IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA

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1 IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA Generalidades Trata-se de um imposto que incide sobre todos os rendimentos (de capital, de trabalho e acréscimos patrimoniais) das pessoas físicas não compreendidas no IRAE. Conceito de residência Pessoa física Considera-se residente para efeitos fiscais, toda pessoa física que cumpra algum dos seguintes requisitos: Permanência em território nacional maior que 183 dias. Estabelecimento em território nacional do núcleo principal ou da base de suas atividades ou de seus interesses econômicos. Residência no país do cônjuge e filhos menores a cargo. Os estrangeiros que trabalhem em Zona Franca, e cumpram com algum dos requisitos mencionados acima, sob certas condições, poderão optar por tributar IRNR ou IRPF. Pessoa Jurídica Consideram-se residentes as pessoas jurídicas constituídas de acordo com as normas legais nacionais. Para efeitos da residência fiscal, a regulamentação estabelece que: Entende-se que uma pessoa estabelece em território nacional o núcleo principal ou a base de suas atividades, quando gera no país ganhos maiores que em qualquer outro país. Não obstante, não configurará a existência do núcleo principal de seus interesses econômicos, nem a base de suas atividades, pela obtenção exclusivamente de ganhos puros de capital, mesmo quando a totalidade de seu ativo estiver na República. Presume-se que uma pessoa física tem seus interesses vitais no país, quando residem na República seu cônjuge e filhos menores de idade dependentes, desde que o cônjuge não esteja separado legalmente e os filhos permaneçam sob a pátria potestade. Caso não existam filhos, basta a presença do cônjuge. Para determinar o período de permanência em território uruguaio das pessoas físicas, são considerados todos os dias em que se registre presença física efetiva no país, seja qual for a hora de entrada ou saída do mesmo, não sendo computados os dias em que as pessoas estejam como passageiros em trânsito no Uruguai durante uma viagem entre terceiros países, e as ausências do território uruguaio são consideradas esporádicas (portanto computáveis para os 183 dias) desde que não ultrapassem trinta dias contínuos, salvo que o contribuinte justifique sua residência fiscal em outro país, exclusivamente mediante certificado de residência emitido pela autoridade fiscal competente do Estado correspondente. No Uruguai, a autoridade competente para emitir os certificados que credenciem a residência fiscal é a Direção Geral Impositiva (DGI). As pessoas jurídicas do exterior e demais entidades não constituídas de acordo com as leis nacionais, que estabelecem seu domicílio no país, são consideradas residentes em território nacional desde a culminação dos trâmites formais dispostos pelas normas legais e regulamentares em vigor. 1 de 8

2 Alcance Compreende todos os rendimentos de fonte uruguaia, isto é, os provenientes de atividades desenvolvidas, bens localizados ou direitos utilizados economicamente no Uruguai. Também os rendimentos mundiais por: a) Rendimentos do capital mobiliário, oriundos de depósitos, empréstimos e, em geral de toda aplicação de capital ou de crédito de qualquer natureza, provenientes de entidades não residentes. b) Serviços pessoais: i. Desenvolvidos fora do território nacional como trabalhador dependente, desde que tais serviços sejam prestados a contribuintes do Imposto de Renda sobre as Atividades Econômicas ou do Imposto de Renda das Pessoas Físicas. ii. De caráter técnico, prestados desde o exterior por profissionais independentes e vinculados à obtenção de rendimentos compreendidos no Imposto de Renda sobre as Atividades Econômicas, a contribuintes do referido imposto, nos âmbitos da gestão, técnica, administração ou qualquer tipo de assessoramento. Até 30 de junho de 2008, compreendia também as prestações previdenciárias (pensão ou aposentadoria), mas ficaram excluídas deste imposto ao entrar em vigor o Imposto de Assistência à Seguridade Social (IASS), que desde 1º de julho de 2008 incide sobre as aposentadorias das instituições públicas e privadas residentes no Uruguai. Estabelece-se um tratamento diferencial para os rendimentos derivados do capital e acréscimos patrimoniais e os rendimentos decorrentes do trabalho, que basicamente é como segue: Rendimentos derivados do capital Incluem todos os rendimentos derivados do capital, rendimentos em dinheiro ou em espécie, provenientes diretamente de elementos patrimoniais, entre os quais: Locações de imóveis Sublocações de imóveis Cessão de direitos Rendimentos de natureza similar Depósitos, empréstimos e toda aplicação de capital ou crédito Locações, licenças ou cessões de bens móveis e intangíveis (tais como luvas, patentes, marcas, direitos de autor, etc.) Rendimentos vitalícios ou temporários originados no investimento de capitais Rendimentos derivados de contratos de seguro (que não tributem como rendimento de trabalho) Direitos de exploração da imagem Lucros e dividendos, etc. São isentos deste tributo os títulos de dívida pública uruguaia e os resultados de fundos privados de seguridade social, bem como os lucros distribuídos por sociedades pessoais 1 cujas receitas não tenham ultrapassado no exercício originário da distribuição de Unidades 1 Sociedades pessoais As que não são sociedades anônimas nem em comandita por ações. 2 de 8

3 Indexadas (UI: unidade de reajuste diário), hoje aproximadamente U$S (desde que não sejam provenientes de rendimentos do capital mobiliário, originados em depósitos, empréstimos e, em geral, em toda aplicação de capital ou de crédito de qualquer natureza, desde que tais rendimentos sejam provenientes de entidades não residentes. Lucros e dividendos Alcance Os lucros e dividendos são tributáveis desde que: 1. Sejam provenientes de entidades não residentes. 2. Sejam provenientes de entidades residentes ou estabelecimentos permanentes de entidades não residentes e oriundos de: 2.1. Rendimentos empresariais tributáveis pelo IRAE Rendimentos do capital mobiliário, oriundos de depósitos, empréstimos e, em geral de toda aplicação de capital ou de crédito de qualquer natureza, desde que tais rendimentos sejam provenientes de entidades não residentes e constituam rendimentos passivos. Os lucros e dividendos provenientes de rendimentos empresariais de fonte estrangeira (não tributáveis pelo IRAE) que NÃO qualifiquem na descrição do numeral 2.2 precedente, são isentos. 2 Também serão considerados incluídos no conceito de lucros e dividendos tributáveis, os rendimentos obtidos pelos fideicomissos, salvo os de garantia, que sejam pagos aos beneficiários. Montante tributável O gravame será aplicado: Para os lucros e dividendos do numeral 1, o montante bruto pago ou deixado à disposição pela entidade não residente. Para os lucros e dividendos do numeral 1 originados de rendimentos do capital mobiliário (depósitos, empréstimos e quaisquer aplicações de capital ou de crédito) provenientes de entidades não residentes, o montante bruto da receita obtida pela entidade não residente sujeita a tributação efetiva no exterior menor que a tributação máxima do IRPF aplicável aos rendimentos de capital -12%- (imputado diretamente à pessoa física residente, na proporção correspondente a sua participação no patrimônio). Para os lucros e dividendos do numeral 2.1, até a concorrência do rendimento líquido fiscal tributável pelo IRAE, na proporção que corresponda a cada sócio ou acionista, conforme disposto no contrato social, ou na Lei de sociedades comerciais quando não especificado no contrato. Para os lucros e dividendos do numeral 2.2, até a concorrência dos rendimentos definidos no referido numeral na proporção que corresponda a cada sócio ou acionista conforme disposto no contrato social, ou na Lei de sociedades comerciais quando não especificado no contrato. 2 No caso da distribuição antecipada de dividendos (dividendos provisórios) sempre se considerará a renda como 100% tributada pelo IRAE e, portanto, haverá retenção do IRPF sobre 100% dos dividendos distribuídos provisoriamente. Não obstante, não haverá retenção sobre os mesmos desde que não existam na sociedade rendimentos fiscais tributados pelo IRAE pendentes de distribuição e os dividendos provenham exclusivamente de rendimentos auferidos no exercício, sobre os quais também não incida o imposto mencionado. 3 de 8

