Prof. Luis Tadeu Arraes Lopes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Luis Tadeu Arraes Lopes"

Transcrição

1 -" ; 1I I I 1111 IIIiIIiI1\ I 1\111 I 1\ UlI Ii II Ii II1 "---- ""... "- -' ',.. ' POLÍTICA E COMPROMISSO: EM SAÚDE NA EUROPA OS NOVOS SISTEMAS DE GESTÃO O Caso da Itália Banca examinadora Prof. Orientador José Márcio Rebolho Rêgo Prof. Rubem Keinert Prof. Luis Tadeu Arraes Lopes

2 FUNDAÇÃO ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO GETÚLIO tiargas DE SÃO PAULO "J..~""~ DE EMPRESAS DE SÃO PAULO CARLA CARDOSO SADDI POLÍTICA E COMPROMISSO:.Os novos sistemas de gestão em saúde na Europa ocaso da Itália'.Dissertação apresentada ao Curso de Pós- Graduação da FGV/CMAP Área de Concentração : Políticas de Governo como requisito para obtenção de título de mestre em Administração Pública. Orientador : Professor José Márcio Rebolho Rêgo G V Fundação Getulio Vargas Escola de Administração de Empresas de SAo Paulo Biblioteca I f, SÃO PAULO

3 :'+ SADDI, Carla Cardoso. Política e Compromisso: os novos sistemas de gestão em Saúde na Europa - o caso da Itália São Paulo: EAESPIFGV, p. (Dissertação de Mestrado apresentada ao curso de Pós Graduação da EAESPIFGV, Área de Concentração: Políticas de Governo). Resumo: trata dos novos modelos de gestão na área da.saúdepública no- Reino Unido; Suécia, França, Espanha, aprofundando O caso da Itália. Aborda os novos tipos de gerenciamento da rede pública eda rede pública hospitalar destes países, apontando o caso da cidade de Milão como ilustração dos intercâmbios técnicos e das reformas dos Estados Europeus. Palavras...Chaves: Crise do Welfí;l[e State - Europa - Eqüidade Modernização - Acesso à saúde - Autonomia Empreénditorial - Cooperação entre Empresas - Trust - lógica DRG - concorrência administrada pelo público, etc. 3

4 ÍNDICE IN1RODUÇÃO Pag. 07 CAPITULO l- O Painel Estrutural das Reformas dos Sistemas de Saúde em quatro Países Europeus, Pag Reino Unido Pag Suécia,.,Pag França Pago Espanha Pago 36 CAPÍTIJL02 Os Modelos de Referimento Pag Modelo de Governo Forte Pag O Modelo de Autonomia Empreenditorial Pag, O Modelo da Cooperação entre Empresas Pag. 53 CAPÍTIJL03 Um Caso Específico: A reforma do S.S.N. da Itália, Pag O S.S.N. instituído pela lei 833/78 e sua crise Pag A Reforma do S.S.N Pag. 58 CAPtTIJL04 O Caso da Cidade de Milão Pag As seis empresas USL Pag As sete empresas hospitalares Pag O Sistema' de Oferta dos Serviços de Saúde Pag. 81 CONCLUSÃO Pag. 85 BIBLIOORAFIA Pag

5 Dedico esta tese à minha irmã Vitória Cristina Cardoso Saddi e à minha grande amiga Claudia de Souza Passador. Pela luz que sempre me acenderam quando eu estava na mais completa escuridão e assim, ajudaram-me a tornar tudo possível. Em todos os sentidos. À memória de meus avós, Lamartine e Eulira Cardoso. E à Cristiano, com amor. É claro. 4

6 Agradecimentos Agradeço imensamente ao Professor Marco Meneguzzo, Vice- Diretor do Centro de Investigação sobre a Gestão em Saúde (CERGAS) e Professor Associado de Administração Publica e Economia da Università Commerciale Luigi Bocconi, cujo apoio e amizade nos momentos cruciais desde que cheguei à Itália foram fundamentais para a realização deste trabalho. Agradeço especialmente ao meu Orientador, Professor José Márcio R. Rego, ao Professor Yoshiaki Nakano e também ao meu chefe e amigo José Luiz Lima, pela eterna compreensão e paciência. Aos meus pais, Maria José e Rafic, meu muito obrigada pelo carinho com que cuidaram de Giulia enquanto a mãe escrevia a tese. Embora digam que o amor não se agradece, eu agradeço muito a Cristiano, meu marido, pela compreensão, carinho e paciência, com que se absteve de nós duas, Giulia e eu, por tanto tempo, para a realização deste trabalho. ') 5

7 INTRODUÇÃO A crise das finanças públicas e, em particular, os pontos cruciais das prestações previdenciárias e sanitárias, estão gerando problemas que vão além dos problemas técnicos, estreitamente ligados aos equilíbrios financeiros de longo período das gestões específicas de cada governo. O que se vê, na verdade, é uma reabertura da questão fundamental sobre a extensão que o welfare state pode legitimamente possuir e quais as condições que devem ser respeitadas para que ele resulte sustentável no tempo. No plano ideológico, uma clara manifestação desta tendência é, de um lado, a volta do que CAFFE, F. define como o "abalo" recorrente, porém desta vez, ao serviço da mobilização psicológica para a economia de mercado e a opção pelo Estado mínimo, e, por outro lado, a formação de linhas de defesa, entre as quais aquela da "esquerda" que hoje, não é mais absorvida pelo debate sobre a inevitabilidade estrutural da crise e sobre a insustentabilidade do capitalismo, mas que é, ao contrário, empenhada em encontrar as soluções de "bem-estar" que possam integrar e reforçar a economia de mercado. 1 A utilização das experiências negativas dos últimos anos, em termos de custos e de qualidade dos serviços, como base empírica apta a demonstrar que o aparato público de welfare seja indefensível e, ao mesmo tempo, a necessidade de reduzi-lo drasticamente, parece ser um exercício estéril, sobre o qual se empenharam correntes de pensamento já atualmente minoritárias. Alguns fenômenos sociais e econômicos de grande relevo e evidência, de fato, contradizem a possibilidade de conceber uma real redução de responsabilidades e de prestações do Estado sobre este lado (STERPI, S., 1996). Assim, a evolução estrutural das necessidades que caracterizam todas as economias desenvolvidas, toma sempre mais aguda e difusa a necessidade de produzir e tomar igualmente disponíveis bens como a justiça e a convivência civil, a cultura, o ambiente, a saúde individual e coletiva, ou seja, todos os bens para os quais o mercado é ausente ou de qualquer modo imperfeito, enquanto eficiência e eqüidade. Segundo 1 CAFFE, F. In difesa dei 'Welfare State',Ed. Rosenberg&SeIher, milano,

8 CAZZOLA, a dissolução da família como unidade de produção de serviços assistenciais e previdenciais deixa prever um ulterior aumento da demanda de tais serviços baseados em esquemas de seguro universais ou para grandes grupos. 2 A tutela da justiça e das regras de convivência civil, unidas ao pressentimento de uma certa justiça distributiva, mostram, com urgência crescente, a necessidade de definir padrões mínimos de bens e serviços que, se são assegurados a todos, evitam a formação de faixas sociais que não se identificam no Estado (VECA, S., 1988). De qualquer modo, o que aparece com destaque na literatura sobre o Welfare é a convergência para a tese de que o Estado não pode hoje esperar uma diminuição dos encargos de demanda que o fizeram, em todas as economias desenvolvidas, entrar em crise nestes últimos quinze anos. Ao contrário, o Estado deve enfrentá-los através de um reforço dos próprios mecanismos diretos de intervenção. o tema que aparece como objeto de discussão é a tipologia das novas formas que o Welfare State pode atualmente assumir e a variedade dos modelos organizativos públicos e de quase-mercado com os quais as iniciativas podem ser realizadas nos vários setores. Nenhum autor parece, todavia, acreditar seriamente que o incentivo do "privado-social" ou que o expediente de conceder tickets aos indivíduos para adquirirem serviços no livre mercado, possam constituir, além de circunstancias particulares, repostas aos problemas acenados. A necessidade de produzir serviços coletivos e individuais, com mecanismos em larga medida públicos, é definitivamente um dever árduo e inevitável nos atuais sistemas econômicos europeus (VECA, S., 1988) Nesse sentido, o Serviço Nacional Italiano (SSN) desenhado pela Lei n 833 de 1978, foi idealizado como um megacorpo público de alta integração vertical. Em 1993 somente cerca de 25% de sua despesa era destinada a comprar prestações de operadores externos a ele. Cerca de 3/4 da atividade era regulada por relações hierárquicas e por contratos internos ao próprio megacorpo. As atividades diretamente produtivas (como por exemplo aquelas desenvolvidas pelos hospitais públicos) eram de fato realizadas em um regime não competitivo (DIRINDIN, N., 1991). 2 CAZZOLA, G. Lo Stato Sociale tra Crisi e Rifonne, Ed. II Mulino Bologna,

9 Do ponto de vista estreitamente produtivo, a falta de um gerenciamento forte e o aspecto hierárquico baseado sobre contratos típicos de público emprego, na opinião de STERPI, nunca deixaram espaço (não obstante as várias tentativas de reforma e os grandes esforços sobre o plano formativo) à criação de um adequado sistema de responsabilização e de incentivos. Sabe-se que onde existem direitos privados de propriedade a apropriação dos beneficios que se originam de tais organizações, constitui, per se, um forte incentivo a procurá-los e a motivar nesta direção a estrutura hierárquica mediante o instrumento de "prêmio" e da "punição". Quando tais direitos não existem, a doação de uma alta responsabilidade a um dirigente (como por exemplo, através um contrato de empresa que preveja prêmios e sanções para ele mesmo), constitui, freqüentemente, um padrão ótimo de segundo grau 3. Mas quando a autonomia deste dirigente é limitada, a solução se revela contraditória e a pesquisa das inovações em relação à eficiência técnica e gestional se toma improvável. Nesse sentido, podem nascer diversas formas de oportunismo e de desvios dos objetivos institucionais, principalmente no caso da atividade hospitalar que possui uma natureza particular aliada à diversas implicações éticas. No caso específico da Itália, as suas estruturas sanitárias públicas apresentavam baixos índices de produtividade e uma certa inércia estrutural em relação ao aumento dos custos, tudo isso, acrescido da ausência de uma programação por parte do Ministério da Saúde. Com os dois Decretos Leis n" 502 de 1992 e n 517 de 1993 o Serviço de Saúde Público Italiano (SSN), sofreu uma profunda inovação institucional que busca conduzir a notáveis melhorias sob o perfil da eficiência gerencial e da adequação dos serviços. Se tratou, no início, de uma inovação formal, que dependeria do tempo e de mudanças substanciais no plano prático. Dentro deste perfil, escolheu-se no presente trabalho, discutir sobre esta reforma institucional do Sistema de Saúde da Itália que, no quadro dos decretos acima referidos, transforma as USL (Unidades Sanitárias Locais) e os hospitais públicos em "empresas", com autonomia orçamentária e com a possibilidade de operar através de 3 Sterpi, S. "La sostentabilità dello Stato di Benessere :il problema della tutela della SaIute fra integrazione e decentramento", in L'organizaazione ed il finanziamento dei servizi sanitari ed ospedaliere in Italia negli ultimi anni, Seminario di Cooperazione tra FLHoV, WvWa e IREF, Menaggio,

10 relações contratuais entre sujeitos autônomos. Desta reforma, que abriu a estrada para a criação de um estado competitivo entre os produtores de serviço, espera-se uma melhoria da eficiência complexa do sistema sanitário público. Nosso objetivo aqui, é verificar, com um caso concreto, se tal reforma obteve sucesso até agora. Deve ficar claro, porém, que o presente estudo vai-se ater somente sobre os sistemas de gestão, ou mais precisamente, sobre sistemas de gerenciamento na tradução em português. Para se desenvolver teorias que se ajustassem, na prática, às alterações objetivadas, qualquer mudança que se propõe a alterar uma estrutura pública ou privada, deve levar em conta os aspectos financeiros e os aspectos organizativos Aqui, portanto, se tratará apenas do lado organizativo e desses novos modos de organizar a estrutura pública dos sistemas de saúde que está surgindo no mundo desenvolvido, usando como pano de fundo, exemplos da Espanha, do Reino Unido, da Suécia e França, marcando suas proximidades e diferenças. Mais do que tudo, a tese pretende, através da ilustração do caso italiano e de suas referências internacionais, mostrar que os modelos implementados na Itália fazem parte de um contexto estrutural de reformas e que tais modelos foram importados (principalmente do Reino Unido) e depois reorganizados segundo a lógica italiana, respeitando suas características principais, mas, de qualquer, modo, foram modelos importados e que, nem por isso, fracassaram. 4 Independente do modelo de Estado, seja Welfare, Estado mínimo liberal, ou o Estado Social Democrata pretendido no Brasil, o que se pretende definir no presente estudo é que os novos modelos de gerenciamento são técnicos, podendo ser, talvez, exportáveis para qualquer país. É nesse sentido que as reformas devem ser entendidas, ou seja, como foi dito acima, não se deve questionar se as reformas são boas ou ruins, se isso é bom ou mal para o Estado, visto que este Estado já assumiu em sua lógica interna o compromisso de oferecer saúde de qualidade para todos. O Estado, na Europa, tem um grande compromisso com a população e deve cumpri-lo. É um árduo caminho este de cumprir 4 ao contrário, o Caso da cidade de Milão exposto no capitulo 4 é um exemplo ilustrativo do quanto as lógicas da autonomia empreenditorial e da cooperação entre empresas são ótimos caminhos para uma nova forma de organização dos hospitais que, atnalmente, encontrani-se muito mais a vontade para escolher suas próprias formas de financiamento e de auto-gestão. 10

11 um dever para tanta gente com um orçamento restrito, principalmente no caso da Itália que, para entrar na Comunidade Européia, teve que acelerar suas reformas e restringir enfaticamente os gastos estatais. Assim, este estudo tem uma grande ambição: pretende ser uma tese de referência, seja para o Brasil como para qualquer país cujo Estado deseje oferecer acesso à uma boa saúde para sua população. O Brasil já há muito se debate entre o dever de oferecer acesso universal a um serviço de saúde de qualidade à sua população e a ingerência política que impedem tal pretensão. Procurar uma combinação entre o livre mercado e o Estado de acordo com as faixas de renda e assim, desenhar uma nova lógica do sistema de saúde para a população carente, talvez seja um novo caminho que o Brasil possa seguir. Talvez os modelos aqui referidos possam ser de utilidade para o Brasil, algum dia. Mas de qualquer modo, o estudo sobre o sistema de saúde publico brasileiro é tema por demais complexo para ser tratado seriamente em uma tese que se refira a outros países. Tal tema é grande o suficiente para constituir-se em matéria de outra tese. Porém, escolheu-se aqui tratar da Europa e, especificamente da Itália, devido ao intercâmbio que fiz entre a FGV e a Università Commerciale Luigi Bocconi, de agosto de 1997 a agosto de Na Universidade italiana, no semestre de 97, estudei matérias referentes à economia do Estado e terminei o curso com uma monografia sobre o Marketing do Estado. O primeiro semestre de 98 foi dedicado à matérias como a Programação e Controle na Administração Pública e comecei a me interessar pela área de saúde pública e sobre as mudanças para "empresas" dos hospitais públicos. Coincidentemente, amigos trabalhavam em pesquisas desta área e nas próprias novas empresas hospitalares, ao mesmo tempo em que eu começava uma longa jornada rumo aos hospitais públicos de Milão visto que deveria dar à luz. Desta experiência sobre uma nova maneira de se enxergar a saúde pública, nasceram Giulia e esta tese. Aqui, como já foi colocado, serão tratados os aspectos organizativos dos novos sistemas de gerenciamento dos sistemas de saúde europeus, principalmente aquele italiano. O caso de Milão ilustra a nossa hipótese, segundo a qual, tais novos sistemas estão de acordo com os objetivos dos países da Comunidade Européia e podem ser importados e depois reorganizados segundo a cultura própria de cada país. É o que se pretende provar neste estudo. 11

12 CAPÍTULO I O PAINEL ESTRUTURAL DAS REFORMAS DOS SISTEMAS DE SAÚDE EM 6 PAÍSES EUROPEUS Os países membros da Comunidade Européia (CE) continuam enfrentando dificuldades persistentes em relação à equidade, modernização e financiamento em seus sistemas de saúde públicos, mesmo tendo obtido sucesso nas reformas ali implementadas desde a metade dos anos setenta. Usualmente, se pode aprender muito quando países reformam seus sistemas de saúde; é uma época na qual os "policymakers" se preocupam com objetivos a serem alcançados, com as instituições assistenciais de saúde, com as causas dos problemas e com as possíveis soluções. Embora haja uma diversidade muito grande entre os países tanto em relação à cultura médica (PAYER, L., 1989) quanto em relação às instituições de saúde pública (RAFFAEL, M.W.,1984) e à própria prática médica (McPHERSON, K., 1990), uma comparação internacional evidencia os problemas e as soluções comuns do que foi vivido pela Europa até hoje. Um primeiro aspecto deve ser definido antes de se iniciar o estudo, e é o que diz respeito à distinção entre a produção de serviços de saúde e a produção da saúde enquanto ela mesma 5. A saúde de uma população não depende somente da assistência sanitária, mas também de vários outros fatores entre os quais se podem incluir o padrão de vida, moradia, estilo e qualidade de vida, dieta e circunstâncias ambientais. Aqui, pretende-se estudar somente a produção de serviços de saúde. Em outras palavras, o estudo concentra-se principalmente nos novos sistemas de gestão propostos nestas reformas. A questão do fmanciamento e dos resultados da assistência médica preventiva aqui não serão analisados com profundidade. 5 O.E.C.D.,

13 No presente capítulo serão descritos os casos das reformas dos sistemas de saúde na Suécia, França, Reino Unido e Espanha, como pano de fundo para situar a reforma do sistema de saúde italiano, procurando mostrar que esta última fez e ainda faz parte de um contexto muito maior, e que se refere, em seus fundamentos, à outras reformas internacionais, e é ao mesmo tempo, fruto de todo o contexto de redefinição do papel do Estado que acontece na Europa de o final dos anos 70. Além disso, a reforma italiana acontece nos início dos anos 90, quando grande parte das reformas do Reino Unido já estavam em marcha e usa este último como modelo para repensar seu próprio sistema de saúde, como se verá no capítulo 4. A escolha dos países obedeceu ao critério que será desenvolvido no capítulo 3 sobre os modelos de gerenciamento da saúde, onde cada país escolhido possui um modelo descrito, exceto a Suécia. A Suécia foi escolhida por apresentar também um modelo de eleição de representantes que, posteriormente foi copiado pelos formuladores italianos. Assim, pode-se dizer que os países da Comunidade Européia e, especialmente, os países escolhidos para o presente capítulo condividem os mesmos objetivos em suas políticas de saúde e, de acordo com BARR, N., estes podem ser resumidos assim:" -adequação e equidade no acesso à saúde: deve existir uma quantidade mínima de boa assistência sanitária disponível para todos os cidadãos e os tratamentos devem estar de acordo com as necessidades dos pacientes; -Proteção da renda: os pacientes devem ser protegidos da necessidade de ter que pagar pela assistência sanitária, necessidade esta que ameaça a renda do cidadão e,portanto, o pagamento pela proteção à saúde deve estar em relação direta com a capacidade individual de pagamento. Isto vai envolver ao menos três tipos de transferências: seguro (a necessidade de assistência é imprevisível); poupança (os mais velhos usam mais serviços do que os jovens) e redistribuição de renda ( os doentes freqüentemente são pobres). -Eficiência Macroeconômica: o gasto com saúde deve consumir uma fração apropriada do Pffi. 6 BARR. N., "Economic Theory and the Welfare State: a Surveyand Reintepretation", London School ofeconomics and political Science,

14 - Eficiência Microeconômica: uma "combinação" de serviços deve ser escolhida no sentido de maximizar uma combinação de efeito, resultado em saúde e satisfação do consumidor para a parte disponível do gasto do Pill em serviços de saúde (o que BARR, N., chama de eficiência alocativa), ao mesmo tempo em que se diminuem os custos de tais serviços. Os benefícios devem levar em conta, não somente a satisfação do paciente individual, mas também para sua satisfação, os métodos de prestar serviços, e também levar em conta a saúde e o bem estar de todos os outros que lhe assistem e que podem ser afetados pelas condições do paciente. Assim, os custos devem levar em conta não somente os custos da provisão, mas também o valor do tempo dos pacientes e de seus parentes, e os custos de administração, regulação e distorções na cobrança de impostos. Alem disso, deve existir uma parte dos custos destinada aos avanços tecnológicos e organizacionais que aumenta a produtividade e a capacidade de prestar recursos. -Liberdade de escolha para os consumidores: a liberdade de escolha deve ser disponível no setor público assim como o é no setor privado. - Autonomia para os provedores: os médicos e outros fornecedores devem possuir a máxima liberdade compatível com os objetivos enumerados acima, especialmente no que diz respeito à inovação médica e organizacional. Os países membros da Comunidade Européia, segundo o relatório da OECD, condividem os mesmos objetivos em suas políticas de saúde; a aparente diversidade em seus sistemas de financiamento e de organização da saúde provém do fato de que cada sistema é construído baseado numa pequena lista de sub-sistemas, alguns dos quais tendem a ser dominantes em determinados países.' Finalmente, antes de passar-se à descrição das reformas, deve-se explicar o papel do livre mercado e do Estado na idealização das reformas do países da CE. No que se refere ao primeiro, em muitos setores da economia dos países europeus, os objetivos colocados acima seriam encontrados através da confiança no livre mercado combinada 7 o sub-sistemas a que me refiro são aqules de financiamento e métodos de pagamento de fornecedores que variam de governo a governo. de país para país. que são: o modelo voluntário. o modelo de reembolso de pacientes. o modelo de reembolso público de pacientes, o modelo de contrato voluntário. o modelo de contrato público. o modelo voluntário integrado e o modelo público integrado. (OECD.1992) Aqui. não serão desenvolvidos. visto que. como foi dito. referem-se ao sistemas de financiamento que absolutamente. não é o objeto de estudo desta tese. No presente estudo trabalha-se com o aspecto organizacional das reformas em saúde. 14

15 com medidas gerais de distribuição de renda. No fundo, o mercado competitivo com distribuição de renda é, em muitas áreas da economia, a mais bem sucedida maneira de combinar escolha do consumidor, autonomia de produção, eficiência econômica e equidade. No livre mercado, o consumidor é motivado a ponderar os benefícios obtidos pelo consumo de bens e serviços contra os preços que devem ser pagos por estes; o produtor que visa o lucro tem um incentivo a maximizar o valor, a qualidade percebida e assim, minimizar o custo. A competição, assim, vai garantir que os preços sejam diretamente relacionados com os custos, ao menos a longo prazo (BARR, N. 1990). Se deve acrescentar, que, em um mundo com freqüentes mudanças tecnológicas e organizacionais, permitir monopólios temporários criados pela inovação pode ajudar a melhorar o grau de dinâmica e eficiência. Assim, o mercado competitivo, em um primeiro olhar, parece ser apropriado para a assistência sanitária, no sentido de que é, principalmente, um serviço pessoal que pode ser fornecido por profissionais competentes e instituições privadas. Porém, as características singulares de demanda para sustentar a assistência sanitária, desencorajaram os países europeus a confiar somente na combinação livre mercado + distribuição de renda, para suprir o fornecimento de saúde (PA YER, L., 1989). Tais características, que levaram o Estado a ser um forte participante nas reformas, podem ser resumidas da seguinte maneira: a) o requisito para a distribuição de renda é particularmente pressionante aonde a assistência à saúde e mais preocupante. Isso porque a opinião difundida que a assistência médica de boa qualidade deve estar disponível para todos aqueles que precisem sem que estes precisem possuir uma renda financeira apropriada. b) a necessidade de assistência sanitária é muito mais imprevisível e muito mais custosa para o indivíduo do que para um grande grupo. Os seguros privados tendem a excluir os indivíduos de alto risco, que são, geralmente, os mais doentes e mais pobres e que são recusados pelos seguros privados. Ao mesmo tempo, é muito difícil individualizar mecanismos de distribuição de renda baseados nos princípios de mercado e que possam enfrentar esta realidade. c) fmalmente, o consumidor está numa posição fraca no mercado de assistência sanitária, que tem como substância a aquisição de um 15

16 conhecimento "assimétrico": O consumidor sabe que pode estar doente,.mas é profundamente ignorante para julgar quais são os melhores métodos de tratamento e quem toma as decisões em seus lugares são os médicos. Nessas circunstâncias, é impossível manter a soberania do consumidor. Segundo o relatório da OECD de 1992, tais características de demanda de mercado estão presentes em todos os países europeus; alguns possuem apenas uma, outros duas e outros três. Assim, a dificuldade em confiar somente no mercado privado para a assistência à saúde encorajou os governos europeus, em maior ou menor grau dependendo do país, a intervir no financiamento e na prestação de serviços de saúde. As formas de intervenção estatal, podem ser resumidas, da seguinte maneira segundo BARR: 8 A primeira forma de intervenção difundida é a introdução de financiamento público para assistência básica de saúde, para toda ou grande parte da população, o que foi feito, por exemplo, através de esquemas de seguros de saúde compulsórios, financiados por contribuições relativas de renda. Tais esquemas podem incluir grupos vulneráveis de baixa renda, geralmente com a ajuda de taxas subsidiadas. Esta é uma boa forma de intervenção para grupos mais pobres mas tem como ponto negativo, elevar o nível dos gastos públicos. Para neutralizar os efeitos deste tipo de intervenção, existe a regulação governamental de seguros de saúde privados ou de mercados mistos e fornecedores, acompanhado da auto-revelação, como por exemplo, o desenvolvimento da profissionalização de outros trabalhadores altamente especializados, muito difundida em vários países europeus, como é o caso da Espanha. Por último, a intervenção do Estado pode ser vista na sua escolha em empregar em seu corpo mais médicos, combinado com maior autonomia para os profissionais. A partir de agora, veremos os aspectos básicos das reformas sanitárias. 8 BARR, N., "Economic Theory and the Welfare State: a Surveyand Reintepretation", London School ofeconomics and political Science,

17 1.1 REINO UNIDO Nove anos foram passados desde que se operaram mudanças significativas no sistema nacional de saúde do Reino Unido, reformas estas que procuravam aumentar a flexibilidade e a eficiência do sistema, aumentando, ao mesmo tempo, a qualidade da assistência oferecida. Para alcançar estes objetivos, a reforma do sistema britânico teve, como fundamento, segundo o relatório da OECD de 1992, a criação de um livre-mercado de competição de compra e fornecimento de serviços de saúde para os hospitais e a comunidade. O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, mais conhecido como NHS, nasceu em sua forma atual em Embora tenham sido feitas várias reformas de práticas administrativas, o esquema essencial de 1948 permaneceu inalterado por muitas décadas. Era financiado quase que exclusivamente por impostos gerais; o Secretário de Estado era o responsável, no Parlamento, por toda política e todos os gastos. O dia-adia da administração era delegado aos órgãos regionais e locais que, por sua vez, eram subordinados ao governo central. Para os serviços de assistência hospitalar das comunidades os orçamentos regionais eram calculados na base de um ajuste per capita baseado na demografia e outros fatores. Estes orçamentos regionais eram repassados aos hospitais e rede de saúde através das autoridades distritais de saúde (DHAs) seguindo princípios similares e que era quem então usava o dinheiro para financiar o hospital e os outros serviços de saúde sob suas administrações. Os médicos gerais (GPs) eram pagos através de um contrato central, único que envolvia uma mistura de captação, taxa por serviço e outros pagamentos, administrados pelas autoridades locais de famílias. Antes das reformas, o NHS era considerado pela maior parte dos autores, como sendo o mais centralizado sistema de assistência sanitária da área da Comunidade Européia." De fato, como se verá a seguir, ele permanece mais centralizado e seu orçamento continua a ser mais fechado e controlados do que os sistemas da Espanha e da Itália, mesmo 9 Propper, c. and O'Donnel, 1991 "Equity and the Distribuition ofnhs resourses", Journal of Health economics, Vo1.10, pp.i-19 e Barr, N., H Glenneerster and J. Le Grand (1988) "Reform and the NHS", Walfare State Paper n? 32, London School ofeconomics. - Ambos descrevem o NHS britânico com esta caracterisitca de centralização muito forte antes da reforma 17

18 depois das reformas nestes países. O sistema britânico também incorpora um princípio muito caro aos países da comunidade européia : o acesso livre de todos os cidadãos à uma boa assistência de saúde pública. Por todo o período desde 1948 o princípio da eqüidade (o livre acesso de todos) foi desgastado principalmente nas assistências odontológicas e oftalmológicas. Por volta do final dos anos oitenta, muitos serviços foram barateados, embora aposentados, mulheres grávidas, crianças, pessoas de baixa renda e doentes, não pagassem pelos serviços. Além disso, remédios tinham descontos e visitas aos médicos, aos hospitais e a toda rede de saúde, eram gratuitas (OECD, 1994). O sistema britânico difere de outros sistemas da Europa continental (como os de França e Alemanha) já que não se baseia num esquema de seguro que reembolsa os fornecedores de serviços secundários. Antes de 1991, os hospitais no Reino Unido recebiam uma quantia do governo central e deveriam manter-se com aquilo. Se não conseguissem, os dirigentes responsáveis poderiam ser demitidos ou de algum modo punidos. É esta capacidade de firmar e obrigar um limite orçamentário que, se pode dizer, distingue o sistema britânico daqueles de outros países nos quais existem muitas agências de seguro social e muitos fornecedores e onde o controle orçamentário e de gastos é geralmente ineficaz. O firme controle orçamentário no sistema nacional de saúde, de qualquer modo, era obtido graças a um inflexível sistema de repasse de fundos para hospitais, sistema que, por sua vez, era freqüentemente associado a longas filas e à falta de sensibilidade para as necessidades dos pacientes. Um outro aspecto importante de retenção de gastos do sistema do Reino Unido é o médico de família ou GP (General Practioners). Os GPs são pagos através de uma soma fixa por paciente (soma que depende da idade do paciente) junto com uma certa pensão e taxas por serviços em retomo por fornecer serviços médicos gerais para seus pacientes. Estes têm o direito de escolher seu GP mas não podem possuir mais de um por vez. Este médico de família, além de fornecer serviços ambulatoriais, funciona como "gate-keeper" para a assistência hospitalar: ou seja, ele determina se o paciente deve ou não ser admitido num hospital para serviços de não-emergência ou tratamento "eletivo". Nenhum hospital concorda em assistir a um paciente para 18

19 cirurgias eletivas sem que este tenha uma carta de recomendação do médico de família (SCOTT e MAYNARD, 1991). Embora toda a população se utilize do NHS para a assistência à saúde, os seguros de saúde privados também são permitidos. No início dos anos oitenta o número de seguros privados individuais cresceu, para logo depois cair por causa da crise econômica e da recessão. Segundo o relatório da OECD, em 1988, somente cerca de 15% da população possuía alguma forma de cobertura de saúde privada, a maioria para internações e assistência médicas e hospitalares de urgência. 10 No geral, o sistema do NHS aparece como sendo um sistema que fornece um adequado serviço de saúde para todas as pessoas que dele se utilizam, mesmo antes da reforma. Além disso, o NHS era apto a competir com os serviços privados quando os preços cobrados por este último eram muito baratos ou quase próximos ao zero. Claramente isto não é uma ótima performance padrão, mas, com certeza, não é aquilo que os países da OECD se esforçaram para alcançar: em outras palavras, os custos das filas e da incerteza assim como o tempo e a qualidade da assistência fizeram com que fosse muito dificil para o sistema público competir, mesmo quando seus preços eram muito mais baratos do que aqueles cobrados pelos serviços privados (OECD, 1992). Nesse sentido, se pode arriscar a levantar os aspectos essenciais do NHS britânico, segundo PROPPER e O'DONNEL: primeiramente, se pode dizer que ele era e ainda é, considerado pela maior parte da população como uma das instituições britânicas de maior sucesso. A insatisfação cresceu substancialmente nos anos oitenta, como foi mostrado pelas meticulosas análises do BRITISH SOCIAL ATTITUDES. Entretanto, longe de reduzir a fidelidade ao NHS, a insatisfação aparece como incentivo para mais atenção e melhoria de gastos. Segundo, o amplo acesso à assistência médica gratuita fornecida pelo NHS trouxe um crescimento da igualdade à distribuição da assistência de saúde em décadas, desde a Segunda Guerra Mundial. Terceiro, o NHS deu padrões de saúde bastante satisfatórios à população do Reino Unido e era relativamente barato. Sem dúvida se pode dizer, parafraseando PROPPER e O'DONNEL, que era, e ainda é, uma extraordinária instituição de custo eficaz 11. Em quarto lugar, os incentivos para prover os próprios serviços médicos excessivos eram looecd, II Propper and O'Donnel ''Equity and the distribuition ofnhs Resourses", in Journal ofhealth Economics, voi. 10, 1-19,

20 inexistentes. O governo do Reino Unido possuía poder e meios efetivos de controle dos custos da saúde. Ironicamente foi a maior força do sistema - a eficiência do processo de controle do orçamento - que desempenhou um importante papel em forçar a pressão para mudar. No relatório da OECD de 1992 vê-se que a despesa pública com saúde cresceu substancialmente mais devagar nos anos oitenta do que nas décadas anteriores. Sob o governo.tatcher a taxa de crescimento para o total de gastos públicos cresceu diretamente em linha paralela com O PIB na metade da década e um pouco menos para a assistência dentro dos hospitais. Mas o crescimento foi particularmente lento em 1983/1984, quando um forte limite de caixa começou a corroer o sistema. (Tabela 1). Estes limites fortes coincidem com um crescimento da população mais idosa e uma revitalização no número de nascimentos, o que, por sua vez, gerou um declínio real de gastos por pessoa, A experiência dos anos oitenta experimentou os limites de uma política de redução de gastos com a saúde enquanto deixava as instituições de assistências sanitárias intocadas. Isto, portanto, alterou o foco das políticas em direção a uma reforma do sistema. Tabela 1. Recursos e demandas do NHS (Serviços Hospitalares e para a Comunidade), porcentagem anual Aumento real do poder de Aumento da necessidade Lucro liquido real compra por mudanças demográficas 1983/84 O 0,9-0,9 1984/85-0,1 0,9-1,0 1985/86 0,5 1,1-0,6 1986/87 0,6 0,8-0,2 1987/88 1,9 1,5 0,4 Fonte: Relatório da OECD,

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega

Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega Njal Hoestmaelingen, Diretor do Instituto de Direito e Política Internacional (ILPI) Discurso feito por Njaal Hoestmaelingen no Seminário de

Leia mais

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Junho de 2013 ARTIGO. Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Junho de 2013 ARTIGO. Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde ARTIGO CAP Luís Pereira Sistemas de Saúde versus Serviço Nacional de Saúde Cada país da Europa desenvolveu, ao longo de décadas ou de séculos, um modelo de sistemas de saúde que assenta em características

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo Governança Sustentável nos BRICS Resumo executivo Sumário executivo A rapidez com que, nos últimos anos, as economias emergentes do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul vêm se aproximando

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO (Tradução não oficial 1 ) Recomendação 202 RECOMENDAÇÃO RELATIVA AOS PISOS NACIONAIS DE PROTEÇÃO SOCIAL A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público

COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público Cláudio Correia Divisão da Mobilidade de Doentes MOBILIDADE DE DOENTES:

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca r f Considerei particularmente oportuno

Leia mais

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Características da Federação Brasileira Federação Desigual Federação

Leia mais

RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS*

RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS* RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS* * Release elaborado pela BM&FBOVESPA baseado nos dados informados pelo Banco Mundial para o 2º Workshop de Divulgação

Leia mais

Relatório de País Brasil

Relatório de País Brasil Education at a Glance 2011 Indicadores da OECD DOI: http://dx.doi.org/10.1787/eag-2011-en OECD 2011 Sob embargo até 13 de setembro, 11h, horário de Paris Relatório de País Brasil Quaisquer dúvidas, contate:

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Desafios da nova lei

Desafios da nova lei artigoquestãojurídica Desafios da nova lei de falências brasileira Recuperação Judicial 400 350 300 250 200 250 150 100 Sem. 05 Sem. 06 Sem. 06 Sem. 07 Sem. 07 Sem. 08 Sem. 08 Pedidos Concedidas Aprovadas

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

FINALIDADE E BREVE HISTÓRICO

FINALIDADE E BREVE HISTÓRICO Medicaid FINALIDADE E BREVE HISTÓRICO O Medicaid é um programa de seguro saúde aprovado em 1965 como parte da Guerra à Pobreza. Ele é financiado em conjunto com recursos federais e estaduais, e representa

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL Profª Carla Pintas O novo pacto social envolve o duplo sentido de que a saúde passa a ser definida como um direito de todos, integrante da condição de cidadania social,

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA PARECER Nº, DE 2015 1 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 218, de 2011, do Senador EUNÍCIO OLIVEIRA, que dispõe sobre o empregador arcar com os

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

Integralidade da Assistência

Integralidade da Assistência Integralidade da Assistência A Questão do Direito Individual e as Escolhas em Nome do Coletivo. André Medici (Banco Mundial) CLASSAUDE 2009 São Paulo, 2 de junho de 2009 Temas a Desenvolver O SUS e seus

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 30/2013

ESTUDO TÉCNICO N.º 30/2013 ESTUDO TÉCNICO N.º 30/2013 Evolução das transferências constitucionais e do Programa Bolsa Família entre os anos 2005 e 2012: uma análise comparativa MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde Universais

Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde Universais Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde Universais Sistemas de Saúde Comparados Conformação dos sistemas de saúde é determinada por complexa interação entre elementos históricos, econômicos, políticos e

Leia mais

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Gerenciando a Crise 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Apresentação de Martin Forst & Hanna Kleider Divisão de Gestão e Desempenho do Setor Público Diretoria de Governança

Leia mais

Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa

Os fundos de confiança como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa César Jaramillo Avila - aurbana@quito.gov.ec Coordenador do Programa Municipal de Agricultura Urbana da

Leia mais

Operação do Sistema Logístico

Operação do Sistema Logístico Operação do Sistema Logístico Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Objetivo Entender que, possuir um excelente planejamento para disponibilizar produtos e serviços para os clientes não

Leia mais

IMIGRANTES E SERVIÇOS FINANCEIROS QUESTIONÁRIO. N questionário. Cidade em que habita:. Sexo: M F Idade:

IMIGRANTES E SERVIÇOS FINANCEIROS QUESTIONÁRIO. N questionário. Cidade em que habita:. Sexo: M F Idade: IMIGRANTES E SERVIÇOS FINANCEIROS QUESTIONÁRIO N questionário Cidade em que habita:. Sexo: M F Idade: Grau de Ensino: 1. Nenhum 2. Escola primária ou ciclo preparatório 3. Escola Secundária/qualificações

Leia mais

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado.

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. CAPÍTULO 3 PROCURA, OFERTA E PREÇOS Introdução As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. O conhecimento destas leis requer que, em

Leia mais

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

Criando Oportunidades

Criando Oportunidades Criando Oportunidades Clima, Energia & Recursos Naturais Agricultura & Desenvolvimento Rural Mercados de Trabalho & Sector Privado e Desenvolvimento Sistemas Financeiros Comércio & Integração Regional

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

PROGRAMA VISITANTE VOLUNTÁRIO DO IPPDH

PROGRAMA VISITANTE VOLUNTÁRIO DO IPPDH PROGRAMA VISITANTE VOLUNTÁRIO DO IPPDH CONSIDERANDO: Que o IPPDH tem como objetivo estratégico para o biênio 2015-2016 estimular o pensamento e a cultura de Direitos Humanos na sociedade. Que o Programa

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O investidor-anjo e acadêmico Antonio Botelho discute as barreiras ao empreendedorismo e à inovação colaborativa no Brasil, e as formas de

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Produção de bens e serviços de saúde A origem dos bens e serviços ofertados em qualquer setor da economia (oferta ou recursos) pode ser a produção no próprio país ou a importação.

Leia mais

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos. Demonstrações Financeiras O Papel de Finanças e do Administrador Financeiro Professor: Roberto César O que é Finanças? Podemos definir Finanças como a arte e a ciência de administrar fundos. Praticamente

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político Jairnilson Paim - define o SUS como um sistema que tem como característica básica o fato de ter sido criado a partir de um movimento

Leia mais

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP 1 Um pouquinho de teoria Cobertura e acesso universais são essenciais mas não suficientes Valor: patient health

Leia mais

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Mesa-Redonda: Responsabilidade Social Empresarial 23-24 de Novembro de 2006 Mário Páscoa (Wyeth/ Painel Febrafarma) E-mail: pascoam@hotmail.com

Leia mais

Saúde Coletiva: ciência e politica

Saúde Coletiva: ciência e politica Saúde Coletiva: ciência e politica Unicamp Março 2015 Ana Maria Costa: docente ESCS/DF, Presidentes do Cebes. Coordenadora Geral Alames Policia medica Higienismo Saude publica Medicina preventiva Medicina

Leia mais

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso? 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas

Leia mais

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL Prof.ª Mônica Ferreira dos Santos José Augusto Guilhon de Albuquerque é sociólogo e professor da USP. No Serviço Social alguns autores já usaram seu referencial. Weisshaupt

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público?

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Quais argumentos poderiam ser usados por uma empresa prestadora de serviço de

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00 HORAS DE 01.01.13 --- Palácio de Belém, 1 de janeiro de 2013 --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00

Leia mais

O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios

O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios Jairnilson Paim (Professor Titular da UFBA) Claudia Travassos (Pesquisadora Titular do ICICT/FIOCRUZ) Celia Almeida (Pesquisadora Titular da

Leia mais

Governança Clínica. As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995.

Governança Clínica. As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995. Governança Clínica As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995. O Modelo de Gestão Atual foi desenvolvido a 100 anos. Repensar o Modelo de Gestão nos serviços

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez O que são finanças? Finanças é a arte e a ciência de gestão do dinheiro; Imprescindível, pois todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam dinheiro; A teoria

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Altera dispositivos da Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012 que Regulamenta o 3 o do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Seminário internacional: Inclusão dos cidadãos em políticas públicas de saúde A participação dos cidadãos no sistema de saúde português Mauro Serapioni Centro de

Leia mais

O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE?

O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE? Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0640 Prof. Dr. Paulo Eduardo Elias 2011 Paulo Eduardo Elias Ana Luiza Viana O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE?

Leia mais

O QUE É UMA MICROEMPRESA

O QUE É UMA MICROEMPRESA O que é empresa O Artigo 6º da Lei n.º 4.137, de 10/09/1962 define empresa como "... toda organização de natureza civil ou mercantil destinada à exploração por pessoa física ou jurídica de qualquer atividade

Leia mais

Saúde privada no Brasil

Saúde privada no Brasil Análise 12 Saúde privada no Brasil O futuro chegou e pede reformas Marcio Coriolano Projeções apontam que o Brasil terá 65 milhões de idosos em 2050, o que equivale à população de mais de cinco cidades

Leia mais

REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS UNINORTE LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES PRÊMIO DE EMPREENDEDORISMO JAMES McGUIRE EDITAL DE SELEÇÃO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1. O Prêmio James McGuire de Empreendedorismo é uma competição

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos Guia de para Dependentes Químicos O que fazer para ajudar um dependente químico? Qual é o melhor procedimento para um bom tratamento? Internação Voluntária ou Involuntária Como decidir? Como fazer? O que

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA. Profª. Danielle Valente Duarte

GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA. Profª. Danielle Valente Duarte GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA Profª. Danielle Valente Duarte 2014 Os Estudos e a Prática da Gestão Estratégica e do Planejamento surgiram no final da década

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais