SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SEAB DIVISÃO DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL DDSA ÁREA DE SANIDADE AVÍCOLA ASA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SEAB DIVISÃO DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL DDSA ÁREA DE SANIDADE AVÍCOLA ASA"

Transcrição

1 INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N. º 005/2008 O CHEFE DA DIVISÃO DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL - DDSA, no uso das atribuições legais e com fundamento no art. 8º, da Resolução nº. 029/06 -, de 14 de março de 2006, Considerando a necessidade de estabelecer procedimentos para a fiscalização a estabelecimentos avícolas industriais com mortalidade superior a 10% (até o abate), a serem implementados pelas Unidades Veterinárias e Supervisores Técnicos Regionais da, nos moldes da Instrução Normativa da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento n 17, de 07 de abril de 2006 que aprova, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade Avícola, o Plano Nacional de Prevenção de Influenza Aviária e de Controle e Prevenção da Doença de Newcastle e do Ofício Circular do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura n 7, de 24 de Janeiro de 2007 que regula os Procedimentos permanentes de vigilância para influenza aviária e Doença de Newcastle, para fins de padronização procedimental DETERMINA a observância do que segue: PROCEDIMENTOS PARA FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA NOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS COMERCIAIS E MORTALIDADE SUPERIOR A 10% (até o abate): SEÇÃO I Comunicação do Responsável Técnico à Unidade Veterinária - Produção Art. 1 Será feita através do preenchimento total do ANEXO II desta I.S.- NOTIFICAÇÃO DE MORTALIDADE EM AVES e envio via FAX deste e de outros documentos, como laudos clínicos, laboratoriais etc, à Unidade Veterinária U.V. responsável pelo município onde a propriedade com mortalidade está localizada, conforme descrito na RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS E SUAS UNIDADES VETERINÁRIAS RESPONSÁVEIS (anexo V). Os originais de todos os documentos devem ser encaminhados posteriormente a U.V.. Art. 2 - O Responsável Técnico RT deverá obrigatoriamente descrever sua suspeita clinica no quadro Descrição dos achados nos exames zootécnicos, clínico, necropsia e/ou laudo laboratorial, datar, carimbar e assinar o documento, bem como anexar laudos que já possua. Desta forma o serviço oficial poderá programar a fiscalização ao estabelecimento com maior agilidade. 1

2 1º Caso ocorra patogenias progressivas (ex: aspergilose, ascite, caquexia, refugo, etc) e que conseqüentemente atingirão mortalidade superior a 10% até o abate, tal notificação (após comum acordo entre o RT, médico veterinário oficial da U.V. e Serviço de Inspeção Federal - SIF) poderá ser feita a partir de quando o lote atingir mortalidade a partir de 8-9%, desde que o RT esteja seguro que a mortalidade passará de 10% até o abate do lote. Desta forma a Unidade Veterinária terá mais tempo para programar a fiscalização no estabelecimento e neste caso o item g do anexo II Notificação... deverá ser assinalado e registrado no quadro descrição dos achados nos exames zootécnicos,... qual a outra ocorrência da seguinte forma: nome da patogenia; % da mortalidade atual; e expectativa de % de mortalidade até o abate". (Ex. Aspergilose; 8%mortalidade atual; expectativa de mortalidade de 11% até o abate). SEÇÃO II 1ª Fiscalização à Estabelecimento Comercial com Mortalidade Superior a 10% Art. 3 - Conforme acordado entre o médico veterinário oficial da U.V. - Unidade Veterinária - DDSA e o Responsável Técnico de cada empresa na jurisdição da U.V., após a notificação será agendada a fiscalização com o RT da empresa que atende o estabelecimento em questão. Art. 4 - O Médico Veterinário Oficial da U.V deve ir à propriedade levando consigo o EPI (de vigilância e/ou emergência) e 02 vias do documento ANEXO III - TERMO DE FISCALIZAÇÃO - 1ª FISCALIZAÇÃO A ESTABELECIMENTO COMERCIAL COM MORTALIDADE SUPERIOR A 10% (até o abate). Levar papel carbono quando necessário. 1 Quando a suspeita da causa da mortalidade for por agentes biológicos (sem confirmação laboratorial realizada pela empresa), ou a critério do médico veterinário oficial, deverá ocorrer PRIMEIRAMENTE a fiscalização do entorno com visita aos vizinhos limítrofes (divisa de cerca) e preenchimento, nos quadros do item 01 do anexo III, das informações de cada vizinho com suas respectivas assinaturas. Caso sejam mais de 02 vizinhos serão anotados no verso do anexo III os mesmos itens dos vizinhos de 01 e 02. Art. 5 Sempre que ocorrer mortalidade acima de 10% com suspeita de ser causada por agentes biológicos e exista dúvida quanto ao diagnóstico real da enfermidade existente na propriedade ou a critério do médico veterinário oficial, deverá ser realizada necrópsia com coleta de material, com base no histórico das aves e sinais clínicos, com envio para o Laboratório Marcos Enrietti para exames (bacteriológico, histopatológico, parasitológico e outros), bem como coleta para Vigilância ativa para Doença de Newcastle e Influenza Aviária, de acordo com orientação registrada no 2

