Reformas Recentes das Políticas Européias para a Rede de Segurança Social

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2 Reformas Recentes das Políticas Européias para a Rede de Segurança Social Chris de Neubourg Maastricht Graduate School of Governance Maastricht University

3 Sumário 1. Origem das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

4 Sumário 1.Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

5 1. Origens das reformas As reformas como resposta a uma situação em mudança Formuladores de políticas consideram alternativas devido a Alterações demográficas, Discurso político e Alterações nos fatores econômicos

6 1. Origens das reformas As reformas geralmente são implementadas de forma lenta e têm escopo limitado. Isso se deve a: Apego às tradições Expectativas enraizadas da população e popularidade eleitoral do Estado de Bem-Estar Social Contrato institucionalizado

7 Sumário 1. Origens das reformas 2.Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

8 2. Objetivos e instrumentos Pressãode: Recursos fiscais exauridos Crença em resultados adversos Combinação de ambos Principal objetivo das reformas Reduzir o número de meses de pagamento de benefícios Reduzir os custos administrativos

9 2. Objetivos e instrumentos 1. Reduzir a quantidade e a duração dos benefícios 1. Incentivos para os beneficiários Incentivos para inscrever-se com menor freqüência Incentivos para ficar nos programas por períodos mais curtos 2. Incentivos para o provedor Redução na taxa de elegibilidade Redução na duração dos benefícios 3. Alterações nas regras legais de elegibilidade 2. Reduzir os custos operacionais

10 Sumário 1. Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

11 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários Quatro tipos de reformas de políticas 1. Incentivos financeiros 2. Maior pressão administrativa e moral 3. Menores barreiras de entrada no mercado de trabalho 4. Fortalecimento da auto-responsabilidade

12 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 1. Incentivos Financeiros Desconsideração de renda com limite mais alto França: Continuação de recebimento de benefícios RMI ao mesmo tempo em que recebe pagamento de até 750 horas por ano (duração máxima de 12 meses). Holanda: Programa de estágio para os jovens desempregados, remuneração em uma parcela única de 450 euros para três meses de estágio, ao mesmo tempo em que se recebe o seguro desemprego. Bélgica: para os que estão desempregados há muito tempo e para os desempregados com mais de 45 anos de idade, uma agência local de empregos arranja trabalho fora do mercado, com um limite máximo de 45 horas por mês, e com salário líquido estabelecido pelo município.

13 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 1. Incentivos Financeiros Maior crédito do imposto sobre a renda recebida França: Subsídio especial com foco nos trabalhadores de baixa renda, bônus do estado proporcional à renda recebida. Aumenta os salários líquidos, sem aumentar os custos para o empregador. Reino Unido: crédito sobre o imposto da família, administrado por meio do salário, e não por meio do sistema de benefício.

14 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 1. Incentivos Financeiros De volta ao bônus do trabalho Holanda: trabalhadores subsidiados recebem euros quando passam para um trabalho nãosubsidiado por pelo menos seis meses, financiado por meio da isenção de impostos e pago ao longo de um período de três anos. Reino Unido: Aqueles que estão desempregados há um longo tempo recebem um bônus, pago uma única vez, de 167 euros quando aceitam um novo emprego.

15 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 1. Incentivos Financeiros Estimulação ao trabalho autônomo Alemanha: Aqueles que estejam desempregados por, pelo menos, quatro semanas, devem estabelecer um plano de empreendimento, a ser julgado por profissionais independentes. Quando o plano de empreendimento for sólido, essas pessoas passarão do seguro desemprego para um Benefícios de Iniciantes, a ser pago por um período de seis meses. Holanda: Os beneficiários do seguro desemprego podem ser liberados por três meses de buscar um trabalho, a fim de estabelecer seu próprio negócio. Caso o novo negócio gere renda, isso será subtraído do seguro desemprego.

16 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 1. Incentivos Financeiros Aumento nos benefícios para assistência à criança - redução da armadilha de pobreza para pais solteiros que encontram um emprego com salários baixos

17 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 2. Maior pressão administrativa Trabalho Social Alemanha: Novo benefício, em substituição ao seguro desemprego, e é responsável pelos beneficiários capazes da Assistência Social. O teste de renda inclui a renda do parceiro ou daqueles que vivem na mesma casa. Medidas especiais de ativação para os <25 anos. Holanda: Diferentes categorias de beneficiários com base em quanta ajuda eles necessitam para encontrar um emprego. Programas diferentes disponíveis para categorias diferentes. Suécia: Participação em trabalho municipal ou projetos de treinamento obrigatório para aqueles que estão desempregados há muito tempo e para aqueles com menos de 25 anos de idade. Reino Unido: Novo Acordo. Diferentes esquemas para diferentes grupos alvo.

18 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 2. Maior pressão administrativa Exigências e sanções mais rígidas Alemanha e Suécia: Exigências de que os desempregados aumentem o número de áreas nas quais buscam uma ocupação e aumentem a área geográfica de busca de emprego. As sanções não são implementadas de forma rígida na maioria dos países.

19 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 2. Maior pressão administrativa Assistência Individualizada França: um plano de ação pessoal é assinado pelo candidato a emprego e pelo serviço público de empregos. Alemanha: os gerentes de caso ajudam os clientes de forma mais rápida e efetiva. Eles não devem ser responsáveis por mais de 75 clientes. Holanda: o gerente de caso ajuda com uma estratégia personalizada de reintegração, por meio da qual os beneficiários olham vitrines para descobrir que serviços eles necessitam (treinamento para entrevistas de emprego, educação, etc.) Reino Unido: Novo Acordo. Assistência individualizada a candidatos a emprego na forma de um conselheiro pessoal.

20 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 3. Menores barreiras de entrada no mercado de trabalho Diminuição das contribuições sociais dos empregadores França: empregadores isentos da contribuição social para o pagamento de valor baixo. Holanda: empregadores poderiam deduzir uma certa quantia da contribuição e dos impostos para todos os empregados que recebam menos de 115% do salário mínimo. Subsídios ao empregador Bélgica: quando os funcionários saem de licença para viagem de estudos, o empregador recebe um bônus se o substituir por um desempregado. Holanda: os empregadores recebem diversos subsídios se contratarem alguém que estava desempregado anteriormente (por um longo período).

21 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Fortalecimento da autoresponsabilidade Alteração para benefícios em dinheiro para grupos especiais Alemanha: Assistência em circunstâncias especiais, beneficia os enfermos e os beneficiários deficientes com benefícios em espécie, mas agora integrados na Assistência Social financeira. Contas poupança Holanda: está considerando a introdução de contas poupança para o seguro desemprego.

22 Sumário 1. Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

23 4. Reforma dos incentivos para os provedores 1. Transmissão de responsabilidades Em muitos países da Europa, essa tendência tem sido clara. França: O Département (96 na França, 4 no exterior) será responsável pela assistência social, em lugar do governo nacional Holanda:a responsabilidade pelo alívio da pobreza é dos municípios, com direitos definidos no nível nacional Suécia: Financiamento e processo de tomada de decisões nas políticas do mercado de trabalho descentralizados.

24 4. Reforma dos incentivos para os provedores 2. Privatização Holanda: privatização completa dos serviços de reintegração, ao longo de oito anos.

25 4. Reforma dos incentivos para os provedores 3. Aumento na qualidade dos serviços Postos de atendimento integrado - Alemanha: Centro de Emprego, integra a tarefa do governo federal de ativar desempregados e a tarefa local da administração da assistência social. - Holanda: Centro para o Trabalho e a Renda, para auxílio à busca de emprego e requerimento de benefícios. - Reino Unido: ONE, em fase de teste, prestação de benefícios conjuntos e de serviços de emprego. E-governo ou serviços on-line - Bélgica: Crossroads Bank de Seguro Social, diversas instituições separadas de bem-estar social são conectadas por meio da rede eletrônica do Crossroad Bank.

26 Sumário 1. Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5.Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

27 5. Reforma dos direitos de elegibilidade Os jovens Solidariedade de parentes e familiares Os jovens não trabalharam por um longo período e, portanto, não contribuíram para o sistema de Proteção Social. Imigrantes Parcela crescente da população Necessidade desproporcional de Assistência Social

28 Sumário 1. Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

29 5. Conclusões: Convergência e sucesso? Convergência? Não é bem assim. Algumas tendências estão apontando na mesma direção Entretanto, isso não está levando a alterações fundamentais nas diferenças internacionais na provisão da Proteção Social.

30 Mudanças e Tendências Problemas percebidos Mudanças Redefinição de elegibilidade Ativação (desativação) Melhoria da efetividade/ eficiência estática Melhoria da efetividade/ eficiência dinâmica Transmissão de responsabilidade

31 Sucesso e fracasso Três mecanismos: - ativação difícil - provedores buscando sucesso rápido - equilíbrio assistido e portas giratórias

32 Experiências interessantes Acompanhamento rápido: centros de atendimento integrado para trabalho e renda (Centres for Work and Income - CWI) (diversos países) (um bom exemplo de um centro de atendimento integrado) Órgãos para colocação no mercado de trabalho (Bélgica). Um bom exemplo de trabalho social, o qual visa integrar as pessoas com pequenas chances de emprego no mercado de trabalho regular, com o objetivo de combater a exclusão social

33 5. Conclusões: Convergência e Sucesso? Sucesso? Resultados que causam desapontamento. 1. O sistema funciona bem da forma como está. Ele estimula a inclusão social sem forçar a entrada no mercado de trabalho, onde os beneficiários não conseguiriam sobreviver. 2. Os provedores e os políticos estão buscando o sucesso imediato e têm em mente que qualquer trabalho é melhor que nenhum trabalho. Isso estimula o emprego precário. 3. Os beneficiários que saem do sistema de Proteção Social, mas que não conseguem encontrar um emprego, não têm outra escolha a não ser estabelecer-se no equilíbrio assistido existência de um núcleo difícil de beneficiários da assistência social.

34 Desafios Imigrantes Crianças e pobreza infantil Mulheres Idosos

35 Sumário 1. Origens das reformas 2. Objetivos e instrumentos 3. Reforma dos incentivos para os beneficiários 4. Reforma dos incentivos para os provedores 5. Reforma dos direitos de elegibilidade 6. Conclusões: Convergência e sucesso? 7. Lições da Europa

36 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não funciona

37 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida SA SA

38 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não funciona 2. Copiar os sistemas pode dar resultado

39 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida UCA, idade 0-16 EA, idade ILI; SA; CSP, idade UP; CP+CSP; PP; SA DA para pessoas deficientes desde o nascimento e para aquelas que são portadoras permanentes ou temporárias de necessidades especiais Investimento no capital humano/ sistema educacional Re-capacitação, proteção ao emprego, padrões mínimos, salário Saúde, desastres proteção familiar, infraestruturas de atenção a todos os grupos de idade e aos portadores de necessidades especiais

40 Sistema de Proteção Social nos Estados Unidos ILI; SA; CSP, idade CP+CSP; PP; SA DA para pessoas deficientes desde o nascimento e para aquelas que são portadoras permanentes ou temporárias de necessidades especiais Investimento no capital humano/ sistema educacional Re-capacitação, proteção ao emprego, padrões mínimos, salário Saúde, desastres proteção familiar, infraestruturas de atenção a todos os grupos de idade e aos portadores de necessidades especiais

41 Sistema de Proteção Social no país típico de média/ baixa renda SA SA DA para pessoas deficientes desde o nascimento e para aquelas que são portadoras permanentes ou temporárias de necessidades especiais

42 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar, MAS SERÃO NECESSÁRIOS AJUSTES AJUSTES À SITUAÇÃO LOCAL AS MELHORIAS SÃO POSSÍVEIS VER PONTO 7 NO FINAL DA APRESENTAÇÃO

43 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos

44 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos 4. As questões de implementação são importantes

45 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos 4. As questões de implementação são importantes Escritórios locais e de diligência Trabalhadores sociais Carteira aumentada de benefícios não financeiros

46 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos 4. As questões de implementação são importantes 5. Capacidade na implementação Capacidade para pagar Capacidade para implementar Capacidade para elaborar

47 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos 4. As questões de implementação são importantes 5. Capacidade na implementação 6. Restrições orçamentárias e desenho para o futuro

48 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE SISTEMAS DE PROTEÇÃO SOCIAL 1. Copiar algumas partes não irá dar resultado 2. Copiar os sistemas pode funcionar 3. Os custos devem ser contidos 4. As questões de implementação são importantes 5. Capacidade na implementação 6. Restrições orçamentárias e desenho para o futuro 7. LIÇÕES NA EUROPA LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL

49 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE SISTEMAS DE PROTEÇÃO SOCIAL POLÍTICA SOCIAL COMO UM INVESTIMENTO PRODUTIVO POLÍTICA SOCIAL ATIVA E ABORDAGEM DO CICLO DE VIDA Prioridade 1: Crianças e jovens Prioridade 2: Famílias Prioridade 3: Ativação de grupos de idade ativa Prioridade 4: Contenção dos custos do envelhecimento

50 LIÇÕES NA EUROPA Prioridade 1: Crianças e jovens - a importância dos benefícios generosos às crianças (universal versus teste de renda verificada) - programas de intervenção na primeira infância - a importância do acesso garantido à educação de alta qualidade disponibilidade de ensino público gratuito disponibilidade de benefícios educacionais, bolsas de estudo - suavização da instabilidade familiar (ver prioridade 2)

51 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida UCA, idade 0-16 EA, idade Investimento no capital humano/ sistema educacional

52 LIÇÕES NA EUROPA Prioridade 2: Famílias - reconciliar trabalho e assistência à saúde licença maternidade/ paternidade insfraestruturas acessíveis de assistência àcriança locais de trabalho favoráveis à família - incentivo ao emprego de mães

53 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida UCA, idade 0-16 EA, idade Investimento no capital humano/ sistema educacional Re-capacitação, proteção ao emprego, padrões mínimos, salário, licença aos pais, assistência à criança, trabalho favorável à família Saúde, desastres proteção familiar, infraestruturas de atenção a todos os grupos de idade e aos portadores de necessidades especiais

54 LIÇÕES NA EUROPA Prioridade 3: Ativação de grupos de idade ativa - incentivo ao emprego de mães - aumento da idade efetiva de aposentadoria - reintegração de desfavorecidos e de portadores de necessidades especiais - oferecer proteção ao emprego, mas preservando a flexibilidade para trabalhadores e empregadores - ativação de desempregados e de outros beneficiários (incentivos financeiros, pressões administrativas e programas de re-capacitação)

55 Sistema europeu de benefícios financeiros: figura estilizada Benefício às crianças Benefício à educação Aposentadoria pública básica

56 Seguros de Perda de Renda (desemprego, enfermidade, incapacidade temporária) com ativação de esquema de benefício: incentivos financeiros à ativação Benefício Rs MAX % GMI 6 meses tempo

57 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida ILI; SA; CSP, idade Re-capacitação, proteção ao emprego, padrões mínimos, salário Saúde, infraestruturas de atenção a todos os grupos de idade e aos portadores de necessidades especiais

58 n Ativação de sucesso leva à alteração da distribuição de produtividade na economia produtividade

59 n Ativação de sucesso leva à alteração da distribuição de produtividade na economia produtividade

60 n Ativação de sucesso leva à alteração da distribuição de produtividade na economia produtividade

61 LIÇÕES NA EUROPA Prioridade 4: Contenção dos custos do envelhecimento - ativação dos grupos de idade mais idosos (ver prioridade 3) - reforma do sistema de aposentadoria - reforma do sistema de atenção no longo prazo

62 Sistema de Proteção Social na Europa: a estrutura do ciclo de vida UP; CP+CSP; PP; SA DA para pessoas deficientes desde o nascimento e para aquelas que são portadoras permanentes ou temporárias de necessidades especiais Saúde, desastres proteção familiar, infraestruturas de atenção a todos os grupos de idade e aos portadores de necessidades especiais

63 LIÇÕES DA EUROPA SOBRE O DESENHO E A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL Planejar o desenho geral e formar o sistema gradualmente, ajustando os níveis de benefício e a generosidade geral ao crescimento econômico e às restrições fiscais Evitar as armadilhas européias: Levar em conta as alterações demográficas na estrutura da população, migração, estrutura familiar e estabilidade/ instabilidade da família Levar em conta as alterações econômicas no crescimento e na composição de atividades econômicas Planejar para evitar a dependência e as armadilhas de pobreza Aprender com experiências úteis de todo o mundo

64 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças: Benefícios para as crianças e para a educação na União Européia (universal) Benefícios para as crianças e para a educação vinculados à freqüência escolar (programa Oportunidades, México) Programas de pré-escola (Head Start USA)

65 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças Famílias com crianças: Licenças maternidade/ paternidade pagas, creches e apoio financeiro ou de impostos, serviços de atenção fora da escola, horários de trabalho flexíveis para pais (na maior parte da União Européia, especialmente Suécia e outros países nórdicos) Assistência especial a pais solteiros desempregados, por meio de benefícios de impostos e de assistência à busca de emprego (Reino Unido)

66 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças Famílias com crianças Bem-estar social no trabalho: Proteção ao emprego (maior parte da União Européia) Garantias mínimas de qualidade do emprego (maior parte da União Européia) Padrões de salário mínimo (maior parte da União Européia) Leis antidiscriminação (União Européia)

67 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças Famílias com crianças Bem-estar social no trabalho Bem-estar social para o trabalho: Flexibilidade com segurança: pequena projeção de emprego, juntamente com seguros desemprego longos e generosos e re-emprego ou re-capacitação obrigatórios (Dinamarca) Órgãos de inclusão social (PWA) (Bélgica) Integração de portadores de necessidades especiais (Luxemburgo, Reino Unido)

68 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças Famílias com crianças Bem-estar social no trabalho Bem-estar social para o trabalho Ativação de trabalhadores mais idosos: Reformas de aposentadoria na Alemanha, Suécia, quase todos os países europeus Revisão da aposentadoria precoce (Bélgica, França, Holanda) Legislação da União Européia sobre a nãodiscriminação por idade

69 Engenharia social útil da Europa e dos países da OCDE Crianças Famílias com crianças Bem-estar social no trabalho Bem-estar social para o trabalho Ativação de trabalhadores mais idosos Contenção de custos de assistência de longo prazo (idosos): Seguro de assistência aos idosos (Bélgica, Luxemburgo) Serviços de coordenação de assistência (Austrália)

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