GERENCIAMENTO DE ATIVOS APLICADO À GESTÃO DE SOFTWARE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GERENCIAMENTO DE ATIVOS APLICADO À GESTÃO DE SOFTWARE"

Transcrição

1 GERENCIAMENTO DE ATIVOS APLICADO À GESTÃO DE SOFTWARE Alessandro Barbosa Shirahige Engenheiro de Aplicações; Carlos Eduardo Gurgel Paiola Gerente de Contas; e Márcia Campos Gerente Comercial, todos da Aquarius Software. Quando falamos em gerenciamento de ativos na área de automação industrial, fica evidente a intenção de cuidar e manter bens materiais da empresa, como equipamentos ou instrumentos (sensores / atuadores). No entanto, dentro desse contexto, é importante também ressaltar como ativo o software, que ganha importância como um bem à medida que é cada vez mais utilizado para controlar, supervisionar e gerenciar operações e produção. O termo ativo tem origem na ciência contábil, onde se atribui ao ativo o controle dos recursos e a capacidade de proporcionar benefícios futuros para a organização. Antes do final do século passado, a contabilidade só dava importância aos ativos materiais, tangíveis; no entanto, recentemente, a discussão sobre ativos intangíveis evoluiu de maneira significativa. Em 2007, com a finalidade de atualizar conceitos e adequar-se aos modos atuais de produção, foi decretada a Lei /07 [Ref. 1] sobre elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. Número 110 3

2 artigo GERENCIAMENTO DE ATIVOS Nessa lei, os ativos são separados em ativos circulantes e ativos não-circulantes. Os ativos não-circulantes englobam ativo realizável em longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível. Dentro desta última classificação, define-se como ativo intangível os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade. Esse conceito também é discutido por autores como Johnson e Kaplan [Ref. 2], que afirmam que o valor da entidade não se restringe à soma dos valores de seus ativos tangíveis, mas inclui também os valores de ativos intangíveis: o surgimento de produtos inovadores, o conhecimento de processos de produção flexíveis e de alta qualidade, o talento e a moral dos empregados, a fidelidade dos clientes, a imagem dos produtos, rede de distribuição eficiente, etc. Nessa mesma tendência, o International Accounting Standard Board (IASB) [Ref. 3], organismo internacional de emissão de padrões contábeis, estabelece que ativos intangíveis são aqueles que não tem substância física, ou tem um valor que não é convertido para aquelas substâncias físicas que estes possuem, a exemplo de um software, o qual não é razoavelmente mensurado em relação ao custo dos disquetes que o contém (EPS- TEIN e MIRZA, 2004 [Ref. 4]). As empresas têm preocupação permanente em conservar seus ativos, incluindo máquinas e equipamentos, de modo a manter sua produtividade. Porém, os equipamentos de produção, como controladores industriais, robôs e instrumentações inteligentes, utilizam cada vez mais software em sua programação e configuração. Sistemas fundamentais para a operação, como IHMs (Interfaces Homem-Máquina) e supervisórios, são ferramentas de software. Assim sendo, torna-se natural estender o conceito de gerenciamento de ativos também para o ativo intangível software, pois se sua perda ou falha acarreta prejuízos diretos e indiretos, é imprescindível garantir sua preservação, integridade e atualização. CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DO ATIVO INTANGÍVEL SOFTWARE Além do aspecto da continuidade operacional, é importante observar que custos de desenvolvimento da aplicação, de implementação, de ajustes e de manutenção incidem sobre software e aplicativos, além do tempo, da experiência e da inteligência aplicados a estes. Ou seja, os programas de CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), os aplicativos de supervisão e a documentação relativa a esses softwares reúnem conhecimento, procedimentos e otimizações do processo produtivo. Assim, quando se observa o universo de software utilizado numa indústria, percebe-se a importância desse conhecimento, que posto em execução e ajustado por experiência, deve ser reconhecido como bem crítico da empresa e não pode simplesmente ser perdido. Pelo contrário, o software deve ser cuidado e conservado como qualquer outro ativo. SISTEMAS PARA BACKUP E GERENCIAMENTO DE VERSÃO DE SOFTWARE INDUSTRIAL SÃO UMA TENDÊNCIA Na área de informática, sistemas para backup (cópia de segurança) e gerenciamento de versão de software são rotineiros e parte do dia a dia dos programadores. Sua utilização segue a normas como a ISO/IEC [Ref. 5], recente atualização da ISO/IEC [Ref. 6], de gestão de segurança da informação, baseada em três pilares básicos: confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. Esta norma fornece um conjunto de recomendações que visam conscientizar e orientar os funcionários, clientes, parceiros e fornecedores de tecnologia de informação para o uso seguro do ambiente, tanto físico quanto o informatizado, com informações sobre gerenciamento, distribuição e proteção da informação. No entanto, o mesmo ainda não ocorre de forma sistemática no ambiente industrial. O gerenciamento de versão de software é um tema mais comum na indústria alimentícia e farmacêutica, devido a requisitos da norma FDA 21 CFR Part 11 [Ref. 7], que exige controle dos programas e aplicativos de forma rígida. Em outros setores da indústria, a busca por soluções para backup e gerenciamento de versões de software, em geral, visa evitar a repetição de problemas anteriores (paradas de produção, dificuldades por uso de versões antigas, etc.) ou é devida à percepção de que há falhas nos mecanismos empregados. Mas, seja para aplicar as normas exigidas pelo mercado, ou por necessidade do dia a dia da empresa, a tendência que se observa de controlar de maneira segura os softwares industriais é inexorável. Com a intenção de orientar as ações de segurança na área de tecnologia da automação, a ISA (International Society of Automation) criou uma série de normas, cada qual cobrindo um aspecto específico do tema segurança de sistemas de manufatura e controle [Ref. 8]. São elas: ISA Escopo, conceitos, modelos e terminologia; ISA Estabelecendo a segurança de sistemas de manufatura e controle; 4 InTech

3 ISA Operando um programa de segurança de sistemas de manufatura e controle; ISA Requisitos específicos de segurança para sistemas de manufatura e controle. Adicionalmente, o comitê responsável desenvolveu dois relatórios técnicos que auxiliam na compreensão e execução das normas, identificando e avaliando as tecnologias atualmente disponíveis e como elas podem ser utilizadas nos sistemas de controle: ISA TR Tecnologias para a proteção dos sistemas de manufatura e controle; ISA TR Integrando segurança eletrônica ao ambiente dos sistemas de manufatura e controle. Com necessidades mais amplas do que os usuários de TI, os usuários da tecnologia de automação industrial já dispõem de ferramentas para auxiliá-lo no backup e gerenciamento de ativos de software: os Sistemas de Backup e Gerenciamento de Versão de Softwares Industriais. Esses sistemas também são conhecidos como CMS (do inglês, Change Management System, ou seja, Sistema Gerenciador de Mudanças). Os CMSs funcionam como uma apólice de seguro, onde se faz um investimento para reduzir custos em caso de acidente. E o retorno sobre o investimento (em inglês, ROI Return On Investiment) em um sistema desse tipo é extremamente rápido, pois, ao garantir disponibilidade de backup e identificar mudanças indevidas, reduz tempos de parada, com impacto direto na produtividade da empresa e na segurança operacional. QUANDO O GERENCIAMENTO DO ATIVO SOFTWARE É NECESSÁRIO Quando uma das situações abaixo ocorre, há indicação de que o gerenciamento do ativo software é necessário: Não havia backup atualizado dos programas quando ocorreu uma falha; A empresa já teve problemas para encontrar um programa ou uma configuração quando precisava colocar um equipamento em funcionamento; A empresa percebeu um problema no programa de configuração do equipamento e, quando procurou o backup, encontrou-o com o mesmo problema; O programa do controlador industrial foi modificado sem que a mudança te- Número 110 5

4 artigo GERENCIAMENTO DE ATIVOS nha sido devidamente documentada; Alguém esqueceu um ponto forçado no CLP e causou problemas posteriores; Uma pessoa não autorizada ou não identificada fez uma modificação em um programa de configuração; Perderam algumas alterações no programa de configuração porque outra pessoa sobrescreveu o trabalho; A versão errada do programa de configuração foi editada. Qualquer dessas situações em uma empresa indica que não existe procedimento de criação e controle de backups ou que tais criações e controles são feitos de forma ineficaz. Para estes casos, é fortemente indicado um sistema para backup e gerenciamento dos programas e aplicativos de software. Esse gerenciamento evita conseqüências trabalhosas e até mesmo caras, como uma parada de produção prolongada, e ainda horas adicionais de trabalho, refazendo ou revendo programas, devido a dificuldades na comparação destes. Com o uso dessa tecnologia, situações ainda mais graves também podem ser evitadas, como acidentes operacionais causados por uso de versões antigas do software do CLP, por exemplo. ASPECTOS ESPECÍFICOS DO GERENCIAMENTO DO ATIVO SOFTWARE O gerenciamento do software requer cuidados distintos de outros ativos: Backup para garantir que possa ser recuperado fácil e rapidamente em casos de falha de hardware ou outra ocorrência que leve à perda da versão em uso; Proteção, para evitar furtos e mudanças indevidas o que se traduz no controle de acesso; Gerenciamento de mudanças para permitir rastrear a autoria das alterações e quais foram essas alterações. A seguir, os três aspectos principais do sistema de backup e gerenciamento de versões de software são detalhados. BACKUP O primeiro aspecto tratado por um bom CMS é a cópia de segurança. É indiscutível que a falta de backup tem custo direto (ex. nas paradas de produção) ou indireto (ex. com aumento de horas trabalhadas para recuperar a perda). No entanto, o aspecto mais importante na perda de programas e aplicativos é que equivale (ou até mesmo supera) a perda de um equipamento de campo, com custos e prazos associados à sua reposição, além do tempo de parada da produção. O que se pretende com um sistema que permite backup automático para softwares industriais é garantir que a versão que é executada no controlador industrial ou no sistema supervisório esteja disponível em um repositório comum, com fácil acesso e sem criar a dúvida de qual seria a última versão validada. Para atingir este objetivo, os tradicionais agendadores de tarefa dos sistemas operacionais podem até atender a necessidade de realizar os backups de sistemas supervisórios, mas estes não são suficientes para realizar os backups dos programas de configurações dos controladores industriais. Isso se deve ao fato de que é necessário obter o programa de configuração diretamente da CPU do controlador, ou seja, é necessário fazer um upload (descarga ou leitura) do controlador industrial. Mesmo que os tradicionais agendadores realizassem o upload e, por conseqüência, obtivessem o backup do aplicativo, isso ainda não seria o bastante para obter-se uma cópia confiável, pois nada indicaria ao usuário se este backup é diferente ou igual à versão anterior. Um CMS permite que, caso a versão seja igual à anterior, não seja arquivado este novo backup, evitando assim o armazenamento de informação desnecessária; além disso, se o novo backup do programa obtido for diferente, o sistema pode armazená-lo momentaneamente e notificar um responsável de que uma nova versão foi obtida. O responsável validará a mudança para manter o backup, afinal, a nova versão tanto pode estar correta, quanto pode ser indevida, por exemplo, trazendo um ponto que não deveria permanecer forçado. Embora o backup se relacione ao controle de acesso e ao gerenciamento de mudanças, que será explanado adiante, já se percebe que não se trata aqui apenas de agendamento e upload, mas sim, da necessidade de uma inteligência adicional para resultar em confiabilidade e robustez de informação. CONTROLE DE ACESSO Quando se fala em controle de acesso, pensa-se imediatamente em usuários, senhas e privilégios (Figura 1). Estes são fundamentais e indispensáveis, porém, para gerenciar programas e aplicativos eficientemente, deve-se possuir recursos adicionais que permitam restringir o acesso de usuários considerando a função específica a cada um. Por exemplo, um técnico de manutenção pode recuperar o progra- 6 InTech

5 ma arquivado da sua área, mas não pode alterá-lo, enquanto o administrador possui acesso para todas as operações possíveis sobre este programa. Pode-se ter também a necessidade de aprovar ou validar mudanças. Tal procedimento é exigido na norma FDA 21 CFR Part 11. Outro aspecto importante em qualquer controle de versão é a documentação. Devem existir mecanismos que incentivem a inclusão de comentários, informando o que e por que foi modificado. Logicamente, obrigar um usuário a incluir um comentário não garante que este seja claro e completo, mas quando é possível identificar quem deixa de comentar adequadamente suas mudanças, pode-se também criar formas de motivá-lo a adotar o procedimento correto. GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS FIGURA 1 - Controle de Acesso. O gerenciamento de mudanças visa manter todas as versões e alterações realizadas na empresa, com o registro histórico de quem fez cada modificação (Figuras 3 e 4). O histórico garante informações para diversos tipos de análise: gerenciais, auditorias, freqüência de alterações em programas, etc. Uma vez que o controle de acesso é realizado, pode-se obter algumas funcionalidades adicionais. Um ganho ao gerenciar acessos é evitar que duas pessoas alterem simultaneamente o mesmo programa, evitando que uma delas tenha seu trabalho sobrescrito. Para isso, quando alguém precisa modificar um software, o sistema reserva o respectivo projeto para o usuário solicitante e o bloqueia para os demais. Durante a modificação do projeto, os outros usuários poderão lê-lo, mas não editá-lo (Figura 2). FIGURA 3 - Exemplo de histórico de versões. FIGURA 4 - Exemplo de histórico de versões via web. FIGURA 2 - Acesso bloqueado por outro usuário. A manutenção de versões intermediárias tem diversas aplicações. Durante o desenvolvimento de um programa, comparar versões auxilia a identificar em que ponto um problema re- Número 110 7

6 artigo MEDIÇÃO GERENCIAMENTO DE NÍVELDE ATIVOS cém-diagnosticado não ocorria, podendo reduzir drasticamente o tempo gasto nesse diagnóstico e no restabelecimento da operação desejada. Na prática, em qualquer trabalho mais demorado, é interessante que o usuário possa salvar versões intermediárias do programa. Mas é importante diferenciar a última versão (aquela que está sendo modificada) da versão corrente, que é a versão que está rodando efetivamente em campo. Por exemplo, o engenheiro prepara a inclusão de um novo equipamento no processo, o programa que está rodando no CLP somente será trocado após as mudanças no programa, testes e adaptações. Durante essa fase de desenvolvimento, o engenheiro quer manter seus backups, mas o programa validado para a produção é a versão corrente, anterior à expansão. Nesse caso, a versão original e a modificada devem ser mantidas e, ao fazer o upload, a versão do CLP deverá ser comparada à versão corrente, que não é a última versão. CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES PARA O SISTEMA DE BACKUP E CONTROLE DE VERSÃO DE SOFTWARE Conceitualmente simples, o sistema de backup e controle de versão requer características que garantam abrangência e flexibilidade para que possa ser implementado com sucesso. Algumas dessas características são detalhadas a seguir. SUPORTE A DIFERENTES CLPS E SUPERVISÓRIOS Os CMS encontram uma restrição relevante. Tipicamente as plantas industriais possuem uma grande diversidade de controladores industriais e supervisórios. E cada um destes possui um formato proprietário e níveis diferentes de recursos de acesso e de comparação de versão (Figura 5). Desta forma, o CMS não deve se limitar a um fabricante específico, mas sim abranger um número grande de fabricantes e tipos de equipamentos. Para garantir algum nível de controle para todos os softwares industriais, criou-se a possibilidade de personalizar o controle para os programas e aplicativos que não são suportados em modo nativo. Neste caso, o controle é mais eficiente, ou menos, dependendo do grau de abertura para personalização oferecido pelo próprio CMS e dos padrões de abertura que programadores de cada equipamento oferecem. Nesse aspecto, ao escolher um CMS, é importante observar o conjunto de programas e aplicativos existentes na empresa, bem como considerar a possibilidade de inclusão de novos softwares e definir qual o nível mínimo de controle aceitável. ARQUITETURA Uma arquitetura do tipo cliente/servidor é desejável nesta aplicação, pois garante que a informação mais recente fique disponível para todos. Na Figura 6 está um exemplo de arquitetura cliente/servidor para um software gerenciador de mudanças. Pode-se notar a comunicação direta com os diversos programas atendidos pelo servidor, incluindo a comunicação com os dispositivos de campo, como CLPs, IHMs etc. Esta comunicação pode ser feita de forma manual ou automática. FIGURA 6 - Arquitetura cliente/servidor. FIGURA 5 - Árvore de projetos. Quando existe conexão on-line com as aplicações gerenciadas, a partir do servidor ou de algum cliente da rede, pode-se realizar backup e comparação automáticos das aplicações, em períodos determinados pelo usuário, através de um agendador de tarefas (Figura 7), também conhecido como scheduler. 8 InTech

7 FIGURA 7 - Agendador de tarefas. METODOLOGIA DE CONTROLE DE ACESSO Não basta ter um CMS, é necessário implementar uma metodologia de controle de acesso e treinar os usuários para que entendam a necessidade e os benefícios desse controle. O melhor método a ser implementado em uma empresa depende da realidade e dos costumes empresariais da mesma, sendo muito específico para cada caso. Em alguns ambientes, o acesso direto ao controlador industrial é considerado uma operação emergencial válida e essa premissa tem que ser respeitada. Em outros casos, o controlador industrial não possui recursos que impeçam um acesso direto, como pela porta serial e, mesmo que tal procedimento não seja permitido, na prática será necessário verificar se isso ocorreu (através dos uploads programados). Quando o gerenciador de mudanças tem acesso on-line aos controladores industriais e supervisórios da rede, o controle de acesso é mais simples e eficiente (Figura 8). do sistema de gerenciamento e recupera a última versão existente para edição. Então, este se desconecta do servidor que, por sua vez, reserva a edição desse projeto para este usuário por um tempo pré-determinado, evitando assim que algum trabalho seja sobrescrito. O usuário do aplicativo terá esse tempo específico para carregar as devidas alterações no dispositivo remoto e, então, devolver a última versão do programa, liberando o acesso para a próxima necessidade de edição. Caso o programa não seja devolvido no tempo pré-determinado, o responsável poderá prorrogar o prazo, caso contrário, a reserva do programa será cancelada, exigindo que o usuário faça nova reserva, verificando se houve alteração por outro usuário nesse intervalo. OUTRAS FUNÇÕES IMPORTANTES A possibilidade de criar telas com interface gráfica e com o tipo de árvore de projeto mais intuitivo pode ser um fator facilitador da aceitação do sistema, uma vez que não basta instalar um bom produto para gerenciar mudanças, pois o verdadeiro controle vem da utilização ampla e adequada do sistema. Uma vez implementado, o sistema deve fazer parte do cotidiano de cada usuário, sendo, portanto, extremamente desejável que possua uma interface de uso amigável, intuitiva. A interface deve proporcionar agilidade e diminuir a possibilidade de erros na operação do sistema. Na Figura 9 há um exemplo de tela baseada em HTML, que permite a fácil navegação dentro de cada área gerenciada, indicando os respectivos projetos gerenciados: CLP, IHM, supervisório e documentação. FIGURA 9 Exemplo de tela personalizada. FIGURA 8 - Arquitetura do gerenciador de mudanças on-line. Mas existem situações em que o equipamento fica isolado, sem acesso via rede. Neste caso, a solução típica é trabalhar off-line (Figura 6), onde o usuário faz acesso primeiramente ao servidor RELATÓRIOS Um aspecto a ser considerado no CMS é a oferta de relatórios prontos e parametrizáveis, pois quanto mais completos forem, menor será a engenharia necessária e maior a Número 110 9

8 artigo GERENCIAMENTO DE ATIVOS FIGURA 10 - Relatório para auditoria. agilidade para implantação do gerenciamento de versão. A lista de programas bloqueados, o histórico para auditorias (Figura 10) e relação de acessos são alguns exemplos de relatórios básicos. É importante que haja flexibilidade para determinar filtros, períodos, etc. A comparação entre versões do mesmo programa, abordada aqui anteriormente, também gera relatórios com diferentes níveis de detalhamento. Na Figura 11, temos um exemplo de relatório de comparação entre versões de um programa de CLP, com um índice de diferenças entre as duas versões comparadas, dividido em: lógica de ladder, configuração do controlador, registros de entrada/saída e tabela de forces. As Figuras 12 e 13 mostram o detalhamento de ladder e tabela de forces, respectivamente. FIGURA 11 Relatório de comparação entre versões de um programa de CLP. FIGURA 12 Relatório de comparação da lógica de ladder entre versões de um programa de CLP. 10 InTech

9 A identificação de mudanças, sejam elas indevidas ou não, permite detectar situações que requerem interferência. É o caso de pontos que são sistematicamente forçados. A maior visibilidade obtida através do gerenciamento de versão permitirá que a empresa identifique a situação e aplique a solução correta. Neste caso, é possível que seja feita uma revisão do programa do CLP para adequá-lo às práticas operacionais com maior controle e segurança. Há uma tendência de diminuição na taxa de mudanças em programas. A redução do volume de mudanças significa redução direta de horas de trabalho com alterações, além da redução dos riscos inerentes a essas alterações. Essa tendência é decorrente de vários fatores: a) maior controle de acesso no que tange as permissões de usuário; isto leva o administrador do sistema a um melhor planejamento das permissões e privilégios, de acordo com a função de cada usuário; b) possibilidade de exigir que a mudança requeira aprovação de um supervisor; FIGURA 13 - Comparação da tabela de forces entre versões de um CLP. Em muitos casos, é possível até mesmo o detalhamento das linhas de uma lógica de ladder, permitindo analisar a inclusão, exclusão ou modificação na lógica entre duas versões quaisquer, sejam do mesmo projeto ou de projetos distintos. Quando o CMS permite acionar comparações entre diferentes projetos, este tipo de relatório também tem grande utilidade para comparar programas similares, rodando em CLPs distintos, como os de máquinas iguais ou linhas de produção semelhantes. CONCLUSÃO A implementação de um CMS traz retornos significativos para as indústrias e variam de acordo com o perfil da empresa. Os ganhos mais comuns estão descritos a seguir. Centralizando o backup e garantindo a freqüência e robustez da sua realização, em caso de falha em um equipamento ou sistema e existindo a necessidade de restauração de backup, o processo se torna mais rápido e seguro, com redução real do tempo de parada da planta ou área o que geralmente afeta diretamente a produtividade; c) a identificação do autor das mudanças e necessidade de comentar cada alteração, com possibilidade de auditoria posterior, inibem mudanças isoladas e conduzem a uma prática adequada de concentrar alterações, implementá-las e testá-las de forma mais planejada. A utilização de um CMS resulta no controle sistemático e robusto das práticas de manutenção e implantação de sistema de automação industrial. Tal sistema confere ao cotidiano dos usuários e responsáveis pela manutenção uma metodologia segura de uso de cada tecnologia existente em uma planta industrial. Mais do que uma tendência de mercado, essa tecnologia é uma necessidade real! REFERÊNCIAS 1. Lei nº de Publicada no D.O.U.: Edição Extra 2. JOHNSON, H. T.; KAPLAN, R. S. (1993) - Contabilidade Gerencial - a restauração da relevância da contabilidade nas empresas. Rio de Janeiro, ed. Campus. 3. International Accounting Standard Board (IASB) - FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS BOARD. Statement of Financial Standards nº 142: Goodwill and Other Intangible Assets. June, EPSTEIN, Barry J.; MIRZA, Abbas Ali. WILEY IAS 2004: Interpretation and Application of International Accounting and Financial Reporting Standards. New York: John Wiley & Sons, ISO/IEC 27002:2005. Código de Práticas para Gestão da Segurança da Informação. 6. ABNT NBR ISO/IEC Código de Práticas para Gestão da Segurança da Informação. 7. Federal Register - Rules and Regulations. Vol. 62, No. 54. March, Department of Health and Human Services - Food and Drug Administration - 21 CFR Part Guide to the ISA-99 Standards Manufacturing and Control Systems Security - Rev.4 November, Número

Gerenciamento de software como ativo de automação industrial

Gerenciamento de software como ativo de automação industrial Gerenciamento de software como ativo de automação industrial INTRODUÇÃO Quando falamos em gerenciamento de ativos na área de automação industrial, fica evidente a intenção de cuidar e manter bens materiais

Leia mais

Software Industrial: Ativo a ser Gerenciado

Software Industrial: Ativo a ser Gerenciado Software Industrial: Ativo a ser Gerenciado Change Management Aplicação : Ocorrências Comuns Você já teve problemas em encontrar um programa ou uma configuração quando precisava colocar uma máquina para

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Tableau Online Segurança na nuvem

Tableau Online Segurança na nuvem Tableau Online Segurança na nuvem Autor(a): Ellie Fields Diretora Sênior de Marketing de Produtos, Tableau Software Junho de 2013 p2 A Tableau Software entende que os dados são um dos ativos mais estratégicos

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Quando se fala em ponto eletrônico, a primeira coisa que vem à sua cabeça ainda é dor?

Quando se fala em ponto eletrônico, a primeira coisa que vem à sua cabeça ainda é dor? Quando se fala em ponto eletrônico, a primeira coisa que vem à sua cabeça ainda é dor? Interagir com sistemas que ainda dependem de agendamentos manuais e de coletas presenciais em vários equipamentos

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A Esperança_TI S.A S/A Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A 25/11/2014 Gerador do documento: Gerente de Negociação: Marcos Alves de Oliveira Marcos Antônio de Morais Aprovação

Leia mais

Software Médico. Embarcado

Software Médico. Embarcado Software Médico Embarcado III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Porto Alegre 24 de Novembro de 2012 Tecnologias utilizadas no século passado em EEm s nas décadas de 60/70 Programação de Sistemas

Leia mais

Plano de Gerência de Configuração

Plano de Gerência de Configuração Plano de Gerência de Configuração Objetivo do Documento Introdução A aplicação deste plano garante a integridade de códigos-fonte e demais produtos dos sistemas do, permitindo o acompanhamento destes itens

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 16 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com)

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com) Conceitos Básicos e Implementação Pref. Mun. Vitória 2007 Analista de Suporte 120 A ITIL (information technology infrastructure library) visa documentar as melhores práticas na gerência, no suporte e na

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0 TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Brivaldo Marinho - Consultor Versão 1.0 CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO Elaboração Consultor Aprovação Diretoria de Informática Referência do Produto

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

Soluções em Segurança

Soluções em Segurança Desafios das empresas no que se refere a segurança da infraestrutura de TI Dificuldade de entender os riscos aos quais a empresa está exposta na internet Risco de problemas gerados por ameaças externas

Leia mais

Qual servidor é o mais adequado para você?

Qual servidor é o mais adequado para você? Qual servidor é o mais adequado para você? Proteção de dados Tenho medo de perder dados se e o meu computador travar Preciso proteger dados confidenciais Preciso de acesso restrito a dados Acesso a dados

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S.

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 4: Trilhas de Auditoria Existe a necessidade

Leia mais

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Comissão de Normas

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES Somos uma empresa brasileira, especializada em soluções de automação de máquinas e processos industriais, instalação, comissionamento e segurança de infraestrutura elétrica e de máquinas, microgeração

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO

Leia mais

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações 16/IN01/DSIC/GSIPR 00 21/NOV/12 1/8 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações DIRETRIZES PARA DESENVOLVIMENTO E OBTENÇÃO DE SOFTWARE

Leia mais

Conheça a nova solução de servidor que ajuda pequenas empresas a fazer mais Com menos.

Conheça a nova solução de servidor que ajuda pequenas empresas a fazer mais Com menos. Conheça a nova solução de servidor que ajuda pequenas empresas a fazer mais Com menos. O papel de um servidor Introdução à rede básica Sua empresa tem muitas necessidades recorrentes, tais como organizar

Leia mais

Fábrica de Software 29/04/2015

Fábrica de Software 29/04/2015 Fábrica de Software 29/04/2015 Crise do Software Fábrica de Software Analogias costumam ser usadas para tentar entender melhor algo ou alguma coisa. A idéia é simples: compara-se o conceito que não se

Leia mais

Manual Software CMS. Introdução:

Manual Software CMS. Introdução: Introdução: O CMS é uma central de gerenciamento de DVRs, é responsável por integrar imagens de DVRs distintos, com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa eletrônico

Leia mais

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Por Christian Vieira, engenheiro de aplicações para a América Latina da GE Fanuc Intelligent Platforms, unidade da GE Enterprise

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino 1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino O SIE é um sistema aplicativo integrado, projetado segundo uma arquitetura multicamadas, cuja concepção funcional privilegiou as exigências da Legislação

Leia mais

PIMS Process Information Management System

PIMS Process Information Management System INTRODUÇÃO O setor industrial vem sofrendo constantes pressões para alcançar a excelência operacional, objetivando garantir sua competitividade. Algumas das principais pressões observadas são: redução

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

O sistema que completa sua empresa Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1

O sistema que completa sua empresa Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1 Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1 O objetivo deste roteiro é descrever os passos para a instalação do UNICO. O roteiro poderá ser usado não apenas pelas revendas que apenas estão realizando

Leia mais

MOD9 Processos de Transição de Serviços

MOD9 Processos de Transição de Serviços Curso ITIL Foundation MOD9 Processos de Transição de Serviços Service Transiction Professor: Fernando Palma fernando.palma@gmail.com http://gsti.blogspot.com 1 Curso ITIL Foundation Transição significa

Leia mais

ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING

ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING Análise do Produto Dr. Charles Clarke ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING Tendências e requisitos do setor...3 Uma nova abordagem de programação de inspeção de CMM...4 O aplicativo na prática...5

Leia mais

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Outubro de 2007 Resumo Este white paper explica a função do Forefront Server

Leia mais

Política de segurança de rede: White Paper de práticas recomendadas

Política de segurança de rede: White Paper de práticas recomendadas Política de segurança de : White Paper de práticas recomendadas Índice Introdução Preparação Criar declarações de política de uso Realizar uma análise de risco Estabelecer uma Estrutura de Equipe de Segurança

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

Banco do Brasil S.A. Consulta ao Mercado - RFP - Request for Proposa Aquisição de Ferramenta de Gestão de Limites Dúvida de Fornecedor

Banco do Brasil S.A. Consulta ao Mercado - RFP - Request for Proposa Aquisição de Ferramenta de Gestão de Limites Dúvida de Fornecedor 1. Em relação ao módulo para Atribuição de Limites, entendemos que Banco do Brasil busca uma solução para o processo de originação/concessão de crédito. Frente a essa necessidade, o Banco do Brasil busca

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Conteúdo. Políticas de Backup 4/22/2009. pia de segurança. Políticas de Backup 1. Introdução O que é backup/cópia

Conteúdo. Políticas de Backup 4/22/2009. pia de segurança. Políticas de Backup 1. Introdução O que é backup/cópia Políticas de Backup FATEC Americana Tecnologia em Análise de Sistemas e Tecnologias da Informação Diagnóstico e solução de problemas de TI Prof. Humberto Celeste Innarelli Conteúdo Introdução O que é backup/cópia

Leia mais

Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio

Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio 2 Access Professional Edition: a solução de controle de acesso ideal para empresas de pequeno e médio porte

Leia mais

Utilização da Planilha de Análise de Decisão

Utilização da Planilha de Análise de Decisão Utilização da Planilha de Análise de Decisão METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO - VERSÃO 1. A planilha apresentada está pronta e formatada para ser utilizada no processo de Análise de Decisão envolvendo

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro ABNT NBR ISO/IEC 27002 Segurança nas operações Responsabilidades e procedimentos operacionais Assegurar a operação segura e correta

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015 Dispõe sobre a aprovação do documento acessório comum "Política de Segurança para Desenvolvimento,

Leia mais

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Redes Industriais Professor Affonso Alessandro J. de Souza / Affonso Guedes Objetivos Discorrer

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Gerenciamento Inteligente do Sensor na Fabricação de Cerveja

Gerenciamento Inteligente do Sensor na Fabricação de Cerveja Gerenciamento Inteligente do Sensor na Fabricação de Cerveja Gerenciamento Inteligente do Sensor O Gerenciamento Inteligente do Sensor, ou simplesmente ISM, é uma tecnologia digital para sistemas analíticos

Leia mais

1.1. Gerenciamento de usuários e permissões. Suporta vários níveis de gerenciamento, gerenciamento de usuários e configuração de permissões.

1.1. Gerenciamento de usuários e permissões. Suporta vários níveis de gerenciamento, gerenciamento de usuários e configuração de permissões. CAMERA IP SERIE AV O CMS é uma central de gerenciamento de DVRs, é responsável por integrar imagens de DVRs distintos, com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor]

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Data Gerador do documento: Gerente de Negociação: Versões Versão Data Revisão Autor Aprovação (Ao assinar abaixo, o cliente concorda com todos os

Leia mais

Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio

Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio Access Professional Edition O sistema de controle de acesso flexível que cresce com o seu negócio 2 Access Professional Edition: a solução de controle de acesso ideal para empresas de pequeno e médio porte

Leia mais

André Boaventura Gomide Universidade Federal de Santa Catarina

André Boaventura Gomide Universidade Federal de Santa Catarina 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 A INFORMATIZAÇÃO DO CONTROLE DE DOCUMENTOS DE UM SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE COM A UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE MEDIAWIKI: PROPOSTA DE UMA CONFIGURAÇÃO DO SOFTWARE

Leia mais

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão

ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão ISO 9001:2008 Alterações e Adições da nova versão Notas sobe esta apresentação Esta apresentação contém as principais alterações e adições promovidas pela edição 2008 da norma de sistema de gestão mais

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva.

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva. Não há dúvida de que o ambiente de rede está cada vez mais complexo e que sua gestão é um grande desafio. Nesse cenário, saber o que está passando por essa importante infraestrutura é um ponto crítico

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Dispõe acerca de normas referentes à segurança da informação no âmbito da CILL Informática S/A. Goiânia-Go, novembro de 2015 Política de Segurança da Informação CILL

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

Fundamentos de Gestão de TI

Fundamentos de Gestão de TI Fundamentos de Gestão de TI Tópico V Transição de Serviço (ITIL V3) José Teixeira de Carvalho Neto transição de serviço transição de serviço Objetivo: orientar e coordenar o desenvolvimento e a implantação

Leia mais

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Visão geral do Serviço Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Os Serviços de gerenciamento de dispositivos distribuídos ajudam você a controlar ativos

Leia mais

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA Quem Somos A Vital T.I surgiu com apenas um propósito: atender com dedicação nossos clientes. Para nós, cada cliente é especial e procuramos entender toda a dinâmica

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura. agility made possible

Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura. agility made possible Segurança do SharePoint em ação: melhores práticas orientam a colaboração segura agility made possible Um dos aplicativos mais amplamente implantados em uso atualmente, o Microsoft SharePoint Server, conquistou

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais