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1 Índice DEPARTAMENTO CONTÁBIL... Pág. 5 1 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA CONTABILIZAR... Pág. 7 2 ENVIO DAS NOTAS FISCAIS DE SERVIÇOS... Pág. 8 3 CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL... Pág. 8 4 RENDIMENTOS SOBRE APLICAÇÕES FINANCEIRAS P.JURÍDICA... Pág. 8 5 GANHOS DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE ATIVOS... Pág. 8 6 COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS... Pág. 9 7 SISTEMA SIMPLES NACIONAL... Pág SISTEMA MEI MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL... Pág EIRELI EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA... Pág SISTEMA LUCRO PRESUMIDO... Pág SISTEMA LUCRO REAL... Pág NFTS NOTA FISCAL ELETRÔNICA DO TOMADOR / INTERMEDIÁRIO DE SERVIÇOS... Pág RETENÇÕES NA FONTE - PIS/COFINS/CSLL (4,65%)... Pág RETENÇÃO NA FONTE DO IR ALÍQUOTA DE 1,5% e 1,0%... Pág EXEMPLO DE NOTA FISCAL DE SERVIÇO COM RETENÇÕES... Pág SPED CONTÁBIL - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL... Pág SINCO NOTAS FISCAIS... Pág DISPENSA DA UTILIZAÇÃO... Pág DEMONSTRAÇÃO DE OPERAÇÕES IMOBILIÁRIAS DOI Pág DECRED... Pág D.M.E.D. DECLARAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS E DE SAÚDE... Pág DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS DCTF... Pág DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF... Pág. 44 1

2 24 DACON... Pág DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS DIMOB... Pág DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO PER/DCOMP... Pág DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS DE PESSOAS JURÍDICAS - D.I.R.P.J... Pág DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DA PESSOA JURÍDICA INATIVA... Pág FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBEL DE TRASIÇÃO... Pág DEFIS DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOCIOECONOMICAS E FISCAIS... Pág D.I.T.R. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO TERRITORIAL E RURAL... Pág DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PESSOAS FÍSICAS - D.I.R.P.F.... Pág CARNÊ-LEÃO... Pág DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Pág RECOLHIMENTO EM ATRASO FEDERAL... Pág CERTIFICAÇÃO DIGITAL... Pág CAIXA POSTAL DO CERTIFICADO DIGITAL e-cac... Pág DTE - DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO ELETRÔNICO... Pág TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS... Pág RECEITA FEDERAL INOVAÇÕES... Pág TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS PORTARIA AUTORIZA A INCLUSÃO DE CONTRIBUINTES INADIMPLENTES NO CADASTRO INFORMATIVO DOS CRÉDITOS NÃO QUITADOS DE ÓRGÃOS E ENTIDADES FEDERAIS CADIN... Pág SAIBA POR QUANTO TEMPO GUARDAR COMPROVANTES DE CONTAS QUITADAS Pág IRPF CONTRIBUINTE DEVE GUARDAR DOCUMENTOS DO IMPOSTO DE RENDA POR SEIS ANOS... Pág PRAZOS DE PRESCRIÇÃO... Pág COFINS PIS/PASEP INCIDÊNCIA SOBRE AS IMPORTAÇÕES...Pág ASSUNTO: CNPJ - DOCUMENTO EMITIDO POR PESSOA JURÍDICA COM INSCRIÇÃO DECLARADA INAPTA NÃO É CONSIDERADO IDÔNEO...Pág. 58 2

3 47 SISCOSERV...Pág COMPENSAÇÃO A PEDIDO DISPONÍVEL NO PORTAL DO SIMPLES NACIONAL...Pág ECD - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL - LUCRO PRESUMIDO...Pág SPES RECEITA FEDERAL DISCIPLINA A APRESENTAÇÃO DA ECF...Pág COMPROVANTE ELETRÔNICO DE PAGAMENTOS DE SERVIÇOS MÉDICOS E DE SAÚDE...Pág INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS PELO PROFISSIONAIS E ORGANIZAÇÕES CON...Pág SIMPLES NACIONAL - RECEITA FEDERAL DEFINE A TRIBUTAÇÃO DA RECEITA DE VENDA DE MERCADORIA IMPORTADA...Pág COAF - CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS RELAÇÃO ENTRE CLIENTES E CONTADORES...Pág ECD - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL - LUCRO PRESUMIDO...Pág DIMOB - DIMOB - DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS...Pág EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL COM DÉBITOS DE IMPOSTOS...Pág SERVIÇOS HOSPITALARES TRIBUTAÇÃO DE IRPJ E CSLL...Pág PARCELAMENTO DO SIMPLES NACIONAL...Pág SIMPLES NACIONAL - REGULAMENTAÇÃO DAS ALTERAÇÕES PELA RESOLUÇÃO CGSN Nº 115/ Pág SIMPLES NACIONAL Pág RECEITA FEDERAL DISCIPLINA A ADOÇÃO INICIAL DA LEI Nº / Pág RECEITA FEDERAL ALTERA NORMA QUE DISCIPLINA O RTT...Pág RECEITA FEDERAL INFORMA SOBRE A CONSOLIDAÇÃO E A IMPLANTAÇÃO DE NOVO APLICATIVO DO PARCELAMENTO...Pág RESTABELECIDAS AS ALÍQUOTAS DAS CONTRIBUIÇÕES INCIDENTES SOBRE RECEITAS FINANCEIRAS...Pág BAIXADAS NOVAS DISPOSIÇÕES ACERCA DO ACOMPANHAMENTO ECONÔMICO-TRIBUTÁRIO...Pág CSL - MAJORADA A ALÍQUOTA DA CONTRIBUIÇÃO DEVIDA PELAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS, DE CAPITALIZAÇÃO E PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E ASSEMELHADAS...Pág IRPF/SIMPLES NACIONAL INSTITUÍDO O ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA...Pág. 78 3

4 69 SPED - INSTITUÍDA A OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO DA e-financeira...pág. 79 4

5 DEPTO. CONTÁBIL 5

6 DEPARTAMENTO CONTÁBIL O Departamento Contábil está apto a atender todas as questões relativas aos dados contábeis de sua empresa, é o responsável pela execução, o assessoramento, a supervisão, a avaliação e o controle nas áreas orçamentária, financeira e patrimonial da Instituição. Procuramos sempre estar nos reciclando, seguindo a programação do desenvolvimento profissional do CRC-SP e vários outros cursos ou palestras sobre a parte contábil. A administração contábil exige rigor e precisão permanente. Mais do que simplesmente resolver problemas, nosso conceito de trabalho consiste em oferecer soluções, os melhores resultados dependem sempre de informações precisas da contabilidade que não consiste apenas em lançamentos de notas fiscais e apurações de impostos. Atribuições do Departamento: Sistema de contabilidade totalmente informatizado e integrado; Apresentação de balancete de acordo com a necessidade; Balanço elaborado de acordo com as normas legais; Escrituração do LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real); Elaboração do livro Diário e Razão; Orientação periódica da situação contábil-fiscal; Pesquisa industrial, comercial e prestação de serviços (IBGE); Elaboração das guias de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), Contribuição social das empresas optantes pelo Lucro Real e IRRF Aluguéis e Pessoa Jurídica. Pedido de parcelamento de impostos federais; Elaboração e entrega de declaração da Receita Federal (DACON, DCTF, DIPJ, DASN, etc.). Nosso sistema operacional contábil aceita a importação de dados, de outros sistemas. Desta forma nossos clientes podem ter uma contabilidade perfeita e transparente, onde o escritório poderá fazer uma auditoria contábil eliminando possíveis inconsistências no setor financeiro que poderá ocasionar atuações nas entregas das declarações digitais (SPED). 6

7 NOSSOS PRAZOS PARA ENVIO DE DOCUMENTOS OBRIGAÇÕES DEPTO. CONTÁBIL APONTAMENTO GERAL NFTS As mesmas deverão ser anexadas junto à nota fiscal de origem Caso seja acobertada após o prazo descrito abaixo, nos informar para que seja providenciada a guia. DESPESAS Encaminhar semanalmente (após o dia 30 ou 31 enviar até o 1º dia útil) EXTRATO BANCÁRIO NOTAS FISCAIS DE AUTÔNOMOS (RETENÇÃO DE INSS) Encaminhar mensalmente Encaminhar de imediato para o Departamento Pessoal CONTRATO DE LOCAÇÃO NFTS (MUNICÍPIO DE SÃO PAULO) ISS RETIDO (MUNICÍPIO DE SÃO PAULO) ISS RETIDO (DEMAIS MUNICÍPIOS) IR S/ ALUGUEL IR S/ NOTA FISCAL RETENÇÃO DOS 4,65% (NO PERÍODO DE 1º a 15) RETENÇÃO DOS 4,65% (NO PERÍODO DE 16 a 31) Encaminhar assim que for alugado o imóvel, pois dependendo o caso terá retenção de IR. VENCIMENTOS Deverá ser acobertada no site até o 2º dia útil do mês subsequente Vencimento é todo o dia 10 de cada mês (PRORROGA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana) Vencimento é todo dia 10, 15, 20 ou 25 dependendo do município (PRORROGA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana). Vencimento é todo o dia 20 de cada mês (ANTECIPA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana) Vencimento é todo o dia 20 de cada mês (ANTECIPA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana) Vencimento é todo o dia 15 de cada mês (ANTECIPA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana) Vencimento é no último dia útil de cada mês (ANTECIPA-SE o recolhimento quando o vencimento ocorre em feriado ou fim de semana) 1 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA CONTABILIZAR Providenciar semanalmente os seguintes documentos relacionados abaixo: Cópias de cheque emitidas no mês, individualizadas, com os devidos documentos; Cópias das despesas diversas: água, luz, telefone, IPTU, aluguel, etc... Apólice de seguros, contratos de leasing ou empréstimos; Extratos das contas e movimentações bancárias e de aplicações; Pagamento de fornecedores / duplicatas descontadas; Recebimento de clientes; Compras de Ativo Imobilizado ou Investimentos; Cópia de controle interno; Cópia do livro caixa movimento em dinheiro; Cópia das Guias pagas de todos os Impostos e Contribuições, etc... devem ser colocadas na pasta do contador semanalmente, ficando à disposição de nosso visitador para que o mesmo as traga ao escritório para serem contabilizadas. 7

8 2 ENVIO DAS NOTAS FISCAIS DE SERVIÇOS Solicitamos que nos enviem semanalmente através do Visitador as notas fiscais de ENTRADAS, SAÍDAS, REDUÇÃO Z, DESPESAS EM GERAL, RPA (RECIBO AUTÔNOMO), SERVIÇOS PRESTADOS E SERVIÇOS TOMADOS (CONTRATADOS). Solicitamos que não atrasem o envio, pois existem notas de serviços que sofrem retenção de IRRF, CSLL, ISS, PIS, COFINS e INSS. Se tratando das notas com retenção nos envie antecipadamente por fax ou . Lembramos que o RPA ou NF de pessoa física deve ser lançado na folha de pagamento no mês da emissão da nota. Caso isso não ocorra estaremos lançando fora do prazo, sujeitando-se a multa por cada lançamento fora do prazo, e a empresa também poderá recolher os impostos retidos com multa e juros. Quando receberem apenas 1 (uma) VIA da nota de serviços tomados tire cópia para seu controle e nos encaminhe a via original, não a deixe grampeada com o boleto Vale ressaltar que no primeiro dia útil do mês seguinte o nosso portador retira as últimas notas do mês anterior para o encerramento. 3 CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL Com relação ao seu contrato de locação do imóvel comercial, quando houver qualquer alteração, tipo: valores, vencimentos, descontos, cancelamento, renovação, proprietários, e quando houver aditamento dos Contratos, nos informe imediatamente, já que algumas informações são de suma importância para os lançamentos contábeis, inclusive recolhimento do IRRF, se for o caso. Lembramos que no caso de renovação do contrato terá que solicitar com 06 (seis) meses de antecedência do termino do Contrato de Locação, para evitar problemas futuros com o Locador. 4 RENDIMENTOS SOBRE APLICAÇÕES FINANCEIRAS P.JURÍDICA O cliente deverá informar a contabilidade caso possua aplicação financeira em nome da Pessoa Jurídica. Os rendimentos sobre aplicação financeira são considerados como Outras Receitas e devem ser declarados e tributados. A instituição financeira enviará o Informe de Rendimento trimestralmente informando os valores dos rendimentos auferidos. Estes informes devem ser encaminhados imediatamente a contabilidade. Sobre tais rendimentos a Pessoa Jurídica deve recolher para a Receita Federal os seguintes impostos: IRPJ Alíquota de 15% (podendo ser compensado o Imposto de Renda Retido na Fonte pela Instituição Financeira). Contribuição Social Alíquota de 9% 5 GANHOS DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE ATIVOS O Imposto de Renda e a Contribuição Social incidente sobre os ganhos de capital obtidos na alienação de ativos, deverão ser pagos até o último dia útil do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores, utilizando-se o DARF comum com códigos específicos conforme IN SRF nº 355/2003, art. 5º 3º a 6º. Obs.: Quando houver ganho de capital para Pessoa Física e Empresa optante pelo Simples será recolhido apenas o Imposto de Renda. Quando a empresa não for optante pelo Simples será recolhido a Contribuição Social e o Imposto de Renda sobre o lucro. 8

9 6 COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS Sempre nos enviar cópia da escritura de compra e venda de imóveis, pertencentes à empresa para podermos manter uma contabilidade atualizada. Sempre que houver uma compra ou uma venda, a empresa deve nos fornecer a cópia no prazo de 05 dias após a escritura, para podermos contabilizar no prazo previsto. Neste caso teremos que calcular o seu ganho ou perda de capital na compra ou venda, e caso haja ganho teremos que calcular os devidos impostos. TRIBUTAÇÃO NAS VENDAS DE IMÓVEIS OU MÓVEIS DO ATIVO IMOBILIZADO OU INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL Na venda do bem que faz parte do ativo imobilizado da empresa incidirão os seguintes impostos: CSLL - 9% IRPJ - 15% (+ adicional de 10% caso a base de cálculo do trimestre ultrapasse ,00) Exemplo: Compra do ativo: R$ ,00 Venda do ativo: R$ ,00 Diferença: R$ ,00 (ou seja, base de cálculo do imposto) CSLL: R$ 900,00 IRPJ: R$ 1.500,00 Importante: Neste caso não é possível reavaliar o bem. Fundamento Legal: Artigo 521 do Regulamento do Imposto de Renda TRIBUTAÇÃO NAS VENDAS DE IMÓVEIS DO ESTOQUE - (LUCRO PRESUMIDO) Na venda de imóvel que faz parte do estoque da empresa incidirão os seguintes impostos: PIS -0,65% COFINS - 3% CSLL 1,08% IRPJ 1,20% (+ adicional de 10% caso a base de cálculo do trimestre ultrapasse ,00) Exemplo: Compra do ativo: R$ ,00 Venda do ativo: R$ ,00 Base de Cálculo: R$ ,00 PIS: R$ 130,00 COFINS: R$ 600,00 CSLL: R$ 216,00 IRPJ: R$ 240,00 COMPARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE ALUGUEL NA PESSOA FISICA X PESSOA JURIDICA Exemplo de quando uma pessoa física recebe aluguel, seja de outra pessoa física (carnê leão) ou seja de uma pessoa jurídica (retenção de IR na fonte), neste caso utilizar a seguinte tabela: Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$ Até 1.637, De 1.637,12 até 2.453,40 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271,38 15,0 306,80 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53 9

10 Recebimento de aluguel no valor de R$ 5.000,00 R$ 5.000,00 x 27,50%= R$ 1.375,00 R$ 1.375,00 R$ 756,53= R$ 618,47 R$ 618,47 (IR RETIDO NA FONTE OU CARNÊ LEÃO) Exemplo de quando uma pessoa jurídica recebe aluguel, seja de uma pessoa física ou seja de outra pessoa jurídica: Recebimento de aluguel no valor de R$ 5.000, ,00 x 11,33% (0,65%-PIS, 3% COFINS, 4,80% IRPJ E 2,88% CSLL) = R$566,50 7 SISTEMA SIMPLES NACIONAL O Simples Nacional é um regime unificado de pagamento de impostos (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, INSS, ICMS, ISS e IPI) devido pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e passou a vigorar desde 01/07/2007, sendo que em algumas situações o recolhimento de tributos poderá ser a parte. Para fazer parte do Simples Nacional como microempresa a pessoa jurídica deverá receber em cada ano calendário receita bruta igual ou inferior a ,00. Já no caso das empresas de pequeno porte enquadram-se a pessoa jurídica que receba em cada ano calendário receita bruta igual ou inferior a ,00. A opção pelo Simples Nacional somente poderá ser realizada no mês de janeiro ou empresas com início de atividade no ano-calendário da opção, a ME e a EPP poderão efetuar a opção no prazo de até 10 dias contados do último deferimento de inscrição cadastral, seja Estadual ou Municipal. Sendo irretratável para todo o ano-calendário. As pessoas jurídicas e aquelas a elas equiparadas pela legislação tributária não optantes pelo Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre suas aquisições de mercadorias de microempresas ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, desde que destinadas à comercialização ou industrialização e observado, como limite, o ICMS efetivamente devido pelas optantes pelo Simples Nacional em relação a essas aquisições. A alíquota aplicável ao cálculo deste crédito deverá ser informada no documento fiscal e corresponderá ao percentual de ICMS previsto nos Anexos I ou II da Lei do Simples Nacional para a faixa de receita bruta a que a microempresa ou a empresa de pequeno porte estiver sujeita no mês anterior ao da operação. Porém quando adquirirem mercadorias de outro estado com destinação ao seu Uso, Consumo ou Ativo Imobilizado deverão recolher no momento da aquisição o ICMS referente ao diferencial de alíquotas. O recolhimento será através de Gare Outros recolhimentos especiais com código e seu vencimento será até o último dia útil da 1ª quinzena do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria. Não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior ou no ano-calendário em curso, receita bruta superior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) no mercado interno ou superior ao mesmo limite em exportação de mercadorias, observado o disposto nos 2º e 3º do art. 2º e 1º e 2º do art. 3º; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, inciso II e 2º, 9º, 9º- A, 10, 12 e 14) de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso III, 14) cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso IV, 14) 10

11 cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso V, 14) Devemos destacar que há três hipóteses em que devemos observar a soma das receitas (receita bruta global) para empresa optar ou permanecer no Simples: a) Participação em mais de uma empresa do Simples Nacional; b) Participação em uma empresa que não está no Simples Nacional; c) Participação como Administrador. B. PARTICIPAÇÃO EM MAIS DE UMA EMPRESA DO SIMPLES Conforme art. 15, inciso IV, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa do Simples Nacional, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. B.1. Exemplos de Impedimento - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa Receita Bruta Global Empresa BETA ALPHA (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ R$ ,01 (mercado interno) , ,00 José da Silva (Participação) 50% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 9% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa Receita Bruta Global Empresa BETA ALPHA (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ R$ ,01 (mercado interno) , ,00 Fulano de Tal (Participação) 50% 9% Observações: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 no mercado interno e as duas empresas juntas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em 2012, pois neste caso independe do percentual, ou seja, tendo participação em duas empresas do Simples Nacional deverá considerar a soma das receitas. 11

12 Entretanto a Empresa ALPHA poderia ser optante pelo Simples Nacional, caso a Empresa BETA fosse optante pelo Lucro Presumido/Real, visto que a participação na Beta é inferior a 10%, e não haveria a necessidade de considerar a receita bruta global. III - Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e também é sócia na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta R$ ,00 no ano-calendário de Empresa Individual Maria Receita Bruta Global Empresa BETA do Rosário (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) ,00 Maria do Rosário (Participação) 100% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese a soma das receitas de exportação ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) José da Silva (Participação) 50% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas do mercado interno não ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em

13 II - Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e também é sócia na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) Fulano de Tal (Participação) Empresa Individual Maria do Rosário R$ ,00 Empresa BETA R$ ,00 100% 50% Receita Bruta Global (Soma) R$ ,00 Observação: Nesta hipótese a soma das receitas não ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples) Empresa BETA (Simples) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C. PARTICIPAÇÃO EM UMA EMPRESA QUE NÃO ESTÁ NO SIMPLES NACIONAL Conforme art. 15, inciso V, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006 (Lucro Presumido ou Real), desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. C.1. Exemplos de Impedimento - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: 13

14 a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 11% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) José da Silva (Participação) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) R$ , ,00 R$ ,01 50% 11% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, deverá somar as receitas. Como soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de R$ ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa DÓLLAR do Lucro Real, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 60% na Empresa DÓLLAR do Lucro Real com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa DÓLLAR (Lucro Real) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (mercado interno) Fulano de Tal (Participação) 50% 60% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Real, deverá somar as receitas. Como soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 11% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) R$ , ,00 R$ ,00 R$ , ,00 R$ ,00 14

15 (Em exportação) José da Silva (Participação) 50% 11% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, deverá somar as receitas. Como soma das receitas em exportação (receita bruta global) ultrapassa o limite de R$ ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio-cotista na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 9% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) José da Silva (Participação) 50% 9% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de José da Silva não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, não será necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA poderá ser optante pelo Simples Nacional em A Empresa GAMA não poderá ser optante pelo Simples Nacional devido à sua própria receita bruta. II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa DÓLLAR do Lucro Real, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 8% na Empresa DÓLLAR do Lucro Real com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA Empresa DÓLLAR (Simples Nacional) (Lucro Real) Receita Bruta no Ano-calendário R$ , ,00 Fulano de Tal (Participação) 50% 8% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de Fulano de Tal não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Real, não será necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA poderá ser optante pelo Simples Nacional em A Empresa DÓLLAR não poderá ser optante pelo Simples Nacional devido à sua própria receita bruta. C.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global 15

16 (Simples) (Presumido) (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em D. PARTICIPAÇÃO COMO ADMINISTRADOR Conforme art. 15, inciso VI, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. De nada adianta, ter participação não superior a 10% em uma empresa de lucro presumido ou real e o sócio for administrador destas empresas, pois neste caso deverá considerar a soma da receitas devido ao fato de ser sócio-administrador. Também será somado a receita se o sócio ou titular de uma empresa do Simples Nacional for administrador não-sócio de uma empresa de lucro presumido, lucro real ou até mesmo outra empresa do Simples Nacional. D.1. Exemplo de Impedimento - Mercado Interno José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Administrador com participação de 9% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 Empresa GAMA (Presumido) R$ ,00 Receita Bruta Global (Soma) R$ ,00 José da Silva - Administrador 50% 9% (Participação) Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de José da Silva não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, não seria necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Entretanto, devido ao fato de José da Silva ser SÓCIO-ADMINISTRADOR deverá somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA NÃO poderá ser optante pelo Simples Nacional em 2012, pois a soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de o limite de R$ ,00. 16

17 D.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Administrador com participação de 5% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário (Em exportação) José da Silva (Participação) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) R$ , ,00 R$ ,00 R$ , ,00 R$ ,00 50% 5% D.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e está como ADMINISTRADORA na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Administradora na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no anocalendário de Empresa Individual Maria do Rosário Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (Mercado Interno) Maria do Rosário 100% Apenas Administradora Observação: Nesta hipótese, pelo simples fato de ser administradora em outra empresa deverá considerar a soma da receita (receita bruta global). Entretanto a soma das receitas não ultrapassa o limite de ,00, conseqüentemente as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em D.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Administrador na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. 17

18 Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (Em exportação) José da Silva 50% Apenas Administrador Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em A partir de 01/01/2012 caso a receita bruta não ultrapasse o valor de R$ ,00 (superior a 20% do limite) - os efeitos da exclusão será a partir do ano-calendário subsequente, conforme 9ºA, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. b) Caso a receita bruta ultrapasse o valor de R$ ,00 (superior a 20% do limite) - os efeitos da exclusão será a partir do mês subsequente à ocorrência do excesso, conforme 9º, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. A microempresa e a empresa de pequeno porte que no decurso do ano-calendário de início de atividade ultrapassarem o limite de R$ ,00 (trezentos mil reais) multiplicados pelo número de meses de funcionamento nesse período estarão excluídas do Simples Nacional, com efeitos retroativos ao início de suas atividades, conforme 10, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006. A Exclusão só não terá efeitos retroativos caso a receita bruta não ultrapasse em 20% do limite proporcional, sendo assim, os efeitos da exclusão será a partir do ano-calendário subsequente, conforme 12º, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. Deverá multiplicar o valor de R$ ,00 (trezentos mil reais) pelo número de meses de funcionamento para identificar o limite em caso de empresa em início de atividade. ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional Comércio Receita Bruta em 12 meses (em ALÍQUOTA IRPJ CSLL COFINSPIS/PASEP CPP ICMS R$) De ,01 a ,00 11,61% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% Receita bruta no ano-calendário de Mercado interno de R$ ,00. Receita bruta no ano-calendário de Mercado externo de R$ ,00. Poderá enquadrar no Simples Nacional, entretanto está sujeito a majoração da alíquota. A receita do mês de apuração terá os percentuais da última faixa majorada em 20% Receita do Mercado Interno no período de apuração aplicando percentual de 13,93% (IRPJ, CSLL, COFINS, PIS, CPP e ICMS), última faixa de R$ ,01 a R$ ,00 com alíquota de 11,61% + 20%. Receita do Mercado Externo no período de apuração aplicando percentual de 6,82% (IRPJ, CSLL e CPP), última faixa de R$ ,01 a R$ ,00 com alíquota de 5,68% + 20%. Subclasse CNAE 2.0 CÓDIGOS PREVISTOS NO CNAE IMPEDITIVOS AO SIMPLES NACIONAL DENOMINAÇÃO 18

19 0910-6/00 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL /01 FABRICAÇÃO DE AGUARDENTE DE CANA-DE-AÇÚCAR /02 FABRICAÇÃO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS /00 FABRICAÇÃO DE VINHO /01 FABRICAÇÃO DE MALTE, INCLUSIVE MALTE UÍSQUE /02 FABRICAÇÃO DE CERVEJAS E CHOPES /01 FABRICAÇÃO DE REFRIGERANTES /01 FABRICAÇÃO DE CIGARROS /02 FABRICAÇÃO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS /03 FABRICAÇÃO DE FILTROS PARA CIGARROS /01 FABRICAÇÃO DE PÓLVORAS, EXPLOSIVOS E DETONANTES /01 FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTO BÉLICO PESADO, EXCETO VEÍCULOS MILITARES DE COMBATE /02 FABRICAÇÃO DE ARMAS DE FOGO, OUTRAS ARMAS E MUNIÇÕES /01 FABRICAÇÃO DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E UTILITÁRIOS /01 FABRICAÇÃO DE MOTOCICLETAS /01 GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /02 ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO E CONTROLE DA OPERAÇÃO DA GERAÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /00 TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /00 COMÉRCIO ATACADISTA DE ENERGIA ELÉTRICA /00 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /01 CAPTAÇÃO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA /00 GESTÃO DE REDES DE ESGOTO /00 TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS NÃO-PERIGOSOS /00 TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS PERIGOSOS /00 DESCONTAMINAÇÃO E OUTROS SERVIÇOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS /00 INCORPORAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS /01 ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS /01 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES / / / / / /00 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS E USADOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS, PEÇAS E ACESSÓRIOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MATÉRIAS-PRIMAS AGRÍCOLAS E ANIMAIS VIVOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS, MINERAIS, PRODUTOS SIDERÚRGICOS E QUÍMICOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MADEIRA, MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E FERRAGENS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES 19

20 4615-0/ / / / / / / /00 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE ELETRODOMÉSTICOS, MÓVEIS E ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE TÊXTEIS, VESTUÁRIO, CALÇADOS E ARTIGOS DE VIAGEM REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS, BEBIDAS E FUMO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS ODONTO-MÉDICO-HOSPITALARES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE JORNAIS, REVISTAS E OUTRAS PUBLICAÇÕES OUTROS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO ESPECIALIZADO EM PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MERCADORIAS EM GERAL NÃO ESPECIALIZADO /02 COMÉRCIO ATACADISTA DE CERVEJA, CHOPE E REFRIGERANTE /99 COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /02 COMÉRCIO ATACADISTA DE CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS /01 TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS INTERMUNICIPAL E INTERESTADUAL / / / / / /99 TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERMUNICIPAL EM REGIÃO METROPOLITANA TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERMUNICIPAL, EXCETO EM REGIÃO METROPOLITANA TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERESTADUAL TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, SOB REGIME DE FRETAMENTO, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL ORGANIZAÇÃO DE EXCURSÕES EM VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PRÓPRIOS, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL OUTROS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE PASSAGEIROS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE /02 TRANSPORTE MARÍTIMO DE CABOTAGEM - PASSAGEIROS /02 TRANSPORTE POR NAVEGAÇÃO DE TRAVESSIA, INTERMUNICIPAL /00 TERMINAIS RODOVIÁRIOS E FERROVIÁRIOS /01 ADMINISTRAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA /00 ATIVIDADES DE AGENCIAMENTO MARÍTIMO /01 OPERAÇÃO DOS AEROPORTOS E CAMPOS DE ATERRISSAGEM /01 COMISSARIA DE DESPACHOS /02 ATIVIDADES DE DESPACHANTES ADUANEIROS /03 AGENCIAMENTO DE CARGAS, EXCETO PARA O TRANSPORTE MARÍTIMO /04 ORGANIZAÇÃO LOGÍSTICA DO TRANSPORTE DE CARGA /05 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL - OTM 20

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