Capítulo 9 - Soluções Diversas

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1 Capítulo 9 - Soluções Diversas FlagShip O Clipper do Linux FlagShip é uma linguagem de quarta geração que traduz o código das linguagens xbase em linguagem C para diversos ambientes Unix e Linux. Este software foi desenvolvido pela empresa Multisoft sediada em Munique (Alemanha). Por rodar em ambiente Unix este software tira proveitos das características dos ambiente o qual esta trabalhando, tais como : - multi-tarefas; - maior segurança; - multi-usuários - não há limitação da RAM utilizada. Mas estas vantagens acima estão diretamente ligadas ao ambiente operacional, mas as vantagens não param, pois a Multisoft criou uma grande compatibilidade com o Clipper Summer 87 e 5.x (ambos softwares da Computers Associates). Destaco as principais características : - compatibilidade com a linguagem CA-CLIPPER; - as bases de dados DBF/DBT poderão ser usadas; - capacidade de gerenciamento de até 4Gb em arquivos DBF; - processamento servidor não necessitando ter estações poderosas; - diminuição da corrupção na base de dados ou índices; - foram criada 160 novas funções/comandos; - menor tráfego na rede; - criação de aplicativos CGI/WEB Mas o FlagShip tem suas limitações principalmente na área de vídeo, pois não tem ambiente gráfico e o tempo de resposta do vídeo em modo texto é menor que no Clipper (no ambiente DOS o Clipper escrevia a informação diretamente na memória de vídeo, o que não é mais possível devido às características do ambiente LINUX/UNIX). Instalação Para a instalação é necessária uma área de 25Mb de espaço em disco. O FlagShip poderá ser encontrado no CD do Conectiva Linux desde a versão Guarani ou então no endereço eletrônico abaixo:

2 Para esta instalação existe a necessidade de se instalar os seguintes pacotes,caso não tenham sidos instalados : - gcc-2*rpm - libc-*rpm, - libc-include*rpm, - libc-static-*rpm, - libc-devel-*rpm, - binutils-*rpm, - *kernel-source-*rpm Para verificar se o pacote já está instalado utilize o comando rpm qa nomedopacote Logue como root e monte o cd que contenha o FlagShip (no Conectiva Linux 5.1 ou 6.0 utilize o CD 5 Aplicativos Comerciais). mount /mnt/cdrom Vá até o diretório onde está o RPM do software cd /mnt/cdrom/flagship e instale através do seguinte comando (dependendo da versão do FlagShip poderá haver mudanças na numeração do arquivo). rpm ivh FlagShip-eval i386.rpm Após a instalação o software criará a seguinte estrutura de diretórios: Bibliotecas Arquivos header Arquivos de fontes e documentação Manual Executáveis e scripts Parâmetros do compilador :/usr/lib :/usr/include :/usr/fssrc :/usr/fssrc/manual :/usr/bin :/etc/fsconfig A documentação o software é bem completa (mais de 1500 páginas) e poderá ser acessada pelo comando abaixo: fsman Página 2

3 Para se compilar um programa, é necessário apenas seguir a sintaxe do comando abaixo no diretório onde se encontra as fontes do seu programa: FlagShip programa.prg o nomedoprogramaexecutável Na compilação são reportadas as seguintes fases de verificação de sintaxe e diretivas: - Precompilação; - converção dos arquivos PRG para a linguagem C; - compilação (utilizando o compilador C do sistema operacional); - link edição. Caso haja necessidade de criação de banco de dados ou alteração de estrutura, poderá ser usado o programa dbu, este programa tem as mesmas funcionalidades do dbu para Clipper, para utilizá-lo tecle dbu na linha de comando. dbu Migrando Clipper para FlagShip Na migração dos programas desenvolvidos em Clipper para a FlagShip alguns cuidados e procedimentos deverão ser realizados, tais como : Migração dos arquivos Através do ftp transfira os arquivos nos seguintes modos: Modo Binary para arquivos tipo dbf,dbt e frm. Modo ASCII para arquivos prg e txt. Compatibilidade. De forma a garantir a máxima compatibilidade, inclua na primeira linha do programa principal o comando: #include "fspreset.fh" Com isso não necessitará trocar os nome de arquivos e diretórios de maiúsculo para minúsculo ou trocar as barras invertidas utilizadas em sistemas DOS para barras normais no sistema Linux. Para a edição dos arquivos fontes poderá ser utilizado qualquer editor texto (vi, mcedit, joe,..). Impressão. No sistema DOS o Clipper envia a impressão diretamente à porta da impressora (exemplo lpt1), mas em sistemas Linux a impressão deverá ir para área de spool e depois o sistema operacional se encarregará de enviar o arquivo até a impressora. Devido a esta característica do S.O. algumas alterações no programa fonte são necessárias. Exemplo: Para a impressão de um arquivo textes.txt, deve se utilizar um dos comandos abaixo: cp teste.txt /dev/lp1 (copia diretamente o arquivo para a porta de impressão lp1) Página 3

4 cat teste.txt > /dev/lp1 lpr teste.txt (copia diretamente arquivo para a porta de impressão lp1) (imprime através de SPOOL, este comando é o mais adequado) 1) Para imprimir diretamente na porta de impressão Inclua o comando seguinte para imprimir diretamente na porta lp1: SET PRINTER TO /dev/lp1 2) Para imprimir utilizando SPOOL. SET PRINTER TO rel.prn... comandos... run lpr rel.prn Todos os demais comandos de impressão podem continuar como no Clipper. Exemplo: report form teste to print set device to print set print on Lembre-se que o Linux gerencia a impressão independente de estar local ou remota. Segurança Segurança é o principal ponto a ser verificado após a instalação e configuração de um servidor. Nos capítulos deste livro foram abordados muitos procedimentos de segurança com que o administrados deverá se preocupar. Iremos agora abordar alguns itens genéricos sobre a segurança em um servidor, dos quais destaco os pontos abaixo: Serviços TCP Port Alguns serviços do TCP Port poderão ser usados para entrar em seu sistema, são eles: Netstat (tcp/15) Mostra todas as informações sobre sua conexão atual (enderecos, dns, portas, etc) Systat (tcp/11) Mostra qualquer/todos os processos que estão sendo rodados no servidor, quando acessado via telnet através da porta 11, qualquer pessoa pode ver os processos dentro do servidor. Finger (tcp/79) Apresenta informações completas de usuários logados/não-logados em seu sistema (shells, diretórios, logins, etc). Existe alguns Bugs (falhas na segurança) que podem ser usados remotamente. Para deixar sua instalação mais segura, edite o arquivo /etc/inetd.conf e comente (#) as seguintes linhas: Página 4

5 #finger stream tcp nowait nobody /usr/sbin/tcpd in.fingerd -w #systat stream tcp nowait nobody /usr/sbin/tcpd /bin/ps -auwwx #netstat stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd /bin/netstat a Desta forma somente o root poderá utilizar estes comandos. Na distribuição do Conectiva Linux estas portas estão fechadas por default (padrão). Telnet Server É um serviço que habilita um usuário a acessar um terminal remotamente. O uso deste serviço, deixa o sistema muito vulnerável. Existe uma ferramenta útil para que possamos habilitar o telnet server e ao mesmo tempo se precaver, esta ferramenta se chama ttysnoop. Esse daemon faz com que se possa ver tudo o que está acontecendo nos terminais, caso o administrador verifique algum problema ou mau uso este poderá matar os processos destes terminais. Configurando o ttysnoop Edite o arquivo /etc/inetd.conf para que possamos desabilitar o in.telnetd. Comente a linha: #telnet stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd in.telnetd No mesmo arquivo habilite o serviço in.telnetsnoopd, descomentando a seguinte linha: telnet stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd /usr/sbin/in.telnetsnoopd Iremos definir em quais os terminais o acesso vai ser monitorado. Para isso, edite o arquivo /etc/snooptab e inclua as seguintes linhas: # tty snoopdev type execpgm ttyp0 /dev/tty6 login /bin/login ttyp2 /dev/tty5 login /bin/login Neste exemplo acima, foram definidos dois terminais para o monitoramento. Quando alguém acessar telnet de sua máquina, simplesmente o snoopdev será direcionado para os consoles /dev/tty6 (ALT+F6) e /dev/tty5 (ALT+F5). Desta forma o administrador poderá verificar tudo o que esta ocorrendo. Após configurado reinicie o servidor. Monitoramento de arquivos O monitoramento de permissão de arquivos é fundamental para manter a integridade do servidor. Auditar regularmente o seu sistema a procura de arquivos sem autorização e não necessitando o uso de permissão de setudi ou setgid. Os programas Set-user-ID-root rodam como root indiferente de quem está rodando-os, são com freqüência uma causa de Buffer Overflows. Afim de evitar este tipo de ocorrência, iremos rodar o comando abaixo com a finalidade de avaliar quais são os arquivos com esta permissão: root# find / -type f -perm ls rwsr-xr-x 1 root root Apr /usr/bin/chage r-sr-sr-x 1 root lp Jan /usr/bin/lpq Página 5

6 root# chmod -s /usr/bin/chage /usr/bin/lpq root# ls -l /usr/bin/lpq /usr/bin/chage -rwxr-xr-x 1 root root Apr /usr/bin/chage -r-xr-xr-x 1 root lp Jan /usr/bin/lpq Verifique todos os arquivos com permissão de escrita por todos e caso sejam encontrados arquivos estranhos altere a sua permissão para somente leitura (read). Utilize o seguinte comando para de verificar este problema: root# find / -perm -2! -type l ls Em operações normais os arquivos localizados no diretório /dev e /tmp são comuns de terem este tipo de direitos. Localize todos os arquivos que não tenham nenhum dono (owner) ou que não pertençam a nenhum grupo, pois provavelmente podem ser indicação de tentativa de intrusão. Localize os arquivos através do comando abaixo e apague os arquivos estranhos. # find / -nouser -o -nogroup Proteja o LILO com senha, desta forma quando forem passados parâmetros para o Kernel este solicitará a senha de acesso previamente armazenada no lilo.conf. Para cadastrar uma senha, edite o arquivo /etc/lilo.conf e insira as linhas restricted e password e reinicialize o servidor. Veja exemplo abaixo: # arquivos /etc/lilo.conf image = /boot/vmlinuz label = Linux read-only restricted password = coloque_a_senha_aqui Os sites abaixo deverão ser consultados com freqüência, pois trazem dicas, soluções sobre implementação de segurança. Página 6

7 Monitoramento FTP (WU-FTPD) Um dos usos mais comuns em servidores Linux é a utilização como servidor FTP. Este serviço geralmente é disparado pelo inetd na maioria das versões do Linux. Uma forma de podermos ter um log dos acessos e transferências através do FTP é de colocar junto a inicialização do serviço FTP, o qual gravará no arquivo /var/log/messages todos os comandos utilizados em cada sessão do FTP. Para isso altere a linha spserviço FTP no arquivo /etc/inet.conf para: ftp stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd wu.ftpd l L i o Desta forma com as seguintes opções: l cada sessão do FTP é gravada no syslog; -L todos os comando enviados ao servidor FTP são gravados no syslog; -i todos os arquivos recebidos pelo servidor serão gravados no /usr/adm/xferlog e o todos os arquivos enviados pelo servidor Linux serão gravados no /usr/adm/xferlog. No-Break As quedas de energia causam grandes problemas a servidores, pois podem causar queima de componentes internos do sistema, aumentando o tempo de indisponibilidade do mesmo. Apesar de hoje a disponibilidade do fornecimento de energia elétrica está em torno de 99,9%. Vários destes distúrbios são muito rápidos e imperceptíveis para que os usuários e administradores notem, mas podem travar um roteador ou reiniciar um switch. Estes problemas são muito comuns. Mostraremos algumas estatísticas abaixo: - 34% das quedas da rede são por alimentação ruim (Estudo da IBM). - 99% dos problemas de alimentação são energia fraca ou repentinas quedas de energia. Somente os nobreaks podem proteger contra isso. - 45% das perdas de dados são causadas por problemas de alimentação. Ao pesquisar no-breaks, leve em consideração o seguinte: - Liste todos os equipamentos que você tem e que necessitam de proteção. Lembre-se de incluir monitores, terminais, discos rígidos, modems externos e quaisquer outros equipamentos no caminho crítico dos problemas potenciais de energia. - Calcule o consumo total de corrente de seus equipamentos. Esta informação vem impressa provavelmente atrás de cada equipamento. - Multiplique o consumo de corrente total pela tensão de operação (110 ou 220 V), dependendo da região e obtenha a especificação de Volt-Ampère (VA) total. Página 7

8 - Multiplique o valor total em VA por 0,75. - Selecione um no-break com capacidade em VA maior ou igual à capacidade obtida pelo cálculo do passo anterior. - Para acomodar expansões futuras, é recomendável adquirir um no-break com valor em VA maior. Um dos no-breaks mais conceituados no mercado são os da marca APC, mais qualquer outro poderá ser utilizado para esta finalidade. Abaixo descrevo o procedimento de instalação do no-break APC. Instalação SMART-APC Instale smupsd, com o arquivo rpm que reflita este pacote. NOTA: Se há uma versão smupsd mais antiga, você deverá finalizar antes de instalar a mais nova. Conecte seu SMART-UPS para seu sistema com o APC Cabo Sinalizando Inteligente incluiu com o APC produto da PowerChute. Crie um vínculo simbólico do dispositivo consecutivo (para qual o Smart-UPS é fixo) para /dev/ups, por exemplo. ln -s /dev/cua0 /dev/ups Alternadamente, edite /etc/rc.d/init.d/smupsd.init e mude o nome de dispositivo passado em linha de comando. Ou inicie o daemon como root através de um reboot ou manualmente: /etc/rc.d/init.d/smupsd.init start Veja os log de mensagens em /var/log/messages. Quando o daemon iniciar, você deverá ver algo como o seguinte: Nov 14 10:27:09 devil smupsd: Monitoring UPS on /dev/ups Nov 14 10:27:09 devil smupsd: Listening for messages on port 4321 Nov 14 10:27:09 devil smupsd: Logging to file /var/log/smupsd Nov 14 10:27:09 devil smupsd: UPS battery charge level is 100% Se você não confiar neste daemon, poderá excutar em modo debug passando a opção d na linha de comando. Em modo debug, smupsd monitorará o Smart-UPS, mas na verdade não fechará seu sistema ou dará poder de shutdown ao Smart-UPS. Alternadamente, você poderá inicar o smupsd com a opção p, esta opção inibe smupsd de comandar o Smart- UPS dar poder de shutdown no sistema Linux. Note isso com versões atuais de núcleo 2.0.X e LinuxThreads, o processo de daemon aparecerá multiplios processos na console, porque o kernel nomeia atualmente para processo diferente IDs para cada linha. Se você tem outros servidores Linux, pode-se usar smupsd para fecha-los em cascata. Você deve passar o nome da máquina master (principal) o qual está conectado fisicamente o Smart-UPS, para o progrma smupsd que roda na máquina slave (escravo) com o flag -h. O programa gráfico upsmon monitorará parâmetros de UPS selecionados de qualquer hosts, começando com o nome do host para qual o Smart-UPS está conectado como o único argumento de linha de comando. Se nenhum argumento é especificado, o programa upsmon monitora localhost. Página 8

9 Por default (padrão), smupsd aceitarão pedidos de qualquer upsmon ou outro smupsd que originam de qualquer host. Dependendo de sua configuração de rede, isto poderia apresentar um problema de segurança. Quando smupsd é começado com a opção de -s, obedece os parâmetros na cadeia tenha acesso configuração do arquivo /etc/hosts.allow e /etc/hosts.deny, como descreve nas man pages no item hosts_access. Note isso o host só poderá ser designado valores numérico atualmente (IP). Por exemplo, restringir o uso do programa de upsmon de qualquer host, mas o qual smupsd está rodando (i.e., localhost), passe o parâmetro -s fazem sinal a smupsd no smupd.init, grave e somente o seguinte para /etc/hosts.allow: smupsd: Quando gravando num arquivo de log, o programa smupsd só grava informações numéricas separadas por espaço branco, desta forma fica mais fácil de criar relatórios de logs. Por exemplo, a pessoa poderia importar um arquivo de log diretamente em um programa de planilha eletrônica e poderá criar um gráfico da UPS com a temperatura da bateria no curso de uma semana. O dados escrito ao arquivo estão na seguinte ordem: - Data de último UPS prova; - Tempo de último UPS; - Carga da bateria (por cento); - Carga de produção (por cento); - Voltagem de linha (entrada); - Mínima voltagem de linha; - Máxima voltagem de linha; - Voltagem de saída; - Freqüência da linha (Hz); - Voltagem da bateria; - Temperatura de bateria (graus Celsus). O arquivo de log se parecerá algo como: 08/18/97 14:55: /18/97 15:05: /18/97 15:15: /18/97 15:25: Operação smupsd trabalha como segue: O Smart-UPS é lido a cada 10 segundos. O nível de carga da bateria é gravado - no startup (inicio do processo); - sempre que alcança 100%; - sempre que alterar por 10% ou o último valor lido. Página 9

10 Quando o Smart-UPS chaveia para uso em bateria, este permanece no modo de bateria durante 30 segundos, para que o smupsd possa avisar sobre power failed (falha de energia elética), transientes (como surtos e selftest) são ignorados. Quando smupsd determina a falta de energia elétrica, grava no log e continua monitorando o nível de tesnão da bateria a cada 10 segundos. Se a qualquer hora durante a falha de energia esta for reestabelecida, smupds esperarão novamente por 30 segundos para indicar que a energia foi re-estabelecida e gravar esta ocorrencia no log. Enquanto o UPS está em bateria, se a tensão da bateria ficar abaixo de um valor pré-estabelecido (falta: 40%) ou o número de minutos especificou no flag -m decorreu (falta: no limit), smupsd notifica o init e inicia o processam de shutdown do sistema. Com a falta /etc/inittab prove com o Conectiva e RedHat uma paralisação do sistema a ser programado agora durante 2 minutos. Serão notificados todos os usuários no sistema sobre esta paralisação iminente. Se a tensão retorna, smupsd notificará init que cancelará a paralisação, se já não começou. Depois de 2 minutos, o sistema começará a paralisação do sistema. Um dos últimos processos a finalizar será smupsd. Quando smupsd recebe um SIGTERM depois de pedir uma paralisação do sistema, instruirá o Smart- UPS para dar shutdown, após um período pré-definido (o tempo padrão é 20 segundos) (a menos que smupsd fosse inicializado com o flag -p). Então, logo após a paralisação do sistema estar completa, o Smart-UPS desligará. Quando a energia reestabelecer, a UPS se re-iniciará novamente. Monitoramento de Disco Rígido (Winchester / Hard disk) Os discos rígidos dos principais fabricantes deste tipo de dispositivo já implementaram a tecnologia S.M.A.R.T. (Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology). Usando a tecnologia S.M.A.R.T., virtualmente qualquer componente inteligente ou dispositivo dentro de um computador pode comunicar seu estado de confiança ao seu usuário e administrador de sistema, prover proteção que pode prevenir tempo de manutenção de sistema, diminuição de produtividade, e até mesmo a perda de valiosos dados. Pelo S.M.A.R.T. poderá fazer diagnósticos avançados, que monitoram as operações internas de um disco rígido e fornecem advertência para muitos tipos de problemas potenciais. Se descobrir, o disco rígido poderá ser programado para substituição antes que a perda de dados ocorra. Tendo como resultado: produtividade mais alta e aumento na segurança dos dados. Nos últimos anos, unidades de disco passaram de seguro para extremamente seguro. E, com levels2 de qualidade de produto que alcança 99,96 % e problemas de campo a nível tão baixo quanto 0,27 %. Deve verificar se o disco rígido à ser utilizado em servidores tem a tecnologia S.M.A.R.T. para maior segurança e confiabilidade do servidor. É disponível em Linux algum software que fornecem ao administrador ou usuários do sistema informações sobre as condições do disco rígido. O software UCSC SMART SUITE é um dos mais utilizados, devido as informações geradas serem bem completas e detalhadas, este software poderá ser encontrado no site: Página 10

11 O arquivo ucsc-smartsuite-2.0beta2.tar dispõe do arquivo binário compilado para Kernel (foi testado com Kernel e funcionou sem problemas) e também os arquivos fontes caso necessite recompilar para a sua versão de Kernel. Após o arquivo estar no servidor, copie para o diretório /opt/appl, após a cópia use o comando abaixo e será criando um diretório como o nome do arquivo sem a extensão.tar. tar xvf ucsc-smartsuite-2.0beta2.tar Entre no diretório ucsc-smartsuite-2.0beta2 e lá será encontrado 02 (dois) arquivos executáveis que serão utilizados no monitoramento. smartd responsável pela daemon de monitoração smartcl utilitário de controle e informação. Primeiramente inicie o programa smartd../smartd Este arquivo deverá ser incluído no /etc/rc.d/rc.local (caso utilize as distribuições RedHat, Conectiva...) para que toda vez que o servidor for iniciado este seja carregado automaticamente ou no arquivo de inicialização da distribuição Linux utilizada. SMARTCTL Sintaxe do comando: smartctl [opção] [device] Onde: Opção -a mostra todas as informações -i verifica se o dispositivo suporta a tecnologia S.M.A.R.T. -c verifica se o dispositivo tem algum aviso de falha Device Disco rígido a ser monitorado (IDE e/ou SCSI). Exemplo: Página 11

12 ./smartcl a /dev/hda Resultado do comando acima. Device: ST310212A Supports ATA Version 5 Drive supports S.M.A.R.T. and is enabled Check S.M.A.R.T. Passed General Smart Values: Off-line data collection status: (0x82) Offline data collection activity completed without error Self-test execution status: ( 0) The previous self-test routine completed without error or no self-test has ever been run Total time to complete off-line data collection: (2400) Seconds Offline data collection Capabilities: (0x1d) SMART EXECUTE OFF-LINE IMMEDIATE NO Automatic timer ON/OFF support Abort Offline Collection upon new command Offline surface scan supported Self-test supported Smart Capablilities: (0x0003) Saves SMART data before entering power-saving mode Supports SMART auto save timer Error logging capability: (0x01) Error logging supported Short self-test routine recommended polling time: ( 2) Minutes Extended self-test routine recommended polling time: ( 14) Minutes Vendor Specific SMART Attributes with Thresholds: Revision Number: 16 Attribute Flag Value Worst Threshold Raw Value Página 12

13 ( 1)Raw Read Error Rate 0x f4c215 ( 3)Spin Up Time 0x ( 4)Start Stop Count 0x ( 5)Reallocated Sector Ct 0x ( 7)Seek Error Rate 0x bf8d ( 9)Power On Hours 0x ( 10)Spin Retry Count 0x ( 12)Power Cycle Count 0x (197)Current Pending Sector 0x (198)Offline Uncorrectable 0x (199)UDMA CRC Error Count 0x000a SMART Error Log: SMART Error Logging Version: 0 No Errors Logged O administrador poderá utilizar a função cron para executar o programa uma vez por dia. Desta forma poderão ser verificados problemas e ser feita a programação de parada do servidor, antes que qualquer problema mais grave danifique irremediavelmente o disco rígido. Monitoramento Placa-Mãe (Motherboard) Com a expansão da tecnologia e o barateamento dos componentes eletrônicos, hoje há um grande número de placas-mãe com monitoramento de velocidade das ventoinhas, temperatura da CPU e tensões da fonte(+5v,- 5V,+12V,-12V). Desta forma o administrador poderá ser avisado de qualquer anomalia em componentes vitais da placa-mãe, evitando um colapso parcial ou total do servidor. Na Internet há inúmeros softwares de monitoramento um dos mais destacados é KhealthCare e poderá ser encontrado no site: Este software tem uma interface gráfica para verificar e configurar os parâmetros que deverão ser monitorados. Para que este software reconheça qual o sistema de monitoramento de sua placa mãe, é necessário primeiramente instalar um software chamado lm_sensor-xxxx.rpm. Este software também poderá ser encontrado no site abaixo mencionado. Página 13

14 Caso o usuário utilize o Conectiva Linux 6.0, este pacote se encontra no CD de instalação. Para a instalação do lm_sensor-xxxx.rpm, utilize o seguinte comando. rpm ivh lm_sernsor-xxxxx.rpm Após ter feito isso rode o programa abaixo para a configuração. Este software reconhece vários tipos de circuitos integrados responsáveis pelo monitoramento da placa-mãe. sensors-detect Página 14

15 Será aberto um menu conforme abaixo, com várias perguntas, tecle simplesmente [ENTER], pois desta forma irá instalar uma configuração padrão. Após a instalação é avisado ao administrador para incluir os módulos do software na inicialização do sistema, nos servidores baseados em RedHat e Conectiva, deverão ser incluídas as linhas no arquivo /etc/rd.d/rc.local. Poderão ser iniciados os módulos manualmente, desta vez deverá ser colocado o comando modprobe XXXXXX na linha de comando. Após ter iniciado manualmente os módulos, rode o programa khealthcare e uma tela mostrará qual o circuito integrado de monitoramento que está sendo usado, clique OK para abertura da tela principal. Para iniciar o KhealthCare /usr/bin/khealthcare Tela Inicial. Página 15

16 Na tela principal, poderão ser visualizadas as informações de monitoramento da placa-mãe e poderão ser configurados os limites máximos e mínimos. Valores atuais No menu principal selecione o item Options. Limites máximos e mínimos configurados. Na aba General poderá ser selecionado: Página 16

17 Notification Interval Intervalo de Notificação em segundo Docking Neste item poderão ser selecionadas quais as características à serem monitoradas. Automatic Shutdown Poderá ser realizado a shutdown do servidor Linux caso algum limite monitorado seja ultrapassado. Aba Monitoring Poderão ser habilitados os itens a serem monitorados, a severidade da falha (1 ou 3) e habilitar o beep (no alto-falante) de forma a avisar através de um sinal sonoro que algum item monitorado ultrapassou o limite. Página 17

18 Aba Temp Sensors Deverá ser configurado qual tipo de elemento sensor usado no monitoramento da temperatura. Página 18

19 Após a configuração selecione o botão OK, desta forma as configurações serão salvas. Para finalizar este aplicativo selecione no menu principal o item File e depois Exit. Acesso Remoto (VNC) VNC (Virtual Network Computing) é um programa de acesso remoto a computadores através de interfaces gráficas ou browser. O VNC surgiu como um projeto de pesquisa da Olivetti Research Laboratories, e posteriormente comprada pela AT&T, cujo objetivo era de criar um "terminal gráfico" de rede extremamente leve. Abaixo segue algumas vantagens : - VNC é gratuito; - O visualizador do VNC utiliza somente 160Kbytes; - Utiliza conexão TCPIP para a comunicação; - Muito bom para ser usado em treinamento, pois pode-se acessar múltiplos computadores; Página 19

20 - VNC trabalha com uma infinidade de plataformas (SOLARIS, AIX, HP-UX, LINUX, Windows NT, Windows 9x, MAC e PalmPilot entre outras) No endereço abaixo, poderão ser encontradas mais informações sobre este software. Como funciona o VNC O VNC utiliza dois componentes independentes, o programa servidor e o programa visualizador (instalado no cliente). O programa servidor fornece o ambiente ao qual os clientes podem se conectar. Desta forma a máquina a qual deseja que os usuários acessem, deve estar com o programa servidor rodando e a máquina cliente deve estar rodando o VNC Viewer ou com browser suportando JAVA (Netscape 3.0 ou superior, Internet Explorer 3.0 ou posterior, ou qualquer outro browser com Java). Instalando o VNC no Windows A instalação do VNC versão Windows é muito simples. O arquivo comprimido poderá sem encontrado no endereço abaixo. Após descompactá-lo em um diretório temporário, rode o programa setup.exe, para a instalação é apenas responder com ENTER as perguntas do instalador. Ao se iniciar o programa WinVNC será mostrada uma tela conforme a figura abaixo. Página 20

21 Esta janela de configuração irá ser apresenta na primeira vez que executar o programa. Caso haja necessidade de fazer outras configurações, o usuário deverá clicar com o botão direito no mouse no System Tray do Windows (conforme mostrado abaixo) e deverá selecionar o item Properties para alterar a configuração. Deverá ser cadastrada uma senha, que será solicitado a todo usuário externo que acesse o seu computador através do programa vncviwer. No item Display Number por default (padrão) o valor é 0 (zero), podendo ser alterado para outros valores, o número selecionado neste item será utilizado para acesso a tela neste computador. Depois de configurado o VNC, poderá ser utilizado a qualquer momento através do programa WinVNC.exe. Caso necessite de mais informações acesse o endereço eletrônico abaixo. Instalando o VNC no Linux No Conectiva Linux o VNC poderá ser encontrado no CD1 e está no formato RPM. Para instalação, tenha privilégios de root e siga os seguintes passos: No prompt monte o cd-rom. Página 21

22 mount /dev/cdrom Vá até o diretório onde estão localizados os RPM da Conectiva. cd /mnt/cdrom/conectiva/rpms Instale o pacote RPM do VNC (o pacote RPM contendo o VNC poderá ter os números intermediários diferentes dependendo da versão instalada ou da distribuição Linux utilizada). rpm ivh vnc cl.i386.rpm Para verificar se o pacote VNC está instalado utilize o comando rpm qa grep vnc. O pacote VNC é composte de 3 programas básicos. vcpasswd onde será cadastrado a senha de acesso do VNC vncviewer visualizada o a tela do computador remoto vncserver exporta a tela para um computador remoto Para executá-los é necessário somente rodá-lo no prompt da distribuição Linux. O programa vncviewer deverá ser executado dentro do modo gráfico do Linux. Para exportar a tela no Linux, basta apenas executar o programa vncserver no prompt do terminal texto ou gráfico. Conectando a um desktop remoto Viewer via Windows Estando o VNC servidor iniciado um computador de um usuário ou num servidor através de uma rede TCPIP. Necessita agora rodar o arquivo VNCVIEWER.EXE na máquina cliente que utilize o windows (que também poderá ser um ou executar o atalho correspondente no menu do VNC, se você também tem o servidor instalado na máquina cliente). O cliente do VNC irá iniciar mostrar a seguinte janela. Página 22

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