Auto-avaliação institucional: a percepção de alunos de Ensino Fundamental sobre educação de qualidade

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1 Auto-avaliação institucional: a percepção de alunos de Ensino Fundamental sobre educação de qualidade Júlio Gomes Almeida UNICID Maria Paula Silva Lima Almeida UNICID Priscilla Martins Diniz - UNICID Área Temática: Avaliação da Educação Agencia Financiadora: FAPESP Resumo: Este trabalho discute dados de pesquisa que busca investigar percepções de alunos do ensino fundamental sobre educação de qualidade. A escuta a esse segmento emerge como importante nas discussões sobre qualidade da educação pois ele é sem dúvida a razão de existir da escola. Enquadra-se no contexto mais amplo da avaliação institucional e em como perspeciva incluir a voz dos alunos nas discussões sobe a consrução de indicadores de qualidade para a educação básica. Tem como objetivos identifiar o que os alunos concluintes do Ensino Fundamental entendem por educação de qualidade, investigar quais são os conceitos de qualidade da educação que aparecem com maior frequencia nos discursos das escolas e discue a noção de educação de qualidade na visão dos alunos. O projeto se desenvolve mediante parceria envolvendo quatro escolas públicas sendo duas da rede estadual e duas da rede municipal e o programa de mestrado em educação de uma universidade privada da zona leste. No seu desenvolvimento foi adotada abordagem quanti qualitativa e os dados produzidos por meio de questionário composto por questões abertas e fechadas e realização de grupo focal envolvendo os alunos escolhidos como sujeitos da pesquisa. Ao manifestarem seu entendimento sobre educação de qualidade os alunos recorrem a própria experiencia enquanto estudante a apontam itens que consideram importantes para serem observados. Entre eles vale destacar a junção entre estudo e diversão, o respeito por parte de alunos e professores quando manifestam alguma dúvida, a realização de atividades fora do espaço escolar e a boa interação dos professores com os alunos e dos alunos entre si. Palavras chave: Educação, Qualidade, Alunos, Professores. ISSN

2 13064 Introdução Esta comunicação tem o propósito de apresentar dados de pesquisa que buscou investigar a percepção dos alunos, que estudam em escolas das redes públicas, municipal e estadual, de São Paulo,sobre qualidade da educação. Esta pesquisa é um desdobramento de pesquisa anterior denominada Auto-avaliação institucional: a construção de indicadores que possibilitem o diálogo com as avaliações externas,realizada no período de , por meio de parceria entre uma escola da rede pública municipal e o Programa de Mestrado em Educação de uma universidade situada na zona leste da cidade de são Paulo, que contou com apoio da FAPESP. Naquela pesquisa ficou evidenciado que pais, professores e funcionários tinham visão parecida sobre educação de qualidade e que os alunos, embora em grande medida, repetissem o discurso dos adultos acrescentavam à sua perspectiva de qualidade algumas novidades tais como o entendimento de escola de qualidade como aquela onde é valorizada a convivência entre os alunos. As conclusões daquela pesquisa apontaram como perspectiva ouvir os alunos acreditando-se que a voz deste segmento poderia trazer novidades para as discussões sobre a construção de indicadores de qualidade da educação básica. Assim foi proposto o projeto do qual apresenta-se dados por meio desta comunicação. O universo da pesquisa foi ampliado para quatro escolas, sendo duas da rede estadual e duas da rede municipal todas situadas no município de são Paulo e se realiza mediante parceria entre as escolas e o Programa de Mestrado em Educação da mesma universidade e conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FAPESP. Processo 15/ Nessa perspectiva, têm-se como objetivos: identificar o que alunos concluintes do Ensino Fundamental em redes públicas de ensino entendem por educação de qualidade; investigar quais são os conceitos de qualidade da educação que aparecem com maior frequência nos discursos das escolas; discutir a noção de qualidade da educação, com base na percepção dos alunos, situando-a no contexto da cultura escolar. 1 - Estudantes do ensino fundamental: uma voz ausente nos discursos sobre qualidade A discussão sobre a questão da baixa qualidade da educação oferecida às crianças e jovens brasileiros, sobretudo pelos sistemas públicos de ensino, tem sido objeto de preocupação

