Demanda e retração vendedora acentuam reajustes dos nitrogenados

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1 b INFORMATIVO CEPEA - INSUMOS AGRÍCOLAS ANO 04 Demanda e retração vendedora acentuam reajustes dos nitrogenados R$/sc e Os principais produtos intermediários para a formulação de fertilizantes continuaram em alta no mercado internacional em abril. Os sucessivos reajustes deixam produtores em alerta sobre a intensidade dos repasses aos valores domésticos, que também estão subindo. As altas internacionais mais expressivas foram observadas nos preços dos nitrogenados e do fosfatados. As reações dos preços dos produtos nitrogenados estão atreladas à demanda de compradores dos Estados Unidos. Segundo agentes de mercado, normalmente, norte-americanos adquirem fertilizantes nos últimos três meses de cada ano, para utilização no cultivo a partir de março do ano seguinte. Em 2011, com o agravamento da crise na zona do euro, agentes norte-americanos apostaram na queda dos nitrogenados no mercado internacional e prorrogaram a negociação para o primeiro trimestre de Assim, com concentração das compras nos primeiros meses deste ano e menor oferta devido à retração de vendedores, os aumentos de preços foram inevitáveis. Tambéméprecisoconsiderarque,apartirdemaio,ospaísesdaAméricadoSule do sudoeste asiático tendem a intensificar as compras para o ano safra 2012/13, reforçando o suporte aos preços pedidos por vendedores. No caso de potássio, em abril, a companhia canadense Western Postash anunciou que estava em negociação com empresas estatais da China e Índia para novas vendas. Em abril, o preço médio da ureia foi deus$ 480,10/t em Yuzhnyy (Ucrânia), com valorização de 18,8% sobre, retornado ao patamar de novembro de Neste mesmo porto, o nitrato de amônia teve média de US$ 329,10/t, com variação positiva de 7% sobre março. No Golfo do México, o preço médio do sulfato de amônio aumentou para US$ 244,10/t, valor 17,2% maior que o de março. A tonelada do fertilizante líquido UAN (ureia e nitrato de amônia) foi negociada na média de US$ 378,80 nessa, com expressiva alta de 41,8% em relação ao mês anterior. Emabril,opreçomédiodoTSP(Supertriplo)foideUS$460,00/temCasaBlanca (Marrocos), aumento de 2% em relação a março. O preço médio do DAP foi de US$ 513,00/t em Tampa (EUA), reajuste de 1,2% no mesmo período. O preço médio do MAP foi para US$ 546,30/t no Báltico, apreciando-se também em 1,2% deummêsparaoutro. Já o preço médio do potássio continuou estável no mercado internacional em abril, mesmo com o aquecimento da procura por parte de agentes do sudoeste asiático e da América do Sul. O KCl foi negociado em média a US$ 482,50/t no porto Vancouver, mantendo o mesmo valor desde julho de É importante observar também que carregamentos do produto para a China encontram-se a pleno vapor no porto de Vancouver, segundo o Scotiabank Capital. Essas variações dos preços internacionais começam a interferir no mercado brasileiro. Em Mato Grosso, os preços dos principais fertilizantes registraram comportamentos distintos nas duas principais praças de negociações. Enquanto os valores da ureia e potássio subiram e os fosfatados tiveram comportamento misto. Emabril,opreçomédiodaureiafoideR$1.330,54/tnaregiãodeSorriso,altade 15,6% sobre a média de março. Em Rondonópolis, a tonelada da ureia foi negociada a R$ 1.199,20/t, valorização de 11% no mesmo período. ParaoKCl,emSorriso,ovalormédiofoideR$1.343,00,altade7,4%sobreomês anteriores, e em Rondonópolis, de R$ 1.213,10/t, ligeiro aumento de 1,5%. O preço do MAP teve comportamento misto no mês de abril. Na região de Sorriso, o fosfato teve aumento de 7%, sendo negociado a R$ 1.427,48/t. Já em Rondonópolis, o mesmo fosfatado teve média de R$ 1.318,23/t, pequena 140,00 130,00 120,00 110,00 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 - Soja Milho Alg.Int. Alg.Int.Ext. Figura 1 - Preços médios de comercialização de algodão, soja e milho em Mato Grosso retração de 0,93% sobre o mês anterior. Já o super simples registrou alta nas duas localidades pesquisadas. Em Sorriso, o preço médio da tonelada ficou em R$ 742,73, alta de 10,8% em relação ao mês passado. Em Rondonópolis, o mesmo produto foi negociado na importância de R$ 630/t, alta de 3,1% sobre o mês de março. Rentabilidade do sistema soja seguida por milho se aproxima do soja mais algodão No mês de abril, novamente, a rentabilidade da cultura do algodão recuou, ao passo que a da soja cravou resultados nunca antes alcançados no histórico destas análises iniciadas em janeiro/2009. Para o algodão, a perda de rentabilidade é justificada tanto pelo recuo na cotação da pluma quanto pelo aumento significativo do desembolso com fertilizantes nitrogenados. Na soja, a reação dos preços de venda compensou o encarecimento dos insumos. O retorno por real investido no custo total (RRCT) médio das regiões atingiu 31,9% em abril. Enquanto os custos subiram 5,3% de março para abril, as cotações médias reagiram mais de 13%. O reajuste dos preços dos fertilizantes afetou diretamente o custo de produção dos cultivos regionais. Na média, houve variação positiva de 1,9% no custo operacional do algodão safra. Porém, o desembolso com fertilizantes teve acréscimo de 8,8% em Campo Verde de março para abril, de 7,2% em Campo NovodoParecisede6,7%emSorriso. No algodão segunda safra com espaçamento de 0,76 m, os custos com fertilizantes aumentaram 7,9% na média das três regiões mato-grossenses analisadas. Para o algodão adensado, o reajuste dos fertilizantes também esteve porvoltade8%namédiadasregiõesdesorrisoecamponovodoparecis. No milho segunda safra, os fertilizantes também elevaram os desembolsos para a produção em 8,1%. Na soja, além do maior gasto com os fertilizantes, existe o agravante do aumento do desembolso com comercialização e armazenamento, gasto este atrelado ao preço da soja. Por outro lado, os defensivos variaram pouco no mês. Os principais reajustes aconteceram no preço de alguns fungicidas utilizados na soja e no milho. Já os preços de herbicidas e inseticidas seguiram estáveis em abril. Avaliando-se a rentabilidade dos sistemas, para os que contemplam soja antecedendo algodão 0,76 m e algodão adensado, o comportamento foi distinto do obtido pelo sistema que cultiva apenas algodão safra. No sistema soja com algodão 0,76 m, a rentabilidade subiu do patamar médio de 15,1% (março) para 16,9% (abril). Analogamente, o sistema com algodão adensado foi de 1,9% para 4,2%. Claramente, a rentabilidade foi puxada pela melhor remuneração obtida com a comercialização da soja. Já para o algodão safra, a média da rentabilidade sobre o custo total caiu para 5,5% em abril, contra os 7,5% do mês anterior. O RRCT foi positivo em Campo Novo do Parecis (8,9%) e em Campo Verde (9,6%), mas em Sorriso chegou a ser negativo em 1,9%. No sistema soja seguida por milho segunda safra, a rentabilidade passou de 9,1% para 12,8% entre março e abril, também puxada pelo retorno da soja. O milho, isoladamente, teve queda no RRCT médio de 4,4 pontos percentuais. Vale ressaltar que o impacto dos fertilizantes foi maior no milho devido à sua elevada dependência de nitrogenados, que são os fertilizantes que mais subiram no período. Na análise geral, o melhor resultado médio de rentabilidade ainda foi o do sistema soja mais algodão 0,76 m, tanto em termos percentuais quanto monetários: 16,9% sobre o capital investido (custo total) ou margem líquida de R$ 1.114,05/ha. Contudo, o sistema soja mais milho vem apresentando RRCT positivo desde fevereiro (1,5%), atingindo em abril 12,8% para a média das regiões mato-grossenses, aproximando-se do resultado obtido pelo sistema soja comalgodão0,76m asojaéagranderesponsávelporesseaumento. Em suma, como neste estudo se considera que todos os insumos são adquiridos emumúnicomêsequetodaaproduçãoécomercializadanomesmomês,ofato de que cerca de 10% a 20% da produção de soja esperada para a safra 2012/13 emmatogrossojáfoicomercializadaatéomêsdeabrileboapartedosinsumos já estão comprados, a rentabilidade de parte da área já está garantida em um patamar atrativo os produtores. Neste ambiente, do ponto de vista dos vendedores brasileiros, claramente há necessidade de serem aproveitados os atuais níveis de preços e de se negociar antecipadamente, inclusive a safra 2012/13, que será colhida em Porém, dois pontos precisam ser considerados conjuntamente nesta ação: o produtor precisa analisar a relação de troca com insumos os preços de fertilizantes, em especial, tendem a subir no curto prazo e também efetuar operações de compra no mercado futuro (hedge na Bolsa), para aproveitar eventuais novas altas. Caso ele simplesmente deixe de fazer a venda antecipada apostando em novas altas pode, na verdade, não se beneficiar de uma situação que a princípio lhe seria favorável.

2 INFORMATIVO CEPEA - INSUMOS AGRÍCOLAS ANO 04 R$ , % R$ , %, % R$ 8.000, % R$ 7.000, %,00 90 % R$ 5.000,00 75 % R$ 4.000,00 60 %,00 45 %,00 30 %,00 15 % Retorno sobre custo total Receita Líquida Total () 0% -,00-15 % -,00-30 % abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 Algodão () Soja + Algodão 0,76 () Soja + Algodão Adensado () Soja + Milho () Algodão (% CT) Soja + Algodão 0,76 (% CT) Soja + Algodão adensado (% CT) Soja + Milho (% CT) mar-12 abr-12 R$ , % R$ , %, % R$ 8.000, % R$ 7.000, %,00 90 % R$ 5.000,00 75 % R$ 4.000,00 60 %,00 45 %,00 30 %,00 15 % Retorno sobre custo total Receita Líquida Total () Figura 2 - Rentabilidade sobre o Custo Total em Sorriso/MT - as barras relacionam o retorno em e as linhas, em percentagem 0% -,00-15 % -,00-30 % abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 Algodão () Soja + Algodão 0,76 () Soja + Algodão Adensado () Soja + Milho () Algodão (% CT) Soja + Algodão 0,76 (% CT) Soja + Algodão adensado (% CT) Soja + Milho (% CT) mar-12 abr-12 R$ , % R$ , %, % R$ 8.000, % R$ 7.000, %,00 90 % R$ 5.000,00 75 % R$ 4.000,00 60 %,00 45 %,00 30 %,00 15 % 0% -,00-15 % -,00-30 % abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 Algodão () Algodão (% CT) ago-11 set-11 out-11 nov-11 Soja + Algodão 0,76 () Soja + Algodão 0,76 (% CT) dez-11 jan-12 Soja + Milho () fev-12 mar-12 Soja + Milho (% CT) Figura 4 - Rentabilidade sobre o Custo Total em Campo Verde/MT - as barras relacionam o retorno em e as linhas, em percentagem abr-12 Retorno sobre custo total Receita Líquida Total () Figura 3 - Rentabilidade sobre o Custo Total em Campo Novo do Parecis/MT - as barras relacionam o retorno em e as linhas, a percentagem

3 ANO 04 R$ R$ int RB int + ext Figura 5 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão em Sorriso/MT R$ 4,50 R$ 4,00 R$ 3,50 R$ 3,00 R$ 2,50 R$/lp R$ 2,00 R$ 1,50 R$ 1,00 R$ 0,50 R$ 0,00 abr r/10 ma ai/10 jun n/10 ju ul/10 ago o/10 set t/10 out t/10 nov v/10 CO LRV CARP LRV Merc Int. (LRV) Merc Int. + Ext. (LRV) Figura 6 - Custos e receitas unitários (pluma + caroço) - CO, CARP e RB para a produção de algodão em Sorriso/MT dez z/10 jan n/11 fev v/11 mar r/11 abr r/11 ma ai/11 jun n/11 ju ul/11 ago o/11 set t/11 t/11 v/11 z/11 jan n/12 v/12 r/12 r/12 int RB int + ext Figura 7 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão segunda safra 0,76 (NOGM) em Sorriso/MT R$ R$ R$ R$ R$ out nov dez fev mar abr int RB int + ext Figura 8 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão segunda safra adensado (OGM) em Sorriso/MT

4 ANO 04 R$ R$ R$ R$ Figura 9 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja (OGM) em Sorriso/MT R$ R$ R$ Figura 10 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de milho segunda safra em Sorriso/MT R$ int Figura 11 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e algodão segunda safra 0,76 em Sorriso/MT R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ int Figura 12 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e algodão seg. safra adensado em Sorriso/MT

5 ANO 04 R$ R$ R$ Figura 13 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e milho segunda safra em Sorriso/MT R$ R$ R$ R$ 800 R$ 400 R$ 200 Figura 14 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão em Sorriso/MT R$ R$ R$ 900 R$ 450 Figura 15 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão segunda safra 0,76 (NOGM) em Sorriso/MT R$ R$ 900 R$ 450 Figura 16 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão segunda safra adensado (OGM) em Sorriso/MT

6 ANO 04 R$ 350 R$ 200 R$ 100 R$ 50 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos e inoculantes Figura 17 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de soja (OGM) em Sorriso/MT R$ 210 R$ 180 R$ 120 R$ 90 R$ 60 R$ 30 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos Figura 18 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de milho segunda safra (OGM) em Sorriso/MT R$ R$ int RB int + ext Figura 19 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão em Campo Novo do Parecis/MT+ R$ 4,50 R$ 4,00 R$ 3,50 R$ 3,00 R$ 2,50 R$ 2,00 R$ 1,50 R$ 1,00 R$ 0,50 R$ 0,00 R$/lp CO CNP CARP CNP Merc Int. (CNP) Merc Int. + Ext. (CNP) Figura 20 - Custos e receitas unitários (pluma + caroço) - CO, CARP e RB para a produção de algodão em Campo Novo do Parecis/MT

7 ANO 04 int RB int + ext Figura 21 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) do algodão segunda safra 0,76 (NOGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ R$ R$ R$ int RB int + ext Figura 22 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) do algodão segunda safra adensado (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ R$ R$ Figura 23 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ Figura 24 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de milho segunda safra (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT

8 ANO 04 R$ Figura 25 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) da soja e algodão segunda safra 0,76 (NOGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ int int Figura 26 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) da soja e algodao segunda safra adensado em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ a a o n d a a o n d a Figura 27 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e milho segunda safra em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ R$ R$ 800 R$ 400 R$ 200 Figura 28 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão em Campo Novo do Parecis/MT

9 ANO 04 R$ R$ R$ 900 R$ 450 Figura 29 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão segunda safra 0,76 (NOGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ R$ 900 R$ 450 a j j f j j f Figura 30 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão segunda safra adensado (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ 350 R$ 200 R$ 100 R$ 50 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos e inoculantes Figura 31 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de soja (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT R$ 210 R$ 180 R$ 120 R$ 90 R$ 60 R$ 30 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos Figura 32 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de milho segunda safra (OGM) em Campo Novo do Parecis/MT

10 ANO 04 R$ R$ int RB int + ext Figura 33 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão em Campo Verde/MT R$ 4,50 R$ 4,00 R$ 3,50 R$ 3,00 R$ 2,50 R$ 2,00 R$ 1,50 R$ 1,00 R$ 0,50 R$ 0,00 R$/lp CO CVD CARP CVD Merc Int. (CVD) Merc Int. + Ext. (CVD) Figura 34 - Custos e receitas unitários (pluma + caroço) - CO, CARP e RB para a produção de algodão em Campo Verde/MT int RB int + ext Figura 35 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de algodão segunda safra 0,76 (OGM) em Campo Verde/MT R$ R$ R$ R$ R$ Figura 36 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja (OGM) em Campo Verde/MT

11 ANO 04 R$ R$ R$ Figura 37 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de milho segunda safra (OGM) em Campo Verde/MT R$ int Figura 38 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e algodão segunda safra 0,76 em Campo Verde/MT R$ R$ R$ R$ Figura 39 - Custo Operacional (CO), CARP e Receita Bruta (RB) para a produção de soja e milho segunda safra (OGM) em Campo Verde/MT R$ R$ R$ R$ 800 R$ 400 R$ 200 Figura 40 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão em Campo Verde/MT

12 ANO 04 R$ R$ R$ 900 R$ 450 Figura 41 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de algodão segunda safra 0,76 (OGM) em Campo Verde/MT R$ 350 R$ 200 R$ 100 R$ 50 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos e inoculantes Figura 42 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de soja (OGM) em Campo Verde/MT R$ 210 R$ 180 R$ 120 R$ 90 R$ 60 R$ 30 Herbicidas Inseticidas Fungicidas Outros químicos Figura 43 - Custo com defensivos agrícolas para a produção de milho segunda safra em Campo Verde/MT

13 ANO 04 Custo Operacional e Total das culturas em Sorriso/MT () Itens Algodão (a) Algodão seg. safra 0,76 (b) Algodão seg. safra adensado (c) Soja (d) Fertilizantes 1.047, , ,85 819,13 932,50 996,40 551,91 600,99 653,63 311,91 333,80 356,82 Herbicidas 361,34 384,62 384,50 350,07 368,54 367,73 188,19 222,72 222,07 43,10 54,98 54,74 Inseticidas 688,79 707,64 696,08 603,30 623,04 614,49 496,35 537,43 535,01 78,42 73,89 73,77 Fungicidas 130,32 136,32 133,39 77,38 80,80 79,22 91,12 97,09 93,90 78,00 74,31 74,39 DMR (Desf./Mat./Regulador) 141,22 133,81 133,81 131,48 124,70 124,70 141,22 133,81 133,81 Outros químicos 3,88 4,67 4,78 3,88 4,67 4,78 3,88 4,67 4,78 6,36 7,67 7,83 Semente 39,64 44,85 46,40 47,57 53,82 55,68 110,99 125,58 129,92 182,25 171,00 191,25 Serviço terceirizado 140,00 140,00 140,00 140,00 140,00 140,00 Diesel 261,64 265,83 265,94 225,34 228,94 229,04 243,11 247,00 247,10 42,49 43,17 43,19 Manut. Maq e Equip. 261,99 261,99 261,99 242,68 242,68 242,68 283,00 283,00 283,00 48,63 48,63 48,63 Frete 29,00 33,40 37,70 M. de Obra 242,69 276,98 276,98 209,01 238,54 238,54 225,50 257,36 257,36 39,41 44,98 44,98 Armaz/Benef 1.056,62 806,81 806,67 929,82 709,99 709,87 803,97 627,49 627,39 107,61 122,85 139,59 Tributos de comercialização 312,96 174,88 174,75 275,40 153,90 153,78 206,55 115,42 115,34 65,25 79,33 85,50 Seguro 17,02 17,02 17,02 15,74 15,74 15,74 19,10 19,10 19,10 3,90 3,90 3,90 Assit. Técnica 25,09 26,54 27,03 21,47 22,88 23,30 17,61 18,92 19,30 16,61 17,05 17,91 Financ. de capital de giro 431,51 456,48 464,87 369,31 393,62 400,72 302,93 325,42 332,00 110,89 114,28 120,40 Custo operacional 5.162, , , , , , , , , , , ,60 Custo Total 5.766, , , , , , , , , , , ,90 Fonte: Cepea Custo Operacional e Total das culturas em Sorriso/MT () Itens Milho (e) Sistema (d)+(b) Sistema (d)+(c) Sistema (d)+(e) Fertilizantes 262,54 313,90 337, , , ,22 863,82 934, ,45 574,45 647,70 693,91 Herbicidas 38,51 52,31 52,63 393,17 423,52 422,47 231,29 277,70 276,81 81,61 107,29 107,37 Inseticidas 58,71 50,83 50,85 681,72 696,93 688,26 574,77 611,33 608,78 137,13 124,72 124,61 Fungicidas 14,25 15,12 14,56 155,38 155,11 153,61 169,12 171,40 168,29 92,25 89,43 88,95 DMR (Desf./Mat./Regulador) 131,48 124,70 124,70 141,22 133,81 133,81 Outros químicos 10,24 12,34 12,61 10,24 12,34 12,61 6,36 7,67 7,83 Semente 274,00 282,00 282,00 229,82 224,82 246,93 293,24 296,58 321,17 456,25 453,00 473,25 Serviço terceirizado 17,00 17,00 17,00 140,00 140,00 140,00 17,00 17,00 17,00 Diesel 50,09 50,89 50,91 267,82 272,11 272,22 285,60 290,16 290,29 92,58 94,06 94,10 Manut. Maq e Equip. 67,43 67,43 67,43 291,31 291,31 291,31 331,63 331,63 331,63 116,06 116,06 116,06 Frete 86,16 97,10 96,01 29,00 33,40 37,70 29,00 33,40 37,70 115,16 130,50 133,71 M. de Obra 46,46 53,03 53,03 248,42 283,52 283,52 264,91 302,34 302,34 85,87 98,00 98,00 Armaz/Benef 0,00 0,00 0, ,43 832,84 849,46 911,58 750,34 766,98 107,61 122,85 139,59 Tributos de comercialização 30,83 34,74 34,35 340,65 233,22 239,28 271,80 194,75 200,84 96,08 114,07 119,85 Seguro 5,06 5,06 5,06 19,64 19,64 19,64 22,99 22,99 22,99 8,95 8,95 8,95 Assit. Técnica 16,24 17,71 18,17 38,08 39,93 41,21 34,22 35,97 37,21 32,85 34,76 36,08 Financ. de capital de giro 115,87 126,77 129,59 480,21 507,90 521,12 413,82 439,71 452,40 226,76 241,05 250,00 Custo operacional 1.083, , , , , , , , , , , ,28 Custo Total 1.630, , , , , , , , , , , ,90 Fonte: Cepea Custo Operacional e Total das culturas em Campo Novo do Parecis/MT () Algodão (a) Algodão seg. safra 0,76 (b) Algodão seg. safra adensado (c) Soja (d) Itens Fertilizantes 879,00 952, ,24 685,52 750,43 772,15 586,24 637,14 685,78 332,08 343,74 367,07 Herbicidas 379,97 407,54 414,31 262,86 275,01 279,32 221,84 282,11 282,50 36,67 42,71 42,91 Inseticidas 695,13 782,08 782,23 554,19 648,98 625,77 472,83 565,46 572,66 59,28 71,80 73,38 Fungicidas 121,80 111,44 111,44 79,35 68,87 60,60 60,90 55,72 55,72 89,60 104,03 107,61 DMR (Desf./Mat./Regulador) 135,49 138,32 145,48 85,95 84,69 87,79 63,26 58,74 60,17 Outros químicos 5,76 7,48 7,93 5,76 7,48 7,38 5,76 7,48 7,93 11,24 14,20 15,06 Semente 113,24 124,19 127,44 83,24 94,19 93,67 276,49 312,83 323,64 154,05 155,35 156,65 Serviço terceirizado 50,00 50,00 50,00 50,00 50,00 50,00 370,00 370,00 370,00 0,00 0,00 0,00 Diesel 212,48 212,48 213,03 193,05 193,05 192,79 105,10 105,10 105,37 33,87 33,87 33,96 Manut. Maq e Equip. 222,43 222,43 222,43 197,13 197,13 197,13 82,70 82,70 82,70 44,25 44,25 44,25 Frete 33,50 38,25 43,46 M. de Obra 372,10 424,67 424,67 338,07 385,83 385,83 184,05 210,05 210,05 59,32 67,70 67,70 Armaz/Benef 1.141,11 891,01 890,97 968,24 762,90 650,44 848,45 682,02 683,01 121,96 139,23 158,20 Tributos de comercialização 340,73 192,97 192,94 292,05 165,41 172,46 223,66 126,67 126,65 67,79 81,89 88,69 Seguro 17,29 17,29 17,29 17,29 17,29 17,29 17,29 17,29 17,29 4,11 4,11 4,11 Assit. Técnica 23,91 25,74 26,39 19,01 20,67 20,64 18,22 20,15 20,67 16,41 17,55 18,17 Financ. de capital de giro 397,53 428,12 438,91 316,18 343,68 343,28 302,97 335,16 343,79 106,49 114,23 118,74 Custo operacional 5.107, ,80 Custo Total 5.651, ,52 Fonte: Cepea 5.085, , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,80

14 ANO 04 Itens Fertilizantes Herbicidas Inseticidas Fungicidas DMR (Desf./Mat./Regulador) Outros químicos Semente Serviço terceirizado Diesel Manut. Maq e Equip. Frete M. de Obra Armaz/Benef Tributos de comercialização Seguro Assit. Técnica Financ. de capital de giro Custo operacional Custo Total Fonte: Cepea 252,86 87,33 22,76 42,75 250,00 37,49 58,70 79,97 65,65 34,74 4,50 16,35 111, , ,28 Custo Operacional e Total das culturas em Campo Novo do Parecis/MT () Milho (e) Sistema (d)+(b) Sistema (d)+(c) 290,04 93,73 87,84 299,53 26,01 47,18 266,00 37,49 58,70 93,15 74,92 40,47 4,50 26, , ,17 720,78 84, ,15 322,03 717,54 532,11 637,26 50,03 168,95 172,90 176,48 150,50 159,75 163,33 266,00 58,70 92,10 74,92 40,01 4,50 17,00 21,68 22,99 237,29 249,54 254,09 430,54 468,18 480,29 50,00 241,38 33,50 397, ,20 359,84 21,40 50,00 226,92 241,38 38,25 453,53 902,13 247,30 21,40 50,00 227,51 241,38 43,46 918,32 258,51 980, ,85 574,45 647,70 693,91 324,82 58,74 370,00 138,97 126,95 126,95 126,95 38,25 453,53 243,37 277,75 277,75 922,39 254,07 21,40 17,88 18,31 35,42 38,22 39,36 123,13 313,93 37,59 125,66 422,67 457, ,06 471,12 17,00 138,97 33,50 970,41 291,45 21,40 409, ,45 21,68 821,25 208,56 841,21 215,34 81,61 137,13 92,25 456, , , , , , , , , , , ,30 613,46 85,95 226,92 317, ,06 88, ,33 63,26 370,00 34,63 21,40 37,71 449,39 325,41 646,04 60,17 22,99 370,00 139,33 6,36 17,00 92,58 116,06 43,46 115,16 21,40 38,85 462, , ,99 85,87 107,61 96,08 8,95 32, ,60 Sistema (d)+(e) 107,29 124,72 89,43 7,67 17,00 94,06 130,50 107,37 124,61 88,95 7,83 453,00 473,25 98,00 122,85 8,95 34,76 17,00 94,10 116,06 116,06 133,71 98,00 139,59 114,07 119,85 8,95 36,08 226,76 241,05 250, , , , ,90 Itens Fertilizantes Herbicidas Inseticidas Fungicidas DMR (Desf./Mat./Regulador) Outros químicos Semente Serviço terceirizado Diesel Manut. Maq e Equip. Frete M. de Obra Armaz/Benef Tributos de comercialização Seguro Assit. Técnica Financ. de capital de giro Custo operacional Custo Total Fonte: Cepea Custo Operacional e Total das culturas em Campo Verde/MT () Algodão (a) Algodão seg. safra 0,76 (b) Soja (d) Milho (e) 942, , ,48 746,43 799,63 867,79 410,75 416,22 435,95 387,81 435,76 473,12 342,43 366,67 367,37 219,03 231,93 231,31 44,71 48,05 47,46 58,54 62,57 62,68 659,54 672,00 681,06 596,46 605,28 613,88 89,77 86,04 85,82 41,15 33,30 34,46 174,40 177,99 173,55 174,40 177,99 173,55 111,83 115,58 115,80 49,73 53,00 52,62 126,68 144,62 146,32 135,60 154,45 156,16 18,76 17,50 17,50 18,76 17,50 17,50 9,46 9,02 9,12 8,04 7,50 7,50 64,43 71,85 74,05 119,85 135,61 140,29 117,00 111,50 116,00 266,75 330,00 330,00 45,00 45,00 45,00 45,00 45,00 45,00 233,05 234,92 236,59 189,91 191,44 192,80 50,52 50,93 51,29 46,83 47,21 47,54 247,15 247,15 247,15 206,65 206,65 206,65 68,63 68,63 68,63 66,29 66,29 66,29 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 30,57 35,15 39,92 82,67 89,39 82,16 291,78 333,00 333,00 95,11 108,55 108,55 63,25 72,19 72,19 58,63 66,91 66, ,89 911,99 911, ,79 810,65 810,33 114,78 131,04 148,89 331,81 190,51 190,17 294,94 169,34 169,04 72,52 87,85 95,28 38,03 41,12 37,80 15,99 15,99 15,99 15,99 15,99 15,99 5,53 5,53 5,53 4,90 4,90 4,90 62,91 66,48 68,48 50,94 53,48 55,07 19,32 19,56 20,05 19,68 22,05 22,82 307,59 325,03 334,84 249,09 261,49 269,26 97,45 99,09 101,91 104,29 116,56 119, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,51 Fertilizantes Herbicidas Inseticidas Fungicidas DMR (Desf./Mat./Regulador) Outros químicos Semente Serviço terceirizado Diesel Manut. Maq e Equip. Frete M. de Obra Armaz/Benef Tributos de comercialização Seguro Assit. Técnica Financ. de capital de giro 346,54 360,58 371,18 215,18 230,84 240,03 Custo operacional Custo Total Fonte: Cepea Custo Operacional e Total das culturas em Campo Verde/MT () Sistema (d)+(b) Sistema (d)+(e) Itens 1.157, ,85 263,73 279,98 686,22 691,32 286,23 135,60 28,22 236,85 45,00 240,43 247,11 45,00 35,15 180, ,58 941,69 256,29 275,28 275,28 275,28 114,92 30,57 158,36 367,46 21,52 70, ,47 293,57 242,37 278,77 154,45 156,16 26,52 257,19 264,32 21,52 73, ,74 26,62 45,00 39,92 111,67 180,73 21, , , ,01 699,70 119,57 289,35 244,09 699,72 101,64 127,73 14,40 449,00 89,32 98,04 959,22 107,61 103,28 8,80 75,11 36, , , , ,55 769,56 117,55 107,20 127,32 15,17 501,00 90,37 114,92 122,79 111,89 122,85 120,45 8,80 39, , ,20 139,59 8,80 40, ,41 829,94 117,42 108,22 127,01 15,33 521,25 90,73 114,92 119,86 111,89 123, , % 150 % 135 % 120 % 105 % 90 % 75 % 60 % 45 % 30 % 15 % 0 % -15 % -30 % -45 % -60 % Rentabilidade sobre Custo Total em Campo Verde (% CT) abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 set-10 out-10 nov-10 dez-10 jan-11 fev-11 mar-11 abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 Algodão Soja + Algodão 0,76 Soja + Milho

15 ANO % 150 % 135 % 120 % 105 % 90 % 75 % 60 % 45 % 30 % 15 % 0 % -15% -30% -45% -60% abr-10 mai-10 jun-10 Rentabilidade sobre Custo Total em Sorriso (% CT) jul-10 ago-10 set-10 out-10 nov-10 dez-10 jan-11 fev-11 mar-11 Algodão Soja + Algodão 0,76 Soja + Algodão adensado Soja + Milho abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr % 150 % 135 % 120 % 105 % 90 % 75 % 60 % 45 % 30 % 15 % 0 % -15% -30% -45% -60% Rentabilidade sobre Custo Total em Campo N. Parecis (% CT) abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 set-10 out-10 nov-10 dez-10 jan-11 fev-11 mar-11 Algodão Soja + Algodão 0,76 Soja + Algodão adensado Soja + Milho abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 Itens Fertilizante MAP Fertlizante KCl Fertilizante uréia Fertilizante sulfato de amônio Fertilizante Herbicida glifosato genérico (480) Herbicida 2,4 D (800) Herbicida cletodim (240) Inseticida metomil (215) Inseticida lambda-cialotrina (250) Inseticida acefato (750) Inseticida lambda-cialotrina (106) + tiametoxam (141) Inseticida cipermetrina genérico (250) Inseticida carbosulfano (400) Fungicida azoxistrobina (200) + ciproconazol (80) Fungicida epoxiconazol (50) + piraclostrobina (133) Fonte: Cepea s/c - sem cotação Relação de troca de algodão por insumos de pluma 10,68 6,51 Sorriso 7,78 22,21 22,71 7,56 0,19 Campo Novo do Parecis 26,71 27,27 11,32 26,27 27,92 20,98 18,52 0,04 0,12 0,14 0,04 8,07 20,45 22,95 8,23 6,78 Campo Verde 21,69 7,53 18,96 0,13 0,05 0,10 0,25 0,27 0,11 0,29 0,33 0,10 1,06 2,26 2,33 s/c 3,00 8,56 24,48 25,57 8,59 23,33 25,63 8,83 23,91 25,32 7,99 0,06 0,84 1,87 2,00 0,13 0,38 0,40 0,13 0,37 0,41 0,13 0,35 0,39 0,75 23,52 1,71 0,10 0,33 0,41 0,22 1,63 0,68 0,63 17,32 20,51 0,49 1,32 1,38 0,45 1,27 1,43 0,78 1,88 2,01 0,60 20,00 0,22 1,80 2,06 6,72 0,06 0,40 s/c s/c 0,43 0,22 2,00 19,49 0,24 0,12 0,39 s/c 0,10 0,37 0,41 0,66 0,63 1,11 2,01 1,29 11,54 0,06 0,78 0,42 26,41 27,84 20,92 23,10 17,23 17,74 1,88 1,11 21,58 0,13 0,21 0,24 0,23 0,56 1,36 1,58 s/c 1,41 0,22 0,12 0,63 1,75 0,22 0,11 0,68 0,25 1,56 0,74 2,01 1,29 METODOLOGIA: Para o cálculo do custo de produção neste informativo, foram utilizados os coeficientes técnicos da safra 2010/11. Esses coeficientes técnicos foram coletados a campo pela equipe Cepea-Esalq/USP, com a técnica de coleta de dados chamada de painel, em agosto de Neste sistema, o levantamento das informações do custo é realizado através de reuniões entre pesquisadores, técnicos e produtores na região de referência. No painel, conjuntamente os agentes discutem e procuram desenhar um sistema típico de produção de determinada localidade. Todos os passos do custo são detalhados: desde equipamentos, coeficientes técnicos, quantidade e preços pagos. O critério de custo de produção utilizado no estudo foi o do Custo Total. Por este critério estão computados como itens de custo os custos variáveis (insumos, mãode-obra, combustíveis e manutenção de equipamentos), o custo do financiamento do capital de giro, mais a depreciação de máquinas e equipamentos e o custo de estocagem. Também é acrescentada a remuneração de fatores fixos diversos. Os custos analisados são segregados em dois grupos. O primeiro trata-se do Custo Operacional (CO), que inclui os gastos principalmente com insumos variáveis. Posteriormente, adicionam-se os valores de depreciação de máquinas e equipamentos, a remuneração do capital investido e custo da terra, obtendo-se o Custo Total (CT) da atividade. Para computar a depreciação e o custo de oportunidade do capital fixo, foi avaliado o Custo Anual de Reposição do Patrimônio (CARP). Observe que nos gráficos onde constam os custos operacionais e totais, também há a representação da Receita Bruta (RB) por hectare, sinalizando o nível de rentabilidade, positiva ou negativa.

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