4 Liquidação Como regra geral, a liquidação do tributo será feita via retenção, sem prejuízo de certos casos de pagamento ou imputação direta ao acionista, nos quais ele deverá declará-los e fazer o pagamento. Os não residentes deverão apresentar em cada oportunidade, perante quem pague ou credite os lucros e dividendos, uma declaração jurada destinada à DGI que credite sua condição para não ser objeto de retenção. Auferição Os lucros e dividendos se considerarão auferidos quando: Os lucros e dividendos do numeral 1 sejam pagos ou colocados a disposição pela entidade não residente. Sejam percebidos pela entidade não residente os rendimentos do capital mobiliário (depósitos, empréstimos, e quaisquer aplicações de capital ou de crédito) provenientes de entidades não residentes que deram origem aos lucros e dividendos do numeral 1 e se refira a uma entidade submetida à tributação efetiva no exterior, inferior à alíquota máxima do IRPF aplicável aos ganhos de capital (12%), sendo imputados os ganhos diretamente à pessoa física residente, na proporção de sua participação. Seja deliberada em Assembléia de Acionistas a distribuição dos lucros e dividendos do numeral 2.1. Seja deliberada em Assembléia de Acionistas a distribuição dos lucros e dividendos do numeral 2.2. Crédito fiscal por tributos pagos no exterior. Os contribuintes que tiverem tributado no exterior pelos rendimentos do capital mobiliário oriundos de depósitos, empréstimos, e quaisquer aplicações de capital ou de crédito de qualquer natureza provenientes de entidades não residentes, poderão creditar contra o IRPF o imposto análogo pago até o limite do valor que teria correspondido pagar no Uruguai por tais rendimentos. Rendimentos derivados de acréscimos patrimoniais Em geral constituem rendimentos por acréscimos patrimoniais os derivados da alienação, promessa de alienação, cessão de promessa de alienação, cessão de direitos hereditários, cessão de direitos possessórios e prescrição aquisitiva, de bens corporais e incorporais, incluindo, entre outros, a diferença entre o valor de mercado e o valor fiscal dos bens doados, os rendimentos pelos direitos sobre esportistas sob certas condições, etc. Venda de bens imóveis O rendimento fiscal se determina como a diferença entre o preço de venda e o custo fiscal atualizado (preço de aquisição e benfeitorias documentadas fiscalmente) mais o Imposto às transmissões patrimoniais correspondentes, a cargo do vendedor. Existe uma opção de tributação sobre determinação ficta do rendimento para aqueles bens adquiridos antes de 1º de julho de 2007, consistente em: 4 de 8

5 Para os imóveis não rurais, 15% sobre o preço de venda ou valor de mercado (que em caso algum poderá ser inferior ao valor real da Direção Nacional de Catastro), incidindo a alíquota sobre esse montante. Para os imóveis rurais, 15 % do valor de mercado em 1º de julho de 2007 (equivalente ao deflator do preço da transação determinado pelo IMIPVIR 3 ), mais a diferença entre o preço da transação e o referido valor de mercado atualizado, desde que essa diferença seja positiva, aplicando a alíquota sobre esse montante. Venda de bens móveis Em geral, a porcentagem aplicável para determinar o rendimento fiscal líquido será de 20% (vinte por cento) do preço da alienação e caso não exista preço, dita porcentagem será aplicada sobre o valor de mercado dos bens alienados, aplicando a alíquota sobre esse montante. No caso das transmissões patrimoniais de marcas de fábrica ou de comércio, de patentes, modelos industriais ou privilégios, de informações referentes a experiências industriais, comerciais ou científicas, o rendimento fiscal será determinado aplicando 48% (quarenta e oito por cento) sobre o preço da alienação, incidindo a alíquota sobre esse montante. Alíquota A alíquota geral aplicável aos rendimentos de capital e acréscimos patrimoniais é de 12%, salvo nos casos seguintes: Juros de depósitos em moeda nacional ou em Unidades Indexadas (UI) em instituições de intermediação financeira maiores de um ano 3% Juros de depósitos em moeda nacional menores de um ano sem cláusula de reajuste 5% Juros por obrigações e outros títulos de dívida > 3 anos, mediante subscrição pública e cotação em Bolsa 3% Lucros e dividendos pagos ou creditados por contribuintes do IRAE NÃO oriundos de depósitos, empréstimos e aplicações de capital ou de crédito de qualquer natureza provenientes de entidades não residentes que constituam rendimentos passivos Rendimentos derivados de direitos de autor sobre obras literárias, artísticas ou científicas 7% 7% Rendimentos de certificados de participação emitidos por fideicomissos financeiros mediante subscrição pública e cotação em Bolsa em entidades nacionais, a prazos maiores de 3 anos 3% 3 Índice Médio do Incremento dos Preços de Venda dos Imóveis Rurais. 5 de 8

