Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel"

Transcrição

1 Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel Cláudio Lopes (peso 0.3), Gildo Leonel (peso 0.3), Sérgio Rossini (peso 0.3) 1. Visão Geral Departamento de Ciência da Computação (DCC) Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Campus Universitário CEP Juiz de Fora MG {cslopes, gildo.leonel, O analisador léxico representa a fase inicial de implementação do compilador Marvel. É o componente de um compilador responsável por ler e interpretar as expressões do código fonte de uma determinada linguagem, reconhecendo respectivos tokens e atributos quando necessário. O código fonte para o compilador Marvel pode ser fornecido como arquivo com extensão fra ou digitado diretamente do teclado. As expressões reconhecidas por um analisador léxico devem ser formalmente definidas por expressões regulares, que por sua vez são reconhecidas pelo respectivo autômato determinístico. O padrão que forma o token se chama lexema. As expressões regulares e o autômato podem ser conferidos na seção 2. Um analisador léxico deve ser capaz de reconhecer os tokens; possuir uma tabela de símbolos com rotinas relacionadas ao armazenamento e recuperação de lexemas tratando ainda das palavras reservadas da linguagem; possuir gerenciamento de erros ocorridos e dispor de um buffer de entrada para o código, com intuito de melhorar o desempenho no processo de leitura dos caracteres Desenvolvimento do trabalho O analisador léxico do compilador Marvel foi implementado utilizando conceitos e fundamentos do paradigma da programação orientada a objetos. Para tal, foi dividido em módulos de forma em que cada um deles possa representar um objeto que o compõe. Os módulos são Anallex, Erro, Buffer, Symbol e LexTable. As definições dos módulos podem ser verificadas na subseção 1.2. A implementação dos módulos foi dividida entre os integrantes do grupo e seguiu as definições e os exemplos disponíveis em [Aho e outros, 1995] e para tal a ferramenta DevC++ foi utilizada. Como suporte a linguagem C foram utilizados [Kernighan e Ritchie], [Deshpande e Kakde, 2004] e [Mesquita, 1998]. As interdependências entre os módulos de diferentes integrantes da equipe de desenvolvimento foram discutidas entre os mesmos, seguindo sempre as especificações disponíveis em [Vieira, 2007] Módulos do analisador léxico Cada módulo teve sua responsabilidade devidamente definida e implementada seguindo os conceitos e os exemplos disponíveis em [Aho e outros, 1995] e [Vieira, 2007]. A

2 figura 1 mostra as inter-relações dos módulos do analisador léxico. Figura 1. As inter-relações entre os módulos do analisador léxico O módulo Anallex é responsável por implementar o autômato finito deterministico disponível na seção 2 e, a partir da leitura de um conjunto de caracteres, reconhecer um padrão, ou lexema, verificando se o mesmo está inserido ou não na tabela de símbolos. Caso não esteja disponível, o mesmo é inserido. O Anallex comunica-se com Buffer através do método proxcaracter para a leitura dos caracteres, e com a TabelaSimbolos através dos métodos retornalexema, inseretoken para a consulta e inserção do lexema respectivamente. Quando necessário, o método emiteerrolexico de Erro é invocado. O módulo Buffer e responsável por executar uma pré-varredura da entrada e disponibilizá-la para o Anallex. O módulo Symbol tem uma responsabilidade bem mais ampla no projeto de um compilador além da definida na implementação da análise léxica. Nesse momento definiu-se como responsabilidade desse módulo apenas o armazenamento e a recuperação dos lexemas, além do tratamento das palavras-chave reservadas da linguagem. O módulo Erro também tem uma responsabilidade bem mais ampla no projeto de um compilador além da definida na implementação dessa etapa. Mas nesse primeiro momento, a responsabilidade foi definida como redirecionamento das mensagens de erros para o stderr, compostas pela descrição objetiva além do numero da linha em que ocorreu, quando necessário.

3 2. Tokens e Expressões Regulares Esta seção apresenta além da tabela de tokens com seus respectivos lexemas, expressões regulares, atributos e valor inteiro interno ao compilador (tabela 1), um autômato finito deterministico que reconhece aquelas expressões regulares (figura 2) e a lista de palavras reservadas da linguagem (tabela 2). Tabela 1. Tabela de tokens, lexemas e expressões regulares Token Lexema Expressão regular Atributos Valor interno NUMERO NUMERO digito + (.digito + )?(E(+ -)?digito + )? String que 260 representa o número ID ID (letra)(letra digito)* String que 261 representa o ID LITERAL ( )(ε letra digito branco String que 264 outro)*( ) representa o LITERAL ABRECOLCH [ 270 FECHACOLCH ] 271 VIRGULA, 272 ATRIB = 273 ABREPAR ( 274 FECHAPAR ) 275 NEGACAO! 276 ADICAO SUB IGUAL == 279 MENOR < 280 MENORIGUAL <= 281 MAIOR > 282 MAIORIGUAL >= 283 DIF!= 284 BIT_OU 285 MULT * 286 DIV / 287 MOD % 288 BIT_E & 289 E && 290 OU 291 PONTOVIRGULA ; Analisador léxico Tabela 2. Tabela de palavras reservadas da linguagem Palavras reservadas da linguagem Valor interno FLOAT 256 INTEGER 257 PARAM 258 VECTOR 259 FRAGMENT 260 ENDFRAGMENT 261 IF 262 ELSE 263 WRITE 265 READ 266 WHILE 267 O analisador léxico foi implementado utilizando os exemplos e modelos disponíveis em [Aho e outros, 1995] e [Vieira, 2007] e ainda conforme orientações obtidas em sala de aula. Sua lógica segue totalmente o autômato citado na seção anterior (figura 2).

