Alfabetização. Sistema de Avaliação Baiano da Educação - SABE. Revista do Sistema de Avaliação Rede MUNICIPAL SEÇÃO 5

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1 ISSN AVALIE ALFA 2012 Sistema de Avaliação Baiano da Educação - SABE Revista do Sistema de Avaliação Rede MUNICIPAL Alfabetização SEÇÃO 1 A avaliação como meio para superar desafios EXPERIÊNCIA EM FOCO SEÇÃO 2 Padrões de Desempenho SEÇÃO 3 A escola e o contexto SEÇÃO 4 Os resultados da avaliação SEÇÃO 5 A ampliação do Ensino Fundamental: obrigatoriedade e expectativas ALFA

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3 ISSN Revista do Sistema de Avaliação Rede Municipal Sistema de Avaliação Baiano da Educação - SABE

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5 ALFA governador JAQUES WAGNER VIcE-gOVErNAdOr OTTO ALENCAR SEcrEtárIO da EducAÇÃO OSVALDO BARRETO FILHO SuBSEcrEtárIO ADERBAL CASTRO MEIRA FILHO chefe de gabinete PAULO PONTES DA SILVA SupErINtENdÊNcIA de AcOmpANhAmENtO E AVALIAÇÃO do SIStEmA EducAcIONAL ENI SANTANA BARRETTO BASTOS coordenação de AcOmpANhAmENtO, AVALIAÇÃO E INfOrmAÇõES EducAcIONAIS MARCOS ANTÔNIO SANTOS DE PINHO coordenação geral do pacto com OS municípios ANTÔNIO MARCOS BARRETO SILVA coordenação de AcOmpANhAmENtO E AVALIAÇÃO FÁTIMA CRISTINA DANTAS MEDEIROS EQuIpE técnica da AVALIAÇÃO ADINELSON FARIAS DE SOUZA FILHO EDILEUZA NUNES SIMÕES NERIS GUIOMAR FLORENCE DE CARVALHO ÍNDIA CLARA SANTANA NASCIMENTO LINDINALVA GONÇALVES DE ALMEIDA NEIRE GOES RIBEIRO BRIDE RITA DE CÁSSIA MOREIRA TRINDADE ROGÉRIO DA SILVA FONSECA SANDRA CRISTINA DA MATA NERI

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7 Osvaldo Barreto Filho, Secretário da Educação do Estado da Bahia prezados(as) EducAdOrES(AS), é com muita satisfação que apresentamos à comunidade educacional a segunda edição das publicações do Avalie Alfa, avaliação externa realizada em parceria com o centro de políticas públicas e Avaliação da Educação da universidade de Juiz de fora (caed). Nossa intenção é que estas publicações sejam um canal de diálogo com as unidades escolares e as secretarias municipais de educação para que possamos utilizar os resultados apresentados como uma ferramenta importante à adoção de medidas pedagógicas e administrativas que assegurem o direito de aprender dos estudantes do Ensino fundamental. As publicações estão organizadas em três volumes: revista pedagógica, revista da gestão Escolar e revista do Sistema de Avaliação. A revista pedagógica é destinada ao professor e traz informações sobre o resultado da escola, por disciplina avaliada, veiculando também a concepção, os fundamentos, os pressupostos da avaliação e alguns relatos de experiências bem sucedidas. Na revista da gestão Escolar são encontradas informações relativas aos resultados da escola nas disciplinas avaliadas e dados contextuais especialmente direcionadas aos gestores das instituições de ensino. A revista traz, ainda, relato de práticas positivas de gestores no desenvolvimento do trabalho escolar. A revista do Sistema de Avaliação é destinada às equipes gestoras da Secretaria da Educação. Ela contextualiza o histórico do programa, com uma linha do tempo, trazendo também resultados gerais e por diretoria regional, assim como artigos sobre temas educacionais e impressões de dirigentes do órgão central sobre a avaliação. As publicações ora apresentadas deixam as marcas do processo vivenciado por diversas pessoas, em diferentes espaços geográfi cos deste estado e fora dele, no desafi o de fazer da avaliação uma ferramenta do processo de ensino, de aprendizagem e de gestão, por meio do Sistema de Avaliação Baiano da Educação (SABE). Elas juntam-se a outras iniciativas do governo do Estado da Bahia na busca por uma educação em que os estudantes e educadores ressignifi quem as suas aprendizagens, seus processos formativos e se reafi rmem como sujeitos de direito, numa educação com características emancipatória e inclusiva.

8 sumário A AVALIAÇÃO como meio para superar desafios página 10 padrões de desempenho página 14 EXPERIÊNCIA EM FOCO página 12

9 os resultados da avaliação página 19 A ESCOLA E O CONTEXTO página 16 A AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL: OBRIGATORIEDADE E EXPECTATIVAS página 34

10 1 A AVALIAÇÃO como meio para superar desafios A avaliação em larga escala surge no cenário educacional como um mecanismo de estímulo à mudança, tanto no que concerne à organização do sistema de ensino como na definição de metas em busca de se garantir as necessidades básicas de aprendizagem ao indivíduo. Esse propósito está associado à concepção da educação como um direito social e um dever do Estado. Nesse sentido, cabe ao Estado e, assim, aos governos federal e estadual, por meio da Secretaria de Educação, assegurar padrões mínimos de acesso, permanência e desempenho escolar dos estudantes. Cumprir essa tarefa complexa envolve grandes desafios, como enfrentar as desigualdades extra e intraescolares: a pobreza e a violência; as novas formas de estrutura familiar; as particularidades de cada local, de cada escola e do desenvolvimento cognitivo de cada estudante. Diante disso, é necessário reunir informações concretas sobre a população atendida e o ensino ofertado para, deste modo, implementar ações que visem a atingir o objetivo traçado. O Sistema de Avaliação Baiano de Educação (SABE) cumpre esse papel ao avaliar o desempenho dos estudantes atendidos pela rede pública nos aspectos pedagógicos. Ao medir, por meio de questionários contextuais vinculados à avaliação, as características socioeconômicas dos estudantes, as práticas pedagógicas e de gestão, as condições do clima escolar etc., e relacioná-las entre si quando possível, o governo passa a ter conhecimento sobre o ensino ofertado, de modo a auxiliar na superação do desafio da garantia e da qualidade da educação. Assim, a partir de dados consistentes, embasa sua organização educacional de maneira que atenda às próprias necessidades, criando, também, metas de melhoria dentro de uma perspectiva plausível. Nesse sentido, a avaliação torna-se um subsídio para mudanças que atendem ao dever do estado de oferecer uma educação gratuita e de qualidade, e ao direito da população em recebê-la. Para divulgar e facilitar o acesso a essas informações relevantes para a gestão do sistema educacional, a Revista do Sistema de Avaliação foi pensada com a intenção de estruturar, de forma objetiva, os dados obtidos pela avaliação, apresentando os resultados de desempenho dos estudantes em sua totalidade e por município, além do mapeamento das escolas, segundo práticas pedagógicas e outras análises complement ares. 10 Avalie Alfa 2012

11 O SABE O Sistema de Avaliação Baiano da Educação foi criado em 2007 e tem seguido o propósito de fomentar mudanças em busca de uma educação de qualidade. Em 2012, o Avalie Alfa avaliou os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental das escolas da Rede Pública da Bahia, nas disciplinas de Língua Portuguesa leitura e escrita e Matemática. Na linha do tempo a seguir, pode-se verifi car a trajetória do Avalie Alfa e, ainda, perceber como tem se consolidado diante das informações que apresentam sobre os estudantes. trajetória etapa avaliada: 2º ano do ensino fundamental disciplinas envolvidas: Lp (Leitura/escrita) e MT Rede de ensino: estadual/municipal Nº de estudantes previstos: N de estudantes avaliados: Nº de escolas avaliadas: Nº de municípios avaliados (Rede Municipal): 215 etapa avaliada: 2º ano do ensino fundamental disciplinas envolvidas: Lp (Leitura/escrita) e MT Rede de ensino: estadual/municipal Nº de estudantes previstos: N de estudantes avaliados: Nº de escolas avaliadas Nº de municípios avaliados (Rede Municipal): 322 Revista do Sistema de Avaliação 11

12 EXPERIÊNCIA EM FOCO Intervenção pedagógica para formação humanística Oferecer uma educação pública de qualidade que atenda as demandas do mundo moderno tem sido uma preocupação de gestores educacionais comprometidos em assegurar o direito de aprender dos estudantes. Atuando como gestor municipal há oito anos na Secretaria da Educação do município de Amargosa, o professor Eliezer Santos da Silva orienta o seu trabalho nessa direção, compartilhando o pensamento de muitos outros gestores de que o maior desafio é oferecer uma educação pública de qualidade, capaz de atender as necessidades do mundo moderno, numa formação humanística, com viés para o mundo do trabalho. ainda, que as informações fornecidas por estas avaliações, se bem trabalhadas, podem promover mudanças significativas nos sistemas de ensino, porque mostram as suas potencialidades e fragilidades. Realizar intervenções promotoras de mudanças ainda se constitui numa dificuldade para muitos gestores municipais, muitas vezes provocadas pela ausência de articulação entre os entes federados, o poder público local e os investimentos na gestão democrática, na formação dos profissionais da educação e na participação da comunidade local. Para o professor Eliezer, as avaliações externas têm servido como instrumento diagnóstico, importante para a tomada de decisão. Afirma, No município de Amargosa, experiências de intervenções pedagógicas vêm sendo implementadas pela Secretaria Municipal As experiências vivenciadas pelo município de Amargosa apontam um caminho possível para assegurar o direito de aprender dos estudantes baianos. Eliezer Santos da Silva, Secretário Municipal de Educação de Amargosa 12 Avalie Alfa 2012

13 de Educação ao realizar mobilizações com as escolas para a aplicação das avaliações externas (Provinha Brasil, Avalie e Prova Brasil). Os coordenadores e diretores escolares são orientados para o desenvolvimento de ações de conscientização de professores, pais e estudantes sobre a importância das avaliações externas para a melhoria da qualidade da educação no município. Há também no município um trabalho de divulgação dos resultados. Segundo Eliezer, a Secretaria de Educação reúne os diretores e coordenadores para socializar os resultados, pontuando as melhorias apresentadas pelas escolas, bem como os aspectos que precisam ser reforçados: a equipe gestora, com os resultados em mãos, apresenta-os para a comunidade escolar, por meio de reuniões e divulgação em mural exposto na área da escola. Depois da análise dos resultados, as escolas que obtiveram bons resultados socializam suas experiências e práticas pedagógicas com as demais. Além disso, o planejamento leva em consideração os resultados analisados. Motivada pelos resultados das avaliações externas, a Secretaria da Educação realiza um trabalho com a utilização de atividades diversificadas (por nível de escrita), implementa um projeto de reforço escolar e encaminha estudantes com dificuldades de aprendizagem para atendimento pedagógico e psicopedagógico. As experiências vivenciadas pelo município de Amargosa apontam um caminho possível para assegurar o direito de aprender dos estudantes baianos. Revista do Sistema de Avaliação 13

14 2 padrões de desempenho Os Padrões de Desempenho indicam o grau de cumprimento dos objetivos educacionais considerados essenciais e expressos na MATRIZ DE REFERÊNCIA para avaliação, bem como as metas de desempenho a serem alcançadas. Os testes feitos pelos estudantes trazem uma medida de seu desempenho nas habilidades avaliadas que é denominada PROFICIÊNCIA e organizada em uma Escala para fins de análise. Os Padrões apresentam uma caracterização das COMPETÊNCIAS e HABILIDADES cognitivas desenvolvidas pelos estudantes. Inicial/Nível I /Nível II Neste Padrão de Desempenho, o estudante demonstra carência de aprendizagem do que é previsto para a sua etapa de escolaridade. Ele fica abaixo do esperado, na maioria das vezes, tanto no que diz respeito à compreensão do que é abordado, quanto na execução de tarefas e avaliações. Por isso, é necessária uma intervenção focada para que possa progredir em seu processo de aprendizagem. O estudante que se encontra neste Padrão de Desempenho demonstra ter aprendido o mínimo do que é proposto para o seu ano escolar. Neste nível ele já iniciou um processo de sistematização e domínio das habilidades consideradas básicas e essenciais ao período de escolarização em que se encontra. 14 Avalie Alfa 2012

15 Matriz de Referência Recorte do currículo que apresenta as habilidades definidas para serem avaliadas. As habilidades selecionadas para a composição dos testes são escolhidas por serem consideradas essenciais para o período de escolaridade avaliado e por serem passíveis de medição por meio de testes padronizados de desempenho. Competências e Habilidades A competência corresponde a um grupo de habilidades que operam em conjunto para a obtenção de um resultado, sendo cada habilidade entendida como um saber fazer. Os resultados de proficiência obtidos foram agrupados em quatro Padrões de Desempenho. Em Matemática, os cortes recebem a nomenclatura de Nível I, Nível II, e Nível IV; já em Língua Portuguesa Leitura e Escrita, a nomenclatura adotada é Inicial,, e. Esses Padrões proporcionam uma interpretação pedagógica das habilidades desenvolvidas pelos estudantes e oferecem o entendimento a respeito do nível em que eles se encontram. Por meio dos Padrões, é possível analisar os aspectos cognitivos que demarcam os percentuais de estudantes situados nos diferentes níveis de desempenho, bem como a diferença de aprendizagem entre eles, refletindo a distância existente entre aqueles que têm grandes chances de atingir o sucesso escolar; e aqueles que estão suscetíveis ao abandono escolar caso não sejam implementadas ações e políticas educacionais com vistas à promoção da equidade. Os níveis de proficiência compreendidos em cada um dos Padrões de Desempenho para as diferentes etapas de escolaridade avaliadas são descritos mais detalhadamente na Revista Pedagógica desta Coleção. A seguir, são apresentados os Padrões de Desempenho e sua respectiva caracterização de forma sintética. / / Neste Padrão de Desempenho, o estudante demonstra ter adquirido um conhecimento apropriado e substancial ao que é previsto para a sua etapa de escolaridade. Neste nível ele domina um maior leque de habilidades, tanto no que diz respeito à quantidade, quanto à complexidade, as quais exigem um refinamento dos processos cognitivos nelas envolvidos. O estudante que atingiu este Padrão de Desempenho revela ter desenvolvido habilidades mais sofisticadas e demonstra ter um aprendizado superior ao que é previsto para o seu ano escolar. O desempenho desse estudante nas tarefas e avaliações propostas supera o esperado e, ao ser estimulado, pode ir além das expectativas traçadas. Revista do Sistema de Avaliação 15

16 3 A ESCOLA E O CONTEXTO Qualidade e composição social das escolas Um ensino de qualidade deve proporcionar aos estudantes a oportunidade e os meios adequados para seu desenvolvimento intelectual e pessoal, em múltiplas dimensões, levando em consideração as características específicas de cada indivíduo e suas diferentes necessidades. No entanto, sabemos que, entre a concepção dos princípios e sua realização, existe um enorme caminho a ser percorrido. As escolas não podem ser as redentoras de nossos maiores valores; mas também não podemos superar esse desafio sem a contribuição delas. Então a pergunta é: o que pode ser feito? Parte desse desafio passa pela identificação dos efeitos que as características de diversos grupos sociais podem ter sobre o aprendizado dos estudantes em nosso sistema, e isso implica em pensar também como essas características podem influenciar o trabalho realizado nas escolas. Desse modo, estaremos caminhando para uma compreensão das possíveis ações das escolas que podem dialogar com essas influências, trazendo um melhor ensino e, ao mesmo tempo, promovendo uma dimensão da justiça que cabe ao âmbito escolar. A contribuição da avaliação educacional está em fornecer algumas noções que nos ajudem a enfrentar esse desafio: quanto o agregado das características dos estudantes influencia no desempenho das escolas? 16 Avalie Alfa 2012

17 Utilizamos um modelo de regressão hierárquica para estimar o efeito das escolas sobre o desempenho de seus estudantes, e assim obter uma medida de qualidade das escolas do sistema. A variável dependente foi a proficiência do estudante em Matemática. Sexo, cor/raça e um indicador de nível socioeconômico foram as variáveis independentes no nível dos estudantes. Depois de estimarmos o que seria a qualidade específica de cada escola utilizamos variáveis de controle para saber o quanto dessa qualidade se deve às características que os estudantes trazem para as escolas: o agregado de estudantes do sexo feminino; o agregado de estudantes autodeclarados pardos, pretos ou indígenas; e a média do indicador de nível socioeconômico. A partir dessas informações, medimos o efeito da composição social dentro de cada escola sobre o coeficiente que representa a qualidade escolar. Os estudantes compondo as escolas Sabemos que aspectos culturais, econômicos e sociais (como a escolaridade dos pais, a disponibilidade e utilização de recursos associados ao estudo livros, revista, hábitos de leitura etc., os recursos básicos e as condições de moradia) podem proporcionar vantagens ou desvantagens escolares. Seria interessante medir, de algum modo, os impactos de tais características do conjunto de estudantes para poder comparar de maneira mais adequada o desempenho das escolas nas avaliações. Brasil - o que nos mostra a Prova Brasil. Os resultados de nosso modelo para averiguar a importância das características de composição dos estudantes sobre a qualidade educacional mostram que, para o Brasil, a média do peso da composição sobre a estimação do efeito das escolas gira em torno de 42%. Em outras palavras, daquilo que seria a qualidade de uma escola, em média, pouco menos da metade seria decorrente de aspectos como o conjunto de indivíduos do sexo feminino, de estudantes desprivilegiados e do nível socioeconômico destes dentro daquela escola. Houve uma tendência de o sistema estadual esboçar valores médios levemente menores que o sistema municipal, como podemos observar no gráfico 1. No entanto, a tabela 1 mostra que esse peso pode variar de modo muito extremo; ou seja, enquanto para algumas escolas, a composição pode fazer uma enorme diferença na avaliação de seu desempenho (qualidade), para outras, o argumento de que tudo depende dos estudantes que recebemos praticamente não é válido. Revista do Sistema de Avaliação 17

18 Média e desvio padrão do peso da composição sobre a estimação da qualidade das escolas 50,0% 45,0% 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% 40% 42,7% 38% 44% 20,5% 17,1% 21,2% 18,4% 5ºef 9ºef 5ºef 9ºef SISTeMA estadual SISTeMA MuNIcIpAL DESVIO PADRÃO MÉdIA Fonte: Prova Brasil Valor mínimo e máximo do peso da composição sobre a estimação da qualidade das escolas Mínimo e máximo por Sistema Municipal Sistema Estadual etapa / série 5 ano 9 ano 5 ano 9 ano Mínimo 0,8% 1,2% 1,2% 1,0% Máximo 93,3% 90,4% 91,3% 85,6% N de escolas *Escolas com 10 ou mais estudantes. Quando a escola possui estudantes em ambas as etapas ela é exibida em ambos os totais. Fonte: Prova Brasil Perspectivas A noção mais evidente consolidada nesse breve ensaio é a da necessidade de considerar os fatores de composição das escolas, de modo a avaliarmos de maneira adequada seus resultados e efetuarmos comparações cada vez mais justas com o contexto de cada uma dessas instituições. Isso não é possível sem um instrumento de captação de informações contextuais sobre os estudantes, porque somente através desse tipo de dado podemos obter medidas e realizar análises que deem conta dessa questão. Esses resultados também apontam para a necessidade de profundas reflexões sobre o papel de gestores e profissionais do sistema educacional diante das características de seus estudantes. É verdade que essas características têm um impacto importante; porém, em geral, elas não são as grandes responsáveis pela maior parte da qualidade das escolas. Em outras palavras, é preciso repensar a gestão escolar para enfrentar seus desafios, cada vez mais consciente de que sua atuação faz a diferença para melhorar a qualidade do ensino. Há um consenso de que as características mais influentes, tanto do desempenho escolar quanto das chances de progressão ao longo da trajetória escolar, são exatamente as condições socioeconômicas das famílias. Isso significa que a educação não pode, isoladamente, mudar determinações socais, mas melhorias absolutas do sistema educacional e melhorias relativas no acesso à educação de qualidade devem ser não só desejadas para todos os estudantes igualmente, como buscadas ativamente pelo poder público e pelas escolas, responsáveis por assumir a tarefa de contribuir para o desenvolvimento da educação no país. 18 Avalie Alfa 2012

19 4 os resultados da avaliação Nesta seção são apresentados os resultados alcançados pelos estudantes na avaliação em larga escala do Avalie Alfa. Resultados de participação e proficiência média por município Os dados apresentados a seguir se referem à Rede Municipal de Ensino e estão agregados para cada um dos municípios. Com os resultados gerados pelo Avalie Alfa, as instâncias gestoras municipais podem planejar a execução de políticas públicas, criar metas de qualidade e equidade educacionais, promover mecanismos de formação continuada e implementar medidas de responsabilização. Por sua vez, os gestores das unidades escolares podem, com base nesses resultados, elaborar a sua avaliação institucional e o projeto da escola, bem como monitorar a qualidade do ensino ofertado. Nesta seção, são apresentados o número previsto e efetivo de estudantes avaliados, bem como o percentual de participação da Rede Municipal de ensino. Revista do Sistema de Avaliação 19

20 Língua portuguesa - 2ºANO EF - LEITURA Proficiência Média 452,7 estudantes avaliados % de Participação 75,9 Padrão de Desempenho RESULTADO GERAL ABAIRA ABARE ACAJUTIBA AGUA FRIA AIQUARA ALAGOINHAS ALCOBACA - ALMADINA AMARGOSA AMELIA RODRIGUES ANAGE ANDORINHA ANGUERA ANTAS ANTONIO CARDOSO ANTONIO GONCALVES APORA APUAREMA ARACATU ARACAS ARACI ARATACA ARATUIPE BAIANOPOLIS BAIXA GRANDE BANZAE BARRA BARRA DA ESTIVA BARRA DO CHOCA BARRA DO MENDES BARROCAS BELMONTE BELO CAMPO BIRITINGA BOA NOVA BOM JESUS DA LAPA BOM JESUS DA SERRA BOQUIRA BOTUPORA BREJOES BREJOLANDIA BROTAS DE MACAUBAS BRUMADO BUERAREMA CABACEIRAS DO PARAGUACU CAEM CAETITE CAIRU CALDEIRAO GRANDE CAMACAN CAMACARI CAMAMU CAMPO ALEGRE DE LOURDES CAMPO FORMOSO CANAPOLIS CANARANA CANAVIEIRAS CANDEAL CANDEIAS CANDIBA CANDIDO SALES CANSANCAO CAPELA DO ALTO ALEGRE CAPIM GROSSO CARAVELAS CARDEAL DA SILVA CARINHANHA CASA NOVA 20 Avalie Alfa 2012

21 Língua portuguesa - 2ºANO EF - LEITURA CASTRO ALVES CATU CATURAMA CHORROCHO CICERO DANTAS CIPO COARACI COCOS CONCEICAO DA FEIRA CONCEICAO DO ALMEIDA CONCEICAO DO COITE CONCEICAO DO JACUIPE CONDE CONTENDAS DO SINCORA CORACAO DE MARIA CORDEIROS CORIBE CORONEL JOAO SA CORRENTINA COTEGIPE CRAVOLANDIA CRISOPOLIS CRISTOPOLIS CRUZ DAS ALMAS CURACA DARIO MEIRA DIAS D AVILA DOM BASILIO DOM MACEDO COSTA ELISIO MEDRADO ENCRUZILHADA ENTRE RIOS ESPLANADA EUCLIDES DA CUNHA EUNAPOLIS FATIMA FEIRA DA MATA FILADELFIA FIRMINO ALVES FLORESTA AZUL FORMOSA DO RIO PRETO GANDU GAVIAO GLORIA GONGOGI GOVERNADOR MANGABEIRA GUAJERU GUANAMBI GUARATINGA HELIOPOLIS IBIASSUCE IBICARAI IBICOARA IBICUI IBIPEBA IBIPITANGA IBIQUERA IBIRAPUA IBIRATAIA IBITITA IBOTIRAMA IGAPORA IGRAPIUNA - IGUAI ILHEUS IPIAU IPUPIARA IRAJUBA IRAMAIA IRARA ITABELA ITABERABA ITACARE ITAGI ITAGIBA ITAGUACU DA BAHIA ITAJU DO COLONIA ITAJUIPE ITAMBE ITANHEM ITAPARICA ITAPE ITAPEBI ITAPETINGA ITAPICURU ITAPITANGA Revista do Sistema de Avaliação 21

22 Língua portuguesa - 2ºANO EF - LEITURA ITAQUARA ITATIM ITIRUCU ITIUBA ITORORO ITUACU ITUBERA IUIU JACOBINA JAGUAQUARA JAGUARARI JANDAIRA JEQUIE JEREMOABO JIQUIRICA JITAUNA JUAZEIRO JUSSARI JUSSIAPE LAFAIETE COUTINHO LAGOA REAL LAJE LAJEDAO LAJEDO DO TABOCAL LAMARAO LAPAO LAURO DE FREITAS LICINIO DE ALMEIDA LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA LUIS EDUARDO MAGALHAES MACAJUBA MACARANI MACAUBAS MACURURE MAIQUINIQUE MAIRI MALHADA DE PEDRAS MANSIDAO MARACAS MARAGOGIPE MARAU - MASCOTE MATA DE SAO JOAO MATINA MEDEIROS NETO MIGUEL CALMON MILAGRES MIRANGABA MIRANTE MONTE SANTO MORRO DO CHAPEU MORTUGABA MUCUGE MUCURI MULUNGU DO MORRO MUNDO NOVO MUNIZ FERREIRA MURITIBA MUTUIPE NAZARE NILO PECANHA NORDESTINA NOVA CANAA NOVA FATIMA NOVA IBIA NOVA REDENCAO NOVA SOURE NOVO TRIUNFO OLINDINA OLIVEIRA DOS BREJINHOS OUROLANDIA PALMAS DE MONTE ALTO PARAMIRIM PARATINGA PARIPIRANGA PAU BRASIL PAULO AFONSO PE DE SERRA PEDRO ALEXANDRE PILAO ARCADO PINDOBACU PINTADAS PIRAI DO NORTE PIRIPA PIRITIBA PLANALTO 22 Avalie Alfa 2012

23 Língua portuguesa - 2ºANO EF - LEITURA POCOES SAO FRANCISCO DO CONDE POJUCA SAO JOSE DA VITORIA PONTO NOVO SAO MIGUEL DAS MATAS PORTO SEGURO SAO SEBASTIAO DO PASSE POTIRAGUA SAPEACU PRESIDENTE DUTRA SAUBARA PRESIDENTE JANIO QUADROS SAUDE QUEIMADAS SENHOR DO BONFIM QUIJINGUE SERRA DO RAMALHO QUIXABEIRA SENTO SE RAFAEL JAMBEIRO SERRA DOURADA REMANSO SERRA PRETA RETIROLANDIA SERRINHA RIACHAO DAS NEVES SERROLANDIA RIACHAO DO JACUIPE SIMOES FILHO RIACHO DE SANTANA SITIO DO QUINTO RIBEIRA DO AMPARO SOBRADINHO RIBEIRA DO POMBAL TABOCAS DO BREJO VELHO RIBEIRAO DO LARGO TANHACU RIO DE CONTAS TANQUE NOVO RIO DO ANTONIO TANQUINHO RIO DO PIRES TAPEROA RIO REAL TEOFILANDIA RODELAS TEOLANDIA RUY BARBOSA TERRA NOVA SALINAS DA MARGARIDA TREMEDAL SALVADOR UAUA SALVADOR UBAITABA SANTA BARBARA UIBAI SANTA BRIGIDA UMBURANAS SANTA CRUZ CABRALIA UNA SANTA CRUZ DA VITORIA URANDI SANTA INES URUCUCA SANTA MARIA DA VITORIA VALENCA SANTANA VALENTE SANTANOPOLIS VARZEA DA ROCA SANTA RITA DE CASSIA VARZEA DO POCO SANTO AMARO VARZEA NOVA SANTO ANTONIO DE JESUS VARZEDO SANTO ESTEVAO VITORIA DA CONQUISTA SAO DOMINGOS WANDERLEY SAO FELIX WENCESLAU GUIMARAES SAO FELIPE XIQUE-XIQUE Revista do Sistema de Avaliação 23

24 Língua portuguesa - 2ºANO EF - escrita Proficiência Média 463,6 estudantes avaliados % de Participação 75,9 Padrão de Desempenho RESULTADO GERAL ABAIRA ABARE ACAJUTIBA AGUA FRIA AIQUARA ALAGOINHAS ALCOBACA - ALMADINA AMARGOSA AMELIA RODRIGUES ANAGE ANDORINHA ANGUERA ANTAS ANTONIO CARDOSO ANTONIO GONCALVES APORA APUAREMA ARACATU ARACAS ARACI ARATACA ARATUIPE BAIANOPOLIS BAIXA GRANDE BANZAE BARRA BARRA DA ESTIVA BARRA DO CHOCA BARRA DO MENDES BARROCAS BELMONTE BELO CAMPO BIRITINGA BOA NOVA BOM JESUS DA LAPA BOM JESUS DA SERRA BOQUIRA BOTUPORA BREJOES BREJOLANDIA BROTAS DE MACAUBAS BRUMADO BUERAREMA CABACEIRAS DO PARAGUACU CAEM CAETITE CAIRU CALDEIRAO GRANDE CAMACAN CAMACARI CAMAMU CAMPO ALEGRE DE LOURDES CAMPO FORMOSO CANAPOLIS CANARANA CANAVIEIRAS CANDEAL CANDEIAS CANDIBA CANDIDO SALES CANSANCAO CAPELA DO ALTO ALEGRE CAPIM GROSSO CARAVELAS CARDEAL DA SILVA CARINHANHA CASA NOVA 24 Avalie Alfa 2012

25 Língua portuguesa - 2ºANO EF - escrita CASTRO ALVES CATU CATURAMA CHORROCHO CICERO DANTAS CIPO COARACI COCOS CONCEICAO DA FEIRA CONCEICAO DO ALMEIDA CONCEICAO DO COITE CONCEICAO DO JACUIPE CONDE CONTENDAS DO SINCORA CORACAO DE MARIA CORDEIROS CORIBE CORONEL JOAO SA CORRENTINA COTEGIPE CRAVOLANDIA CRISOPOLIS CRISTOPOLIS CRUZ DAS ALMAS CURACA DARIO MEIRA DIAS D AVILA DOM BASILIO DOM MACEDO COSTA ELISIO MEDRADO ENCRUZILHADA ENTRE RIOS ESPLANADA EUCLIDES DA CUNHA EUNAPOLIS FATIMA FEIRA DA MATA FILADELFIA FIRMINO ALVES FLORESTA AZUL FORMOSA DO RIO PRETO GANDU GAVIAO GLORIA GONGOGI GOVERNADOR MANGABEIRA GUAJERU GUANAMBI GUARATINGA HELIOPOLIS IBIASSUCE IBICARAI IBICOARA IBICUI IBIPEBA IBIPITANGA IBIQUERA IBIRAPUA IBIRATAIA IBITITA IBOTIRAMA IGAPORA IGRAPIUNA - IGUAI ILHEUS IPIAU IPUPIARA IRAJUBA IRAMAIA IRARA ITABELA ITABERABA ITACARE ITAGI ITAGIBA ITAGUACU DA BAHIA ITAJU DO COLONIA ITAJUIPE ITAMBE ITANHEM ITAPARICA ITAPE ITAPEBI ITAPETINGA ITAPICURU ITAPITANGA Revista do Sistema de Avaliação 25

26 Língua portuguesa - 2ºANO EF - escrita ITAQUARA ITATIM ITIRUCU ITIUBA ITORORO ITUACU ITUBERA IUIU JACOBINA JAGUAQUARA JAGUARARI JANDAIRA JEQUIE JEREMOABO JIQUIRICA JITAUNA JUAZEIRO JUSSARI JUSSIAPE LAFAIETE COUTINHO LAGOA REAL LAJE LAJEDAO LAJEDO DO TABOCAL LAMARAO LAPAO LAURO DE FREITAS LICINIO DE ALMEIDA LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA LUIS EDUARDO MAGALHAES MACAJUBA MACARANI MACAUBAS MACURURE MAIQUINIQUE MAIRI MALHADA DE PEDRAS MANSIDAO MARACAS MARAGOGIPE MARAU - MASCOTE MATA DE SAO JOAO Inicial MATINA MEDEIROS NETO MIGUEL CALMON MILAGRES MIRANGABA MIRANTE MONTE SANTO MORRO DO CHAPEU MORTUGABA MUCUGE MUCURI MULUNGU DO MORRO MUNDO NOVO MUNIZ FERREIRA MURITIBA MUTUIPE NAZARE NILO PECANHA NORDESTINA NOVA CANAA NOVA FATIMA NOVA IBIA NOVA REDENCAO NOVA SOURE NOVO TRIUNFO OLINDINA OLIVEIRA DOS BREJINHOS OUROLANDIA PALMAS DE MONTE ALTO PARAMIRIM PARATINGA PARIPIRANGA PAU BRASIL PAULO AFONSO PE DE SERRA PEDRO ALEXANDRE PILAO ARCADO PINDOBACU PINTADAS PIRAI DO NORTE PIRIPA PIRITIBA PLANALTO 26 Avalie Alfa 2012

27 Língua portuguesa - 2ºANO EF - escrita POCOES SAO FRANCISCO DO CONDE POJUCA SAO JOSE DA VITORIA PONTO NOVO SAO MIGUEL DAS MATAS PORTO SEGURO SAO SEBASTIAO DO PASSE POTIRAGUA SAPEACU PRESIDENTE DUTRA SAUBARA PRESIDENTE JANIO QUADROS SAUDE QUEIMADAS SENHOR DO BONFIM QUIJINGUE SERRA DO RAMALHO QUIXABEIRA SENTO SE RAFAEL JAMBEIRO SERRA DOURADA REMANSO SERRA PRETA RETIROLANDIA SERRINHA RIACHAO DAS NEVES SERROLANDIA RIACHAO DO JACUIPE SIMOES FILHO RIACHO DE SANTANA SITIO DO QUINTO RIBEIRA DO AMPARO SOBRADINHO RIBEIRA DO POMBAL TABOCAS DO BREJO VELHO RIBEIRAO DO LARGO TANHACU RIO DE CONTAS TANQUE NOVO RIO DO ANTONIO TANQUINHO RIO DO PIRES TAPEROA RIO REAL TEOFILANDIA RODELAS TEOLANDIA RUY BARBOSA TERRA NOVA SALINAS DA MARGARIDA TREMEDAL SALVADOR UAUA SALVADOR UBAITABA SANTA BARBARA UIBAI SANTA BRIGIDA UMBURANAS SANTA CRUZ CABRALIA UNA SANTA CRUZ DA VITORIA URANDI SANTA INES URUCUCA SANTA MARIA DA VITORIA VALENCA SANTANA VALENTE SANTANOPOLIS VARZEA DA ROCA SANTA RITA DE CASSIA VARZEA DO POCO SANTO AMARO VARZEA NOVA SANTO ANTONIO DE JESUS VARZEDO SANTO ESTEVAO VITORIA DA CONQUISTA SAO DOMINGOS WANDERLEY SAO FELIX WENCESLAU GUIMARAES SAO FELIPE XIQUE-XIQUE Revista do Sistema de Avaliação 27

28 matemática - 2ºANO EF Proficiência Média 743,9 estudantes avaliados % de Participação 76,8 Padrão de Desempenho RESULTADO GERAL ABAIRA ABARE ACAJUTIBA AGUA FRIA AIQUARA ALAGOINHAS ALCOBACA - ALMADINA AMARGOSA AMELIA RODRIGUES ANAGE ANDORINHA ANGUERA ANTAS ANTONIO CARDOSO ANTONIO GONCALVES APORA APUAREMA ARACATU ARACAS ARACI ARATACA ARATUIPE BAIANOPOLIS BAIXA GRANDE BANZAE BARRA BARRA DA ESTIVA BARRA DO CHOCA BARRA DO MENDES BARROCAS BELMONTE BELO CAMPO BIRITINGA BOA NOVA BOM JESUS DA LAPA BOM JESUS DA SERRA BOQUIRA BOTUPORA BREJOES BREJOLANDIA BROTAS DE MACAUBAS BRUMADO BUERAREMA CABACEIRAS DO PARAGUACU CAEM CAETITE CAIRU CALDEIRAO GRANDE CAMACAN CAMACARI CAMAMU CAMPO ALEGRE DE LOURDES CAMPO FORMOSO CANAPOLIS CANARANA CANAVIEIRAS CANDEAL CANDEIAS CANDIBA CANDIDO SALES CANSANCAO CAPELA DO ALTO ALEGRE CAPIM GROSSO CARAVELAS CARDEAL DA SILVA CARINHANHA CASA NOVA 28 Avalie Alfa 2012

29 matemática - 2ºANO EF CASTRO ALVES CATU CATURAMA CHORROCHO CICERO DANTAS CIPO COARACI COCOS CONCEICAO DA FEIRA CONCEICAO DO ALMEIDA CONCEICAO DO COITE CONCEICAO DO JACUIPE CONDE CONTENDAS DO SINCORA CORACAO DE MARIA CORDEIROS CORIBE CORONEL JOAO SA CORRENTINA COTEGIPE CRAVOLANDIA CRISOPOLIS CRISTOPOLIS CRUZ DAS ALMAS CURACA DARIO MEIRA DIAS D AVILA DOM BASILIO DOM MACEDO COSTA ELISIO MEDRADO ENCRUZILHADA ENTRE RIOS ESPLANADA EUCLIDES DA CUNHA EUNAPOLIS FATIMA FEIRA DA MATA FILADELFIA FIRMINO ALVES FLORESTA AZUL FORMOSA DO RIO PRETO GANDU GAVIAO GLORIA GONGOGI GOVERNADOR MANGABEIRA GUAJERU GUANAMBI GUARATINGA HELIOPOLIS IBIASSUCE IBICARAI IBICOARA IBICUI IBIPEBA IBIPITANGA IBIQUERA IBIRAPUA IBIRATAIA IBITITA IBOTIRAMA IGAPORA IGRAPIUNA - IGUAI ILHEUS IPIAU IPUPIARA IRAJUBA IRAMAIA IRARA ITABELA ITABERABA ITACARE ITAGI ITAGIBA ITAGUACU DA BAHIA ITAJU DO COLONIA ITAJUIPE ITAMBE ITANHEM ITAPARICA ITAPE ITAPEBI ITAPETINGA ITAPICURU ITAPITANGA Revista do Sistema de Avaliação 29

30 matemática - 2ºANO EF ITAQUARA ITATIM ITIRUCU ITIUBA ITORORO ITUACU ITUBERA IUIU JACOBINA JAGUAQUARA JAGUARARI JANDAIRA JEQUIE JEREMOABO JIQUIRICA JITAUNA JUAZEIRO JUSSARI JUSSIAPE LAFAIETE COUTINHO LAGOA REAL LAJE LAJEDAO LAJEDO DO TABOCAL LAMARAO LAPAO LAURO DE FREITAS LICINIO DE ALMEIDA LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA LUIS EDUARDO MAGALHAES MACAJUBA MACARANI MACAUBAS MACURURE MAIQUINIQUE MAIRI MALHADA DE PEDRAS MANSIDAO MARACAS MARAGOGIPE MARAU - MASCOTE MATA DE SAO JOAO MATINA MEDEIROS NETO MIGUEL CALMON MILAGRES MIRANGABA MIRANTE MONTE SANTO MORRO DO CHAPEU MORTUGABA MUCUGE MUCURI MULUNGU DO MORRO MUNDO NOVO MUNIZ FERREIRA MURITIBA MUTUIPE NAZARE NILO PECANHA NORDESTINA NOVA CANAA NOVA FATIMA NOVA IBIA NOVA REDENCAO NOVA SOURE NOVO TRIUNFO OLINDINA OLIVEIRA DOS BREJINHOS OUROLANDIA PALMAS DE MONTE ALTO PARAMIRIM PARATINGA PARIPIRANGA PAU BRASIL PAULO AFONSO PE DE SERRA PEDRO ALEXANDRE PILAO ARCADO PINDOBACU PINTADAS PIRAI DO NORTE PIRIPA PIRITIBA PLANALTO 30 Avalie Alfa 2012

31 matemática - 2ºANO EF POCOES SAO FRANCISCO DO CONDE POJUCA SAO JOSE DA VITORIA PONTO NOVO SAO MIGUEL DAS MATAS PORTO SEGURO SAO SEBASTIAO DO PASSE POTIRAGUA SAPEACU PRESIDENTE DUTRA SAUBARA PRESIDENTE JANIO QUADROS SAUDE QUEIMADAS SENHOR DO BONFIM QUIJINGUE SERRA DO RAMALHO QUIXABEIRA SENTO SE RAFAEL JAMBEIRO SERRA DOURADA REMANSO SERRA PRETA RETIROLANDIA SERRINHA RIACHAO DAS NEVES SERROLANDIA RIACHAO DO JACUIPE SIMOES FILHO RIACHO DE SANTANA SITIO DO QUINTO RIBEIRA DO AMPARO SOBRADINHO RIBEIRA DO POMBAL TABOCAS DO BREJO VELHO RIBEIRAO DO LARGO TANHACU RIO DE CONTAS TANQUE NOVO RIO DO ANTONIO TANQUINHO RIO DO PIRES TAPEROA RIO REAL TEOFILANDIA RODELAS TEOLANDIA RUY BARBOSA TERRA NOVA SALINAS DA MARGARIDA TREMEDAL SALVADOR UAUA SALVADOR UBAITABA SANTA BARBARA UIBAI SANTA BRIGIDA UMBURANAS SANTA CRUZ CABRALIA UNA SANTA CRUZ DA VITORIA URANDI SANTA INES URUCUCA SANTA MARIA DA VITORIA VALENCA SANTANA VALENTE SANTANOPOLIS VARZEA DA ROCA SANTA RITA DE CASSIA VARZEA DO POCO SANTO AMARO VARZEA NOVA SANTO ANTONIO DE JESUS VARZEDO SANTO ESTEVAO VITORIA DA CONQUISTA SAO DOMINGOS WANDERLEY SAO FELIX WENCESLAU GUIMARAES SAO FELIPE XIQUE-XIQUE Revista do Sistema de Avaliação 31

32 ELEMENTOS QUE COMPÕEM A TABELA DE RESULTADOS DE E PARTICIPAÇÃO RESULTADOS DE E PARTICIPAÇÃO DO AVALIE BAHIA - Rede Estadual - LÍNGUA PORTUGUESA - Leitura Etapa de Escolaridade 2º ANO EF Edição Proficiência Média Desvio Padrão Padrão de Desempenho Nº Previsto d e Estudantes % de Estudantes por Padrão de Nº Efetivo de Participação Desempenho Estudantes (%) ,2 94, ,9 9,0% 12,3% 39,7% 39,0% ,9 91, ,8 12,3% 13,6% 40,9% 33,2% 1 Edição ano em que a prova foi aplicada e ao qual o resultado se refere. 2 Proficiência média grau ou nível de aproveitamento na avaliação. 3 Desvio padrão medida da variação entre as proficiências individuais (ou seja, das diferenças de proficiência entre os estudantes avaliados). Considerando um caso hipotético, em que todos os estudantes de uma mesma rede de ensino obtenham exatamente o mesmo resultado no teste, o desvio padrão é igual a zero, indicando que não houve variação de proficiência dentre os estudantes da rede avaliados. Valores menores de desvio padrão indicam, portanto, uma situação mais igualitária dentro da rede, pois apontam para menores diferenças entre os desempenhos individuais dos estudantes. Por outro lado, valores maiores de desvio padrão indicam que os estudantes da rede em questão constituem uma população mais heterogênea do ponto de vista do desempenho no teste, ou seja, mais desigual, de modo que se percebem casos mais extremos de desempenho, tanto para mais quanto para menos. Este dado Inicial indica o grau de equidade dentro da regional, sendo muito importante, pois um dos maiores desafios da Educação é promover o ensino de forma equânime. 4 Nº previsto de estudantes quantidade de estudantes calculada para participar da avaliação antes da realização da prova. 5 Nº efetivo de estudantes quantidade de estudantes que realmente responderam aos testes da avaliação. 6 Participação (%) percentual de estudantes que fizeram o teste a partir do total previsto para a avaliação. Este percentual é importante, pois quanto mais estudantes do universo previsto para ser avaliado participarem, mais fidedignos serão os resultados encontrados e maiores as possibilidades de se implementar políticas que atendam a esse universo de forma eficaz. 7 % de estudantes por Padrão de Desempenho percentual de estudantes que, dentre os que foram efetivamente avaliados, estão em cada Padrão de Desempenho. Para que a comparabilidade entre as edições de 2011 e 2012 fosse mantida, os resultados das turmas multisseriadas foram agrupados ao município. 32 Avalie Alfa 2012

33 RESULTADOS DE E PARTICIPAÇÃO DO AVALIE BAHIA - Rede Municipal - LÍNGUA PORTUGUESA - Leitura Etapa de Escolaridade Edição 2º ANO EF Proficiência Média Desvio Padrão Padrão de Desempenho Nº Previsto d e Estudantes Nº Efetivo de Estudantes Participação (%) % de Estudantes por Padrão de Desempenho ,4 90, ,8 14,6% 17,3% 41,5% 26,6% ,7 95, ,9 15,1% 14,5% 39,6% 30,8% Inicial RESULTADOS DE E PARTICIPAÇÃO DO AVALIE BAHIA - Rede Municipal - LÍNGUA PORTUGUESA - Escrita Etapa de Escolaridade Edição 2º ANO EF Proficiência Média Desvio Padrão Padrão de Desempenho Nº Previsto d e Estudantes Nº Efetivo de Estudantes Participação (%) % de Estudantes por Padrão de Desempenho ,7 90, ,8 31,0% 39,2% 26,0% 3,7% ,6 95, ,9 25,8% 33,8% 35,0% 5,3% Inicial RESULTADOS DE E PARTICIPAÇÃO DO AVALIE BAHIA - Rede Municipal - MATEMÁTICA Etapa de Escolaridade Edição 2º ANO EF Proficiência Média Desvio Padrão Padrão de Desempenho Nº Previsto d e Estudantes Nº Efetivo de Estudantes Participação (%) % de Estudantes por Padrão de Desempenho ,6 50,2 Nível ,6 3,5% 16,2% 35,9% 44,4% ,9 51,4 Nível ,8 3,6% 16,1% 34,5% 45,7% Nível I Nível II Revista do Sistema de Avaliação 33

34 5 A AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL: OBRIGATORIEDADE E EXPECTATIVAS A estrutura e a forma de organização do Ensino Fundamental têm apresentado muitas mudanças nos últimos anos, revelando uma preocupação com o ensino ofertado por esta etapa de escolaridade. Uma das mudanças mais significativas foi a ampliação do Ensino Fundamental, que passou a contar com a previsão de nove anos de escolaridade, um ano a mais do que previa a organização anterior, de oito anos. A concepção de um Ensino Fundamental de nove anos não é uma peculiaridade do sistema educacional brasileiro. Ela pode ser percebida como um movimento mundial, que já ganhou força em muitos outros países, e se encontra em expansão também na América Latina. No Brasil, a Lei , de 6 de fevereiro de 2006, é o documento que dispõe e regulariza a escolaridade obrigatória com entrada na escola a partir dos seis anos de idade, prevendo a organização do Ensino Fundamental em nove anos. A referida lei é fruto do entendimento de haver uma necessidade de ampliar a duração da escolaridade obrigatória no país. A determinação legal de ampliação do tempo de escolaridade, com a consequente inclusão das crianças com seis anos de idade no Ensino Fundamental, tem dois principais objetivos: oferecer maiores oportunidades de aprendizagem no período de escolarização obrigatória, já que prevê um aumento do tempo de escolaridade; buscar assegurar maior permanência das crianças e, depois, adolescentes, na escola, permitindo que alcancem maior nível de escolaridade, visto que as crianças ingressariam mais cedo no sistema escolar. 34 Avalie Alfa 2012

35 Estes dois objetivos se alicerçam, fundamentalmente, em duas crenças: a de que, quanto mais longa for a escolaridade obrigatória, maiores as chances de o estudante permanecer na escola; e a de que a antecipação da entrada dos estudantes no Ensino Fundamental aumentará suas oportunidades escolares, fazendo com que alcancem melhores rendimentos no decorrer de sua trajetória escolar. Essas duas crenças revelam, portanto, que a ampliação da escolaridade obrigatória está relacionada à tentativa de enfrentar dois grandes problemas que a educação brasileira vem apresentando: os altos índices de evasão escolar e a qualidade do ensino ofertado no país, ainda aquém do que se espera. frequentavam a escola, sendo que cerca de 29% já estavam no Ensino Fundamental. A tabela a seguir mostra o número de matrículas, de acordo com o Censo Escolar de 2005 a 2007 e 2012, e o percentual que tal número representa em relação às matrículas totais. Estão representadas as matrículas para a Educação Infantil e para o Ensino Fundamental. O que pode ser observado, a partir da tabela, é que o número total de matrículas para o Ensino Fundamental tem diminuído ao longo do período analisado, mesmo com a ampliação desta etapa de escolaridade para nove anos, o que indica uma diminuição da população na faixa etária adequada para essas etapas de ensino. Além dessas preocupações, ainda há outra, de cunho social. O ingresso antecipado na escola atende a camadas menos favorecidas da população. Crianças de estratos sociais mais favorecidos, na idade de seis anos, em regra, já estavam frequentando a escola. O mesmo não ocorria com as crianças cuja origem social era menos favorecida. Ainda um ponto importante a ser considerado: já havia uma tendência, anterior à Lei , de ingresso na escola aos seis anos de idade, como mostram os dados do IBGE, relativos ao tema, datados de Segundo tais dados, à época, 81,7% das crianças de seis anos já Por isso, a princípio, a escola não pode alegar, para justificar uma eventual oferta de má qualidade do ensino, que a ampliação temporal do Ensino Fundamental implicou um inchamento desta etapa de escolaridade, o que geraria dificuldades para a escola em lidar com esse excedente de novos estudantes no Ensino Fundamental. Como o número de matrículas, para esta etapa, diminuiu, em tese, as redes de ensino poderão dedicar seus esforços e recursos para o novo arranjo apresentado pelo Ensino Fundamental. Tabela: Número de matrículas Ensino Fundamental e Educação Infantil - Brasil Ano Ed. Infantil Ensino Fundamental (%) 12,76 59, (%) 12,54 59, (%) 12,25 60, (%) 14,43 58,76 Fonte: Inep Censo Escolar Revista do Sistema de Avaliação 35

36 Quando se trata de avaliar as consequências da ampliação do ensino obrigatório, ainda é cedo para emitir algum julgamento sólido sobre suas possibilidades e falhas. Contudo, é possível, desde já, levantar alguns pontos essenciais em torno desse debate. Não há concordância, na literatura que tem se dedicado ao tema, acerca da eficácia do Ensino Fundamental de nove anos. Os especialistas se dividem. Há quem acredite se tratar de uma política acertada, visto que o Ensino Fundamental estava mesmo carecendo de uma reforma em sua organização, e a ampliação da escolaridade obrigatória para nove anos seria um passo importante nesse sentido, pois não só contribuiria para uma mudança na estrutura e na cultura escolar, como também daria mais ênfase a uma etapa essencial do processo de aprendizagem, a alfabetização. Com mais tempo destinado à alfabetização, estaríamos combatendo um dos grandes problemas educacionais que ainda nos aflige. Por outro lado, há quem pense que tal ampliação acabaria por suprimir uma etapa do importante trabalho desenvolvido no período pré-escolar, no bojo da Educação Infantil. Além disso, o aumento do tempo destinado à escolarização obrigatória acabaria por se mostrar uma medida meramente administrativa, sem reais impactos na melhoria da qualidade da educação, na medida em que não implicaria uma reforma do Ensino Fundamental, constituindo uma ação isolada e, portanto, ineficaz. Embora exista divergência acerca do tema, há um terreno comum, sobre o qual todos concordam. A ampliação do Ensino Fundamental não pode figurar como uma ação isolada, desconectada de um movimento maior, de reforma de toda a estrutura do Ensino Fundamental. Ela não pode ser pensada apenas como um acréscimo de um ano de escolaridade. Ainda, é preciso que haja uma reforma que vá além de aspectos meramente administrativos e organizacionais, tendo em vista a necessidade de uma mudança pedagógica. Isso significa a ênfase no aspecto cognitivo que essa mudança exige: formação específica de professores para trabalhar com crianças de seis anos; adaptação de conteúdos, que devem ser específicos para essa faixa etária, e não uma simples transferência de conteúdos da antiga 1ª série do Ensino Fundamental; adaptação do material didático e das atividades utilizadas para atender a esse público específico; investigação de outros elementos necessários à adaptação desses novos estudantes, como a própria organização física da sala de aula, bem como o mobiliário utilizado. Vale notar ainda que, mesmo entre aqueles que acreditam na eficácia dessa mudança, estes pontos são ressaltados. No que tange à alfabetização, por exemplo, não basta que o tempo dedicado a essa etapa seja ampliado do ponto de vista formal. É preciso que haja um uso mais eficaz do tempo destinado a esta atividade. Em razão do pouco tempo de implantação de tal política, ainda não é possível estabelecer um diagnóstico preciso se ela trará benefícios para o ensino ofertado, melhorando sua qualidade, ou se acarretará o aumento de problemas antigos, e mesmo o surgimento de novos. O fato é que, sem um planejamento que envolva a atenção a todos os elementos abarcados nessa discussão, a ampliação do Ensino Fundamental para nove anos será apenas mais uma tentativa de política educacional para a reforma de nosso ensino que não alcançará os resultados esperados. 36 Avalie Alfa 2012

37 reitor da universidade federal de JuIZ de fora HENRIQUE DUQUE DE MIRANDA CHAVES FILHO coordenação geral do caed LINA KÁTIA MESQUITA DE OLIVEIRA coordenação técnica do projeto MANUEL FERNANDO PALÁCIOS DA CUNHA E MELO coordenação da unidade de pesquisa TUFI MACHADO SOARES coordenação de ANáLISES E publicações WAGNER SILVEIRA REZENDE coordenação de INStrumENtOS de AVALIAÇÃO RENATO CARNAÚBA MACEDO coordenação de medidas EducAcIONAIS WELLINGTON SILVA coordenação de OpErAÇõES de AVALIAÇÃO RAFAEL DE OLIVEIRA coordenação de processamento de documentos BENITO DELAGE coordenação de design da comunicação JULIANA DIAS SOUZA DAMASCENO responsável pelo projeto gráfico EDNA REZENDE S. DE ALCÂNTARA

38 BAHIA. Secretaria da Educação. Avalie Alfa 2012/ Universidade Federal de Juiz de Fora, Faculdade de Educação, CAEd. v. 3 (jan/dez. 2012), Juiz de Fora, 2012 Anual. ARAÚJO, Carolina Pires; MELO, Manuel Fernando Palácios da Cunha e; OLIVEIRA, Lina Kátia Mesquita de; REZENDE, Wagner Silveira. Conteúdo: Revista do Sistema de Avaliação Rede Municipal. ISSN CDU :371.26(05)

39

40

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