LUCRO PRESUMIDO (De acordo com as novas normas contábeis e fiscais)

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1 CONSELHO REGIONL DE CONTBILIDDE DO ESTDO DO RIO DE JNEIRO LUCRO PRESUMIDO (De acordo com as novas normas contábeis e fiscais) Expositor: lberto Gonçalves 2015 tualizado março 2015

2 2 EMPRESS QUE PODEM OPTR PELO LUCRO PRESUMIDO 1 - Não obrigadas ao lucro real 2 - Cuja receita bruta total, no ano-calendário anterior tenha sido igual ou inferior a R$ ,00 ou ao limite proporcional de R$ ,00 multiplicados pelo número de meses de atividades no ano, se inferior a doze. (Lei / art. 6º, Lei nº /2013 art.7º, Lei nº 9.430/96 arts.1º, 3º e 57º) Nota: receita bruta poderá ser reconhecida pelo regime de caixa ou competência. 3 Sociedades Controladoras, Controladas e Coligadas (Lei nº.9249/95, artigo 36, inciso V) notações: Expositor: lberto Gonçalves

3 3 4 Sócio ou cionista Pessoa Jurídica e Empresas que tenham sócios em comum O fato de a empresa ter sócio ou acionista pessoa jurídica ou ter sócio que participe de outra empresa não prejudica o direito da opção pelo lucro presumido. 5 Sociedade em Conta de Participação Podem optar pelo lucro presumido, ainda que o sócio ostensivo seja submetido ao lucro real. (IN SRF nº.31/2001) 6 Sociedades Cooperativas Podem optar pelo lucro presumido quando praticarem atos não-cooperativados, exceto as cooperativas de crédito. (art.183 do RIR/99) notações: Expositor: lberto Gonçalves

4 4 RECEIT BRUT TOTL Enquadramento no (+) Receita bruta mensal com mercadorias, produtos e serviços. (-) IPI (incidente sobre venda de produtos) (-) ICMS substituição tributária (incidentes sobre vendas sujeitas) (+) Resultado positivo em participações societárias (+) Demais receitas (+) Ganho de capital (+) Rendimentos de renda fixa (+) Ganhos líquidos de renda variável (+) Parcela que exceder ao preço praticado na exportação para pessoa vinculada (+) Receita Bruta Total notações: (Lei / art. 6º, IN SRF nº 93/97, art.22 parágrafo 1º) Expositor: lberto Gonçalves

5 5 (+) % sobre a receita bruta da atividade (+) Demais receitas (+) Ganho de capital (+) Rendimentos de renda fixa (+) Ganhos líquidos de renda variável (=) Base de Cálculo do BSE DE CÁLCULO (Lei / art. 6º, IN SRF nº 104/98) Notas: 1 Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no valor justo não integrarão a base de cálculo do lucro presumido, no momento em que forem apurados. 2 Para fins de base de cálculo, os ganhos e perdas decorrentes de avaliação do ativo com base no valor justo não serão considerados como parte integrante do valor contábil. notações: Expositor: lberto Gonçalves

6 6 PURÇÃO DO IRPJ LUCRO PRESUMIDO Base De cálculo do (X) líquota de 15% (+) dicional de 10% sobre a parcela da Base de cálculo que exceder a R$ ,00 (=) IRPJ Presumido devido (-) IRF retido (-) IRPJ retido (=) IRPJ Presumido a Recolher (Lei / art.6º) notações: Expositor: lberto Gonçalves

7 7 PURÇÃO D CSLL LUCRO PRESUMIDO (+) 12% sobre a receita bruta na venda de mercadorias/produtos. (+) 32% sobre a receita serviços. (+) Ganho de capital (+) Rendimentos de renda fixa (+) Ganhos líquidos de renda variável (=) Demais receitas (=) Base de Cálculo da CSLL Presumida (X) líquota de 9% (-) CSLL retida (=) CSLL a Recolher notações: (Lei / art. 6º) Expositor: lberto Gonçalves

