PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS (IPECON) WERLEY DELFINO SILVA HOLDING ÊNFASE EM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS (IPECON) WERLEY DELFINO SILVA HOLDING ÊNFASE EM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO GOIÂNIA 2011

2 WERLEY DELFINO SILVA HOLDING ÊNFASE EM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO (IPECON) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Pós-Graduação em Auditoria e Gestão de Tributos, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, com o requisito à obtenção de especialista em tributos. Orientador (Teórico): Prof. Marciel Augusto R. Lima Orientadora (Metodologia Cientifica): Msc. Ivone Felix de Sousa GOIÂNIA 2011

3 Resumo: HOLDING - ÊNFASE EM PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Werley Delfino Silva ¹ Orientador (Teórico): Prof.Marciel Augusto R. Lima Orientadora (Metodologia Cientifica): Msc. Ivone Félix de Sousa Pos Graduação Auditoria e Gestão de Tributos Ipecon/Universidade Pontifícia de Goiás O objetivo deste trabalho é desenvolver uma breve contextualização sobre as vantagens tributarias em constituir uma empresa com atividade econômica holding que opta pela tributação baseada no lucro presumido e seus administrados pelo lucro real. Através de um planejamento tributário, visa-se à minimização da carga tributaria o que deve refletir positivamente nos resultados da empresa. Este estudo irá demonstrar e comprovar os benefícios que um correto enquadramento no regime tributário pode representar em uma gestão empresarial e que visa promover a difusão de procedimentos amparados por lei, que venham a auxiliar os profissionais a ampliar suas possibilidades de redução no recolhimento de seus tributos, através de informações teóricas e praticas no qual será apresentado. Palavras Chaves: Holding. Planejamento Tributário. Controladora. Regime Tributário. Abstract: The objective of this work is to develop a brief background on the tax advantages to set up a holding company with economic activity that opts for taxation based on their estimated profit and run by real profit. Through a tax planning aims to minimize the tax burden which should reflect positively on company results. This study will demonstrate and prove the benefits that a proper framework in the tax regime could present a business management and to promote the diffusion of procedures supported by law, which will help professional increase their chances of reduction in their tax collection through theoretical and practical information on which will be presented. Empresários com conhecimentos consideráveis se deram conta da importância de bons profissionais pra cuidarem da parte tributária da empresa exigindo de maneira transparente a aplicação da elisão fiscal. A prática de constituição de holding no estado de Goiás ficou mais conhecida há pouco tempo, pelo motivo de migração de grandes empresas e grupos econômicos, pois assim

4 profissionais da área contábil e tributaria começaram a estudar de maneira aprofundada sobre a atividade e viram que de maneira inteligente seria possível blindar o patrimônio das empresas juntamente com uma redução da carga tributária da empresa. Este estudo tem objetivo em demonstrar de maneira pratica e clara a constituição da atividade supracitada juntamente com um perfeito planejamento tributário, visando minimizar a carga tributaria aplicada nas empresas e alcançando assim melhores resultados econômicos. O planejamento tributário tornou-se indispensável e meio de sobrevivência no mercado para as empresas, pois a legislação tributaria de maneira extensa e complexa castiga os profissionais arduamente ficando quase que impossível acompanhar as divulgações de leis, medidas provisórias, decretos, resoluções, outros. Porem de maneira aplicada os profissionais estão sendo mais valorizados pelos empresários por saber que o planejamento tributário pode salvar a empresa da falência. A partir dessa dissertativa será demonstrado de maneira teórica e pratico que através de um planejamento tributário e pegando como foco principal a constituição de uma empresa holding como atividade econômica é possível minimizar de maneira considerável a carga tributaria das empresas. 1. Definição: A expressão holding é de origem inglesa, formada a partir do prefixo hold que entre outros significa controlar, segurar, manter, guardar. Observa-se que a expressão holding não é uma espécie societária, mas uma característica da sociedade em si, que é criada para ser a controladora, administradora das suas controladas, constituída com o objeto de participar de outras sociedades como sócia ou acionista. Companhia holding é uma sociedade juridicamente independente que tem por finalidade adquirir e manter ações de outras sociedades, juridicamente independentes, com o objetivo de controlá-las, sem com isso praticar atividade comercial ou industrial. (Oscar Hardy). A holding tem como fontes de receitas: Alugueis de bens moveis e imóveis Juros s/ empréstimos para outras empresas do grupo, chamado contrato de mutuo. Repasse de financiamentos Comissões Prestação de serviços as demais empresas do grupo, tais como: o Serviços administrativos o Serviços financeiros o Serviços técnicos de contabilidade

5 o Serviços técnicos de informática o Administração de pessoal o Serviços de Marketing o Serviços de Publicidade o Serviços de auditoria interna o Controles gerenciais o Outras de acordo com atividade da holding. 2. Fundamentação Legal: Conforme a lei 6.404/1976 no Art. 2º, 3º, fala que pode ser objeto da companhia qualquer empresa de fim lucrativo e que a companhia pode ter por objeto participar de outras sociedades; ainda que não prevista no estatuto, a participação é facultada como meio de realizar o objeto social, ou para beneficiar-se de incentivos fiscais. Apesar de constar na lei das S/A, isso não impede que as sociedades holding se constituam na forma de sociedade por quotas de responsabilidade limitada ou de outros tipos societários, pois como já supracitado, a expressão holding não é uma espécie societária, mas uma característica da sociedade em si. Para melhor compreensão a lei 6.404/76 no Art. 243, 1º ao 5º vem contemplar sobre a figura das empresas coligadas, controladas e controladoras em relação ao controle societário. Sociedade controladora (holding): é aquela que "diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócios que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores" da sociedade controlada (subsidiária); Sociedade controlada (subsidiária): é aquela "na qual a controladora, diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores"; Sociedades coligadas: "são coligadas as sociedades quando uma participa, com 10% (dez por cento) ou mais, do capital da outra, sem controlá-la". Tem-se ainda: É de simples participação a sociedade de cujo capital outra sociedade possua menos de 10% (dez por cento) do capital com direito de voto (Art do CC/2002). Nestas não há preocupação de controle, mas apenas de investimento.

6 3. Espécies de Holding No âmbito geral as holding são classificadas como: a) Holding Pura: Quando no seu objeto social conste como atividade principal e preponderante somente a participação em outras sociedades em prol de administrá-las, sendo a sua principal receita representada por lucros ou dividendos ou resultado positivo de investimentos pela equivalência patrimonial. b) Holding Mista: Quando participa de outras empresas em prol de administrá-las e que exerça também atividade empresarial para obtenção de receitas, como exemplo aluguel de moveis e imóveis. De acordo com as necessidades empresarias e como foco no planejamento tributário é a mais usada. A doutrina aponta, ainda, outras classificações para as empresas holding, tais como: holding administrativa, holding de controle, holding de participação, holding familiar (a mais usada), etc. Conforme supracitado a holding familiar é a mais usada, pois tem utilidade na concentração patrimonial e facilita a sucessão hereditária e a administração dos bens e garante uma maior facilidade na continuidade sucessória. Será usado no caso pratico holding mista, onde a receita de aluguel que segue a baixo é referente a 20% do total da receita da empresa, pois sua principal atividade é de comercio atacadista de produtos alimentícios em geral (C.N.A.E ). 4. Definição do Tipo de Sociedade Limitada ou Anônima. É de suma relevância que o tipo societário seja bastante estudado para sua definição, pois precisa ser definido os reais objetivos da empresa a serem alcançados pela holding. Atividade Limitada é a mais usada e adequada, pois impede que terceiros não desejados façam parte da sociedade da empresa. Partindo para o planejamento, alem da impedição de estranhos na sociedade, a constituição de uma empresa limitada é dotada de maior simplicidade e menor custo para registro na junta comercial e que não tem a obrigação de divulgação de balanço acarretando mais custos pela empresa. 5. Escolha do Regime Tributário: Lucro Presumido Lucro Real

