Pedro Malan. Entrevista. Pedro Malan

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pedro Malan. Entrevista. Pedro Malan"

Transcrição

1 O IASB é o board (comissão) que emite as IFRSs (Normas Internacionais de Contabilidade, para simplificar), e é um comitê puramente técnico. A entidade jurídica que o abarca é a Fundação IFRS, que é a responsável pela manutenção da qualidade do trabalho técnico do board do IASB, pela promoção do uso dos IFRSs ao longo do mundo, do levantamento das necesidades dos diversos países etc. Também lhe cabe toda a parte administrativa, orçamentária, de captação de recursos, nomeações dos componentes do IASB, suas comissões e seus grupos, sem qualquer papel na elaboração das normas técnicas., ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda, foi membro do Conselho Curador dessa Fundação (Board of Trustees) por dois mandatos consecutivos, representando o Brasil até há poucos meses. Nosso primeiro entrevistado é ele, que tão gentilmente aceitou o convite para falar de sua experiência e de sua visão nessa tão alta função. Em números seguintes desta Revista entrevistaremos seu predecessor, Roberto Teixeira da Costa, e sua sucessora, Maria Helena Santana, que acaba de assumir a função. Muito obrigado,, pela entrevista e pelo trabalho realizado em prol da contabilidade brasileira e internacional. 5 Folhapress O Sr. foi Trustee da Fundação IFRS desde o ano de 2008 até o Quais foram as principais atividades realizadas no seu mandato? Foram seis anos de muito trabalho para o grupo IFRS. A grande crise internacional que começou em 2007 e ainda não completamente superada trouxe à tona a necessidade de maior interação entre reguladores, supervisores e os vários emissores de normas contábeis para demonstrações financeiras. Isto conferiu maior complexidade às atividades do grupo, mas por outro lado, e um tanto paradoxalmente, reforçou a necessidade de continuar o esforço de convergência no sentido de adoção de um padrão global, de qualidade, para demonstrações financeiras que assegurasse transparência e comparabilidade internacional como é

2 o IFRS, hoje adotado ou em vias de adoção por número crescente de países no mundo. O Sr. encontrou alguma dificuldade por ser brasileiro ao ocupar esse cargo? Nenhuma, pelo contrário. A posição que passei a ocupar em janeiro de 2008 já havia sido ocupada antes (e muito bem ocupada) por um ilustre brasileiro: Roberto Teixeira da Costa. A Lei n o havia sido aprovada pelo Congresso em dezembro de 2007, sancionada ainda naquele ano e a CVM começou imediatamente a atuar. O Brasil já era um pais respeitado pelo que havia feito nesta área. Eu era um entre 22 Trustees, dos quais 6 da América do Norte, 6 da Europa, 6 da Ásia e 4 do resto O que realmente facilitou o meu trabalho foi a extraordinária qualidade dos brasileiros especialistas no tema, em particular aqueles envolvidos direta ou indiretamente com o CPC. do mundo. Dentre os países em desenvolvimento estavam presentes: China, Índia, África do Sul e Brasil. Ajudou-me o fato de que fui convidado (em setembro/outubro de 2007) para o cargo por Paul Volcker, então Presidente do Nominating Committee e que havia sido primeiro chairman dos Trustees no inicio dos anos Mas o que realmente facilitou o meu trabalho foi a extraordinária qualidade dos brasileiros especialistas no tema, em particular aqueles envolvidos direta ou indiretamente com o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) que já reunia, em brilhante e exemplar iniciativa, seis instituições fundamentais para o Brasil e seu futuro nesta área: ABRASCA, APIMEC, BMF/BOVESPA, CFC, FIPECAFI e IBRACON. Um Comitê que já tinha a CVM e o Banco Central como observadores. O início do seu mandato coincidiu com o primeiro ano de adoção (mesmo que parcial) das normas internacionais do IFRS. Posteriormente, em 2010 o Brasil adotou integralmente as normas e passaram-se ainda 3 anos de adoção total. A curva de aprendizado, no Brasil, das normas internacionais certamente evoluiu ao longo desse período) Qual a sua visão sobre a qualidade do processo de convergência ocorrido no Brasil? A visão é muito positiva e elevou consideravelmente a imagem do Brasil, não só no meio dos reguladores, supervisores e standard-setters como junto aos investidores em geral. O modelo que adotamos, que foi evoluindo para transformar o CPC em uma Fundação, é um modelo vencedor e que poderia ser utilizado por vários outros da região. A adoção dos IFRS e não a adaptação às conveniências de cada país é uma tarefa complexa e gradual. Mas no fundo é benéfica para o país e, principalmente, para suas empresas. REVISTA 6 Como o Sr. enxerga os impactos no Brasil, positivos e/ou negativos, do processo de convergência? No geral são positivas. Os demonstrativos financeiros publicados de acordo com as normas do IFRS, hoje amplamente utilizadas no mundo, permitem algo fundamental para investidores: transparência e comparação internacional, contribuindo para facilitar o acesso ao mercado internacional de capitais, estimulando mais empresas a considerar listagem em bolsas, facilitando processos de consolidação. Não considero aspectos negativos do processo de convergência o fato de que este seja complexo e trabalhoso ou porque o Brasil como dezenas e dezenas de outros países relevantes no mundo esteja abrindo mão de desenvolver um especial Brazilian Generally Accepted Accounting Principles que só nós aplicaríamos e que poderíamos alterar à luz de nossos exclusivos interesses do momento. Não há muito espaço no mundo de hoje para menus à la carte de regras contábeis para demonstrações financeiras. Qual a visão que os membros do IASB têm sobre o Brasil em relação ao processo de convergência realizado no Brasil? Não tenho qualquer receio em afirmar que os membros do IASB, ai incluídos seu Chairman, Hans Hoogervorst, o vice-chairman, Ian Mackintosh e demais diretores, assim como o Chairman do Trustees, Michael Prada e a maioria dos Trustees, têm uma visão muito positiva sobre o processo de convergência que foi realizado no Brasil, e pela construtiva participação do país em todas as áreas da atividade do Grupo inclusive

3 7 Entrevista participações no financiamento do Grupo IFRS. O processo de convergência das normas internacionais é uma realidade no mundo. O Sr. entende que ele pode vir a gerar uma falta de independência dos normatizadores locais, como por exemplo, a CVM ou o BACEN? A participação formal de quaisquer país em qualquer conjunto de normas internacionais, seja na área de comércio, como por exemplo, na OMC, seja área regulatória (por exemplo normas decididas pelo Comitê de Basileia para instituições financeiras) e numerosas outras, envolve sempre algum julgamento sobre benefícios e custos e sobre o grau de participação do país nas atividades da instituição responsável pelas normas. Creio que os benefícios superam por larga margem os custos envolvidos em restrições a uma total margem de manobra e independência para adotar, internamente, normas que atendessem apenas a conveniências do momento. A adesão - voluntária - sempre pode ter algum custo. Mas os custos de não integração ao resto do mundo podem ser bem maiores. Verifica-se um visível aumento na participação do Brasil no IASB, ocorrido fundamentalmente ao longo do seu mandato. (Atualmente temos brasileiros no Board de Trustees (Maria Helena Santana, que o substituiu), Board do IASB (Amaro Gomes), no ASAF (Alexsandro Broedel Lopes), diversos membros brasileiros de Grupos de Trabalhos específicos, Valeska Barros no Advisory Council e O Brasil deve estar sempre preocupado com a qualidade de suas contribuições e das pessoas envolvidas, e não com aspectos ligados à quantidade de brasileiros com posições no grupo. um quase brasileiro na área de desenvolvimento e aplicação de materiais educacionais (Guillermo Braunbeck). Ainda, sessões de discussões de normas (roundtables) têm sido realizadas no país e há uma singela mas crescente participação de brasileiros no envio de cartas comentários ao IASB.) Qual a relevância, para o país, da participação no IASB? O Brasil deveria buscar aumentar esse envolvimento no IASB? A pergunta é excelente, em parte porque já traz em si a base para a sua resposta, ao listar a ativa e significativa presença do Brasil nas várias instâncias do grupo IFRS. Dentre os países ditos emergentes, não há nenhum outro que tenha, hoje, mais prestigio, mais voz e influência do que tem o Brasil no âmbito do IFRS. A relevância desta participação é que o Brasil pode, através de sólidos argumentos técnicos, influenciar, sem ilusões ufanistas e vagos discursos, o processo de discussão sobre normas contábeis, interpretações de normas e comentários sobre textos em audiências públicas, entre outros. O Brasil deve estar sempre preocupado com a qualidade de suas contribuições e das pessoas envolvidas, e não com aspectos ligados à quantidade de brasileiros com posições no grupo. Na sua visão, a participação do Brasil tem sido relevante, inclusive tecnicamente, no processo de elaboração e atualização das normas contábeis? Há uma percepção dessa relevância por parte dos membros do IASB? Não tenho dúvidas, aqui também, em responder na afirmativa. Estou seguro que, perguntados, os membros da Diretoria do IASB, o Chairman dos Trustees, e os mais antigos e experientes dos Trustees, têm consciência de papel relevante do Brasil, inclusive tecnicamente, no processo da elaboração e atualização das normas contábeis. Nomes como Eliseu Martins e Nelson Carvalho, dentre outros, que formaram, e formam, a consciência (e não apenas técnica) da profissão de contadores, auditores e analistas, são reconhecidos e respeitados internacionalmente. Um assunto que parece nunca ter saído de pauta, no Brasil, é o tratamento contábil para a inflação, muito pobremente considerado por parte do IASB. O Sr. entende que há uma necessidade premente de que as informações contábeis reconheçam os efeitos inflacionários sobre os patrimônios das empresas? Qual é a preocupação que outros países têm com esse tema? O resto do mundo nunca entendeu direito as elevadíssimas taxas de inflação que tínhamos no Brasil nas décadas que antecederam o

4 lançamento do Real, chegando ao surrealismo das 1.000% ao ano em 1998 e 1989 e aos 2.500% de Desde o Real temos tido, na média dos últimos 20 anos, taxas de inflação civilizadas (relativamente às décadas anteriores). Mas o fato é que mais de 6% ao ano é uma taxa de inflação ainda alta por padrões internacionais e deveríamos ainda ter como objetivo a ser buscado com determinação reduzi- -la ainda que gradualmente para o centro de meta atual (4,5%). O mundo desenvolvido adota como nível razoável para a inflação algo em torno de 2% porque em torno deste nível não há demandas por indexação. Na faixa dos 6 e 6,5% (e ancoradas por aí, quando a meta é bem mais baixa), são inevitáveis as pressões e demandas por correções pelo menos nestes níveis. O tratamento contábil para inflações mais elevadas realmente deixa um pouco a desejar por parte dos IFRS mas porque, em longa medida, este não é um problema relevante para o resto do mundo. Este, certo ou errado, vê o problema de inflação alta como algo que deveria ser resolvido através de políticas domésticas e não através de transitórias acomodações contábeis. Mas reconheço que uma inflação de cerca de 6% ao ano, se aceita como normal, representa cerca de 100% de inflação acumulada em 12 anos, com efeitos não desprezíveis sobre certos itens de balanço das empresas. Como o Brasil pode aprimorar o seu processo de convergência? Dando continuidade ao que vem sendo feito. Vale dizer, no âmbito doméstico, fortalecendo e consolidando o trabalho da Fundação CPC (e de seus pilares); mantendo um estreito diálogo com a CVM, o Banco Central e a SUSEP, investindo na qualidade da formação acadêmica e profissional de contadores, auditores, analistas de mercado de capitais e de preparadores de demonstrações financeiras de empresas médias. E estando sempre atento aos problemas de implementação e de interpretação dos IFRS que sejam relevantes para o nosso caso. No plano internacional, consolidar a presença, voz ativa, e influência potencial do Brasil nos comentários sobre propostas do IASB que sejam postas em audiência publica, sobre exposure drafts publicados e sobre diferenças de interpretações em consideração no âmbito do Interpretations Committee. Há que estar sempre atento. Na região da América Latina, trabalhar mais de perto com os países que estejam efetivamente mais interessados em avançar no sentido de adoção formal do IFRS e em condições de contribuir ativamente e de maneira construtiva para as atividades do Grupo IFRS. Como o senhor vê o papel da contabilidade no processo de desenvolvimento econômico? Demonstrativos contábeis de qualidade, que expressem a real situação das empresas de maneira transparente, segundo padrões e regras utilizadas por várias jurisdições nacionais e que, portanto, permitam confiável comparação internacional, constituem inestimável contribuição ao processo de desenvolvimento econômico em qualquer país do mundo. O Brasil não é exceção. Como ouvi certa vez do regulador indiano em conferência do IFRS em Nova Délhi a contabilidade é uma linguagem. E REVISTA 8 uma linguagem pode ser utilizada de várias formas. Inclusive para escrever obras de ficção. Ele estava se referindo a um escândalo contábil que havia ocorrido então em seu país. E reafirmando que o processo de desenvolvimento econômico exige uma linguagem contábil que não seja ficcional, tanto no setor privado quanto no setor público. Uma linguagem baseada em fatos e em dados que não deixam de existir porque são ignorados, ou deliberadamente maquiados. Demonstrativos contábeis de qualidade, que expressem a real situação das empresas de maneira transparente, segundo padrões e regras utilizadas por varias jurisdições nacionais e que, portanto, permitam confiável comparação internacional, constituem inestimável contribuição ao processo de desenvolvimento econômico em qualquer pais do mundo. O Brasil não é exceção.

5 Notas Explicativas 9

O Processo de Convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade e Auditoria às Normas Internacionais VERÔNICA SOUTO MAIOR

O Processo de Convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade e Auditoria às Normas Internacionais VERÔNICA SOUTO MAIOR O Processo de Convergência das Normas Brasileiras e Auditoria às Normas Internacionais VERÔNICA SOUTO MAIOR Professora do DCCA/UFPE, Conselheira do CFC, Coordenadora do Comitê Gestor da Convergência no

Leia mais

Auditoria Efeitos da Convergência. FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br

Auditoria Efeitos da Convergência. FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br Auditoria Efeitos da Convergência FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br Final do Século XX Início do processo de globalização Diminuição das fronteiras

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 43 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata da adoção inicial dos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM

Leia mais

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC O Comitê de Pronunciamentos - CPC Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de - FBC Objetivo: O estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações

Leia mais

Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem

Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem 1 * Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Origem Em função das Necessidades de: - convergência internacional das normas contábeis (redução de custo de elaboração de relatórios contábeis, redução de riscos

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

PERFIL DO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS CPC. Élen Cristiane dos Santos¹, Robernei Aparecido Lima ²

PERFIL DO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS CPC. Élen Cristiane dos Santos¹, Robernei Aparecido Lima ² PERFIL DO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS CPC Élen Cristiane dos Santos¹, Robernei Aparecido Lima ² 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Contábeis, Avenida Dr.Januário Miráglia,

Leia mais

A Contabilidade e o Profissional Contábil nas Pequenas e Médias Empresas

A Contabilidade e o Profissional Contábil nas Pequenas e Médias Empresas A Contabilidade e o Profissional Contábil nas Pequenas e Médias Empresas Irineu De Mula Março/2011 Primeira Fase do Processo de Convergência (Lei 11.638 e 11.941/08) Direito Positivo Brasileiro Alteram

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10 NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.40 para NBC TG 43 e de outras normas citadas: de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL; de NBC T 19.18 para

Leia mais

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Ano X - Nº 77 - Julho/Agosto de 2014 IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Profissionais da Contabilidade deverão assinar prestações de contas das eleições Ampliação do Simples Nacional

Leia mais

FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS

FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS FIPECAFI oferece curso elearning Tópicos de Contabilidade Internacional com foco em IFRS A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) abre inscrições para o curso elearning:

Leia mais

LANÇAMENTO PROGRAMA DE GOVERNANÇA DE ESTATAIS. Discurso do Presidente Leonardo Pereira em 02/04/2015

LANÇAMENTO PROGRAMA DE GOVERNANÇA DE ESTATAIS. Discurso do Presidente Leonardo Pereira em 02/04/2015 LANÇAMENTO PROGRAMA DE GOVERNANÇA DE ESTATAIS Discurso do Presidente Leonardo Pereira em 02/04/2015 Antes de começar, ressalto apenas que as opiniões que estarei expressando aqui hoje refletem a minha

Leia mais

CADERNO DE ANOTAÇÕES CONTÁBEIS

CADERNO DE ANOTAÇÕES CONTÁBEIS CADERNO DE ANOTAÇÕES CONTÁBEIS APLICAÇÃO N 3 As novas práticas contábeis instituídas a partir da Lei 11.638/2007 complementadas pela Lei 11.941/2009 e normatização formulada através da edição dos pronunciamentos

Leia mais

São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS).

São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS). São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS). 1 Boa tarde a todos! Em primeiro lugar, gostaria de agradecer, em

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ ORIGEM e COMPOSIÇÃO O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) foi idealizado a partir da união de esforços e comunhão de objetivos das seguintes entidades: -ABRASCA: Presidente - ANTONIO DUARTE CARVALHO

Leia mais

DESAFIOS. Mudanças no Cenário da Contabilidade. Reflexos no Brasil: área privada e pública. Desafios da Educação Contábil

DESAFIOS. Mudanças no Cenário da Contabilidade. Reflexos no Brasil: área privada e pública. Desafios da Educação Contábil EDUCAÇÃO CONTINUADA Desafios para o Profissional de Contabilidade Prof. Dr. Aridelmo Teixeira / Prof. Dr Valcemiro Nossa DESAFIOS Mudanças no Cenário da Contabilidade Reflexos no Brasil: área privada e

Leia mais

JOSÉ APARECIDO MAION jmaion@maioncia.com.br. IRINEU DE MULA idemula@amcham.com.br. DELIBERAÇÃO CVM N o 539, DE 14/03/2008

JOSÉ APARECIDO MAION jmaion@maioncia.com.br. IRINEU DE MULA idemula@amcham.com.br. DELIBERAÇÃO CVM N o 539, DE 14/03/2008 DELIBERAÇÃO CVM N o 539, DE 14/03/2008 Aprova o Pronunciamento Conceitual Básico do CPC que dispõe sobre a Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis. JOSÉ APARECIDO

Leia mais

Além disso, o contrato é visto como um compromisso firme de compra e venda, e não apenas como uma reserva de imóvel.

Além disso, o contrato é visto como um compromisso firme de compra e venda, e não apenas como uma reserva de imóvel. Data: quarta-feira, 05 de maio de 2010 Site: CTE Fonte: Valor Online Alterações ainda podem ser evitadas O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) se reúne hoje, em São Paulo, com membros do Conselho

Leia mais

Quando utilizar o CPC para Pequenas e Médias

Quando utilizar o CPC para Pequenas e Médias 1 de 5 28/07/2010 09:05 Brasil Quando utilizar o CPC para Pequenas e Médias Empresas PMEs O que é e qual o objetivo da norma para PMEs Em julho de 2009 o International Accounting Standard Board IASB emitiu

Leia mais

História do Ibracon 1957: ICPB

História do Ibracon 1957: ICPB História do Ibracon ORIGEM: 1957: ICPB - Instituto dos Contadores Públicos do Brasil 1968: Criação do Instituto Brasileiro de Auditores Independentes (IBAI) DENOMINAÇÃO: 1971: Fundação do Instituto dos

Leia mais

Modelos Puros de Normatização (Passado(

Modelos Puros de Normatização (Passado( 1 * Modelos Puros de Normatização (Passado( Passado) ) Países de Code Law Governo Legislativo ou Executivo ou Ambos Exemplos: Alemanha Itália Espanha França Japão Brasil etc. 2 Modelos Puros de Normatização

Leia mais

Faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 04/2010 (R2) do Ibracon:

Faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 04/2010 (R2) do Ibracon: Norma Brasileira de Contabilidade CFC/CTA Nº 2 DE 27/02/2015 Publicado no DO em 9 mar 2015 Dá nova redação ao CTA 02 que trata da emissão do relatório do auditor independente sobre demonstrações contábeis

Leia mais

NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA

NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA CIÊNCIAS CONTÁBEIS NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS ÀS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL: SEGUNDO AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE ALUNO: MINASSON ELIAS FERREIRA ORIENTADOR: PROF. Ms. GESIEL DE

Leia mais

14 th Americas School of Mines

14 th Americas School of Mines GAAP no Brasil (CPC) Leandro Ardito Agenda Práticas contábeis adotadas no Brasil: visão geral e convergência com IFRS Norma internacional (IFRS 6) Políticas contábeis aplicadas pela indústria de mineração

Leia mais

Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS

Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS Objetivos da aula: Nesta aula veremos como cada empresa deve fazer pela primeira vez a adoção do IFRS. Como ela

Leia mais

O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS

O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS O IMPACTO DA LEI 11.638 NA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINACEIRAS Fernanda de Fátima Teixeira Arantes, 1 José César de Faria 2 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas

O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas Humberto Carlos Zendersky Departamento de Normas do Sistema Financeiro Denor Maceió, 24 de novembro de 2011

Leia mais

A Busca da Convergência da Contabilidade aos Padrões Internacionais

A Busca da Convergência da Contabilidade aos Padrões Internacionais Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 1 A Busca da Convergência da Contabilidade aos Padrões Internacionais Programa de trabalho 2008 a 2010* * Atualizado em função da edição da Lei no. 11.638/07 (a)

Leia mais

IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS

IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS PARTE 1 - IFRS NORMATIVOS E SEUS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS PARTE 2 MENSURAÇÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS IFRS GRUPO APLICABILIDADE IFRS FULL ENTIDADES

Leia mais

A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS)

A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS) A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS) PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ OBJETIVO Apresentar

Leia mais

Discurso 04/12/2003. Dr. Alfredo Setubal

Discurso 04/12/2003. Dr. Alfredo Setubal Discurso 04/12/2003 Dr. Alfredo Setubal Presidente do Conselho de Administração do IBRI - Instituto Brasileiro de Relações com Investidores Boa Noite! Esta cerimônia de final de ano é a minha última à

Leia mais

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC).

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). São Paulo, 21 de março de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). Senhoras e senhores É com grande satisfação que

Leia mais

HARMONIZAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE: IMPACTOS NO PROCESSO DE ADOÇÃO E OS REFLEXOS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA RESUMO

HARMONIZAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE: IMPACTOS NO PROCESSO DE ADOÇÃO E OS REFLEXOS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA RESUMO HARMONIZAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE: IMPACTOS NO PROCESSO DE ADOÇÃO E OS REFLEXOS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA RESUMO No Brasil, o tema Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS)

Leia mais

I Encontro Mackenzie de Controladoria

I Encontro Mackenzie de Controladoria I Encontro Mackenzie de Controladoria Aprimorando a Comunicação entre a Academia e as Empresas Haroldo R. Levy Neto Coordenador do CODIM Vice-coordenador de Relações Institucionais do CPC 18/agosto/2010

Leia mais

ADERÊNCIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR AO IAS 26

ADERÊNCIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR AO IAS 26 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade de Entidades de Previdência Privada e Seguradoras ADERÊNCIA DAS

Leia mais

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores Os resultados da 5ª Pesquisa sobre o perfil e a área de Relações com Investidores no Brasil divulgado

Leia mais

Material de apoio. Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente

Material de apoio. Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente Material de apoio Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente Normas de auditoria que entraram em vigor no Brasil, em 2010 O CFC emitiu novas normas de auditoria

Leia mais

XXVII Seminario do CILEA Aplicación de las NIIF para las pymes en América Latina e Caribe y sua incidencia em el desarrollo económico

XXVII Seminario do CILEA Aplicación de las NIIF para las pymes en América Latina e Caribe y sua incidencia em el desarrollo económico XXVII Seminario do CILEA Aplicación de las NIIF para las pymes en América Latina e Caribe y sua incidencia em el desarrollo económico 2 Breve histórico 3 Ambiente regulatório brasileiro: Marcos legal e

Leia mais

A CONTABILIDADE NO BRASIL GUARDA-LIVROS???? Primeiro curso técnico 1902. Primeiro curso superior 1946

A CONTABILIDADE NO BRASIL GUARDA-LIVROS???? Primeiro curso técnico 1902. Primeiro curso superior 1946 A CONTABILIDADE NO BRASIL GUARDA-LIVROS???? Primeiro curso técnico 1902 Primeiro curso superior 1946 Os Primórdios O que não passou na TV Globo No início foi fortemente influenciada pela Escola Italiana.

Leia mais

Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores;

Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores; ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA CONTABILIDADE Prof. Francisco Marcelo Avelino Junior, MsC. EVOLUÇÃO HISTÓRICA Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores; Princípios Contábeis representam

Leia mais

CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA. ESTRAGEIRA: FASB nº 8 e FASB nº 52

CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA. ESTRAGEIRA: FASB nº 8 e FASB nº 52 CONVERSAO DE DEMONSTRACOES CONTABEIS EM MOEDA Evolução das Normas de Contabilidade aplicadas no EUA Critérios Contábeis brasileiros e americanos (USGAAP) Objetivos da conversão de demonstrações contábeis

Leia mais

A Experiência Brasileira na Adoção do IFRS para Pequenas e Médias Empresas

A Experiência Brasileira na Adoção do IFRS para Pequenas e Médias Empresas A Experiência Brasileira na Adoção do IFRS para Pequenas e Médias Empresas Balneário Camboriú-SC 21 de julho de 2011 O padrão IFRS é adotado, atualmente, por cerca de 140 países(1) e por milhões de pequenas

Leia mais

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade A Nova Contabilidade do Setor Público Conselho Federal de Contabilidade 1 Conteúdo: Antecedentes Novo foco da contabilidade Convergência às IPSAS Principais entidades normativas O conjunto das NBC T SP

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Belo Horizonte 2012 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL

Leia mais

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Preâmbulo O Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs (FIP) foi criado em outubro de 2008, em Paris, pelo conjunto de 82 plataformas

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS u ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PARECER COM(201 2)782 Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que estabelece um programa da União Europeia de apoio a atividades

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Normas Contábeis Brasileiras e sua Integração às Normas Internacionais. Prof. Eliseu Martins FEA/USP - Fipecafi

Normas Contábeis Brasileiras e sua Integração às Normas Internacionais. Prof. Eliseu Martins FEA/USP - Fipecafi Normas Contábeis Brasileiras e sua Integração às Normas Internacionais Prof. Eliseu Martins FEA/USP - Fipecafi 1 Origem dos Problemas 1a. Fase da Contabilidade Origens da Contabilidade - 5, 10 mil anos?

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS. Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA

CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS. Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA 05/04/2002 OBJETIVO DAS CERTIFICAÇÕES DA ABAMEC Através

Leia mais

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil 1.0 - Introdução à Lei 11.638/07 Países com pouca tradição em mercados de capitais têm a tendência de sofrer, mais do que os demais, influências exógenas (externas) nos seus processos de desenvolvimento

Leia mais

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis www.pwc.com.br Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis Novembro de 2013 Agenda 2013 Normas novas e revisadas IAS 1 Apresentação das demonstrações financeiras

Leia mais

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil Brasília, 23 de novembro de 2011 Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil 1. Senhoras e senhores, boa tarde. 2. Inicialmente, eu gostaria de

Leia mais

International Financial Reporting Standards Mudança de Paradigma na Divulgação das Informações Financeiras D.J. Gannon

International Financial Reporting Standards Mudança de Paradigma na Divulgação das Informações Financeiras D.J. Gannon Julho de 2007 Volume 11 / Número 7 International Financial Reporting Standards Mudança de Paradigma na Divulgação das Informações Financeiras D.J. Gannon D.J. Gannon é sócio da Deloitte & Touche LLP, onde

Leia mais

As IFRSs nos Currículos de Ciências Contábeis

As IFRSs nos Currículos de Ciências Contábeis As IFRSs nos Currículos de Ciências Contábeis Prof. Dr. Fábio Moraes da Costa Professor Associado da FUCAPE Business School Grupo Consultivo do International Accounting Education Standards Board (IAESB)

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.328/11. Dispõe sobre a Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.328/11. Dispõe sobre a Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.328/11 Dispõe sobre a Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, e com fundamento

Leia mais

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 10 de Março de 2014 001 Índice Enquadramento 2 Evolução do normativo

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 03/2014 ICPC 19 TRIBUTOS. Prazo: 15 de setembro de 2014

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 03/2014 ICPC 19 TRIBUTOS. Prazo: 15 de setembro de 2014 EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 03/2014 ICPC 19 TRIBUTOS Prazo: 15 de setembro de 2014 O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Federal de Contabilidade

Leia mais

Abertas inscrições para o MBA em IFRS da FIPECAFI

Abertas inscrições para o MBA em IFRS da FIPECAFI Abertas inscrições para o MBA em IFRS da FIPECAFI A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) está com as inscrições abertas para a primeira turma do MBA em IFRS (Normas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

metanor s.a. METANOR S.A. Metanol do Nordeste Camaçari - Bahia - Brasil Relatório da Administração de 2010 Metanol do Nordeste

metanor s.a. METANOR S.A. Metanol do Nordeste Camaçari - Bahia - Brasil Relatório da Administração de 2010 Metanol do Nordeste METANOR S.A. Camaçari - Bahia - Brasil Relatório da Administração de 2010 Senhores Acionistas, Em conformidade com as disposições legais e estatutárias, a administração da METANOR S.A. submete à apreciação

Leia mais

O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC nº 1.077/06 Dá nova redação à NBC P 5 Norma sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade

Leia mais

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL SR AUDITORES E CONSULTORES S/S LTDA João Alfredo de Souza Ramos-CRC-ES 2289 srauditores@terra.com.br / 27-4009-4666 1 OBJETIVOS: - Alinhar a contabilidade às Normas Internacionais

Leia mais

12º Semana de Contabilidade do Banco Central do Brasil

12º Semana de Contabilidade do Banco Central do Brasil 12º Semana de Contabilidade do Banco Central do Brasil O processo de Convergência Visão dos Preparadores das Demonstrações Contábeis Maio 2007 Agenda Cronologia Dificuldades na transição do Local para

Leia mais

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Dispõe sobre a NBC P 5 sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I DETALHAMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO APLICÁVEL À PROVA DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA GERAL 10º EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 1. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL. a) A LEGISLAÇÃO SOBRE A ÉTICA PROFISSIONAL

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado Normas Contábeis ICPC 10 - Interpretação Sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado 13/11/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

BREVÍSSIMA HISTÓRIA DA CONTABILIDADE INTERNACIONAL

BREVÍSSIMA HISTÓRIA DA CONTABILIDADE INTERNACIONAL 1. Introdução CONTABILIDADE INTERNACIONAL BREVÍSSIMA HISTÓRIA DA CONTABILIDADE INTERNACIONAL Até recentemente (cerca de 50 anos atrás, o que é relativamente diminuto em termos da história econômica mundial),

Leia mais

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas JOÃO PAULO VIANA MAGALHÃES Departamento de Supervisão de Cooperativas de Crédito e Instituições

Leia mais

Palavra-Chave: Contabilidade Internacional, Adoção as Normas Internacionais de Contabilidade, CPC-PMEs.

Palavra-Chave: Contabilidade Internacional, Adoção as Normas Internacionais de Contabilidade, CPC-PMEs. CONTABILIDADE INTERNACIONAL: a convergência das Normas Internacionais da Contabilidade aplicada às micros e pequenas empresas no município de Barreiras-BA. Acadêmica: Luana Alves Souza 1 E-mail: Lua.luana23@hotmail.com

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11 A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração deste Comunicado de CT 09 para CTA 04 e de outras normas citadas: de NBC T 19.16 para NBC TG 11; de NBC T 19.27 para NBC TG 26; e de CT 07 para

Leia mais

Adoção e Aplicação da IFRS

Adoção e Aplicação da IFRS IFRS Normas internacionais de contabilidade PARTE I Adoção e Aplicação da IFRS AULA 2 Prof. MSc. Márcio de Souza e Silva Objetivos: Compreender como adotar e implementar pela primeira vez as normas internacionais

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO DE CASO DE APLICAÇÕES DAS NORMAS INTERNACIONAIS DA CONTABILIDADE (IFRS) NAS PMES E O IMPACTO NA SUA APLICABILIDADE

TÍTULO: ESTUDO DE CASO DE APLICAÇÕES DAS NORMAS INTERNACIONAIS DA CONTABILIDADE (IFRS) NAS PMES E O IMPACTO NA SUA APLICABILIDADE TÍTULO: ESTUDO DE CASO DE APLICAÇÕES DAS NORMAS INTERNACIONAIS DA CONTABILIDADE (IFRS) NAS PMES E O IMPACTO NA SUA APLICABILIDADE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.321/11

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.321/11 NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração deste Comunicado de CT 08 para CTA 03; e de outras normas citadas: de NBC T 19.10 para NBC TG 01; de NBC T 3.8 para NBC TG 03; de NBC T

Leia mais

Instituto Hernandez de Desenvolvimento Profissional

Instituto Hernandez de Desenvolvimento Profissional AS IFRS COMO FATOR IMPULSIONADOR DA ECONOMIA E DA PROFISSÃO CONTÁBIL NO BRASIL JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR José Hernandez Perez Junior 1 PALESTRANTE JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR PhD Doctor of Philosophy

Leia mais

Comunicados Técnicos. 30 de agosto de 2013. Idésio S. Coelho - Diretor Técnico DIRETORIA NACIONAL

Comunicados Técnicos. 30 de agosto de 2013. Idésio S. Coelho - Diretor Técnico DIRETORIA NACIONAL Comunicados Técnicos 30 de agosto de 2013 Idésio S. Coelho - Diretor Técnico DIRETORIA NACIONAL Agenda Comitês Técnicos do IBRACON CNNT Comissão Nacional de Normas Técnicas CNA Comitê de Normas de Auditoria

Leia mais

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001.

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Fundos Imobiliários A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Luciana Simões Rebello Horta AAA/SP - lsimoes@albino.com.br A CVM disponibilizou

Leia mais

Educação Contábil No Mundo das IFRS

Educação Contábil No Mundo das IFRS Educação Contábil No Mundo das IFRS Prof. Guillermo Braunbeck Universidade de São Paulo - FEA/USP Recentemente, o IASB divulgou os resultados de sua recente pesquisa sobre adoção das IFRS mundo afora.

Leia mais

8PSUREOHPDGHSDGURQL]DomR

8PSUREOHPDGHSDGURQL]DomR 25*$1,6026(1250$6,17(51$&,21$,6'(&217$%,/,'$'( 8PSUREOHPDGHSDGURQL]DomR INTRODUÇÃO Com o crescente avanço tecnológico, facilidades de comunicação, rapidez no processamento de informações e mobilidade internacional

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,

Leia mais

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo.

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo. MERCADO DE CAPITAIS 01/12/2015 CVM ALTERA INSTRUÇÃO QUE DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, O FUNCIONAMENTO, A OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO E A DIVULGAÇÃO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

FIPECAFI e CFC renovam convênio de capacitação de profissionais de Contabilidade

FIPECAFI e CFC renovam convênio de capacitação de profissionais de Contabilidade FIPECAFI e CFC renovam convênio de capacitação de profissionais de Contabilidade A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e o CFC (Conselho Federal de Contabilidade)

Leia mais

8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária. Rio de Janeiro Agosto - 2010

8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária. Rio de Janeiro Agosto - 2010 Normas Internacionais de Supervisão 8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária Rio de Janeiro Agosto - 2010 Sumário: 1. Solvência II 2. International Association of Insurance Supervisors IAIS 3.

Leia mais

newsletter Nº 85 FEVEREIRO / 2014

newsletter Nº 85 FEVEREIRO / 2014 newsletter Nº 85 FEVEREIRO / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Janeiro de 2014 2 IFRS 10 Demonstrações Financeiras Consolidadas 3 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Presidência

Leia mais

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das Número de empresas brasileiras que procuram se aprimorar em governança corporativa aumentou na última edição do estudo Melhores práticas Estudo aponta que as empresas investem mais no aprimoramento dos

Leia mais

Exercício para fixação

Exercício para fixação Exercício para fixação Quando o Banco Central deseja baratear os empréstimos e possibilitar maior desenvolvimento empresarial, ele irá adotar uma Política Monetária Expansiva, valendo-se de medidas como

Leia mais

CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO MERCADO (ABRASCA AMEC ANBID ANCOR APIMEC BOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI)

CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO MERCADO (ABRASCA AMEC ANBID ANCOR APIMEC BOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI) CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO MERCADO (ABRASCA AMEC ANBID ANCOR APIMEC BOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI) PRONUNCIAMENTO DE ORIENTAÇÃO CODIM 03, de 26 de setembro de 2007. EMENTA:

Leia mais

Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno Público 1

Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno Público 1 Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno Público 1 Sustentabilidade em Bolsas de Valores Estímulo à transparência e ao desempenho socioambiental das empresas listadas Critérios mínimos de listagem.

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA I 7º Termo de Ciências Contábeis Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Regulamentação do Método da Equivalência Patrimonial

Leia mais

São Paulo, 09 de agosto de 2013.

São Paulo, 09 de agosto de 2013. São Paulo, 09 de agosto de 2013. Discurso do Presidente Alexandre Tombini no VIII Seminário Anual sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária. Senhoras e senhores: É com grande satisfação

Leia mais

Análise interna do estado organizacional do Colégio de Contadores. Validação do CCCh. como organismo regulador da profissão.

Análise interna do estado organizacional do Colégio de Contadores. Validação do CCCh. como organismo regulador da profissão. 1 Aspectos gerais do Processo no Chile. Análise interna do estado organizacional do Contadores. Estudo Crítico interno e externo. Plano Estratégico Global para o Colégio. Validação do CCCh. como organismo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04 Aprova a NBC T 14 Norma sobre a Revisão Externa de Qualidade pelos Pares. O, no exercício de suas atribuições legais e regimentais; CONSIDERANDO que o controle de qualidade constitui

Leia mais

APOSTILA DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS POR ÍNDICES PADRONIZADOS

APOSTILA DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS POR ÍNDICES PADRONIZADOS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E GERÊNCIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS PROGRAMA DE EXTENSÃO: CENTRO DE DESENVOLVIMENTO EM FINANÇAS PROJETO: CENTRO DE CAPACITAÇÃO

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

1.4. Seu conteúdo e aprovação são de responsabilidade da Comissão de Certificação de Correspondentes do Instituto Totum.

1.4. Seu conteúdo e aprovação são de responsabilidade da Comissão de Certificação de Correspondentes do Instituto Totum. 1. 1.1. O referente à Certificação de Correspondentes no País Modalidade Transacional (chamado a partir de agora de ), tem por base a legislação que rege a atuação dos correspondentes no País, pela atuação

Leia mais

IBRI e FIPECAFI divulgam resultado de Pesquisa do Profissional e Área de RI. Levantamento traça atual estágio das Relações com Investidores no Brasil

IBRI e FIPECAFI divulgam resultado de Pesquisa do Profissional e Área de RI. Levantamento traça atual estágio das Relações com Investidores no Brasil IBRI e FIPECAFI divulgam resultado de Pesquisa do Profissional e Área de RI Levantamento traça atual estágio das Relações com Investidores no Brasil A 6ª Pesquisa sobre a área e os profissionais de Relações

Leia mais

HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS

HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS Professor 1 JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR Mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e Bacharel em Ciências Contábeis. Professor de cursos de MBA da Fundação Getulio

Leia mais

Proposta da CVM pode reduzir acesso a investimentos isentos de IR; mercado questiona

Proposta da CVM pode reduzir acesso a investimentos isentos de IR; mercado questiona Página 1 de 5 Proposta da CVM pode reduzir acesso a investimentos isentos de IR; mercado questiona Associações pedem à CVM que seja menos rigorosa em norma que deve aumentar limite para que investidores

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2013

Brasília, 9 de maio de 2013 Brasília, 9 de maio de 2013 Discurso do Diretor de Regulação do Sistema Financeiro, Luiz Awazu Pereira da Silva, na reunião ordinária do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras.

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA. Junho

CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA. Junho CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA Junho 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 2. Modelo

Leia mais