8 8 DETERMINÇÃO DO LUCRO PRESUMIDO O lucro presumido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: (Instrução normativa 1.515/2014 art.122) I - o valor resultante da aplicação dos percentuais de que tratam os 1º e 2º do art. 4º, sobre a receita bruta definida pelo art. 3º, relativa a cada atividade, auferida em cada período de apuração trimestral, deduzida das devoluções e vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos; II - os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo inciso I, auferidos no mesmo período; III - os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e renda variável; IV - os juros sobre o capital próprio auferidos; V - os valores recuperados, correspondentes a custos e despesas, inclusive com perdas no recebimento de créditos, salvo se a pessoa jurídica comprovar não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro real ou que se refiram a período no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro presumido ou arbitrado; VI - o valor resultante da aplicação dos percentuais de que tratam os 1º e 2º do art. 4º, sobre a parcela das receitas auferidas em cada atividade, no respectivo período de apuração, nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 28 de dezembro de 2012; VII - a diferença de receita financeira calculada conforme disposto no Capítulo V e art. 58 da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 2012; notações: Expositor: lberto Gonçalves

9 9 VIII - as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, observado o disposto nos 1º e 2º do art º Conforme disposto no art. 3º, os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, incluem-se na receita bruta a que se refere o inciso I do caput. 2º Os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o 1º, apropriados como receita financeira no mesmo período de apuração do reconhecimento da receita bruta, ou em outro período de apuração, não serão incluídos na base de cálculo do lucro presumido. 3º Os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, incluem-se nas receitas relativas aos incisos II a VIII do caput, independentemente da forma como estas receitas tenham sido contabilizadas. 4º Os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o 3º apropriados como receita financeira no mesmo período de apuração do reconhecimento das receitas relativas aos incisos II a VIII do caput, ou em outro período de apuração, não serão incluídos na base de cálculo do lucro presumido. notações: Expositor: lberto Gonçalves

10 10 Contratos de concessão de serviços públicos. 5º No caso de contratos de concessão de serviços públicos: I - exclui-se da receita bruta a que se refere o inciso I do caput a receita reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração; e II - integram a receita bruta a que se refere o inciso I do caput, em conformidade com o disposto no art. 3º, os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, vinculados aos ativos financeiros a receber pela prestação dos serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura. Cômputo das receitas pelo regime de competência ou de caixa Para fins de enquadramento no limite que autoriza a opção pelo lucro presumido, a receita bruta do ano-calendário anterior será considerada segundo o regime de competência ou de caixa, observado o critério adotado pela pessoa jurídica, caso tenha, naquele ano, optado pela tributação com base no lucro presumido (Instrução Normativa 1.515/2014 art.122 inciso VIII, 6º) notações: Expositor: lberto Gonçalves

11 11 Pessoas Jurídicas autorizadas a utilizar o percentual de presunção de 16% I - na prestação de serviços de transporte de carga; II- nas atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda; III - na atividade de construção por empreitada com emprego de todos os materiais indispensáveis à sua execução, sendo tais materiais incorporados à obra; IV - prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); V- prestação de qualquer outra espécie de serviço não mencionada neste parágrafo. 7º s pessoas jurídicas exclusivamente prestadoras de serviços em geral, mencionados nas alíneas b, c, d, f e g do inciso IV do 2º do art. 4º, cuja receita bruta anual seja de até R$ ,00 (cento e vinte mil reais), poderão utilizar, na determinação da parcela da base de cálculo do imposto sobre a renda de que trata o inciso I, deste artigo, o percentual de 16% (dezesseis por cento). 8º pessoa jurídica que houver utilizado o percentual de que trata o 7º para o pagamento trimestral do imposto, cuja receita bruta acumulada até determinado trimestre do ano-calendário exceder o limite de R$ ,00 (cento e vinte mil reais), ficará sujeita ao pagamento da diferença do imposto postergado, apurada em relação a cada trimestre transcorrido. 9º Para efeito do disposto no 8º, a diferença deverá ser paga em quota única até o último dia útil do mês subsequente ao trimestre em que ocorrer o excesso. 10. Quando paga até o prazo previsto no 9º, a diferença apurada será recolhida sem acréscimos. notações: Expositor: lberto Gonçalves

12 12 O lucro presumido será determinado aplicando-se, sobre a receita bruta de vendas de mercadorias e/ou produtos e/ou de prestação, apurada em cada trimestre, os percentuais constantes da tabela seguinte, conforme a atividade geradora. (Instrução Normativa 1.515/2014 art. 4º, 1º e 2º) N.º ESPÉCIES DE TIVIDDES GERDORS D RECEIT % 1 2 Revenda para consumo de combustíveis (petróleo, álcool etílico carburante e gás natural). 1,6% Venda de mercadoria ou produto (exceto revenda de combustíveis) Transporte de cargas Serviços hospitalares tividade rural Industrialização com materiais fornecidos pelo encomendante 8% Construção por empreitada com emprego de materiais próprios Qualquer outra atividade (exceto prestação de serviços) para a qual não esteja previsto percentual específico. Serviços de transporte (exceto o de cargas) Serviços (exceto hospitalares de transporte e de sociedade civil de profissão 3 regulamentada, cuja receita bruta anual não seja superior a R$ ,00) 16% Instituições financeiras e as entidades a elas equiparadas Serviços em geral, para os quais não esteja previsto o percentual específico, inclusive os prestados por sociedades civis de profissão regulamentada Intermediação de negócios 4 dministração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direito de qualquer natureza 32% Factoring Construção para administração ou empreitada unicamente de mão de obra Expositor: lberto Gonçalves

13 13 MOMENTO DO RECONHECIMENTO D RECEIT VEND PRZO empresa que realizou venda de bens ou prestou serviços, para recebimento a prazo ou em parcelas, poderá reconhece-la como receita bruta, para composição do lucro presumido, à medida que o cliente pagar. (art.129 da Instrução Normativa 1.515/2014) CONTRTOS DE CURTO PRZO Os contratos de fornecimentos com base no preço unitário de quantidades de bens ou serviços produzidos em prazo inferior a um ano, a receita deverá ser incluída na base de cálculo do IRPJ e CSLL, no mês em que for completada cada unidade. CONTRTOS DE LONGO PRZO Quando a execução for superior a um ano, de construção por empreitada ou de fornecimento a preço predeterminado de bens ou serviços a serem produzidos, será computada na receita bruta parte do preço total da empreitada ou dos bens ou serviços a serem fornecidos. notações: Expositor: lberto Gonçalves

14 TIVIDDES IMOBILIÁRIS 14 s empresas que explorem atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados a venda, bem como de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, deverão considerar como receita bruta o montante efetivamente recebido, relativo às unidades imobiliárias vendidas. (IN 1.515/2014). GÊNCIS DE PROPGND Considera-se receita bruta da atividade apenas o valor dos honorários e serviços da própria agencia, não se incluindo os valores recebidos do anunciante e repassados a terceiros, relativos a despesas feitas pela agencia em nome do anunciante, nem as quantias reembolsadas pelo anunciante, relativas a despesas feitas em nome da agencia e cujo reembolso esteja previsto contratualmente. (Boletim Central Extraordinário (BCE) nº.29/93, item 9 e Decisão nº. 43/2000, da 1ª.RF e Solução de Consulta nº.173/2001, da 6ª. RF). notações: Expositor: lberto Gonçalves

15 15 PLICÇÕES FINNCEIRS DE REND FIX Os rendimentos auferidos serão tributados apenas no período da alienação, resgate ou cessão do título ou aplicação (regime de caixa). Instrução Normativa nº 1.022/10, art.55, 9º) Nota: O IRF correspondente é compensável do IRPJ devido no trimestre. (art. 34 da Lei nº 8.981/95) JUROS SOBRE O CPITL PRÓPRIO Os JSCP auferidos pela empresa investidora, devem compor a base de cálculo do IRPJ, podendo a empresa compensar o IRF. (art. 34 da Lei nº 8.981/95 e art.51 da Lei nº 9.430/96 e Instrução Normativa 1.515/14) notações: Expositor: lberto Gonçalves

16 16 VRIÇÕES CMBIIS s variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações da empresa, em função da taxa de cambio, serão consideradas para efeito de determinação da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro, por ocasião da liquidação da correspondente operação (regime de caixa). (art.30 da Medida Provisória.nº ) GNHO N LIENÇÃO DE BEM DO TIVO IMOBILIZDO O ganho nas alienações de bens do ativo imobilizado corresponderá à diferença positiva verificada entre o valor da alienação e o respectivo valor contábil. (art. 32, 2º, da Lei nº 8.981/95) RECEIT DE VEND DE VEÍCULOS USDOS s pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores poderão, no tocante às operações de venda de veículos usados adquiridos para revenda ou recebimento como parte do preço da venda de veículos novos, computar como receita a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado, constante da Nota fiscal de Venda, e o seu custo de aquisição, constante da Nota Fiscal de Entrada, a qual deve corresponder ao preço ajustado entre as partes. notações: (art.5º. da Lei nº /98 e I.N. nº.152/98). Expositor: lberto Gonçalves

17 17 GÊNCIS DE TURISMO Os valores de propriedade de terceiros, relativos a pagamento de passagens aéreas e rodoviárias, de hotéis, aluguel de veículos e prestação de serviços afins, não constituem receita bruta das agências de turismo. (Solução de Consulta nº.241/2001, da 6ª. RF). RECEIT DE LUGUEL DE IMÓVEL PRÓPRIO empresa que tem como atividade a administração de imóveis próprios, deverá considerar a mesma em seu contexto operacional aplicando o percentual de 32% para se apurar o lucro presumido. (to Declaratório Normativo CST nº 10/93). RECEIT DE JUSTES PTRIMONIIS O ganho decorrente de ajustes em conta patrimonial não integrará a base de cálculo do lucro presumido. notações: Expositor: lberto Gonçalves

18 18 ENQUDRMENTO NO LIMITE D RECEIT BRUT Valores componentes da receita bruta receitas da prestação de serviço; da venda de produtos de fabricação própria; da revenda de mercadorias; do transporte de cargas; da industrialização de produtos em que a matéria-prima, o produto intermediário e o material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização; da atividade rural; de outras atividades compreendidas nos objetivos sociais da pessoa jurídica; as receitas de quaisquer outras fontes não relacionadas diretamente com os objetivos da empresa; os ganhos de capital (lucros) apurados na alienação de bens do ativo permanente; os rendimentos aplicações financeiras de renda fixa e; os ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável (operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas). Valores que não integram a receita bruta as vendas canceladas; as devoluções de vendas; os descontos concedidos incondicionalmente (constantes da nota fiscal de venda de bens ou da fatura de prestação de serviço e não dependentes de evento posterior à emissão desses documentos IN SRF nº 51/78) o IPI cobrado destacadamente do comprador ou contratante, do qual o vendedor dos bens ou prestador dos serviços seja mero depositário; as saídas que não decorram de vendas, a exemplo das transferências de mercadorias para outros estabelecimentos da mesma empresa. notações: Expositor: lberto Gonçalves

19 MNIFESTÇÃO D OPÇÃO 19 trimestralmente, por períodos encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário; Código do DRF (2089) (arts, 516, 4 e 5º, art. 517 e art.856, do RIR/99). Nota O fato de a primeira quota ou quota única do imposto relativo ao primeiro trimestre do ano-calendário, ou ao trimestre de início de atividades, ser paga fora do prazo, com os acréscimos legais devidos, não desautoriza a opção pelo lucro presumido. ( IN SRF nº 11/96, art. 42, 4º). Impossibilidade da mudança de opção durante o ano-calendário partir do ano-calendário de 1999, a opção pela tributação com base no lucro presumido passou a ser definitiva em relação a todo o ano-calendário, ou seja, depois de iniciado o pagamento do imposto com base no lucro presumido, não será mais admitido a mudança para o regime do lucro real, em relação ao mesmo ano-calendário. notações: (art º, do RIR/99). Expositor: lberto Gonçalves

20 Cálculo do imposto 20 líquotas I - 15% sobre a totalidade de lucro presumido apurado no trimestre; ( II - 10% sobre a parcela do lucro presumido trimestral que exceder a R$ ,00 ou, no caso de início ou encerramento de atividades no trimestre, sobre o limite equivalente ao resultado da multiplicação de R$ ,00 pelo número de meses do período de apuração. (art.128, 1º de IN /2014) Deduções e compensações no imposto devido Deduções Do imposto devido em cada trimestre será deduzido: O Imposto de Renda na fonte sobre as receitas computadas na determinação da base de cálculo do imposto trimestral, que compreende: o imposto retido na fonte sobre importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a título de: remuneração de serviços profissionais prestados; comissões, corretagens ou qualquer outra remuneração pela intermediação de negócios; remuneração da prestação de serviços de limpeza e conservação de imóveis, segurança e vigilância e locação de mão-de-obra; juros e indenizações por lucros cessantes em decorrência de sentença judicial; multas ou quaisquer vantagens, inclusive a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato; rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa; juros remuneratórios do capital próprio; o imposto retido na fonte sobre importâncias recebidas de entidades da administração pública federal, pelo fornecimento de bens ou serviços; (art.128, 2º de IN /2014) Expositor: lberto Gonçalves

21 21 D CONTRIBUIÇÃO SOCIL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO plica-se à contribuição social sobre o lucro líquido as disposições contidas nos arts. 3º, 7º, 28, 33 a 114, 124 a 127, 133 a 135. (IN /2014 art.142) Base de Cálculo base de cálculo corresponde a 12% da receita bruta do trimestre cujo resultado será acrescido de ganhos de capital, de rendimentos de aplicações financeiras e das demais receitas e resultados positivos auferidos no trimestre. notações: Expositor: lberto Gonçalves

22 22 Como apurar o LUCRO PRESUMIDO. (IRPJ/CSLL/PIS/COFINS) Valores hipotéticos para o primeiro trimestre de X1 (R$). 1 Receita Bruta de Venda de Produtos ,00 2 ICMS s/vendas ,00 3 ICMS-Substituição Tributária ,00 4 IPI s/vendas ,00 5 Devoluções de vendas ,00 6 Receita de Revenda de Mercadorias ,00 7 ICMS s/vendas ,00 8 Vendas não Entregues , Receita de Serviços Prestados 300,000,00 10 Contribuições Sociais Retidas na Fonte ,00 11 IRF s/serviços 4.500, Ganho na Venda de tivo Imobilizado ,00 13 Receitas de luguel 2.500,00 14 Provisão para Contingência tiva ,00 Notas: 1ª) empresa incluiu juros nas vendas feitas conforme itens 1 e 2 no total de ,00. 2º) empresa obteve do seu Depto.Jurídico a informação que Transitou em Julgado um processo favorável a mesma valor de ,00 com previsão de recebimento para o para o 1º trimestre de X2.(Item 14) Nas vendas a prazo, o custo do financiamento, embutido no preço dos bens ou serviços ou destacado na nota fiscal, integra a receita bruta. (DN Cosit nº. 7/93). notações: (art. 2º da MP nº /2001, atual Lei nº /2001). Expositor: lberto Gonçalves

23 23 Pagamento do imposto Prazo O imposto apurado em cada trimestre deverá ser pago, em quota única, até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de sua apuração ou, à opção da empresa, em até três quotas mensais, iguais e sucessivas, observado o seguinte. (art. 856 do RIR/99) a) as quotas deverão ser pagas até o último dia útil dos meses subseqüentes ao de encerramento do período de apuração; b) nenhuma quota poderá ter valor inferior a R$ 1.000,00, e o imposto valor inferior a R$ 2.000,00 será pago em quota única; c) o valor de cada quota (excluída a primeira, se paga no prazo) será acrescido de juros equivalentes à taxa Sistema Especial de Liquidação de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulada mensalmente, a partir do primeiro dia do segundo mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração até o último dia do mês anterior ao do pagamento, e de 1% no m~es do pagamento. Preenchimento do Darf No preenchimento do Darf para o pagamento do IRPJ devido com base no lucro presumido, utiliza-se, no campo 04, o código Imposto apurado em valor inferior a R$ 10,00 O Darf não pode ser utilizado para pagamento de imposto e contribuições de valor inferior a R$ 10,00 (art. 873, 4º, do RIR/99). Se o imposto for de valor inferior a R$ 10,00 deverá se adicionado ao imposto devido em período(s) subseqüente(s) até que o valor total seja igual ou inferior a R$ 10,00, quando, então deverá ser pago no prazo para o pagamento do imposto devido no(s) período(s) em que esse limite for atingido junto com esse imposto, sem nenhum acréscimo moratório (art. 873, 5º, do RIR/99). notações: Expositor: lberto Gonçalves

24 24 DOS LUCROS E DIVIDENDOS DISTRIBUÍDOS Não estão sujeitos ao imposto sobre a renda os lucros e dividendos pagos ou creditados a sócios, acionistas ou titular de empresa individual, observado o disposto no Capítulo III da Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de (art.141 da IN /2014) 2º No caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ou arbitrado, poderá ser distribuído, sem incidência de imposto: I - o valor da base de cálculo do imposto, diminuída de todos os impostos e contribuições a que estiver sujeita a pessoa jurídica; II - a parcela de lucros ou dividendos excedentes ao valor determinado no item I, desde que a empresa demonstre, através de escrituração contábil feita com observância da lei comercial, que o lucro efetivo é maior que o determinado segundo as normas para apuração da base de cálculo do imposto pela qual houver optado, ou seja, o lucro presumido ou arbitrado. notações: Expositor: lberto Gonçalves

25 25 3º parcela dos rendimentos pagos ou creditados a sócio ou acionista ou ao titular da pessoa jurídica submetida ao regime de tributação com base no lucro real, presumido ou arbitrado, a título de lucros ou dividendos distribuídos, ainda que por conta de período-base não encerrado, que exceder ao valor apurado com base na escrituração, será imputada aos lucros acumulados ou reservas de lucros de exercícios anteriores, ficando sujeita a incidência do imposto sobre a renda calculado segundo o disposto na legislação específica, com acréscimos legais. 4º Inexistindo lucros acumulados ou reservas de lucros em montante suficiente, a parcela excedente será submetida à tributação nos termos dos incisos I a IV do parágrafo único do art. 28 da Instrução Normativa RFB nº 1.397, de º isenção de que trata o caput não abrange os valores pagos a outro título, tais como pro labore, aluguéis e serviços prestados. 6º isenção de que trata este artigo somente se aplica em relação aos lucros e dividendos distribuídos por conta de lucros apurados no encerramento de período-base ocorrido a partir do mês de janeiro de º O disposto no 3º não abrange a distribuição do lucro presumido ou arbitrado conforme o inciso I do 2º, após o encerramento do trimestre correspondente. 8º Ressalvado o disposto no inciso I do 2º, a distribuição de rendimentos a título de lucros ou dividendos que não tenham sido apurados em balanço sujeita-se à incidência do imposto sobre a renda na forma prevista no 4º. 9º isenção de que trata este artigo inclui os lucros ou dividendos pagos ou creditados a beneficiários de todas as espécies de ações previstas no art. 15 da Lei nº 6.404, de 1976, ainda que a ação seja classificada em conta de passivo ou que a remuneração seja classificada como despesa financeira na escrituração comercial. notações: Expositor: lberto Gonçalves

26 26 Distribuição de lucros ou dividendos Isenção do imposto sobre a distribuição do lucro presumido Os valores pagos a sócios ou acionistas ou a titular de empresa tributada pelo lucro presumido, a título de lucros ou dividendos, ficam isentos do Imposto de Renda, independentemente de apuração contábil, até o valor da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), deduzido do IRPJ (inclusive o adicional, quando devido), da Contribuição Social Sobre o Lucro, do PIS e da Cofins devidos, desde que a distribuição ocorra após o encerramento do trimestre de apuração devendo-se para isto a apuração do Líquido) (art. 48 da IN SRF nº. 93/97 e DN Cosit nº. 4/96). Cálculo do LPL ( Líquido) puração do LPL Líquido (+) purado com Base na Receita Bruta com Vendas e Serviços (+) Demais Receitas (Não Operacionais) (+) Ganhos de Capital (+) Resultados Positivos (Não operacionais) (+) Realização de Lucros Diferidos (+) Rendimentos de aplicação de renda Fixa (+) Ganhos Líquidos de plicações de Renda Variável (=) (-) IRPJ sobre o (-) dicional Federal ao IRPJ (-) Contribuição Social Presumida (-) COFINS ( Correspondente ao trimestre) (-) PIS/PSEP (Correspondente ao trimestre) (=) LPL notações: Expositor: lberto Gonçalves

27 27 Empresa que no regime do lucro presumido não mantiver escrituração contábil empresa submetida à tributação com base no lucro presumido que não mantiver escrituração contábil na forma prevista nas leis comercial e fiscal, se tiver que passar para o regime do lucro real por ter-se desenquadrado das condições exigidas para se manter no lucro presumido ou por opção deverá proceder, em 1º de janeiro do ano que ficar sujeita a tributação pelo lucro real, ao levantamento patrimonial e a elaboração do balanço de abertura para início ou reinício da escrituração comercial, observando o seguinte: inclusão de todos os bens do ativo, o patrimônio líquido e as obrigações; no ativo devera ser inventariado o dinheiro em caixa e em bancos, as mercadorias, os produtos, as matérias-primas, as duplicatas a receber, os bens do ativo permanente; no passivo deverão ser arroladas todas as obrigações e no patrimônio líquido o capital registrado. as mercadorias e matérias-primas das empresas que não possuem controle permanente de estoques deverão ser inventariadas pelos custos das ultimas aquisições. Não podem fazer as avaliações pelos preços de mercado porque por esse critério estará majorando o custo das futuras vendas. as empresas industriais que não possuem custo integrado deverão avaliar os produtos acabados em 70% do maior preço de venda do ano anterior. Os produtos em elaboração poderão ser avaliados em 56% do maior preço de venda do produto acabado no ano anterior. quando não houver registros contábeis, o balanço de abertura deverá tomar, de acordo com o PN nº. 23/78, o custo dos bens do ativo imobilizado e dos investimentos, bem como o valor do capital social, corrigidos monetariamente até o contribuinte deverá considerar como utilizadas as cotas de depreciação, amortização e exaustão, corrigidas, que seriam cabíveis nos exercícios anteriores àquele em que realizar o balanço de abertura, como se nesses anos estivessem sujeitas à tributação com base no lucro real. notações: Expositor: lberto Gonçalves

28 28 O balanço de abertura poderá apresentar o total do tivo maior do que a soma do Capital registrado mais o Passivo Exigível ou aquele ser menor do que estes. No primeiro caso o mais correto seria registrar a diferença como créditos do titular ou sócios da empresa, enquanto na segunda hipótese será registrada como prejuízo. O PN nº. 15/77 esclarece que a diferença a maior entre o lucro presumido ou o arbitrado e o patrimônio liquido demonstrado em balanço de abertura de empresa individual considera-se em poder da empresa e pode ser utilizada para aumento de capital sem incidência de imposto na pessoa jurídica ou física, desde que tal diferença não seja conseqüência da atribuição incorreta de valores menores na composição da base para aplicação dos coeficientes de presunção ou de arbitramento. O parecer não declara a não-incidência do imposto sobre a diferença positiva entre a soma dos valores do ativo menos a soma do capital registrado e do passivo exigível somente na hipótese de aumento de capital com utilização daquela diferença. Silencia quanto a incidência ou não do tributo em caso de ser, o valor correspondente à diferença, entregue ao titular ou sócios da empresa. Ocorrendo a hipótese de o balanço patrimonial levantado apresentar prejuízo, este não será compensável com o lucro real de vez que somente o prejuízo apurado no regime de tributação pelo lucro real é compensável. notações: Expositor: lberto Gonçalves

29 29 Quando a empresa passar do regime de tributação com base no lucro presumido para o lucro real, a primeira declaração terá os valores do ativo e do passivo do balanço preenchidos nas duas colunas, ou seja, os do ano anterior e os do ano-base. coluna do ano anterior, para a empresa que não manteve escrituração contábil,será preenchida com os valores colhidos no inventário de balanço de abertura. Na possibilidade de a pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ter que mudar para o lucro real no decorrer do ano-calendário, por exemplo, recebimento de rendimento ou ganho no exterior ou mesmo a constituição de filial no exterior. pessoa jurídica que houver pago o imposto com base no lucro presumido e que, em relação ao mesmo ano-calendário, incorrer em situação de obrigatoriedade de apuração pelo lucro real por ter auferido lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior, deverá apurar o IRPJ e a CSSL sob o regime de apuração pelo lucro real trimestral a partir, inclusive, do trimestre de ocorrência do fato. art.2º. do DI SRF nº. 5, de notações: Expositor: lberto Gonçalves

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