3 13065 de diversos setores da sociedade brasileira. Dentre as iniciativas que traduzem essa preocupação em políticas e programas educacionais, a partir do início dos anos 1990, tem-se a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, quando a definição de um padrão de qualidade para a educação brasileira e de estratégias para o seu alcance passaram a ser o principal foco dos gestores públicos e dos profissionais da educação em geral. Junto com a necessidade de se definir desse padrão, também assume lugar de destaque a definição de instrumentos de medida capazes de aferir essa qualidade. Nesse contexto, emergem as avaliações externas, contudo ainda há muitas controvérsias quanto aos efeitos destas avaliações para a melhoria da qualidade da educação. Horta Neto (2010), por exemplo, considera que elas podem ser um importante instrumento de avaliação das políticas educacionais. Já Domingues e Oliveira (2012) e Freitas (2012) apontam diversas implicações do uso destas avaliações, inclusive na redução do currículo e na introdução da lógica do mercado na educação. Há também estudiosos como Stecher (2002) que apontam os efeitos neutros destas avaliações na escola e na sala de aula. Embora não negue a importância e mesmo o dever que o Estado tem de controlar o que se ensina e o que se aprende na escola, Freitas (2012) situa a adoção das avaliações externas em um movimento de privatização dos sistemas públicos de educação, capitaneado pelos reformadores empresariais que buscam submeter a educação aos mesmos padrões de gestão das empresas, como mostra o trecho seguinte: [...] assim são chamados os reformadores empresariais da educação nos Estados Unidos, em termo criado pela pesquisadora americana Diane Ravitch (2011b). Ele reflete uma coalizão entre políticos, mídia, empresários, empresas educacionais, institutos e fundações privadas e pesquisadores alinhados com a ideia de que o modo de organizar a iniciativa privada é uma proposta mais adequada para consertar a educação americana, do que as propostas feitas pelos educadores profissionais. (FREITAS, 2012, p.380). O enquadramento dos sistemas educacionais em uma perspectiva de mercado tem apresentado como desdobramento, ainda segundo Freitas (2012), uma redução do currículo, fundada em uma concepção cujas ações estão centradas no desenvolvimento de habilidades cognitivas específicas. Os reformadores empresariais entendem que a escola é boa quando os alunos têm notas altas em português e matemática no máximo incluindo ciências. Esta concepção de educação centra a ação da escola no desenvolvimento de um aspecto do ser humano a habilidade cognitiva. Na esteira desta decisão, associam como critica Diane Ravitch notas altas nestas disciplinas com boa educação. Boa parte dos países desenvolvidos está nesta corrida para verificar quem é melhor em português, matemática e ciências comandada pela OCDE, e

4 13066 impõem este critério aos menos desenvolvidos. Tais habilidades cognitivas não são desprezíveis, mas são amplamente insuficientes. (FREITAS, 2012, p.4) Este autor aponta o caráter reducionista apresentado pelas concepções que hoje vêm organizando os sistemas educacionais. As políticas que têm como centro a avaliação do rendimento escolar, medido por testes padronizados, são também questionadas por Gatti (2007), para quem esse modelo contribui para que prospere, em nossa sociedade, uma representação reducionista no que se refere a qualidade da educação, como vemos a seguir: As avaliações do sistema educacional no Brasil, em sua divulgação mais ampla, têm se centrado no rendimento escolar, de tal forma que a representação sobre qualidade da educação na nossa sociedade tem sido reducionista, traduzindo-se em desempenhos nas provas aplicadas pelos diferentes modelos praticados. No entanto, cabe perguntar: qualidade educacional se traduz apenas por esses resultados? Evidentemente que não. A qualidade da educação passa por questões como a existência de uma filosofia educacional e, pela consciência do papel social da educação não só seu papel instrumental, de utilidade, por exemplo, para o trabalho, mas seu papel para a civilização humana, para a constituição de valores de vida e convivência, seu papel no desenvolvimento de sensibilidades ao outro, ao meio ambiente, às expressões humanas de cultura. Portanto, passa por elementos formativos que transcendem, embora não dispensem de modo algum, a aquisição de conhecimentos apenas. Também nessa ideia de qualidade incorporam-se a equitatividade nas oportunidades formativas para todos os cidadãos, a qual pelos dados, nossas políticas e os sistemas educacionais até aqui não ofereceram. (GATTI, 2007, p.3). Discutindo a utilização dos resultados das avaliações externas, Afonso (2010) aponta a emergência do que chama de Estado-avaliador e vê, com preocupação, a disseminação dessa nova perspectiva de gestão pública quando os resultados dessas avaliações são utilizados para avaliar as escolas e os professores: Aliás, esta maior formalização tem relações evidentes com a emergência do chamado Estado avaliador e com a disseminação de uma nova gestão pública (new public management), onde a definição prévia de objetivos e a sua mensuração e quantificação são aspectos centrais (cf. AFONSO 1999). [...] Esta situação parece-nos ainda mais delicada e questionável quando os resultados acadêmicos dos alunos acabam por ser um critério fundamental para avaliação das escolas e para a avaliação dos professores.(afonso, 2010, p.161). Apesar dessas críticas às avaliações externas, os resultados destes processos de avaliação têm sido tomados como padrão de qualidade e passaram a orientar programas e políticas governamentais que chegam à escola para serem executados. Em muitos casos,se traduzem em diagnósticos nos quais os educadores não se reconhecem, porém, não contam com

5 13067 um instrumento que permita propor um diálogo. Thurler (2011 p. 175) aponta como justificativa para essa insuficiência dos sistemas externos de avaliação o fato de não conseguirem captar uma realidade em constante movimento. Neste mesmo viés, Sousa (1997) aponta a necessidade de olharmos criticamente para a organização escolar e construirmos [...] uma prática sistemática de avaliação dos diversos sujeitos e componentes da organização, como: atuação do professor e de outros profissionais (SOUSA, 1997, p.126). A pesquisa Auto avaliação institucional: a construção de indicadores que possibilitem o diálogo com as avaliações externas mostrou que, embora alguns discursos sinalizem a existência de certa tensão entre as avaliações internas e externas, as escolas vêm se organizando para atender às demandas destas últimas e veem nelas uma possibilidade de valorização do trabalho docente frente aos alunos e à comunidade. No decorrer da pesquisa, verificou-se, entre os docentes da unidade escolar analisada, um movimento pela construção de um instrumento padronizado de avaliação, inspirado nas avaliações externas. A pesquisa também apontou alguns limites da proposta de realização, pela escola, de indicadores próprios de qualidade. O primeiro deles foi a evidência de que a elaboração de indicadores próprios de qualidade pela escola exige que a mesma possua um sistema próprio de avaliação. Isso implica na existência de um projeto pedagógico bem articulado e que contemple a sistematização das diversas dimensões do trabalho pedagógico e o estabelecimento de objetivos e metas de forma coletiva e clara. Todavia uma situação evidenciada foi a de que as escolas gozam de prestígios diferentes na cultura do território. Algumas escolas são consideradas boas e outras ruins, independentemente do trabalho que ali se realize. Neste sentido, verificou-se a tendência de considerar os projetos inovadores das escolas consideradas ruins como bagunça e os projetos autoritários e excludentes das escolas boas como adequados. Essa é uma situação evidenciada também em pesquisa desenvolvida pelo CENPEC (2011), na cidade de São Paulo, na região de São Miguel Paulista, destacada por Almeida e Nhoque (2014): Em estudo realizado em 2010 na região de São Miguel Paulista o CENPEC analisa dois tipos de escolas diferentes (CENPEC, 2011). Por um lado analisam um tipo de escola que classificam como exteriorizadoras que se caracterizam por serem mais organizadas, por contarem um corpo de profissionais mais completo e estável, por contar com mecanismos internos de exclusão daqueles que não se adéquam a suas normas e principalmente por serem preferidas como local de trabalho pelos profissionais e como local de matrícula das crianças pelas famílias, em suma são as chamadas escolas preferenciais. E por outro as escolas

6 13068 decantadoras têm como características a falta de organização, a estrutura física precária, quadro de profissionais incompleto e, sobretudo são preteridas como local de trabalho pelos profissionais e de matrícula das crianças pelas famílias, são as chamadas pelo sistema de escolas vulneráveis ou prioritárias. Contudo essas escolas apresentam maior capacidade de acolhimento dos diferentes, possuem uma atitude bem mais inclusiva que as outras. (ALMEIDA & NHOQUE, 2014,p.2). Essa situação revelou uma tendência de considerar escola boa aquela que é rígida com os alunos, que estabelece regras e cria mecanismos de controle, mesmo quando essas regras estão em total desacordo não apenas com o momento que se vive, mas também com a legislação. Verificou-se nos depoimentos de diversos segmentos da comunidade da escola pesquisada,convergência no sentido de considerar a avaliação como controle do comportamento, verificação da assimilação de conteúdo, medida do grau de responsabilidade do aluno, treinamento para futuras cobranças sociais, entre outros aspectos, evidenciando-se a presença, na escola, de concepções de tendência tradicional no que se refere ao papel social da escola. Foi possível perceber que na cultura daquela escola predominava uma visão de educação que opunha aprendizagem à convivência. A pesquisa também registrou a influência negativa da mudança de quadros de profissionais no desenvolvimento dos projetos da escola. Essa situação teve forte repercussão no projeto da escola que não contava com mecanismos de acolhimento dos novos quadros e sua inclusão planejada na dinâmica da escola. A falta de instrumentos que incluam as pessoas que chegam à escola na cultura escolar1 parece ser um dos grandes problemas da escola, porque ao deixar os que chegam abandonados à própria sorte, empurram-se as pessoas para a busca de sobrevivência pessoal no espaço escolar, em vez de incluí-las de forma articulada nas práticas que organizam o trabalho neste ambiente. Embora a pesquisa tenha revelado estas limitações para a escola organizar indicadores próprios de qualidade,apontou a possibilidade de encontro de algumas novidades entre aqueles que nela atuam no que concerne à qualidade oferecida. Uma delas se refere à ideia de avaliação como controle não apenas do aluno, embora ele seja o foco principal, mas também de outros segmentos. Essa tendência no sentido de entender avaliação também como controle dos profissionais que atuam na escola aparece fortemente nas falas dos pais. Talvez, essa visão seja 1 Entende-se por cultura escolar tudo aquilo que é instituído, tudo que compõe a estrutura organizacional, mas aquilo que é instituinte, isto é, que ainda não foi codificado e incorporado pelo sistema, é também chamado por Maffesoli (1984) de o lado de sombra da organização.

7 13069 decorrente do fato de muitos deles trabalharem em empresas privadas onde a ideia de valorização do cliente faz parte da cultura organizacional. A outra se refere à visão dos alunos sobre o que é uma escola de qualidade. Apesar de neste segmento também ser predominante a percepção de que a visão de educação opõe aprendizagem a convivência, percebeu-se sinais de uma visão de qualidade que inclui os aspectos lúdicos, relacionados ao que vivenciam na escola como indicadores de qualidade, ao lado da aprendizagem. Os dados daquela pesquisa sugeriam que deste segmento poderia vir algum sinal de inovação sobre a noção de qualidade, o que suscita a necessidade de buscar nos alunos alguma indicação nesse sentido. A hipótese que orienta a concepção da presente pesquisa é a de que criar condições para a participação dos alunos na definição de um padrão de qualidade parece uma possibilidade concreta de comprometê-los com as ações e reflexões desenvolvidas em função da concretização dos objetivos da escola. Afinal, são os alunos que efetivamente possuem grande parte da vida a ser construída e a escola precisa estar a serviço dessa construção, respeitando e fortalecendo os sonhos e esperanças de cada um, por meio da apresentação das ferramentas que a humanidade já produziu e que a escola pode apresentar ou ajudar o aluno a gerenciar em função de seu projeto de vida. Assim, esta pesquisa assume como foco este segmento buscando,com isso, encontrar indicações de inovação daquilo que se entende por qualidade na educação escolar a partir da visão dos alunos. Afinal a voz dos alunos praticamente não é ouvida, mesmo sendo eles os que colocam na escola o que a vida ainda tem por construir. Criar uma dinâmica que inclua a voz dos alunos na formulação do que a escola entende por educação de qualidade é, portanto, em nosso entendimento, um caminho promissor. A criação dessa dinâmica pode ser resultado do trabalho de mobilização realizado pelos professores e gestores com vistas a tornar o trabalho escolar mais articulado com os anseios da juventude, superando uma cultura de avaliação restrita ao seu desempenho e que não considera a sua visão do processo educacional. Entender a percepção dos alunos sobre o que é uma escola de qualidade emerge como questão relevante para as unidades escolares e também para os sistemas de ensino. A compreensão desta percepção pode: criar condições para que os gestores das unidades e sistemas de ensino concebam e executem políticas que considerem a voz daqueles que são a razão de existir da escola; propiciar aos professores adequar suas práticas com vistas a tornar

8 13070 significativo o processo de ensino e de aprendizagem; beneficiar outras unidades escolares do conhecimento disponibilizado e a partir dele organizar novos projetos e novas práticas. Desta forma, buscar neste segmento suas percepções sobre educação de qualidade e promover a interface delas com aquelas de outros segmentos, pode contribuir para que a escola se constitua como ambiente de diálogo e de aprendizagem coletiva, com base na lógica da convivência entre os diferentes. Essa parece uma contribuição importante do projeto para a melhoria do ensino público, uma vez que na compreensão da educação de qualidade e do aluno como sujeito importante do processo educacional a voz dos alunos não tem sido estudada e apresenta-se como uma lacuna no estudo sobre a definição do que seria uma educação de qualidade. As buscas em bases de dados como bancos de teses da CAPES, Scielo, Google Acadêmico encontramos pesquisas sobre as representações sociais dos alunos sobre a escola, sobre a avaliação na escola, sobre avaliação da aprendizagem, sobre avaliação formativa, porém especificamente referente à visão dos alunos do Ensino Fundamental sobre o que seja educação de qualidade não encontramos. As pesquisas encontradas geralmente focam mais a necessidade de envolvimento dos alunos nos processos avaliativos que a percepção deles sobre o que seja uma educação de qualidade. Assim, pareceu-nos relevante ouvir os alunos sobre essa questão uma vez que são eles o centro do processo de ensino e de aprendizagem, portanto, vítimas concretas da educação ruim e beneficiários eventuais de uma educação de boa qualidade. METODOLOGIA No desenvolvimento da pesquisa será adotada abordagem quanti-qualitativa e os dados foram produzidos por meio de revisão de literatura, questionário e grupo focal, orientados pelos princípios da pesquisa intervenção. A pesquisa foi realizada mediante parceria que no seu desenvolvimento estabelec3eu o diálogo entre as unidades escolares e a universidade parceira. Desta parceria foi possível a criação intercâmbio institucional e pessoal com vistas à produção de conhecimento a partir da relação entre os domínios da teoria e da prática Foram escolhidas quatro escolas públicas, sendo duas da rede estadual e três da rede municipal, todas situadas no município de São Paulo.A escolha destas escolas se deu a partir do interesse das equipes gestoras e dos professores de cada escola em realizar e participar da pesquisa, sendo que em uma delas foi desenvolvida a pesquisa da qual este projeto é um

9 13071 desdobramento. A equipe de pesquisadores é composta por 18 professores 01 diretor de escola, 02 coordenadores pedagógicos 01 supervisor escolar e 04 alunos do Programa de Mestrado em educação e foram envolvidos na pesquisa cerca de 300 alunos concluintes do ensino fundamental. As duas escolas da rede municipal estão localizadas na região de São Mateus, distrito do Iguatemi, na periferia da Zona Leste da cidade de São Paulo. As duas escolas da rede estadual em outras regiões da cidade em bairros mais centralizados, sendo uma na região de Vila Carrão, também na zona leste e outra na região do Jabaquara, na zona Sul. Embora situadas em regiões mais centralizadas, há aspectos que aproximam essas escolas daquelas situadas em regiões mais periféricas, que é a situação de vulnerabilidade social da maior parte dos alunos atendidos. Outro ponto de aproximação importante entre as escolas é que todas elas possuem projetos voltados para o atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem. As falas seguintes mostram a proximidade entre as escolas, embora em bairros com condições diferenciadas:. é uma escola pertencente à Diretoria De Ensino SUL 1.A escola é uma escola de passagem porque embora localizada em um bairro de classe média, como é a Cidade Vargas, ela atende uma clientela de ares periférica e vulnerável socialmente. Por isso, busca desenvolver uma prática educacional inclusiva visando melhorar o rendimento escolar de seus alunos (Eliana, professora) Preocupação semelhante àquela que se vê na fala da professora que atua em uma escola da zona sul e mais centralizada pode ser verificada na fala do professor que atua no extremo leste: Diante da situação de vulnerabilidade social em que se encontram os alunos, a unidade vem desenvolvendo diversos projetos relacionados ao programa mais educação: Dança, Esportes, Grêmio Estudantil, Clube da Leitura, Projeto sobre Sexualidade, Recuperação Paralela e Xadrez. Além desses projetos merece destaque ainda os projetos sobre convivência e direitos humanos que busca conscientizar as crianças sobre seus direitos e lutar por eles, o projeto Qualidade de Vida desenvolvido com as crianças dos quartos e quintos anos e o projeto relacionado ao Ciclo Autoral cujo tema é Nosso Bairro com objetivo de promover a reflexão dos alunos sobre a realidade em que vivem e pensar possíveis intervenções (Eder, professor). Existem também aspectos que diferenciam as condições de ensino e aprendizagem nas escolas da rede estadual e municipal, entre os quais vale destacar o tempo da jornada de trabalho destinada a formação docente, os planos de carreira praticados em cada rede e os sistemas de avaliação externa aos quais as escolas estão submetidas. Embora o alcance do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), definido pelo governo federal seja o objetivo de todas, as escolas da rede estadual têm também como meta o alcance do Índice de

10 13072 Desenvolvimento da Educação de São Paulo (IDESP), com implicações específicas, em especial, a obtenção de bônus salarial para os educadores que atingirem as metas. No que se refere à definição de um padrão de qualidade da educação pública, parece não haver uma definição interna das escolas aceita por todos e, nem mesmo, uma discussão consistente nesse sentido. No entanto, as discussões iniciais já conduzidas pelo pesquisador com integrantes das escolas, em função da elaboração deste projeto, indicam uma aceitação do padrão de qualidade apresentado pelos gestores dos dois sistemas se não como um padrão consensual, pelo menos como o que deve ser buscado bem como dos seus indicadores e instrumentos de medida. 2 Com a palavra os alunos A coleta de dados junto aos alunos foi realizada pelos professores pesquisadores e os instrumentos utilizados foram um questionário composto por questões abertas e fechadas e a realização dos grupos focais. Os roteiros dos grupos focais foram definidos por cada escola a partir de categorização feita em um dos encontros envolvendo as quatro escolas. Desta forma os roteiros, embora não tenham sido iguais, conservaram alguma semelhança. Com relação com relação à escolha dos alunos que deveriam participar cada escola ficou livre para definir seu critério o que também ocorreu com relação à escolha dos estímulos na condução dos grupos. Como resultado dos dois procedimentos de coleta foi gerado um banco de dados bastante extenso cuja análise encontra-se em fase inicial. Desta forma, neste trabalho apresentamos as manifestações dos alunos de apenas uma das escolas. Como estimulo aos alunos foram apresentadas algumas fotos com situações de escolas e a partir das fotos as discussões foram conduzidas. A primeira situação levantada foi com relação à educação de qualidade foi relacionada à liberdade para fazer perguntas quando surgem dúvidas sobre o assunto que esta sendo explicado. Esta é uma situação que pode parecer simples que tem peso significativo no dia a dia dos alunos. As perguntas são evitadas sobretudo para evitar que os colegas acabem zoando com a pessoa. Porque eu acho que ninguém nasce sabendo, então se tem alguma dúvida, você tem que perguntar, só que eu acho que a outra pessoa não entende isso. Hoje está na escola é para aprender. Está todo mundo no mesmo estágio, todo mundo para aprender, então tirar sarro, você, amanhã pode ser você mesmo que tem a dúvida e vai rir também, vai rir de você mesmo? A-F

11 13073 Outra situação que chamou atenção foi a presença da família na escola. Chamar os pais na escola para comunicar problemas com os alunos ou mesmo utilizarem as reuniões para essas comunicações. Os alunos não concordam com essas situações porque segundo eles nestas situações apenas uma das partes é ouvida quando é preciso ouvir a opinião: das duas partes, tanto dos alunos, quanto dos professores, porque muitas vezes alguns podem estar errado, não é sempre que o aluno está errado, eles tem que ouvir o aluno e o professor também.só que na hora que os pais chegam, muitos mudam, entendeu? Tanto o aluno, quanto o professor. Muitas vezes o professor ou o aluno... O aluno é mais, não é?! Insulta o professor, xinga, só que existem professores também que fazem isso. Eu acho que foi um mudança de duas partes, são as duas partes A-F Embora reconheçam que muitos alunos desrespeitam os professores os alunos afirmam que certos professores também faltam com o respeito com eles. Eu ia falar que é necessário e ao mesmo tempo eu não acho que é necessário. Primeiro porque cada pai sabe o seu filho, mas tem uma hora, tipo como a Dandara acabou de falar, que o pai não interage acaba partindo para a agressão. Só que a partir do momento... Por exemplo, minha mão se ele não bater em ninguém, tem nada a ver com isso. Só que eu acho que também o pai não entende que o filho pode estar indo mal na matéria por causa do professor. Igual eu falei, pode estar entendendo, mas às vezes a matéria que o professor está explicando essa pessoa não está entendendo e eu não acho que isso, só que tem professor que a criança não pode falar um A que o professor já quer chamar os pais. Isso eu acho que é desnecessário, porque a sala inteira vai continuar falando. Na opinião dos alunos deveria ter uma reunião antes com os alunos, pra saber o que está acontecendo, para depois fazer reunião com os pais, como aponta a fala seguinte> Se eu tenho uma bronca com aquele professor... Assim, não é obrigado a gostar de mim, nem eu gostar dele, eu respeito ele, é diferente. Não preciso gostar dele, eu respeito ele porque eu estou dentro da sala dele, só que assim, não espera o lado contrário, acho que estar ali e pode fazer o que quiser. Como eu mudei de escola, na escola que eu estava, tinha um professor de geografia que ele pegou meu braço e me apertou, ficou a marca do braço. Aí falou que então assim, muitas pessoas acham que ameaça é só do aluno, mas não é. O professor também... Alguns. E não são todos os alunos também. Não vamos generalizar também, porque vai de pessoa a pessoa. Eu acho que deveria ter uma reunião de alunos e professores, "ah, não estou gostando disso..." Porque eles só escutam os professores, os alunos não... Ninguém escuta. "Fez isso, fez isso..." Certo, a gente muitas vezes está errado, até mesmo por causa da idade... Só que, acho assim devia escutar mais a gente, para saber o porquê está acontecendo aquilo, ter uma conversa... Juntar os professores e os alunos todos e falar "olha, não estou gostando disso..." Acho que seria melhor, colocar as cartas na mesa, para saber o que está acontecendo para mudar a situação. Eu acho que assim teria uma reunião com os alunos e os professores e depois uma reunião com os pais e os professores, normal. A -F Para os alunos alguns professores esquecem o seu papel, não ouve os alunos e respondem com ignorância. O constrangimento no momento das perguntas não vem apenas dos colegas:

12 13074 O instituto da cópia Outra questão que suscitou o debate foi o uso do material. Segundo os alunos os professores mandam copiar a própria apostila que eles têm em mãos Aluno C: Apostila, porque você não precisa ficar escrevendo assim texto, não sei o quê. Aluno F: Mas é questão dos professores, tipo, a gente tem um livro, o texto já está escrito no livro, ele não manda a gente lê, normalmente copiar no caderno só que a gente já tem o texto ali no livro. fala a seguir Embora descontentes com a cópia, os alunos não reclamam com o professor, conforme Aluno F: Se ele já está nervosinho, se ele já está naquele dia e você perguntar por que é melhor você já sair assim (se protegendo com as mãos) porque ele vai Se ele já está você consegue entrar num acordo, mas tem muitos que já estão daquele jeito, porque, imagina, você desde as seis horas na escola até Na fala seguinte a resposta do professor frente ao questionamento do aluno: Aluno D: Eu acho que tem professor que fala... Um texto tem não quer fazer não faz, você não vai ficar sem nota, não sou eu que Eu já ganho o meu salário. Vocês são preguiçosos porque não querem copiar o texto, acho muito desnecessário. Interessante na discussão com os alunos e perceber que mesmo em situação de que ter que copiar, buscam as razões do professor Aluno C: Porque tem muito professor que fala para ele ou porque também, vendo o lado do professor, ou porque não tem livro o suficiente para todo mundo ou é da escola, é dele mesmo, ele tipo manda você passar para o caderno para ter e saber... Ou naquele dia ele está nervoso lá e falar um A e vai para a diretoria. Interação com os alunos Os alunos valorizam muito o professor que interagem com eles, que busca forma diferente para a aula, como mostra a fala seguinte: Aluno C: Ele tratava do mesmo jeito, tipo assim, levava na brincadeira, aí na hora de explicar todo mundo prestava atenção, aí ele explicava direitinho, o pessoa não entendeu, ele ia perguntando "você entendeu? Se você não entendeu, você vai lá para a lousa, aí eu te explico, se não saber, você vai ter que saber agora, nem que eu fique até amanhã te explicando". Isso que eu acho legal do professor. Mas ele estava lá, explicando, insistindo na pessoa, porque ele sabe que não é porque ela não quer, é porque tem uma coisinha assim meio difícil que a pessoa não está entendendo. Só que só depois ele saiu.

13 13075 O local onde se realiza a aula pode contribuir para essa interação, os alunos gostariam de aulas em locais diferentes da sala. Aluno F: Aula no pátio, explicar as coisas... Esse professor que a gente estava falando, acho que foi ele mudar essa rotina Tipo assim, ele era professor de Matemática, em tudo tem Matemática, qualquer coisa tem Matemática. Então a gente (ininteligível 00:32:37.19) cansa, ele cansa a gente. É cansativo ficar o tempo todo na sala, para aprender coisas novas eu acho que ajuda no aprendizado, a gente não estar sentado na sala. Aluno C: Isso. E, tipo, isso estimula a mente, porque tem cientista que fala que ajuda a superar a mente. E eu acho isso verdade, porque quando a pessoa está lá explicando, estou sentado, mas não estou entendendo nada. Aí quando a pessoa faz Aluno D: Para saber que todas matérias é aquela mesma coisa chata de todos os dias. Aí o professor muda um pouco a rotina da aula, você entende que aquela matéria não é só aquele conteúdo que ele fala, tem muito mais coisas envolvidas do que só aquela história, aquela coisa chata de todos os dias. Eu acho que isso é bem legal. Na trilha da interação encontram-se os projetos dos quais os alunos declaram gostar Aluno C: Assim, não tem muitos projetos, mas aí quanto tem... Ou no final de semana ou normal, na sala de aula, é legal, é interessante? É. Todo mundo gosta? Gosta. Só que sempre tem aquele bagunceiro que vai acabar com a festa toda. Eu acho que deveria escolher uma quantidade de aluno de cada sala para ter uma mini reunião assim para escolher os projetos que vair ter... Os alunos reclamam da falta de atividades extra classe, que não podem ser realizadas sobre tudo em função do custo Aluno C: Só que é uma coisa só no ano inteiro, não acho certo, porque podia ser para a escola toda, mas tinha sítio, tinha para ir no parque aquático de, até no zoológico também tinha. Todo mundo ia. Tipo, não era só uma coisa no ano inteiro, porque tipo é legal, mas você perde a graça, aí chega você tem que pagar o tal valor absurdo, porque você não caga dinheiro, não é fácil e não acho tipo só isso legal. não divulgam Contudo os alunos apontam que há atividades gratuitas sobre as quais os professores Aluno F: Acho assim, tem muitos professores de que não falam nada. Se a gente entrar na internet para tanta coisa, tanta coisa, tem tanta coisa boa para ver na internet, tanto lugar que não paga nada e a gente podia ir. A gente está perdendo tempo. A gente vai aprender mais, porque vai conhecer coisas novas Aluno C: Eu só fui quando eu era começo do segundo ano e foi só uma vez, porque na maioria das escolas não tem isso, porque ou o professor quer levar para fora da escola da escola, conhecer o mato, do que pagar um ônibus, todo mundo dá vinte reais, que eu acho que dá para a sala inteira ir de boa, cada um leva o seu lanchinho, senta, como e presta atenção, vai para museu, porque eu acho que tem coisas interessantes, artefatos que são antigos assim da história, digamos assim, ou que quase ninguém conhece. A pessoa tem interesse de conhecer. Isso eu acho muito divertido ou, por exemplo, parque aquático, isso eu acho muito legal, não parque aquático de você ficar dentro nadando.

