HOSPITAIS PRIVADOS. Parceiros de referência na Saúde dos Portugueses

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1 HOSPITAIS PRIVADOS Parceiros de referência na Saúde dos Portugueses

2 UM Teófilo Leite Presidente ESTADO GARANTIA COM A INTERVENÇÃO DO MERCADO Os sistemas de saúde estão, hoje, submetidos, como nunca, a um escrutínio permanente que visa assegurar a sua vitalidade, garantindo, ao mesmo tempo, os princípios do acesso e da equidade sem comprometer os níveis de despesa pública. Neste contexto, será possível garantir a sustentabilidade e a inovação em saúde sem comprometer a qualidade dos actos médicos e os direitos dos cidadãos a cuidados de saúde diferenciados? Como poderemos resolver este aparente paradoxo, em que a saúde, uma das grandes conquistas da humanidade, se tornou um problema? Que modelo de organização do sistema de saúde se re- vela mais eficiente na resolução deste dilema? Pois bem, o Estado Garantia, enquanto evolução do Estado Social, assente nos princípios da liberdade de escolha do cidadão, sem colocar em causa o acesso universal; da igualdade entre prestadores públicos e privados; da separação entre prestação e financiamento; da concorrência no financiamento e na prestação, é a via que está a ser adoptada, em vários países da Europa, para harmonizar melhor todas as variáveis da economia da saúde. É um Estado Garantia que a APHP também defende para Portugal no domínio da Saúde. Evolução do Estado Social na forma de organização das funções estatais, o Estado Garantia potencia o bem-estar de cada um ao maximizar a liberdade de escolha de todos os cidadãos. Infelizmente, a identificação errónea que a maioria dos portugueses faz entre SNS e acesso universal tem-se revelado o maior obstáculo à realização das mudanças de que Portugal necessita no domínio da Saúde. Os custos, o tempo de atendimento e o número de actos praticados são factores indissociáveis em qualquer mercado. Não podemos continuar a permitir que o sector da saúde os ignore, a bem da sustentabilidade do sistema 2 > 3

3 CONFERIR AO CIDADÃO O PODER DE DECISÃO Na jovem democracia portuguesa, será difícil encontrar outro sector relevante para a vida económica e social portuguesa que tenha conhecido tão grandes e tão relevantes transformações como o da Saúde. Profundamente envolvida neste percurso, que é de sucesso para a hospitalização privada, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) que representa desde 1974 os interesses e valores das clínicas e hospitais privados portugueses defende, sem subterfúgios, um sistema de saúde que assuma características de pluralidade de prestação, competitividade, eficiência e liberdade de escolha da unidade de saúde. O seu objectivo é assegurar o Estado Garantia com a intervenção do mercado. Convicta de que não podemos, no domínio da Saúde, assentar os desafios do presente e do futuro, que são inevitavelmente outros, sobretudo do ponto de vista do financiamento, nas conquistas de bem-estar do passado, sem que exista um equilíbrio na evolução da receita, a APHP preconiza um Estado que garanta e regule a prestação competitiva, de acordo com as leis do mercado, de serviços de saúde. A APHP visa a criação do Sistema de Saúde Português, sob as bases da liberdade de escolha do cidadão e à luz do princípio do Estado Garantia. O Estado asseguraria, então, que o cidadão teria cuidados de saúde ao ser dispor, independentemente da natureza do prestador. E em vez de pagar aos hospitais sem olhar para os serviços que efectivamente fazem, passaria a remunerá-los em função dos cuidados que prestam. O sistema organizar-se-ia não em função da oferta, como acontece agora, mas como consequência da procura. NOVOS PRINCÍPIOS RUMO À SUSTENTABILIDADE Num sistema de saúde caracterizado por uma procura cativa, em que a regra é a ligação imposta entre o utente e os serviços públicos da sua área de residência, independentemente da eficiência ou qualidade com que os cuidados são, de facto, prestados, urge introduzir uma liberdade geradora da concorrência e de maiores benefícios para o triângulo Cidadão Estado Prestadores de Cuidados de Saúde. O princípio da liberdade de escolha tem sido sucessivamente negligenciado, o que se torna tão menos compreensível quanto o mesmo pode contribuir para importantes melhorias de eficiência e de produtividade, num contexto de novos desafios no domínio da dotação financeira. Com recursos cada vez mais limitados, impõem-se, na actuação de todos os agentes da saúde, escolhas que não comprometam a sustentabilidade: Liberdade do cidadão para escolher o prestador de cuidados. Induzir concorrência e competitividade no sistema; disciplinar a gestão hospitalar e colocar todos os cidadãos nacionais numa real situação de igualdade são os objectivos. Separação entre prestação e financiamento na Saúde. Um modelo centralizador gera várias perversidades no sistema. Criação de um seguro de saúde para todos os portugueses. Num contexto de menor dotação para a saúde e de envelhecimento da população, é urgente encontrar novas formas de financiamento do sistema de saúde. No entanto, é crucial que esta solução acautele medidas sociais capazes de garantir às camadas populacionais de menores rendimentos o acesso equitativo a cuidados de saúde. Conclusão do processo do registo de saúde electrónico. Estando no topo do ranking europeu de e-health, Portugal nunca reuniu tantas condições para concretizar com excelência este projecto que se pode revelar estruturante, não só na agilização do processo clínico, como também no controlo do consumo e na educação da população para o consumo de actos de saúde. Desenvolvimento em Portugal de um verdadeiro cluster da saúde. A hospitalização privada pode ser um motor que criará valor em diversos sectores da economia nacional. Mobilidade de doentes na Europa. Induzir a procura de cuidados de saúde portugueses por cidadãos de outros países da UE no âmbito da nova directiva europeia de cuidados transfronteiriços. Um Estado Garantia com a intervenção do mercado. O Estado só precisa de garantir e regular os cuidados de saúde, não tem de ser o prestador. 4 > 5

4 UM IDEÁRIO EM LINHA COM A EUROPA A APHP, que a nível europeu é representada pela União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP), procura desenvolver movimentos de reforma idênticos aos que se registam actualmente na Europa e que são, quer de amplitude não vista em décadas, quer independentes do modelo que os diferentes países historicamente adoptaram. A HOLANDA criou um seguro de saúde privado e de aquisição obrigatória. E o Estado centra-se em questões essenciais de regulação e suporta os custos do seguro para cidadãos sem rendimentos. No REINO UNIDO, cujo modelo de saúde foi o paradigma do nosso Serviço Nacional de Saúde, e o NHS National Health Service (a maior organização da Europa) evoluiu num só rumo: a liberalização da escolha do prestador dos serviços de saúde. A gestão de organizações de saúde na Europa está, assim, no meio de uma re- volução e as forças revolucionárias são os pacientes, o conhecimento, as tecnologias de informação e as dotações financeiras mais reduzidas. Neste momento de grande mobilidade transnacional, do qual a directiva dos cuidados de saúde transfronteiriços é a novidade que confirma a tendência, urge que os pontos de contacto entre sistemas nacionais de saúde sejam mais fortes do que os pontos de clivagem. MAIS EUROPA NA SAÚDE A história da UEHP começa em 1971, ano da criação do Comité Europeu dos Hospitais Privados (CEHP). O CEHP editou diversas publicações, estudos, posições e pareceres, conquistando um estatuto de prestígio no âmbito da então Comunidade Europeia. Em 1988, abriu as suas fileiras às associações de estados europeus não aderentes à CE, facto que viria a dar origem, três anos mais tarde, à constituição da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP). Em 1993, na cidade de Roma, a UEHP adoptou uma Declaração de Princípios, que motiva, desde então, a realização de numerosos estudos e resoluções, bem diversas parcerias e colaborações com instituições europeias, tais como o Fórum das Políticas de Saúde da DG Sanco, entre outros da Comissão Europeia; o Comité Económico e Social Europeu; o Business Europe, a Health First Europe ou a European Medical Association. A UEHP, uma federação de associações nacionais, focada na defesa dos hospitais independentes da Europa, preconiza a equidade, a qualidade e a sustentabilidade dos sistemas de saúde através da liberdade de escolha do cidadão, da livre concorrência entre prestadores públicos e privados, da separação entre financiamento e prestação, da concorrência no domínio do financiamento, da definição de padrões europeus de normalização e regulação do sector, bem como do desenvolvimento do e-health. Acreditada pelo Parlamento Europeu, a UEHP defende, assim, mais Europa na Saúde para que se possa obter mais Saúde na Europa. 6 > 7

5 UMA RESPOSTA DINÂMICA CENTRADA NO PACIENTE Com a construção de mais de 20 hospitais privados na última década, a hospitalização privada portuguesa conheceu um crescimento exponencial e conquistou, por mérito próprio, o reconhecimento da população e dos parceiros dos mais diversos sectores. O futuro da saúde em Portugal passará cada vez mais pela iniciativa privada, cuja rede é uma verdadeira alternativa ao sector público e se caracteriza hoje por uma assistência médica integral (equipas constituídas pelos melhores profissionais e em dedicação exclusiva, apoiadas por modernas tecnologias), serviços de saúde de elevada qualidade e diferenciação (com condições para o tratamento de casos clínicos complexos e que até há pouco tem- po apenas o podiam ser no sector público) e cuidados de saúde numa perspectiva de integração/rede. Os hospitais privados têm a preferência dos cidadãos, num contexto de grandes desafios económicos e financeiros, porque realizam uma gestão virtuosa e não uma gestão política da assistência médica; visam a inovação, incorporam sistematicamente tecnologia e apostam na formação continuada dos profissionais; têm uma visão moderna da medicina personalizada, preditiva, preventiva e participada; colocam o paciente no centro da sua acção; e são os parceiros naturais dos seguros privados de saúde, que os cidadãos tendem a privilegiar como garantia de uma assistência continuada que permita manter um estado geral de boa saúde. PRINCIPAIS INDICADORES/ hospitais clínicas milhões de facturação ano 50% das consultas 25% dos internamentos 25% da capacidade cirúrgica nacional 15% das camas 5% dos episódios de urgência 40% dos cuidados de saúde assegurados em Portugal 8 > 9

6 A SAÚDE COMO MOTOR DA ECONOMIA Na Europa do Futuro, tal como foi enquadrada pela Estratégia de Lisboa e, mais recentemente, pela Estratégia Europa 2020, a Saúde é riqueza, para os cidadãos, para o Estado e para os vários operadores do mercado. É necessário agora adaptar essas linhas orientadoras à saúde, estimulando o empreendedorismo, a inovação e a utilização sustentável dos recursos, como vias de aumento da competitividade da economia nacional. A APHP defende o desenvolvimento em Portugal de um verdadeiro cluster da Saúde, do qual a hospitalização privada pode ser um motor, que criará valor em diversos sectores da economia nacional. Para além do know-how na concepção e gestão de unidades de saúde, poderá estimular outros sectores da economia, nomeadamente a indústria farmacêutica, do dispositivo médico, têxtil, consumíveis clínicos, tecnologias de informação e biotecnologia, todas com claras possibilidades de exportação de bens, mas também de serviços. O potencial de exportação de conhecimento médico por parte das Universidades de Medicina, verdadeiras fábricas do saber, é igualmente imenso. Neste contexto, não faz sentido continuar a limitar a formação médica, sobretudo quando temos de importar clínicos todos os dias e os PALOP necessitarão de milhares de médicos nos próximos 20 anos. No actual contexto socioeconómico, caracterizado pela crescente transnacionalidade dos cuidados de saúde, pela necessidade de mais Europa na Saúde e de maior convergência dos modelos de saúde europeus, o e-health, cujo mercado regista hoje o crescimento mais acelerado no domínio da Saúde, é já uma inevitabilidade, cujo desenvolvimento a APHP defende como forma de consolidar o princípio de produzir mais com menos recursos. Os investimentos privados em curso potenciarão também a competitividade do próprio sector do turismo, induzindo a procura de cuidados de saúde portugueses por parte de pacientes estrangeiros e o aumento da procura no nicho de mercado do turismo sénior de elevado valor acrescentado, como o turismo sénior de última residência e o turismo de bem-estar. Portugal tem todas as condições para se converter na Flórida da Europa Aos hospitais privados está reservado um papel verdadeiramente transversal no desenvolvimento assistencial, económico- -financeiro e cientifico do sector da saúde, bem como de uma série de outros com ele confinantes. 10 > 11

7 A TRADIÇÃO DE INOVAR A hospitalização privada portuguesa tem uma história de que se orgulha, um percurso marcado por um forte espírito de inovação e modernidade. Hoje, é uma rede de unidades de saúde de referência, com responsabilidade na construção de um futuro sustentável, desenvolvendo, desde há seis décadas, um projecto colectivo de crescimento apoiado num forte investimento na diferenciação: 1ª UNIDADE PRIVADA (ANOS 40) 1º INTENSIFICADOR DE IMAGEM (1963) 1ª TAC DO PAÍS (1980) 1º HOSPITAL EM PORTUGAL A RECEBER A NP EN 9001:2000 1ª PET E PET-CT EM PORTUGAL ( ) 1º CICLOTRÃO EM PORTUGAL (INSTALAÇÃO: 2005; PRODUÇÃO: 2009) 1.º SISTEMA DE NAVEGAÇÃO MAGNÉTICA POR EXTEREOTAXIA DA PENÍNSULA IBÉRICA (2008) 1.ª COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA POR PORTA ÚNICA (2009) RÁDIO-EMBOLIZAÇÃO POR ESFERAS DE YTTRIUM-90 (2009) NEUROCIRURGIA COM TÉCNICAS DE NEURONAVEGAÇÃO E DE FLUORESCÊNCIA OPERATÓRIA (2009) STENT INOVADOR USADO PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGAL (2009) 1ª UNIDADE DE CARDIOLOGIA HEMODINÂMICA NO ALGARVE (2009) NOVOS PROTOCOLOS DE BAIXA DOSE DE RADIAÇÃO NA TAC (2010) 1.º SISTEMA CIRÚRGICO ROBÓTICO DA VINCI DO PAÍS (2010) 1.º UNIDADE DE TOMOSSÍNTESE MAMÁRIA EM PORTUGAL (2010) SERVIÇO DE IMAGIOLOGIA ÍMPAR NA REGIÃO DO MINHO (2010) ÚNICA UNIDADE DE MEDICINA NUCLEAR DO ALGARVE PARCERIAS ESTRATÉGIAS COM GRUPOS INTERNACIONAIS 12 > 13

8 AMI HOSPITAL PRIVADO DE GUIMARÃES Alameda dos Desportos Santiago de Candoso Guimarães Tel.: Linha Verde: CASA DE SAÚDE DE SÃO MATEUS, S.A. Rua 5 de Outubro Viseu Tel.: Fax: CLINIGRANDE - CLÍNICA DA MARINHA GRANDE, LDA. Rua D. João Pereira Venâncio, Marinha Grande Tel.: Fax: HOSPITAL DA ARRÁBIDA - GAIA, S. A. (ESS) Praceta Henrique Moreira, Complexo Arrábida Shopping Vila Nova de Gaia Tel.: Fax: HOSPITAL PARTICULAR DO ALGARVE, S. A. Cruz da Bota, lote 27 (Alvorférias) Estrada do Alvor Portimão Tel.: Fax: /5 HPP HOSPITAL DA BOAVISTA Avenida da Boavista, Porto Tel.: Fax: BRITISH HOSPITAL LISBON XXI Rua Tomás da Fonseca, Edifício B e F Lisboa Tel.: Fax: C.V.P. HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA Rua Duarte Galvão, Lisboaa Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE - CLÍNICA INFANTE SANTO, LDA. Av. Infante Santo, 59, 1º ED Lisboa Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DA BOAVISTA Rua Domingos Machado, Porto Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DE AMARES, LDA. Largo D. Gualdim Pais, Amares Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DE CARNAXIDE, S.A. Quinta da Igreja, Carnaxide Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DE GUIMARÃES Rua Paulo VI Guimarães Tel.: /4 Fax: CASA DE SAÚDE DE SÃO LÁZARO, S.A. Rua 25 de Abril, Braga Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DO BARREIRO Rua Eça de Queiroz, Barreiro Tel.: Fax: CASA DE SAÚDE DO SENHOR DA SERRA, LDA. Praça 5 de Outubro Belas Tel.: /11 Fax: CENTRO DE GENÉTICA CLÍNICA, PROF. AMÂNDIO S. TAVARES, S.A. Rua Sá da Bandeira, 706, 1º Porto Tel.: Fax: CENTRO HOSPITALAR DE SÃO FRANCISCO, S.A. Quinta do Cabeço Leiria Tel.: Fax: CLÍNICA DE TODOS OS SANTOS, LDA. Rua Gonçalves Crespo, Lisboa Tel.: Fax: CLÍNICA MÉDICO CIRÚRGICA DE SANTA TECLA, LDA. Rua Dr. Francisco Duarte, 120. Apartado Braga Tel.: Fax: CLÍNICA PARTICULAR DE BARCELOS, LDA. Largo de Mereces - Barcelinhos Barcelos Tel.: Fax: CLIRIA - HOSPITAL PRIVADO DE AVEIRO, S. A. (ESS) Rua do Brasil, Aveiro Tel.: Fax: CLIRIA (OIÃ) - HOSPITAL PRIVADO DE AVEIRO, S. A. (ESS) Rua do Brasil, 21. Força-Vouga Aveiro Tel.: Fax: CLISA - CLÍNICA DE SANTO ANTÓNIO, S.A. Av. Hospitais Civis de Lisboa, 8 - Reboleira Amadora Tel.: Fax: HOPALIS - HOSPITAL PARTICULAR DE LISBOA, S.A. Av. Luís Bívar, Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL CUF DESCOBERTAS, S.A. (JMS) Rua Mário Botas, Parque Sul das Nações Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL CUF INFANTE SANTO, S.A. Travessa do Castro, Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL CUF PORTO Estrada da Circunvalação, Porto Tel.: Fax: HOSPITAL DA LUZ (ESS) Avenida Lusíada, Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL DA MISERICÓRDIA DE ÉVORA, S.A. Recolhimento Ramalho Barahona Estrada de Viana Évora Tel.: Fax: HOSPITAL DA ORDEM TERCEIRA Rua Serpa Pinto, Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL DA TROFA Rua da Paz - S. Martinho Bougado Trofa Tel.: /13 Fax: HOSPITAL DE S. LOUIS - SOCIÉTÉ FRANÇAISE DE BIENFAISANCE EN PORTUGAL Rua Luz Soriano, Lisboa Tel.: Fax: HOSPITAL DE SANTIAGO EN 10 - Km Setúbal Tel.: Fax: HOSPITAL PARTICULAR DE VIANA DO CASTELO Rua S. João, Viana do Castelo Tel.: Fax: HOSPITAL PRIVADO DA BOA NOVA Rua Armando Vaz, Perafita Tel.: HOSPITAL PRIVADO DE BRAGA Lugar da Igreja Nogueira Braga Tel.: HOSPITAL RESIDENCIAL DO MAR Rua dos Girassóis, n.º Bobadela Tel.: Fax: CLIPÓVOA Rua D. Manuel I, n.º Póvoa de Varzim Tel.: Fax: HPA - HOSPITAL PARTICULAR DE ALMADA, LDA. Rua Manuel Febrero, 85 - Cova da Piedade Almada Tel.: Fax: HPP HOSPITAL DE SANTA MARIA DE FARO Largo Camões, Faro Tel.: Fax: HPP HOSPITAL DE SÃO GONÇALO DE LAGOS Av. D. Sebastião Lagos Tel.: HPP HOSPITAL DOS LUSÍADAS Rua Abílio Mendes Lisboa Tel.: Fax: INSTITUTO CUF DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO (JMS) Rua Fonte das Sete Bicas, Senhora da Hora Tel.: Fax: SANFIL - CASA DE SAÚDE SANTA FILOMENA, S.A. Av. Emídio Navarro, Coimbra Tel.: Fax: > 15

9 HOSPITAL DA LUZ CLIRIA - HOSPITAL PRIVADO DE AVEIRO BRITISH HOSPITAL LISBON XXI AMI HOSPITAL PRIVADO DE GUIMARÃES HOSPITAL CUF DESCOBERTAS HOSPITAL DOS LUSÍADAS HOSPITAL PARTICULAR DE VIANA DO CASTELO HOSPITAL PRIVADO DA BOA NOVA HOSPITAL DA BOAVISTA CUF DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO HOSPITAL PRIVADO DE BRAGA 16 > 17

10 HOSPITAL DA MISERICÓRDIA CLÍNICA PARQUE DE ÉVORA DOS POETAS HOSPITAL DO M HOSPITAL DO MAR CLÍNICA DA MARINHA GRANDE HPP HOSPITAL DE SÃO GONÇALO DE LAGOS HOSPITAL DA MISERICÓRDIA DE ÉVORA HOSPITAL DA LUZ HOSPITAL DA TROFA HOSPITAL PARTICULAR DO ALGARVE HOSPITAL DO MAR HOSPITAL DE SANTIAGO CLIPÓVOA - H HOSPITAL DO MAR HOSPITAL DE SANTIAGO CASA DE SAÚDE DA BOAVISTA CLIPÓVOA CLIPÓVOA - HOSPITAL 18 > 19

11 Membro de: Av. Luís Bivar, 36 1 Esq Lisboa Tel: Av. D. João IV, Bloco n 9, 1 esq Guimarães Tel:

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