ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D

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1 ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D 1. DESAFIOS de formular uma política pública 2. Programa Start-Up Brasil 3. Ação de Atração de Centros Globais de P&D JOSE HENRIQUE DE L. C. DIEGUEZ BARREIRO 28 de abril de 2015 Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Atribuição-Sem Derivações-Sem Derivados CC BY-NC-ND

2 DESAFIOS DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PONTOS FORTES Competências nas universidades, centros de pesquisas e empresas Gama de instrumentos de apoio à P&D Empresas com recursos disponíveis para a inovação PONTOS FRACOS Visão estratégica sobre o papel da inovação no contexto empresarial Definição clara sobre o Papel do Estado no apoio a Inovação Foco no mercado interno

3 DESAFIOS DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA = NEGÓCIO INVESTIMENTOS EM ACESSO A MERCADO, PRODUÇÃO, RECURSOS HUMANOS interesse das empresas custo x risco = retorno do investimento. INVESTIMENTOS EM ENSINO SUPERIOR & PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA baixo interesse das empresas custo e risco. ATIVIDADE ECONÔMICA APOIADA PELO DOMINIO DA TECNOLOGIA 100% EMPRESA EMPRESA + ESTADO O PROTAGONISMO É DA EMPRESA

4 DESAFIOS DE UMA POLÍTICA PÚBLICA VOLTADA PARA A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTRATÉGIAS DO GOVERNO PARA ESTIMULAR A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA MARCO REGULATÓRIO (Lei da Inovação) COMPRAS PÚBLICAS (poder de compra) NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA FINANCIAMENTO/APOIO AS ATIVIDADES DE P&D INCUBADORAS, ACELERADORAS E PARQUES TECNOLÓGICOS PROJETOS DE PESQUISA TECNOLÓGICA PROJETOS COOPERATIVOS SISTEMA NACIONAL DE C&T + I GERAÇÃO DE SPINOFF = STARTUP PATENTES E OUTRAS FORMAS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL GERAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SINERGIAS ENTRE PESQUISADORES TESTE, EXPERIMENTAÇÃO, TROCA DE EXPERIÊNCIAS E DESCOBERTAS COM POTENCIAL DISRUPTIVO OPORTUNIDADES! UNIVERSIDADE & EMPRESA PAPEL DE CADA UM?

5

6 Brasil, o mercado de TI do presente e do futuro 2,5 milhões de profissionais de TI 197,3 milhões de conexões de banda larga 2,4% do mercado mundial de TI (SSW) 4º mercado mundial de PCs 47,4% da América Latina 281,7 milhões de celulares 4º mercado mundial de celulares (70.3 mi/vend) 105 milhões de usuários de Internet 70 Mi de usuários no Facebook 3º 41,2 Mi de usuários no Twitter 2º 19 milhões de usuários do Linkedln 3º 17,6 milhões no Skype Crescimento do setor em média 10% ao ano Fontes: ABES (2014); ANATEL (2014); BRASSCOM (2013), FGV (2014), FORBES (2014); TELECO (2015), STATISTA.COM (2015); IDC BRASIL (2015); TELEBRASIL (2015); LINKEDIN (2015).

7 TI como instrumento de inovação tecnológica Influencia na produtividade de vários setores AÇÃO DO industriais, no comércio e nos serviços PROGRAMA TI MAIOR TI não deve ser pensada apenas como uma atividade meio (inovação de processo) pode (e deve) ser um vetor de inovação tecnológica (inovação de produto)

8 VISÃO INTEGRADA TI Maior

9 ATRAÇÃO DE CENTROS GLOBAIS DE P&D P&D PARA INOVAÇÃO EM SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI BRASIL PLATAFORMA GLOBAL EXPORTAÇÃO INFRAESTRUTURA P&D P&D COOPERATIVO RECURSOS HUMANOS EXPLORAÇÃO DO POTENCIAL TECNOLÓGICO DO PAÍS

10 CENTROS DE P&D Proposta Projeto que caracterize um Programa de Investimentos em P,D&I para a área de Software e Serviços de TI Conjunto de atividades de P&D que levem ao desenvolvimento e comercialização de produtos (software), processos e serviços. Cooperação Nacional e Internacional Contrapartida spinoff Universidades Qualificação Estratégia de pesquisa Equipe Propriedade intelectual Inovação Sinergia Pesquisa & Desenvolvimento Temas Emergentes Bolsas Impacto Programa de Pesquisa Pesquisadores Ecossistema Institutos de pesquisa

11 CENTROS DE P&D R$ 7 M CNPq + R$ 21,8M Contrapartida Investimento privado - 4 anos ( ) R$ 1 bilhão IT

12 ALGUNS PONTOS POSITIVOS IDENTIFICADOS ATÉ O MOMENTO: AÇÃO Existem DO projetos cooperativos com universidades PROGRAMA Doutores TI e mestres envolvidos nos projetos MAIOR Patentes advindas de pesquisas Variados modelos de Centros Publicações de artigos

13

14 Problema & Oportunidade As tecnologias desenvolvidas no Brasil têm dificuldade em se transformar em negócios e depois acessar o mercado. Muitos projetos guardam foco excessivo na resolução de desafios tecnológicos, em detrimento de atenção às necessidades de mercado e perdem o timing de mercado. Os projetos enfrentam dificuldades comerciais em acessar clientes. Há pouca competência nas atividades de comercialização. Investidores reclamam da baixa qualidade dos projetos, em especial no que se refere ao modelo de negócios e aspectos mercadológicos. Empreendedores com pouca bagagem na gestão de negócios. Foco excessivo na tecnologia. Tecnologias que viram produtos sem apelo de mercado, ou sem o devido preparo. Modelos de negócios pouco adequados. Incubadoras = 60% dos projetos relacionados a TIC. Abertas a qualquer tipo de negócio/tecnologia Não basta conferir recursos as startups. Estas também precisam de conhecimento sobre negócios, saber como adequar os produtos e serviço para o mercado e finalmente acesso a mercado. Fontes: Endeavor, 2013 e MCTI (Nota Técnica que justifica o Start-Up Brasil)

15 O PROGRAMA O programa funciona por edições com duração de um ano. Cada edição são lançadas 2 chamadas públicas, 1 para qualificar aceleradoras, e 1 para a seleção de startups com rodadas semestrais. Welcome Aboard marca a chegada de uma nova turma de startups O processo de aceleração acontece nas aceleradoras e dura de 4 meses a 1 ano. Demo Day marca a graduação de uma turma.

16 MAIS DO QUE BOLSAS Uma parceria PÚBLICA PRIVADA para fomentar o empreendedorismo digital no Brasil ECOSSISTEMA

17 Até R$ 200 mil em bolsas Acesso as melhores aceleradoras Visto para estrangeiros Hubs internacionais em São Francisco, Nova Iorque & Singapura Networking, Acesso ao mercado e US$ 500K+ em benefícios de parceiros Demo Days nacional e internacional

18 START-UP BRASIL EM NÚMEROS ACELERADORAS seleções realizadas 80% NACIONAIS PROPOSTAS 20% INTERNACIONAIS STARTUPS seleções realizadas (4 turmas) (5%~6%) 183 STARTUPS APOIADAS

19 O PROGRAMA: ACELERADORAS 3 REGIÕES 7 ESTADOS 17 ACELERADORAS Em 2015 entram: (SP) (PE)

20 MS 01 MS 01 CE 02 PA RN GO 06 DF 04 SP 55 BA 04 MG 21 ES 03 RJ 18 AL 04 PE 14 PB ESTADOS PR 05 RS 13 SC 04

21 RECONHECIMENTOS Case apresentado na Coréia do Sul em 2014 Programa do governo da cidade de Buenos Aires com aceleradoras, inspirado no Start-Up Brasil Eleito em 2013 e 2014 uma das iniciativas que mais contribuíram para o ecossistema de startups do Brasil Programa citado como exemplo de boa prática internacional no quesito Acesso a investimento de estudo elaborado pela Ernst&Young sobre empreendedorismo para a juventude. 21

22 Aproximação dos empreendedores e empresas nascentes a potenciais clientes e investidores; ACELERADORAS DE EMPRESAS* SELEÇÃO DE STARTUPS DE ALTO POTENCIAL Seleção de candidatas fundamentada em critérios de competitividade, projeto, processos e serviços; Acompanhamento e aconselhamento, por tempo determinado, nos aspectos técnicos, jurídicos e mercadológicos. APROXIMAÇÃO DE CLIENTES E INVESTIDORES ACELERADORA ACOMPANHAMENTO E ACONSELHAMENTO INVESTIMENTO FINANCEIRO EM TROCA DE % Investimento financeiro inicial nos projetos selecionados; *Fonte: inciso II do Art. 3º. da portaria MCTI/721/2012.

23 ESTRATÉGIAS DO MCTI PARA INCENTIVAR A INOVAÇÃO EM TI: Startups e Centros de P&D Muito obrigado! JOSE HENRIQUE DE L. C. DIEGUEZ BARREIRO Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 28 de abril de 2015

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