D.4 RELATÓRIO FINAL, VERSÃO REVISTA CORRIGIDA

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1 1. RESUMO Existe um amplo reconhecimento da importância do desenvolvimento profissional contínuo (DPC) e da aprendizagem ao longo da vida (ALV) dos profissionais de saúde. O DPC e a ALV ajudam a assegurar que a prática profissional está atualizada, contribuem para melhorar os resultados dos pacientes e aumentam a confiança do público nas profissões. As interpretações nacionais do DPC oferecem uma visão enriquecedora de diferentes abordagens e oportunidades atuais para a identificação de recomendações e melhores práticas na UE. Este estudo, financiado ao abrigo do Programa de Saúde da UE, inclui um mapeamento e análise únicos do desenvolvimento profissional contínuo e da aprendizagem ao longo da vida para médicos, enfermeiros, dentistas, parteiras e farmacêuticos nos 28 países-membros da UE e nos países da EFTA. Descreve o contexto político do tema, analisa a literatura disponível e ilustra os resultados de um inquérito europeu e de um workshop especialista, além de apresentar uma visão geral das iniciativas da UE e a nível europeu no DPC. O estudo identifica as recomendações políticas para fortalecer o intercâmbio de cooperação e melhores práticas a nível europeu, destacando a necessidade de envidar esforços que permitam um DPC a todos os profissionais de saúde, incluindo a abordagem das principais barreiras identificadas, sendo estas a falta de tempo e de recursos. As recomendações também pedem mais investigação sobre DPC e a sua relação com a segurança e qualidade dos cuidados prestados ao paciente.

2 2 2. SUMÁRIO EXECUTIVO Existe um crescente interesse político no Desenvolvimento Profissional Contínuo (DPC) e na Aprendizagem ao Longo da Vida (ALV) para profissionais de saúde na UE. O DPC e o ALV ajudam a assegurar que a prática profissional está atualizada, contribuem para melhorar os resultados dos pacientes e aumentam a confiança do público nas profissões. As interpretações nacionais do DPC oferecem uma visão enriquecedora de diferentes abordagens e oportunidades atuais para a identificação de recomendações e melhores práticas na UE. Neste contexto, um consórcio constituído pelo Conselho de Dentistas Europeus (CED), a Federação Europeia de Associações de Enfermeiros (EFN), a Associação Europeia de Parteiras (EMA), a Aliança Europeia de Saúde Pública (EPHA) e o Grupo Farmacêutico da União Europeia (PGEU), liderado pelo Comité Permanente de Médicos Europeus (CPME), foi contratado pela Comissão Europeia e financiado pelo Programa de Saúde da UE para levar a cabo um estudo de 12 meses para avaliar e mapear o DPC e a ALV para cinco profissões de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas, parteiras e farmacêuticos)1 nos 31 países da UE/EEE/EFTA. O estudo é o primeiro a ser desenvolvido em conjunto por dentistas, médicos, enfermeiros, parteiras e farmacêuticos e a permitir uma abordagem multiprofissional para discutir o DPC. Lançado em outubro de 2013, o estudo tem como objetivos: Fornecer um relato preciso, abrangente e comparativo dos modelos, abordagens e práticas de DPC para os profissionais de saúde, além de descrever a forma como são estruturados e financiados na UE-28 e nos países da EFTA/EEE; e Facilitar um debate entre as organizações representativas dos profissionais de saúde e os decisores políticos e órgãos reguladores e profissionais para partilhar informações e práticas sobre o desenvolvimento profissional contínuo (DPC) de profissionais de saúde e para refletir sobre os benefícios da cooperação europeia neste domínio para bem dos pacientes da Europa. A nível da UE, o papel do DPC para ajudar a proteger a segurança do paciente no contexto da mobilidade transfronteiriça foi abordado em diversos diplomas legais: entre outros, na Recomendação do Conselho sobre a segurança dos pacientes, incluindo a prevenção e o controlo de infeções associadas aos cuidados de saúde, na Diretiva 2011/24/UE relativa ao exercício dos direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços e, mais recentemente, na Diretiva 2013/55/UE que altera a Diretiva 2005/36/CE relativa ao reconhecimento das qualificações profissionais, segundo a qual "os Estados-Membros devem ( ) assegurar, através do fomento do desenvolvimento profissional contínuo, que os profissionais de saúde ( ) possam atualizar os seus conhecimentos, aptidões e competências para manter um desempenho seguro e eficaz". Este estudo baseia-se numa análise da literatura, que estabelece um contexto e um glossário de termos-chave; um inquérito pan-europeu às autoridades competentes e/ou organismos profissionais a nível nacional, abordando a estrutura, a governança, a implementação, os acordos financeiros, o conteúdo e as perspetivas futuras. A metodologia também inclui pesquisas sobre as iniciativas a nível europeu relacionadas com o DPC para os profissionais de saúde. Estes resultados foram apresentados num workshop técnico com a participação de 60 especialistas de toda a Europa. Definição de DPC do estudo "A manutenção sistemática, o aperfeiçoamento e a aquisição e/ou reforço contínuos dos conhecimentos, aptidões e competências ao longo da vida dos profissionais de saúde. É fundamental para preencher as necessidades dos pacientes, da prestação de serviços de saúde e da aprendizagem profissional individual. O termo reconhece não só as competências amplas necessárias à prática da prestação de cuidados de alta qualidade, mas também o contexto multidisciplinar dos cuidados prestados ao paciente".

3 3 O DPC é uma obrigação ética de todos os profissionais de saúde para garantir que a sua prática profissional está atualizada e pode contribuir para melhorar os resultados dos pacientes e a qualidade dos cuidados prestados. Os resultados do estudo reafirmam a importância do DPC e da ALV para profissionais de saúde, tanto em termos do desenvolvimento profissional como pessoal. Os sistemas de DPC em toda a Europa são altamente complexos e mostram diferentes abordagens em todas profissões e países. Não há evidências que sugiram que um sistema é preferível a outro. Há uma variação considerável no DPC entre países e profissões da área da saúde, com sistemas obrigatórios e voluntários e ministração formal e informal de DPC, por vezes paralelamente, dependendo do país e da profissão. As abordagens nacionais, por exemplo, no que respeita à (auto) regulamentação de uma profissão, são refletidas na governança e nas estruturas de DPC e ALV. O desenvolvimento da política de DPC é muitas vezes uma competência partilhada, com as organizações profissionais e os ministérios da saúde a assumirem um papel primordial. Para efeitos deste estudo, a definição de DPC obrigatório e voluntário é a seguinte: O DPC é obrigatório para todos os profissionais que exercem num país. A definição de DPC obrigatório não inclui os casos em que a exigência de DPC é estabelecida por outro organismo, por exemplo, uma associação profissional 1 ou um empregador. A definição de DPC voluntário é a ausência de requisitos obrigatórios e inclui casos em que o DPC é de facto obrigatório para uma parte da profissão (membros de uma associação profissional, profissionais que trabalham no sistema de saúde obrigatório ou outros requisitos relacionados com o empregador), independentemente de existirem ou não diretrizes profissionais em vigor para a profissão em questão. Um quadro de DPC voluntário pode coexistir com um sistema de DPC obrigatório. Não existem estruturas formais de DPC e a participação em atividades de DPC fica ao critério do profissional individual. Esta é a situação menos comum registada. A distinção entre DPC obrigatório e voluntário pode, em certa medida, ser artificial dado que ambas as categorias englobam muitas modalidades. O DPC obrigatório pode ser baseado numa exigência claramente definida, às vezes diretamente ligada à revalidação2, ou pode ser apenas uma obrigação geral, caso em que pode não ter força de lei. Existem também exemplos de quadros de DPC voluntário, em que as associações profissionais estabelecem os seus próprios requisitos de DPC para os seus membros, resultando numa participação no DPC de uma percentagem significativa da profissão. DPC OBRIGATÓRIO O modelo de requisitos de DPC obrigatório é o sistema mais comum em todas as profissões. Porém, existem diferenças acentuadas entre os países: requisitos de DPC obrigatório para todas as cinco profissões foram constatados em apenas um terço de todos os países. O cumprimento e a execução dos requisitos de DPC obrigatório variam em termos dos intervenientes envolvidos no entanto, os organismos profissionais com competência regulamentar desempenham um papel importante para todas as cinco profissões. As consequências do não cumprimento também variam significativamente, desde a perda da licença para exercer 1 Quando a filiação numa associação profissional não é obrigatória para todos os profissionais.

4 4 a profissão com suspensão temporária até à ausência de consequências automáticas, passando por diversas sanções. DPC VOLUNTÁRIO Cerca de metade de todos os entrevistados indicaram que existe um quadro de DPC voluntário no seu país. As suas estruturas formais e governança muitas vezes são menos exigentes do que os requisitos de DPC obrigatório. As ferramentas como incentivos positivos são mais frequentemente utilizadas. A fiscalização varia desde a monitorização por órgãos profissionais com competência regulamentar a nenhuma estrutura formal de monitorização. As consequências do não cumprimento dos quadros de DPC voluntário, se existirem, são geralmente menos restritivas. Em muito poucos casos, os resultados mostram que não existem estruturas formais de DPC para uma determinada profissão; o que significa que não existe um sistema ou orientação nacional para os profissionais. Neste caso, a ética profissional e os interesses individuais, e potencialmente as indicações dos empregadores, são os fatores determinantes para participar em atividades de DPC. CONTEÚDO E MINISTRAÇÃO DE DPC Para a maioria das profissões, está registado que os organismos profissionais e as sociedades científicas são os fornecedores mais frequentes de atividades de DPC. Para os médicos e, especialmente, para os farmacêuticos, o sector privado muitas vezes desempenha um papel importante no fornecimento de DPC. O desenvolvimento de conteúdos de atividades de DPC corresponde, em grande parte, aos órgãos representativos dos prestadores de atividades de DPC. As especialidades médicas ou empregadores exigem muitas vezes que os profissionais de saúde acompanhem o conteúdo prescrito das atividades de DPC. Ficou provado que a forma mais comum de ministração de DPC é através de conferências, simpósios, palestras ou seminários. O e-learning ou a aprendizagem baseada na Web foi classificado como a terceira forma mais frequente de ministração. ACREDITAÇÃO A acreditação de atividades de DPC é mais comum em toda a Europa do que a acreditação de prestadores de DPC. Existem ainda diferenças significativas no que respeita aos detalhes de funcionamento dos sistemas de acreditação. A acreditação é, na maior parte, mas nem sempre, obrigatória, em particular para as atividades formais de DPC e em sistemas com requisitos de DPC obrigatório. Além disso, a competência para a acreditação varia, com muitos sistemas a partilharem a competência entre vários órgãos, enquanto as organizações profissionais e os organismos profissionais com competência regulamentar são as entidades de acreditação mais frequentes. Os critérios mais comuns para a acreditação são a duração de uma atividade, o cumprimento das orientações profissionais e os resultados da aprendizagem. Cobram-se taxas, de acordo com a maioria dos entrevistados, com grandes variações quanto ao montante. FATORES FINANCEIROS Para todas as profissões, a forma mais frequente de financiamento das atividades de DPC é através das taxas cobradas aos profissionais participantes. Dependendo da profissão, as organizações profissionais, os empregadores ou o sector privado também são importantes fontes de financiamento. Para mais de metade de todos os entrevistados dos 31 países, existem orientações ou códigos de conduta para garantir a transparência e independência do DPC. Muitas vezes, essas orientações e códigos de conduta estão incorporados nos códigos dos órgãos profissionais. Há também diferentes regras no que diz respeito à participação em atividades de DPC no tempo de trabalho pago. Existe a noção de que o DPC pode contribuir para a segurança do paciente; no entanto, até agora, a investigação sobre essa relação é limitada. O DPC é apenas um dos muitos fatores que contribuem para alcançar uma cultura de segurança do paciente.

5 5 O DPC é encarado como uma ferramenta para melhorar a segurança do paciente, embora o conceito deva ser entendido como englobando vários fatores para além do DPC. Há pouca investigação que aborde essa relação. Embora existam atividades sobre a segurança do paciente disponíveis para todas as profissões, não é obrigatório que os profissionais as sigam na maioria dos casos. No entanto, a oferta de atividades de DPC sobre a segurança do paciente provou estar a aumentar na maioria dos países. Em todos os países, os profissionais indicam o peso dos custos e a falta de tempo como as principais barreiras ao acesso às atividades de DPC. Existe um amplo consenso de que os custos de acesso às atividades de DPC, na maioria das vezes suportados pelos próprios profissionais, bem como o tempo que deve ser aplicado em atividades de DPC, são vistos como barreiras. Os fatores contextuais, como a disponibilidade de assistência financeira para o custo do DPC ou até que ponto o DPC pode ser seguido dentro do horário de trabalho, diferem substancialmente, às vezes até mesmo dentro de uma profissão num país, devido a fatores como o contexto do exercício da profissão e o empregador. Outras barreiras indicadas menos frequentemente incluem a falta de motivação ou de incentivos, bem como as barreiras técnicas ao acesso a atividades de DPC, como a escassez de atividades ou a distância geográfica. Num pequeno número de casos, mas especialmente para os dentistas, não há barreiras registadas. A cooperação europeia para a troca de experiências e de boas práticas é amplamente saudada por proporcionar uma mais-valia para o fortalecimento dos sistemas nacionais de DPC. Existe um consenso geral de que a cooperação europeia pode proporcionar uma mais-valia através do intercâmbio de boas práticas, também para beneficiar os sistemas nacionais e para aumentar a transparência no contexto da mobilidade transfronteiriça. A cooperação entre países em matéria de DPC e de ALV já acontece, conforme demonstrado pelo volume significativo de reconhecimento transfronteiriço de atividades de DPC, apesar de as modalidades de reconhecimento diferirem entre os países, profissões e atividades. Está demonstrado que as iniciativas europeias em matéria de DPC e ALV, também para além do sector da saúde, têm um grau variável de aceitação e impacto nos sistemas nacionais de DPC no apoio à cooperação transfronteiriça. Os mecanismos de apoio financeiro a nível da UE podem facilitar as atividades de DPC, por exemplo, através do desenvolvimento de módulos de formação comuns ou de investigação sobre o impacto das abordagens educacionais ao DPC e o seu efeito na qualidade dos cuidados prestados. As iniciativas existentes a nível da EU para melhorar a transparência entre os sistemas nacionais de educação e formação indicam que também pode ser possível alcançar maior transparência no contexto do DPC, com o objetivo de melhorar a dimensão transfronteiriça do DPC. Também é sugerida a cooperação europeia para apoiar o intercâmbio de boas práticas. As diferenças entre os sistemas nacionais de DPC, contudo, também exigem que as iniciativas a nível da UE sejam de natureza voluntária. As pesquisas futuras devem expor as ligações entre o DPC e os resultados dos pacientes e analisar a evolução para estabelecer tendências. Há uma relativa escassez de pesquisa sobre o impacto do DPC nos resultados da segurança e assistência ao paciente e na prática clínica e profissional. Assim, recomenda-se mais pesquisa sobre as relações entre os diferentes tipos de DPC e os resultados da prática. Além disso, o breve perfil apresentado no presente estudo poderia ser acompanhado no futuro para estabelecer tendências e explorar questões decorrentes da pesquisa, como, por exemplo, as áreas preferenciais para a cooperação europeia. Recomendações O relatório completo expõe 22 recomendações para ajudar a fortalecer o DPC nos Estados-Membros e a promover a cooperação europeia em cinco áreas:

6 6 Relativamente às estruturas e tendências do DPC, as recomendações destacam a necessidade de todas as partes interessadas, incluindo as autoridades competentes e os empregadores, reconhecerem a importância do DPC e de se permitir que todos os profissionais de saúde possam seguir um DPC adequado às suas necessidades e interesses. Olhando para as barreiras e incentivos ao DPC, a necessidade de apoio sistémico e organizacional para os profissionais, em termos da alocação de tempo para o DPC no planeamento da força de trabalho e do pessoal e da garantia de que os custos do DPC não serão proibitivos, é identificada como uma responsabilidade partilhada, em que os empregadores, as organizações profissionais e os ministérios da saúde têm um papel a desempenhar ao lado do profissional. Recomenda-se também fazer uso de ferramentas de aprendizagem flexíveis e garantir que o DPC seja relevante para a prática diária dos profissionais de saúde, de modo a melhorar o acesso e a motivação. Relativamente à relação entre a segurança do paciente e o DPC, recomenda-se que a segurança do paciente esteja sempre consagrada na educação e formação dos profissionais e apoiada pelo ambiente de trabalho. É também benéfico abordar especificamente as questões de segurança do paciente em atividades específicas de DPC. Em termos dos sistemas de acreditação, as recomendações sugerem que o papel dos profissionais de saúde na acreditação do DPC é fundamental. Propõe-se também que os sistemas de acreditação evoluam no sentido de serem cada vez mais baseados nos resultados. Com relação ao papel da cooperação europeia no DPC, recomenda-se a promoção do debate político e o intercâmbio de boas práticas e experiências através de estruturas a nível da UE, bem como o financiamento da investigação, por exemplo, sobre a relação entre o DPC e a qualidade dos cuidados ou as oportunidades de as estruturas voluntárias a nível da UE apoiarem o reconhecimento transfronteiriço de DPC. Principais medidas Devem ser envidados todos os esforços para garantir que os profissionais de saúde em todos os Estados- Membros possam realizar atividades de DPC, em conformidade com a obrigação dos Estados-Membros no âmbito da revisão da diretiva relativa ao reconhecimento das qualificações profissionais. Os Estados-Membros devem adotar medidas para fazer face aos principais obstáculos ao DPC: tempo, recursos humanos e custos. Deve haver mais investigação sobre o impacto e os sistemas do DPC dos profissionais de saúde, em particular no que respeita à relação entre o DPC e a segurança do paciente, a qualidade dos cuidados prestados e os resultados dos pacientes. Quaisquer recomendações da UE em matéria de previsões e planeamento da força de trabalho na área da saúde devem tomar em linha de conta o DPC para evitar que a escassez de pessoal impeça os profissionais de prosseguirem o seu DPC. A Comissão Europeia deve disponibilizar ao público as informações sobre o DPC dos profissionais de saúde recolhidas no âmbito da diretiva relativa ao reconhecimento das qualificações profissionais. A Comissão Europeia deve utilizar as plataformas existentes para o intercâmbio das melhores práticas em matéria de DPC, ou seja, o Grupo de Coordenadores e o Grupo de Trabalho de Planeamento de Recursos Humanos da Saúde da UE. As organizações profissionais devem ser envolvidas.

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