6 Isenções: São isentos, entre outros: Juros dos títulos de dívida pública, bem como qualquer outro rendimento de capital ou acréscimo patrimonial, decorrentes de sua posse ou transferência. Resultados obtidos em Fundos de Poupança Previdenciária (AFAPS). Diferenças de câmbio originadas pela posse de moeda estrangeira ou por depósitos e créditos na referida moeda. Ganhos produzidos pelo reajuste originado da detenção de valores reajustáveis, depósitos ou créditos sujeitos a cláusulas de reajuste. Resgate de patrimônio em contribuintes do IRAE/IMEBA/ISAFI, salvo sobre o excedente do valor nominal do patrimônio resgatado. Lucros e dividendos distribuídos por não-contribuintes do IRAE. Lucros e dividendos distribuídos por contribuintes do IRAE correspondentes aos seus rendimentos não tributados pelo IRAE, com exceção dos rendimentos empresariais do capital mobiliário por depósitos, empréstimos e, em geral, toda aplicação de capital ou de crédito de qualquer natureza provenientes de entidades não residentes que constituam rendimentos passivos. Lucros e dividendos distribuídos por entidades não residentes, quando os rendimentos e os acréscimos patrimoniais que lhes deram origem provenham de ativos cujos rendimentos sejam objeto dos regimes de imputação direta às pessoas físicas residentes que participem no patrimônio daquelas entidades. Lucros e dividendos distribuídos por entidades não residentes, quando os rendimentos que lhes deram origem sejam de fonte uruguaia e tais rendimentos estejam compreendidos no Imposto de Renda dos Não Residentes. Lucros distribuídos por sociedades pessoais correspondentes a rendimentos tributados pelo IRAE quando suas receitas anuais no exercício que gerou a distribuição não ultrapassem U.I (equivalente a aproximadamente US$ ). Lucros distribuídos por sujeitos prestadores de serviços pessoais fora da relação de dependência, contribuintes do IRAE por opção, quando decorrentes exclusivamente de rendimentos obtidos pela prestação dos referidos serviços. Rendimentos por alienação de ações de entidades contribuintes do IRAE, desde que sejam emitidas ao portador. Os prêmios de jogos de azar e de corridas de cavalos. Os rendimentos derivados da venda da casa de habitação permanente, quando cumpridos certos requisitos de destino da renda (aquisição de outra casa de habitação permanente), prazo de aplicação da renda ao destino legalmente previsto, e montante das operações de compra e venda. Rendimentos derivados do trabalho Compreende os rendimentos obtidos na prestação de serviços pessoais (de trabalhador dependente ou independente) no território nacional. Também são considerados rendimentos do trabalho de fonte uruguaia sujeitos a este imposto: * As retribuições por serviços pessoais, de trabalhador dependente ou independente, que o Estado pague ou credite a pessoas de nacionalidade uruguaia como: 6 de 8

7 o o o o membros de missões diplomáticas uruguaias ou dependências consulares uruguaias; titulares de cargo ou função oficial do Estado uruguaio em delegações e representações permanentes creditadas junto a organismos internacionais; integrantes de delegações ou missões de observadores no estrangeiro; funcionários ativos que exerçam no estrangeiro cargo ou função oficial que não tenha caráter diplomático ou consular. * As retribuições por serviços pessoais desenvolvidos fora do território nacional como trabalhador dependente, desde que tais serviços sejam prestados a contribuintes do Imposto de Renda sobre as Atividades Econômicas (IRAE) ou do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). * Os rendimentos obtidos por serviços de caráter técnico prestados desde o exterior, de trabalhador independente, quando vinculados à obtenção de rendimentos compreendidos no IRAE, a contribuintes do referido imposto, nos âmbitos da gestão, técnica, administração ou qualquer tipo de assessoramento. A legislação faculta o Poder Executivo a estabelecer a porcentagem dos rendimentos considerados de fonte uruguaia, quando os rendimentos referidos nos dos últimos pontos sejam vinculados total ou parcialmente a rendimentos não tributados pelo IRAE, o que foi feito com respeito ao último deles (serviços técnicos), fixando o rendimento de fonte uruguaia em 5% (cinco por cento) da receita total, desde que a receita tributada pelo IRAE que obtenha o usuário desses serviços não ultrapasse 10% (dez por cento) de sua receita total. Rendimentos tributados Serão alcançados pelo imposto todos os rendimentos em dinheiro ou espécie, incluindo as partidas isentas de contribuições à seguridade social, como é o caso da alimentação, transporte, cobertura médica ou odontológica do trabalhador e da família que ultrapassem o montante de cobertura estatal, etc. Rendimentos Não tributados Não constituirão rendimentos tributados: * As prestações de saúde concedidas pelo Fundo Nacional de Saúde (FONASA). * As prestações de saúde concedidas pelas Caixas de Auxilio ou Seguros Convencionais. * As prestações de saúde concedidas aos beneficiários do sistema de cobertura do Serviço de Sanidade das Forças Armadas e do Serviço de Sanidade Policial. * Outras prestações de saúde que sejam do cargo do empregador, tanto mediante a entrega da correspondente partida ao empregado -desde que exista rendição de contas- quanto por contratação direta com a entidade prestadora dos serviços de saúde, pelo montante equivalente à cobertura correspondente ao FONASA. No caso de reembolso por aquisição de óculos, próteses e similares, as referidas partidas não serão tributadas dentro dos limites do referido sistema de cobertura. * As oriundas das diferenças de câmbio e de reajustes de preço. 7 de 8

8 Deduções Prevê também a possibilidade de implementar certas deduções percentuais sobre: Contribuições de seguridade social. Seguro social de enfermidade e outros. Contribuições à Caixa de Profissionais Universitários, Caixa Notarial de Seguridade Social, contribuição ao fundo de Solidariedade e seu aditamento (quando corresponder). Um valor ficto de aproximadamente US$ anuais por filho menor de idade a cargo, por despesas de educação, alimentação, moradia e saúde. Alíquotas Ao respeito, prevê-se a aplicação de 6 alíquotas aplicáveis em escala progressiva, de 10% a 30%, sobre os rendimentos tributados em função de sua localização nas diferentes faixas da escala, sobre um montante mínimo não imponível geral, aplicável de acordo com a opção de tributar individualmente ou como núcleo familiar (aprox. entre U$S e U$S anuais, segundo o caso) estabelecido em função dos valores fixados pelo governo periodicamente (geralmente cada ano). Opção IRAE ou inclusão preceptiva As pessoas físicas, não dependentes podem deixar de tributar IRPF e ser alcançados pelo IRAE em quaisquer das seguintes circunstâncias: Opção IRAE Entre outros, podem optar por tributar IRAE os que obtiverem rendimentos fora da relação de dependência por fator trabalho (prestação de serviços pessoais). Una vez feita a opção se deverá tributar IRAE por 3 exercícios como mínimo. Inclusão preceptiva dentro do IRAE Aqueles que obtiverem retribuições por serviços pessoais fora da relação de dependência por um montante maior a U.I anuais à cotação da unidade indexada vigente no encerramento do exercício (na atualidade aproximadamente U$S ), deverão tributar obrigatoriamente IRAE a partir do primeiro mês do exercício seguinte. 8 de 8

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