ao titular ou sócios se houver escrituração contábil. Na simulação em pauta, o valor do lucro presumido de * ,00 poderá ser distribuído independentemente de escrituração. O lucro de ** ,00 excedente ao presumido só poderá ser distribuído se houver escrituração. Havendo a contabilidade, o total a distribuir será de ,00. Se opção pelo Simples Nacional o valor será de ,00 devendo haver escrituração para sua distribuição. Não havendo, o valor a distribuir será apenas de ,00. Além do valor substancial, a escrituração faz provas em qualquer circunstância em favor do empresário, seja perante o fi sco, a justiça ou qualquer órgão por força de lei ou a título de demonstração da situação real da empresa. Em casos de sucessão, cisão total ou parcial do empreendimento, liquidação a qualquer título, a escrituração é importante. Em casos de falência, sua ausência implica na interpretação pelo Juiz de fraude contra credores, contra o fisco e demais cominações legais em desfavor do titular ou sócios. Diante da exposição das situações diversas de tributação e distribuição de lucros, o Simples Nacional também é uma forma de tributação presumida, razão pela qual demonstra de várias maneiras para facilitar a interpretação do leitor, do profissional da contabilidade ou qualquer pessoa interessada. 24 Lei GeraL da Construção CiviL

25 17 Tomador de Serviços do MEI Microempreendedor Individual 25 Importa alertar as empresas tomadoras de serviços de construção civil do MEI Microempreendedor Individual. Com a evolução da legislação, alteração que instituiu o MEI a partir de 01 de julho de 2009 foi extinta da tabela Anexo III da LC 123 as atividades auxiliares de construção civil. Portanto, as micros e pequenas empresas enquadradas no regime do Simples Nacional com atividade de construção civil não poderão lançar com base na tabela Anexo III a receita de tais atividades, devendo lançar a receita na tabela anexo IV. Tais atividades foram permitidas para enquadramento como MEI. Os CNAEs são os seguintes: /05 Pastilheiro; /03 Pedreiro; /04 Pintor de Parede; /05 Azulejista; /01 Bombeiro Hidráulico; /99 Telhador; /00 Eletricista; /01 Encanador. 18 Procedimentos ao Contratar Serviços do MEI O MEI está autorizado a emitir nota fiscal de prestação de serviços, devendo solicitar autorização do município sede de sua empresa e mandar um estabelecimento gráfico imprimir o talonário de notas fiscais. A cada prestação emitirá a nota fiscal dos serviços. Sobre a referida nota fiscal não é passível de retenção o ISSQN e o INSS. Estes impostos ou encargos já estão contemplados na guia (DAS Documento de Arrecadação do Simples) que o MEI recolhe mensalmente, sendo 31,10 (trinta e um reais e dez centavos) a título de INSS e R$ 5,00 (cinco reais) de ISSQN. Obrigações do Tomador de Serviços do MEI Ao tomar serviços do MEI, o contratante ou tomador deverá recolher a título de INSS 22,50% (vinte e dois inteiros e cinquenta décimos por cento), previsão na Lei 8212 e 8213 da Previdência Social. Portanto, é importante avaliar o custo benefício da contratação de tal mão de obra, muito embora seja uma alternativa para contratação de serviços eventuais e de pequena duração.

26 A legislação de regência do MEI é a própria LC 123 de em seus artigos 18A, 18B e 18C, além da Lei e 8213 da Previdência Social. Há um grande desconhecimento da legislação e têm surgido conflitos permanentes quanto a relação do prestador e o tomador dos serviços do MEI pela construção civil. Ainda que o tomador retenha indevidamente o INSS e o ISSQN do MEI, este não está desobrigado da contribuição previdenciária de 22,50% a título de INSS. O MEI prejudicado tem recorrido ao Juizado Especial para ressarcir-se das retenções indevidas. 19 Impostos de Competência do MEI - Fundamentação no Art. 92 da Resolução 94 do Conselho Gestor do Simples Nacional O Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI é a forma pela qual o MEI pagará, por meio do DAS, independentemente da receita bruta por ele auferida no mês, observados os limites previstos no art. 91, valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 18-A, 3º, inciso V): I - contribuição para a Seguridade Social relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, na forma prevista no 2 do art. 21 da Lei n 8.212, de 24 de julho de 1991, correspondente a: a) até a competência abril de 2011: 11% (onze por cento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 18-A, 3º, inciso V, alínea a e 11) b) a partir da competência maio de 2011: 5% (cinco por cento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição; (Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, art. 21, 2º, inciso II, alínea a ; Lei nº , de 31 de agosto de 2011, arts. 1º e 5º) II - R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto; III - R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto. 1º O valor a ser pago a título de ICMS ou de ISS será determinado de acordo com os códigos 26 Lei Geral da Construção Civil

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