3 anexo da Nota técnica do LANAGRO n. 16 e o item 2 alínea g da Nota técnica do LANAGRO n. 34 de 30/11/2007, com posterior envio ao LANAGRO-Campinas Art. 6 - Quando na fiscalização no estabelecimento os sinais e histórico verificados no plantel NÃO FOREM compatíveis com situação sanitária descrita na notificação de mortalidade em aves assinada pelo RT e estiver ocorrendo mortalidade com suspeita de ser causada por agente biológico, ou quando as aves alojadas possuírem sinais clínicos de doenças de controle oficial, inclusive Newcastle e Influenza Aviária, os procedimentos abaixo deverão ser realizados I.A colheita de material e emissão de form-in e envio ao laboratório. II.Interdição da Propriedade através de termo de interdição, somente quando da ocorrência de uma suspeita fundamentada, com alta mortalidade, em período curto de tempo e/ou com sinais clínicos compatíveis. Após tomar as demais medidas descritas no manual de procedimentos do plano estadual de contingência para influenza aviária e doença de newcastle 1 - No estabelecimento fiscalizado, o Médico veterinário oficial deverá assinalar a conclusão no item 9.2 (anexo III), pegar a assinatura do Produtor e do Funcionário da empresa integradora (quando este estiver presente), preencher as observações que achar necessárias, carimbar, assinar e deixar uma via com o proprietário de todos os documentos preenchidos. Art. 7 - Quando os sinais e histórico verificados no plantel FOREM compatíveis com situação sanitária descrita na notificação de mortalidade em aves assinada pelo RT, o médico veterinário oficial deverá assinalar a conclusão item 9.1(anexo III), pegar a assinatura do Produtor e do Funcionário da empresa integradora (quando este estiver presente), preencher as observações que achar necessárias, carimbar, assinar e deixar uma via deste com o proprietário. Art. 8º - Todas as amostras coletadas e enviadas a laboratório de diagnóstico avícola devem conter o Form-In respectivo, impresso e assinado, bem como cópia deste deve ser enviado via eletrônica à Área de Epidemiologia-DDSA. As amostras deverão ser acompanhadas por telefone pelo chefe da UV, até a chegada no destino. SEÇÃO III Envio de Documentação ao Serviço de Inspeção Federal - SIF ou Responsável Técnico - RT Art. 9 Uma cópia de todos os documentos referente à fiscalização em questão deverá ser encaminhada ao SIF e/ou RT por meio de uma das duas opções abaixo descritas: 3

4 I.Primeira opção: Encaminhar via fax para o SIF/SIPAG, todos os documentos referentes ao atendimento em questão, imprimir o comprovante de envio do mesmo, confirmando se ocorreu a transmissão corretamente e arquivar todos os documentos. II.Segunda Opção: Após acordo entre o RT da empresa, o SIF/SIPAG local e o médico veterinário oficial, uma cópia de todos os documentos referente ao atendimento em questão poderá ficar na propriedade atendida para que acompanhe a carga na hora do carregamento para o abate, ou ser previamente encaminhada (pelo proprietário ou técnico da empresa) ao RT da empresa em questão. Art. 10 Após arquivar todos os documentos referentes ao atendimento no arquivo da unidade veterinária na pasta n. º Fiscalização com Notificação de Mortalidade Avícola. 1 - Cada processo será composto dos seguintes documentos: I.notificação de mortalidade em aves II.termo de fiscalização 1ª fiscalização a estabelecimento industrial de corte com mortalidade superior a 10% (Anexo II do Of. Circ. 07/2007) III.laudos clínicos e laboratoriais; IV.comprovante de envio de fax (1 ), (quando este existir); 2 -Quando for necessária a segunda fiscalização (art. 11), o processo terá acréscimo dos seguintes documentos: V.solicitação de segunda fiscalização (anexo IV) VI.formulário de fiscalização sanitária a estabelecimento de aves (anexo I 2ª fiscalização) VII.comprovante de envio de fax (2 - referente ao anexo I 2ª fiscalização), (quando este existir). SEÇÃO IV 2ª Fiscalização a Estabelecimento Comercial com Mortalidade Superior A 10% Art A segunda fiscalização ocorrerá no lote subseqüente ao que ocorreu a mortalidade, somente quando ocorrer novo evento sanitário que ocasione mortalidade após a 1ª visita ou quando o SIF (mesmo após a 1ª Fiscalização feita pela ou por outro parâmetro) tenha achado necessário coletar o material na linha de abate, encaminhando-o este ao LANAGRO e caso o resultado da amostra coletada não retorne antes do abate do lote subseqüente (9º Parágrafo do Ofício Circular n. 07 do MAPA/SDA/DSA de 24/01/2007). 4

5 Art. 12 A segunda fiscalização ocorrerá após o RT e/ou o SIF comunicar a via fax através do preenchimento total do ANEXO IV" desta I.S.- SOLICITAÇÃO DE SEGUNDA FISCALIZAÇÃO e envio via FAX à U.V. responsável pelo município onde a propriedade com mortalidade está localizada, conforme descrito na RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS E SUAS UNIDADES VETERINÁRIAS RESPONSÁVEIS (anexo V). 1 O Responsável Técnico deverá enviar via eletrônica ou levar na propriedade no dia da 2ª fiscalização 03 vias do questionário do ANEXO I previamente preenchido com os dados pertinentes à iniciativa privada deixando em branco os campos a serem preenchidos pelo serviço oficial. Art Na 2ª fiscalização, quando não existir mortalidade significativa será preenchida 03 vias do questionário do ANEXO I, assinado pelo produtor, veterinário ou técnico da integradora e impreterivelmente pelo Veterinário Oficial, sendo que uma via ficará com o proprietário e outra com a U.V. para posterior envio ao RT ou SIF, conforme descrito na Seção III (Art. 9). SEÇÃO V Necessidade de Enterrio de Aves em Vala na Propriedade Art Quando houver mortalidade alta sem suspeita fundamentada e não haja necessidade da interdição da propriedade, e caso as aves mortas não possam ir para a compostagem devido ao grande volume, DEVERÁ SER NOTIFICADO OBRIGATORIAMENTE POR MEIO OFICIAL A SEMA/IAP (Secretaria de Estado do Meio Ambiente Instituto Ambiental do Paraná), para que a SEMA determine onde a vala será feita e que ocorra o enterrio das aves sem a contaminação do solo e do meio ambiente, evitando assim futuros problemas para o proprietário. SEÇÃO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 15 É de responsabilidade de cada Supervisor Técnico Regional da DDSA, na condição de responsável oficial pelas ações emergenciais na região envolvida, viabilizar a discussão e padronização dos procedimentos a serem executados entre o médico veterinário oficial da U.V., o responsável técnico das empresas privadas e o Serviço de Inspeção Federal - SIF, buscando adequar às necessidades de sua região em virtude da maior ou menor quantidade de estabelecimentos avícolas. Estes procedimentos devem ser registrados em Termo de Fiscalização ou Ofício, assinado por ambas as partes e arquivado na pasta do Responsável Técnico da Empresa Avícola na U.V.. Tais procedimentos devem ser definidos em comum acordo com o 5

6 Serviço de Inspeção que recebe as aves para abate da jurisdição da U.V.,, para que haja harmonia na execução das atividades evitando assim entraves maiores. Art O médico veterinário oficial da U.V. deverá sempre que possível programar para efetuar a 1ª (Primeira) Fiscalização evitando a Segunda, visto que, conforme acordado entre as partes (Supervisor Técnico Regional, médico veterinário oficial, Responsável Técnico da empresa e o Serviço de Inspeção Federal SIF), poderá ser notificado da mortalidade em aves a partir de 8-9% (ou menos). Desta forma o médico veterinário oficial da U.V terá mais tempo para se deslocar à propriedade logo após a notificação ou antes da saída do 1º lote para abate. Assim sendo o SIF não terá motivos para coletar material na plataforma de abate e o processo se encerra, não havendo necessidade de novas fiscalizações. Dê-se a devida publicidade da presente Instrução de Serviço, mediante ciência direta aos interessados. Cumpra-se. Curitiba, 15 de Agosto de MARCO ANTONIO TEIXEIRA PINTO Chefe da DDSA 6

Procedimento Operacional para Cadastro de Casas Veterinárias e controle da venda de aves vivas e vacinas avícolas nestes estabelecimentos.

Procedimento Operacional para Cadastro de Casas Veterinárias e controle da venda de aves vivas e vacinas avícolas nestes estabelecimentos. Elaboração: Data: 17/11/2008 Aprovação: Data: 18/11/2008 Responsável: Diego Marcel Alfaro Responsável: Hernani Melanda 1) Controle A Cadastro de Empresas classificadas como Casas s B Cadastro de Médico

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA 04/03

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA 04/03 INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA 04/03 Assunto: definição dos formulários, fluxo de informações, testes laboratoriais e outros aspectos, a serem empregados para ingresso no Estado de Santa Catarina de ovinos,

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA Considerando, a importância da avicultura catarinense para a economia do estado; Considerando a necessidade de controle sanitário para evitar a reintrodução da

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 136, DE 2 DE JUNHO DE 2006.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 136, DE 2 DE JUNHO DE 2006. Portaria Nº 136, DE 02 DE JUNHO DE 2006 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 05/06/2006, Seção 1, Página 4 Ementa: Submete à consulta pública, por um prazo de 60 (sessenta) dias, a

Leia mais

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS Os produtos vegetais, seus subprodutos

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL ANEXO

Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL ANEXO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 7 DE ABRIL DE 2006 (PUBLICADA NA EDIÇÃO Nº 69, DE 10 DE ABRIL DE 2006, DO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO) O SECRETÁRIO

Leia mais

DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO E DA APLICAÇÃO DO CERTIFICADO SANITÁRIO NACIONAL OU DA GUIA DE TRÂNSITO

DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO E DA APLICAÇÃO DO CERTIFICADO SANITÁRIO NACIONAL OU DA GUIA DE TRÂNSITO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 10, DE 1º- DE ABRIL DE 2014 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

MANUAL DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART (SP/MT/MS)

MANUAL DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART (SP/MT/MS) MANUAL DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART (SP/MT/MS) Sumário 1 - Procedimentos para obter 1ª ART Eletrônica... 2 2 Como obter o Termo de Responsabilidade Técnica... 3 3 - Encaminhar documentos

Leia mais

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008.

PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÀRIA E DESENVOLVIMENTO RURAL AGÊNCIA ESTADUAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MARANHÃO PORTARIA Nº 038/2008-AGED/MA DE 03 DE MARÇO DE 2008. O DIRETOR

Leia mais

Não DADOS DA EMPRESA RAZÃO SOCIAL: ENDEREÇO:

Não DADOS DA EMPRESA RAZÃO SOCIAL: ENDEREÇO: Formulário para renovação de credenciamento para comercialização de vacina contra a febre aftosa no Estado do Rio Grande do Sul (O preenchimento desse formulário deve ser realizado pelo Médico Veterinário

Leia mais

IV - somente tiverem registro de importação em data anterior a 12 de agosto de 1997.

IV - somente tiverem registro de importação em data anterior a 12 de agosto de 1997. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 16 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO. ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,

Leia mais

ASSUNTO: Comercialização e utilização de vacina contra a brucelose.

ASSUNTO: Comercialização e utilização de vacina contra a brucelose. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA Nº 21 / 01 Serviço Público Federal Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL ASSUNTO: Comercialização

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 05 DE ABRIL DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 05 DE ABRIL DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 05 DE ABRIL DE 2004 O SECRETARIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Manual para o Preenchimento do F ORM-COM

Manual para o Preenchimento do F ORM-COM MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura Departamento de Monitoramento e Controle Coordenação-Geral de Sanidade Pesqueira Manual para o Preenchimento

Leia mais

POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS

POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS Página 1 de 9 POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 27/01/2014 Revisado por: Rominik M. Fontenele 03/10/2014

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI

EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI EXIGÊNCIAS GERAIS E DOCUMENTAÇÃO BÁSICA NECESSÁRIA PARA EMISSÃO DE CZI Atenção!!! Para a emissão do CZI é necessária a apresentação dos documentos sempre em vias originais, acompanhados de uma fotocópia

Leia mais

.Art. 1º Aprovar as Normas para o Controle e a Erradicação do Mormo..Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

.Art. 1º Aprovar as Normas para o Controle e a Erradicação do Mormo..Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 5 DE ABRIL DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011

PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011 Publicada no DOE de 02/04/2011 PORTARIA NORMATIVA Nº 199 / 2011 A PRESIDENTE da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente - Fundação CASA-SP, no uso de sua competência, e Considerando

Leia mais

Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico)

Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico) Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico) Coordenador Agricultural Services SGS do Brasil Ltda. O que é Rastreabilidade?

Leia mais

Programa de Vigilância Epidemiológica - GEDSA Florianópolis, 14 de janeiro de 2014. Versão 3.0

Programa de Vigilância Epidemiológica - GEDSA Florianópolis, 14 de janeiro de 2014. Versão 3.0 Manual de Instruções Gerais para o Uso do Novo FORM-IN e demais Formulários Complementares de Atendimento a Suspeitas ou Focos de Doenças Animais. (versão revisada MAPA nov/2013) Programa de Vigilância

Leia mais

Art. 1º Acrescentar os parágrafos únicos aos arts. 1º e 4º ; o art. 10-A com seus incisos de I, II, III e IV; o

Art. 1º Acrescentar os parágrafos únicos aos arts. 1º e 4º ; o art. 10-A com seus incisos de I, II, III e IV; o MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 36, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS

PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS PARECER Nº 2414/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 58/2012 PROTOCOLO N. º 23448/2012 ASSUNTO: ASSINATURA DE LAUDOS DE EXAMES PARECERISTA: CONS.ª ANA MARIA SILVEIRA MACHADO DE MORAES EMENTA: Assinatura

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE VISITAS RELATÓRIO DE VISITAS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE VISITAS RELATÓRIO DE VISITAS 22/03/203. INTRODUÇÃO A Política de Visitas Divisão Institucional tem por objetivo controlar e auditar as visitas dos consultores em nossos clientes, as ações de manutenções tomadas e comprovar a presença

Leia mais

EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS PARA O INGRESSO DE ANIMAIS EM EVENTOS PECUÁRIOS NO ESTADO DA BAHIA ATUALIZADO EM 15/07/2014

EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS PARA O INGRESSO DE ANIMAIS EM EVENTOS PECUÁRIOS NO ESTADO DA BAHIA ATUALIZADO EM 15/07/2014 EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS PARA O INGRESSO DE ANIMAIS EM EVENTOS PECUÁRIOS NO ESTADO DA BAHIA ATUALIZADO EM 15/07/2014 De acordo com a portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento n.º 162/94,

Leia mais

POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS

POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS Página 1 de 9 POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 29/01/2014 Revisado por: Fernanda G. Brandão 26/03/2014 28/03/2014

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE Claudio Regis Depes 1983 Médico Veterinário Unesp (Jaboticabal) 2003 Especialização em Saúde Pública Veterinária Unesp (Botucatu) Trabalha na Coordenadoria de Defesa Agropecuária em Assis Gerente do Programa

Leia mais

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA EM AQUICULTURA Curso Sanidade em Aqüicultura CRMVSP, 25 de maio de 2012 CONCEITOS - A saúde é um direito de todos e dever do Estado (Constituição Federal); - Ações indelegáveis de

Leia mais

MA/SDA/DDA SECRETARIA DE AGRICULTURA FORM-IN FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS-INICIAL

MA/SDA/DDA SECRETARIA DE AGRICULTURA FORM-IN FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS-INICIAL SECRETARIA DE AGRICULTURA FORM-IN FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS-INICIAL INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO Trata-se de formulário produzido para anotar informações colhidas por médico veterinário, na

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL DE ABELHAS, BICHO- DA-SEDA E OUTROS INVERTEBRADOS TERRESTRES

MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL DE ABELHAS, BICHO- DA-SEDA E OUTROS INVERTEBRADOS TERRESTRES MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA SDA DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL DSA COORDENAÇÃO DE TRÃNSITO E QUARENTENA ANIMAL CTQA MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA

Leia mais

ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA

ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA ROTEIRO PARA COLETA DE ALIMENTO EM CASO DE SURTOS DE DOENÇAS TRANSMITIDA POR ALIMENTO DTA 1) PRIMEIRO PASSO - Recebimento da Notificação: Quando recebida a notificação de surto de DTA, deve-se notificar

Leia mais

"Se quer paz, prepara-se para guerra. Med. Vet. GUILHERME H. F. MARQUES, MSc Fiscal Federal Agropecuário. rio Departamento de Saúde Animal, Diretor

Se quer paz, prepara-se para guerra. Med. Vet. GUILHERME H. F. MARQUES, MSc Fiscal Federal Agropecuário. rio Departamento de Saúde Animal, Diretor "Se quer paz, prepara-se para guerra Med. Vet. GUILHERME H. F. MARQUES, MSc Fiscal Federal Agropecuário rio Departamento de Saúde Animal, Diretor 8.514.876 km 2 202.828.531 habitantes 27 Unidades da Federação

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 14/2010 Brasília, 19 de abril de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS ANEXAS À PORTARIA SDR Nº 19 DE JUNHO DE 1996. 1. DO CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIO PARA TIPAGEM SANGUÍNEA

NORMAS TÉCNICAS ANEXAS À PORTARIA SDR Nº 19 DE JUNHO DE 1996. 1. DO CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIO PARA TIPAGEM SANGUÍNEA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL PORTARIA Nº 19 DE 19 DE JUNHO DE 1996. O Secretário de Desenvolvimento Rural, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho FISCALIZAÇÃO EXTERNA IT. 06 08 1 / 9 1. OBJETIVO Coordenar, programar e acompanhar a execução do trabalho de fiscalização executado pelos agentes/analistas de fiscalização, com o objetivo de fiscalizar

Leia mais

GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TECNOLÓGICOS

GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TECNOLÓGICOS GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TECNOLÓGICOS 1 SUMÁRIO 3 INTRODUÇÃO 4 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 6 RESCISÃO DO CONTRATO DE ESTÁGIO 7 CONCLUSÃO DE CURSO 7 RELATÓRIO TÉCNICO 8 AVALIAÇÃO DE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO I NORMA TÉCNICA PARA A UTILIZAÇÃO DA PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS - PTV CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO DA PTV Seção I Da Exigência e do Uso da PTV Art. 1 o A Permissão de Trânsito de Vegetais - PTV

Leia mais

DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL

DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL Serviço Público Federal Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL INSTRUÇÃO DE SERVIÇO DDA Nº 06/03 ASSUNTO: Reconhecimento de

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes a Guarda de Documentos de Terceiros. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos processos da guarda de documentos de terceiros,

Leia mais

RESOLUÇÃO SS Nº 587, de 18 de novembro de 1994

RESOLUÇÃO SS Nº 587, de 18 de novembro de 1994 RESOLUÇÃO SS Nº 587, de 18 de novembro de 1994 Aprova Instrução Normativa que regulamenta a Notificação e o Fluxo de Acidentes do Trabalho, no âmbito do Estado de São Paulo. O Secretário da Saúde Considerando

Leia mais

INSTRUTIVO PARA ORIENTAR O PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DE VISTORIA EM ERAS

INSTRUTIVO PARA ORIENTAR O PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DE VISTORIA EM ERAS INSTRUTIVO PARA ORIENTAR O PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DE VISTORIA EM ERAS Este instrutivo tem como objetivo uniformizar as vistorias nos ERAS, realizadas pelas certificadoras. O relatório será preenchido

Leia mais

FORM-IN - FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS (INICIAL) Versão:jun/03

FORM-IN - FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS (INICIAL) Versão:jun/03 FORM-IN - FORMULÁRIO DE INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS (INICIAL) Versão:jun/03 N.º FORM-IN N.º estadual do foco N.º nacional do foco Ano U.F. Página: 1 de 5 Se for o caso, assinalar na lacuna à direita o número

Leia mais

MANUAL DE RASTREABILIDADE

MANUAL DE RASTREABILIDADE MANUAL DE RASTREABILIDADE A.P.C.B.R.H/RASTRECERT CNPJ: 76.607.597/0001-07 Inscrição Estadual: 101.15739-39 Endereço: Rua Professor Francisco Dranka, nº 608 Bairro Orleans - CEP: 81200-560 Curitiba-Paraná

Leia mais

SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e

SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e SEÇÃO IV BEBIDAS EM GERAL, VINHOS E DERIVADOS DA UVA E DO VINHO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS a) Para a importação de bebida, fermentado acético, vinho e derivados da uva e do vinho, o estabelecimento deve possuir

Leia mais

NORMA INTERNA Nº 01/2009 Texto e Anexos. Procedimentos para monitoramento de bovinos importados sob a responsabilidade do Serviço Veterinário Oficial

NORMA INTERNA Nº 01/2009 Texto e Anexos. Procedimentos para monitoramento de bovinos importados sob a responsabilidade do Serviço Veterinário Oficial NORMA INTERNA Nº 01/2009 Texto e Anexos Procedimentos para monitoramento de bovinos importados sob a responsabilidade do Serviço Veterinário Oficial 1. Monitoramento dos Bovinos e Bubalinos importados

Leia mais

DC 349 Rev 03. Manual de Atendimento de Saúde Ocupacional no Consultório Médico

DC 349 Rev 03. Manual de Atendimento de Saúde Ocupacional no Consultório Médico DC 349 Rev 03 Manual de Atendimento de Saúde Ocupacional no Consultório Médico SUMÁRIO 1.1 Atendendo o funcionário...3 1.2 Preenchendo o RE227 ASO Atestado de Saúde Ocupacional ou RE884 - ASO - Atestado

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇOES INICIAIS. Art. 3º O projeto mencionado nos artigos 1º e 2º desta Lei é destinado, prioritariamente, nesta ordem:

TÍTULO I DAS DISPOSIÇOES INICIAIS. Art. 3º O projeto mencionado nos artigos 1º e 2º desta Lei é destinado, prioritariamente, nesta ordem: LEI Nº 2.511, de 17 de setembro de 2015. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO PARA O CONTROLE POPULACIONAL DE ANIMAIS DOMÉSTICOS DO MUNICÍPIO DE CATANDUVAS/SC QUE ESPECIFICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Gisa Aparecida

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JULIO MULLER COMISSÃO DE ÓBITO NORMAS E ROTINAS

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JULIO MULLER COMISSÃO DE ÓBITO NORMAS E ROTINAS NORMAS E ROTINAS CUIABÁ - 2012 1 DO HUJM Apresentação: A Comissão de Óbito do Hospital Universitário Julio Muller tem as seguintes finalidades: - Normatizar e padronizar os procedimentos e as condutas

Leia mais

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos

Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos Cartilha do novo Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos SISBOV Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil COORDENAÇÃO:

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

PORTARIA/IAGRO/MS Nº 623, DE 15 DE OUTUBRO DE 2003.

PORTARIA/IAGRO/MS Nº 623, DE 15 DE OUTUBRO DE 2003. Secretaria de Estado da Produção e do Turismo - SEPROTUR PORTARIA/IAGRO/MS Nº 623, DE 15 DE OUTUBRO DE 2003. Dispõe sobre a distribuição de antígenos e Alérgenos no Estado de Mato Grosso do Sul, e dá outras

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL DE VIGILÂNCIA DE ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS. SINAP SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ANIMAIS PEÇONHENTOS.

PROGRAMA ESTADUAL DE VIGILÂNCIA DE ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS. SINAP SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ANIMAIS PEÇONHENTOS. - DVVZI PROGRAMA ESTADUAL DE VIGILÂNCIA DE ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS. SINAP SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ANIMAIS PEÇONHENTOS. A Divisão de Zoonoses e Intoxicações do Departamento de Vigilância Ambiental

Leia mais

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos.

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos. ANEXO CRITÉRIOS PARA CREDENCIAMENTO, RECONHECIMENTO, EXTENSÃO DE ESCOPO E MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA Art. 1º Os critérios constantes deste

Leia mais

Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária

Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Prevenção, controle e erradicação de doenças e pragas animais e vegetais de interesse econômico e de importância para a saúde pública. Assegurar a sanidade,

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora.

5º A emissão de CFOC se dará quando da certificação em unidade centralizadora. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 13 DE MARÇO DE 2000 Revogado(a) pelo(a) Instrução Normativa nº 38/2006/MAPA O SECRETÁRIO DE DEFESA

Leia mais

Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose Bovídea - PROCETUBE

Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose Bovídea - PROCETUBE Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Defesa Sanitária Animal Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose

Leia mais

Normas para reserva de equipamentos para eventos de interesse da UNILAB

Normas para reserva de equipamentos para eventos de interesse da UNILAB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira UNILAB Coordenação de Logística Normas para reserva de equipamentos para eventos de interesse da UNILAB Divisão

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 05/2011/GABINETE Florianópolis, 27 de junho de 2011. Assunto: Solicitação de Afastamento do País (VIAGENS INTERNACIONAIS)

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 05/2011/GABINETE Florianópolis, 27 de junho de 2011. Assunto: Solicitação de Afastamento do País (VIAGENS INTERNACIONAIS) INSTRUÇÃO NORMATIVA N 05/2011/GABINETE Florianópolis, 27 de junho de 2011. Assunto: Solicitação de Afastamento do País (VIAGENS INTERNACIONAIS) A Reitora do IF-SC no uso das atribuições que lhe foram conferidas

Leia mais

HERNANI MELANDA. Orientador: Prof. Mestre João Humberto Teotônio de Castro

HERNANI MELANDA. Orientador: Prof. Mestre João Humberto Teotônio de Castro HERNANI MELANDA ESTUDO ANALÍTICO E DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO INFORMATIZADO DE EMISSÃO DA CERTIDÃO DE REGISTRO DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS COMERCIAIS NO ESTADO DO PARANÁ COM PUBLICAÇÃO DE RESOLUÇÃO ESTADUAL

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB

ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB Fixa normas e procedimentos administrativos relativos ao controle patrimonial do ativo imobilizado da FFFCMPA. O Diretor da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas

Leia mais

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (Lei Nº 11.788 / 2008) Regulamenta as atividades do Estágio Curricular da FAMEC e estabelece normas

Leia mais

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 37, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2006 (Revogada pela IN 54, de 04/Dez/2007) O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

PORTARIA No- 432, DE 5 DE ABRIL DE 2013

PORTARIA No- 432, DE 5 DE ABRIL DE 2013 PORTARIA No- 432, DE 5 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre a Segurança e o Controle de Acesso Lógico de Responsáveis e Representantes Legais aos Sistemas de Comércio Exterior da Secretaria da Receita Federal

Leia mais

Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014.

Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014. Instrução Normativa nº 008, de 08 de agosto de 2014. O diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo - IDAF, usando das atribuições que lhe confere o artigo 48 do

Leia mais

Orientações para emissão da Guia de Transporte Animal GTA

Orientações para emissão da Guia de Transporte Animal GTA Orientações para emissão da Guia de Transporte Animal GTA O Ministério da Agricultura regulamenta o transporte de animais dentro do Brasil (GTA) e também para fora do pais (CZI). 1 PARA NÃO PERDER TEMPO:

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DE TRABALHO UTILIZAÇÃO DA FROTA

INSTRUÇÃO NORMATIVA DE TRABALHO UTILIZAÇÃO DA FROTA 1. DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL Divisão de Administração e Finanças (SAA) Seção de Contabilidade, Finanças e Apoio Logístico (SAA-1) 2. APLICAÇÃO Esta instrução de trabalho destina-se a todos aos colaboradores

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

Manual para o Preenchimento da Ficha de Registro Sanitário da Aquicultura

Manual para o Preenchimento da Ficha de Registro Sanitário da Aquicultura MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura Departamento de Monitoramento e Controle Coordenação-Geral de Sanidade Pesqueira Manual para o Preenchimento

Leia mais

Sistema de Devolução Web

Sistema de Devolução Web Manual Sistema de Devolução Web Usuário Cliente ÍNDICE Sumário 1. Prazos...3 2. Solicitação de Devolução... 4 3. Autorização de Devolução... 4 4. Coleta de Mercadoria... 4 5. Acompanhamento da Devolução...

Leia mais

1. Da emissão do Anexo II ou CAE Comprovante de Alteração de Estoque

1. Da emissão do Anexo II ou CAE Comprovante de Alteração de Estoque GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo SEPROTUR Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal

Leia mais

MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA

MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA 1) Reunião Prévia (Responsável: Secretaria Demandante) Solicitação de Contratação,

Leia mais

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica

Leia mais

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre aftosa - PNEFA

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre aftosa - PNEFA Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre aftosa - PNEFA Reunião da Câmara Setorial da Carne Bovina Brasília-DF, 06/08/2014 Secretaria de Defesa Agropecuária Departamento de Saúde Animal Estrutura

Leia mais

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO - RAP

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO - RAP UNIDADE 2.6.15.1 Atender cliente Atender o cliente e analisar a solicitação para identificar se é restituição por pagamento indevido (erro de leitura, erro de cadastro, faturamento indevido), pagamento

Leia mais

SISTEMA BRASILEIRO DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM

SISTEMA BRASILEIRO DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM SISTEMA BRASILEIRO DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM Luiz Carlos de Oliveira Secretário de Defesa Agropecuária Ministério Da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Instrução normativa n o 21 de

Leia mais

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos:

Art. 3º A diária será devida pela metade nos seguintes casos: Orientações para Solicitação e Prestação de Contas de Diárias de acordo com o Decreto nº 3328-R, de 17 de junho de 2013. DIÁRIAS Diárias são indenizações pagas antecipadamente para cobrir despesas com

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR Comissão de Farmácia Hospitalar 2012 Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR 1 Garantir a guarda e o controle de medicamentos pertencentes às listas

Leia mais

MANUAL PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO (CFOC) ELETRÔNICO

MANUAL PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO (CFOC) ELETRÔNICO MANUAL PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO (CFOC) ELETRÔNICO 1 INTRODUÇÃO Desde 2013 a ADAPAR tem realizado testes para a disponibilização da emissão do Certificado Fitossanitário

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS

GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS 1 SUMÁRIO 3 INTRODUÇÃO 3 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 5 RESCISÃO DO CONTRATO DE ESTÁGIO 6 CONCLUSÃO DE CURSO 6 RELATÓRIO TÉCNICO 7 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Ordem de Serviço do TJPB nº 01/09, de 31 de agosto de 2009 (Dispõe sobre a responsabilidade do motorista em infrações de trânsito).

Ordem de Serviço do TJPB nº 01/09, de 31 de agosto de 2009 (Dispõe sobre a responsabilidade do motorista em infrações de trânsito). Código: MAN-SADM-007 Versão: 00 Data de Aprovação: 10/06/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Transporte Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos para

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL PARA AVES E OVOS FÉRTEIS COM FINALIDADE DE PRODUÇÃO DE CARNE, OVOS E MATERIAL GENÉTICO

MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL PARA AVES E OVOS FÉRTEIS COM FINALIDADE DE PRODUÇÃO DE CARNE, OVOS E MATERIAL GENÉTICO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA SDA DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL DSA COORDENAÇÃO DE TRÃNSITO E QUARENTENA ANIMAL CTQA MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Documento norteador para a habilitação de laboratórios Tipo I e Tipo II pela Qualificação Nacional em Citopatologia QualiCito. Qual a Portaria que institui a Qualificação

Leia mais

Secretaria da Administração

Secretaria da Administração Secretaria da Administração Procedimento para Elaboração de Programas de Segurança para Empresas Contratadas PCMSO / PPRA / PCMAT / ARO Revisão 00 2014 1. Objetivo Estabelecer as exigências mínimas sobre

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais

REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR

REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR O Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília UNIMAR, no uso de suas atribuições legais, expede o presente regimento, regulamentando

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, o SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ - (4.2.3 - Controle de Documentos) (820.40 Document Control) APROVAÇÃO MARCOS FERNANDES NUNES Gerente da QA/RA Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO GISELA CRISTINA LUÇOLLI NASS Assistente Administrativo APARECIDA

Leia mais

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título)

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 08/01/2015 Verificado por Neidiane Silva em 09/01/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 12/01/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO ENGENHARIA QUÍMICA E ALIMENTOS EQA5510: ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO FLORIANÓPOLIS, JULHO DE 2013. PROFESSOR ORIENTADOR: HAIKO

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao tratamento e manutenção de acervos arquivísticos ou bibliográficos, sejam administrativos, técnicos ou especializados nas instalações

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA SGA Nº. 007/2011 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, REGISTRO, TRAMITAÇÃO, CONTROLE E EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS NA. Versão: 01 Aprovação: 13/06/2011 Ato de aprovação: 13/06/2011

Leia mais

1º O acesso ao Sistema deverá ser feito por meio de Senha Web ou certificado digital.

1º O acesso ao Sistema deverá ser feito por meio de Senha Web ou certificado digital. ÍNTEGRA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto nos artigos 113 e 114 do Decreto n 53.151, de 17 de maio de 2012, RESOLVE:

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais