INSTITUIÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS NOMES DOS AUTORES

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1 INSTITUIÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS NOMES DOS AUTORES O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA: UM ESTUDO DE CASO DO PÓLO MOVELEIRO DE MARCO CE LOCAL 2005

2 2 NOME DOS AUTORES O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA: UM ESTUDO DE CASO DO PÓLO MOVELEIRO DE MARCO CE Trabalho de Final de Curso apresentado ao Programa de Graduação em Administração de Empresas, como requisito para a conclusão da disciplina de... Orientador: Prof. Orientador Local, 2005

3 Dedicatória: À... 3

4 AGRADECIMENTOS 4

5 5 Resumo: O avanço das mudanças tecnológicas, em particular da Tecnologia da Informação (TI), associado ao processo de globalização tem contribuído para que as empresas consigam vantagem competitiva num mercado em constante evolução. Em se tratando de Logística, procurar-se-á identificar as ferramentas da Tecnologia da Informação que foram colocadas no mercado nos últimos anos e que proporcionaram melhorias no desenvolvimento das atividades logísticas do setor moveleiro. No entanto, o processo de informação nem sempre consegue atingir os objetivos esperados e um estudo dos problemas enfrentados neste segmento torna-se fundamental. O presente artigo tem como objetivo entender como a Tecnologia da Informação é utilizada no setor moveleiro, onde foram estudadas as indústrias localizadas na cidade de Marco CE. Para tanto, foram levantados dados disponíveis sobre o setor no município, além de ter sido realizadas visitas e entrevistas em cinco empresas. Os dados coletados permitiram concluir que as empresas reconhecem a importância da TI em seus processos, mas na prática o seu uso é precário. Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Setor moveleiro, Logística.

6 6 LISTA DE QUADROS QUADRO 1. TAMANHO DAS EMPRESAS DE ACORDO COM O NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS QUADRO 2. COMPOSIÇÃO DE AMOSTRA DA PESQUISA....61

7 7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1.. AS VARIÁVEIS AMBIENTAIS E A LOGÍSTICA...30 FIGURA 2. AS ATIVIDADES LOGÍSTICAS O NÍVEL DE SERVIÇO ALMEJADO...37 FIGURA 3. A INTEGRAÇÃO LOGÍSTICA FIGURA 4. CADEIA PRODUTIVA DO SETOR MOVELEIRO...52

8 8 SUMÁRIO 1.Introdução CONTEXTUALIZAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos PRESSUPOSTOS DA PESQUISA JUSTIFICATIVAS ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Tecnologia da Informação EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONCEITO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A TI E SEUS IMPACTOS NAS ORGANIZAÇÕES Logística e suas atividades A LOGÍSTICA E A COMPETITIVIDADE CONCEITO DE LOGÍSTICA AS ATIVIDADES DA LOGÍSTICA O FLUXO DE INFORMAÇÕES LOGÍSTICAS Tecnologia da Informação aplicada à Logística A indústria moveleira A INDÚSTRIA MOVELEIRA NO BRASIL A INDÚSTRIA MOVELEIRA DO CEARÁ O PÓLO MOVELEIRO DE MARCO-CE Metodologia PROBLEMÁTICA E OBJETIVO PRESSUPOSTOS...55

9 9 6.3.CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Planejamento Coleta de informações Tratamento das informações Redação dos relatórios de estudo de caso ESCOLHA DAS EMPRESAS PARTICIPANTES Apresentação dos resultados CASO 1 (E1) CASO 2 (E2) CASO 3 (E3) CASO 4 (E4) CASO 5 (E5) Considerações finais...74 Referências Bibliográficas...76 Apêndice Protocolo de pesquisa...82