14 13076 Uma questão importante na fala dos alunos e unir estudos e diversão o que segundo eles pode ser conseguidos por meio dos passeios Aluno F: Acho que tem que dividir. Acho que tem que ter um passeio da escola, para divertir, no meio do ano, porque é cansativo, a gente está aqui todo dia. Museu, um professor vai falar "eu vou levar vocês lá, vocês vão ver, quando a gente voltar, a gente vai debater e pode fazer um trabalho". A gente se divertir, mas também fazer matéria, porque nem tudo é brincadeira, a gente tem que saber que nem tudo é brincadeira. É escola, a gente não está num parque de diversão. Para os alunos em uma escola de qualidade não pode faltar ensino e conversa como vemos na fala seguinte: Aluno F: acho que tinha que ter o ensino, mas também uma conversa, porque tem muito... Se você prestar atenção, tem muito desentendimento aqui na escola, muito mesmo, de professores, alunos, até de sai no... Não chegou ao ponto de sair no tapa, mas a gente vê que os professores estão muito... Falta conversa entre os professores e alunos e também dos alunos entre si, conforme assinalado a seguir. Aluno C: Só que tem aquele engraçadinho que continua, aí quando a pessoa parte para a agressão, fala que ela que é errada. Não, não é errado, você não respeitou a opinião dela. Aluno F: Assim, na escola que eu estava, pense numa escola ruim. A escola era ruim, de verdade. O pátio da escola, da saída assim, era um estacionamento, o chão era cheio de sangue, de briga que teve de aluno, cheio de sangue, que levou faquinha e... Adversário de gangue. Assim, até hoje a gente está ainda tem isso, esse preconceito, essa falta de respeito. Eu posso não gostar dele, mas eu tenho que respeitar ele de qualquer forma, a gente está no meio do ambiente, ele vai ter a gente está com os mesmos professores, eu vejo mais ele do que... Eu vejo mais a cara da Dandara do meu pai, todo dia, todo dia tem que ver essas pessoas, então eu acho que gente tinha que... Como mostram as falas, um item importante na definição de uma escola como espaço que oferece educação de qualidade e o diálogo entre as pessoas que ali convivem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AFONSO, Almerindo Janela. Um olhar sociológico em torno da accountability em educação. In: ESTEBAN, M. T.; AFONSO, A. J. (org.), Olhares e interfaces: reflexões críticas sobre a avaliação. São Paulo: Cortez, ALMEIDA, Julio Gomes. A intervenção (im)possível no cotidiano de uma escola : relato do trajeto de um diretor de escola na rede pública municipal. São Paulo: Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, Tese (Doutorado em Educação).

15 13077 ALMEIDA, Julio Gomes & NHOQUE, Janete Ribeiro. Avaliações externas: impactos em uma escola municipal de São Paulo. Revista Ambiente e Educação. São Paulo, v.5,nº 1, jan/jun, Disponível em < revistaambienteeducacao>acesso em: 15 out Autoavaliação Institucional: a mobilização da comunidade na definição de indicadores de qualidade. III CONAVE, BAUMAN, Zygmunt. Globalização:as consequências humanas. Rio de Janeiro: Zahar, Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999a. CAPPELLETTI, Isabel (Org.) Avaliação Educacional: Fundamentos e Práticas. São Paulo: Editora Articulação Universidade/escola, Avaliação da Aprendizagem:discussão de caminhos. São Paulo: Editora Articulação universidade escola, CENPEC. Educação em territórios de alta vulnerabilidade social na metrópole. São Paulo:CENPEC, CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 11ª ed. São Paulo: Cortez, DEMO, Pedro. Avaliação Qualitativa, 10ª ed. São Paulo: Autores Associados, Introdução à metodologia da Ciência. São Paulo: Atlas, DOMINGUES, Mauro Roberto de Souza; OLIVEIRA, Ney Cristina Monteiro de. A avaliação externa na educação básica e suas implicações. Trabalho apresentado ao 5º Encontro Internacional de Educação Comparada,Belém, 9 a 11 de maio de ESTEBAN, Maria Teresa; AFONSO, Almerindo Janela (Orgs).Olhares e Interfaces: reflexões críticas sobre avaliação. São Paulo: Cortez, 2010 FLEURI, Heloisa Junqueira; MARRA, Marlene Magnabosco. Intervenções Grupais nos direitos humanos. São Paulo: Ágora, FREITAS, Luis Carlos; SORDI, Mara Regina Leme; MALAVASI, Maria Marcia Sigrist; FREITAS, Helena Costa Lopes. Avaliação educacional: caminhando pela contra mão. 5ª ed. Petrópolis: Vozes, FREITAS, Luis Carlos. Construir outro sistema avaliativo para São Paulo. Revista APASE. São Paulo. vol. 1, pp.28-29, GADOTTI, Moacir; GUTIERREZ, Francisco. Educação Comunitária e Economia Popular.4ª ed. São Paulo: Cortez.

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