4 Dessa forma, a implementação utilizou a estrutura while seguida de switch, ambas diponibilizadas pelo C. A estrutura while e repetida indefinidamente até que um return é executado, ou seja, no caso em que um estado final do autômato tenha sido encontrado. Essa repetição indefinida significa o caminho sendo executado entre os estados do autômato nas leituras de cada caractere. A definição de estado atual está representada com os vários cases da estrutura switch. Figura 2. Autômato finito deterministico para reconhecimento de tokens 3.2. Métodos do analisador léxico O módulo Anallex possui o método público proxtoken, onde o autômato é implementado e o método privado emitetokenvalue, que imprime o identificador e o token respectivo da última cadeia de caracteres lida Principais algoritmos Para a implementação do autômato foi utilizado o exemplo disponível no capítulo 3 de [Aho e outros, 1995]. Não foi utilizado nenhum algoritmo diferente para a implementação. 4. Tabela de símbolos 4.1. Estruturas de dados da tabela de simbolos

5 4.2. Métodos da tabela de simbolos 4.3. Principais algoritmos 5. Gerenciador de erros léxicos O gerenciador de erros léxicos deve ser capaz de informar a causa do erro ocorrido e a linha em que o mesmo foi identificado. O autômato citado na seção 2 define as situações em que um erro ocorre estado final 44. Para tal, o módulo Erro possui um header (Erro.h) que disponibiliza constantes definidas como códigos de erros possíveis para todos os módulos que compõem a análise léxica e um método público chamado emiteerrolexico. A implementação do módulo Erro (arquivo Erro.c) define macros específicas para o redirecionamento das mensagens de erro para stderr, de acordo com o tipo informado. Quando necessário, as macros concatenam o número da linha na mensagem. As macros citadas são utilizadas somente pela implementação do módulo, sendo chamadas na execução do método emiteerrolexico Estruturas de dados do gerenciador de erros léxicos O arquivo header do modulo (Erro.h) possui a definição de constantes para os tipos de erros do módulo. /* Definição de códigos de erros */ #define ERRO_GETTOKEN 900 #define ERRO_NUM_DECIMAL 901 #define ERRO_NUM_REAL 902 #define ERRO_EOF_LITERAL 903 #define ERRO_EOF_COMENTARIO 904 #define ERRO_MEMORIA_INSUF 905 #define ERRO_PARAM_INVALIDO Métodos do gerenciador de erros O gerenciador de erros léxicos possui apenas um método, cuja assinatura é emiteerrolexico(int codigo, int linha). O parâmetro código especifica qual o tipo de erro ocorrido e a linha especifica a linha em que foi encontrado, quando necessário Principais algoritmos Para a implementação desse módulo não foram utilizados algoritmos especializados. 6. Buffer de Entrada O módulo Buffer é responsável por implementar um esquema de entrada dos caracteres com dois buffers, útil quando uma pré-varredura é necessária para otimizar o desempenho na identificação dos tokens. A pré-varredura das informações é feita utilizando stdin tanto quando um arquivo é informado ou não como parâmetro. A bufferização da entrada foi feita seguindo o modelo de pares de buffers e

6 sentinelas apresentados por [Aho e outros, 1995] Estruturas de dados do buffer de entrada A principal estrutura de dados do buffer é chamada de entrada: typedef struct entrada { char *buffer; char *inicio; char *final; } entrada; Essa estrutura contém três ponteiros: *buffer aponta para o buffer de entrada, *inicio aponta para o início de um lexema e permanece apontado para o seu início enquanto o mesmo é reconhecido e o ponteiro *final que percorre o lexema enquanto o mesmo é reconhecido Métodos do buffer de entrada Os principais métodos desse módulo são proxcaracter, *retornalexema e devolvecaractere. Eles são responsáveis por prover uma interface entre o Anallex e o código que deve ser verificado pelo compilador Principais algoritmos Como o modelo a ser seguido foi o de buffer duplo com sentinelas, o algoritmo apresentado em [Aho e outros, 1995], página 41, também foi utilizado. 7. Resultados experimentais 8. Conclusão 9. Referências bibliográficas Etapas de construção de tokens da linguagem, definição das expressões regulares e criação do autômato finito determinístico: Vieira, M. (2007) "Projeto e Implementação de um compilador", Universidade Federal de Juiz de Fora, Instituto de Ciências Exatas, Departamento de Ciência da Computação Vieira, M. (2007) "Teoria dos Compiladores - Notas de Aula", Universidade Federal de Juiz de Fora, Instituto de Ciências Exatas, Departamento de Ciência da Computação Menezes, P. (2000), Linguagens Formais e Autômatos, Editora Sagra Luzzato, 3ª. edição, Capítulo 1, subcapítulo 1.5, capítulo 2, subcatítulos 2.5, 2.6 e 2.7 Aho, A. e Ullman, J. (1995), Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas, Editora LTC, 1ª. edição, Capítulo 3, subcapítulos 3.1, 3.2, 3.3 e 3.4. Etapa de implementação utilizando a linguagem C:

7 Kernighan, B. e Ritchie, D. The C Programming Language, Prentice Hall Software Series, 2 nd edition, capítulos 1, 2, 4, 5, 6 and 7. Deshpande, P. S. e Kakde, O.G., (2004), C & Data Structures, Charles River Media, 1 st edition, capítulos 8, 10, 11, 12 e 15. Mesquita, R., (1998), Apostila: Curso de Linguagem C / UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais. 10. Listagem do programa fonte

Programação Básica em Arduino Aula 2

Programação Básica em Arduino Aula 2 Programação Básica em Arduino Aula 2 Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel Variáveis são lugares (posições) na memória principal que servem para armazenar dados. As variáveis são acessadas

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Sistemas Operativos 2003/2004 Trabalho Prático #2 -- Programação em C com ponteiros -- Objectivos Familiarização

Leia mais

LP II Estrutura de Dados. Introdução e Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br

LP II Estrutura de Dados. Introdução e Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br LP II Estrutura de Dados Introdução e Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes honorato.nunes@ifbaiano.bonfim.edu.br Resumo da aula Considerações Gerais Introdução a Linguagem C Variáveis e C Tipos de

Leia mais

Compiladores. Análise léxica. Plano da aula. Vocabulário básico. Motivação para análise léxica. Estrutura de um compilador

Compiladores. Análise léxica. Plano da aula. Vocabulário básico. Motivação para análise léxica. Estrutura de um compilador Estrutura de um compilador Compiladores Análise lexical (1) Expressões Regulares 1 2 Plano da aula 1. Motivação do uso de E.R. e definições Linguagens, tokens, lexemas... 2. Regras de formação e exemplos

Leia mais

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C Resumo da Introdução de Prática de Programação com C A Linguagem C O C nasceu na década de 70. Seu inventor, Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando um DEC PDP-11 rodando o sistema operacional

Leia mais

Construção de Compiladores. Construção de Compiladores. Motivação. Motivação. Contexto Histórico. Classificações: Gerações 09/03/2010

Construção de Compiladores. Construção de Compiladores. Motivação. Motivação. Contexto Histórico. Classificações: Gerações 09/03/2010 Construção de Compiladores Prof. Raimundo Santos Moura (http://www.ufpi.br/rsm) Construção de Compiladores Livro-Texto: AHO, Alfred V.; ULLMAN, Jeffrey D.; SETHI, R. Compiladores: princípios, técnicas

Leia mais

AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS

AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS Orientando: Oliver Mário

Leia mais

Algoritmos e Programação Estruturada

Algoritmos e Programação Estruturada Algoritmos e Programação Estruturada Virgínia M. Cardoso Linguagem C Criada por Dennis M. Ritchie e Ken Thompson no Laboratório Bell em 1972. A Linguagem C foi baseada na Linguagem B criada por Thompson.

Leia mais

Busca. Pesquisa sequencial

Busca. Pesquisa sequencial Busca Banco de dados existem para que, de tempos em tempos, um usuário possa localizar o dado de um registro, simplesmente digitando sua chave. Uma tabela ou um arquivo é um grupo de elementos, cada um

Leia mais

CURSO DE PROGRAMAÇÃO EM JAVA

CURSO DE PROGRAMAÇÃO EM JAVA CURSO DE PROGRAMAÇÃO EM JAVA Introdução para Iniciantes Prof. M.Sc. Daniel Calife Índice 1 - A programação e a Linguagem Java. 1.1 1.2 1.3 1.4 Linguagens de Programação Java JDK IDE 2 - Criando o primeiro

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Arquivos. Pedro O.S. Vaz de Melo

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Arquivos. Pedro O.S. Vaz de Melo Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013 Arquivos Pedro O.S. Vaz de Melo Problema 1 Considere que um arquivo de dados contém os valores das dimensões (tam. max.: 100) e dos elementos de duas matrizes

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Programação de Computadores Curso Engenharia Química Modalidade Superior Instituto Federal do Sul de Minas, Câmpus Pouso Alegre Professora Michelle Nery Instituto Federal do Sul de Minas, câmpus Pouso

Leia mais

Algoritmo e Programação

Algoritmo e Programação Algoritmo e Programação Professor: José Valentim dos Santos Filho Colegiado: Engenharia da Computação Prof.: José Valentim dos Santos Filho 1 Ementa Noções básicas de algoritmo; Construções básicas: operadores,

Leia mais

Conceitos Importantes:

Conceitos Importantes: Conceitos Importantes: Variáveis: Por Flávia Pereira de Carvalho, 2007 i O bom entendimento do conceito de variável é fundamental para elaboração de algoritmos, consequentemente de programas. Uma variável

Leia mais

Algoritmos com VisuAlg

Algoritmos com VisuAlg Algoritmos com VisuAlg Prof Gerson Volney Lagemann Depto Eng de Produção e Sistemas UDESC - CCT Algoritmos com VisuAlg Introdução A linguagem VisuAlg é simples, seu objetivo é disponibilizar um ambiente

Leia mais

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática Folha 1-1 Introdução à Linguagem de Programação JAVA 1 Usando o editor do ambiente de desenvolvimento JBUILDER pretende-se construir e executar o programa abaixo. class Primeiro { public static void main(string[]

Leia mais

Exercício 1. Tabela 1: Cadastro de usuários, senhas e privilégios (exemplo). Login Senha Privilégio Armamento

Exercício 1. Tabela 1: Cadastro de usuários, senhas e privilégios (exemplo). Login Senha Privilégio Armamento 1/5 Exercício 1 Um sistema de segurança militar, usado num submarino nuclear, controla o acesso de usuários a três subsistemas (armamento, navegação e comunicações) através da digitação do login do usuário

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 2-1. PRINCÍPIOS DE SOFTWARE DE ENTRADA E SAÍDA (E/S) As metas gerais do software de entrada e saída é organizar o software como uma série de camadas, com as mais baixas preocupadas em esconder as

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação LP: Laboratório de Programação Apontamento 7 Prof. ISVega Março de 2004 Controle de Execução: Seleção Simples CONTEÚDO

Leia mais

Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação

Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação Representação de Algoritmos - Linguagens de Programação A representação de algoritmos em uma pseudo-linguagem mais próxima às pessoas é bastante útil principalmente quando o problema a ser tratado envolve

Leia mais

Componentes da linguagem C++

Componentes da linguagem C++ Componentes da linguagem C++ C++ é uma linguagem de programação orientada a objetos (OO) que oferece suporte às características OO, além de permitir você realizar outras tarefas, similarmente a outras

Leia mais

Bacharelado em Ciência e Tecnologia Processamento da Informação. Equivalência Portugol Java. Linguagem Java

Bacharelado em Ciência e Tecnologia Processamento da Informação. Equivalência Portugol Java. Linguagem Java Linguagem Java Objetivos Compreender como desenvolver algoritmos básicos em JAVA Aprender como escrever programas na Linguagem JAVA baseando-se na Linguagem Portugol aprender as sintaxes equivalentes entre

Leia mais

Algoritmos e Programação Conceitos e Estruturas básicas (Variáveis, constantes, tipos de dados)

Algoritmos e Programação Conceitos e Estruturas básicas (Variáveis, constantes, tipos de dados) Algoritmos e Programação Conceitos e Estruturas básicas (Variáveis, constantes, tipos de dados) Os algoritmos são descritos em uma linguagem chamada pseudocódigo. Este nome é uma alusão à posterior implementação

Leia mais

Persistência de Dados

Persistência de Dados Persistência de s Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Departamento de Ciência da Computação Tecnologia de Sistemas de Informação Estrutura de s II - DAD

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I. Arquivos. Pedro O.S. Vaz de Melo

Algoritmos e Estruturas de Dados I. Arquivos. Pedro O.S. Vaz de Melo Algoritmos e Estruturas de Dados I Arquivos Pedro O.S. Vaz de Melo Problema 1 Considere que um arquivo de dados contém os valores das dimensões (tam. max.: 100) e dos elementos de duas matrizes de números

Leia mais

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis Variáveis Variáveis são locais onde armazenamos valores na memória. Toda variável é caracterizada por um nome, que a identifica em um programa,

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Introdução à Programação Carga horária total: 60 Carga horária teórica: 0 Carga horária prática: 60 Código da Disciplina: CCMP0041 Período de oferta: 2010.2 Turma: CA

Leia mais

Orientação a Objetos. Conceitos Iniciais Introdução a Linguagem Java. Gil Eduardo de Andrade

Orientação a Objetos. Conceitos Iniciais Introdução a Linguagem Java. Gil Eduardo de Andrade Orientação a Objetos Conceitos Iniciais Introdução a Linguagem Java Gil Eduardo de Andrade Conceitos: Orientação a Objeto Introdução Abordagem típica no desenvolvimento de sistemas complexos; Consiste

Leia mais

Apresentar os conceitos básicos e as estruturas de linguagem relacionadas à tomada de decisão ofertadas pela linguagem C, tais como:

Apresentar os conceitos básicos e as estruturas de linguagem relacionadas à tomada de decisão ofertadas pela linguagem C, tais como: Cláudio C. Rodrigues Faculdade da Computação - UFU LINGUAGEM C - 02: ESTRUTURA DE SELEÇÃO CONDICIONAL Faculdade da Computação - UFU 1 Objetivo Apresentar os conceitos básicos e as estruturas de linguagem

Leia mais

Conceitos básicos da linguagem C

Conceitos básicos da linguagem C Conceitos básicos da linguagem C 2 Em 1969 Ken Thompson cria o Unix. O C nasceu logo depois, na década de 70. Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando o sistema operacional UNIX criado por

Leia mais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos

Leia mais

Curso de Linguagem C

Curso de Linguagem C Curso de Linguagem C 1 Aula 1 - INTRODUÇÃO...4 AULA 2 - Primeiros Passos...5 O C é "Case Sensitive"...5 Dois Primeiros Programas...6 Introdução às Funções...7 Introdução Básica às Entradas e Saídas...

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe Na aula passada... Avaliamos o conceito de Integrated Development Environment (IDE); Aprendemos um pouco da evolução do

Leia mais

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Ricardo Mendes do Nascimento. Ciência da Computação Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Santo Ângelo RS Brasil

Leia mais

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipo de dados, tipo abstrato de dados, estruturas de dados Termos parecidos, mas com significados diferentes Tipo de dado Em linguagens de programação

Leia mais

Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação CECOMP

Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação CECOMP Algoritmos e Programação Ricardo Argenton Ramos Baseado nos slides do professor Jadsonlee da Silva Sá Ementa Conceito de algoritmo. Lógica de programação e programação estruturada. Linguagem de definição

Leia mais

Linguagem algorítmica: Portugol

Linguagem algorítmica: Portugol Programação de Computadores I Aula 03 Linguagem algorítmica: Portugol José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/34 Introdução I Lógica A lógica é usada

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista.

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Estruturas de Dados (INF09292) 1 o Trabalho Prático Período: 2011/1 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br Data de

Leia mais

e à Linguagem de Programação Python

e à Linguagem de Programação Python Introdução a Algoritmos, Computação Algébrica e à Linguagem de Programação Python Curso de Números Inteiros e Criptografia Prof. Luis Menasché Schechter Departamento de Ciência da Computação UFRJ Agosto

Leia mais

Pratica JFlex. Prática criando o primeiro analisador léxico

Pratica JFlex. Prática criando o primeiro analisador léxico UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA CAMPUS DE SÃO MIGUEL DO OESTE CURSO: CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: COMPILADORES PROFESSOR: JOHNI DOUGLAS MARANGON Pratica JFlex JFlex é uma ferramenta que permite

Leia mais

Conceitos Básicos de C

Conceitos Básicos de C Conceitos Básicos de C Bibliografia Problem Solving & Program design in C, Jeri R. Hanly e Elliot B. Kpffman, 3 a edição Data Structures and Algorithm Analysis in C, Mark Allen Weiss, 2 a edição, Addison-Wesley,

Leia mais

Lista de Exercícios da 3ª Unidade. ( Ponteiros, Alocação dinâmica, Arquivos, Estruturas de Dados)

Lista de Exercícios da 3ª Unidade. ( Ponteiros, Alocação dinâmica, Arquivos, Estruturas de Dados) Lista de Exercícios da 3ª Unidade ( Ponteiros, Alocação dinâmica, Arquivos, Estruturas de Dados) 1. (Seg. chamada - 2014.1) Construa um programa em C que realize as seguintes operações: a) Faça uma função

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1. Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística Prof. Andre Zanki Cordenonsi Versao 1.0 Março de 2008 Tópicos Abordados Conceitos sobre Banco

Leia mais

Introdução à Programação

Introdução à Programação Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Construções Básicas Programa em C #include int main ( ) { Palavras Reservadas } float celsius ; float farenheit ; celsius = 30; farenheit = 9.0/5

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Introdução ao Visual Studio VB.Net. Programação Estruturada. Prof. Celso Candido ADS / REDES / ENGENHARIA

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Introdução ao Visual Studio VB.Net. Programação Estruturada. Prof. Celso Candido ADS / REDES / ENGENHARIA Introdução ao Visual Studio VB.Net Programação Estruturada 1 Nesse momento inicial não iremos programar em VB.Net, usando o Visual Studio, mas conhecer alguns comandos e variáveis usadas em uma linguagem

Leia mais

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.

Leia mais

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros.

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. Lista de exercícios: Grupo I - programa seqüênciais simples 1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. 2. Fazer um programa

Leia mais

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C Capítulo 2: Introdução à Linguagem C INF1005 Programação 1 Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática Programa Programa é um algoritmo escrito em uma linguagem de programação. No nosso

Leia mais

Definição de Programas de Computadores e Linguagem de Programação de Comutadores

Definição de Programas de Computadores e Linguagem de Programação de Comutadores Definição de Programas de Computadores e Linguagem de Programação de Comutadores O computador é um equipamento eletrônico composto por circuitos eletrônicos, que trabalham com o estado ligado(1) e desligado(0),

Leia mais

De uma forma ampla, o profissional egresso deverá ser capaz de desempenhar as seguintes funções:

De uma forma ampla, o profissional egresso deverá ser capaz de desempenhar as seguintes funções: PLANO DE ENSINO 1. Identificação Curso: Tecnologia em Desenvolvimento de Software Disciplina: Estrutura de Dados Professor: Msc. Tiago Eugenio de Melo CPF: Regime de Trabalho: 40h CH. Semestral: 100h Siape:

Leia mais

Prof. Esp. Adriano Carvalho

Prof. Esp. Adriano Carvalho Prof. Esp. Adriano Carvalho O que é um Programa? Um arquivo contendo uma sequência de comandos em uma linguagem de programação especifica Esses comandosrespeitam regras de como serem escritos e quais

Leia mais

Estruturas de entrada e saída

Estruturas de entrada e saída capa Estruturas de entrada e saída - A linguagem C utiliza de algumas funções para tratamento de entrada e saída de dados. - A maioria dessas funções estão presentes na biblioteca . - As funções

Leia mais

Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br

Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Introdução O computador como ferramenta indispensável: Faz parte das nossas vidas; Por si só não faz nada de útil; Grande capacidade de resolução

Leia mais

Programação Estruturada I

Programação Estruturada I Programação Estruturada I Introdução a Linguagem C Prof. Thiago Caproni Tavares 1 Prof. Mateus dos Santos 2 1 thiago.tavares@ifsuldeminas.edu.br 2 mateus.santos@ifsuldeminas.edu.br Última Atualização:

Leia mais

Manual do Usuário. Integrador FC Store V.1.0.0. ACSN Desenvolvimento de Software do Brasil Ltda. Av. Dom Pedro II, 1211 Salto SP www.acsn.com.

Manual do Usuário. Integrador FC Store V.1.0.0. ACSN Desenvolvimento de Software do Brasil Ltda. Av. Dom Pedro II, 1211 Salto SP www.acsn.com. 49 Manual do Usuário Integrador FC Store V.1.0.0 ACSN Desenvolvimento de Software do Brasil Ltda. Av. Dom Pedro II, 1211 Salto SP www.acsn.com.br Conteúdo Módulo 1: Visão Geral... 3 INTRODUÇÃO... 3 PROCEDIMENTO

Leia mais

Edwar Saliba Júnior. Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C / C++

Edwar Saliba Júnior. Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C / C++ Edwar Saliba Júnior Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C / C++ Belo Horizonte 2009 Sumário 1 Nota:... 2 2 Comandos e Palavras Reservadas:... 3 3 Dicas... 4

Leia mais

Especificação do 3º Trabalho

Especificação do 3º Trabalho Especificação do 3º Trabalho I. Introdução O objetivo deste trabalho é abordar a prática da programação orientada a objetos usando a linguagem Java envolvendo os conceitos de classe, objeto, associação,

Leia mais

ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS EM PROGRAMAS E ALGORITMOS

ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS EM PROGRAMAS E ALGORITMOS ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS EM PROGRAMAS E ALGORITMOS Compilação dos erros mais comuns cometidos por estudantes de Introdução a Algoritmos Marcos Portnoi Edição 19.4.2007 Universidade Salvador UNIFACS

Leia mais

Sintaxe e Semântica. Fases da Compilação. programa fonte

Sintaxe e Semântica. Fases da Compilação. programa fonte Sintaxe e Semântica mleal@inf.puc-rio.br Fases da Compilação programa fonte tokens parse tree árvore anotada ou outra forma intermediária código intermediário código objeto código objeto otimizado scanner

Leia mais

Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa

Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa Alana Rocha 1, Guilherme Alves 2, Guilherme Nunes 3 e Luiz Guilherme 4 Objetivo e visão geral do documento Este documento tem o objetivo

Leia mais

CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 9. Introdução a linguagem C Estruturas de decisão

CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 9. Introdução a linguagem C Estruturas de decisão CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 9 Introdução a linguagem C Estruturas de decisão Introdução à Linguagem C Linguagem compilada. Desenvolvida sobre os paradigmas de programação procedural. Uma das linguagens

Leia mais

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO LAPIG-DATABASE WANESSA CAMPOS SILVA Goiânia

Leia mais

INTRODUÇÃO AO JAVA PARA PROGRAMADORES C

INTRODUÇÃO AO JAVA PARA PROGRAMADORES C PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB INTRODUÇÃO AO JAVA PARA PROGRAMADORES C Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar a grande semelhança entre Java e C Apresentar a organização diferenciada

Leia mais

Trabalho 3: Agenda de Tarefas

Trabalho 3: Agenda de Tarefas INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Trabalho 3: Agenda de Tarefas O objetivo deste trabalho é a implementação de um conjunto de funções para a manipulação de uma agenda de tarefas diárias, de forma

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados. Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira

Algoritmos e Estrutura de Dados. Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 1 Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira Linguagem a ser Utilizada? Nossa disciplina é de Algoritmos e Estrutura de Dados, e não de linguagem

Leia mais

Aspectos de Segurança em Programação com Java

Aspectos de Segurança em Programação com Java Aspectos de Segurança em Programação com Java Marcos Alexandre de Melo Medeiros Paulo Sérgio Motta Pires Departamento de Engenharia de Computação e Automação DCA UFRN marcosam@info.ufrn.br, pmotta@dca.ufrn.br

Leia mais

1 Funções básicas de implementação de arquivos

1 Funções básicas de implementação de arquivos 1 Funções básicas de implementação de arquivos 1.1 Definindo registros Depois de um objeto do mundo real ter sido modelado, ou seja, após seus atributos importantes (e relevantes) terem sido identificados,

Leia mais

Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br

Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br Java Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br 3. Considere as instruções Java abaixo: int cont1 = 3; int cont2 = 2; int cont3 = 1; cont1 += cont3++; cont1 -= --cont2; cont3 = cont2++; Após a

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista.

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Estruturas de Dados I (INF09292) 1 o Trabalho Prático Período: 2013/1 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br Data de

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Todos direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo mecânico, eletrônico, reprográfico, etc., sem a autorização, por escrito, do(s) autor(es) e da editora. LÓGICA DE

Leia mais

Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos.

Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos. Métodos Os métodos de uma classe podem ser classificados como construtores, destrutores, funções ou procedimentos. Construtor: método executado por uma CLASSE (e não por um objeto, instância da classe)

Leia mais

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furb.br Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para

Leia mais

1. Estrutura de seleção. Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição

1. Estrutura de seleção. Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição 1 Estrutura de seleção Seleção: algumas etapas (passos) do algoritmo são executadas dependendo do resultado de uma condição - Necessário quando mais de uma ação deve ser tomada se uma condição for satisfeita

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA/ENG.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA/ENG. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA/ENG. COMPUTAÇÃO PLANO DE CURSO DISCIPLINA: MÉTODOS E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO CÓDIGO:

Leia mais

A lógica de programação ajuda a facilitar o desenvolvimento dos futuros programas que você desenvolverá.

A lógica de programação ajuda a facilitar o desenvolvimento dos futuros programas que você desenvolverá. INTRODUÇÃO A lógica de programação é extremamente necessária para as pessoas que queiram trabalhar na área de programação, seja em qualquer linguagem de programação, como por exemplo: Pascal, Visual Basic,

Leia mais

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Versão 1.4 Índice 1. Objetivo..3 2. Processo..3 3. API de Criptografia - Biblioteca Java..4 3.1 WEBTACryptoUtil..4 3.1.1 decodekeyfile..4 3.1.2

Leia mais

Programas simples em C

Programas simples em C Programas simples em C Problema 1. Escreve um programa em C que dados dois inteiros indique se são iguais ou qual o maior. Utilizar a construção em 5 etapas... quais? 1. Perceber o problema 2. Ideia da

Leia mais

Gestão de Benefícios Inovação Recursos Humanos - Maio/2014

Gestão de Benefícios Inovação Recursos Humanos - Maio/2014 Inovação Recursos Humanos - Maio/2014 Conteúdo 1 Introdução... 4 2 Manutenção de Tabelas... 4 3 Cadastro de Períodos... 5 4 Cadastro de Turnos de Trabalho... 5 5 Cadastro de Localidades... 6 6 Vale Refeição...

Leia mais

Programação: Estruturas de seleção

Programação: Estruturas de seleção Programação de Computadores I Aula 07 Programação: Estruturas de seleção José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/53 Valores booleanos Os valores booleanos

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo

Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013. Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo Algoritmos e Estruturas de Dados I 01/2013 Estruturas Condicionais e de Repetição (parte 2) Pedro O.S. Vaz de Melo Problema 1 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 14 Árvores Binárias Edirlei Soares de Lima Árvores Uma estrutura de dados do tipo árvore permite que dados sejam organizados de maneira hierárquica.

Leia mais

Microsoft Access XP Módulo Um

Microsoft Access XP Módulo Um Microsoft Access XP Módulo Um Neste primeiro módulo de aula do curso completo de Access XP vamos nos dedicar ao estudo de alguns termos relacionados com banco de dados e as principais novidades do novo

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO Carga horária total: 60 h Carga horária teórica: 30 h Carga horária prática: 30 h Código da Disciplina: CCMP0041 Período de oferta: 2015.2 Turma:

Leia mais

Introdução a POO. Introdução a Linguagem C++ e POO

Introdução a POO. Introdução a Linguagem C++ e POO Introdução a POO Marcio Santi Linguagem C++ Introdução a Linguagem C++ e POO Programação Orientada a Objetos (POO) e C++ Recursos C++ não relacionados às classes Incompatibilidades entre C e C++ Classes

Leia mais

Projeto: Camada Independente de Dispositivo

Projeto: Camada Independente de Dispositivo Projeto: Camada Independente de Dispositivo Introdução Esse documento tem como finalidade demonstrar como será implementada a Camada Independente de Software. Estrutura A camada independente de software

Leia mais

1 Resumo: Strings e vetores de caracteres. Departamento de Ciência da Computação IME/USP

1 Resumo: Strings e vetores de caracteres. Departamento de Ciência da Computação IME/USP Departamento de Ciência da Computação MAC2166 Introdução a Computação IME/USP Strings e vetores de caracteres 1 Resumo: O uso de strings facilita a manipulação de palavras e textos. Strings são basicamente

Leia mais

Comandos de repetição For (inicialização; condição de execução; incremento/decremento) { //Código }

Comandos de repetição For (inicialização; condição de execução; incremento/decremento) { //Código } Este documento tem o objetivo de demonstrar os comandos e sintaxes básicas da linguagem Java. 1. Alguns passos para criar programas em Java As primeiras coisas que devem ser abordadas para começar a desenvolver

Leia mais

Manual Signext Card Explorer

Manual Signext Card Explorer Índice 1. Gerenciador... 1 2. Editar... 4 3. Token... 7 4. Key Pair... 8 5. Certificado... 9 6. Sobre... 10 O Card Explorer é um software desenvolvido para que o usuário possa: gerar par de chaves, inserir/excluir

Leia mais

MC102 Algoritmos e Programação de Computadores 2ª Aula Programa, entrada e saída de dados

MC102 Algoritmos e Programação de Computadores 2ª Aula Programa, entrada e saída de dados MC102 Algoritmos e Programação de Computadores 2ª Aula Programa, entrada e saída de dados 1. Objetivos Falar sobre programa de computador, diferenciando programa em linguagem de máquina, de programa em

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados II. Trabalho Prático 2

Algoritmos e Estruturas de Dados II. Trabalho Prático 2 Algoritmos e Estruturas de Dados II Entrega: 24/09/08 Devolução: 15/10/08 Trabalho individual Prof. Jussara Marques de Almeida Trabalho Prático 2 Você foi contratado pela XOL X Online para desenvolver

Leia mais

Universidade de São Paulo São Carlos, SP Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. SSC0206 1/2010 Introdução à Compilação

Universidade de São Paulo São Carlos, SP Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. SSC0206 1/2010 Introdução à Compilação Universidade de São Paulo São Carlos, SP Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação SSC0206 1/2010 Introdução à Compilação Trabalho 3: Analisador Semântico e Gerador de Código Prof. Dr. Thiago A.

Leia mais

Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes

Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes Prof. Vanderlei Bonato: vbonato@icmc.usp.br Prof. Claudio Fabiano Motta Toledo: claudio@icmc.usp.br

Leia mais

CONVENÇÃO DE CÓDIGO JAVA

CONVENÇÃO DE CÓDIGO JAVA CONVENÇÃO DE CÓDIGO JAVA Eligiane Ceron - Abril de 2012 Versão 1.0 Conteúdo Considerações iniciais... 2 Introdução... 2 Extensão de arquivos... 2 Arquivos de código Java... 2 Comentários iniciais... 2

Leia mais

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação Pilhas A estrutura de dados Pilha emula a forma de organização de objetos intuitiva que é utilizada diariamente nos mais diversos contextos da vida humana. Containeres são empilhados e desempilhados diariamente

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Árvores Binárias Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem

Leia mais

4 - Framework proposto para Sistemas Multi-Agentes Abertos

4 - Framework proposto para Sistemas Multi-Agentes Abertos 54 4 - Framework proposto para Sistemas Multi-Agentes Abertos Neste capítulo propõe-se um conjunto de conceitos para a especificação do gerenciamento de contratos. O modelo proposto nesta dissertação aborda

Leia mais

INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO

INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO Tópicos Estrutura Básica B de Programas C e C++ Tipos de Dados Variáveis Strings Entrada e Saída de Dados no C e C++ INTRODUÇÃO O C++ aceita

Leia mais

Estruturas (registros)

Estruturas (registros) BCC 201 - Introdução à Programação I Estruturas (registros) Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/44 Estruturas (struct) I Imaginemos que queremos ler as notas de 4 provas para um aluno e calcular a média do

Leia mais