VALORAÇÃO DE COTAS SOCIAIS EM AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE

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1 VALORAÇÃO DE COTAS SOCIAIS EM AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE Caso Prático, sob a ótica do Assistente Técnico do Sócio-Retirante WORKSHOP DE PERÍCIA ECONÕMICO-FINANCEIRA COMITÊ DE PERÍCIAS - CORECON/SP 15/09/2010 Pedro Afonso Gomes 1

2 VALORAÇÃO DE COTAS X APURAÇÃO DE HAVERES (uso da terminologia adequada) 2

3 LEI DE REGÊNCIA DA PROFISSÃO CONTABIL Decreto-Lei 9.295/1946 Art. 25 São considerados trabalhos técnicos de contabilidade: a) organização e execução de serviços de contabilidade em geral; b) escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios, bem como de todos os necessários no conjunto da organização contábil e levantamento dos respectivos balanços e demonstrações; c) perícias judiciais ou extra-judiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão permanente ou periódica de escritas, regulações judiciais ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns, assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas e quaisquer outras atribuições de natureza técnica conferidas por lei aos profissionais de contabilidade. Atividades previstas na letra c apenas decorrentes das atividades das letras a e b. Ou seja, pericias judiciais, verificação de haveres, etc, atividades privativas do Contador apenas se restritas a informações geradas exclusivamente na contabilidade. 3

4 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Lei 5.869/1973 Art Continuam em vigor até serem incorporados nas leis especiais os procedimentos regulados pelo Decreto-lei no 1.608, de 18 de setembro de 1939, concernentes: (...) Vll - à dissolução e liquidação das sociedades (arts. 655 a 674); 4

5 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Lei 1.608/1939 Art A dissolução de sociedade civil, ou mercantil, nos casos previstos em lei ou no contrato social, poderá ser declarada, a requerimento de qualquer interessado, para o fim de ser promovida a liquidação judicial. 2º Nos casos de dissolução contenciosa, apresentada a petição e ouvidos os interessados no prazo de cinco (5) dias, o juiz proferirá imediatamente a sentença, se julgar provadas as alegações do requerente. Se a prova não fôr suficiente, o juiz designará audiência para instrução e julgamento, e procederá de conformidade com o disposto nos arts. 267 a

6 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Lei 1.608/1939 Art Aberta a audiência, o perito fará um resumo do laudo, podendo o juiz, ex-officio ou a requerimento, pedir-lhe esclarecimentos. (...) Art Do ocorrido na audiência o escrivão lavrará no livro próprio, ditado pelo juiz, termo que conterá, em resumo, os esclarecimentos do perito, não constantes do laudo, os debates e requerimentos, bem como, por extenso, os despachos e a sentença. 6

7 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Lei 1.608/1939 Art Na perícia, para prova de fato que dependa de conhecimento especial, as partes poderão formular quesitos, nos cinco (5) dias seguintes à nomeação do perito, admitindo-se quesitos suplementares até a realização da diligência. 7

8 CÓDIGO CIVIL Lei /2002 Art Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio, o valor da sua quota, considerada pelo montante efetivamente realizado, liquidar-se-á, salvo disposição contratual em contrário, com base na situação patrimonial da sociedade, à data da resolução, verificada em balanço especialmente levantado. 8

9 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Apelação Cível / /03/2009 Relator Desembargador Francisco Loureiro Não parece apropriado a nomeação de liquidante, mas sim de perito habilitado para apurar os haveres. (cfr. Alfredo de Assis Neto, Direito de Empresa, Editora RT, pg.262). Conforme preleciona referido autor, "não havendo previsão contratual a respeito ou sendo ela lacônica, os haveres devem se apurados (liquidar-se-á a quota) 'com base na situação patrimonial da sociedade à data da resolução, verificada em balanço especialmente levantado'" 9

10 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Apelação Cível / /03/2009 Relator Desembargador Francisco Loureiro E prossegue, "O balanço, aí, não deve ser entendido como aquele elaborado segundo os dados contábeis no dia do rompimento do ajuste; difere do geral, não só em relação ao momento, mas também no modo de ser elaborado. Se há bens cujo preço tem conotação no mercado, esse será o valor a ser considerado, e não o que figura na escrituração. Se há bens imóveis e edificações, é necessário que sejam avaliados por um engenheiro ou, na sua projeção dinâmica, por um economista.." (op.cit. pg.260/1). 10

11 PROJETO DE LEI 3.667/2004 Redação Original Deputado Luiz Carlos Hauly Art Salvo previsão diversa no contrato social, em qualquer hipótese de resolução em relação a um de seus sócios, a sociedade procederá à apuração dos haveres nos termos do art e observados os critérios seguintes: I - O cálculo do valor patrimonial de quotas, para fins de reembolso, será feito com base no valor do patrimônio líquido da sociedade limitada apurado em balanço de determinação; II - No levantamento do balanço de determinação, considerar-se-ão os bens do ativo da sociedade pela estimativa de seus valores de mercado, incluindo os intangíveis suscetíveis de alienação, com o objetivo de calcular o valor do acervo que remanesceria caso a sociedade fosse dissolvida; III - O balanço de determinação produz efeitos exclusivamente societários e episódicos e não influencia a contabilidade ordinária da sociedade. 11

12 PROJETO DE LEI 3.667/2004 Redação Aprovada pelas CDEIC e CCJC da Câmara Art Salvo previsão diversa no contrato social, em qualquer hipótese de resolução em relação a um de seus sócios, a sociedade procederá à apuração dos haveres nos termos do art e observados os critérios seguintes: Parágrafo único. Para o exclusivo fim de reembolso das quotas do sócio excluído, o valor dos bens fungíveis ou infungíveis, dos direitos e das obrigações objeto do balanço especial a que se refere o art deste Código será obtido mediante avaliação pelo preço de mercado em vigor à época de sua apuração e levantamento. (NR) Alteração sob justificativa de que a substituição dos incisos I a III pelo parágrafo único acima não desnaturaria a intenção do texto original. PL foi ao Senado Federal para tramitação. 12

13 APURAÇÃO CONTÁBIL Limitações Normativas X VALORAÇÃO ECONÔMICA Amplitude e Abrangência 13

14 CASO CONCRETO Síntese - Desaparecimento da Affectio Societatis. - Ação de Dissolução Parcial da Sociedade, promovida em 1991 por sócio com 22% do capital integralizado. - Acolhida a pretensão, por sentença em Perícia de Engenharia para avaliação dos bens. - 2ª. Perícia de Engenharia por inconsistência da primeira. - Perícia Contábil para apuração do valor das cotas do sócioretirante. - 2ª. Perícia Contábil por inconsistência da primeira. 14

15 CONTRATO SOCIAL Cláusula IX A sociedade não se dissolve com a retirada ou falecimento de qualquer sócio, a qual continuará ativa com os sócios remanescentes, pagando ao sócio retirante ou aos herdeiros do sócio falecido seus haveres de acordo com as seguintes condições: a) Balanço patrimonial com a demonstração de resultados, acompanhado de um laudo de avaliação dos bens patrimoniais realizados por três peritos, nomeados pelas partes, levantados na data dos fatos; b) Os haveres devidos a quem de direito serão pagos pela sociedade em 24 prestações mensais e sucessivas, acrescidas de 12% ao ano e correção monetária com base na variação dos preços pela BTN, fluindo desde a data do fato até à data do efetivo pagamento (...) 15

16 CASO CONCRETO Pedido da Ação de Dissolução Parcial (...) direito de recesso do Requerente na empresa Co-Requerida X, mediante a Apuração de seus haveres, nas condições previstas na Cláusula IX da última Alteração Contratual por ele assinada, quais sejam: - Balanço real, com a atualização do ativo, tendo em vista os valores correntes de mercado; - Elaboração de Balanço de determinação, através de prova pericial técnico-contábil, a ser levantado no dia do fato, ou seja, o dia 7 de agosto de 1.990, para os seguintes fins: (i) a constatação objetiva do estado patrimonial da sociedade no mencionado dia, acrescido ao valor correspondente ao fundo de comércio, e (ii) a fixação do valor das quotas do Requerente; Ao valor das cotas do Requerente deverão ser acrescidos correção monetária com base na variação do IPC e juros de 12% ao ano. 16

17 CASO CONCRETO Sentença na Ação de Dissolução Parcial (...) julgo procedente a ação para determinar a apuração na forma do pedido, servindo de título executivo a homologação das perícias que hão de ser feitas 17

18 ROTEIRO ADOTADO PELO PERITO DO JUÍZO 1. Do objetivo dos trabalhos 2. Da sociedade objeto dos exames 3. Das atividades da empresa co-requerida 4. Do capital social da empresa co-requerida 5. Dos livros e documentos contábeis da empresa co-requerida examinados 6. Do balanço patrimonial da empresa co-requerida objeto dos exames periciais 7. Dos comentários em relação às principais contas contábeis examinadas 8. Do fundo de comércio contábil da empresa co-requerida 9. A avaliação contábil das quotas sociais da empresa co-requerida 10. Da avaliação contábil das quotas sociais do requerente na empresa co-requerida 11. Respostas aos quesitos das partes 12. Conclusões técnicas 18

19 1. DO OBJETIVO DOS TRABALHOS: O objetivo dos trabalhos periciais foi o de apurar os haveres do Requerente na empresa Co-Requerida XXX, em razão do pedido de recesso formulado pelo mesmo na inicial. 19

20 2. DA SOCIEDADE OBJETO DOS EXAMES: Trata-se de sociedade por quotas de responsabilidade limitada, cujos atos constitutivos foram arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP, em sessão de XX de outubro de 1.9XX, sob n.º XX.XXX.XXX.XXX (fls. 31 dos autos). 20

21 3. DAS ATIVIDADES DA EMPRESA CO-REQUERIDA.: De acordo com a Alteração do Contrato Social de 1º de outubro de 1.9XX (fls. 31/36 dos autos) a empresa Co-Requerida tem como objeto social a construção civil por conta própria e de terceiros, compra, venda, administração e locação de imóveis, transporte rodoviário de cargas e coletivo de passageiros, bem como a exploração do serviço de encomendas, de âmbito nacional e internacional e de turismo de superfície, previsto na legislação em vigor. 21

22 4. DO CAPITAL SOCIAL DA EMPRESA CO-REQUERIDA: De acordo com o que consta da mencionada Alteração Contratual, assim como dos registros contábeis, o Capital Social da empresa Co-Requerida à época do exercício do direito de recesso pelo Requerente (7 de agosto de 1.990) correspondia a Cr$ ,00, dividido em quotas sociais no valor nominal de Cr$ 1,00 (um cruzeiro) cada uma, assim distribuídas: Quotista Participação (%) XXX 63,00 YYY 22,00 WWW 13,00 ZZZ 1,00 KKK 1,00 Total 100,00 22

23 5. DOS LIVROS E DOCUMENTOS CONTÁBEIS DA EMPRESA CO-REQUERIDA : Nome do Livro Período Escrituração N.º do Livro Registro JUCESP Data do Registro Diário Geral Jan a Dez/86 03 XX.XXX 29/04/87 Diário Geral Jan a Jun/87 04 XX.XXX 21/04/88 Diário Geral Jul a Dez/87 05 XX.XXX 21/04/88 Diário Geral Jan a Jun/88 06 XX.XXX 28/04/89 Diário Geral Jul a Dez/88 07 XX.XXX 28/04/89 Diário Geral Jan a Dez/89 07 XX.XXX 14/05/90 Diário Geral Jan a Dez/90 08 XX.XXX 15/05/91 Razão Contábil Jan a Dez/90 Sem registro Correção Monetária do Balanço Dez/90 Sem registro 23

24 6. DO BALANÇO PATRIMONIAL DA EMPRESA CO- REQUERIDA: Tendo o Requerente exercido o seu direito de recesso através de Interpelação Judicial datada de 7 de agosto de (fls. 26/29 dos autos), adotou-se como data base dos trabalhos periciais o Balancete de Verificação juntado às fls. 294/300 dos autos de Carta de Sentença (em apenso), levantado em 31 de julho de 1.990, cujos saldos contábeis correspondem ao que consta do Razão Contábil apresentado pela empresa Co- Requerida. A partir desses dados a empresa Co-Requerida efetuou os ajustes explicitados às fls. 546/549 dos autos deste processo, bem como apurou o Balanço Especial na mencionada data base, transcrito abaixo: 24

25 Balanço e Demonstração de Resultados na última página 25

26 7. DOS COMENTÁRIOS EM RELAÇÃO ÀS PRINCIPAIS CONTAS CONTÁBEIS EXAMINADAS Examinando-se a contabilidade da empresa Co-Requerida, bem como os ajustes efetuados pela mesma no Balancete de Verificação levantado em 31 de julho de (explicitado às fls. 546/549 dos autos), apurou-se que: 26

27 7.1. ATIVO CIRCULANTE Nesse grupo o saldo de maior relevância diz respeito à conta contábil Aplicações Financeiras, representando 72% (setenta e dois por cento) do Ativo Circulante. Referem-se às aplicações realizadas pela empresa Co-Requerida nas modalidades Over Night e Fundo Nominativo. 27

28 7.1. ATIVO CIRCULANTE Conforme explicitado às fls. 547 dos autos deste processo, para atender ao regime contábil de competência a empresa Co- Requerida efetuou ajuste no Contas a Receber, correspondente aos aluguéis a vencer no mês de julho, os quais foram reconhecidos em sua contabilidade nas datas dos vencimentos (regime de caixa), num total de Cr$ ,35. Efetuou ainda um ajuste de Cr$ ,00, referente a aluguel do mês que não havia sido reconhecido na contabilidade. 28

29 7.2. ATIVO PERMANENTE / IMOBILIZADO Nesse grupo encontram-se registrados pelos valores de aquisição, corrigidos monetariamente e depreciados pelo método linear até 31 de julho de 1.990, os bens de propriedade da empresa Co- Requerida. Conforme explicitado às fls. 546/555 dos autos deste processo, a empresa Co-Requerida efetuou os seguintes ajustes nos saldos do Balancete de Verificação levantado em 31 de julho de 1.990: a) reconhecimento das despesas de depreciação e de amortização relativas ao período de janeiro a julho de 1.990, no importe de Cr$ ,34; 29

30 7.2. ATIVO PERMANENTE / IMOBILIZADO b) reconhecimento da correção monetária relativa ao período, no total de Cr$ ,99; c) baixas havidas no período, no total de Cr$ ,82; d) diferença entre a avaliação dos bens imóveis efetuado pelo Perito Engenheiro (fls. 974/1.885 e 2.713/2.777 dos autos de Carta de Sentença) e o valor contábil dos mesmos em 31 de julho de

31 7.3. PASSIVO CIRCULANTE Destacam-se nesse grupo de contas os seguintes ajustes efetuados pela empresa Co-Requerida: a) provisão para pagamento do 13º salário, de férias e dos respectivos encargos sociais, no total de Cr$ ,42, conforme demonstrado no Anexo 03 deste Laudo Pericial Contábil; b) foi efetuada uma provisão de taxa de corretagem, de 6% (seis por cento) sobre o valor dos imóveis reavaliados, totalizando Cr$ ,00; c) efetuou-se a provisão do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre os ganhos de capital originários da reavaliação dos imóveis da sociedade, num total de Cr$ ,00 31

32 7.3. PASSIVO CIRCULANTE Destacam-se nesse grupo de contas os seguintes ajustes efetuados pela empresa Co-Requerida: a) provisão para pagamento do 13º salário, de férias e dos respectivos encargos sociais, no total de Cr$ ,42 conforme demonstrado no Anexo 03 deste Laudo Pericial Contábil; b) foi efetuada uma provisão de taxa de corretagem, de 6% (seis por cento) sobre o valor dos imóveis reavaliados, totalizando Cr$ ,00; c) efetuou-se a provisão do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre os ganhos de capital originários da reavaliação dos imóveis da sociedade, num total de Cr$ ,00. 32

33 7.4. RECEITAS As receitas operacionais auferidas pela empresa Co-Requerida tiveram origem nas locações dos imóveis próprios. Destaca-se ainda em relação às receitas, os valores de Receitas Financeiras e Receitas não Operacionais (Venda de Bens Imóveis) DESPESAS As despesas incorridas no período encontram-se descritas às fls. 11 deste Laudo Pericial Contábil. 33

34 7.6. PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONTÁBIL O Patrimônio Líquido Contábil da empresa Co-Requerida corresponde àquele constante do Balanço Especial encerrado em 31 de julho de 1.990, transcrito abaixo: Descrição Cr$ Capital Social ,00 Reservas de Capital ,21 Outras Reservas ,48 Lucro Desapropriação ,51 Resultados Acumulados ,68 Lucro Líquido até 31/07/ ,11 Reserva Líquida de Ganhos de Capital ,28 Total do Patrimônio Líquido ,27 34

35 7.6. PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONTÁBIL Destaca-se a seguir a composição da conta contábil Reserva Líquida de Ganhos de Capital : Descrição Cr$ Valor dos imóveis reavaliados a preço de mercado Provisão para despesas de corretagem com a venda dos imóveis Provisão de IR e CSSL sobre os ganhos de capital na venda dos imóveis , , ,00 Total ,28 35

36 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Através da r. sentença de fls. 205/211 o MM. Juízo julgou... PROCEDENTE a ação para determinar a apuração na forma do pedido.... No item b do pedido constante da inicial (fls. 8 dos autos), consta que: b. Requer, assim, o Suplicante, a elaboração de balanço de determinação, através de prova pericial técnico-contábil, a ser levantado no dia do fato, ou seja, o dia 7de agosto de (conforme parágrafo 3, alíneas a e b da exordial da inclusa interpelação judicial), para os seguintes fins: I) a constatação objetiva do estado patrimonial da sociedade no mencionado dia, acrescido ao valor correspondente ao fundo de comércio, e II) a fixação do valor das quotas do Suplicante; 36

37 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Na r. sentença consta ainda expressamente que:... Por outro lado, retirando-se da sociedade, o autor pede o balanço, que há de ser feito com o emprego de métodos que conduzam ao real e efetivo valor do universo social, seja ele representado por bens materiais ou imateriais. E nisso se inclui, o patrimônio imóvel e o fundo de comércio, sendo a exclusão deste, como querem a sociedade e os sócios remanescentes, para não dizer bizonho ou imponderável, ao menos injustificável. (grifei) Contra essa sentença, inclusive a inclusão do Fundo de Comércio nos haveres do Requerente, apelaram os Requeridos, tendo o V. Acórdão de fls. 281/300 negado provimento. Os Embargos interpostos foram rejeitados (fls. 324/328 dos autos). O Recurso Extraordinário foi indeferido e o seguimento do Recurso Especial foi admitido, recebendo parcial provimento pelo Superior Tribunal de Justiça (fls. 406/427), em relação aos honorários advocatícios. 37

38 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA A avaliação do Fundo de Comércio Contábil é complexa, tendo em vista que não existe um critério único que se aplique a todas as empresas. Foram efetuadas pesquisas destinadas à avaliação do FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL, a ser considerada no cálculo da massa patrimonial (RT 217/557, RT 571/63, RF 265/231). No presente caso, foi adotado como critério para avaliar o Fundo de Comércio Contábil da empresa Co-Requerida, os resultados contábeis apurados em sua escrituração Mercantil e Contábil. 38

39 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Conceito: O "Fundo de Comércio" é designado como o conjunto de direitos de uma empresa, nos quais se computam e se integram, não somente o que se possa representar ou configurar materialmente, mas toda sorte de bens, mesmo os "não materiais" ou "intangíveis". Tanto os autores brasileiros, quanto os europeus e norte-americanos, sempre consideraram o "Fundo de Comércio", como sendo o "ALGO MAIS" de uma empresa. De fato, a empresa possui um valor financeiro/contábil, que está ligado aos princípios tradicionais do custo de aquisição. Por outro lado, quando cada item do acervo imobilizado é mensurado por seu valor corrente de mercado, a empresa passa a ter outra dimensão monetária patrimonial, sendo a soma algébrica desses itens, no caso, representativa do saldo líquido dos itens "materiais" e "intangíveis". 39

40 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Ademais, não é somente a soma individual de seus elementos patrimoniais, mesmo avaliados pelo seu valor corrente de mercado, que representa o Patrimônio Líquido da empresa, mas também o que ela é capaz em produzir lucros futuros, ou seja, o valor econômico de uma empresa é, também, aquele que diz respeito à sua capacidade de geração de recursos. Com efeito, o "ALGO MAIS" de uma empresa, não se encontra, inclusive, registrado em seus livros, pois é representado pelo seu nome, marca, qualidade dos seus produtos e/ou serviços prestados, "know-how" ou experiência na produção dos produtos ou serviços propostos em seu objeto social, clientela formada ao longo dos anos, tradição, ou quaisquer outras razões que a faça efetivamente capaz de gerar lucros futuros. 40

41 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Inegável e indiscutível que, possuindo tais "bens intangíveis", uma força atrativa na concretização dos negócios, existe o valor econômico que deve ser convertido em números, aliás, consoante ampla jurisprudência (RT 217/557, RT 571/63, RF 265/231). Na prática, a "conversão em números" a que nos referimos, acaba variando de julgador para julgador, pois depende de variáveis, tais como, expectativa de cada um quanto à economia como um todo, quanto ao desempenho da empresa e seu ramo de negócio no futuro, quanto às condições de funcionamento da mesma e, outros fatores que resultam em cálculos diferentes, de cada julgador. 41

42 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA O autor Fábio Bésta, em sua obra "La Reggionaria", Vol. II, pág. 422, definia: "O valor do aviamento de um negócio ou de uma empresa no seu conjunto é essencialmente igual ao valor atual de excesso de lucros que, na hipótese de uma administração normal, possam ser esperados de capitais investidos efetivamente no negócio ou empresa, sobre os lucros médios que costumam produzir capitais empregados com igual segurança em outros negócios ou empresas similares ou análogas, mas em condições comuns, não privilegiadas." 42

43 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Tais princípios, também foram esposados pelo eminente Prof. Eliseu Martins, em sua Tese de Doutoramento - "CONTRIBUIÇÃO À AVALIAÇÃO DO ATIVO INTANGÍVEL" sobre o mesmo assunto, apresentada na Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, Também, em trabalho elaborado pelos Engs. José Carlos Pellegrino e Fernando Guilherme Martins - "CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DO FUNDO DE COMÉRCIO", publicado em Abril de 1974 pelo Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia - IBAPE - págs. 92 e 93, está disposto: 43

44 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA "7.2 - Cálculo - Embora a jurisprudência seja fundamental na fixação das diretrizes gerais a adotar, a atribuição do Engenheiro de avaliação é a conversão desses conceitos abstratos em números. Por conseguinte, deve focalizar o fundo de comércio sob um prisma mercantilista, e sob este aspecto seria analisada a probabilidade de lucros futuros, tendo em vista os resultados passados. O estudioso Luiz Autuori, em sua obra Fundo de Comércio, ao comentar os métodos usados no Brasil, dá ênfase àquele preconizado por M. Botelho D'Abreu, o qual foi escolhido pelo Engenheiro Fernando Guilherme Martins para um ensaio sobre a matéria. É que D'Abreu alicerça o seu critério sobre fatos concretos, ou seja, o capital em função de uma capitalização normal. 44

45 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA No presente trabalho, adotar-se-á o princípio de M. Botelho D'Abreu, porém, com as seguintes alterações: a quantidade de anos dos ciclos futuros ; a taxa de juros. A primeira alteração refere-se aos ciclos futuros, a qual era acatada por Luiz Autuori, (cfe. obra citada, pág. 175). Também o Prof. Antônio Chaves, em seu parecer publicado na Revista dos Tribunais No. 405, opta pela redução, transcrevendo o critério de "Batardon": 45

46 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA "A estimativa do fundo de comércio é variável e sempre convencional, admitindo-se, geralmente, que pode ser representada por uma cifra igual a duas ou três vezes o benefício real que, por termo médio, se tenha obtido nos últimos anos". Todavia, estudos mais recentes revelam que a fórmula retroassinalada pode e deve ser aperfeiçoada. Com efeito, como os lucros prováveis são auferidos de forma continuada, sendo que o Fundo de Comércio será entendido como o montante atualizado (transposto para a época do laudo) dos prováveis lucros futuros. A última alteração, será a de utilizar como parâmetro da taxa de desconto a taxa SELIC de 31 de julho de 1.990, ou seja, 15,77% (quinze vírgula setenta e sete por cento). 46

47 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Apuração dos Resultados Líquidos médios da empresa Co- Requerida: Para calcular o Resultado Líquido médio, foram considerados os Resultados Contábeis constantes dos Balanços Patrimoniais da empresa Co-Requerida encerrados em 31 de dezembro dos anos de a 1.989, assim como na data base dos trabalhos periciais - 31 de julho de (Anexos 04 a 07 deste Laudo Pericial Contábil e fls. 550/551 dos autos). Esses resultados foram convertidos em quantidades de índice com base na Tabela Prática para Cálculo de Atualização dos Débitos Judiciais (Anexo 08 deste Laudo Pericial Contábil), cujos índices médios anuais estão demonstrados na planilha elaborada pela perícia juntada no Anexo 09, conforme demonstrado abaixo: 47

48 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Ano Moeda Resultado Líquido Índice (média do ano) Quantidade de Índices Cz$ ,04 107, , Cz$ ,43 315, , Cz$ , , , NCz$ ,00 22, , /07/1.990 Cr$ ,11 493, ,

49 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Com base nas quantidades acima, apurou-se o Resultado Líquido Contábil médio, conforme demonstrado abaixo: Ano Valores , , , , /07/ , Total de Índices ,4579 Média Mensal 2.324,0811 Média Anual ,

50 8. DO FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL DA EMPRESA CO- REQUERIDA Cálculo do Fundo de Comércio Contábil: Deste modo, apurou-se que o valor do Fundo do Comércio Contábil da empresa Co-Requerida em 31 de julho de 1.990, corresponde a Cr$ ,47, assim calculado: Fórmula VP = VF/(1+i) ^n Taxa SELIC (1) Anos Resultados Divisor Valor Presente Cr$ ,9732 1, , ,9732 1, , ,9732 1, , ,9732 1, , ,9732 2, ,7392 Total em índices ,8501 Índice em julho de , Total em Cr$ ,47 50

51 9. A AVALIAÇÃO CONTÁBIL DAS QUOTAS SOCIAIS DA EMPRESA CO-REQUERIDA De acordo com a análise técnica efetuada nos autos, bem como nos Livros e documentos contábeis examinados, apurou-se que a empresa Co-Requerida, apresenta: 9.1. PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONTÁBIL: Conforme consta do Balanço Especial (fls. 10 deste Laudo), já considerados os ajustes contábeis referente a reavaliação dos bens imóveis, em 31 de julho de o Patrimônio Líquido Contábil da Empresa Co-Requerida corresponde a Cr$ ,27. 51

52 9. A AVALIAÇÃO CONTÁBIL DAS QUOTAS SOCIAIS DA EMPRESA CO-REQUERIDA 9.2. FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL: Conforme explicitado às fls. 16/22 deste Laudo, o Fundo de Comércio Contábil em 31 de julho de 1.990, corresponde a Cr$ ,47. Ante o acima exposto, o valor contábil da empresa Co-Requerida, em 31 de julho de 1.990, corresponde a Cr$ ,74, assim calculado: Referência Valor em Cr$ Patrim ônio Líquido Contábil ,27 Fundo de Comércio Contábil ,47 Total Apurado ,74 52

53 9. A AVALIAÇÃO CONTÁBIL DAS QUOTAS SOCIAIS DA EMPRESA CO-REQUERIDA 9.2. FUNDO DE COMÉRCIO CONTÁBIL: Conforme explicitado às fls. 16/22 deste Laudo, o Fundo de Comércio Contábil em 31 de julho de 1.990, corresponde a Cr$ ,47. Ante o acima exposto, o valor contábil da empresa Co-Requerida, em 31 de julho de 1.990, corresponde a Cr$ ,74, assim calculado: Referência Valor em Cr$ Patrim ônio Líquido Contábil ,27 Fundo de Comércio Contábil ,47 Total Apurado ,74 53

54 QUESITO 6 DA SÉRIE DO REQUERENTE Pede-se sejam calculados os juros de 12% a.a. sobre o valor atualizado, desde a data-base até a entrega do laudo (vide quesito n. 8). Inicialmente, apurou-se que a citação ocorreu em 23 de outubro de (fls. 52 dos autos). Por outro lado, a data-base das apurações periciais, corresponde a 31 de julho de (último índice de atualização). Portanto, a quantidade de dias corresponde a Deste modo, apurou-se que os juros correspondem a 88,68% (oitenta e oito vírgula sessenta e oito por cento), conforme demonstrado abaixo: Data da citação 23/10/1.990 Data dos cálculos 31/07/2005 Quantidade de dias Juros (6% / 365 x 5.395) 88,68% 54

55 QUESITO 6 DA SÉRIE DO REQUERENTE Pede-se sejam calculados os juros de 12% a.a. sobre o valor atualizado, desde a data-base até a entrega do laudo (vide quesito n. 8). Aplicando-se essa taxa sobre o valor da participação do Requerente na empresa Co-Requerida atualizado até julho de (fls. 24 deste Laudo), apurou-se que o valor dos juros corresponde a R$ ,43, assim calculado: Referência Participação do Requerente R$ ,89 Taxa de juros apurada 88,68% Valor dos juros apurado R$ ,43 55

56 CONCLUSÕES TÉCNICAS DO PERITO DO JUÍZO De acordo com os exames periciais efetuados, apurou-se que o valor contábil das quotas sociais do Requerente na empresa Co- Requerida XXX, atualizado até julho de 2.005, com base na Tabela Prática para Cálculo de Atualização dos Débitos Judiciais (Anexo 08 deste Laudo), corresponde a: R$ ,32, assim calculado: Referência R$ Participação do Requerente cf. fls. 24 deste Laudo ,89 Juros cf. fls. 31 deste Laudo ,43 Total ,32 56

57 PARECER DO ASSISTENTE TÉCNICO DO REQUERENTE Do mais evidente para o mais dissimulado, o primeiro dos equívocos do sr. Perito foi aplicar juros de 6% ao ano sobre os valores devidos pelos Requeridos, quando o pedido inicial, ratificado pela sentença, mencionava 12% ao ano e igualmente o quesito 6 dos Requerentes, fls ( Pede-se sejam calculados os juros de 12% a.a. sobre o valor atualizado, desde a data-base até a entrega do laudo ), ao qual o sr. Perito ofereceu como resposta R$ ,43. Mesmo que admitidos os valores calculados pelo Sr. Perito a título de participação dos Requerentes no patrimônio e fundo de comércio e o termo inicial de contagem de juros, com os quais este Assistente não concorda e que só admite para a presente hipótese, como será demonstrado adiante, os juros devidos seriam equivalentes a R$ ,85, isto é, a prevalecer o cálculo do sr. Perito, os Requerentes seriam prejudicados em R$ ,42, valores sempre em julho/

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