A ESCASSEZ DE ÁGUA SOB A ÓTICA DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

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1 A ESCASSEZ DE ÁGUA SOB A ÓTICA DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Luciana Graziela Araujo Cuoco 1 RESUM O A e sc a ssez de água s urge como um dos gra ndes desa f i os da huma nidade. De vido à i mport ância desse r ecurso natural, não s e t r a ta apenas de um problema ambiental isolado mas afeta t odos os se t ores da s ocieda de em se us vários aspectos sociais, econômicos e ambientais. O se t or f i na nceiro, de ntro do se u re levante papel na sociedade como f i nanciador de projetos e de des envolvimento, pode i nfluenc iar empresas na f orma como estas l i da m com a questão da escassez de água e de gerenciamento ambiental. O conceit o de escas s ez de água utilizado r efere-se tanto a qua ntida de s uficiente de água para atender a t odas as necessi dades da s pe s s oas e do planeta quanto à qualidade da água disponível, além do aspecto da aces s i bilidade a esse r e curso por t odos os grupos de pessoas, pa íses e se t ores econômicos. O objetivo geral do trabalho é alertar para a grave s i t uação dos r ecursos hídricos do planeta e f azer com que a s instituições f inanceiras r efl itam s obr e o t e ma, avaliando os r is cos e a pr oveitando a s oportunidades, a f i m de construir uma s ocieda de e um planeta mais s ustentável, r eduzindo os i mpactos negativos da escasse z de á gua na s ocieda de além de promover a sustentabilidade e o dese nvolvimento de se us negócios. PALAVRAS CHAVES: água, i nstituições f i nanceiras, r esponsabilidade ambiental, risc os.

2 1. ESCAS S E Z DE ÁGUA A água é o mais i mportante r ecurso natural, com grande valor s ocial e econômi co, se m s ubst i t utos e essenc ial à vida. A lém di ss o, a água não é distribuída igua l mente pel o mundo. E s t i ma-se que s ome nte 0,08% do t otal de água no planeta é a ce s s í vel para c onsumo humano e cerca de 20% e stá e m território brasi leiro, o que coloca o Br as il como um ator importante no cenári o internacional. C onsidera-se escassez de água a falta de quantidade s uficient e e qualidade a dequada para atender t odas a s neces s i dades humanas, dos ec ossistema s e de todos os grupos de pessoas, países e set ores econômicos. De acordo com a ONU, a fa lta de água atinge cerca de 2 bil hões de pe s s oas. A organização adverte que se não f orem a dotadas medidas para conter o consumo, de ntro de 25 anos cerc a de 4 bi lhões de pessoa s não terão á gua s uficiente nem me s mo para a s necessidade s básicas. Em algumas part e s do planeta, a ca r ênc ia de água tem se tornado o mais grave problema a mbiental devido ao crescimento populacional de s ordenado, a poluição das f ontes de água e a de gradação do meio ambiente. A e sc a ssez de água também afe tará a produção de alimentos já que a agricultura é a grande consumi dora de água ( 70% do t otal), seguida pe la indústria (20%) e pelo consumo doméstico (10%). Os números sã o alarma ntes: - de acordo com a Unicef, ma i s de 1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a f ont es de água potável, das quais 678 milhões de pessoa s vivem na r e gião da Ás i a-pacífico. Essa r egião do planeta é a que poss ui o ma i or número de desastres naturais re lacionados com água e 1/ 3 de s ua população ( que corresponde a metade da população mundial) s em acesso a saneame nto básico, conforme dados do World Water Council 2. - e s t i mativas da Organização M undial da S a úde ( OMS) calculam que 50 pa íses enfrentarão crise no abast ec imento de água até o ano A si t uação é ainda mais grave nos paíse s pobres e e m de s envolvi me nto que não possuem capacidade f i nanceira, técnica e administrativa a dequadas para lidar com a quest ão de tratame nto de eflue ntes, esgoto e saneamento básico da mesma f orma que acontece e m

3 pa íses dese nvolvidos. A poluição urbana e i ndustrial nos países e m de s envolvi me nto a caba se ndo um fa tor de alto r isco. Estima-se que, ne s se s pa íses, de 90% a 95% de t odo o esgoto domé s t ico e 75% de t odo l ixo i ndustrial seja despejado em r i os, l agos e tc s e m nenhum t ipo de trat amento 4. Várias partes do planeta já apre se ntam s i t uaçõe s de tensão com r elação à água. Na China, anos de desmatame nto c ontribuíram para a erosão do s olo e a s edi me ntação dos r ios, provocando em 1998 uma das piores e nchentes já r egistradas 5. N a Índia, o esgot amento da pri nci pal f onte hídrica ( r io G anges) est á colocando e m r i sc o o at endime nto de ma i s de 1 bilhão de habitantes. N o Oriente M é dio, estudos apontam que as atividades agroindustriais t erão que usa r esgot o tratado dentro de 40 anos. Ne ssa mesma r e gião e no N orte da Á fr ica, o homem usa 120% dos r ecursos r enováveis ( devi do ao uso de á gua s ubterrânea, que não pode ser renovada) 6. Mais de 5 milhões de pessoas morre m t odos os anos por problema s r esultantes da baixa qualidade da água 7 e e st udos a pontam que melhor as sa nitárias r eduzem as mortes por diarréi a e m 32%, c onforme da dos divulgados pe la Or ganização de C ooperação e D es e nvolvimento Econômi co (OE C D ) 8. Outro aspect o preocupant e é a ques tão dos r efugiados a mbientais. A O N U estima que haverá 50 milhões de r e fugiados ambientais e m 2010, i s t o é, pessoas que s erão obrigadas a deixar suas casas por pr oblema s a mbientais como s e cas, enchentes, f uracões, fa lta de água e outros desas tres na t urais. A O NU alerta t ambém para o fa t o da neces s i dade de pr oteger e ssas pessoas da me s ma forma que se protege r efugiados políticos ou sociais 9. Es te fa to nos r emete para os conflitos s oc iais que podem advir da que s t ã o de escasse z de água. Um re latório do B anco Mundial de 1995 já anunciava que as guerras do próxi mo século s erão motivadas pela disputa de água. Em Nairobi, no Quênia, há i ndícios de um potencial conflito e nt r e usuários de água devido a o precário a cesso por pa r te da população mais pobre 1 0. Em casos e xtremos, a f alta de água pode gerar conflitos que de s estabilizam a ordem social e política da r egi ão. Em El

4 S a l vador, há crescentes disputas de i nt er esse s entre o uso doméstico e i ndustrial. A r egião da bacia do N i l o é fr eqüenteme nt e apontada como uma r egião de potencial c onf lito por água, devido entre outras r azões aos ní vei s de poluição, desertificação e o uso dos r ecursos compartilhado entre vários pa íses. É e vidente que a degradação do meio a mbiente não é mais um pr oblema meramente ambiental, mas afe ta também o bem estar social, pode ndo vir a tornar-se um problema de escassez de alimentos. Nos r i tmos atuai s de aumento da popul aç ão, da urbanização e da i ndustrial ização, o planeta não ma is será capaz de f ornecer á gua e pr oduzir alimentos s uficientes para atender a todos. C om a população atual, o nível de produção de grãos já se most r a i nsuficiente para atender a população de 6 bilhões de habitantes, abastecendo s omente uma parcel a reduzida, de aproxi ma damente 480 mi lhões. S e a s estimativas de aumento populacional de 80 milhões de pe s s oas por ano estiverem corretas 1 1, na scendo s ua maior parte em r egiões mai s pobr es que já possue m dificuldades de ge stão de r ecur sos hídricos e unindo-se a isso o fato de atualmente 1 / 3 da população j á viver e m r egiões de tensã o moderada de e scassez de á gua 1 2 e dema is pr oblema s de s ecas, e u troficação 1 3, poluição, má s políticas de gerenciamento de r e cursos hídr icos e desperdício, vis l umbra-se um cenár i o extre mamente preocupa nte. O consumo de água entre 1900 e 1995 c r esc eu ma i s de duas vezes a taxa de c r esc imento populacional 1 4. O gráfico abaixo a crescenta um outro a s pecto que é o da evaporação, apresentando a e volução do consumo e evaporação de água no mundo, de 1900 a No ano 2000, por e xemplo, o volume de perdas nos r e servatórios f oi aproxi madamente 2/3 do consumo de água no setor ur bano no mundo.

5 G r á f i c o 1. V a l o r e s d o s v o l u m e s d e á g u a e v a p o r a d a e c o n s u m i d a n o m u n d o d e a F o n t e : h t t p : / / w w w. a m b i e n t e b r a s i l. c o m. b r / c o m p o s e r. p h p 3? b a s e =. / a g u a / d o c e / i n d e x. h t m l & c o n t e u d o =. / a g u a / d o c e / a r t i g o s / s e d e z e r o. h t m l 1.1 A questão da água no Br asil O Brasil poss ui as maiores reservas de água potável no mundo se ndo que um quinto desta água está na Bacia Ama z ônica. Me s mo as s i m, muitas regiões não possuem saneamento básico nem água potáve l s uficiente. Entretanto, em outras regiões o desperdício é tão alto que coloca o paí s na lis ta daqueles com mai ores índices de desperdício. De acordo com o re latório da úl tima reunião do Parlame nto Latino Americano, re alizada em 2003 no Mé xico, o Brasil desvia 40% da água potável dest i nada para o consumo huma no. A média considerada ideal pe la ONU - Or ganização das Nações Unidas é de 20%. Diante da fa l ta de consciência e r e sponsabilidade no uso da água, um eficiente e efet ivo gerenciamento dos r ecurs os hídricos brasileiros

6 t orna-se tema urgente. E nesta que s tão, a disc ussão em torno da cobrança pelo uso da água deve s er a mpliada e considerada mais seriament e. E sse t i po de cobra nça já é permi t i da desde a Le i das Águas (Lei 9433/97) ma s ai nda é pouco usual, a pesar de vir aumentando dia a dia. U ma das deci sões ma i s r e centes f oi a aprovação, por parte dos C o mi t ês das B acias H i drográficas dos R i os P i ra cicaba, C a pivari e J undiaí ( C omi t ê s P C J ) 1 5, d a i mplantação da cobra nça pe l o uso da s águas na s ua á re a de abra ngência. A efe t i va operação desta cobra nça, no entanto, e st ará sujeita à aprovação do Conselho Naci onal de R ecursos Hídricos, que deverá se ma nifestar breve mente vi abilizando o início para janeiro de A cobrança, neste caso e e m t odos os outros, s er ia uma f or ma de dar o devido valor a este re curso natural usando valores de mercado. S e as contas de água r efletis se m o r eal i mpacto a mbiental do se u uso, de s perdícios e mal-usos s eri am r eduzidos dra s t icament e. A lém de arrecadar recur sos para i nvest i r na recuperação das bacias e pre se r vação de mananc iais. Alguns críticos da c obr ança a f irmam que a água é um be m público e que s ua cobrança pode di f icultar o acesso da população ma i s pobre a esse re curso. Essa i déia mostra-se equivocada se a t arifa f or cobrada de f orma j usta e diferenciada. A lém disso, já é chegado o moment o dos r ecursos nat urais essenciais, e aqui s e i nc luem t odos os ecossistemas i mportantes, s erem considerados u m bem e a natureza, uma prestadora de serviços. Os especialistas r ebatem que s e não s e cobrar pelos r ecursos haverá uso e xces s i vo, descarte e conseqüente desperdício, conforme Pereira, O c orre to gerenciamento dos r e cursos hídricos brasil ei r os deve pa s sar por um amplo debate com t odos as partes i nteressadas objetivando definir e implementar políticas claras e sérias. 2. AS I NSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E O DESENVO L V I M E N T O S U S T E N T Á V E L A escasse z de água irá gerar r i sc os e opor t unidades para a s empresas nos mais diversos r a mos de negóci os e r egiões do mundo,

7 assim como para s e us bancos f i nanciadores. Irão s e des tacar nos pr óximos anos a que les que e ntendere m a r eal s ituação da questão da água e s e posi cionarem de f or ma pró-ativa. Essa proa t i vi dade s e t ornará ainda mais necessária e m e mpresa s i ndustriais, porque e m casos de seca ou de necessidade de r acionamento de água, as at i vi dades i ndustriais sã o a s últimas na ordem de prior idade para o r ecebimento de água, onde o abastecimento r esidencial tem prioridade máxima, s eguida pelas atividades agrícolas. P ortanto, as i ndúst r ias que nã o buscarem novas alternativas e não gerenciarem corretament e seus r iscos, estarão expostas a terem s uas a tividades s eriamente prejudicadas ou verem s eus custos operacionais aumentados. C ada r egião e s e t or econômi co deverá buscar alternativas e oportunidades para s e ma nter no merc ado e gerenciar corretamente os r i sc os e nvolvidos e m s uas atividades. As e mpresas i nstaladas e m países em dese nvolvimento devem dar atenção r edobrada à quest ão porque as populações mais pobres dessas r e giões depende m muito mais diret amente dos r e cursos naturais. N o B r asil, grande parte da população r ural de baixa r enda usa o sol o, as fl orestas e a água c omo fonte de r enda 1 7. A outra parte, que vive na área urbana, sofre c om f alta de sa neamento bá s ico que tende a se agravar com a degradação da qua l i da de e da quantidade de água disponí vel. A participação do s etor f i nanceiro neste processo é decisivo. O s ba ncos como f i na nciadores e muitas ve z e s, como viabilizadores de pr ojet os, têm o poder de i nfluenc iar como as empresa s e r espectivos empreendiment os lidarão com a questão ambiental. Ne st e caso, as i nstituições f i nanceiras podem or ientar se us clientes de f orma a tornar os projetos e as e mpre sa s mais s ustentáve is também com a que s tão da água. A questão a mbiental já s e t ornou um tema bastante i mportante no âmbito das I nst ituições F inanceiras em t odo o mundo. N ão há mais possibilida de de s e ignora r o r i s co a mbiental e nvolvido nos negócios f inanceiros a ss im como as oportunidades e vantagens competitivas. C onforme Tosini 1 8 :

8 A E nvironmental B ank ers A s s ociation (EBA) i dentifica s eis maneiras de como as i nstituições f inanceiras bancárias s e r elac i onam com questões ambi entais: - Ge re nciame nto de r i sc o : O s problemas ambientais gerados por t omadore s de c rédito e/ou emitentes de equities podem ter sé r i os i m pac t os s obre sua c apacidade de l i quidação dos débitos ou na re alização de ganhos para os i nvest i dore s. Por outro lado, a opinião pública negativa s obre f i nanci ame nto de projetos de grande i m pacto ambiental re per c ute na reputação de institui ções financeir as. - Financiamento de i nfra-es tr utura : O s f i nanciamentos de infraestrutura ambiental, t ais como f ornecime nto de água tratada e t r atamento de r e s í duos l í quidos (e fluentes) e re s í duos sólidos, disposição de re s í duos peri gosos, construção de hidrelétr icas e de estradas, s ão exemplos de financiamento que têm forte i mpacto ambiental. - O perações internas : Muitas organizaçõe s r econhecem os benefícios da grande variedade de ações i nternas ambientalme nte benéf icas, que contribuem para m elhorar os re s ultados e t r aze r outras vantagens corporativas para a c ompanhia. Entre essas ações, podem-se i ncluir programas de utilização ef iciente de e nergia, re ciclagem, r e duç ão de utilização de recursos e m i nimização de desper dícios, bem c omo programas para educar e engajar empregados, f ornecedores e clientes. - Responsabi l idade c omunitária : A s i nstituições financeiras têm re s ponsabilidade com a c omunidade na qual e l as operam. Seu relaci oname nto com a comunidade pode i ncl uir at ividade s como participação e m políticas públicas e tr abalhos comuni tários voluntários para trazer benefícios à colet ividade. - M ark eting : Os bancos podem usar causas ambientais para m arketing de se us se rv iços para consumidore s i nteressados em f aze r ne gócios com companhias ambiental me nte proativas. - Financiamento de produtos s ustentáveis : A i ndúst r i a de produtos e se rv iços ambientai s necess i ta de f i nanc i ame nt o, particularmente para nov as t ecnologi as que possam ajudar a re s olver problemas ambientais.

9 Os bancos podem t er bons re t ornos f i nanc i ando r ecuperação de propriedades c ontaminadas (brownfields) ou o desenvolviment o de mé t odos produtivos inteligentes em novas plantas (greenfiel d). Para a EBA, uma boa política am bi e nt al para as i nstitui ções f inanceiras envolveria uma combinação apropri ada de t odos esses element os, e mbora a maioria de seus associados ainda e st eja f ocada ape nas no gere nci ame nto de r is co. P ara a EBA o gere nciamento de r i s c o é um bom c omeço para a i m plantação de um programa de ge r enciamento ambiental corporativo nas institui ções financeiras. Entretanto, há barreiras que deve m s er transpostas para que o setor fi nanceiro esteja preparado e a pto pa ra trabalhar com questões ambientais. P r ovavelme nte, a maior barreira tem a ver com a fa lta de conheci me nto e infor mação sobre o assunto, tanto por parte das próprias empresas quanto por parte das i nstituições f i na ncei r as e m mensurar r i sc os. Ne m sempre um r isc o a mbiental é facilmente i dentificável e sã o neces s ários conhecimentos e e st udos aprofundados s obre a a tividade a ser desenvolvida, o l ocal ( est udo do s ol o, por exemplo), a s ituação política da região etc. A U nepfi 1 9, e m s eu documento dire cionado para o leste e uropeu e Europa Ce ntral, r ecome nda algumas atitudes que podem se r úteis e m outras r egiões, i ncluindo o B ra si l. P ara driblar a barreira da fa l ta de conheci me nto s obre o assunto, s ugere-se i de ntificar casos de s ucesso de i nstituições fi nanceiras que a dotaram pr áticas de f i nanças s ust entáveis assim como desenvolver um conjunto de da dos c om oportunidades de negócios e vantagens c ompetitivas potenciais r esul tantes de práticas de f inanças sustentáveis. O r e latório sugere também c r iar um guideline de consulta por parte das i nst i t uiçõe s f i nance iras para orientá-las em processos s ustentáveis, adotar s i st emas de gerenciamento de sustentabilidade, além de t r einar seus e xecutivos e f unci onários para os be ne f ícios das f inanças sustentáveis. 2.1 Risc os ambientais

10 Entende-se c omo r i sc o ambiental os potenciais estragos que de terminada a tividade pode gerar ao meio ambiente. E os a gentes destes da nos s e r ão r esponsa bilizados por t odas s uas ações ou omissões que causaram a degradação. Es sa r esponsabilização é e mbasa da pelo P r i ncí pi o do P oluidor P agador, onde os r esponsá veis pelo da no ambiental sã o obrigados a r eparar os pr ej uízos, e vitando a s s im que as despesas ca usadas pelo acidente ambiental recaiam sobre toda a sociedade. As i nstituições fi n a nceiras acabam s e ndo r esponsa bilizadas também por event uai s danos causados por se us e mpreendimentos f inanc iados por c ausa da r esponsa bili dade solidária, onde os ba nc os são considerados poluidores i ndiretos. D e a cordo c om o a rtigo Ar t. 3 inciso IV da Le i n 6.938/81, poluidor é: a pessoa fí s ica ou jurídica, de direito público ou priva do, r esponsável, direta ou indiretament e, por atividade causadora de degra dação ambiental 2 0. Além da r e sponsabilização por eventuai s da nos ambientais causados pel os projetos f i nanci ados, há o r i sco f i na nceiro envolvido com as gara ntias dadas e m empréstimos. T osini, 2005, descreve o c aso do M aryland B ank & Trust C o. que r ecebeu uma propriedade nessas condições e demorou 4 anos para revender a fazenda. Ne ss e meio tempo, a EPA 2 1 i nspecionou a á r ea e gast ou US $ 500 mi l para r emover r esíduos perigosos encontrados no l ocal. A EPA entrou com a ção judicial contra a i nstituição f i nanceira para r eceber o r ee mbolso do valor gasto e a J ustiça deu ganho de causa à agência, alegando que o ba nco ter permaneci do c om a propriedade do i móvel por 4 anos evidencia pr opriedade de fato. Um outro fator de r isco es tá r elacionado à sa úde f i na nceira da empresa ou projeto f inanc iado. C a s o o projeto f r acasse ou a e mpresa, por questõe s de multas a mbi ent ai s, por exemplo, interrompa ou prejudi que suas a tividades, s e a s i t uação se t ornar gra ve, pode c hegar a ponto de a e mpresa não conseguir honrar s uas obrigações f i nanceiras, de l i neando-se um risco de crédito para os bancos fina nciador es. A i magem da i nstituição fi nanceira também pode s e r bastante abalada caso t ome parte em projetos nã o s ustentáve is. Em 2001,

11 oc orreram várias manifestações c ontra o C itibank, c om o s l ogan: Ei, C i t i, não com o me u dinheiro!, prot es tando contra o envolvimento do ba nco em negócios sócio- ambientalmente irresponsáveis. P erdas f i nanceiras também podem advir da desvalorização do va l or dos ativos dos i nvestimentos. Tosini 2 2 afirma que : L anoie et al. (1997), no artigo C an Capital m ark ets create i ncentives f or pollution control?, r e l atam e vidências t i r adas de e st udos canadenses e norteame r icanos i ndicando que o mercado de capi t ais re age diante da divulgaç ão de informações s obre a performance ambiental das empresas. N e sse es tudo, os autores relatam que o mercado chega a s e r mais eficiente na política de controle de poluição do que as próprias agê ncias r eguladoras. E nquanto as agências re guladoras, às v ezes, se mostram com pouco poder para f orçar as e m pre s as a entrar em conformidade c om as leis ambientais, os meios de comunicação aumentam a atenção do m ercado (investidores e consumidore s ) sobre a pe r f ormance ambi ental das empre s as. A si t uação se agrava caso as i nstitui ções f inanceira s nem mesmo t omem c onhecimento dos r i s cos a que estão e xpostas. A o a mpliar s eus conheci me ntos sobre o a ssunto, os bancos podem asse gurar que as perdas envolvida s se mantenham em patama r es me nores. O quadro a baixo s i ntetiza os r iscos envolvidos na questão de escasse z de água.

12 Q u a d r o 1 : p o t e n c i a i s i m p a c t o s e f a t o r e s d e r i s c o e x i s t e n t e s n a q u e s t ã o d a e s c a s s e z d e á g u a. Risco de escassez de água Ciclos de seca Capacidade de controle da água Contaminação de recursos Recursos compartilhados e risco de conflito Risco político e institucional Expectativas da comunidade local e stakeholders Risco para projetos e investimentos Interrupção das operações Aumento nos custos para manter atual abastecimento de água Restrições a crescimento e expansão Deterioração na qualidade dos ativos Perda da licença de uso de água Responsabilidades/ passivos ambientais Exposição das instituições financeiras a esses riscos Risco de inadimplência Responsabilidades / passivos ambientais Desvalorização dos ativos de investimentos Risco reputacional Perda de valor das garantias Risco de fracasso do projeto F o n t e : C h a l l e n g e s o f W a t e r S c a r c i t y A b u s i n e s s c a s e f o r f i n a n c i a l i n s t i t u t i o n s. 2.2 Risc os da escass ez de água para os bancos Todas os aspe ctos envolvidos na aval iação dos r i s c os a mbientais também s e aplicam à questão es pecífica da escassez da água, c om o agravante da água s e r um r ecurso natural i ndispe nsável e de estra tégica i mportância para todos os países e regiões. A fa l ta de água, t a nto em quantidade s uficiente quanto em qua l i da de adequa da, elevam o c usto operacional das companhias a s s i m como podem, e m c as os de empresas com i ntenso uso de água e f al ta de gerenciamento da questão, até mesmo i nviabilizar a continui dade de s uas ativida des. S ecas e desa s tres naturais podem acarret ar fa lta de água e m qua ntida de s uficiente para o projeto a s s i m como também a s uspe nsão temporári a do uso da água por parte do empreendimento. O risco para os negócios neste caso é : i nterrupção ou l i mitação das atividades e da expansão dos negócios e também custos adiciona is para assegura r f ontes alternativas de água.

13 Quando a s i t uação não é de fa lta de água mas s im de perda da qua l i da de de s ta, devido à poluição da água por parte da e mpresa ou na i mpossibilidade de e ncontrar r ecursos adequados a c ustos r a zoáveis, os r i sc os sã o i nterrupção das a tividades, r esponsa bilização fi na nceira pela poluição ( P r incípio do P oluidor P agador) e r i sco re putacional, que pode m, entre outra s c onse qüências, i mpactar na qualidade dos ati vos e também a té mesmo e levar os custos com apólices de seguro que cubram estragos ambientais. Outra font e de potenciais riscos envolvidos na quest ão da água sã o os i nteresses e xternos à e mpresa ( c onflitos entre pa í se s e i nteresses da comunidade l oca l e s t akehol der s). N o primeiro caso, conflitos podem gerar i nterrupções nas operações da empresa e também no abastecimento da á gua. N o segundo caso, mudanças no dire ito ao uso da água por conflitos de i nteresses e também fa lta de e ntendime nto e a tenção por parte da e mpresa às s olicitações e re i nvidicações dos s t ak ehol der s pode m acarretar r i sco re putacional, boicotes por parte dos consumidores e mudanças nos critérios para o uso da á gua. O caso da Pe psi C o. na Índia i lust r a bem a s i t uação: o governo de P udussery no s udoe s te da Índia r evogou a l icença pelo uso da á gua da fá brica da empresa na r egião, alegando que a P epsi estava usando e xcessi vamente os r ecursos de água locais 2 3. P or f i m, o r isco político é alto. O ma u gerenciame nto dos recursos hídricos e da s bacias hidrográficas causa i ncertezas a l ongo prazo que afe tam as atividades das e mpresas e podem impactar na qualidade de se us ativos. A ssim como alterações e m t arifas, leis de r esponsabi lidade ambiental e mudanças desfavoráveis a alguns s et ores e conômicos na política s obre as águas podem r estringir expansõe s das atividades e aumentos nos custos. Em t odos os ca s os, a r edução de l ucros ou perspecti vas de l ucros e/ou aumento nos gastos podem afetar a saúde fi na nceira da empresa. Os bancos devem também a va l iar o r i sco ambiental dos setores econômi cos e nã o s ome nte de pr ojetos ou e mpresa s específicos. De terminados s egment os da economi a podem s er a fetados pela e sc asse z de á gua, pe l os c iclos de s e ca e pelo ma u gere nciamento dos r e cursos

14 hídricos, mais do que outros. Isso está ac ontecendo c om o se tor de t urismo afr icano. A Organi zação Mundial de Turismo es tima que 77 mi l hões de t uristas vi si t ar ão a Á fr ica em 2020, o triplo dos números de Entretanto, e sse c r escimento está ar r iscado a nã o acontecer por i nsuficientes r ecursos de água, planej amento i na de quado e fa l ta de i nfra-e st r utura Oportunidades A questão da e sc asse z de água nã o traz a penas r i sc os à s i nstituições f i nanceiras e às empresas de modo geral. O acess o a água e se u uso também podem trazer novas oportuni dades e aumentar a competitividade de e mpresa s que a postem e m novas tecnologias e busquem soluções. A ampliação das legisl ações a mbientais e o aumento da pressão da s ocieda de irão f azer c om que a s e mpresa s busquem certificações para conquistar novos me r ca dos ( por exemplo, para e xport ar madeira par a a Europa, a V C P busca a certificação F S C e para tanto, de se nvolveu uma série de programas s ocioambientais) 2 5 e também busque m soluções alternativas de f ontes de r e cursos, matérias primas e modos de pr odução. S eguindo essa tendênc ia, i nstituiçõe s f i na nceiras que estiverem a pt as para fi nanciar esse s novos projetos, com uma eficiente estrutura de avaliação ambiental, poderão se beneficiar de s sa s parcerias, que prometem ser bastante rentáveis. Uma parceria de s ucesso a conteceu na Austrália, entre o governo do e st ado South A ust r alia, o grupo S a vings & Loans C r e dit U ni on e a empresa B easley H ot Wa t e r S olutions. O governo i nstituiu um subsídio na compra do s i s tema, o S a vi ngs & Loa ns C r e di t U nion de s envolve u uma l i nha de crédito c om baixas taxas de j uros disponí vei s para clientes do projeto e B easley de s envolve u um s i s tema s ol ar de aqueci me nto de á gua que r e duz a e missão de C O2 e m a proximadament e 3 toneladas por ano, além de gerar economia para o consumidor 2 6. S ucesso se melhante aconteceu na r egião de fronteira e ntre os E U A e o M éxico, onde o North A merican D evelopme nt Bank ( N A D Ba nk)

15 criou um f i nanciame nto com condições especiais para projetos de i nfraestrutura para tra tamento de água 2 7. Apesar das a t ividades do s etor f inanceiro não tere m um i mpacto ambiental direto s ignificativo, a té mesmo nesse pont o muito pode se r feito na alteraç ão das f ormas de traba l ho e dos e difícios onde os bancos estão i nst a lados. Isso passa desde pr ocessos s i mples e de fácil i mpleme ntação c omo a r eciclagem de papel passa ndo até mesmo na r eestruturação completa da s instalações físicas das empresas. O banco hol andês ING, que na época se chamava NMB, decidiu em 1987, const r uir uma nova s ede. A orient ação dada a o arquiteto Tom Albert f oi de que o edifício teria que s er t odo orgânico, is t o é, com t otal i ntegração entre os vári os elementos ( arte, l uz do s ol, plantas verdes, ma t eriais naturais e l ocais, conse r va ção de energia, água, s i lêncio e f uncionários fe l i zes) e com o me s mo custo por metro qua drado da médi a do mercado, além de contar com a pa r ticipação t otal de t odos os envolvidos no proj et o, i nc l usive e mpregados. De s de a escolha do l ocal da construção (sugestão dos funcionários que escolheram um bairro próxi mo de s uas c asas) pa ssando pelos projetos como jardins r e gados com á gua de c huva r ecolhida do telha do, t odos os escritórios com i l uminação e ar natura is, passando pe l os eventos cultur ai s e s ociais noturnos para os empregados e os s is temas de aqueci me nto e ventilaç ã o desl igados a ma i or parte do t empo, t udo f oi pr ojet ado obj et i va ndo fa z er des s as 10 torres num espaço de m 2, um l ocal a gradável e ecológico. O s r esultados s uperaram as expectat ivas: o número de a bstenções ao trabalho caiu 15%, a pr odutividade a umentou, os gast os com o s is tema de energia t i veram r etor no nos primeiros 3 meses, a construção foi considerada uma das ma i s e fici ent es em energia da E uropa, t or nando-se uma da s construções ma i s c onhecidas da H olanda. E desde a s ua ocupação i nicial, consome 92% menos energia que um banco a djacente construído na mesma é poca, gerando uma economia de US$ 2,9 milhões / ano. Desde então, o ba nco pa s s ou de quarta para a s egunda maior i nstituição f i nance ira da Holanda. E ntretant o, não há provas diret as da r elação entre esse s dois eventos 2 8.

16 CONCLUSÃO Nos últimos tempos, o mundo vem a s s is t indo a i números casos de de s astres naturais e humanos r elacionados a escassez de água. De s de mortes por fa lta de sa nea mento básico passa ndo por conflitos pelo uso da água. As esti ma t i vas são alarma ntes e apontam que a s i t uação tende a t ornar-se cada vez mais crítica, com r esultados s oc iais, a mbientais e f inanceiros muito graves. A água t orna-se o centro de problemas por ser um r ec urso natural essencial a continuidade da vida e dos negócios. A s i t uaçã o atual das r e se r vas de á guas no planeta nã o per mite ma i s postergações a r espeito do assunto. E o si s tema fi nanceiro ba ncár i o, como agente ativo e i nfluenciador da sociedade, deverá também, assi m como t odos os out r os se gmentos da s ociedade, s e posicionar e se preparar para lidar com a questão, a fi m até mesmo de se pr oteger de ris cos e estar apto a ganhar oportunida de s. Os r is cos sã o variados e vão desde a r esponsa bi l i zação por danos ambientais até risc os de crédito e reputacional. Assim como os r iscos, a s oportunidade s também s ã o muitas e s ome nte bancos estruturados e com uma visão e f iciente do a ssunto estarão apt os a a pr oveitar e ss as oportunidades que têm s e most r ado ba s t a nt e rentávei s. B I B LI OGRAFIA TOSINI, Maria de Fátima Cavalcante (2005). Ri sc o ambiental para as i nstituições financeiras bancárias. Campinas, Disse r tação de me s trado em economia. Instituto de Economia, Universidade Estadual de C ampinas Unicamp THOMAS, Vinod (2004). Sustentabilidade econômica e ambiental. P ublicado em O Estado de São Paul o, 18 de agost o de Disponí vel no site: HAWKEN, Paul; Lovins, Amory; Lovins, L. Hunter (1999). C apitalismo N atural. Editora Cultri x Amana-Key.

17 LESTER, Brown. U m desert o cheio de gente. Disponível no site h t t p: / / w w w. w w i um a.org.br/artigos.html, consultado em 01 nov P EREIRA, Alessa ndra (2005). N atureza S.A. Ar tigo publicado na revist a Br asil Sustentável, edição de set/out2005, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasi leiro para o Desenvolvimento Sustentável ). C hallenges of water scarci ty a business case for financial institut i ons ( 2004). Dis ponível no si te: ons/ w a ter/, consultado em 29 out Finance and Sustainability in Cent ral & Eastern Europe ( 2004). Disponível no site: leadmin/documents/ceet f_finance_sustainability _2004.pdf, consultado em 29 out T ask force for the implementation of the envir onme nt al action programme for Central and Eastern Europe, Caucasus and Ce nt r al As i a. Disponíve l no site consultado em 29 out Best pract ices on risk management are further needed in the Asia- Pacific re gion due to increasing natural disasters ( 2005). Disponível no s i te:http://www.worldwat er council.org/fileadmin/wwc/sections_for /J our na l i s ts/water_media_program/press_release_t okyo_ pdf, consultado em 29 out Guia de Ecoeficiênc i a para o setor financeiro latinoamericano (2004). Disponível no site: tos/ambientales/ecoeficiencia/p r estamos/, consultado em 29 out

18 1 Analista do Banco Central do Brasil 2 Informação divulgada no press realease tokyo de 26 de outubro de 2005 do World Water Council. 3 Disponível no site: consultado em 30 out Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 5 Thomas, Pereira, Artigo publicado nas páginas 18 a 22 da revista Brasil Sustentável, ediçao de set/out Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 8 Task force for the implementation of the environmental action programme for Central and Eastern Europe, Caucasus and Central Asia. 9 Disponível no site: consultado em 30 out Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 11 Brown, Lester. Lester Brown é fundador do WWI-Worldwatch Institute e do EPI-Earth Policy Institute. 12 Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 13 Eutroficação: é o aumento da quantidade de resíduos disponíveis na água, gerada pelo lançamento de dejetos humanos nos rios, lagos e mares. A eutroficação permite grande proliferação de bactérias aeróbicas, que consomem rapidamente todo o oxigênio existente na água. Informações disponíveis no site: 14 Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 15 Disponível no site: consultada em 30 out Pereira, Artigo publicado nas páginas 18 a 22 da revista Brasil Sustentável, edição de set/out Thomas, Vinod Thomas é diretor para o Brasil e vice presidente do Banco Mundial. 18 Tosini, Finance and Sustainability in Central & Eastern Europe. 20 Tosini, EPA é a agência de proteção ambiental norte-americana. Site: 22 Tosini, Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 24 Challenges of Water Scarcity A business case for financial institutions. 25 Pereira, Artigo publicado nas páginas 18 a 22 da revista Brasil Sustentável, ediçao de set/out Disponível no site: consultada em 30 out Disponível no site: consultada em 30 out Hawken, Paul et al, 1999.

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