IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

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1 FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO RUBENS JOSÉ DE SOUZA IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL BRASÍLIA 2007

2 RUBENS JOSÉ DE SOUZA IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Tecnologia em Segurança da Informação do Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, como requisito parcial à obtenção do título de Tecnólogo em Segurança da Informação. Área de concentração: Tecnologia em Segurança da Informação. Orientador: Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra BRASÍLIA 2007

3 SOUZA, Rubens José. Implementação de servidor web seguro com windows server 2003 para a Caixa Econômia Federal / Rubens José de Souza ; Professor orientador Cid Bendahan Coelho Cintra. Guará : [s. n.], f; il. Monografia (Graduação em Tecnologia em Segurança da Informação) Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, 2007 I. Cintra, Cid Bendahan Coelho. II. Segurança da informação. III. Intranet.

4 FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO RUBENS JOSÉ DE SOUZA Trabalho de Conclusão de Curso intitulado Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal, avaliado pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra - Orientador Prof. Charles Fernando Alves Prof. Flávio Pelegrinelli Prof. MSc. Paulo Hansen Coordenador do Curso de Tecnologia Em Segurança Da Informação FACCIG/UnICESP RESULTADO ( X ) APROVADO ( ) REPROVADO Brasília, junho de 2007.

5 PROPRIEDADE INTELECTUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CESSÃO DE DIREITOS Curso de Tecnologia em Segurança da Informação UnICESP Título do Trabalho: Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal Autor: Rubens José de Souza Orientador: Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra Data de apresentação do Trabalho: 26 de junho de 2007 Declaramos que o aluno Rubens José de Souza por meio da Coordenação do Curso de Tecnologia em Segurança da Informação, da Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso e da Coordenação Geral de Trabalhos de Conclusão de Curso, do UnICESP, estão autorizadas a fazer uso do Trabalho por nós desenvolvido para a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II TCC II para: Objetivos estritamente acadêmicos, como exposição/apresentação em Seminários ou Simpósios e outros eventos internos ou externos; Divulgação interna ou externa, para fins acadêmicos. Rubens José de Souza Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra

6 AGRADECIMENTOS A Deus pela vida que me concedeste e por mais esta conquista. A minha querida esposa Leila Maria e às minhas queridas filhas Leilliany e Rubbiany, que de certa forma me ajudam a superar os desafios que me são impostos. A todos os professores e colegas que com sua presença e companheirismo me incentivaram e proporcionaram-me vários momentos de aprendizagem e, principalmente, ao professor e mestre Cid Bendahan Coelho Cintra cuja paciência e conselho sempre vieram na hora certa e que não poupou esforços e preciosas horas de seu tempo em minha orientação. Obrigado a todos.

7 RESUMO Este trabalho apresenta e analisa a segurança da informação em servidores que disponibilizam informações voltadas para intranet da Caixa Econômica Federal. Primeiramente, são apresentados os conceitos de vários tópicos abordados no trabalho, como redes de computadores, protocolos, internet, intranet, extranet, política de segurança da informação, controle de acesso, infra-estrutura de chave pública, sistema operacional e serviços de informações voltados para intranet. A ênfase do trabalho foi a aplicação de questionário e análise de riscos e vulnerabilidades por meio de comparação dos resultados obtidos versus matriz de risco. Conclui-se que não existe situação efetiva de segurança nos servidores de informações e se propõe recomendações com base nas normas de segurança NBR ISO/IEC 17799:2005 e nas orientações emitidas pela Microsoft Corporation. Palavras chaves: Segurança da Informação. Intranet.

8 ABSTRACT This work presents and it analyzes the safety of the information in servers that possess information of the intranet of Caixa Econômica Federal. Firstly, the concepts of several topics approached in the healthy work presented, as nets of computers, protocols, internet, intranet, extranet, politics of safety of the information, access control, and infrastructure of public key, operating system and services of information for intranet. The emphasis of the work is the questionnaire application and analysis of risks and flaws through comparison of the results obtained with the risk head office. I concluded that effective situation of safety doesn't exist in the servers of information and I propose recommendations with base in safety's NBR ISO/IEC 17799:2005 norms and in the orientations emitted by Microsoft Corporation. Word Keys: Safety of the Information. Intranet.

9 8 Lista de tabelas Tabela 1 Recursos mínimos de hardwares para as diferentes edições do Windows Server Tabela 2 Portas TCP padrão para serviços web...80 Tabela 3 Matriz de Risco Política de Controle de Acesso...94 Tabela 4 Matriz de Risco Gerenciamento de acesso de usuário...94 Tabela 5 Matriz de Risco Responsabilidades dos usuários...95 Tabela 6 Matriz de Risco Controle de acesso à rede...95 Tabela 7 Matriz de Risco Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet...96 Tabela 8 Legenda...96 Tabela 9 Configurações de senha para conta Tabela 10 Configurações de auditoria Tabela 11 Atribuições de direito do usuário Tabela 12 Opções de segurança Tabela 13 Utilitários de linha de comando Tabela 14 Classificação de arquivos do site Tabela 15 Extensões mapeadas e que deverão ser removidas...116

10 9 Lista de Figuras Figura 1 Organograma da Empresa...26 Figura 2 Modelo baseado no mainframe e no acesso via terminais burros Figura 3 Modelo baseado em cliente/servidor e no acesso via cliente...29 Figura 4 Modelo de desenvolvimento em duas camadas Figura 5 Modelo de desenvolvimento em três camadas Figura 6 Modelo de desenvolvimento em quatro camadas Figura 7 Rede de pesquisadores depois da ARPAnet Figura 8 Rede local baseada no protocolo TCP/IP Figura 9 Ligação entre rede baseada no protocolo TCP/IP Figura 10 Criptografia com chave simétrica Figura 11 Criptografia com chave assimétrica Figura 12 Controle de acesso do IIS...75 Figura 13 Diagrama Gerenciador de Autorização...79 Figura 14 Configuração do arquivo de log Security Figura 15 Exclusão dos diretórios da partição sistema no serviço de indexação.101 Figura 16 Serviço de Terminal Encryption level High Figura 17 Serviço de Terminal Configurações da guia sessions Figura 18 Serviço de Terminal Configuração da guia remote control Figura 19 Serviço de Terminal Configuração da guia Client Settings Figura 20 Serviço de Terminal Configuração da guia Client Settings Figura 21 Serviço de Terminal Configuração da guia Client Settings Figura 22 Configuração do arquivo de log do IIS Figura 23 Implementando criptografia de 128 bits no IIS

11 10 Lista de Abreviaturas e Siglas AD ADSL ANSI ARPA ARPANET ASCII ASP CEN CENELEC COM CPF CSP CTL DC DHCP DLL DNS DSA EAP ECDH ECDSA ETSI EUA FAT FTP GUID HD HDS HTML HTTP HTTPS Active Directory Asymmetric Digital Subscriber Line American National Standards Institute Advanced Research Project Agency Advanced Research Projects Agency Network American Standard Code for Information Interchange Active Server Pages Comité Européen de Normalisation Comité Européen de Normalisation Eléctrotechnique Component Object Model Cadastro de Pessoas Físicas Cryptographic Service Provider Certificate Trust List Domain Controler Dynamic Host Configuration Protocol Dynamically Linked Library Domain Name System Digital Signature Algorithm Extensible Authentication Protocol Elliptic Curve Diffie-Hellman Elliptic Curve Digital Signature Algorithm European Telecommunications Standards Institute Estados Unidos da América File Allocation Table File Transfer Protocol Globally Unique Identifier Hard Disk Hitachi Data Systems Hyper Text Markup Language Hypertext Transfer Protocol Hypertext Transfer Protocol Secure

12 11 IAS IBM ICF ICP IEC IEEE IIS IP IPSec IPX ISAPI ISO ITU MDAC MIPS MSU MUX NCP NCSA NETBEUI NIST NNTP NTFS ODBC PC PDF PGP PIN PKCS POP RAM RDS RPC RRAS Internet Authentication Service International Business Machines Internet Connection Firewall Infra-estrutura de Chave Pública International Electro technical Commission Institute of Electrical and Electronics Engineers Internet Information Services Internet Protocol Internet Protocol Security Internetwork Packet Exchange Application Programming Interface International Organization for Standardization International Telecommunications Union Microsoft Data Access Components Milhões de instruções por segundo Milhões de unidades de serviço Multiplexador Network Control Protocol National Center for Supercomputing Applications NetBIOS Extended User Interface National Institute for Standards and Technology Network News Transfer Protocol New Technology File System Open Data Base Connectivity Personal Computer Portable Document Format Pretty Good Privacy Personal Identification Number Public Key Cryptography Standard Post Office Protocol Random Access Memory Remote Data Services Remote Procedure Call Routing and Remote Access Service

13 12 RSA SDSI SET SGC SMTP SPKI SPX SQL SSH SSL TCP TLS UDP UNC URL W3C WINS WSRM WWW XML Ron Rivest e Adi Shamir Simple Distributed Security Infrastructure Secure Electronic Transaction Server-gated Cryptography Simple Mail Transfer Protocol Simple Public Key Infrastructure Sequenced Packet Exchange Structured Query Language Secure Shell Secure Sockets Layer Transmission Control Protocol Transport Layer Security User Datagram Protocol Universal Naming Convention Universal Resource Locator World Wide Web Consortium Windows Internet Naming Service Windows System Resource Manager World Wide Web extensible Markup Language

14 13 Sumário 1 INTRODUÇÃO PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A EMPRESA MISSÃO ORGANOGRAMA REFERENCIAL TEÓRICO FUNDAMENTOS DE REDES Introdução Redes de computadores Modelo centralizado baseado no mainframe Modelo descentralizado baseado em cliente/servidor Servidores de rede Modelo de aplicações em duas camadas Modelo de aplicações em três camadas Modelo de aplicações em quatro camadas Papel do Windows Server 2003 na rede PROTOCOLOS Fundamentos Protocolo TCP/IP Configurações do protocolo TCP/IP INTERNET/INTRANET/EXTRANET Internet Intranet Extranet POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO Introdução Objetivos de segurança Diretrizes para implementação...43

15 Legislação Brasileira e Instituições Padronizadas Legislação Brasileira Instituições Padronizadoras Nacionais e Internacionais Identificando os Recursos Classificação das informações Classificação dos sistemas Ativos Riscos Ameaças Ataques Manutenção da Política Diretrizes para implementação CONTROLES DE ACESSO Lógico Físico Ambiental INFRA-ESTRUTURA DE CHAVE PÚBLICA ICP Introdução à ICP Conceitos Necessários Criptografia Chaves simétricas Chaves assimétricas Algoritmos Autenticação Sign-on Single sing-on (SSO) Autenticação forte Tokens Smartcards Biometria Serviços oferecidos pela ICP Privacidade Integridade Autenticidade...58

16 Serviços disponíveis com a utilização da ICP Segurança na Comunicação Carimbo de tempo seguro Não-repúdio Gerência de privilégios Recuperação de chaves Ameaças e vulnerabilidades Perfil de um hacker Hackers x crackers Script kiddies Funcionários insatisfeitos e ex-funcionários Engenharia Social Anatomia de um ataque de hacker As vulnerabilidades mais críticas de segurança na Internet Instalações padrão de sistemas operacionais e softwares Contas de usuários e senhas Backup incompleto ou inexistente Grande número de serviços/portas abertas Ausência de filtro da rede local da empresa Sistema de logs e auditorias incompletas ou inexistentes Buffer overflow Remote Procedure Call (RPC) Brecha nos serviços de dados remotos (RDS) do IIS Certificação e certificados Introdução Tipos de certificado X Simple Public Key Infrastructure/Simple Distributed Security Infrastructure (SPKI/SDSI) Secure Electronic Transaction (SET) Public Key Cryptography Standards (PKCS) SISTEMA OPERACIONAL Introdução Funções Básicas...69

17 Windows Server Windows Server 2003 Standard Edition Windows Server 2003 Enterprise Edition Windows Server 2003 Data Center Edition Windows Server 2003 Web Edition Comparação entre as diferentes edições INTERNET INFORMATION SERVICES 6.0 (IIS) Introdução Segurança Recomendações para Servidor Web com IIS Tipo de Autenticação Autenticação de Sites Autenticação de Sites FTP Controle de Acesso Permissões NTFS Permissões de sites Contas do IIS e contas internas Acesso anônimo Configurando identidade do processo de trabalho Protegendo sites com restrições de endereço IP Protegendo diretórios virtuais Autorização da URL Filtragem de porta TCP/IP Atribuições de portas para serviços web Ferramentas de filtragem de portas Criptografia Ativando a criptografia Definindo o nível de criptografia Certificado Digital Autoridades de certificação Certificados de servidor Server-gated Cryptography (SGC) Provedor de serviços de criptografia selecionável Certificados de cliente...83

18 Lista de certificados confiáveis Detecção de certificados de cliente revogados LOGs de atividades do site Habilitando o log Personalizando o log estendido do W3C Salvando arquivos de log Convertendo arquivos de log em formato NCSA Log binário centralizado Módulos de log personalizados Log remoto Códigos de erro em arquivos de log Metabase do IIS Estrutura Segurança Backup Importação e Exportação Ajuste de desempenho Desempenho e Segurança POLÍTICA DE CONTROLE DE ACESSO Ambiente centralizado (grande porte) Ambiente mainframe IBM Ambiente SUN Ambiente x Storage em disco Storage em fita Ambiente descentralizado (baixa plataforma) Servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet Ambiente de telecomunicações Ambiente de telefonia Recursos humanos ANÁLISE DE RISCOS E VULNERABILIDADES Avaliação de Risco Resultado da avaliação de risco Política de controle de acesso...97

19 Gerenciamento de acesso de usuário Responsabilidades dos usuários Controle de acesso à rede Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet SOLUÇÕES E RECOMENDAÇÕES Política de controle de acesso Gerenciamento de acesso de usuário Controle de acesso à rede POLÍTICA DE SEGURANÇA PARA SERVIDORES QUE DISPONIBILIZAM SERVIÇOS VOLTADOS PARA INTRANET Configurações do Servidor Requisitos de Hardware Arquivos de log Serviço de Indexação Proteção de tela Usuários administrator e guest Política de segurança local Senha Auditoria Atribuições de direitos do usuário Opções de segurança Configurações de registro Permissões de Registro Sistemas de arquivos - Access Control List (ACL) Utilitários de linha de comando Serviços Configurações do serviço de terminal Configurações do serviço de informações da intranet (IIS) Configurações de registro específico do IIS Localização e permissão para arquivos Arquivo de log do IIS Extensões mapeadas e removidas Extensão WebDAV...116

20 Método de autenticação Autenticação do site Permissões NTFS Criptografia Certificado digital de servidor Metabase do IIS Backup da metabase Segurança da metabase em nível de arquivo CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GLOSSÁRIO ANEXO A...126

21 20 1 INTRODUÇÃO Com o avanço da tecnologia nos últimos anos, a concorrência comercial entre as empresas assume caráter globalizado e faz com que os ganhos de competitividade sejam objeto de busca permanente. Nesse contexto, a informação passa a ser o bem maior de cada empresa como trunfo de negócios e, como tal, deve ser resguardada adequadamente segundo sua classificação e grau de importância. Como imperativo desta realidade tão mutante, criam-se novos métodos de trabalhos, novas formas de negócios e de relações entre empresas e clientes. O papel é gradualmente substituído por documentos digitais, altera-se, por conseguinte, o paradigma da concepção e da forma de guardar informações. Os acessos às informações tornam-se cada vez mais rápidos. O vaivém em formas digitais através de conexões de rede de computadores cresce em ritmo exponencial, pondo em risco de violação os dados mais secretos e sigilosos das empresas. Com este cenário convive presentemente toda sociedade empresária, e, como não poderia deixar de ser, afeta igualmente a economia interna da Caixa Econômica Federal, instituição financeira oficial que se toma como base para as propostas objeto deste trabalho. Propostas que têm em vista, essencialmente, a implantação de padrões capazes de respaldar os normativos da empresa e as normas técnicas de segurança, de forma que seja assegurada a indispensável confidencialidade e integridade às informações digitais da empresa, particularmente daquelas sob a guarda de seus servidores web regionais. Os servidores web regionais disponibilizam sites de conteúdos das várias filiais espalhadas pelo Brasil. Muitas dessas filiais possuem informações restritas, de acesso limitado e pertinentes apenas à sua área de atuação, afigurando-se necessário que se lhes garantir integridade e confidencialidade. Vários desses servidores ainda utilizam versões do Windows NT Server 4, sistema operacional que já foi descontinuado pelo fabricante e, por isso, não mais possui suporte nem patch de atualização contra vulnerabilidades. Daí, a necessidade de substituir-se a versão do sistema operacional em uso por versão mais recente (Windows Server 2003).

22 21 Nesta ordem de idéias, e, como objetivo geral, propõe-se neste trabalho nova política de segurança para os servidores que disponibilizam serviços voltados para Intranet da CEF, a fim de que se imprima confidencialidade e integridade aos respectivos conteúdos. Para esse efeito, cuidados de levar a cabo as seguintes e específicas tarefas: - Análise do problema apresentado; - levantamento da estrutura da empresa; - levantamento de risco e vulnerabilidades com aplicação de questionário; - avaliação de risco utilizando matriz de risco; - análise dos resultados da avaliação de risco; e - apresentação das soluções propostas e recomendações para o problema apresentado. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O desenvolvimento deste trabalho respalda-se em livros de Segurança da Informação e Sistemas Operacionais, na norma técnica NBR ISO/IEC 17799:2005 e NBR ISO/IEC e nas disciplinas estudadas no decorrer do curso. Realizou-se, por meio do inventário de hardware e software da empresa estudada, um mapeamento dos servidores Web a fim de verificar a necessidade de atualização de hardware de forma a atender os pré-requisitos para instalação do Windows Server Desse levantamento foi elaborada uma planilha da radiografia de tais servidores. Também se fez levantamento da versão do sistema operacional e versão do IIS utilizado bem como formas das configurações implementadas. Efetuou-se tal operação por meio de inventário de hardware e software e os dados tabulados em planilhas. Para fins de levantamento de risco e vulnerabilidades, foi aplicado questionário a qual se encontra no anexo A. A CEF possui normativos de Política de Segurança para Intranet, Política de Segurança da Informação e Classificação da Informação. Os dados levantados foram confrontados com estes normativos e com as normas ISO/IEC e

23 ISO/IEC a fim de indicar o que está em desacordo e recomendar um padrão de controle de acesso a ser implementado, compatíveis com as normas vigentes ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 3.1 A Empresa A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF) é uma instituição financeira criada sob a forma de empresa pública pelo Decreto Lei n. 759, de 12 de agosto de Vinculada ao Ministério da Fazenda, a CEF tem sede e foro na capital da República e atuação em todo o território nacional. A instituição integra o Sistema Financeiro Nacional e auxilia na execução da política de crédito do Governo Federal. Assim como as demais instituições financeiras, está sujeita às decisões e à disciplina normativa do órgão competente e à fiscalização do Banco Central do Brasil (CAIXA, 2006). 3.2 Missão Essencialmente, a missão da CEF é promover a melhoria contínua da qualidade de vida da população brasileira, intermediando recursos e negócios financeiros, atuando no fomento ao desenvolvimento urbano e nos segmentos de habitação, saneamento e infra-estrutura, e na administração de fundos, programas e serviços de caráter social, tendo como valores fundamentais: - Direcionamento de ações para o atendimento das expectativas da sociedade e dos clientes; - busca permanente de excelência na qualidade dos serviços oferecidos; - equilíbrio financeiro em todos os negócios; - conduta ética pautada nos valores da sociedade e - respeito e valorização do ser humano (CAIXA, 2006). 3.3 Organograma São órgãos de administração da CEF:

24 23 - Conselho de Administração, responsável pela orientação geral dos negócios da CEF, sendo composto de sete conselheiros nomeados pelo Ministro de Estado da Fazenda para mandatos de três anos, podendo ser reconduzidos por igual período. - Conselho Fiscal, que é composto de cinco membros efetivos (e suplentes), escolhidos pelo Ministro de Estado da Fazenda. Ao Conselho Fiscal compete exercer as atribuições referentes ao seu poder de fiscalização, entre elas: fiscalizar os atos dos administradores, verificando o cumprimento de seus deveres legais e estatutários, e examinar as demonstrações financeiras semestrais e anuais da CEF. - Conselho Diretor, colegiado composto pelo presidente da CEF e por nove vice-presidentes, nomeado pelo Presidente da República por indicação do Ministro de Estado da Fazenda, ouvido o Conselho de Administração. Ao Conselho Diretor cabe, entre outras atividades, aprovar e apresentar ao Conselho de Administração as políticas, as estratégias corporativas, o plano geral de negócios, os programas de atuação de longo prazo e decidir sobre a estrutura organizacional da CEF. - Presidente e onze vice-presidentes, com a incumbência de executar e fazer executar as deliberações do Conselho de Administração e as decisões do Conselho Diretor. - A vice-presidência de tecnologia (VITEC) é a responsável pela tecnologia da empresa e possui duas superintendências sendo a superintendência de tecnologia (SUATE), responsável pela sustentação de tecnologia e a superintendência de desenvolvimento (SUDES), responsável pelo desenvolvimento de software. Ligado a SUATE temos a hierarquia que se segue: - Gerência nacional (GEADE), responsável pelo processo instalar/manter infra-estrutura tecnológica descentralizada. Centralizadora de suporte tecnológico (CESUT), com as principais atividades: - Prestar suporte especializado de segundo nível nas demandas de usuários dos serviços intranet através de telefone, Caixa e sistema de atendimento (SIATE); - coordenar e controlar a instalação/manutenção dos equipamentos e serviços intranet instalados nas gerências, representações e unidades regionais vinculadas, atuando junto aos analistas intranets das GISUT;

25 24 - auditar os servidores web regionais no tocante aos padrões e normas estabelecidos para sua instalação/manutenção; - coordenar e apoiar a instalação de novas versões dos sistemas e serviços intranet; - controlar e propor atualização para os equipamentos instalados no ambiente intranet; - publicar na intranet relatórios de avaliação e performance dos sites de conteúdo das unidades regionais; - controlar e apoiar a implementação de novos normativos e padrões por parte das gerências e representações regionais; - pesquisar bases de conhecimento objetivando a melhoria da performance dos serviços intranet e do suporte aos usuários; - acompanhar o desempenho dos servidores intranet instalados nas GISUT e RESUT; - propor e manter padronização de conteúdo para os sites regionais de responsabilidade da GISUT e RESUT; - gerenciamento de grupos e usuários dos controles de domínios da rede da CEF; - auditoria da utilização de senhas padronizadas nos banco de dados dos servidores bancários localizados em cada agência; - auditoria de segurança nos demais servidores e estações; - elaboração de boletins gerenciais de segurança, englobando os números da rede, as infecções e os novos vírus surgidos no período; - suporte a todos os sistemas operacionais Windows, além dos serviços básicos de rede, como DHCP, DNS e WINS; - monitoração de filas de mensagens e serviços ativos nos servidores Exchange; - verificação da execução do backup diária e semanal dos servidores Exchange; - Gerência regional de suporte tecnológico de segundo nível (GISUT). - Representação regional de suporte tecnológico de segundo nível (RESUT). As gerências e representações regionais de suporte tecnológico de segundo nível são responsáveis por manter os sites das unidades regionais da CEF bem

26 25 como prestar todo o suporte aos usuários finais com relação às ocorrências ligadas a hardware e software da baixa plataforma. A seguir, podemos observar a estrutura organizacional da CEF. Nela, encontra-se destacada, a repartição foco deste projeto (CAIXA, 2006).

27 Figura 1 Organograma da Empresa. 26

28 27 4 REFERENCIAL TEÓRICO 4.1 Fundamentos de Redes Introdução Durante a década de 70 e meados de 80 utilizava-se um modelo centralizado baseado em mainframe. Os programas e os dados eram disponibilizados em um computador de grande porte; e o acesso aos programas e dados era feitos por meio de terminais sem poder de processamento, conhecidos como terminais burros. Esse modelo possui inúmeras vantagens como, por exemplo, gerenciamento e administração centralizada, ambiente mais seguro e facilidade para atualização dos sistemas; entretanto, possui um custo alto, principalmente em questões de contingenciamento, dependência da linha de comunicação e quase sempre os dados das empresas eram administrados por terceiros. Tal arquitetura ainda é bastante utilizada atualmente, mas apenas para disponibilizar aplicações de cunho corporativo. Com a evolução da tecnologia de forma acelerada, os programas foram, e estão sendo transformados, passando a serem alocados em várias partes da rede corporativa. Surge o modelo ciente/servidor, com características diferentes das do mainframe, o primeiro com seus dados distribuídos e o segundo com seus dados centralizados Redes de computadores Modelo centralizado baseado no mainframe De acordo com Battisti (2003, p. 27), Há algumas décadas, quando a informática começou a ser utilizada para automatizar tarefas administrativas nas empresas, tínhamos um modelo baseado nos computadores de grande porte, o chamado Mainframe, conforme figura 2. Os aplicativos e dados ficam armazenados no Mainframe. Vamos supor que a empresa X é a dona do Mainframe, no qual estão hospedados aplicativos e dados da empresa Y. Para ter acesso a estes dados, a empresa Y contrata uma linha de dados (que até o início da década de 90, aqui no Brasil, apresentava velocidades da ordem de 1 ou 2 kbps). Na sede da empresa, a linha de dados é conectada a um Modem, o qual era conectado com um equipamento chamado MUX. O papel do MUX é permitir que mais de um terminal burro possa se comunicar com o Mainframe, usando uma

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