PSIS21 CONSULTAS DE PSICOLOGIA COMPARTICIPADAS POR SEGURO DE SAÚDE CONSELHO JURISDICIONAL ISPA ESTÁGIOS PROFISSIONAIS.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PSIS21 CONSULTAS DE PSICOLOGIA COMPARTICIPADAS POR SEGURO DE SAÚDE CONSELHO JURISDICIONAL ISPA ESTÁGIOS PROFISSIONAIS."

Transcrição

1 ISSN REVISTA OFICIAL DA ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES Nº5 Maio 2013 PSIS21 CONSELHO JURISDICIONAL Balanço do funcionamento do CJ da OPP ISPA Portugal recebe 35º Congresso da ISPA ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Acesso a estágios profissionais remunerados CONSULTAS DE PSICOLOGIA COMPARTICIPADAS POR SEGURO DE SAÚDE

2 Anunciar na EDIT ORIAL Regras de Publicidade NAS PUBLICAÇÕES DA ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES / A Direcção da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) entende que o conteúdo da publicidade a incluir nas suas publicações deve respeitar de forma efectiva os princípios relativos à defesa da Psicologia, enquanto ciência e profissão, referidos na Lei n.º 57/2008, de 4 de Setembro, e no Estatuto da OPP aprovado em anexo a esta lei. A publicidade constante das publicações da OPP respeita assim, em todos os casos, os princípios éticos de defesa da Psicologia como ciência e profissão que são exigíveis a uma organização como a OPP. Sem prejuízo das acreditações concedidas por organismos oficiais portugueses, não é permitida publicidade que inclua referências a acreditações concedidas por entidades nacionais ou estrangeiras que não tenham celebrado acordos de reconhecimento mútuo com a OPP. Os conteúdos de toda a publicidade presente na Revista da OPP são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e devem estar devidamente assinalados enquanto tal. Direcção da Ordem dos Psicólogos Portugueses, 13 de Dezembro de 2011 Para Anunciar CONTACTE / A afirmação dos psicólogos faz-se pelo reconhecimento da sua autonomia científica e técnica, pela capacidade de tomar decisões sobre as matérias psicológicas tendo em conta o conhecimento adquirido, bem como pela auto-organização enquanto profissão. Este reconhecimento da autonomia traz consigo uma enorme responsabilidade, bem expressa no Código Deontológico, quando afirma que Os/as psicólogos/as devem ter consciência das consequências que o seu trabalho pode ter junto das pessoas, da profissão e da sociedade em geral. Devem contribuir para os bons resultados do exercício da sua actividade nestas diferentes dimensões e assumir a responsabilidade pela mesma. Devem saber avaliar o nível de fragilidade dos seus clientes, pautar as suas intervenções pelo respeito absoluto da decorrente vulnerabilidade, e promover e dignificar a sua actividade. Um longo período de estudos que, actualmente, culmina no mestrado. Um estágio académico e um estágio profissional providenciam os conhecimentos e as práticas que permitem a decisão autónoma. É esta longa formação, que não acaba no momento em que se termina o estágio profissional, que providencia o conhecimento para a tomada de decisão sobre actos psicológicos. Por toda esta formação é que deve ser o psicólogo a decidir sobre o acto psicológico e não qualquer outro profissional. Porque é o psicólogo que está na utilização da competência profissional para o fazer. Infelizmente, em muitas situações ainda observamos a existência de um condicionamento, ou de uma tutela, que resulta na necessidade de um julgamento anterior por outro profissional da necessidade de intervenção psicológica. Ora, esta é uma situação que tem de terminar, pela demonstração consistente de que queremos assumir as decisões que nos competem, com o respectivo sentido de responsabilidade profissional. Aliás, a primeira tomada de posição pública pela Ordem, em Maio de 2011, foi exactamente no sentido de invocar a autonomia científica, técnica e organizativa da Psicologia. Este documento tem sido da maior utilidade para os profissionais na defesa da sua profissão. Tem sido este o caminho traçado pela Ordem na discussão com as várias entidades com que se relaciona. Demonstrar a capacidade para a tomada de decisão autónoma em actos de natureza psicológica, sem necessidade de tutela por outros profissionais. Trabalhamos em equipa, discutimos as diversas situações no compromisso com o sigilo profissional, mas não abdicamos da decisão sobre as matérias da nossa competência. Um dos principais avanços do sistema de seguros de saúde que negociámos com um parceiro do sector reflecte exactamente esta postura. A partir de agora, o cidadão que contrate um seguro de saúde, que cubra a área da psicologia, pode deslocar-se directamente ao psicólogo que tomará a decisão relativamente à necessidade de acompanhamento. Não mais será necessário o acordo ou referenciação por outros profissionais. Trata-se de um importante reconhecimento, pelo sector privado, da capacidade dos psicólogos para decidirem autonomamente sobre uma intervenção que lhes diz respeito. É este o caminho que prosseguiremos, nos vários sectores de intervenção da psicologia. Precisamos do contributo de cada profissional para nos ajudar nesta tarefa que é de todos - a de assumir integralmente as decisões e a responsabilidade pelos nossos actos profissionais. Telmo Mourinho Baptista BASTONÁRIO

3 PSIS21 ISSN REVISTA OFICIAL DA ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES Nº5 Maio 2013 Breves Ficha Técnica Telmo Mourinho Baptista DIRECTOR Duarte Zoio EDITOR Francisco Rodrigues José Lucas Miguel Ricou Vítor Coelho COLABORAÇÃO Índice P. 03 EDITORIAL P. 05 BREVES P. 06 DENÚNCIA DE PROFISSIONAIS NÃO INSCRITOS NA OPP OPP lança site Eu Quero Ser Psicólogo A Ordem dos Psicólogos lançou o site Eu Quero Ser Psicólogo, onde se poderá analisar os números reais e actuais da psicologia em Portugal. De acordo com Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da OPP, este é um contributo cívico da Ordem dos Psicólogos Portugueses para que os cidadãos tenham disponíveis todas as informações relevantes na altura de fazer a sua escolha profissional. Ordem dos Psicólogos Portugueses cria podcast A Ordem dos Psicólogos criou recentemente o POPP (Podcast da Ordem dos Psicólogos Portugueses), onde Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da OPP, irá conversar e debater de forma mais aprofundada, num formato de diálogo, os temas de interesse para os profissionais e para a Psicologia. OPP parceira no VI Congresso Internacional de Psicologia Clínica A Ordem dos Psicólogos Portugueses foi convidada pela Associação Espanhola de Psicologia Comportamental para se tornar parceira na organização do VI Congresso Internacional de Psicologia Clínica, que se irá realizar nos próximos dias 6, 7 e 8 de Junho em Santiago de Compostela, Espanha. PUBLICIDADE P. 08 DIRECÇÕES REGIONAIS DA OPP TOMAM POSSE Ordem dos Psicólogos Portugueses PROPRIETÁRIO Nau Identidade DESIGN A3. Artes Gráficas, Lda. TIPOGRAFIA exemplares TIRAGEM 2,50 euros P.V.P. Isenta de registo na ERC ao abrigo do art. 12º, n.º 1 a) do Decreto-Regulamentar 8/99 de 9 de Junho ISSN P. 10 ACESSO A ESTÁGIOS PROFISSIONAIS REMUNERADOS P. 12 CONSULTAS DE PSICOLOGIA COMPARTICIPADAS POR SEGURO DE SAÚDE P. 15 PORTUGAL RECEBE 35º CONGRESSO DA ISPA P. 19 BALANÇO DO FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL DA OPP P. 24 FORMAÇÃO CONTÍNUA DOS PSICÓLOGOS P. 26 PORTAL DE FORMAÇÃO À DISTÂNCIA É NOVA APOSTA PARA MODALIDADE FORMATIVA P. 28 OPP PROMOVE PROTOCOLOS DE COLABORAÇÃO Reflexões do Bastonário Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da OPP, criou um blog que tem como objectivo partilhar e trocar ideias e reflexões e dar uma perspectiva mais pessoal de todo o trabalho realizado pela Ordem, e que não é conhecido. Bastonário da OPP presente na 20ª edição do Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia Realizou-se recentemente em Esposende a 20ª edição do Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia, organizado pela Associação Nacional de Estudantes de Psicologia (ANEP). Este evento contou com cerca de 300 participantes e aproximadamente 30 personalidades ligadas à Psicologia nacional e internacional, entre elas o Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Telmo Mourinho Baptista. A OPP promoveu ainda sessões de esclarecimento. Relatório e Contas 2012 aprovado por unanimidade A Assembleia de Representantes da Ordem dos Psicólogos Portugueses aprovou por unanimidade o Relatório e Contas de 2012 no passado dia 15 de Março. Durante a sessão, a Direcção da Ordem explicou diversos aspectos relacionados com o cumprimento do Programa, tendo ainda demonstrado a boa execução financeira tanto de receita, como de despesa e o equilíbrio orçamental atingido. OPP disponibiliza Redalyc No âmbito da Presidência da Federação Ibero-Americana de Associações de Psicologia, e dando continuidade às acções de disponibilização de ferramentas de investigação e formação aos seus membros, a OPP promove o acesso à Redalyc Rede de Revistas Científicas da América Latina e do Caribe, Espanha e Portugal. Bastonário da OPP torna-se no primeiro estrangeiro distinguido pela COPVC Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses e Presidente da Federação Ibero-Americana de Associações de Psicologia (FIAP), tornou-se no primeiro estrangeiro a ser homenageado pelo Colégio Oficial de Psicólogos da Comunidade Valenciana (COPCV). A distinção foi atribuída por Francisco Santolaya Ochando, Presidente do Colégio Oficial de Psicólogos de Espanha (COP) e da Comunidade Valenciana, durante as XX Jornadas Profissionais do COPCV.

4 DENÚNCIA DE PROFISSIONAIS NÃO INSCRITOS NA OPP P.06 \ PROFISSIONAIS NÃO INSCRITOS Até ao momento, a Ordem dos Psicólogos já efectuou mais de 80 diligências no sentido de obter informações e regularizar situações ilegais. Seis processos já foram reencaminhados para o Ministério Público. A Ordem dos Psicólogos mantém-se activa no processo de legalização de todos os profissionais que exercem psicologia de forma ilegal, i.e., sem cédula profissional. Desta forma, a OPP continua a desenvolver as mais variadas acções de informação e sensibilização junto das entidades empregadoras e profissionais com vista a diminuir a já reduzida taxa de situações ilícitas. Paralelamente, a OPP tem utilizado os meios de comunicação social, as redes sociais e o próprio site da Ordem para alertar e informar os utentes que podem, se considerarem existir razões para tal, solicitar informações à Ordem ou pesquisar no site da OPP se um profissional tem cédula profissional ou não. Importante ainda sublinhar que a Ordem dos Psicólogos tem contado com a colaboração de diversos membros e utentes que têm informado e alertado os serviços responsáveis para a existência de situações duvidosas, como, por exemplo, profissionais que se recusam a divulgar o número de cédula. Processo após uma denúncia ORDEM DOS PSICÓLOGOS APOSTA NA INFORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO DOS UTENTES E PROFISSIONAIS Quando recebem uma denúncia, os serviços da OPP confirmam se, de facto, o profissional não se encontra inscrito na Ordem. Caso se confirme que o profissional está a exercer ilegalmente, é enviada uma carta a este a solicitar que preste esclarecimentos no prazo máximo de 15 dias. Se não for enviado um esclarecimento ou contestação para os serviços da OPP a explicar a situação e/ou a manifestar interesse em regularizar a situação profissional, é expedida uma nova carta para a entidade empregadora, onde é exposta toda a situação, sendo dado igualmente um prazo máximo de resposta de 15 dias. Terminada esta primeira fase, se o profissional se inscrever e regularizar a sua situação, o processo é arquivado; caso contrário, se o profissional continuar a exercer sem cédula profissional, a OPP avança com uma denúncia ao Ministério Público. Refira-se ainda que, até ao momento, já foram efectuadas mais de 80 diligências no sentido de averiguar ilegalidades no exercício da profissão de psicologia, sendo que seis processos já foram reencaminhados para o Ministério Público.

5 DIRECÇÕES REGIONAIS DA OPP TOMAM POSSE P.08 \ DELEGAÇÕES REGIONAIS CERIMÓNIA PRESIDIDA POR TELMO MOURINHO BAPTISTA, BASTONÁRIO DA ORDEM O final do ano transacto ficou marcado por mais um importante passo dado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses: A tomada de posse das cinco Delegações Regionais. Este protocolo, realizado na sede da Ordem, foi presidido por Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da OPP, que, por tal ocasião, manifestou o seu agrado por estar a ser dado um passo tão importante na ainda curta história da Ordem, adiantando que as Delegações Regionais são de enorme importância no que à representação e defesa da classe dos psicólogos diz respeito. Já os presidentes das Delegações Regionais (DR), após uma breve apresentação dos órgãos eleitos, mostraram- -se empenhados na missão de Afirmar os Psicólogos nas respectivas regiões. Ulteriormente à tomada de posse, as Delegações começaram imediatamente a trabalhar e, desde então, têm desenvolvido todos os esforços para resolver atempadamente todas as questões logísticas, como o espaço e serviços administrativos. Paralelamente, as DR, em consonância com a Sede, têm vindo a preparar e desenvolver diversas acções com vista a promover e defender os interesses da classe na região. Competências As Delegações Regionais da OPP são determinantes na defesa dos interesses, tanto dos psicólogos, como dos utentes. Desta forma, compete às Delegações Regionais representar a Ordem na respectiva área geográfica, designadamente perante as entidades públicas que aí exerçam atribuições, sempre que mandatada para o efeito pela direcção e dar execução às deliberações da assembleia de representantes e da assembleia regional e às directrizes da direcção. É igualmente da responsabilidade das Delegações Regionais o exercício de poderes delegados pela direcção, executar o orçamento para a delegação regional, gerir os serviços regionais, elaborar e apresentar à direcção o relatório e as contas anuais aprovados pela assembleia regional e deliberar sobre qualquer assunto que não esteja compreendido nas competências específicas dos restantes órgãos. Dir. Regionais: Norte PRESIDENTE: Anabela Pereira VOGAIS: Jorge Humberto Costa Marcos Fernandes Açores PRESIDENTE: Suzana Nunes Caldeira VOGAIS: Maria José Feijó Correia Maria Rodrigues Centro PRESIDENTE: Íris Guerra VOGAIS: Rosa Afonso Diamantino Santos Madeira PRESIDENTE: Cláudio Sousa VOGAIS: Ivo Pereira Marla Freitas Sul PRESIDENTE: Isabel Trindade VOGAIS: Mónica Maymone Luísa Mota

6 ACESSO A ESTÁGIOS PROFISSIONAIS REMUNERADOS Alterações à anterior Portaria referente ao Programa de Estágios Profissionais do IEFP vêm uniformizar os seus objectivos com os das recém-criadas medidas Passaportes Emprego (Impulso Jovem). ORDEM DOS PSICÓLOGOS É DETENTORA DE UM DOS MAIORES PROGRAMAS DE ESTÁGIO DAS PROFISSÕES REGULADAS P.10 \ ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Verificaram-se recentemente importantes alterações no que ao acesso a estágios remunerados diz respeito. Neste contexto, entre outras modificações, destaque para o alargamento da duração dos estágios dos 9 para os 12 meses e para o facto do Programa de Estágios Profissionais poder agora aplicar-se aos estágios profissionais destinados ao cumprimento de requisitos adicionais e específicos para acesso a títulos profissionais como é o caso do estágio profissional exigido pelo Regulamento de Estágios da OPP. De salientar ainda que podem beneficiar do Programa os jovens inscritos no centro de emprego com idades entre os 25 e os 30 anos, inclusive, mas também qualquer pessoa com idade superior a 30 anos, inscrita no centro de emprego, em situação de procura de novo emprego, desde que tenha obtido há menos de três anos uma qualificação de nível 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) e não tenha registos de remunerações na segurança social nos 12 meses anteriores à entrada da candidatura que deve ser sempre feita pelas entidades promotoras, através da página do IEFP. Na prática, apenas não podem beneficiar desta medida os jovens que já tenham realizado um estágio apoiado por fundos públicos ou que, nos 12 meses anteriores à data da candidatura, tenham estabelecido com a potencial entidade promotora uma relação de trabalho, de prestação de serviços ou de estágio de qualquer natureza (à excepção dos estágios curriculares). Refira-se por último que, paralelamente à candidatura ao programa a apresentar ao IEFP, o membro estagiário e entidade receptora devem igualmente cumprir os procedimentos previstos para que o projecto de estágio possa ser avaliado pela Comissão de Estágios, nomeadamente assinatura do Protocolo de Colaboração a estabelecer entre a entidade receptora e a OPP, registo do membro estagiário na Plataforma de Estágios e submissão do seu projecto de estágio e validação do projecto de estágio, na referida Plataforma, pelo Orientador indicado pelo membro estagiário. Importância do estágio A psicologia apresenta-se como uma profissão particularmente exigente, desde logo por aquilo que exige aos estudantes em termos académicos. Apesar das alterações verificadas com a introdução do processo de Bolonha, estipulou-se que, dada a exigência da profissão, passaria a ser obrigatório a conclusão de dois ciclos de estudos na área da psicologia. Contudo, o processo de formação de um psicólogo não termina aqui imediatamente após o fim do mestrado. Desta forma, depois de concluídos os dois ciclos, é obrigatório por lei um ano de estágio. E esta fase apresenta-se como uma das mais importantes e defendidas pela OPP, uma vez que, no entender da Ordem, é de extrema importância que o contacto que os psicólogos estagiários tenham com o mundo profissional seja um contacto acompanhado, extenso e que permita uma aprendizagem concreta daquilo que são as aptidões profissionais que têm de ser exercidas. E isto só pode ser alcançado através de um estágio que, além de qualificar os estagiários enquanto profissionais, coloca-os no mesmo patamar que todos os outros países da Europa que seguem a mesma linha orientadora. Ou seja, um psicólogo que termine com sucesso o estágio poderá, se assim o entender, exercer psicologia em qualquer outro país da Europa que, tal como Portugal, respeite o consagrado no diploma europeu de psicologia que pressupõe exactamente dois ciclos de estudos em psicologia e um ano de estágio profissional. Assim, pela lei que vigora, Portugal já é um dos países que cumpre integralmente com esta norma do diploma europeu de psicologia e, portanto, qualquer profissional pode, se assim o entender, exercer num outro país europeu sem qualquer tipo de impedimento legal. Refira-se ainda que, durante o estágio, é igualmente obrigatório por parte do estagiário a frequência de um curso de formação que tem como objectivo a aquisição, por exemplo, de conhecimentos no que às questões deontológicas, empreendedorismo e gestão de projectos dizem respeito.

7 CONSULTAS DE PSICOLOGIA COMPARTICIPADAS POR SEGURO DE SAÚDE ORDEM DOS PSICÓLOGOS ASSINA PROTOCOLO COM AXA PORTUGAL A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e a AXA Portugal, Companhia de Seguros S.A., estabeleceram, durante o primeiro trimestre do presente ano, um protocolo que permite que os Clientes AXA passem a ter acesso a consultas de psicologia comparticipadas pelos seus seguros de saúde, desde que contratada a respectiva cobertura. No âmbito deste protocolo, as pessoas seguradas podem usufruir de consultas de psicologia em pacotes de 12 ou 18 sessões, de acordo com as suas necessidades e sem obrigatoriedade de pré-aviso. Paralelamente, as pessoas seguradas não dependem de outro profissional de saúde para lhes prescrever a consulta, podendo, simplesmente, marcar a consulta directamente com um psicólogo devidamente inscrito na Ordem. Passo determinante na afirmação dos psicólogos Após a assinatura do protocolo, Telmo Mourinho Baptista, Bastonário da OPP, afiançou: Tendo em consideração que até ao momento os seguros não contemplavam consultas de psicologia, este protocolo tem um significado bastante mais extenso do que aquele que à partida parece. Representa um passo determinante na afirmação dos psicólogos e da psicologia na sociedade. No fundo, há um reconhecimento por parte de uma importante seguradora de que faz sentido haver cobertura para as intervenções psicológicas, sublinhou o representante da Ordem dos Psicólogos, adiantando que outro ponto fundamental alcançado com a assinatura deste protocolo é que o utente terá acesso aos psicólogos inscritos na OPP, livremente e sem necessidade de uma referência por parte de um outro profissional de saúde, como, por exemplo, um médico de clínica geral ou psiquiatra. Ou seja, há um reconhecimento da autonomia e da capacidade dos psicólogos para fazer diagnósticos e/ou intervenções. Em relação à possibilidade da OPP fechar mais protocolos com outras companhias de seguro, Telmo Mourinho Baptista assegurou: Este foi o primeiro momento em que o mercado das seguradoras, e não só, se mostrou sensível a esta questão. É um momento de viragem relativamente àquilo que é a consideração do que são consultas de psicologia; o mercado depois responderá de acordo com isso. Seja como for, a OPP estará sempre disponível para fechar todos os protocolos que beneficiem os seus membros e utentes. Finalmente, no que diz respeito à procura desta cobertura por parte das pessoas, Telmo Mourinho Baptista declarou que, actualmente, existem aproximadamente dois milhões e meio de pessoas em Portugal com seguro de saúde e que, dentro deste universo, certamente haverá inúmeras pessoas que estarão disponíveis para subscrever esta cobertura. Penso que esta opção das consultas em psicologia pode ser muito interessante para os utentes, uma vez que o benefício que poderão tirar das intervenções psicológicas é grande face ao investimento inicial, concluiu. P.12 \ SEGUROS DE SAÚDE

8 PUB PORTUGAL RECEBE 35º CONGRESSO DA ISPA P.15 \ CONGRESSO ISPA POR / VÍTOR COELHO 17 A 20 JULHO / PORTO EVENTO ORGANIZADO EM CONJUNTO PELA ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES E PELA INTERNATIONAL SCHOOL PSYCHOLOGY ASSOCIATION Irá realizar-se entre os dias 17 e 20 de Julho de 2013 no Porto a 35ª conferência anual da International School Psychology Association (ISPA), sendo este evento organizado conjuntamente pela ISPA e Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP). Fundada em 1982, a ISPA é uma organização oficialmente afiliada da UNESCO, que se dedica ao desenvolvimento e disseminação de boas práticas na psicologia escolar, promovendo a interacção entre profissionais e académicos no desenvolvimento das melhores soluções para apoiar e promover a qualidade de vida das crianças e jovens durante o seu percurso escolar. Refira-se ainda que, actualmente, a ISPA é constituída por 25 organizações internacionais espalhadas por todo o globo. PROGRAMA CIENTÍFICO O programa científico irá incluir trabalhos de cariz teórico, prático, profissional e de investigação. Desta forma, o programa irá acolher contribuições de profissionais e investigadores, que apresentem relatos sobre as suas práticas do quotidiano profissional mas também sobre a sua participação em áreas de investigação como a psicologia escolar aplicada, a educação, a prevenção, os direitos das crianças. Dentro deste prisma o programa científico irá incluir vários formatos de apresentação para a participação dos delegados: Apresentações Orais, Posters, Workshops, Simpósio e Mesa Redonda. Já os subtemas da conferência incluem: Questões éticas e profissionais, Diversidade e inclusão, Avaliação psicológica, Criatividade, Aprendizagem socio-emocional, Motivação e promoção da saúde e Orientação vocacional.

9 KEYNOTE SPEAKERS Celene Domitrovich Estratégias para a promoção da aprendizagem social, emocional e académica de todos os alunos Celene E. Domitrovich é Professora na Universidade de Illinois em Chicago e a actual Directora de investigação da CA- SEL (Collaborative for Academic, Social and Emotional Learning), sendo ainda responsável pelo currículo pré-escolar do PATHS, um programa universal que se foca no desenvolvimento da aprendizagem socio-emocional. De salientar que Celene Domitrovich já publicou mais de 25 artigos sobre programas de prevenção de base escolar e integra as equipas editoriais de diversas revistas, como a Prevention Science, o Journal of Children Services e o Journal of Community Psychology. Em 2011, recebeu o prémio Joseph E. Zins para Investigação-Acção em Aprendizagem Socio-Emocional. Alexander Grob A avaliação das funções cognitivas e de desenvolvimento ao longo da infância Alexander Grob é formado em Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia Clínica pelas Universidades de Friburgo (Mestrado) e Berna (Doutoramento) e foi professor nas Universidades de Bona (Alemanha) e Berna (Suíça). Desde 2005, é professor e director do departamento de Psicologia da Personalidade e Psicologia do Desenvolvimento, Director do Centro para a avaliação do desenvolvimento e personalidade e director do Mestrado em Estudos Avançados de Diagnóstico Desenvolvimental e de Aconselhamento Psicológico na Universidade de Basileia. Actualmente é Editor-Chefe da revista European Psychologist, membro do National Research Council, e Reitor da Faculdade de Psicologia. Bill Pfohl Intervenção em crises: A resposta da International School Psychogy Association William (Bill) Pfohl, é Professor de Psicologia na Western Kentucky University, Estados Unidos da América. Foi presidente da International School Psychology Association e por duas vezes foi presidente da National Association of School Psychologists ( e ). Foi formador de psicólogos escolares durante os últimos 34 anos, integrando a equipa formativa europeia apoiada pela European School Psychology Centre for Training, tendo treinado mais de 500 psicólogos escolares na Europa para a intervenção escolar em situações de crise. Em 2010 recebeu o Lifetime Achievement Award da NASP. Luísa Faria A Educação Social e Emocional: Algumas reflexões sobre as práticas em Portugal Luísa Faria é Professora Associada de Psicologia na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação na Universidade do Porto desde Foi Directora do Mestrado em Temas de Psicologia e coordenadora de um Projecto de Investigação e Desenvolvimento (apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, Ministério da Educação e União Europeia). A oradora é autora de numerosos livros, capítulos de livros, relatórios e artigos, em revistas nacionais e internacionais, sobre Motivação, Inteligência e Avaliação Psicológica. PORTO 17 A 20 JULHO WORKSHOPS PRÉ-CONFERÊNCIA No 1º dia da Conferência (17 de Julho) irão ser realizados vários workshops ligados às temáticas abordadas na Conferência. Cada workshop terá a duração de 6 horas. Este formato permitirá uma abordagem mais prática das temáticas em questão e terá a vantagem adicional de permitir o debate e a troca de experiências entre profissionais de diversos países de uma forma interactiva e enriquecedora. No presente momento, os conferencistas que irão realizar os pre-conference workshops e as suas respectivas temáticas confirmadas são: Shane McCarty (Estados Unidos da América) Intervenção pós-crise em contexto escolar; Tom Oakland (Macau e Estados Unidos da América) Desenvolvimento ético e profissional; Coosje Grifiths (Austrália) Prevenção do Bullying e violência escolar; Sharone Maital (Israel) Consulta psicológica em meio escolar; Sara Bahía Nogueira (Portugal) Criatividade. PROGRAMA SOCIAL A conferência anual da International School Psychology Association apresenta habitualmente uma vertente social bastante pronunciada. Os vários eventos sociais constituem-se como uma oportunidade para a discussão de ideias, desenvolvimento de conhecimentos e criação de amizades, mas também para o desenvolvimento de contactos e de networking que se apresentam como uma mais-valia para futuras colaborações profissionais. Esta vertente social mais desenvolvida é também uma das diferenças entre uma conferência da International School Psychology Association e outros congressos internacionais. O programa social contempla actividades antes, durante e após a conferência, nomeadamente, excursões a Lisboa, Sintra, Alcobaça, Óbidos, Fátima, Coimbra e Porto, visita às Caves de Vinho do Porto, festa de acolhimento e despedida, entre outras. Neste contexto, refira-se que a festa de acolhimento, a festa de despedida, a excursão pedonal ao Porto e uma das visitas às caves do Vinho do Porto (à escolha do conferencista) estão incluídas na inscrição como membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses ou membro da International School Psychology Association. Por último, de salientar que a organização do evento possibilita ainda a todos os conferencistas que queiram prolongar a experiência social da Conferência, conhecer melhor o vasto património cultural e natural da região Norte e continuar a desenvolver os seus contactos. Assim, serão apresentadas três opções para o dia 21 de Julho: subida do Douro até ao Pinhão em cruzeiro, excursão de dia inteiro ao Minho que irá focar-se em Braga e Guimarães, visitando o Bom Jesus e a Sé de Braga, bem como o Palácio dos Duques em Guimarães e, finalmente, para quem opte por explorar melhor a cidade do Porto existirá a excursão guiada Porto Cultural, que irá permitir ao congressista uma visita a alguns dos espaço culturais mais relevantes da cidade, como a Fundação Serralves e a Casa de Música. 5 Razões para não perder o Congresso da ISPA 1) Este congresso trará a Portugal alguns dos maiores especialistas da actualidade de várias áreas da Psicologia Escolar e apresenta formatos que permitem a discussão e interacção com estes especialistas; 2) Será uma oportunidade de discutir os assuntos mais relevantes do ponto de vista profissional, como o perfil de atribuições do psicólogo em contexto escolar, ou a habilitação para a docência da psicologia no Secundário; 3) Permitirá desenvolver redes de contacto para estabelecer parcerias internacionais ou investigações transnacionais; 4) Uma oportunidade única de interagir com colegas dos 5 continentes; 5) Esta conferência apresenta o preço mais reduzido dos últimos anos, incluindo almoços, e adicionalmente não são necessários os custos de deslocação para outros países. ISPA: UMA ASSOCIAÇÃO COM MUITOS PRESIDENTES A Direcção da International School Psychology International é assegurada por 5 psicólogos, utilizando, no entanto, um formato de Direcção pouco habitual em Portugal. Quando alguém é eleito para Presidente apenas tomará posse dois anos após a eleição. Até lá o eleito serve como Presidente-eleito. Outra curiosidade é que quando alguém termina o seu mandato como Presidente, ainda integrará a Direcção como Past President durante mais dois anos. Desta forma, este sistema implica que quando alguém é eleito Presidente irá na verdade integrar a Direcção durante 6 anos, aumentando a estabilidade no corpo directivo. Já o Tesoureiro e Secretário são eleitos para mandatos de 3 anos.

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010

ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010 ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010 Por forma a melhor esclarecer os membros da OA quanto à posição e actuação da Ordem, nos últimos dois

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica DESPACHO DESPACHO /P/51/2010 Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica Considerando que: Nos termos do n.º 4 do artigo 43.º dos Estatutos do Instituto Superior de Engenharia do Porto, homologados

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO Instituto de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Comunicação REGULAMENTO DE ESTÁGIO Mestrado em Ciências da Comunicação Versão revista, aprovada em reunião da Comissão Coordenadora do Departamento

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

REGULAMENTO DE EVENTOS Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor Gabinte Apoio Reitoria

REGULAMENTO DE EVENTOS Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor Gabinte Apoio Reitoria REGULAMENTO DE EVENTOS Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor Gabinte Apoio Reitoria 1.0 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial Página (José João Amoreira)

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais Regimento do Conselho Municipal de Educação de Cascais Índice Natureza e Objetivos 2 Competências 2 Composição 3 Comissão Permanente 4 Presidência 5 Periodicidade 5 Convocação das reuniões 6 Quórum 6 Uso

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004)

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

Braga, 10 de Janeiro de 2011.

Braga, 10 de Janeiro de 2011. Braga, 10 de Janeiro de 2011. Página 1 de 20 INDICE INTRODUÇÃO... 3 Págs. CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE FORMAÇÃO... 10 BALANÇO DAS ACTIVIDADES DEP. FORMAÇÃO.11 PRIORIDADES DE MELHORIA. 15 CONCLUSÃO.. 16

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência

Leia mais

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK,

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

Prémio Inovação em Intervenção Psicológica

Prémio Inovação em Intervenção Psicológica Prémio Inovação em Intervenção Psicológica ABRIL 2015 Índice 03 05 11 1. Programa OPP Inovação em Intervenção Psicológica 1.1. Prémio Inovação em Intervenção Psicológica 1.2. Summer Camp - Inovação em

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

REGULAMENTO Mobilidade Macau

REGULAMENTO Mobilidade Macau Face à parceria estabelecida entre a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e o Instituto de Formação Turística em Macau (IFT Macau) no âmbito da qual são facultadas possibilidades de

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP Aprovado em reunião do Conselho de Administração Executivo da EDP Energias de Portugal, S.A. (EDP) em 25 de Março de 2008 Capítulo I Disposições

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas Centro de Ciências Matemáticas Campus Universitário da Penteada P 9000-390 Funchal Tel + 351 291 705181 /Fax+ 351 291 705189 ccm@uma.pt Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas I Disposições gerais

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

QUERES ENT PARA O MER REGISTO NACIONAL DE MEMBROS ESTUDANTES. Membros Estudantes Os estudantes do último ano do 1.º ciclo, dos cursos

QUERES ENT PARA O MER REGISTO NACIONAL DE MEMBROS ESTUDANTES. Membros Estudantes Os estudantes do último ano do 1.º ciclo, dos cursos REGISTO NACIONAL DE MEMBROS ESTUDANTES Membros Estudantes Os estudantes do último ano do 1.º ciclo, dos cursos de Engenharia registados na OET, podem fazer a sua inscrição na Ordem, na qualidade de membro

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade No passado dia 15 de Novembro, a Share Associação para a Partilha de Conhecimento e a Faculdade de Ciências da Universidade de

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

Regulamento Interno do Centro de Informática e Tecnologias da Informação da Universidade Nova de Lisboa PREÂMBULO

Regulamento Interno do Centro de Informática e Tecnologias da Informação da Universidade Nova de Lisboa PREÂMBULO Regulamento Interno do Centro de Informática e Tecnologias da Informação da Universidade Nova de Lisboa PREÂMBULO Os princípios de orientação do presente regulamento do CITI são os seguintes: 1º Participação

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I Das disposições gerais ARTIGO 1 (Denominação, natureza jurídica e finalidade) O Centro de Biotecnologia,

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES Art. 1º 1. GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 Considerando o Regime de enquadramento das políticas de juventude na Região Autónoma dos Açores, plasmado no Decreto

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001)

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE. (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 21 de Novembro de 2001) REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE (Aprovado na 23ª Reunião

Leia mais

A Comissão de Auditoria e Controlo tem entre outras as seguintes competências:

A Comissão de Auditoria e Controlo tem entre outras as seguintes competências: RELATÓRIO DAS ACTIVIDADES DA COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO DESENVOLVIDAS NO EXERCÍCIO DE 2011 I Introdução O âmbito de actuação da Comissão de Auditoria e Controlo da EDP Renováveis, SA, como Comissão

Leia mais

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obras ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições

Leia mais

Assumir estas tarefas no contexto atual é, sem dúvida, um ato de coragem e de determinação.

Assumir estas tarefas no contexto atual é, sem dúvida, um ato de coragem e de determinação. Discurso do Ministro da Saúde na tomada de posse do Bastonário e Órgãos Nacionais da Ordem dos Farmacêuticos 11 de janeiro de 2013, Palacete Hotel Tivoli, Lisboa É com satisfação que, na pessoa do Sr.

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Saída Profissional: Operador CAD Certificação ao nível do 9º Ano / Nível II Laboral Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma

Leia mais

GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE

GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE Índice ENQUADRAMENTO DESCRIÇÃO DESTINATÁRIOS OBJETIVOS ESTRUTURA E DURAÇÃO AUTOR METODOLOGIA PEDAGÓGICA

Leia mais

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau; REGULAMENTO DO CENTRO DE REFLEXÃO, ESTUDO, E DIFUSÃO DO DIREITO DE MACAU DA FUNDAÇÃO RUI CUNHA CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Reflexão, Estudo, e Difusão do Direito

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VISEU PROPOSTA DE REGULAMENTO 1 Preâmbulo Uma sociedade que quer preparar o futuro tem que criar condições para se proporcionar aos jovens o acesso a uma formação educativa,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA

RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA A Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) promoveu um inquérito online entre 5 de Novembro e 21 de Dezembro de 2009 com o objectivo de auscultar a comunidade

Leia mais

Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro

Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro Regime de constituição e de direitos e deveres das associações de pais e de encarregados de educação Decreto-Lei n.º 372/90 de 27 de Novembro A Lei n.º 7/77, de 1 de Fevereiro, bem como a legislação que

Leia mais

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP Entidade interlocutora: Identificação do Projecto AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça Nº do projecto: 2001/EQUAL/A2/AD/139 Designação do projecto: Área

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"

CICLO DE CONFERÊNCIAS 25 ANOS DE PORTUGAL NA UE Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta

Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta Projeto de acordo do consórcio entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Aberta Anexo à deliberação n.º 31-CG/2015 Documento n.º 32-/2015 Entre: A UNIVERSIDADE DE COIMBRA, pessoa coletiva número

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

Cidadania O ASSOCIATIVISMO O RECENSEAMENTO MILITAR O RECENSEAMENTO ELEITORAL O VOLUNTARIADO

Cidadania O ASSOCIATIVISMO O RECENSEAMENTO MILITAR O RECENSEAMENTO ELEITORAL O VOLUNTARIADO 24 Capítulo 43 2 25 Estudos, Depois Formação da Outros Licenciatura e Trabalho Apoios 5 O ASSOCIATIVISMO O RECENSEAMENTO MILITAR O RECENSEAMENTO ELEITORAL O VOLUNTARIADO 5 Capítulo Capítulo 5 57 O ASSOCIATIVISMO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara: Reunião da Assembleia: Entrada em vigor: CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Lei Habilitante O presente

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento

Leia mais

REGULAMENTO REGULAMENTO DO PRÉMIO COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE ANTÓNIO SÉRGIO 2015

REGULAMENTO REGULAMENTO DO PRÉMIO COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE ANTÓNIO SÉRGIO 2015 REGULAMENTO REGULAMENTO DO PRÉMIO COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE ANTÓNIO SÉRGIO 2015 I. DISPOSIÇÕES GERAIS 1º OBJETO O presente regulamento define o regime de atribuição do prémio Cooperação e Solidariedade

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E CONTAS DE 2010 Relatório de Actividades e Contas do Grupo Regional do Norte 2010 ÍNDICE 1. Introdução 2. Funcionamento do Grupo Regional do Norte 2.1. Período de funcionamento

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo GUIA DO FORMANDO Índice Enquadramento... pág. 3 Descrição do Curso... Destinatários... Objetivos de aprendizagem... Estrutura e Duração do Curso... Autor... Metodologia Pedagógica... Avaliação e Certificação...

Leia mais

P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A

P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A O Pelouro do Apoio à Prática Profissional entendeu estabelecer um

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE EMPRESAS Artigo 1.º Criação A Universidade

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA J U R I S T @ N L I N E CONSULTÓRIO JURÍDICO ON-LINE ******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA Considerando que: 1º A consulta jurídica é feita pelo consultório jurídico JURIST@NLINE, constituído

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1.º Âmbito das iniciativas de apoio a empreendedores emigrantes O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe

Leia mais

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro 1. A Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas tem por objectivo promover, desenvolver e divulgar

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Preâmbulo Os membros do Conselho da Europa signatários da presente Convenção, Considerando que o objectivo do Conselho da Europa é alcançar uma maior unidade

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO

NOTA INFORMATIVA: PORTARIAS 84, 85 E 86/2015 DE 20 DE MARÇO PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO 9 de Abril 2015 Direito do Trabalho PORTARIA N.º 84/2015, DE 20 DE MARÇO Esta Portaria, publicada em 20 de Março passado, vem criar e regulamentar a Medida de Promoção de Igualdade de Género no Mercado

Leia mais

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço:

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: EDITAL N.º 42/2010 ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: Faz público, nos termos da alínea v), do n.º 1, do art. 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO Centro Nacional de Qualificação de Formadores Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 Índice Índice... 2 1. Introdução... 4 1.1.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL Exposição de motivos A necessidade de função de mediação sócio-cultural surgiu da vontade de melhorar a relação entre

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais