EXEMPLO CONFLITO JURISDIÇÃO E DO EXERCÍCIO DA DIREITO CONSTITUCIONAL - PROF. FÁBIO RAMOS. 1

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1 É o conjunto dos órgãos públicos aos quais a CF atribui a função típica jurisdicional JURISDIÇÃO =juris (Direito) +dictionis (ação de dizer) = DIZER O DIREITO. Jurisdição é poder, função e atividade do Estado de aplicar o Direito ao fato concreto para solucionar os conflitos existentes. Surgiu da necessidade jurídica de se impedir que a prática desarrazoada da autodefesa, por parte de indivíduos que se vissem envolvidos em um conflito, levasse a sociedade à desordem oriunda da inevitável parcialidade da justiça feita com as próprias mãos. EXEMPLO DE CONFLITO E DO EXERCÍCIO DA JURISDIÇÃO ANTES Meu bem pra cá, meu bem pra lá!...depois Meus bens pra cá, meus bens pra lá! A JURISDIÇÃO está sujeita a alguns PRINCÍPIOS, como: Princípio da Inafastabilidade ou Indeclinabilidade: CF, Art. 5º, XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; CPC, Art O juiz não se exime de sentenciar ou despachar alegando lacuna ou obscuridade da lei. No julgamento da lide caber-lhe-á aplicar as normas legais; não as havendo, recorrerá à analogia, aos costumes e aos princípios gerais de direito. Princípio do Juiz Natural: Só pode exercer a jurisdição em determinada causa aquele órgão a que a Constituição atribui a competência; Assegura o julgamento por juiz/tribunal independente e imparcial; A Constituição proíbe os chamados tribunais de exceção para o julgamento de determinadas pessoas e determinados casos (art. 5º, XXXVII c/c LIII, CF). 1

2 Art. 92 ÓRGÃOS: Tribunais Superiores Tribunais de 2º grau (2ª instância) 1º grau (1ª instância) Justiça Estadual / DFT Justiça Federal O STF, o CNJ e os Trib. Sup. têm sede na Capital Federal. O STF e os Trib. Sup. têm jurisdição em todo o território nacional. Justiça Trabalhista Justiça Eleitoral controle interno Justiça Militar Federal Art. 92 ÓRGÃOS: STF = Supremo Tribunal Federal CNJ = Conselho Nacional de Justiça STJ = Superior Tribunal de Justiça TST = Tribunal Superior do Trabalho TSE = Tribunal Superior Eleitoral STM = Superior Tribunal Militar TJs = Tribunais de Justiça dos Estados e do DF e Territórios TRFs = Tribunais Regionais Federais TRTs = Tribunais Regionais do Trabalho TREs = Tribunais Regionais Eleitorais MODIFICAÇÕES ESTRUTURAIS DO JUDICIÁRIO: CF/1988: - EXTINGUIU O TRIBUNAL FEDERAL DE RECURSOS (TFR) E CRIOU O STJ E OS TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS EC 24/1999: - EXTINGUIU OS CARGOS DE JUÍZES CLASSISTAS, QUE INTEGRAVAM OS TRTs E O TST EC 45/2004: - EXTINGUIU OS TRIBUNAIS DE ALÇADA - CRIOU O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA ATENÇÃO! ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIAS (ESTADOS, DF E MUNICIPIOS) DEFENSORIA PÚBLICA TRIBUNAL DE CONTAS TRIBUNAL MARÍTIMO JUSTIÇA DESPORTIVA JUSTIÇA ARBITRAL... NÃO SÃO ÓRGÃOS DO PODER JUDICIÁRIO!!! 2

3 11 15 Tribunais Superiores º grau (2ª instância)? 7 7 7? 1º grau (1ª instância) Os membros do STF, dos Trib. Sup. e do CNJ e são nomeados pelo Pres. da Rep., depois de aprovada a escolha pelo Senado Federal. Os membros do STF, dos Tribunais Superiores e do CNJ são todos INDICADOS. O quinto constitucional está presente nos TJs, TRFs, TRTs e no TST. 3

4 Nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal Nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal Nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal 4

5 121, 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos (...). 121, 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos (...). Nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal 5

6 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B NATUREZA: órgão de natureza exclusivamente administrativa, sem natureza jurisdicional, de controle interno do Poder Judiciário. COMPETÊNCIA: CONTROLE (art. 103-B, 4º) ESTRUTURA: 15 MEMBROS (conselheiros) ORIGEM DOS MEMBROS: 9 do Poder Judiciário da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes mandato: 2 anos (admitida uma recondução) nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da maioria absoluta do Senado Federal (exceto o Pres. do STF) STF STJ TST TSE STM TJs TRFs TRTs TREs TMs JD JF JT JE JM CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B ORIGEM DOS MEMBROS: 2 de advogados indicados pelo Conselho Federal da OAB 2 do MP 2 de cidadãos 1 do MPU indicado pelo PGR; 1 do MPE escolhido pelo PGR dentre os indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual; notável saber jur. reputação ilibada 1 indicado pela Câmara dos Deputados 1 indicado pelo Senado Federal Não efetuadas, no prazo legal, as indicações, caberá a escolha ao STF. Presidente do CNJ : Presidente do STF e, nas suas ausências e impedimentos, o Vice-Presidente do STF (EC 61/09) Ministro-Corregedor: Min. do STJ (fica excluído da distribuição de processos no STJ) Junto ao CNJ oficiarão o PGR e o Presidente do Conselho Federal da OAB. A União, inclusive no DF e nos Territórios, criará ouvidorias de justiça, competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, ou contra seus serviços auxiliares, representando diretamente ao CNJ. CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B QUEM CONTROLA OS ATOS DO CNJ? Prevê o art. 102, I, r que compete ao STF julgar as ações contra o CNJ. E O PRÓPRIO STF ESTÁ SUJEITO AO CONTROLE DO CNJ? Não. O STF e seus Ministros não estão sujeitos a nenhum controle pelo CNJ Conselho Nacional de Justiça. (...) Competência relativa apenas aos órgãos e juízes situados, hierarquicamente, abaixo do STF. Preeminência deste, como órgão máximo do Poder Judiciário, sobre o Conselho, cujos atos e decisões estão sujeitos a seu controle jurisdicional. Inteligência dos art. 102, caput, inc. I, letra "r", e 4º, da CF. O CNJ não tem nenhuma competência sobre o STF e seus ministros, sendo esse o órgão máximo do Poder Judiciário nacional, a que aquele está sujeito (STF, ADI 3.367, Rel. Min. Cezar Peluso, em ) OS ESTADOS PODEM CRIAR SEUS CONSELHOS DE JUSTIÇA? Não. Só a Constituição Federal pode instituir órgãos do Poder Judiciário. PODER JUDICIÁRIO. Caráter nacional. Regime orgânico unitário. Controle administrativo, financeiro e disciplinar. Órgão interno ou externo. Conselho de Justiça. Criação por Estado membro. Inadmissibilidade. Falta de competência constitucional. Os Estados membros carecem de competência constitucional para instituir, como órgão interno ou externo do Judiciário, conselho destinado ao controle da atividade administrativa, financeira ou disciplinar da respectiva Justiça (STF, ADI 3.367, Rel. Min. Cezar Peluso, em ). CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B COMPETÊNCIAS: (art. 103-B, 4º) 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I - zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendar providências; II - zelar pela observância do art. 37 e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União; 6

7 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B COMPETÊNCIAS: (art. 103-B, 4º) III - receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, inclusive contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais, podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas, assegurada ampla defesa; IV - representar ao Ministério Público, no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade; V - rever, de ofício ou mediante provocação, os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano; CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - art. 103-B COMPETÊNCIAS: (art. 103-B, 4º) VI - elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas, por unidade da Federação, nos diferentes órgãos do Poder Judiciário; VII - elaborar relatório anual, propondo as providências que julgar necessárias, sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho, o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional, por ocasião da abertura da sessão legislativa. Compete ao Ministro-Corregedor, além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura, as seguintes (Art. 103-B 5º): I - receber as reclamações e denúncias, de qualquer interessado, relativas aos magistrados e aos serviços judiciários; II - exercer funções executivas do Conselho, de inspeção e de correição geral; III - requisitar e designar magistrados, delegando-lhes atribuições, e requisitar servidores de juízos ou tribunais, inclusive nos Estados, DF e Territórios. ESTATUTO DA MAGISTRATURA art. 93 Lei complementar, de iniciativa do STF, disporá sobre o ESTATUTO DA MAGISTRATURA, observados os princípios do art. 93 da CF/88 INGRESSO NA CARREIRA art. 93, I CARGO INICIAL: Juiz Substituto FORMA DE INGRESSO: concurso público de provas e títulos, c/ a participação da OAB em todas as fases REQUISITOS: bacharel em direito com, no mínino, 3 anos de atividade jurídica* *STF: o tempo deve ser comprovado na inscrição do concurso Classificação dos Juízes: PROMOÇÃO DOS MAGISTRADOS art. 93, II Juiz de Entrância Especial FORMA DE PROMOÇÃO: de entrância para Juiz de entrância Entrância do Interior CRITÉRIO: alternadamente por antigüidade Juiz Substituto e por merecimento PROMOÇÃO POR ANTIGÜIDADE art. 93, II, d e e Será promovido o juiz mais antigo, salvo se o Tribunal recusá-lo por voto fundamentado de 2/3 dos seus membros, assegurada ampla defesa. PROMOÇÃO POR MERECIMENTO art. 93, II, b, c a e e Pressupostos: (salvo se não houver, com tais requisitos, quem aceite a vaga) 2 anos de exercício na respectiva entrância; integrar a 1ª quinta parte da lista de antigüidade da entrância. Comarca da Capital Aferição do merecimento: conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade ec. presteza do Interior no exercício + de 1 Vara da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais C. do Interior Vara Única ou reconhecidos de aperfeiçoamento. 7

8 Classificação de Comarcas: Comarca Entrância Especial da capital Segunda Entrância Comarcas do interior Primeira Entrância Classificação dos Juízes: Juiz de Entrância Especial Juiz de Entrância do Interior Juiz Substituto PROMOÇÃO DOS MAGISTRADOS art. 93, II PROMOÇÃO POR MERECIMENTO (continuação) O Tribunal formará lista tríplice de merecimento dentre os juízes que cumprirem os pressupostos e requisitos constitucionais, votando e escolhendo um deles para a promoção por merecimento Com o fim de evitar que o Tribunal abuse da prerrogativa de escolha de um dos nomes da lista de merecimento, por exemplo, desprezando sempre um determinado juiz, a Constituição trouxe uma garantia aos magistrados: O Tribunal será obrigado a promover o juiz que figure por 3 vezes consecutivas ou 5 alternadas na lista merecimento VEDAÇÃO À PROMOÇÃO art. 93, II, e É vedada a promoção (tanto por merecimento quanto por antigüidade) do juiz que, injustificadamente, retiver os autos do processo em seu poder além do prazo legal ACESSO AOS TRIBUNAIS DE 2º GRAU art. 93, III FORMA: promoção por antigüidade e merecimento, alternadamente, apurados na última ou única entrância PREVISÃO DE CURSOS art. 93, IV previsão de cursos oficiais de preparação, aperfeiçoamento e promoção de magistrados, constituindo etapa obrigatória do processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados; SUBSÍDIO DOS MAGISTRADOS art. 93, V Min. Tribunais Superiores 95% dos Min. STF ( STF art. 48, XV) Demais magistrados (fixados em lei) entre as categorias 95% dos Min. Tribunais Superiores (90,25% dos Min. STF) não + 10% 5% APOSENTADORIA DOS MAGISTRADOS art. 93, VI a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. 40; RESIDÊNCIA DOS MAGISTRADOS art. 93, VII o juiz titular residirá na respectiva comarca, salvo autorização do tribunal; REMOÇÃO, DISPONIBILIDADE E APOSENTADORIA POR INTERESSE PÚBLICO art. 93, VIII o ato de remoção, disponibilidade e aposentadoria do magistrado, por interesse público, fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça, assegurada ampla defesa; REMOÇÃO A PEDIDO OU PERMUTA art. 93, VIII-A a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá, no que couber, ao disposto nas alíneas a, b, c e e do inciso II; (regras da promoção por merecimento) 8

9 PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE E PRINCÍPIO DA MOTIVAÇÃO DAS DECISÕES JUDICIAIS art. 93, IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; Obs.: Art. 5º, LX - a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem; PRINC. DA PUBLICIDADE E PRINC. DA MOTIVAÇÃO DAS DECISÕES ADMINISTRATIVAS art. 93, X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública, sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros; ÓRGÃO ESPECIAL art. 93, XI nos tribunais com número superior a 25 julgadores, poderá ser constituído órgão especial, com o mínimo de 11 e o máximo de 25 membros, para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno, provendose metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno; OBRIGATORIEDADE DO PLANTÃO JUDICIÁRIO e FIM DAS FÉRIAS COLETIVAS art. 93, XII a atividade jurisdicional será ininterrupta, sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de 2º grau, funcionando, nos dias em que não houver expediente forense normal, juízes em plantão permanente; NÚMERO DE JUÍZES NA COMARCA art. 93, XIII o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população; DELEGAÇÃO INTERNA art. 93, XIV os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório; TJ TRF QUINTO CONSTITUCIONAL art. 94 1/5 ADVOGADOS MEMBROS DO MIN. PÚBLICO notório saber jurídico reputação ilibada + 10 anos de efetiva atividade prof. + de 10 anos de carreira DISTRIBUIÇÃO IMEDIATA art. 93, XV a distribuição de processos será imediata, em todos os graus de jurisdição. PROCEDIMENTO DE INDICAÇÃO PARA CADA VAGA: Órgãos de representação das classes LISTA SÊXTUPLA LISTA SÊXTUPLA TJ TRF LISTA TRÍPLICE LISTA TRÍPLICE Poder Executivo 20 dias escolhe um e nomeia 9

10 INSTITUCIONAIS: FUNCIONAIS GARANTIAS DO PODER JUDICIÁRIO autonomia (arts. 96 e 99) de independência (art. 95, I, II e III) de imparcialidade (art. 95, par. único) funcional administrativa financeira vitaliciedade inamovibilidade irredutibilidade de subsídio vedações AUTONOMIA FUNCIONAL, ADM. E FINANCEIRA Art. 96. Compete privativamente: I - aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos, com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes, dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos; b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados, velando pelo exercício da atividade correicional respectiva; c) prover, na forma prevista nesta Constituição, os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição; d) propor a criação de novas varas judiciárias; e) prover, por concurso público de provas, ou de provas e títulos, obedecido o disposto no art. 169, parágrafo único, os cargos necessários à administração da Justiça, exceto os de confiança assim definidos em lei; f) conceder licença, férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados; AUTONOMIA FUNCIONAL, ADM. E FINANCEIRA Art. 96. Compete privativamente: (...) II - ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo, observado o disposto no art. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores; b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados, bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes, inclusive dos tribunais inferiores, onde houver; c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores; d) a alteração da organização e da divisão judiciárias; III - aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios, bem como os membros do Ministério Público, nos crimes comuns e de responsabilidade, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. AUTONOMIA FUNCIONAL, ADM. E FINANCEIRA Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. 1º - Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. 2º - O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete: I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais; II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos Presidentes dos Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos tribunais. 3º Se os órgãos referidos no 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do 1º deste artigo. 10

11 AUTONOMIA FUNCIONAL, ADM. E FINANCEIRA Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. (...) 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do 1º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. 5º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. GARANTIAS DE INDEPENDÊNCIA VITALICIEDADE: AQUISIÇÃO PERDA DO CARGO INAMOVIBILIDADE: no 1º grau: o juiz adquire a vitaliciedade após 2 anos de efetivo exercício (processo de vitaliciamento); nos tribunais: o juiz adquire a vitaliciedade com a posse. do juiz não-vitalício: depende de decisão (administrativa) do tribunal a que o juiz estiver vinculado; do juiz vitalício: depende de sentença judicial definitiva. Obs.: A vitaliciedade dos juízes não se confunde com a estabilidade, inerente aos servidores ocupantes de cargos públicos efetivos. Os membros do judiciário não poderão ser removidos compulsoriamente salvo por interesse público, em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do CNJ, assegurada ampla defesa. IRREDUTIBILIDADE DE SUBSÍDIOS (do valor nominal, não do valor real) Exceções: arts. 37, X e XI, 39, 4º, 150, II, 153, III, e 153, 2º, I. GARANTIAS DE IMPARCIALIDADE VEDAÇÕES QUADRO COMPARATIVO PODER JUDICIÁRIO - Art. 95, par. único I - exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério; II - receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em processo; III - dedicar-se à atividade político-partidária. IV - receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei; V - exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. (Quarentena) Vedação implícita: exercer advocacia MINISTÉRIO PÚBLICO - Art. 128, 5º, II d) EQUIVALENTE a) receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, percentagens ou custas processuais; e) EQUIVALENTE f) IDEM 6º - IDEM b) exercer a advocacia; c) participar de sociedade comercial, na forma da lei; Art.98.AUnião,noDFenosTerritórios,eosEstadoscriarão: I JUIZADOS ESPECIAIS, providos por juízes togados, ou togados e leigos, competentes para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo, mediante os procedimentos oral e sumariíssimo, permitidos, nas hipóteses previstasemlei, atransaçãoeojulgamentoderecursosporturmasdejuízes de primeiro grau; (...) 1ºLeifederaldisporásobreacriaçãodeJUIZADOSESPECIAISnoâmbitoda Justiça Federal. RE art. 102, III Turmas Recursais (JD de 1º grau) Juízes Togados (JT) ou JT e J. leigos (JL) Juizado Especial - E/DFT TJs JD STF STJ TRFs JF RE art. 102, III Turmas Recursais (JF de 1º grau) Juízes Togados (JT) ou JT e J. leigos (JL) Juizado Especial Federal 11

12 Observações importantes quanto às competências dos Juizados Especiais: Não cabe recurso das Turmas Recursais para o STJ (Súm. 203, STJ); É cabível recurso extraordinário ao STF contra decisão das Turmas Recursais dos Juizados Especiais (Súm. 640, STF); Compete ao TJ/TRF julgar HC contra ato de Turma Recursal de Juizado Especial (HC /SP, Rel. Min. Marco Aurélio, , Inf. 437, STF); CabeexclusivamenteàsTurmasRecursaisconhecerejulgaroMSe o HC impetrados em face de atos judiciais oriundos dos Juizados Especiais. (Enunciado nº 62 do VX Encontro Nacional de Coordenadores de Juizados Especiais do Brasil 26 a , Florianópolis SC). Art.98.AUnião,noDFenosTerritórios,eosEstadoscriarão: II JUSTIÇADEPAZ, remunerada, compostadecidadãoseleitospelovotodireto,universalesecreto, commandatode4anose competência para, na forma da lei, celebrar casamentos, verificar, de ofício ou em face de impugnação apresentada, o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias, sem caráter jurisdicional, além de outras previstas na legislação. (...) 2º As custas e emolumentos serão destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça.(EC 45/04) PODER JUDICIÁRIO Cláusula de Reserva de Plenário art. 97, CF: Qualquer juiz ou tribunal do Poder Judiciário poderá declarar, incidentalmente, a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. O juiz, por ser um órgão singular, poderá declará-la por ato exclusivo seu. Já nos tribunais, como se tratam de órgãos colegiados, a declaração da inconstitucionalidade deve se dar pela maioria absoluta dos seus membros ou dos membros do órgão especial, e não por um juiz ou órgão fracionário do tribunal. Trata-se do chamado Princípio da Reserva de Plenário. Ressalte-se que essa regra só é exigida para declarar uma norma inconstitucional e não para declará-la constitucional, já que a sua constitucionalidade é presumida. Se for argüida a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público a órgão fracionário de um tribunal (turma, câmara ou seção) e este rejeitar a argüição, prosseguirá o julgamento. Entretanto, se entender que a lei ou o ato é inconstitucional, submeterá a questão à apreciação do tribunal pleno ou do órgão especial e, só após o pronunciamento deste, prosseguirá o julgamento. Cláusula de Reserva de Plenário art. 97, CF: Cisão funcional: No controle incidental realizado perante tribunal, opera-se a cisão funcional da competência, pela qual o pleno (ou o órgão especial) decide a questão constitucional e o órgão fracionário julga o caso concreto, fundado na premissa estabelecida no julgamento da questão prejudicial. Súmula Vinculante 10: PODER JUDICIÁRIO Viola a cláusula de reserva de plenário (CF, artigo 97) a decisão de órgão fracionário de Tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte. Exceção à Reserva de Plenário: art. 481, parágrafo único, do CPC. Os órgãos fracionários dos tribunais não submeterão ao plenário, ou ao órgão especial, a argüição de inconstitucionalidade, quando já houver pronunciamento destes ou do plenário do STF sobre a questão. 12

13 PODER JUDICIÁRIO SÚMULA A Súmula da Jurisprudência Predominante do STF é um repositório oficial da jurisprudência assentada pelo Tribunal. Trata-se de instrumento que visa dar publicidade, de maneira sintetizada e organizada numericamente, aos entendimentos assentados pelo STF, abreviando o julgamento dos casos análogos, já que a citação da Súmula pelo número correspondente dispensará, perante o Tribunal, a referência a outros julgados no mesmo sentido. A inclusão de enunciados na Súmula, bem como a sua alteração ou cancelamento, em regra, serão decididos por maioria absoluta dos Ministros. A Súmula, aprovada pelo procedimento comum, supracitado, previsto no Regimento Interno do STF, não vincula nenhuma pessoa, órgão ou entidade, apenas servindo como orientação. Ex.: Verbete de Súmula nº São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento. PODER JUDICIÁRIO SÚMULA VINCULANTE art. 103-A A EC nº 45/04 trouxe importante inovação para reduzir a multiplicação de processos sobre questão idêntica e garantir maior segurança jurídica: a possibilidade de aprovação de enunciados de SÚMULAS VINCULANTES pelo STF. Assim, o STF poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de 2/3 dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei (art. 103-A). PODER JUDICIÁRIO SÚMULA VINCULANTE art. 103-A Podem propor a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula os mesmos legitimados a propositura de uma ADI (art. 103). A Lei nº /06, em seu art. 3º, que estendeu a legitimidade para provocar a aprovação, revisão ou cancelamento de enunciado de súmula vinculante para: o Defensor Público-Geral da União; os Tribunais Superiores e os Tribunais de Segundo Grau; o Município (apenas incidentalmente no curso de processo em que seja parte). PODER JUDICIÁRIO SÚMULA VINCULANTE art. 103-A 1º A súmula terá por objetivo a validade, a interpretação e a eficácia de normas determinadas, acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso. 13

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