7 Simples Nacional De acordo com o objetivo que é o planejamento tributário, o mais usado e adequado é pelo regime Lucro Presumido por acarretar uma carga tributaria menor. As empresas holding não podem optar pela tributação Simples Nacional de acordo com a LC 123, de 14 de Dezembro de 2006, pois uma empresa do regime tributário Simples Nacional não pode participar do capital de outra empresa, conforme abaixo: QUEM ESTÁ IMPEDIDO DE OPTAR PELO SIMPLES NACIONAL As Microempresas (ME) ou as Empresas de Pequeno Porte (lista atualizada em função) da Lei Complementar nº 128 de : que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior, receita bruta superior a R$ ,00; de cujo capital participe outra pessoa jurídica; que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de , desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00; cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de , desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00; cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00; constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; que participe do capital de outra pessoa jurídica; que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores;

8 constituída sob a forma de sociedade por ações; que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); que tenha sócio domiciliado no exterior; de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; para os fatos geradores até 31 de dezembro de 2008, que preste serviço de comunicação; que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; que exerça atividade de importação de combustíveis; que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: o cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; bebidas a seguir descritas: o alcoólicas; o refrigerantes, inclusive águas saborizadas gaseificadas; o preparações compostas, não alcoólicas (extratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante, com capacidade de diluição de até 10 partes da bebida para cada parte do concentrado; o cervejas sem álcool; que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios; que realize cessão ou locação de mão-de-obra;

9 que realize atividade de consultoria; que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; e que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS. 6. Obrigações Acessórias A Partir de Abril/2010 obrigatoriedade do Certificado Digital Escrituração Contábil Completa Apresentação das declarações DIPJ, DACON e DCTF DIMOB, conforme IN Nº 694/ Exemplos de CNAE para constituição C.N.A.E /00: Gestão de participações societárias Holding; C.N.A.E /02: Administração de imóveis próprios e aluguel; C.N.A.E /01: Compra e venda de imóveis próprios; C.N.A.E : Fundos de aplicações financeiras. 8 - Casos Práticos Depois de conhecer a teoria da constituição de uma holding, será abordado agora alguns casos práticos para melhor fixar o entendimento e as vantagens de constituição de uma holding. 8.1 Economia Tributaria - IRPJ e CSLL Parte-se então que uma empresa Holding (Regime Tributação Lucro Presumido) tenha efetuado um contrato trimestral de aluguel de um imóvel para as empresas A, B e C (Regime Tributação Lucro Real) nos valores R$ ,00, R$ ,00 e R$ ,00 respectivamente. Imóveis esses que pertenciam as próprias empresas, porem fora integralizados na holding via integralização de capital. 8.2 Alíquotas IRPJ e CSLL Lucro Presumido Lei 9.249, De 26 de Dezembro de 1995, Art. 3º Lucro Real

10 Lei 9.249, De 26 de Dezembro de 1995, Art. 3º HOLDING: Capital Integralizado pelas empresas A, B e C no valor total de R$ ,00 EMPRESA A: Integralização no capital da holding, um imóvel no valor de R$ ,00 EMPRESA B: Integralização no capital da holding, um imóvel no valor de R$ ,00 EMPRESA C: Integralização no capital da holding, um imóvel no valor de R$ ,00 Holding - Calculo do IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. Holding Receita C/ Aluguel R$ ,00 PIS 1.462,50 COFINS 6.750,00 IRPJ ,00 CSLL 6.480,00 TOTAL ,50 Nota: Com a Receita de Aluguel de R$ ,00 irá pagar um total de R$ ,50 de tributos federais. Porém, no valor do IRPJ está embutido o valor do adicional de 10%, sendo o mesmo calculado sobre o faturamento trimestral excedente a R$ ,00, conforme Art. 3º, 1º da Lei Nº , de 26 de Dezembro de Importante salientar que no total de R$ ,50, foi calculado os valores de PIS e COFINS, o que demonstra que mesmo com os dois tributos é muito compensatório o planejamento tributário via holding, conforme será demonstrado no decorrer dos exercícios práticos. Empresa A Dedução do Aluguel

11 Despesa C/ Aluguel R$ ,00 IRPJ ,00 CSLL 4.500,00 TOTAL ,00 Nota: Com as Despesas de Aluguel no valor de R$ ,00, a empresa pagará a menos de tributos R$ ,00 de IR e CS, pois a despesa é dedutível de ambos os tributos. (15% de IRPJ, 10% Adicional e 9% CSLL). Empresa B Dedução do Aluguel Despesa C/ Aluguel R$ ,00 IRPJ ,00 CSLL 6.750,00 TOTAL ,00 Nota: Com as Despesas de Aluguel no valor de R$ ,00, a empresa pagará a menos de tributos R$ ,00 de IR e CS, pois a despesa é dedutível de ambos os tributos. (15% de IRPJ, 10% Adicional e 9% CSLL). Empresa C Dedução do Aluguel Despesa C/ Aluguel R$ ,00 IRPJ ,00 CSLL 9.000,00 TOTAL ,00 Nota: Com as Despesas de Aluguel no valor de R$ ,00 a empresa pagará a menos de tributos R$ ,00 de IR e CS, pois a despesa é dedutível de ambos os tributos. (15% de IRPJ, 10% Adicional e 9% CSLL) Nota de Economia: Com a receita de aluguel de R$ ,00 a holding pagou R$ ,50 de tributos federais (PIS, COFINS, IRPJ e CSLL), porem as empresas locatárias dos imóveis economizaram de IRPJ e CSLL ao deduzir a despesa com aluguel R$ ,00.

12 Pode-se dizer então que ao confrontar as tributações da Holding x Empresas A, B e C foi economizado R$ ,50 de tributos federais em 3 apenas (três) meses de contrato. Você deve estar se perguntando por qual motivo a empresa A, B e C não apropriaram o credito de PIS e COFINS S/ Aluguel, resposta esta que vira logo a baixo no item PIS e COFINS Sobre as receitas de aluguel incidem mensalmente o PIS e a COFINS, sendo importante dizer que a locação de bens fazendo ou não parte objetivo social da holding incidirá os tributos. Mas que no estudo elas são receitas de acordo com atividade da empresa que é atacadista, administração das empresas e receitas com aluguel, sendo receita preponderante a receita de comercio atacadista conforme supracitado. Ao retornar ao calculo prático onde a empresa Holding (Regime Tributação Lucro Presumido) calculou os valores do PIS e da COFINS. Porem é importante perguntar, por qual motivo as empresas A, B e C não apropriaram o credito de PIS e COFINS conforme Lei de 2003, Art. 3º, IV e Lei de 2002, Art. 3º, IV O motivo da não apropriação do credito, pois conforme Art. 31, 3º da Lei Nº , de 30 de Abril de 2004, é vedado o desconto de créditos relativos a alugueis de imóveis que já tenham integrado o patrimônio da empresa jurídica. Ou seja, os bens eram das Empresas A, B e C, sendo assim não é permitida a apropriação. Então pode se dizer que, se os imóveis forem da própria holding poderia apropriar os créditos normalmente conforme fundamentação supracitada o que daria um credito de PIS R$ 3.712,50 e COFINS R$ , Alíquotas PIS e COFINS Lucro Presumido o PIS 0,65% o COFINS 3% Lei 9.718, de 27 de Novembro de 1998, Art. 4º, IV. Lucro Real o PIS 1,65% o COFINS 7,6% Lei de 2003 e Lei de 2002, Art. 2º. 8.4 Integralização de capital em bens por pessoa física

13 As pessoas físicas são permitidas a transferir a pessoa jurídica como forma de integralização de capital, bens e direitos pelo valor constante em sua declaração de bens (DIRPF) ou se preferir pelo valor de mercado, não deixando de observar as seguintes questões: o Se a pessoa física preferir efetuar a entrega pelo valor constante na sua declaração de bens, com isso a pessoa física na seguinte declaração deverá lançar na declaração as ações ou quotas subscritas pelo mesmo valor dos bens. o Se a transferência dos bens se fizer pelo valor de mercado e o mesmo for maior que o constante em sua declaração de bens, a diferença será tributável como ganho de capital a alíquota de 15%. 8.5 Planejamento Sucessório Por mais afinidades que os seus filhos possam ter entre si, é fácil reconhecer muitas diferenças entre eles. Se você tem negócios, vai perceber que um de seus filhos já começa a interessar mais pelos negócios da família. No entanto os outros não têm tanto interesse assim e podem seguir para profissões diferentes. O importante é que todos são seus filhos, e como tais, são seus herdeiros e terão direito a parte do seu patrimônio no momento da sucessão, quando você vier a óbito. Mas, diante de perfis tão diferentes, como preservar o controle dos negócios da família quando esse fato ocorrer, sem correr o risco que os herdeiros de menor preparo para os negócios levem a falência a empresa? Com essa preocupação que entra a figura da holding enfatizando o planejamento sucessório. Apresenta-se como medida preventiva e econômica, com o objetivo de ser processada a antecipação da legítima conforme Art. 121 do RIR/99, o controlador doará aos herdeiros as suas quotas da holding, destacando em contrato a clausula de usufruto vitalício em favor do doador, alem das clausulas de impenhorabilidade, incomunicabilidade e inalienabilidade. Importante destacar que mesmo que os filhos sejam herdeiros da empresa, poderá atribuir poderes de voto ao mais(s) conhecedor (es) dos negócios da empresa. Porem é importante resguardar direitos dos menos conhecedores também, podendo estabelecer apenas proventos dos negócios sem participarem da administração efetiva da empresa. Para a doação ficar segurada é importante que seja tomada algumas precauções, como: o Deverá ser estabelecida clausula de usufruto vitalício para o doador, a fim de preservar sua subsistência, bem como preservar seu poder de decisão nos negócios;

14 o A doação não pode reduzir o doador ao estado de insolvência, o que causaria prejuízo aos seus credores, que poderiam promover a anulação do contrato de doação; o Estipular clausula de: Inalienabilidade Impedindo que o herdeiro necessário disponha desses bens; Impenhorabilidade Os bens não serão garantia das dividas assumidas pelos herdeiros, no entanto a holding continuará com suas devidas obrigações assumidas; Incomunicabilidade Os bens não serão em comuns em razão de posterior casamento dos herdeiros necessários. O planejamento sucessório quando utilizado para transmissão da herança em vida por parte do empreendedor/doador, tem como uma das principais funções a eliminação da carga tributaria que normalmente incide da abertura da sucessão através de morte. Tem também como objetivo a perpetuação do patrimônio da família e que mais importante ainda é que a sucessão deve ser passada gradativamente. Não se pode esquecer que a doação é fato gerador do ITCD conforme Art. 72 da Lei de 26 de Dezembro de Economia tributária com o planejamento sucessório ITBI 3,5% Não incide quando efetuada via integralização de capital com bens ou direitos. Imposto de competência municipal (Art. 156, II, CF/88). A tributação sobre a transmissão de bens e direitos foi alterada a partir da constituição federal de Sua incidência foi ampliada, passando abranger alem dos bens moveis e direito a eles relativos, também dos bens moveis, títulos e créditos. A CF/88 estipulou que o ITCD (Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis ou Doação) competiria aos Estados e Distrito Federal no Art. 155, I. Enquanto os municípios ficariam com o ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Inter-Vivos) no seu Art Em resumo, o ITBI não incide sobre a transmissão dos bens ou direitos quando incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica, ou quando decorrente de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoas jurídicas.

15 Conforme supracitado, a receita preponderante não é de aluguel, pois representa apenas 20% da receita total da empresa, ou seja, não enquadra no Art. 37 do CTN, sendo assim não há incidência do tributo em discussão ITCD 4% - O ITCD é um imposto Estadual devido por pessoa física ou jurídica que receber bens ou direitos por causa mortis ou doação, conforme Art. 72 da Lei de 26 de Dezembro de Conforme citado no item 8.5, umas das questões que podem fazer com que o empresário mude de idéia em relação à transmissão das cotas de capital da empresa holding para os herdeiros em vida, é a questão desse tributo em estudo, pois com a doação das cotas de capital a holding parará de 2% a 4% sobre o valor da doação, no nosso exemplo 4%. Porem tudo é possível com um bom planejamento, pois como foi dito a cima, a sucessão deve ser feita gradativa, ou seja, em etapas. Uma das maneiras de aliviar a tributação é cedendo aos herdeiros uma cota de capital pequena, como exemplo 1%, para que a incidência de imediato não seja tão onerosa, pois se pegarmos os valores dos bens que foram utilizados como exemplo e aplicarmos a alíquota de 4% o valor a pagar seria exorbitante. Por isso, nesse caso tem que haver muita cautela e estudo, para que não faça algo errado e acabe colocando a vida da empresa em perigo. Mas no caso de planejamento sucessório entraria mais na parte de holding familiar, proteção patrimonial, onde deve ser abordado um tema especifico para maiores estudos e apreciações IRRF 15% - Ganho de Capital Conforme apresentado, se a transferência dos bens se fizer pelo valor de mercado e o mesmo for maior que o constante em sua declaração de bens, a diferença será tributável como ganho de capital a alíquota de 15%. Estão sujeitos ao pagamento do Imposto de Renda as pessoas físicas que auferirem ganhos de capital em decorrência de: a) alienação de bens ou direitos de qualquer natureza, inclusive na alienação de participações societárias, ações e outros ativos financeiros fora dos pregões de bolsas de valores; b) alienação de bens ou direitos localizados no Exterior, quando o alienante for residente ou domiciliado no Brasil; c) alienação, por residentes ou domiciliados no Exterior, de bens ou direitos localizados no Brasil;

16 d) operações que importem alienação, a qualquer título, de bens ou direitos ou cessão ou promessa de cessão de direitos à sua aquisição, tais como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, desapropriação, dação em pagamento, doação, procuração em causa própria, promessa de compra e venda, cessão de direitos ou promessa de cessão de direitos e contratos afins que importem em transmissão de bens ou direitos; e) transferência de direito de propriedade de bens e direitos, por sucessão, a partir de , a herdeiros, meeiros, legatário ou donatários como adiantamento da legítima, bem como a cada cônjuge, na hipótese de dissolução da sociedade conjugal, ou da unidade familiar, quando o sucessor optar pela inclusão dos referidos bens e direitos na sua declaração de rendimentos, por valor superior àquele pelo qual constavam na declaração do de cujus, do doador ou do cônjuge declarante, antes da dissolução da sociedade conjugal ou da unidade familiar Taxa Judiciária 1% Não incidência em razão da antecipação da sucessão, evitando a propositura da ação judicial de inventário Honorários Advocatícios Alem das economias tributarias que terá com a criação de uma holding em relação despesas destacadas nos itens 8.4 e 8.5, estará economizando também os honorários advocatícios que podem variar de 10% a 20% sobre o montante do espolio, valor esse de bastante relevância dependendo dos valores dos bens. 9 - Agora que já foram esboçados os atributos de uma holding, segue alguns pontos relevantes para criação de uma holding: A criação de uma holding é de suma importância, para o aspecto de aproveitamento dos incentivos fiscais na tributação dos rendimentos dos bens particulares como pessoa jurídica, a exemplo: Recebimentos de alugueres, lucros e dividendos, juros, transferência de bens; Concentrar o patrimônio familiar para facilitar a gestão coletiva disciplinando a participação de cada membro da família, evitando a contaminação de eventuais conflitos familiares no ambiente das empresas em face da despersonalização proporcionada pela formação da pessoa jurídica; Facilitar a sucessão hereditária especialmente em relação ao tormentoso processo judicial de inventario que além de tornar extremamente lenta a partilha e com isso refletir negativamente no desenvolvimento das empresas, sendo mais caro.

17 o Quando os pais conferem todo o patrimônio à empresa, pode ocorrer a doação das quotas ou ações em favor dos sucessores, com reserva de usufruto, que elimina a necessidade de inventario ou partilha; o Essa doação pode ser feita com clausulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade que protegem o patrimônio dos sucessores em face de casamentos, dividas futuras e prodigalidade; Evitar que sucessores não desejados pelos sócios ingressem na sociedade, através de clausula contratual prevendo a indenização do respectivo quinhão em condições mais favorecidas. Os lucros e dividendos recebidos através da pessoa jurídica isentos de imposto de renda e contribuições que já fora tributados na empresa investida (Art. 379, 1º do Decreto Nº /1999); Recebimento de alugueres que serão tributados com carga máxima de 11,33% como lucro presumido, enquanto por outro lado pagaria 27,5% de imposto de renda pessoa física. Recebimento referente a serviços prestados de administração, contabilidade, financeiro, RH, outros. Pelo regime de tributação lucro presumido com carga máxima de 11,33% mais o adicional de 10% caso incida (no caso pratico esboçado incidiu sobre uma base de calculo de R$ ,00), enquanto pessoa física 27,5% de imposto de renda pessoa física. Procura dar uma melhor administração de bens moveis e imóveis, visando principalmente resguardar o patrimônio da operadora, finalidade hoje muito procurada para evitar conflitos sucessórios. Sob o aspecto societário, os objetivos podem ser descritos como, crescimento do grupo, planejamento e controle, administração de todos os investimentos, aumento de vendas, gerenciamento de interesses societários internos. Outros. 10 Desvantagens de criação empresa holding. Falou-se muito em vantagens, mas não se pode esquecer as desvantagens na criação de uma holding, vejam algumas: Tributação de ganho de capital na venda de participações;

18 Tributação do ITCD conforme explicado anteriormente, caso efetua a doação das cotas de capital para os herdeiros para efeito de planejamento sucessório; Centralização excessiva de poderes na holding, que pode incomodar os acionistas minoritários (sendo S/A); CONCLUSÃO: Ao longo do trabalho, a preocupação foi demonstrar as vantagens em constituição de uma holding para redução da carga tributária, a criação de uma holding é bastante relevante, pois conforme exemplo praticado no item 8.21 foi possível economizar R$ ,50 em tributos com o aluguel dos bens em apenas 03 (três) meses de contrato, ou seja, se estendesse no período de um ano teria uma economia de R$ ,00, valor esse que pode ser aplicado na própria empresa e não estaria nas mãos do erário. Pense então em um período de 10 anos estará economizando R$ ,00, em 20 anos estará economizando R$ ,00, pois a holding é criada para gerações. Não foi o principal foco, mas não se pode deixar de destacar o planejamento sucessório, onde a principal atividade é a preservação do patrimônio pessoal e a facilidade quanto à sucessão dos sócios quando o patriarca da família vier a óbito, não sendo necessário realizar inventário para sucessão, processo moroso e desembolsos financeiros consideráveis. Na questão do planejamento sucessório foi destacada a questão do ITCD que é de grande relevância, pois o mesmo há uma incidência alta na carga tributaria por isso os tributaristas deve atentar-se a essa questão. Diante de todo o exposto, têm-se as vantagens e desvantagens na constituição de uma holding. No entanto não existe uma formula pronta para esse tipo de planejamento, por isso deve-se fazer um estudo impar para cada empresa levando-se em conta a situação patrimonial, empresarial e a intenção dos patriarcas, tendo em vista a continuidade perene da empresa. REFERÊNCIAS Teixeira, Paulo Henrique. Blindagem Fiscal e Contábil. Portal Tributário e Maph Editora Disponível em: <www.portaltributario.com.br>.

19 Imposto de Renda e Legislação Societária: IR/CS/COFINS/PIS/Sociedade Anônima/ Sociedade limitada São Paulo: Boletim IOB Thomson, Maio/2011 (Manual de Procedimentos). TEIXEIRA, João Alberto Borges. Tipo Societário e Seu Regime Tributário. São Paulo: 2010, p. Maio de Disponível em: xzz1mf3i1qpg. Acesso em 13 Maio 2011 BRASIL. Constituição Federal de Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: BRASIL. Lei 6.404, de 15 de Dezembro de Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: BRASIL. Código Civil, de 10 de Janeiro d Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: BRASIL. LC nº 123, de 14 de Dezembro de Site Receita Federal. Disponível em: BRASIL. Lei nº 9.249, de 26 de Dezembro de Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: BRASIL. Lei nº , de 29 de Dezembro de Site Receita Federal, D.O.U de 30/12/2003. Disponível em: BRASIL. Lei nº , de 30 de Dezembro de Site Receita Federal, D.O.U de 21/12/2002. Disponível em: BRASIL. Lei nº , de 30 de Abril de Site Receita Federal, D.O.U de 30/04/2004. Disponível em: BRASIL. Lei nº 9.718, de 27 de Novembro de Site Receita Federal, D.O.U de 28/11/98. Disponível em:

20 BRASIL. Decreto nº 3.000, de 26 de Março de Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de Outubro de 1966 (CTN). Site Receita Federal. Disponível em:

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