NITOSSOLOS. Ordem. Sheila R. Santos 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NITOSSOLOS. Ordem. Sheila R. Santos 1"

Transcrição

1 NITOSSOLOS Ordem Solos medianamente profundos, bastante intemperizados, e com fraca diferenciação de horizontes, mas com macroagregados nítidos e reluzentes no horizonte B. Sheila R. Santos 1

2 SiBCS: NITOSSOLOS Solos com um horizonte B nítico imediatamente abaixo de um horizonte A. Sheila R. Santos 2

3 HORIZONTE B NÍTICO Horizonte mineral subsuperficial, não hidromórfico; Textura argilosa ou muito argilosa, sem aumento significativo de argila em profundidade; Tem argila de atividade baixa ou caráter alítico (atividade alta com saturação por Al também alta); Estrutura de grau de desenvolvimento moderado ou forte, em blocos subangulares e/ou angulares ou prismática. Cerosidade. Sheila R. Santos 3

4 ATIVIDADE DA FRAÇÃO ARGILA Refere-se à CTC da fração argila no horizonte B Atividade alta (Ta): 27 cmol c kg -1 Atividade baixa (Tb): < 27 cmol c kg -1 Não se aplica a solos com textura areia ou areia franca Sheila R. Santos 4

5 CEROSIDADE Concentração de material inorgânico, na forma de preenchimento de poros ou de revestimentos de unidades estruturais ou de partículas de frações grosseiras, que se apresentam em nível macromorfológico com aspecto lustroso e brilho graxo. Sheila R. Santos 5

6 CEROSIDADE Sheila R. Santos 6

7 GÊNESE DOS NITOSSOLOS Ferralitização (estágio inicial): lixiviação de sílica e bases e acumulação de haloisita, caulinita e sesquióxidos. Nitidização: formação de horizonte nítico. Homogeneização: bioturbação nos primeiros 100 cm, resultando em estrutura em blocos e/ou grumosa, limite difuso e gradual entre horizontes. Argiluviação: percolação de argilas em suspenção. Sheila R. Santos 7

8 NITOSSOLOS Esquema da posição dos horizontes diagnósticos nos perfis mais típicos Os perfis mais típicos apresentam: Predomínio de cor vermelha em todo o perfil; Diferenciação entre horizontes gradual; V% alta a média; Desenvolvem-se de rochas básicas. Sheila R. Santos 8

9 NITOSSOLOS Sheila R. Santos 9

10 NITOSSOLOS Sheila R. Santos 10

11 Separação de horizontes e/ou camadas por meio da diferenciação da estrutura Sheila R. Santos 11

12 POSIÇÕES DE NITOSSOLOS NA PAISAGEM Sheila R. Santos 12

13 SUBORDENS Nitossolos Vermelhos Solos com matiz 2,5YR ou mais vermelho na maior parte dos 100 cm do horizonte B. Sheila R. Santos 13

14 Sheila R. Santos 14

15 SUBORDENS Nitossolos Brunos Solos com caráter retrátil e horizonte A húmico ou conteúdo de CO > 10 g kg -1 até 40 cm de profundidade, apresentando coloração brunada na parte superior do horizonte B. Sheila R. Santos 15

16 Sheila R. Santos

17 CARÁTER RETRÁTIL É usado para classes de Latossolos e Nitossolos, ambos Brunos e Vermelhos, de textura argilosa e muito argilosa, que apresentam retração acentuada da massa do solo após a exposição dos perfis ao efeito de secamento por algumas semanas, resultando na formação de fendas verticais pronunciadas e estruturas prismáticas grandes e muito grandes que se desfazem em blocos quando manuseadas. Sheila R. Santos 17

18 SUBORDENS Nitossolo Háplico Outros solos que não se enquadram nas classes anteriores. Sheila R. Santos 18

19 GRANDES GRUPOS SUBGRUPOS Sheila R. Santos 19

20 LUVISSOLOS Ordem Solos pouco ou medianamente intemperizados, ricos em bases e com acumulação de argila no horizonte B. Sheila R. Santos 20

21 SiBCS LUVISSOLOS Solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural com argila de atividade alta e saturação por bases alta na maior parte dos primeiros 100 cm de horizonte B (inclusive BA), imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A (exceto A chernozêmico) ou sob horizonte E e satisfazendo ao seguinte requisito: Horizontes plíntico, vértico e plânico, se presentes, não satisfazem aos critérios para Plintossolos, Vertissolos, e Planossolos, respectivamente. Sheila R. Santos 21

22 LUVISSOLOS Qual a principal diferença entre Luvissolos e Argissolos? Nos Luvissolos O horizonte B deve ter tanto argila de atividade alta como elevada saturação por bases. Sheila R. Santos 22

23 LUVISSOLOS Esquema da posição dos horizontes diagnósticos nos perfis mais típicos Sheila R. Santos 23

24 SUBORDENS Luvissolos Crômicos Solos com caráter crômico na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B (inclusive BA). Sheila R. Santos 24

25 CARÁTER CRÔMICO Refere-se à predominância, na maior parte do horizonte B, excluído o BC, de cores (amostra úmida), conforme definido a seguir: Matiz 5YR ou mais vermelho, com valores iguais ou maiores que 3 e cromas iguais ou maiores que 4 ; ou Matiz mais amarelo que 5YR, valores de 4 a 5 e cromas de 3 a 6. Sheila R. Santos 25