10 10 1.Introdução O mundo está cada vez mais se tornando um mercado global. As fronteiras geográficas há muito não limitam mais a atuação de empresas consideradas globais. Apesar dos grandes avanços nas últimas décadas, o jogo ainda não terminou. Gerentes e administradores devem estar preparados para os novos desafios que ainda estão por vir (DORNIER et al, 2000). As mudanças deste ambiente têm revelado uma guerra até então nunca vista nos meios empresariais. Em busca da vantagem competitiva, empresas desenvolvem estratégias cada vez mais elaboradas, que envolvem técnicas complexas de avaliação do ambiente e das potencialidades para prevalecer frente à concorrência (CHRISTOPHER, 1997). Como se fosse um campo de batalhas, administradoresgenerais, movem suas tropas, desenvolvem novos armamentos e estudam os adversários para atacar e se defender da melhor maneira possível. Na guerra pela busca da competitividade, as empresas focaram suas atenções em estratégias voltadas para a área de marketing, finanças e produção, o que é normal, uma vez que estas áreas são responsáveis pela fabricação e venda dos produtos e serviços. Contudo, essa abordagem deixa de reconhecer a importância das atividades que se intercalam entre o momento da produção e a compra do produto. Estas atividades, mais conhecidas como operação ou Logística, afetam decisivamente a eficiência e eficácia das demais áreas (DORNIER et al, 2000). Se a Logística de uma empresa não é satisfatória, todo esforço da produção e do marketing pode ter sido em vão (CHRISTOPHER, 1999). Em se tratando de um ambiente globalizado e de constantes mudanças, as operações logísticas têm se

11 11 tornado cada vez mais complexas, mais onerosas, sofisticadas e mais importantes sob o ponto de vista estratégico (FLEURY, 1999). O momento da posse do produto, ou seja, aquele em que o cliente decide levar o produto para casa é, sem dúvida alguma, o mais importante. Este momento é decisivo, pois determina se a empresa reverterá ou não seus esforços em lucros. Estima-se que 85% das decisões de levar um produto sejam tomadas no local de compra (DWEK, 2004) e sua falta no ponto de venda fará com que o cliente prefira, na maioria das vezes, o produto do concorrente (CHRISTOPHER, 1997). Portanto, se essa posse não for concretizada, as possibilidades de comprometer a lucratividade da empresa são enormes (CHRISTOPHER, 1999). É pensando neste aspecto que as empresas têm investido de forma crescente no ponto de venda, fazendo com que o produto certo chegue ao cliente no lugar certo, na hora certa (CHRISTOPHER, 1997). Fazer isso não é uma tarefa fácil e requer dos profissionais de Logística algumas técnicas complexas que possibilitem o gerenciamento dos dois fluxos básicos: o de materiais e o de informações (BOWERSOX e CLOSS, 2001). Alguns autores consideram também o fluxo monetário como parte da amplitude de atuação da Logística (CAVANHA FILHO, 2001). Em se tratando do fluxo de materiais, a empresa precisa desenvolver estratégias para posicionar corretamente seus estoques ao longo da cadeia, definindo níveis de estoque, políticas de suprimentos, estrutura de armazenagem e distribuição (BOWERSOX e CLOSS, 2001). Por outro lado, o fluxo de informações faz com que as necessidades sejam conhecidas em um prazo menor, facilitando todo o planejamento logístico (CHOPRA e MEINDL, 2003). Alguns autores e estudiosos têm defendido que o gerenciamento da informação tem sido tão ou mais importante que o gerenciamento de materiais. A frase

12 12 substituir estoques por informações tem sido levada a sério pelas empresas que buscam níveis de competitividade acima da média do mercado (CHRISTOPHER, 1999). Porém, para que isso ocorra, a Tecnologia da Informação, mais conhecida por TI, exerce um papel determinante, pois ela é base para que as informações fluam de forma ágil e eficaz. Sem os aplicativos de TI, a troca de informações seria limitada ao papel (NAZÁRIO, 1999). As aplicações de TI na Logística são várias, e engloba tanto os equipamentos como os sistemas de informações. Combinadas, o uso destas tecnologias permite o gerenciamento integrado e eficiente os estoques, armazéns, transporte, processamento de pedidos, compras e manufatura (FLEURY et al, 2000). Apesar disso, observa-se uma imensa dificuldade no gerenciamento destas informações. Mais especificamente com relação à Logística, este cenário não se modifica, pois atividades como compras, administração de estoques e distribuição de mercadorias, são pontos importantes em qualquer empresa, e gerenciá-los bem significa a sobrevivência do negócio. 1.2.Contextualização O Ceará é o principal produtor de móveis da região Nordeste, com 335 indústrias concentradas em três pólos: Fortaleza, Marco e Bela Cruz. Com consumo per capita relativamente baixo, de US$ 1,25 mil projetado para 2004, o Estado ocupa a nona posição tanto no ranking nacional de potencial de consumo, quanto no que mede o poder de compra para mobiliário e artigos do lar (MÜLLER, 2004). A cidade de Marco, a 220 Km de Fortaleza, é hoje um dos maiores pólos moveleiros do Ceará, sendo um dos mais qualificados do Norte e Nordeste. Hoje

13 13 operam na região aproximadamente 13 empresas, entre pequenas, médias e grandes, que juntas compõem a estrutura do setor no município, gerando cerca de empregos e respondendo por aproximadamente 70% da arrecadação de ICMS local (ANDRADE, 2003). Os empresários do setor afirmam que o desenvolvimento tecnológico é uma preocupação, dentre as demais existentes. As empresas do setor têm detectado fraquezas neste aspecto e têm tentado reverter a situação, com planos e ações estratégicas no sentido de modernizar o parque tecnológico. É verdade que a tecnologia de ponta custa muito caro e que a maioria das empresas não teria condições de obter tais recursos ao preço cobrado. Porém, é sabido também que uma empresa subdesenvolvida tecnologicamente não consegue sobreviver, seja pela baixa eficiência, seja pela baixa capacidade de processar informações que permita a tomada de decisão (ALBERTIN, 2004). Na Logística, a informação é um dos recursos mais importantes. Neste aspecto, a substituição da informação impressa pela informação eletrônica trouxe um grande avanço para a área de operações, pois pedidos que antes eram passados através de papel hoje são informados via comunicação à distância, as informações sobre o andamento do pedido podem ser monitoradas através da Internet, as informações de estoques dos clientes podem ser monitorados via EDI, dentre outros exemplos. O avanço da TI nos últimos anos vem permitindo às empresas a executar operações até então inimagináveis (FLEURY et al, 2000).1.3.Caracterização do Problema Apesar da TI ser um recurso necessário para as operações logísticas de qualquer empresa, em especial do setor moveleiro, a grande pergunta que se faz neste sentido é:

14 14 Como as empresas do setor moveleiro têm utilizado a Tecnologia da Informação em seus processos logísticos? 1.4.Objetivos Objetivo Geral O presente trabalho tem como objetivo avaliar o uso da Tecnologia da Informação nos processos logísticos das indústrias do setor moveleiro, localizado na cidade de Marco - CE, identificando as ações implementadas no desenvolvimento de suas atividades e apresentando sua caracterização com ênfase nas transformações recentes, sobretudo a partir dos anos Objetivos Específicos Além do objetivo principal, esta pesquisa procurou: 1. Conhecer melhor o setor moveleiro, em especial no estado do Ceará, com ênfase na cidade de Marco. 2. Levantar as principais aplicações de TI nestas empresas, com ênfase nas operações. 3. Identificar os princpais problemas enfrentados por estas empresas no processo de adoção de tecnologias como um todo e, em especial, na área de Logística.

15 Pressupostos da pesquisa A pesquisa partiu dos seguintes pressupostos: As empresas do pólo moveleiro de Marco-Ce faz pouco uso da TI nos seus processos logísticos. O principal problema na adoção de tecnologias está na falta de cultura e preparo dos profissionais que gerenciam estas empresas. 1.6.Justificativas A Tecnologia da Informação é fator preponderante para que as empresas permaneçam competitivas no mercado atual e na busca incessante de soluções inovadoras, no sentido de agilizarem todos os seus ciclos produtivos. A era da produção em massa chegou ao fim, inicia-se o processo de mecanização, evoluíndo para máquinas de controles numéricos atingindo a era dos sistemas flexíveis e da integração de sistemas de informações (DI SÉRIO e DUARTE, 2002). A indústria moveleira sempre se caracterizou por ser composta predominantemente de médias e pequenas empresas e por se concentrarem em aglomerações locais. Caracteriza-se também por seu baixo dinamismo tecnológico e por ter produção voltada a mercados internos e regionais, sendo raras as empresas que atuam no mercado externo, somente as que são classificadas como de grande porte. Foi justamente esta questão que estimulou esta pesquisa. Realizar um estudo que permitisse avaliar dentro de um ambiente propício à capacitação de setores

16 16 industriais um novo padrão de competição e como a Tecnologia da Informação influenciava na evolução das atividades nos processos logísticos. Acredita-se, desde o ponto de vista logístico, que os fundamentos desta pesquisa estão somente se iniciando, pois existem pontos ligados à Tecnologia da Informação que merecem estudo mais aprofundado. Tem-se no pólo moveleiro, localizado na cidade de Marco CE, um caminho desafiante a ser percorrido e explorado mais detalhadamente, pois é um campo vasto de informações que servirá de modelo para novas pesquisas exploratórias. 1.7.Organização do trabalho Pretende-se através desta pesquisa avaliar o grau de utilização da TI, com ênfase nas operações das empresas fabricantes de móveis que estão localizadas no pólo moveleiro de Marco-CE. Estruturação do trabalho: O primeiro capítulo, destina-se a apresentação da pesquisa em sua parte introdutória, contendo: contextualização, caracterização do problema, objetivos (geral e específicos), pressupostos da pesquisa, justificativa e organização do trabalho. No segundo capítulo abordar-se-á o tema sobre a Tecnologia da Informação, descrevendo sua história, evolução e desenvolvimento, dando ênfase à sua importância e ao papel que desempenha no mundo dos negócios. No terceiro capítulo, são expostos os conceitos, funções, processos e objetivos da Logística, suas atividades e aplicativos.

17 17 No quarto capítulo destacam-se as principais ferramentas tecnológicas e como os sistemas de informações funcionam como elos que ligam as atividades logísticas em um processo integrado, combinando hardware e software para medir, controlar e gerenciar os processos. O quinto capítulo é composto de uma explanação sobre a indústria moveleira no Brasil e no Ceará, abordando seus aspectos econômicos e sua representatividade na indústria de transformação do país. O sexto capítulo descreve a metodologia utilizada na presente pesquisa, sendo compota dos seguintes itens: problemática e objetivos, pressupostos, classificação da pesquisa, procedimentos metodológicos (planejamento, coleta, tratamento e redação) e escolha das empresas participantes. No sétimo capítulo, está inserida a apresentação dos resultados: estudo de caso desenvolvido nas empresas pesquisadas sobre o tema específico sobre o uso da Tecnologia da Informação na Logística. O oitavo capítulo, composto pelas considerações finais, apresenta a conclusão da pesquisa, enfatizando-se o objetivo do estudo e sua caracterização diante da realidade constatada sobre o tema abordado.

18 18 2.Tecnologia da Informação Sendo a informação o centro de todo o processo, é fundamental saber usá-la de forma estratégica, pois o sucesso empresarial passa a depender da capacidade da empresa de administrar sua base informacional e aproveitar as oportunidades de diferenciação que a Tecnologia da Informação oferece (MARTENS e FREITAS, 2002). Estar presente na rede hoje significa, no mínimo, estar ciente e conhecedor que a tecnologia definirá grande parte das estratégias do futuro. Para uma empresa que pretende manter sua posição no mercado e avançar para a obtenção de excelência competitiva, este posionamento é fundamental (NAZARIO, 2002). A organização da empresa deve ser combinada com a TI para refletir todos os componentes da visão estratégica (estratégias de negócios, de organização de tecnologias), bem como o alinhamento e integração destes, considerando os fatores ambientais. O uso da TI permite que as cooperações estabelecidas no ambiente empresarial possam ter uma dimensão global, o que supera os limites de tempo e distância entre as organizações parceiras, ou entre a empresa e o cliente (WALTON, 1999). O alinhamento estratégico mostra a idéia de integração em um nível mais alto de gestão, a qual ocorre através da adequação dos objetivos da Tecnologia da Informação e dos objetivos da competência fundamental do negócio, obtendo-se vantagem competitiva (BRODBECK e HOPPENS, 2002). A grande maioria das empresas tem focado suas operações de maneira a atingir um nível de competitividade que permita a sobreviver inseridas em um mercado

19 19 caracterizado pelas exigências de qualidade, variabilidade e rapidez dos produtos e serviços, sem que isso corresponda a um respectivo aumento de preços. Dessa forma, as empresas têm se conscientizado de que não será mais possível atingir esse nível de exigência de forma isolada. Ao invés disso, têm-se organizado de forma coordenada para atuarem como se fosse uma única empresa, unindo habilidades e neutralizando deficiências (RICARTE, 2003). Em síntese, a vantagem competitiva decorre de novos empreendimentos baseados em TI, o que sugere uma possível relação entre a implantação de projetos de TI e o aumento de competitividade empresarial. Entre os projetos de TI se destacam atualmente os projetos de sistemas de informações que transcendem os limites das empresas, isto é, aqueles que conectam as empresas com clientes e fornecedores (MORENO, 2000). O presente capítulo tem como objetivo apresentar, de forma genérica, a influência da TI como uma vantagem competitiva, para, em seguida, restringir-se à sua evolução. 2.1.Evolução da Tecnologia da Informação A evolução da Tecnologia da Informação tornou possível um meio global de comunicação com total disponibilidade de informações, juntamente com o estabelecimento de uma nova fronteira digital, para caminhar na direção de uma economia globalizada (DI SÉRIO e DUARTE, 2001). Não há dúvida da participação da Tecnologia da Informação nos processos que viabilizaram o fenômeno da globalização em diversos setores. Dentre os benefícios originados desta contribuição, é possível citar a redução de distância e o

20 20 desconhecimento gradativo de fronteira nacionail e regional entre empresas, e agentes culturais e econômicos de naturezas diversas (JAMIL, 2001, p.144). A importância da informação e o processo de globalização são os principais fatores responsáveis pelo crescimento do mercado de TI, a qual pode ser decisiva para o sucesso ou o fracasso de uma empresa, contribuindo para que uma organização seja ágil, flexível e forte (ALBERTIN, 2000). Estas transformações são na verdade uma evolução natural no sentido de se adaptarem às mudanças de um mercado cada vez mais competitivo. Porém, a partir de 1960, o mercado começou a mudar, pois até então os recursos eram limitados e os custos elevados (LAMBERT, 1999). Os computadores não supriam as necessidades de modo satisfatório e exigiam mão-de-obra especializada, devido à complexidade de seus programas. Nos anos 70 e 80, os equipamentos tornaram-se mais acessíveis, e houve acentuada queda nos preços (BOAR, 1999). Surgem de forma rudimentar, os microcomputadores, os quais permitiram melhor integração entre os usuários e os especialistas em TI, abrindo caminhos para novas descobertas tecnológicas. Definitivamente os microcomputadores ganharam espaço e tornaram-se popularizados, devido ao preço e à capacidade de armazenamento de informações (LAURINDO, 2002). O principal propósito de coletar, manter e manipular os dados dentro da empresa é tomar decisões, abrangendo desde o estratégico até o operacional. Estas atividades foram conduzidas informalmente por vários anos, mas, com a disponibilidade de computadores de alta velocidade, que possuem capacidade de armazenagem de dados cada vez maior, os procedimentos em torno do manuseio de dados tornaram-se mais estruturados (BALLOU, 2001, p.109). Nas tecnologias de entrada, dos cartões e

21 21 fita de papel perfurado, chegou-se ao teclado, ao escaneamento ótico, e, mais recentemente, ao reconhecimento de voz e de caligrafia. Nas tecnologias de saída, dos relatórios impressos, evoluiu-se para as exibições de textos e gráficos em vídeo até os hipertextos multimídia (COSTA e SIQUEIRA, 2002). No software, da linguagem de máquina passou-se por diversas gerações, tendendo ultimamente às linguagens naturais e às orientadas a objetos. Softwares de uso geral como processador de textos, planilha eletrônica, gerenciadores de banco de dados e softwares de apresentação foram disponibilizados, bem como surgiu uma diversidade de outros orientados a negócios específicos (BOAR, 1999). Novos sistemas operacionais e programas para gerenciamento de redes locais tornaram-se populares e mais fáceis de serem utilizados. Gerenciadores de banco de dados com novas funções e armazenando dados não estruturados já estão presentes no mercado (DOLCI et al, 2004). Mas surgiu a necessidade de se ter uma visão global deste fluxo. Somente na década de 90, o desenvolvimento tecnológico avançou significativamente e a TI venceu os obstáculos criando novas alternativas, dentre as quais uma ferramenta que revolucionou a história da informatização: a Internet (LAURINDO, 2002, p.28-31). Durante os anos 90 e até os dias atuais, o desenvolvimento da Tecnologia da Informação e a expansão da Internet em todo o planeta têm sido, sob diversas perspectivas, de fundamental importância. Não há dúvida de que no futuro a época atual será lembrada com a mesma intensidade que, por exemplo, a época da Revolução Industrial, alavancada pela máquina a vapor. Guardadas as devidas proporções, o computador e a Internet são certamente a máquina a vapor dos dias atuais (PIRES, 2004, p.46).

22 Conceito de Tecnologia da Informação alguns autores. O conceito de Tecnologia da Informação destaca-se nas concepções de Tecnologia da Informação é todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar e ou processar dados e ou informações, tanto de forma sistêmica como esporádica, quer esteja aplicada no produto, quer esteja aplicada no processo (CRUZ, 2003, p.26). Pode-se ainda definir que a Tecnologia da Informação é a preparação, coleta, transporte, recuperação, armazenamento, acesso, apresentação e transformação de informações em todas as suas formas, voz, gráficos, texto, vídeo e imagem. (BOAR, 1999, p.76). Por sua vez, o conceito de Tecnologia da Informação (TI) é mais abrangente do que os de dados, sistema de informação, engenharia de software, informática ou conjunto de hardware e software, pois também envolve aspectos humanos, administrativos e organizacionais (LAURINDO, 2002, p.19). A TI é o conjunto de recursos não-humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação de informação, e à maneira pela qual esses recursos são organizados em um sistema capaz de desempenhar um conjunto de tarefas. A TI também inclui tecnologias de conexão (redes), comunicação de dados, voz e imagens não diretamente ligadas a sistemas de informação (MEIRELES, 1994). Independentemente dos Sistemas, as informações empresariais são tratadas de acordo com a cultura, filosofia e políticas da empresa. Estas três questões estão presentes formal ou informalmente em todas as empresas (REZENDE, 2002).

23 23 Hoje, o maior desafio da TI é desenvolver sistemas de informação que promovam melhorias estratégicas referentes a como uma organização auxilia o trabalho de seus funcionários, a execução de suas tarefas, a utilização de tecnologias apropriadas, de acordo com a sua cultura e estrutura organizacional (LUNARDI et al., 2002). A Tecnologia da Informação é usada como recursos tecnológicos e computacionais para a geração e uso da informação e está fundamentada nos seguintes componentes (CORNACHIONE JÚNIOR, 1993, p.11): Hardware: dispositivos e periféricos (parte física do computador: entrada, processamento, armazenagem e saída de dados); Software: parte lógica que dirige, organiza e controla os recursos de hardware; Sistemas de telecomunicações (transmissão de sinais por um meio qualquer, de um emissor para um receptor); gestão de dados e informações (dados necessários para a execução de atividades). A missão de uma unidade de Tecnologia da Informação é conduzir o processo de informatização das empresas de acordo com a missão empresarial e seus objetivos, estabelecendo e gerindo as políticas, estratégias, gestão e formas de atuação da unidade de Tecnologia da Informação (RESENDE e ABREU, 2003, p.160). Gerir é decidir o que fazer, apesar da incerteza, da grande diversidade e da enorme quantidade de informações potencialmente relevantes. Somente a Tecnologia da Informação disponível não basta para gerir as empresas nesta época de mudanças contínuas. O administrador bem sucedido de hoje será o administrador da mudança. Esta reestruturação deverá ocorrer com toda simplicidade na era da informação (BERTOLUCCI e YOSHITAKE, 2002).

24 24 Para que essa reestruturação seja bem sucedida abandona-se o modelo de comando e controle tradicional em relação à maior parte dos elementos estratégicos, projetando assim o modelo que enfatiza como as pessoas decidem o que deve ser feito. A corporação que está surgindo agora está sendo projetada em torno de um esqueleto: a informação. As empresas devem ser administradas como negócios permanentes, isto é, para a criação de riqueza. A nova abordagem organizacional define empresa como a organização que adiciona valor e cria riqueza (DRUCKER, 1998, p.89). Numa grande organização, ocorrem milhares de procedimentos de trabalhos e troca de informações. Utilizar as tecnologias avançadas de informação reflete a redução de normas, procedimentos e regulamentos e, portanto, as probabilidades de erros, e ainda estabelecendo um controle burocrático aceitável para melhorar o desempenho das diversas tarefas nos vários departamentos de uma empresa (CASTRO e FLORES, 2002). O controle consiste em verificar se tudo corre de acordo com o programa adotado, as ordens dadas e os princípios admitidos. Tem por objetivo assinalar as faltas e os erros para que sejam feitas reparações que evitem posteriores repetições. O controle organizacional pode avaliar coisas, pessoas e atos; além disso, pode adotar o ponto de vista comercial, técnico, financeiro e de segurança. Analisando a teoria formulada por esse pioneiro do estudo do controle, é possível inferir que a TI pode ocupar um importante papel nesse processo, principalmente através do aumento da capacidade de processamento dos dados necessários à geração de informações que acompanhem o trabalho planejado (FAYOL, 1994). O papel da Tecnologia da Informação neste contexto é fundamental. Aspectos como a complexidade organizacional e a nova orientação para processos, a cadeia de valor e a cadeia de suprimentos, a integração de clientes e fornecedores, e a

25 25 promoção de novas características para o desenvolvimento de seu pessoal, devem ser considerados na definição da estratégia empresarial. (CAMPOS e SPINOSA, 2002). A TI desempenha um papel importante na reengenharia de processos empresariais. A velocidade, a capacidade de processamento das informações e a fácil utilização do hardware, software e das redes de computadores modernos podem aumentar drasticamente a eficiência dos seus processos operacionais e tornar muito mais eficazes os seus processos gerenciais. Além disso, facilita substancialmente as comunicações e a colaboração entre as pessoas responsáveis por seu funcionamento e administração. Ao realizar essas melhorias em seus processos empresariais, uma empresa pode ser capaz de reduzir drasticamente custos, melhorar a qualidade e o atendimento ao cliente, e desenvolver produtos inovadores para novos mercados (SANTOS, 2004). 2.3.A TI e seus impactos nas organizações Os impactos da TI nas organizações podem ser estudados sob diversos ângulos, conforme explicado a seguir (WALTON, 1994, p.38): a) A TI requer novos desenhos organizacionais: cargos mais amplos e flexíveis, diferente distribuição da autoridade, novos programas de treinamento e critérios de seleção; b) A TI pode provocar reações organizacionais não previstas (novas disputas por poder ou status, mudanças de padrões de comunicação e controle comportamental generalizado);

26 26 c) A TI pode criar ou promover novas soluções organizacionais (capacitar pessoas da organização a trabalharem juntas no espaço e no tempo); d) A TI pode ser modificada de modo a atender as necessidades dos usuários; e) A TI pode acelerar e refinar a adaptação organizacional a condições de mudanças; f) A TI e as formas organizacionais, por vezes, podem ser consideradas alternativas no sentido de que cada uma á capaz de desenvolver funções similares, tais como facilitar certos tipos de comunicação e coordenação em uma unidade organizacional; g) A TI pode criar oportunidades para a introdução de mudanças organizacionais que a administração pode achar desejável, independentemente das necessidades ou potenciais efeitos do sistema de TI. Neste aspecto, considera-se que uma empresa é tecnologicamente avançada quando utiliza uma grande quantidade de equipamentos e programas de computador. Apesar de compreender que tecnologia significa um conjunto de habilidades e conhecimentos que uma empresa adquire, existe uma associação direta do termo com a utilização de recursos computacionais (LAURINDO, 2002). Resumindo o que foi apresentado neste capítulo, a TI não pode ser mais desconsiderada em qualquer processo de planejamento das empresas, tendo em vista que ela permite competir em melhores condições. O próximo capítulo apresentará as principais considerações sobre Logística, enfatizando as atividades e a importância da informação para esta área da empresa.

27 27 3.Logística e suas atividades Desenvolvendo-se a partir do século passado no meio militar e nas empresas no pós-guerra, a Logística começa ser aplicada de maneira enfática por algumas empresas a partir da década de 70. Tinha, então, como objetivo principal controlar a circulação, tanto dos fluxos de mercadorias que as empresas colocavam a disposição de seus clientes, quanto daqueles existentes entre as diferentes unidades de produção de uma mesma empresa ou, ainda, dos fluxos que elas recebiam de seus fornecedores (COLIN, 1987). Posteriormente, ela evoluiu para caracterizar-se como aptidão a entregar uma mercadoria a custo mínimo, onde ela se fizer necessária e com os requisitos de quantidade e qualidade satisfatórios (LAMBERT, 1999). Atualmente, a Logística se constitui principalmente na prática de regulação global dos fluxos que determinam os complexos processos de suprimento, produção e distribuição de mercadorias, regulação esta efetuada através de sistemas de informação e de comunicação, sendo incluídos os sistemas de transportes (MORENO, 2000). A literatura sobre Logística nas empresas está repleta de referências sobre seus processos e desenvolvimento. Num ambiente cada vez mais competitivo, a pressão do mercado por variedade de produtos e por melhores níveis de serviço tem feito com que a Logística ocupe um papel predominante nas organizações, sendo um diferencial competitivo imprescindível no processo de globalização em que vivemos (FLEURY et al, 2000). A Logística possibilita prover melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuições dos fornecedores e clientes, através de planejamento, organização e

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