26 SUBORDENS Luvissolos Háplicos Outros solos que não se enquadram na classe anterior Sheila R. Santos 26

27 GRANDES GRUPOS SUBGRUPOS Sheila R. Santos 27

28 PLANOSSOLOS Ordem Tem horizontes superficiais de textura mais arenosa sobre horizonte subsuperficial de constituição bem mais argilosa e adensada. Sheila R. Santos 28

29 PLANOSSOLOS SiBCS: São solos constituídos por material mineral com horizonte A ou E seguido de horizonte B plânico. Sheila R. Santos 29

30 HORIZONTE B PLÂNICO É um tipo especial de horizonte Bt, com ou sem caráter sódico (Na % 15), subjacente a horizontes A ou E, apresentando mudança textural abrupta ou transição abrupta associada a relação textural com valor dentro do especificado para o horizonte Bt. Sheila R. Santos 30

31 HORIZONTE B PLÂNICO Apresenta estrutura prismática, colunar ou em blocos angulares e subangulares grandes ou médios e, as vezes, estrutura maciça, permeabilidade lenta ou muito lenta e cores acinzentadas ou escurecidas, podendo ou não possuir cores neutras de redução com ou sem mosqueados. Este horizonte pode ser responsável pela formação de lençol de água suspenso, de existência temporária e, normalmente, apresenta teores elevados de argila dispersa. Sheila R. Santos 31

32 PLANOSSOLOS Esquema da posição dos horizontes diagnósticos nos perfis mais típicos Os perfis mais típicos apresentam: Horizonte A pouco espesso sobre um horizonte E de coloração pálida, passando rapidamente para um horizonte B pouco permeável e com considerável aumento de argila. Quando o solo está muito úmido, detém um pequeno lençol d água sobreposto ao horizonte B e, quando muito seco, pode aparecer um fendilhamento horizontal, logo abaixo do horizonte E. Sheila R. Santos 32

33 PLANOSSOLOS Perfil típico Sheila R. Santos 33

34 HORIZONTE E ÁLBICO É um horizonte mineral comumente subsuperficial, no qual a remoção ou segregação de material coloidal mineral e orgâncio progrediu a tal ponto que a cor do horizonte é determinada principalmentem pela cor das partículas primárias de areia e silte e não por revestimento nessas partículas. Sheila R. Santos 34

35 Ferrólise GÊNESE DOS PLANOSSOLOS Processo de formação de solos hidromórficos que envolve a acidificação do solo e destruição das argilas sob a influência de reações de troca envolvendo ferro em ciclos alternados de redução e oxidação. PODZOLIZAÇÃO: não é dependente de redução sazonal ARGILUVIAÇÃO: não envolve a destruição de argila Sheila R. Santos 35

36 FERRÓLISE Na ausência de oxigênio (por exemplo, em solos saturados com água - com a redução da matéria orgânica), óxidos e hidróxidos de ferro são reduzidos a Fe 2+ - compostos que entram em solução: CH 2 O + 4 Fe(OH) H + = 4 Fe 2+ + HCO H 2 O Quando o ar entra novamente no solo num período de subsequente seca, incia-se uma fase de oxidação; Fe 2+ trocável é oxidado novamente para o hidróxido insolúvel Fe 3+. Isto produz dois íons H + para cada íon de Fe 2+ oxidado 4 Fe 2+ + O H 2 O = 4 Fe(OH) H + Sheila R. Santos 36

37 POSIÇÃO NA PAISAGEM Cedido por Jairo C. de O. Júnior Sheila R. Santos 37

38 POSIÇÃO NA PAISAGEM Cedido por Jairo C. de O. Júnior Sheila R. Santos 38

39 SUBORDENS Planossolos Nátricos Apresentam horizonte plânico com caráter sódico imediatamente abaixo de um horizonte A ou E ou caráter sódico dentro de 120 cm a partir da superfície do solo, desde que a parte superior do horizonte B tenha a soma de Mg 2+ + Na + trocáveis > Ca 2+ + H +. Sheila R. Santos 39

40 Sheila R. Santos 40

41 SUBORDENS Planossolos Háplicos Outros solos que não se enquadram na classe anterior Sheila R. Santos 41

42 GRANDES GRUPOS SUBGRUPOS Sheila R. Santos 42

A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br.

A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br. 1 A NOVA VERSÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (SiBCS) Paulo Klinger Tito Jacomine UFRPE Recife E mail: ricardo @ truenet.com.br. Comitê Executivo da Revisão do Sistema Américo Pereira

Leia mais

Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO

Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO Capítulo 4 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS ATÉ O 4 O NÍVEL CATEGÓRICO A classificação de um solo é obtida a partir dos dados morfológicos, físicos, químicos e

Leia mais

CURSO: PPGA DISCIPLINA: MAPEAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO

CURSO: PPGA DISCIPLINA: MAPEAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO CURSO: PPGA DISCIPLINA: MAPEAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO Adaptado de Solos do Brasil (Benjamim Pereira Vilela e Selma Simões de Castro) PROF. RENATA SANTOS MOMOLI Eng. Agrônoma Dra. em Solos e Nutrição

Leia mais

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS Paulo Klinger Tito Jacomine Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Pernambuco. RESUMO A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A nova Classificação Brasileira

Leia mais

Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos. Estrutura do Solo. Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010

Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos. Estrutura do Solo. Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos Estrutura do Solo Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Estrutura do Solo É o resultado da agregação das partículas primárias, originando formas

Leia mais

HORIZONTES DIAGNÓSTICOS SUPERFICIAIS

HORIZONTES DIAGNÓSTICOS SUPERFICIAIS HORIZONTES DIAGNÓSTICOS SUPERFICIAIS HORIZONTES DIAGNÓSTICOS SUBSUPERFICIAIS HORIZONTES DIAGNÓSTICOS SUPERFICIAIS HORIZONTE HÍSTICO É um tipo de horizonte constituído predominantemente de material orgânico,

Leia mais

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral Perfis representativos das unidades taxonômicas de solos, com sua classificação taxonômica (Sistema Brasileiro de Classificação de Solos), descrições morfológicas internas e externas e dados das análises

Leia mais

LT 500kV MARIMBONDO - ASSIS MEMORIAL DO PROJETO BÁSICO DE FUNDAÇÕES

LT 500kV MARIMBONDO - ASSIS MEMORIAL DO PROJETO BÁSICO DE FUNDAÇÕES 24/09/2013 Complementação torres MF SA 0A 03/05/2013 Emissão Inicial MF SA Rev. Data Descrição Por Aprovação Nome da Obra Título do Documento Projeto MARCOS F. 24/09/2013 Nº Rev Folha 1/13 Aprovação SÉRGIO

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ INTEMPERISMO Prof. Carolina R. Duarte Maluche Baretta Chapecó (SC), Abril de 2013. Intemperismo? Definição: Intemperismo: alterações físicas e

Leia mais

ATRIBUTOS DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (EMBRAPA, 2006)

ATRIBUTOS DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS (EMBRAPA, 2006) Disciplina: SOL03405 Classificação e Potencial de Uso das Terras (Pré-requisito: SOL03304 Fertilidade do Solo) Professor: Cláudio Roberto Marciano Laboratório de Solos-CCTA/UENF ATRIBUTOS DIAGNÓSTICOS

Leia mais

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM ANÁLISE DA FERTILIDADE NATURAL (K + ; Ca +2 ; Mg +2 ; Al +3 ) DO SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM Tatiane Rodrigues Lima 1 Dorisvalder Dias Nunes 2 Ângelo Mansur

Leia mais

Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo. Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo

Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo. Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo Definição de metais pesados Química - grande grupo de elementos com: densidade

Leia mais

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. AS FASES DO SOLO Fase sólida (Matriz do solo) Material mineral

Leia mais

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010 Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão UFMT- Cuiabá 2010 1 Solo: Composição do solo Minerais Matéria Orgânica ar Água 2 Distribuição volumétrica dos constituintes de dois solos

Leia mais

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ Prof. Dr. Marcelo R. de Lima (UFPR-Curitiba) mrlima@ufpr.br Prof. M.Sc. Jaime B. dos Santos Junior (UFPA-Altamira) jaime@ufpa.br Os solos são formados pela interação

Leia mais

SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA

SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA SOLOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA Anderson Clayton Rhoden 1 ; Fabiana Raquel Muhl 2 ; Neuri Antônio Feldmann 3 ; Joel Hennecka 4 ; Odair José Lucatelli 4 ; Tamires Oviedo 4 Palavras chaves: Argissolo, Cambissolo,

Leia mais

A DEFICIÊNCIA HÍDRICA NO BRASIL Reflexo da falta de planejamento

A DEFICIÊNCIA HÍDRICA NO BRASIL Reflexo da falta de planejamento ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 55 - agosto/2015 - Niterói - RJ A DEFICIÊNCIA HÍDRICA NO BRASIL Reflexo da falta de planejamento 1 1 1 Luiz de Morais Rego Filho ; Alcilio Vieira ; Julio Cesar da Silva

Leia mais

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte Dr. Cristiano Kenji Iwai Belo Horizonte Março/2013 Introdução Condições da disposição de resíduos no Brasil

Leia mais

Nailsondas Perfurações de Solo Ltda

Nailsondas Perfurações de Solo Ltda APRESENTAÇÃO A Nailsondas Perfurações de Solo Ltda. é uma empresa que vem atuando no mercado desde 2002, prestando serviços em todo território nacional. Executando com excelência vários projetos por ano,

Leia mais

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU Código Rev. Folha SD.KLA.PA.RE.001 2 1/ Código do cliente Rev. 0 KLABIN S. A. PARANAGUA PR TERRENO ROCHA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO GEOTÉCNICA FUROS DE SONDAGENS Cliente : KLABIN S. A. Obra : LEVANTAMENTO

Leia mais

Paraná Campus Francisco Beltrão (PR), email: fercecchet@hotmail.com. Campus Francisco Beltrão (PR), email: marciareg_calegari@hotmail.

Paraná Campus Francisco Beltrão (PR), email: fercecchet@hotmail.com. Campus Francisco Beltrão (PR), email: marciareg_calegari@hotmail. ANÁLISES ISOTÓPICAS E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE UM NITOSSOLO VERMELHO DISTROFÉRRICO TÍPICO COM HORIZONTE A HÚMICO NO MUNICÍPIO DE CAMPO ERÊ (SC). Fernanda Aparecida Cecchet 1 Marcia Regina Calegari

Leia mais

PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL

PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL GUIA DE EXCURSÃO Dalvan José Reinert José Miguel

Leia mais

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos

Sistema Brasileiro de Classificação de Solos Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Solos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Sistema Brasileiro de Classificação de Solos 3ª edição revista e ampliada Embrapa Brasília,

Leia mais

UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Marcelo Ricardo de Lima

UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Marcelo Ricardo de Lima Uma análise das classificações de solo utilizadas no ensino fundamental Projeto Solo na Escola - UFPR 1 UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL Marcelo Ricardo de Lima Professor

Leia mais

11/10/2011. 3. Fluxo de nutrientes em ecossistemas florestais. CTC x área superficial específica. Solo como um meio trifásico

11/10/2011. 3. Fluxo de nutrientes em ecossistemas florestais. CTC x área superficial específica. Solo como um meio trifásico 3. Fluxo de nutrientes em ecossistemas florestais Liberação de nutrientes pelas rochas Retenção e liberação de nutrientes pelo solo Absorção de nutrientes pelas plantas Ciclagem de nutrientes em ecossistemas

Leia mais

O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA

O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA Roneíse de Jesus Lima¹, Diêgo Pereira Costa², Raphaela Santana Melo Araujo³,

Leia mais

2.Óxidos!!! Óxidos Modelo Simples 16/08/2012. Óxidos de ferro Modelo Simples Hematita, Goethita

2.Óxidos!!! Óxidos Modelo Simples 16/08/2012. Óxidos de ferro Modelo Simples Hematita, Goethita 2.Óxidos!!! Geralmente são mais abundantes à medida em que o solo fica mais intemperizado (lembrese do índice ki calculado na aula prática); Além de CTC, podem desenvolver cargas positivas (CTA), que quando

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Arroz e Feijão. Documentos 258

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Arroz e Feijão. Documentos 258 ISSN 1678-9644 Dezembro, 2010 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Arroz e Feijão Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 258 Descrição Morfológica de Perfis de Solos

Leia mais

Revisão de geologia e Pedogênese

Revisão de geologia e Pedogênese Revisão de geologia e Pedogênese Ricardo Gonçalves de Castro 1 Minerais Mineral é um sólido homogêneo, com composição química definida, podendo variar dentro de intervalos restritos, formados por processos

Leia mais

QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano)

QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano) QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano) TABELA PERIÓDICA ATUAL Exemplo: Se o K (potássio) encontra-se no 4º período ele possui 4 camadas. Nº atômico = Z 19 K-2; L-8, M-8; N-1 Propriedades gerais dos elementos Metais:

Leia mais

Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas. Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up.

Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas. Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up. Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas DETERMINAÇÃO GRANULOMÉTRICA DE UM SOLO UTILIZANDO UM CYCLOSIZER Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up.pt

Leia mais

J. Miguel Reichert, PhD

J. Miguel Reichert, PhD Morfologia do solo J. Miguel Reichert, PhD (Prof. Ricardo Dalmolin) MORFOLOGI DO SOLO 2.1 Conceitos 2.2 - Horizontes pedogênicos 2.3 - Simbologia usada na identificação dos horizontes 2.4 - Características

Leia mais

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA Autora: Ângela Maria Soares UFTM Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos

Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos Metais Pesados em Solos do Brasil: Influência do Material de Origem e Valores Anômalos Jaime W. V. de Mello Walter A. P.

Leia mais

SONDAGEM À PERCUSSÃO DATA: 15/04/2010 HORA: 07:36 / 23:41 COTA : 2,23 COORDENADAS: N: 748137.82 E: 982 8295.35

SONDAGEM À PERCUSSÃO DATA: 15/04/2010 HORA: 07:36 / 23:41 COTA : 2,23 COORDENADAS: N: 748137.82 E: 982 8295.35 SONDAGEM TMU 2 : 15/04/2010 HORA: 07:36 / 23:41 COTA : 2,23 COORDENADAS: N: 748137.82 E: 982 8295.35 SP-01 0.00 Obs: Extremidade do revestimento ao N.A 1,50 COTA: 2.48 COTA: 2,23 N.A MAX. Lámina D'agua

Leia mais

* variável em função do 145 ' ~$.O. Fundações - 1" sem 2012. Padm(kN) - estrutural Com rimento (m) 100 a 300 3 a 15 150

* variável em função do 145 ' ~$.O. Fundações - 1 sem 2012. Padm(kN) - estrutural Com rimento (m) 100 a 300 3 a 15 150 Fundações - 1" sem 2012 Paulo Albuquerque oníveis no mercado Padm(kN) - estrutural Com rimento (m) 100 a 300 3 a 15 150 Pré-moldada (concreto) secção quadrada 200 350 450 700 200 350 emenda Pré-moldada

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE SOLOS FERRUGINOSOS ALTOMONTANOS DA SERRA DO GANDARELA

CARACTERIZAÇÃO DE SOLOS FERRUGINOSOS ALTOMONTANOS DA SERRA DO GANDARELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA JOÃO SANTIAGO REIS CARACTERIZAÇÃO DE SOLOS FERRUGINOSOS ALTOMONTANOS DA SERRA DO GANDARELA VIÇOSA MINAS GERAIS - BRASIL

Leia mais

PROF. DR. REGES HEINRICHS

PROF. DR. REGES HEINRICHS Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Curso Zootecnia Disciplina: Solos COLÓIDES DO SOLO PROF. DR. REGES HEINRICHS 2010 Introdução Colóides são partículas menores que 1 (um) micrômetro de diâmetro.

Leia mais

AMOSTRAGEM DO SOLO PARA AVALIAÇÃO DE SUA FERTILIDADE

AMOSTRAGEM DO SOLO PARA AVALIAÇÃO DE SUA FERTILIDADE AMOSTRAGEM DO SOLO PARA AVALIAÇÃO DE SUA FERTILIDADE Amostragem do solo Envio ao laboratório Preparo da amostra Confirmação dos procedimentos Recomendação adubação/calagem Interpretação dos resultados

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIËNCIA RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS SOLOS FLORESTAIS. Prof. José Miguel Reichert e colaboradores

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIËNCIA RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS SOLOS FLORESTAIS. Prof. José Miguel Reichert e colaboradores UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIËNCIA RURAIS DEPARTAMENTO DE SOLOS SOLOS FLORESTAIS Prof. José Miguel Reichert e colaboradores SANTA MARIA, 2009 SUMÁRIO UNIDADE 1: O SOLO NOS ECOSSISTEMAS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO DRENO SUBSUPERFICIAL DA RODOVIA PE-60, NO TRECHO ENTRE O ACESSO A SUAPÉ A CIDADE DE SERINHAÉM - PE

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO DRENO SUBSUPERFICIAL DA RODOVIA PE-60, NO TRECHO ENTRE O ACESSO A SUAPÉ A CIDADE DE SERINHAÉM - PE UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO DRENO SUBSUPERFICIAL DA RODOVIA PE-60, NO TRECHO ENTRE O ACESSO A SUAPÉ A CIDADE DE SERINHAÉM - PE Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Marçal

Leia mais

FILTRO DISCO CERÂMICO À VÁCUO (FDVC)

FILTRO DISCO CERÂMICO À VÁCUO (FDVC) APLICAÇÃO Mineração Indústria metalúrgica Desaguamento de concentrados de minérios ferrosos e não-ferrosos Desaguamento de rejeitos e lamas Filtragem de polpa fina de oxido de alumínio O uso do Filtro

Leia mais

Substâncias puras e misturas; análise imediata

Substâncias puras e misturas; análise imediata Segmento: Pré-vestibular Resoluções Coleção: Alfa, Beta e Gama Disciplina: Química Volume: 1 Série: 5 Substâncias puras e misturas; análise imediata 1. C Considerando as ilustrações, temos: I. Mistura

Leia mais

CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO

CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO Rede de água 1-DETERMINAÇÕES CONSTRUTIVAS A Empresa responsável pela execução das redes

Leia mais

Solos Transportados (Sedimentares): Solo Aluvial, Solo Lacustre, Solo Coluvial, Solo Eólico e Solo Marinho

Solos Transportados (Sedimentares): Solo Aluvial, Solo Lacustre, Solo Coluvial, Solo Eólico e Solo Marinho Formação dos Solos Solos Transportados (Sedimentares): Solo Aluvial, Solo Lacustre, Solo Coluvial, Solo Eólico e Solo Marinho Bibliografia: Notas de aula (apostila) de Geotécnica, Prof. Reno Reine Castello

Leia mais

Resolução Conjunta IBAMA/SEMA/IAP nº 005, de 28 de março de 2008.

Resolução Conjunta IBAMA/SEMA/IAP nº 005, de 28 de março de 2008. Resolução Conjunta IBAMA/SEMA/IAP nº 005, de 28 de março de 2008. Define critérios para avaliação das áreas úmidas e seus entornos protetivos, normatiza sua conservação e estabelece condicionantes para

Leia mais

Estalactites e Estalagmites

Estalactites e Estalagmites Escola Secundária José Saramago Mafra Química Estalactites e Estalagmites Docente: Marília Peres Discente: Catarina Duarte Turma: 11º C 13 de Abril de 2007 1 Índice O que se entende por estalactites e

Leia mais

Vanir Tiscoski Junior CURITIBA / PR RELATÓRIO DE SONDAGENS A PERCUSSÃO

Vanir Tiscoski Junior CURITIBA / PR RELATÓRIO DE SONDAGENS A PERCUSSÃO Vanir Tiscoski Junior CURITIBA / PR RELATÓRIO DE SONDAGENS A PERCUSSÃO ELABORAÇÃO Dezembro / 2013 Sumário 1 Introdução... 3 2- ABORDAGEM TEÓRICA - SISTEMA DEPOSICIONAL FLUVIAL MEANDRANTE... 3 3 TRABALH

Leia mais

Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS

Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS (Art. 4 o, 2 o, inciso IV, da Lei Complementar n o 101,

Leia mais

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real

Leia mais

Aula 3: Química do Solo

Aula 3: Química do Solo DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Aula 3: Química do Solo Prof a. Lilian Silva 2012 Solo: O solo pode ser conceituado como um manto superficial formado por rocha desagregada e, eventualmente, cinzas

Leia mais

7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia.

7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia. 7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia. Em primeiro lugar é preciso esclarecer o que significa e para que serve o aterramento do sistema elétrico. Ao contrário do que é usual considerar,

Leia mais

Tratamento de efluentes

Tratamento de efluentes Tratamento de efluentes Aguas residuais não devem ser rejeitadas antes de tratamento adequado industriais / urbanas / agrícolas ETAR - estação de tratamento de águas residuais Objectivo: eliminação de

Leia mais

Aula 3: Prof. Dr. Marx Leandro Naves Silva

Aula 3: Prof. Dr. Marx Leandro Naves Silva PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA Aula 3: FATORES DETERMINANTES DA EROSÃO. ERODIBILIDADE DO SOLO. MÉTODOS PARA A ESTIMATIVA DE ERODIBILIDADE. TIPOS DE PRECIPITAÇÃO. EROSIVIDADE DA CHUVA. MÉTODO PARA

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta Questão 1 Os componentes principais dos óleos vegetais são os triglicerídeos, que possuem a fórmula genérica ao lado: Nessa fórmula, os grupos R, R e R representam longas cadeias de carbono, com ou sem

Leia mais

ÓRGÃOS ACESSÓRIOS DA REDE DE ESGOTO

ÓRGÃOS ACESSÓRIOS DA REDE DE ESGOTO SANEAMENTO II AULA 06 8 semestre - Engenharia Civil ÓRGÃOS ACESSÓRIOS DA REDE DE ESGOTO Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br POÇOS DE VISITA (PV) São utilizados para permitir o acesso de homens

Leia mais

Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo.

Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo. Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo. Quanto a or igem os solos podem ser: ELUVIAIS Originado da alter ação da r ocha matriz situada abaixo dele. ALUVIAIS

Leia mais

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG.

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG. EFEITOS DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS NO ph DO SOLO Tiago Trevizam de Freitas 1 ; Zélio de Lima Vieira 1 ; Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Rodolfo Araújo Marques 1 ; Raimar Vinícius Canêdo 1 ; Adilson

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO.

UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO. UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO. Silveira, Priscila Silva; Valner Brusamarello. Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Av. Osvaldo Aranha, 103 - CEP: 90035-190 Porto

Leia mais

Bem-estar, desigualdade e pobreza

Bem-estar, desigualdade e pobreza 97 Rafael Guerreiro Osório Desigualdade e Pobreza Bem-estar, desigualdade e pobreza em 12 países da América Latina Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, México, Paraguai, Peru,

Leia mais

Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente

Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 9., 2, Belo Horizonte 1 Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente Carlos Henrique

Leia mais

5.4 Evolução pós-sp: estrelas pequena massa

5.4 Evolução pós-sp: estrelas pequena massa AST434: C5-31/68 5.4 Evolução pós-sp: estrelas pequena massa O termo estrelas de pequena massa refere-se às estrelas que ocupam a zona inferior direita da Sequência Principal. Devido ao valor da massa

Leia mais

http://www.ceinfo.cnpat.embrapa.br/arquivos/labsolos/amostragem.html

http://www.ceinfo.cnpat.embrapa.br/arquivos/labsolos/amostragem.html Coleta e Interpretação de Análise de Solo Cláudia Pombo Sudré Junho/2011 Coleta Glebas homogêneas Ziguezague Evitar Formigueiros Esterco Material de construção Vegetação diferente Relevo Coleta 0-20 cm

Leia mais

QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO

QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO SUBSTÂNCIA PURA MISTURA ESTUDO DAS SUBSTÂNCIAS E MISTURAS SUBSTÂNCIA: material formado por moléculas quimicamente iguais. Substância simples: é constituída de uma molécula formada

Leia mais

Manual SAGe Versão 1.2

Manual SAGe Versão 1.2 Manual SAGe Versão 1.2 Equipe de Pesquisadores do Projeto Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Criação da Equipe do Projeto (Proposta Inicial)... 3 2.1. Inclusão e configuração do Pesquisador Responsável (PR)...

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras MEMORIAL DESCRITIVO

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras MEMORIAL DESCRITIVO Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE ADEQUAÇÃO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E.E. ARACY EUDOCIAK

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E.E. ARACY EUDOCIAK Unidade 3 química - Conteúdos curriculares: c8: Reações Químicas (classificação e equações) c9: Balanceamento de equações (Estequiometria) c9:massa atômica, massa molecular e o conceito de mol Representação:

Leia mais

Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da Paraíba (1).

Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da Paraíba (1). REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 Volume 6- Número 1-1º Semestre 2006 RESUMO Reclassificação dos perfis descritos no Levantamento Exploratório- Reconhecimento de Solos do Estado da

Leia mais

Embalagens para Transporte Terrestre de Produtos Perigosos ABRE Associação Brasileira de Embalagem

Embalagens para Transporte Terrestre de Produtos Perigosos ABRE Associação Brasileira de Embalagem Embalagens para Transporte Terrestre de Produtos Perigosos ABRE Associação Brasileira de Embalagem Luciana Pellegrino Diretora Executiva 9 de outubro de 2007 Presidente Paulo Sérgio Peres 40 anos de atividade

Leia mais

Estribos verticais: 2 Largura X: 45.0 cm Ø10 CA-50-A P9, P10, P11, Largura Y: 45.0 cm

Estribos verticais: 2 Largura X: 45.0 cm Ø10 CA-50-A P9, P10, P11, Largura Y: 45.0 cm 1 MEMÓRIA DE CÁLCULO - ESTRUTURAL 4.1 MEMÓRIA DE CÁLCULO FUNDAÇÕES 4.1.1 DESCRIÇÃO Referências Estacas Material Geometria Armadura P1, P2, P3, P4, Tipo: 18x18 Concreto: C25, Bloco de 1 estaca Estribos

Leia mais

DESCRIÇÃO TÉCNICA SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS

DESCRIÇÃO TÉCNICA SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS DESCRIÇÃO TÉCNICA MEMORIAL DESCRITIVO REFERENTE AOS SERVIÇOS DE MELHORIAS NA INFRAESTRUTURA DO GINASIO MUNICIPAL 3 DE JUNHO DO MUNICIPIO DE CHAPADA RS. O presente memorial tem por objetivo estabelecer

Leia mais

Professora Dra. da Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus regional de Umuarama; e-mail: vanilde@yahoo.com

Professora Dra. da Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus regional de Umuarama; e-mail: vanilde@yahoo.com ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS NO SISTEMA BRASILEIRO E QUANTO A CAPACIDADE DE USO

Leia mais

CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS

CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS PROF. RENATA SANTOS MOMOLI Eng. Agrônoma Dra. em Solos e Nutrição de Plantas PRINCÍPIOS BÁSICOS 1. Classificação Técnica: diferenciações

Leia mais

Monitoramento Nutricional e Recomendação de Adubação

Monitoramento Nutricional e Recomendação de Adubação NU REE Programa em Nutrição e Solos Florestais DPS - SIF - UFV - Viçosa - MG UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS Monitoramento Nutricional e Recomendação de Adubação Contribuição

Leia mais

QUI 116 Química do Meio Ambiente. Aula 1 Litosfera Parte 2

QUI 116 Química do Meio Ambiente. Aula 1 Litosfera Parte 2 Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 116 Química do Meio Ambiente Aula 1 Litosfera Parte 2 Prof. Julio C. J. Silva Juiz de For a, 2010 Solo O solo

Leia mais

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA.

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA. ENERGIA EM SUA CASA Recon BT/2013 Regulamentação para o Fornecimento de Energia Elétrica a Consumidores em Baixa Tensão CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA. Regulamentação para

Leia mais

Distribuição Normal de Probabilidade

Distribuição Normal de Probabilidade Distribuição Normal de Probabilidade 1 Aspectos Gerais 2 A Distribuição Normal Padronizada 3 Determinação de Probabilidades 4 Cálculo de Valores 5 Teorema Central do Limite 1 1 Aspectos Gerais Variável

Leia mais

2.1 - Triângulo Equilátero: é todo triângulo que apresenta os três lados com a mesma medida. Nesse caso dizemos que os três lados são congruentes.

2.1 - Triângulo Equilátero: é todo triângulo que apresenta os três lados com a mesma medida. Nesse caso dizemos que os três lados são congruentes. Matemática Básica 09 Trigonometria 1. Introdução A palavra Trigonometria tem por significado do grego trigonon- triângulo e metron medida, associada diretamente ao estudo dos ângulos e lados dos triângulos,

Leia mais

Unidade 11 Geometria Plana I. Congruência e semelhança de figuras planas Relações métricas do triângulo retângulo Triângulo qualquer

Unidade 11 Geometria Plana I. Congruência e semelhança de figuras planas Relações métricas do triângulo retângulo Triângulo qualquer Unidade 11 Geometria Plana I Congruência e semelhança de figuras planas Relações métricas do triângulo retângulo Triângulo qualquer Congruência e Semelhança de Figuras Planas TRIÂNGULOS SEMELHANTES Dois

Leia mais

O irmão do aço. Obtendo o ferro fundido

O irmão do aço. Obtendo o ferro fundido O irmão do aço Na segunda aula deste módulo, quando nós estudamos a classificação dos materiais, você aprendeu que eles são divididos em dois grupos: os materiais ferrosos e os materiais não-ferrosos.

Leia mais

Componentes Minerais Minerais s primários: Minerais s se s cu c ndários: Fraçã ç o argila:

Componentes Minerais Minerais s primários: Minerais s se s cu c ndários: Fraçã ç o argila: Universidade Estadual Paulista Campus de e Dracena Curso Zootecnia Disciplina: Solos Composição do Solo Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Introdução O Solo é composto por três fases: Sólido (matéria orgânica

Leia mais

Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água

Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água Dureza: Parâmetro característico das águas de abastecimento industrial e doméstico. Em suma é a dificuldade de uma água não dissolver

Leia mais

4.2.1. Classe dos CAMBISSOLOS:

4.2.1. Classe dos CAMBISSOLOS: 71 4.2.1. Classe dos CAMBISSOLOS: Os solos do tipo CAMBISSOLO, foram encontrados nos setores próximos a nascente do córrego Guavirá. Na topossequência 1 o CAMBISSOLO FLÚVICO Tb Eutrófico gleissólico é

Leia mais

TUNEIS. Obra Recomendada Ingenieria Geológica Coordenação de Luis I. De Gonzáles Vallejo Edição de Prentice Hall, Pearson Education, Madrid, 2002

TUNEIS. Obra Recomendada Ingenieria Geológica Coordenação de Luis I. De Gonzáles Vallejo Edição de Prentice Hall, Pearson Education, Madrid, 2002 Obra Recomendada Ingenieria Geológica Coordenação de Luis I. De Gonzáles Vallejo Edição de Prentice Hall, Pearson Education, Madrid, 2002 OS TÚNEIS COMO ESTRUTURAS GEOTÉCNICAS Falsos Túneis (Metodo Cut

Leia mais

Os constituintes do solo

Os constituintes do solo Os constituintes do solo Os componentes do solo Constituintes minerais Materiais orgânicos Água Ar Fase sólida partículas minerais e materiais orgânicos Vazios ocupados por água e/ou ar Os componentes

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA DO RIO GRANDE DO SUL RUA VISCONDE DE PELOTAS, 227 CAXIAS DO SUL/RS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA DO RIO GRANDE DO SUL RUA VISCONDE DE PELOTAS, 227 CAXIAS DO SUL/RS RELATÓRIO DE SONDAGEM E MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA DO RIO GRANDE DO SUL RUA VISCONDE DE PELOTAS, CAXIAS DO SUL/RS Responsáveis técnicos Eng. Norton Quites Eng. Civil - Crea-RS

Leia mais

LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO DE BAIXA INTENSIDADE DOS SOLOS DA RESERVA EXTRATIVISTA DO ALTO JURUÁ, MARECHAL THAUMATURGO, ACRE

LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO DE BAIXA INTENSIDADE DOS SOLOS DA RESERVA EXTRATIVISTA DO ALTO JURUÁ, MARECHAL THAUMATURGO, ACRE Documentos ISSN 0104-9046 Número, 53 Janeiro, 2000 LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO DE BAIXA INTENSIDADE DOS SOLOS DA RESERVA EXTRATIVISTA DO ALTO JURUÁ, MARECHAL THAUMATURGO, ACRE REPÚBLICA FEDERATIVA DO

Leia mais

REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA PROF. DR. JOSÉ LEOMAR FERNANDES JÚNIOR Departamento de Transportes - STT Escola de Engenharia de São Carlos - USP 1 Resíduos

Leia mais

IRRIGAÇÃO LOCALIZADA

IRRIGAÇÃO LOCALIZADA IRRIGAÇÃO LOCALIZADA A água é aplicada diretamente na região do sistema radicular, sobre ou abaixo da superfície do solo em pequenas vazões e altas frequências. Mantendo com alto grau baixo volume de umidade

Leia mais

TQS - SISEs Parte 10 Fundações em bloco sobre 3 estacas sem baldrame e sobre 1 estaca com baldra

TQS - SISEs Parte 10 Fundações em bloco sobre 3 estacas sem baldrame e sobre 1 estaca com baldra Palavras-chave: SISEs, bloco sobre estacas, pórtico espacial, baldrames. Seguindo o assunto da Interação entre estrutura, fundação e solo, vamos apresentar agora out ras duas possíveis soluções, tendo

Leia mais

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) Algoritmos II Professor: Alex Kutzke (alexk@dainf.ct.utfpr.edu.br) Especificação do Primeiro Trabalho Prático

Leia mais

Aula 02 COMPACTAÇÃO DO SOLO. Eng. Civil Augusto Romanini (FACET Sinop) Sinop - MT 2016/1

Aula 02 COMPACTAÇÃO DO SOLO. Eng. Civil Augusto Romanini (FACET Sinop) Sinop - MT 2016/1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL TÉCNICAS DE MELHORAMENTO DE SOLOS Aula 02 COMPACTAÇÃO DO SOLO Eng. Civil Augusto

Leia mais

Tipos de intemperismo

Tipos de intemperismo INTEMPERISMO Conjunto de processos que transformam rochas maciças e tenazes em materiais friáveis solos DESEQUILÍBRIO Tipos de intemperismo Intemperismo físico (desintegração) Processos físicos fragmentação

Leia mais

REGRESSÃO LINEAR ENTRE TEMPERATURA E DENSIDADE DA GASOLINA RESUMO

REGRESSÃO LINEAR ENTRE TEMPERATURA E DENSIDADE DA GASOLINA RESUMO REGRESSÃO LINEAR ENTRE TEMPERATURA E DENSIDADE DA GASOLINA Maderson Alves Ferreira Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR madersonalvesferreira@hotmail.com Rosangela A. B. Assumpção Universidade

Leia mais

Instituto Falcão Bauer da Qualidade

Instituto Falcão Bauer da Qualidade Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Instituto Falcão Bauer da Qualidade DIRETRIZES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E CONSTRUÇÃO DE QUADRAS POLIESPORTIVAS COBERTAS PARA ESTABELECIMENTOS

Leia mais

Solos da Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal

Solos da Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal SESC - Departamento Nacional Assessoria de Divulgação e Promoção fevereiro / 2011 Conhecendo o Pantanal 7 Solos da Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal Solos da Reserva Particular do

Leia mais

MANUTENÇÃO E RESTAURAÇÃO DE OBRAS

MANUTENÇÃO E RESTAURAÇÃO DE OBRAS MANUTENÇÃO E RESTAURAÇÃO DE OBRAS Prof. Arq. Aline Fernandes 2013 PATOLOGIA DE FUNDAÇÕES Fases que os problemas podem ocorrer ou ser originados: - Caracterização do comportamento do solo; - Análise e projeto

Leia mais

CENTRAL DE COMPRAS DO ESTADO - CECOM/RS FOLHA - 001 ANEXO NRO : III DATA - 17/05/2010 : 010747 NORMAL NRO EXPEDIENTE : 002826.2400.

CENTRAL DE COMPRAS DO ESTADO - CECOM/RS FOLHA - 001 ANEXO NRO : III DATA - 17/05/2010 : 010747 NORMAL NRO EXPEDIENTE : 002826.2400. CENTRAL DE S DO ESTADO - CECOM/RS FOLHA - 001 ---------------- -- LOTE 0001 -- 820.503.0002 DIAZEPAM 10 mg", FRENTE, COM AS SEGUINTES CARACTERISTI- CAS TECNICAS, CONFORME EME 903 - FEPPS/2009: - PRODUTO:

Leia mais

TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS

TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS Este projeto tem como objetivo a fabricação de tijolos de adobe destinados à construção de casas através da

Leia mais

aula Propriedades dos solos características químicas e mineralógicas Geografia Física II Autores Fernando Moreira da Silva Marcelo dos Santos Chaves

aula Propriedades dos solos características químicas e mineralógicas Geografia Física II Autores Fernando Moreira da Silva Marcelo dos Santos Chaves D I S C I P L I N A Geografia Física II Propriedades dos solos características químicas e mineralógicas Autores Fernando Moreira da Silva Marcelo dos Santos Chaves Zuleide Maria C. Lima aula 09 Governo

Leia mais