Pela segunda vez em sua história, a revista MyQ promove uma rodada de debates sobre um tema específico

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1 MESA-REDONDA A Importância dos Softwares para Gerenciar a Manutenção Fotos: Bernardo Tadashi Suzuki Pela segunda vez em sua história, a revista MyQ promove uma rodada de debates sobre um tema específico da mais alta importância: os softwares para gerenciamento da Manutenção. Muitas são as dúvidas que surgem no momento em que se decide implantar um programa desta natureza, pois comprar um sistema destes requer sempre o conhecimento de uma enorme gama de detalhes. Com o objetivo de auxiliar o nosso leitor nesta tarefa é que reunimos, em São Paulo, os principais fabricantes desta importante ferramenta. Foi uma manhã inteirinha de conversa, onde levamos questões formuladas por nossos leitores e algumas curiosidades levantadas após pesquisa. Abordamos desde detalhes bem simples até temas mais sofisticados. E todos os participantes se saíram muito bem, mostrando estarem bem sintonizados com as novidades tecnológicas mais recentes. Foi uma manhã bastante proveitosa. Bom! O resultado deste longo papo, nós apresentamos nas páginas a seguir. Ao final do debate, apresentamos as empresas e seus softwares com suas principais características. OBS: Este ano contamos com a participação de um convidado especial: engenheiro Emerson Beraldi, Gerente de Tecnologia e Manutenção da Panamco Brasil, que veio de Jundiaí, debaixo de uma chuva torrencial, interessado no tema da mesaredonda. Um outro convidado a agregar valor em nossa mesa foi o engenheiro Sílvio Miranda, diretor da GSM Serviços, do Espírito Santo, que está comercializando um software australiano que vai ajudar a implantar a Manutenção Baseada em Confiabilidade (em função da chuva, ele chegou um pouco atrasado - daí não ter participado do debate desde o início). OS PARTICIPANTES Os profissionais que participaram do debate e suas empresas são (por ordem alfabética): Astrein Informática Ltda - Marcelo Ávila Fernandes (MA); Chips Informática Ltda - Cássio Corradi Costa (CC); Datastream Systems do Brasil Ltda - Paulo Sachs (PS); Datasul S/A - Roberto Kaiser (RK); Logical Soft Informática Ltda - Nivaldo Ribeiro Pinto (NR); GSM Serviços Ltda - Sílvio Miranda (SM); MRO Software Brasil Ltda - Allan Pires (AP); Semapi Consultoria de Informática e Comércio Ltda - Constantino Petroff (CP); SPES Engenharia de Sistemas Ltda - Francisco Siqueira (FS). 26 Nova Manutenção y Qualidade

2 APRESENTAÇÃO ASTREIN INFORMÁTICA Meu nome é Marcelo Ávila Fernandes e sou diretor da Astrein. Desde 1986 estamos constantemente atualizando nosso produto que se chama SIM (Sistema Informatizado de Manutenção), que hoje está estruturado em núcleos, somando ao todo 4, do mais simples ao mais sofisticado, mais complexo. E a cada um desses núcleos se pode acoplar módulos que complementam as funções de controle da Manutenção. Isto nos permitiu ter um produto bastante flexível que se enquadra e se adapta a empresas dos mais diversos portes. Isto significa que temos produtos muito baratos e produtos muito sofisticados. Todos eles trabalhando com bancos de dados, padrão de mercado. Todos eles se chamam SIM. O que muda são os nomes dos núcleos, chama de HI (histórico); PL (planejamento); PV (preventivo) e AV (avançado). Hoje nós temos 310 clientes ativos. Em algumas destas empresas são utilizadas duas ou três cópias do sistema, o que faz com que a gente tenha aí por volta de 550 cópias instaladas. CHIPS INFORMÁTICA Meu nome é Cássio Corradi, sou diretor comercial da empresa Chips Informática, localizada em Minas Gerais, produtora e distribuidora do software Engeman, um CMMS/ EAM que tem como principal característica a facilidade de implantação, bem como dispõe de ferramentas para a personalização nas empresas. Nós temos um total de 63 clientes no Brasil. Nosso início de produção e venda do software foi em DATASUL Meu nome é Roberto Kaiser e trabalho no departamento técnico da Datasul. O nosso software é o EMS, a versão anterior era o Magnus. Nossa base instalada basicamente é petroquímica, mineração, metal mecânica, bem diversificada. O nosso produto de Manutenção está dentro de um ERP, isto quer dizer que é um software coorporativo da Datasul. A Datasul toda têm aproximadamente 2000 clientes. Desses 2000 clientes, em torno de 600 têm os módulos de Manutenção e desses 600 clientes, aproximadamente 200 ativos em todo o Brasil, na Argentina, México e Estados Unidos. DATASTREAM SYSTEMS Paulo Sacchs, diretor geral da Datastream Systems do Brasil, uma subsidiária da empresa americana Datastream Systems. Nós, de alguma maneira, nos diferenciamos neste mercado por termos uma família de softwares. Procuramos atender as empresas em todas as suas categorias e divisões: temos um sistema que é uma solução departamental, pequenas localidades, que é o MP2Access Um sistema eminentemente departamental, rede local, localidades únicas, organizações únicas. Temos um sistema intermediário chamado MP2interprise, que já tem algumas facilidades de redes amplas, múltipla localidades e é muito adequado para grandes corporações, por exemplo, manufatura em que a função Manutenção é relativamente simples. E temos uma família de alto nível, que era conhecida no mercado como MP2 e MP5i. Recentemente nós substituímos essa nomenclatura pela forma Datastream 7i, sistema que tem como principal característica, a flexibilidade. Com isto, ele possibilita uma extrema parametrização, uma adequação do sistema aos processos de Manutenção do cliente totalmente integráveis com sistemas ERPs. São produtos que já estão disponíveis 100% na arquitetura web há três anos, estando disponíveis também numa nova modalidade que é o chamado ASP, em que o usuário, o cliente não compra o software. Ele paga pelo uso, paga pela licença, isso já existe também há mais de um ano. E é o nosso carro chefe. No Brasil nós temos cem instalações aproximadamente, na América Latina duas mil e cem, e no mundo um pouco mais de sessenta mil. LOGICAL SOFTWARE O meu nome é Nivaldo Ribeiro Pinto, sou diretor da Logical que produz o software LSMaestro, destinado ao gerenciamento da Manutenção de ativos. O nosso produto é bastante eclético e foi planejado para ser um software que trabalhe integrado com softwares ERPs. Temos já diversas parcerias com os principais fornecedores desse tipo de software e a idéia é que o cliente não tenha que digitar um byte sequer em duplicidade, razão pela qual o produto envolve alguma atenção da empresa para a sua implementação. Não é um produto que se compre e abandone. Ele exige cuidados e as implementações têm sido muito bem-sucedidas quando essa atenção é dada. Nós temos 35 clientes em todo o Brasil. MRO SOFTWARE Meu nome é Allan Adolfo Pires, dirijo comercialmente a área de operações da MRO no Brasil. A MRO fornece soluções para toda a otimização dos recursos produtivos, portanto não só Manutenção. No segmento Manutenção, nosso produto bastante conhecido no mercado é o Maximo, que cobre desde os processos de engenharia, projetos, Manutenção preditiva, preventiva, suprimentos, e-procurement, uma monitoração e alguns pontos mais. No Brasil, até fevereiro de 2000, a MRO era conhecida como PSDI e até o ano passado atuávamos no Brasil através de distribuidores. Mas desde julho/2000 atuamos diretamente como MRO e temos atualmente 150 clientes, que representam 220 sites instalados, sendo que em todo o mundo temos aproximadamente clientes. SEMAPI CONSULTORIA Sou Constantino Petroff, gerente da unidade de negócios software da Semapi. O nosso sistema - Mantec - é adequado a toda parte de gerenciamento de administração da atividade de Manutenção industrial. Hoje temos mais ou menos 150 clientes em todo Brasil e América do Sul e ainda EUA. SPES ENGENHARIA Eu sou Francisco Melo Siqueira Junior, diretor da empresa SPES Engenharia de Sistemas, que desenvolve e comercializa o software SMI - Sistema de Manutenção Industrial, desde 1987, aproximadamente. Em termos de características principais do software, eu poderia destacar a sua relação custo/benefício. O que ele oferece pelo que custa. Naturalmente, como provavelmente a maioria dos softwares aqui representados, ele atende plenamente todas as funções operacionais e gerenciais da Manutenção, seja ela corretiva, preditiva, preventiva e de qualquer natureza e especialização, ou seja mecânica, elétrica, instrumentação. Atendemos a cerca de 130 clientes em todo o Brasil. Nova Manutenção y Qualidade 27

3 A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA PRÉVIA NA AQUISIÇÃO DO SISTEMA CC (CHIPS) A Chips informática, além do Engeman, tem um outro departamento especialista na parte de ERP - nós representamos o software Sapiens, produzido em Santa Catarina e comercializado em Minas Gerais. Daí termos uma experiência ampla no que tange a clientes e o que temos notado, infelizmente, é que algumas empresas adquirem um software em função da obrigação de ampliar o nível de qualidade, principalmente para se adequar às séries 9000 da ISO. Elas não se preocupam, geralmente, com o grande benefício que um sistema desses pode trazer, que é a redução do custo empresarial - um fator preponderante para competitividade das empresas. AP (MRO) Nós, da MRO, procuramos elaborar com o nosso futuro cliente um relatório sobre investimentos, análise de adaptação do software, necessidade de customização, tempo que o sistema deverá estar rodando, recursos que serão despendidos, necessidade de pessoal interno e externo, para só depois podermos nos comprometer com o processo. É um caminho mais demorado, mas que nos leva a um contrato muito mais delineado. Normalmente as empresas têm que se preparar para esta compra. Nós costumamos sugerir que o comprador do sistema reconheça o seu fornecedor de software para Manutenção como uma pessoa credenciada, com referência, benchmarks, indicadores, para que ele possa entender os reais problemas que a empresa tem e a partir daí você realizar um bom trabalho. Normalmente quando o cliente procura uma solução e simplesmente a compara com outras existentes, com certeza, ele estará perdendo uma boa chance de ter um projeto bem realizado. RK (DATASUL) A partir do momento em que o cliente mostra algum interesse com relação ao nosso sistema, nós partimos para uma boa demonstração, inclusive indicando outras empresas, do mesmo setor, que tenham o nosso sistema implantado, para que seja visto na prática como ele funciona. O ideal é que sejam feitas visitas entre eles. Antes de fechar o pagamento do contrato, nós temos toda uma metodologia de como é que vão seguir esses passos, quantos recursos serão necessários, consultores, analistas, vou ter quer fazer customização, quanto de customização, tem todo um escopo dessa solução, e aí, a partir desse momento sim que entra a parte de treinamento, da própria implantação. A compra de um sistema de Manutenção é, muitas vezes, imposição da empresa como um todo. No nosso caso, como estamos mais focados no ERP, existe algu- EU VEJO QUE O NOSSO FOCO SERÁ TRABALHAR MUITO MAIS EM UMA MODALIDADE DE BSP DO QUE A DE ASP. Allan Pires - MRO ma dificuldade por parte dos especialistas de Manutenção, mas eles acabam escolhendo em função de uma série de funcionalidades que os softwares de uma maneira geral oferecem. MA (ASTREIN) Nós achamos que o cliente sempre sabe o que está comprando, sempre sabe o que quer, ele sempre gasta alguns milhares de reais porque ele precisa resolver um problema bem definido, pontual. Muitas vezes, na área de qualidade, ele precisa ter sua sistemática sobre controle, precisa ter o processo de garantia documentado. Baseados nisto, o nosso primeiro passo na apresentação do produto é mostrar como o sistema supre aquela necessidade imediata dele, aquela necessidade que fez com que ele procurasse uma empresa fornecedora de software para lhe atender. E durante o processo comercial, o cliente começa a ver que existem muitas outras funcionalidades, muitas outras práticas que estão sendo adotadas pelas empresas de classe mundial que ele poderia inserir na empresa dele. A partir deste momento, o que nós oferecemos para ele é um novo modelo de gerenciamento, implantação de indicadores de desempenho, uma implantação das melhores práticas dentro da empresa dele. Então ele percebe que aquela ferramenta que ele está adquirindo não só resolve aquele problema pontual, mas abre para ele um leque amplo de possibilidades e que vai permitir dar muito mais resultado do que inicialmente. Durante o processo comercial, o cliente consegue ver nitidamente todo potencial de ganho que ele tem dentro do software de Manutenção. PS (DATASTREAM) Como temos mais de um sistema, nós lidamos com vários tipos de empresas e de pessoas. Tem aquele profissional, de nível de supervisão, que apesar de saber o que quer, tentar se inteirar do que existe no mercado, não consegue convencer a diretoria de sua empresa a adquirir um sistema. Neste caso procuramos, através dos nossos consultores, trabalhar junto com ele, levantar benefícios, buscar índices, buscar benchmarks mundiais e experiências que já tivemos com outras empresas e a partir daí fazer um estudo de custo/benefício e ver primeiro qual é o sistema mais adequado, de modo a quantificar bem a sua necessidade e com isto também conseguimos municiá-lo de modo que ele mostre à alta direção a importância do sistema. Isto geralmente acontece em empresas de pequeno e médio porte. Nas maiores, já se tem um maior envolvimento da área de sistemas, um melhor mapeamento dos processo e uma idéia bastante mais clara do que comprar. O que fazemos é ajudar a quantificar os reais benefícios, tempo de implementação, tempo de retorno e também fazemos a parte que chamamos de site 28 Nova Manutenção y Qualidade

4 asset, que um levantamento das necessidades, uma validação muito clara do que ele tem, que dados vai precisar migrar, que sistemas ele já tem, como ele vai integrar, qual é a freqüência de integração, qual é a modalidade de integração etc. E isto tudo tem que ficar extremamente bem definido para não gerar falsas expectativas. Deixar muito claro qual é o nosso papel, qual é o papel que o usuário vai ter, para não criar aquele clima de panacéia de que o sistema vai resolver tudo. E infelizmente existe muito gente que ainda pensa assim. FS (SPES) Eu acho que é muito importante consultoria prévia no sentido de esclarecer o prospect com relação aos desafios que vêm a partir da necessidade ou a partir da vontade de se informatizar um departamento de Manutenção. Muitas vezes o prospect tem a impressão, como disse o Paulo, que o software de Manutenção vai ser a panacéia de todos os males. Às vezes, antes de comprar um software, existe uma série de ações que tem que ser desenvolvidas de modo a facilitar a implantação. O que nós costumamos fazer é uma análise conjunta com os nossos prospects da real necessidade de informatização e urgência dessa informatização, porque em via de regra os prospects tem a necessidade de fazer as implementações acontecerem em regime muito rápido. Nós da SPES, através de nossa engenharia de Manutenção, temos condições de prestar este serviço de pré-informatização. NR (LOGICAL) Em princípio eu posso afirmar que todos os processos de vendas que a nossa empresa conclui, só foram feitos em função de um trabalho prévio de acompanhamento expressos em 3, 4 ou 5 visitas ao cliente. Temos uma planilha financeira, que foi montada exatamente para municiar o homem de Manutenção com argumentação financeira que ele vai precisar para obter o dinheiro para fazer o investimento. Essa consultoria prévia já está integrada no processo de venda. Nós procuramos mostrar o antes e o depois da implantação para as empresas. E normalmente elas se surpreendem com os resultados e possibilidades do software. CP (SEMAPI) Nós somos uma empresa prestadora de serviços por definição. Qualquer venda nossa se traduz em consultoria, que passa por maiores ou menores detalhes dependendo do conhecimento do cliente. O que eu posso dizer é o seguinte: a Semapi tem como conceito não vender software e sim uma solução. E essa solução envolve integração, envolve aplicabilidade, envolve avaliação do cliente na aplicabilidade do sistema dentro da sua operação. Cabe a nós darmos uma orientação, cabe a nós darmos um suporte em relação o que ele vai ter de benefícios, pois isto tudo significa maior produtividade. NÓS TEMOS UM CASE PARA INICIAR O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA SOLUÇÃO ASP. Constantino Petroff - Semapi TEMPO DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE CP (SEMAPI) O tempo de implantação de um software depende da quantidade de equipamentos existentes na empresa e qual o objetivo que ela pretende atingir. Em média hoje uma implantação piloto, que dá condições de uma empresa continuar a trabalhar com o sistema, leva de 30 a 60 dias. Do início da implantação, parametrização, tudo que se tem que fazer para começar o cadastro até ter uma área piloto dentro de um sistema, demora em média dois meses. Mas uma implantação total pode levar até dois anos dependendo do contexto. NR (LOGICAL) A implantação dos softwares de gerenciamento para Manutenção implica às vezes em mudanças culturais. A empresa faz um acordo prévio, do que ela está disposta a se modificar culturalmente para aferir essa novidade tecnológica que está adquirindo. Um piloto de uma situação muito bem delimitada, pode ser pronto em 30 dias. Mas para a empresa inteira se beneficiar do sistema, eu aconselharia nada menos do que seis meses para esta implantação. E há casos de grupos muito grandes que demoram muito mais. Nós temos clientes que já usam o software há 5 anos e ainda estão implementando novos setores da empresa (frotas, edificações, parte elétrica, mecânica, hidráulica - e, às vezes a empresa tem pedaços terceirizados que são também incluídos neste gerenciamento). A gente não vende ilusão. É preciso ficar bem claro que é necessário que a empresa trabalhe firme para poder montar uma boa base de dados que sustentará o sistema. FS (SPES) Eu posso dividir a fase de implantação em três etapas. Para se atingir o nível elementar que seria o registro de ordens de serviços, por exemplo, leva-se de um a dois meses. Um segundo patamar de atingimento da implantação, seria implementar as preventivas dentro de uma solução informatizada, que requer mais um ou dois meses após ter alcançado a primeira etapa. E o terceiro nível da implantação seria onde a empresa vai detalhar, refinar, aprimorar, principalmente do ponto de vista cadastral aquilo que ela estará mantendo. Então, eu acredito que seria razoável algo em torno de seis a sete meses. PS (DATASTREAM) Na nossa opinião o prazo de implantação é proporcional a quanto o cliente vai se dedicar a ela. O usuário é que vai comandar este prazo. No caso de um sistema mais simples como o MP2 Acccess 2000, Nova Manutenção y Qualidade 29

5 que é um sistema fechado com pouca parametrização e para clientes que já tenham um processo pré-definido, nós podemos capacitar o usuário em uma semana. E a partir daí ele já começa a entrar com seus planos de preventiva, cadastro de equipamentos, cadastro de peças, tirar seus relatórios, passando a tirar benefícios do sistema muito rapidamente. Para sistemas mais complexos tem todo um trabalho de consultoria, parametrização, identificação de necessidades, imigração, migração etc. Isto leva em média de 3 a 6 meses. MA (ASTREIN) Nós temos uma média de implantação na área piloto de 60 dias para poucos equipamentos. Para o sistema rodar com as funções básicas são necessários pelo menos 6 meses. A nossa meta é que o cliente consiga num prazo de 6 a 8 meses ter o sistema rodando com seus recursos básicos para toda a planta. RK (DATASUL) A fase de treinamento, dependendo do nível e do porte do cliente, dura de 1 semana a 2 meses. E a implantação em si dura de 6 a 7 meses em função do grau de envolvimento dos usuários. Como exemplo concreto, eu cito uma empresa do ramo petroquímico, com 40 mil equipamentos cadastrados: 6 meses para implantação. AP (MRO) Se for uma empresa de abrangência pequena, poucas ou quase nenhuma integração, 3 meses. Processos mais complexos e mais integrações, 6 meses. Este é o tempo padrão no mercado. CC (CHIPS) Bom, eu acredito que esse tempo é proporcional à capacidade de planejar e fazer a gestão desse planejamento de implantação. Nós já fizemos implantações em empresas de até porte razoável, com integração total, em 1 mês, seguindo rigidamente o cronograma com sistema integrado. A média que eu tenho observado são 3 meses. MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE A SOLUÇÃO ASP JÁ É UMA REALIDADE E DEVE CRESCER BASTANTE. Roberto Kaiser - Datasul a empresa australiana Estrategic Systems, que é fornecedora de alguns produtos, inéditos em nível nacional, com larga aplicação em todo o mundo. Não é de hoje o nosso interesse nos princípios da Manutenção Centrada na Confiabilidade, tanto que ao longo dos últimos anos vimos nos aprofundando no tema, avaliando o processo de implantação dessa técnica que agora vem deslanchando. No meio deste trabalho identificamos um hiato no processo de implantação da MCC. Embora a metodologia seja de um valor inquestionável com excelentes resultados em grandes empresas, observa-se que a sua implementação pelas vias tradicionais é extremamente penosa, difícil, árdua, demorada e burocrática, gerando um volume muito grande de informações que são extremamente difíceis de serem administradas. E através de nossas pesquisas descobrimos esta ferramenta desenvolvida pioneiramente pela BHP australiana (maior empregador privado na Austrália). Trata-se de um software para suporte ao processo de implantação da MCC - o RCM Turbo, que foi posteriormente adquirido pela Estrategic Systems, aprimorado e comercializado a nível mundial. Temos no Brasil 4 empresas com interesse em implementar esta ferramenta. FS (SPES) Nós distribuímos no Brasil o software denominado RCM Tool Kit, que é a ferramenta informatizada apropriada para implementação da metodologia RCM2, a qual permite estar integrada totalmente aos nossos produtos e pode ser integrada a qualquer outro. Nós utilizamos toda a tecnologia da Aladon Network que é a empresa do John Moubray e sua metodologia e seus produtos que suportam tal metodologia. MA (ASTREIN) Nós temos já alguns clientes solicitando alguma ferramenta de apoio a essa atividade, pois existem muitas empresas trabalhando com Manutenção Centrada na Confiabilidade, desenvolvendo a análises de falhas, efeitos, causas e já nos solicitaram por diversas vezes este item. Nós estamos trabalhando em uma ferramenta que dê suporte a esse processo de causas de falhas de equipamentos e este será um módulo a mais do programa. GSM SERVIÇOS LTDA Desculpem o atraso, mas pegamos um temporal em nossa vinda de Minas Gerais para cá (o engenheiro veio acompanhado do diretor da empresa australiana que desenvolveu o RCM Turbo). O meu nome é Sílvio Miranda e sou diretor da GSM, que é uma empresa relativamente nova, embora, na sua direção conte com profissionais de bastante experiência, do setor siderúrgico, com mais de 20 anos de atuação. A razão de a gente estar inserido nesse contexto é que além de sermos prestadores de serviços na área industrial focado para a Manutenção, nós também trabalhamos com uma parceria com NR (LOGICAL) A filosofia RCM é realmente um procedimento de postura. Do ponto de vista do que é quantificável para tomada de decisão o LS-Maestro já nasceu com essa estrutura. Basicamente dentro do processo, você vai descobrir onde falha, porque falha, como falha, o que fazer para não falhar, o que fazer se falhar. Isso é um procedimento que o LS-Maestro já possui dentro do conceito de alarmes, justamente apoiado numa série de mensurações que podem ser agregadas ao processo. Não é nenhum módulo excepcional, ele já faz parte do produto desde quando nasceu. 30 Nova Manutenção y Qualidade

6 CP (SEMAPI) Nós temos recebidos de alguns clientes nossos, algumas customizações, alguns itens que são voltados a essa coleta de dados também internas no software, voltada a essa teoria. PS (DATASTREAM) A Datastream em nível mundial tem consultores para prestar serviço de RCM2. Na América Latina (Brasil, no caso) por uma questão de prioridade estratégica, atuamos através de parcerias. Nosso software da família Datastream7i também atende bastante bem. SISTEMA INDEPENDENTE X SISTEMA INTEGRADO RK (DATASUL) A escolha de um destes sistemas vai depender da necessidade de cada empresa. Se a questão é solucionar um problema de Manutenção sem estar preocupado com outros setores, muitas vezes o software especialista via resolver. Já se o foco for coorporativo e essa empresa tiver um ERP, o mais prático é optar pela solução integrada, pois a integração é mais fácil. E tem também os ERPs que não contemplam a Manutenção. Aí a solução é utilizar os dois, o corporativo com uma integração com o especialista. Então existem vantagens e desvantagens para todos os lados. Nós temos exemplos de empresas que há 5, 10 anos atrás tinham sistemas especialistas e que hoje enxergam que a solução coorporativa é mais adequada. Voltando a frisar, depende muito da necessidade da área da Manutenção, que hoje é um setor que tem poder de influenciar a decisão da empresa. MA (ASTREIN) Nós temos empresas que exigem recursos bastante especializados no software de Manutenção. Essas empresas pagam os custos das integrações, eles exigem uma ferramenta mais sofisticada e gastam um pouco mais com isso no sentido de aplicar mais horas na integração. As empresas que não têm necessidades mais sofisticadas em termos de Manutenção, que ainda se encontram no primeiro estágio de controle, de organização do departamento, se adaptam rapidamente aos módulos dos sistemas integrados, que normalmente têm muito menos recurso do que os sistemas especialistas. Resumindo: quem está num estágio mais avançado de controle sobre disponibilidade de máquina, sobre custos de Manutenção etc tende para o sistema especialista, e aquelas que não têm tantas exigências assim ficam no integrado, que é menos complicado para implementar. NÓS ACREDITAMOS QUE A VELOCIDADE DA INTERNET AINDA VAI AUMENTAR MUITO. Cássio Corradi - Chips PS (DATASTREAM) Como a vocação da nossa empresa é Manutenção, o meu depoimento seria óbvio. Então eu prefiro repetir o que ouvi de um cliente que estava selecionando softwares para compra. Ele disse que viu alguns sistemas integrados e inclusive na empresa dele havia um integrado e ele chegou à conclusão que o integrado não é excelente em nada, ele é médio em tudo. Ele é muito forte pela capacidade de integrar, por isto ele estava buscando um sistema especialista. Eu concordo com o colocado, pois a tecnologia disponível hoje permite se promover a integração de sistemas corporativos com especialistas. Não dá, realmente, para ser bom em tudo. Um sistema tem que ser excelente naquilo que se propõem a fazer. FS (SPES) Eu concordo com todos que já falaram anteriormente. Ser especialista, como o nome diz, é ser bom naquilo que faz. E hoje em dia não existe nada que não possa ser integrável. Então não tem mais esta preocupação de integrar ou não integrar. O ideal hoje é ter o melhor para cada área de atuação. Talvez esta seja a próxima tendência do mercado, pois está passando a fase de ter apenas o integrado. NR (LOGICAL) Eu também ouvi uma frase de efeito de um gerente de tecnologia de um grande grupo, após ter analisado uma série de softwares e ERPs best-sellers mundiais. A opinião dele era que eles eram muito superficialistas e pouco profundistas - criou até termos novos na linguagem. E nós concordamos, tanto que a nossa postura é ter um produto bastante competente no que faz e com mãos abertas pra plugar àquilo que for necessário, eventualmente até compondo com os ERPs substituindo o módulo próprio por algo mais especialista. Nós temos parcerias com alguns produtores de ERPs aonde somos exatamente uma ferramenta de complementaridade. É assim que vemos o processo da integração. CP (SEMAPI) O Nivaldo falou muito bem, pois a palavra é parceria. Eu acho que o ponto forte dos sistemas especialistas é que estamos aptos a integrar. Isto é importante, já que concentramos todos os nossos esforços no desenvolvimento de funções específicas e os ERPs têm uma macrovisão de todos os setores. AP (MRO) Nós temos experiências dos dois lados: casos integrados com os ERPs e outros em que o Maximo atua totalmente independente. A foco da Nova Manutenção y Qualidade 31

7 preocupação hoje talvez não seja se o software é independente ou se é integrado, porque a maioria dos ERPs hoje, ao fazerem o levantamento de uma solução para o cliente, já trabalham com a possibilidade de uma parceria com um sistema especialista. A questão é fazer-se uma integração inteligente, pensando no futuro, nas novas versões dos sistemas. CC (CHIPS) A questão da integração precede um projeto de fluxo de informação. Então tanto um sistema especialista quanto um módulo de um ERP, tem que ter esse projeto de fluxo de informações. Nós, como fabricantes de softwares especialistas, nos preocupamos muito em dotar a nossa ferramenta com processos capazes de se integrar com qualquer outro tipo de software, com qualquer outro banco de dados. SM (GSM) A minha opinião como consultor é que realmente as ferramentas integradas não apresentam a profundidade necessária do ponto de vista da gestão da Manutenção. E hoje a questão integração realmente já não representa mais nenhum desafio - ela é bastante factível. Hoje está bastante facilitada a integração de softwares corporativos com módulos especialistas em uma ou outra função. Isso se aplica tanto ao módulo especialista para gestão de Manutenção, o CMMS específico, como também a softwares para suporte e implementação de outras tecnologias, como no caso os módulos que nós disponibilizamos e comercializamos - de Manutenção Centrada na Confiabilidade e de suporte à utilização de sobressalentes. OS CUSTOS DOS SOFTWARES CP (SEMAPI) Os itens que compõem o nosso custo são: o software em si, a implantação e o contrato de Manutenção. Para exemplificar, como média, vou citar uma empresa que trabalhe com 3 licenças de uso simultâneo com 2 meses para implantação - o custo mínimo seria de R$ 15 mil. Sendo que o valor máximo pode chegar até a R$ 1 milhão. NR (LOGICAL) A formação de preços é uma questão interessante, depende de alguns fatores. Basicamente são eles: o software, o treinamento para utilizar esse software, assessoria ao uso, Manutenção do software, eventuais integrações com outros produtos, programas específicos de preditivas. A versão básica por usuário ativo simultâneo custa R$ 5 mil. É importante notar isso: nós usamos um conceito equivalente ao de cabina telefôni- ca, onde se pode ter 5 linhas e 20 ramais e qualquer um pode usar qualquer ramal e ligar normalmente. Assim é o nosso conceito de licença simultânea. Em média, para aplicações client server, entende-se que de 4 a 5 usuários em 1 terminal bastam, então quem tem 20 usuários, 4 ou 5 licenças estaria ótimo. Para aplicações web sobe um pouquinho mais, de 6 a 8 usuários é a média por licença contratada. Então, como já disse, a versão básica custa R$ 5 mil e a avançada R$ 6 mil com todos os predicados que o produto possui. Os outros serviços têm uma tarifa básica que varia R$ 60 a R$ 100, dependendo do profissional que vai ser alocado, e da quantidade de horas investidas. O treinamento tem um total de 40 horas fechada. FS (SPES) Falar de valor assim sem um caso concreto não é nada simples. Ainda mais nós, da SPES, que temos também desenvolvidas tecnologias de armazenamento de dados que têm preços diferentes. E além disso temos 3 produtos envolvidos - o software SMI em si, com escopo no gerenciamento da Manutenção; o SGE com escopo na parte de suprimentos e o HSS, voltado exclusivamente para solicitação de serviço. Esta configuração de sistemas diferentes e não módulos tem razões comerciais. Eles são sistemas independentes, porém totalmente integráveis. Então isso por si só, já gera uma complexidade na montagem de um preço. Além disso tem a questão do treinamento e do assessoramento básico que vai checar os conhecimentos adquiridos após o treinamento. Partindo deste princípio vou citar um preço que seria o mais baixo para que a empresa tenha o produto, o treinamento e o mínimo de assessoramento. Isso usando somente 1 produto, no caso o SMI, para uma única licença usando a tecnologia de armazenamento de dados mais barata. Este valor pode ir de R$ 12 mil a R$ 15 mil. NÓS TEMOS EXPECTATIVAS MUITO BOAS EM RELAÇÃO À ÁREA DE SERVIÇOS. Francisco Siqueira - SPES PS (DATASTREAM) Já que a questão é complexa, vou tentar ser bem objetivo. Nós temos as 3 famílias, o MP2 Access, que é o mais simples, o departamental, valores típicos, na grande maioria dos projetos fica entre US$ 7 mil e US$ 15 mil, pode ser um pouco mais, um pouco menos. O MP2 Enterprise se situa na faixa de US$ 30 mil e US$ 80 mil incluindo consultoria e suporte. E o Datasream7i, pode custar entre US$ 100 mil e US$ 500 mil - aqui vale destacar que num projeto gigantesco, chega-se a ter até mil usuários, o que torna o preço maior. E creio que vale a pena comentar que o investimento feito na maioria dos projetos monitorados por nossos softwares, independente do valor, se pagam entre 6 meses e 1 ano. 32 Nova Manutenção y Qualidade

8 MA (ASTREIN) O nosso produto mais simples, o mais básico, custa em torno de R$ 7mil incluindo o treinamento, claro. E a utilização pode ir se sofisticando, ir crescendo, seja com criação de módulos, novas licenças etc podendo chegar até a R$ 150 mil. RK (DATASUL) Para responder esta questão, eu vou pegar os módulos do nosso sistema que atendem à solução Manutenção, os mais focados, num total de 7 módulos (estoque, contabilidade etc) e chega-se a um valor de R$ 18 mil aproximadamente para 4 usuários, sujeito a negociação. Esse produto tem uma taxa de Manutenção mensal de aproximadamente R$ 400. AP (MRO) Na nossa opinião custo é uma questão de retorno. E temos experiência de empresas, no setor petroquímico por exemplo, cujo investimento no sistema se pagou em torno de 1 ano e meio. No caso do Maximo os valores começam na faixa de US$ 1 mil e vão até US$ 10 mil por usuário. CC (CHIPS) O nosso software Engeman é comercializado em vários módulos e também tem o preço proporcional à quantidade de usuários. Como tem módulos para a internet, módulos de nivelamento de recursos, módulos para utilização de Palmtop, como coleta de dados, eu vou informar um valor médio de investimento que se situa entre R$ 10 mil a R$ 20 mil. E o mínimo, mínimo, o mais magrinho do sistema, mínimo mesmo, com 1 usuário, seria um investimento a partir de R$ 5 mil. EU ACHO QUE O QUE VAMOS TER DE NOVIDADE MAIS PRA FRENTE É UMA TERCEIRIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO E DA PROGRAMAÇÃO DE MANUTENÇÃO. Marcelo Ávila Fernandes - Astrein SM (GSM) Citar valor, já foi dito, é complexo. Depende se envolve integração, o grau de customização solicitado pela cliente, o local, o tempo e o volume do treinamento, se está incluído ou não, se inclui ou não o programa de aplicação piloto, sustentado pelo fabricante, um programa de 5 dias, se envolve atualizações ou contrato de Manutenção, se envolve aquisição conjunta com outras ferramentas, nós temos mais de uma, se envolve aplicação corporativa em múltiplos sites, diante de uma mesma organização, enfim uma série de fatores que são considerados na formação do preço final. Mas seguindo a tendência dos colegas aqui da mesa vou falar de preço mínimo e máximo. A nossa solução mais simples se situa na faixa de US$ 35 mil e a mais complexa, US$ 120 mil independente do número de usuários. E o retorno do investimento pode ser rapidíssimo, de até 5 dias que é o tempo de aplicação do programa piloto. ASSISTÊNCIA PÓS-VENDA MA (ASTREIN) Este suporte é contratado no pacote. Mas sempre que o cliente necessita, nós vamos até ele. E o atendimento é por telefone, por e- mail, fax, é um suporte técnico tradicional para tirar dúvidas de usuários que se esqueceram de algumas funcionalidades ou pedem sugestão de como melhor utilizar esse ou aquele recurso para o sistema. Nós temos uma equipe de 3 pessoas que cuida exclusivamente desse atendimento e temos uma sistemática de avaliação anual desse atendimento, que é feita pelo IEES - Instituto de Estudos Econômicos em Softwares, de Campinas, que entrevista clientes para avaliar a satisfação. E por 4 anos consecutivos nossos produtos têm sido distinguidos com o selo OK. E procuramos também, através de relatórios internos, avaliar a relação cliente-fornecedor. O nosso prazo de atendimento, caso precise ir na empresa, é de 2 a 3 dias. RK (DATASUL) Como a Datasul tem franquias espalhadas por todo o Brasil, cada cliente tem o que chamamos de gerente de conta, responsável em atender a empresa de uma maneira geral. Em Joinville, onde eu trabalho, ficam as franquias de desenvolvimento dos produtos e a base do nosso suporte é via telefone. Existe uma central com uma equipe de plantão para responder a qualquer dúvida. Caso o problema não consiga ser resolvido por telefone, nós temos um canal na internet que registra o chamado acionando, se for o caso, até um consultor para ir até à empresa. As sugestões dos clientes são enviadas ao que chamamos de núcleo de idéias e algumas são incorporadas ao produto. Um problema mais complexo requer uma ou duas semanas para ser solucionado. AP (MRO) Eu estou entendendo que o pós-venda aí é pós-implementação. Sendo assim, temos duas modalidade de atendimento: o help desk e a consultoria. A primeira tem uma característica importante: é 24horas, 7 x 7. Qualquer dia da semana, qualquer horário da semana tem atendimento ininterrupto. A principal função do atendimento é tirar dúvidas, seja por telefone ou . Através deste canal, um técnico está preparado para resolver erros do programa, saber de novas versões, como implementar os up grades. Com o help desk, o tempo de corrigir um problema e apresentar uma solução Nova Manutenção y Qualidade 33

9 efetiva é de 8 horas. E através de consultoria, nós atendemos àqueles problemas mais complexos, que as vezes extrapola até o software em si. Trata-se do negócio, de alguma integração específica, mudança de sistema operacional etc. a urgência que o caso requeira. Se estivermos falando de um caso em que a operação parou, naturalmente nós vamos alterar aquilo quer for necessário na agenda da empresa para poder atender aquele cliente e ele sair do problema. CC (CHIPS) Existe um contrato de suporte que é feito a quatro mãos, onde se estabelecem as regras do atendimento. Existe um modelo padrão de atendimento normal, que é feito via telefone, . Caso precise, faz-se o deslocamento de um técnico para as instalações do cliente, isto em 24 horas. No nosso caso, este deslocamento não é cobrado. SM (GSM) No que se refere aos produtos da Strategic especificamente, a questão assistência técnica ainda não se aplica muito, embora já estejamos estruturados para dar a retaguarda necessária para a plena satisfação do cliente. Caso seja necessária uma intervenção local, nós estaremos prontos para atender, algo em torno de 2 a 3 dias. O pós-venda, como foi bem colocado aqui também conta com o feedback dos usuários, através dos encontros anuais de usuários que são promovidos anualmente. PS (DATASTREAM) Vou dividir o pós-venda em duas atividades: o plano de suporte e o plano de Manutenção. Quando o cliente tem esse plano válido, tem direito a receber todas as novas versões de software, em média duas por ano, sem custo nenhum, o que garante sempre uma tecnologia avançada. O suporte é dado por telefone, e- mail e pela própria internet, pois pode acessar o nosso site, se cadastrar, ter acesso a um monte de informações, ou baixar diretamente correções do software. Temos um centro de suporte na América Latina e um centro mundial nos EUA 24 horas. O tempo para o atendimento vai depender da complexidade do problema enfrentado pelo cliente. Mas normalmente é bem rápido o nosso atendimento, às vezes até com a tecnologia disponível, podemos dizer que é imediato. AS FERRAMENTAS INTEGRADAS NÃO APRESENTAM A PROFUNDIDADE NECESSÁRIA DO PONTO DE VISTA DA GESTÃO DA MANUTENÇÃO. Sílvio Miranda - GSM FS (SPES) O caso da SPES é muito parecido com o da Datastream, pois o nosso suporte tem o objetivo principal de garantir o acesso dos nossos clientes às nossas novas versões, de modo a ter sempre um produto atualizado tecnologicamente. Adicionalmente temos, através de um contrato pré-estabelecido, um acesso à equipe do help desk, que tem o papel de tirar dúvidas operacionais, com quem foi capacitado para a operação do sistema. Com qual urgência? Com NR (LOGICAL) Na Logical nós temos um pensamento claro: manter um cliente conquistado é muito mais barato do que conquistar um novo. Então é a ele que nós dedicamos a nossa maior atenção. E 100% da nossa base instalada de clientes tem um contrato de Manutenção, ainda que ele seja opcional. Nós também desenvolvemos de 2 a 3 versões novas por ano que são gratuitamente disponibilizadas. Por exemplo, problemas de erro de código são tratados como incêndio. Máquina parada idem. E procuramos atender tão rapidamente quanto o problema exige. Disponibilizamos ainda atendimento via internet. CP (SEMAPI) Nós da Semapi diferenciamos claramente o que é pós-venda e o que é contrato de Manutenção. Contrato de Manutenção é pertinente à área de atendimento ao cliente. E é essa área que vai mobilizar ou não o pós-venda para ver o que está acontecendo com o cliente. O contrato de Manutenção engloba o atendimento aos erros, que são imediatamente tratados e são devolvidos aos clientes totalmente solucionados. Já o atendimento pósvenda é uma atividade totalmente sem custo para o cliente. É através deste atendimento que nossa empresa procura um feedback do sistema com o cliente e é a fase onde se apresenta novas alternativas, atualizações - temos duas novas versões por ano. O pós-venda para nós é pós-implantação. Temos também um esquema de visitas, sendo que hoje, com a equipe que temos, fazemos visitas ao mesmo cliente num espaço de 30 a 35 dias. OS SOFTWARES E A INTERNET CP (SEMAPI) A internet tem importância fundamental em nossa área. Alguns módulos do Mantec estão integrados na internet. Além disto, montamos um portal de B2B juntamente com outras empresas de software (Astrein, SPES, Logical, MF), onde qualquer usuário dos softwares desenvolvidos por ela pode fazer uma consulta, abrir uma ordem de serviço, identificar peças, estoques - gera uma solicitação de cotação e compra da mesma via internet. 34 Nova Manutenção y Qualidade

10 NR (LOGICAL) Nosso software foi concebido para trabalhar na arquitetura client server e qualquer software dessa arquitetura pode trabalhar em web. Basta colocar o endereço dos bancos corretamente para se conseguir um acesso remoto, o que importa é que a pessoa tenha eventualmente a mídia para isso e não depender de telefone. Mas uma arquitetura típica internet, escrita em java script, nós teremos até junho/ No que tange à necessidade de compra de suprimentos, a integração com o portal B2B usemol.com já é uma realidade. FS (SPES) Complementando o que o Nivaldo falou, eu gostaria até de desmistificar um pouco essa questão de operar sistema via browser. Isso é possível há muito tempo. Qualquer software de qualquer empresa aqui pode ser operado via browser. Qualquer software pode estar instalado em uma rede local, acessando um banco de dados que está remotamente do outro lado do mundo, usando a infra-estrutura de internet TCP/IP. Isso também não é mistério nenhum pra ninguém da área de tecnologia. No que tange a iniciativa para a internet, o que nós temos é a empresa Mol que desenvolve e opera o site usemol, que tem o objetivo de tratar justamente a parte de suprimentos dos itens de Manutenção e que pode trabalhar integrado aos softwares. PS (DATASTREAM) Uma coisa é você emular o ambiente web, outra coisa é ser 100% arquitetura web. E nosso produto é 100% arquitetura web há mais de 2 anos. Ele está há mais de 1 ano disponível via ASP com dezenas de clientes, centenas, milhares de usuários, provado e comprovado. A principal vantagem com relação à emulação é desempenho, você não precisa instalar o emulador em cada estação, em cada cliente, mas você pode estar no hotel, por exemplo, e tendo acesso à internet de qualquer lugar, você roda o software como se estivesse na sua empresa. Nós acreditamos tanto na internet que nossa última linha Datastream7i não roda mais cliente-servidor, é 100% internet. Só internet. O FORTE DE NOSSO SOFTWARE É A RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIO E A TECNOLOGIA USADA. Nivaldo Ribeiro Pinto - Logical MA (ASTREIN) A Astrein vê o uso da internet como um ótimo meio para disponibilizar informação on-line, real time, em qualquer lugar, e partindo desse pré-suposto, nós temos uma primeira iniciativa que é colocar na mão dos compradores as necessidades de suprimentos através da integração do SIM com o sistema usemol. Então a gente utiliza a internet para aproximar compradores e fornecedores, aproximar a necessidade do departamento de compras. A segunda iniciativa é fazer algo similar com o próprio gerente de Manutenção, de forma que ele consiga ver os indicadores de desempenho do departamento dele e que ele possa visualizar de maneira bastante prática, sem que ele tenha que entrar em menus, em grandes opções, listas de relatórios; ele através da internet vê o mapa do departamento dele. RK (DATASUL) O nosso software pode ser usado em metaframe, quer dizer, eu posso me conectar e usar as informações e funcionalidades que eu necessito. A solução também está disponível em ASP, então quer dizer que não precisaria comprar, ele não tem a base de dados dentro do próprio cliente. Quer dizer, consegue alimentar as funções, ter todos os resultados necessários, alguns módulos do nosso produto já possuem transação web. O de Manutenção não tem. Mas hoje nós usamos um metaframe em alguns clientes e o ASP também. O cliente mais antigo ASP tem 1 ano e 9 meses. AP (MRO) Se pode falar em metaframe, de browser, mas a estrutura pura internet é Java. E para desenvolver isto nós gastamos 15 milhões de dólares e fizemos todos os componentes de toda a cadeia do Maximo totalmente em Java. Então com isso você roda em qualquer equipamento que não só micro e qualquer rede, seja discada, seja acesso local, de qualquer tipo. CC (CHIPS) Nós também utilizamos o processo como e-client server, que pode ser usado via internet. Fazemos uso de para emissão de relatórios, que saem automaticamente do sistema direto para o destinatário por correio eletrônico. Não passa por impressora. A parte de solicitação de serviços é totalmente via web. SM (GSM) Os nossos produtos ainda não estão em nível de transações via web. PERSPECTIVAS FUTURAS * Neste item falou-se muito de ASP (Aplication Service Provider), a modalidade onde o cliente não compra o sotware e sim a licença de uso. É uma espécie de aluguel. FS (SPES) Eu ainda não vejo o mercado CMMS tendo como principal fonte de recurso a operação via ASP. Eu acho que as empresas aqui no Brasil, que é o universo que eu tenho mais contato, ainda não estão amadurecidas nem preparadas tecnologicamente para operarem os sistemas via ASP e acredito que ainda tenha um custo/benefício muito maior ter um CMMS opera- Nova Manutenção y Qualidade 35

11 do por servidor. Nós temos expectativas muito boas em relação à área de serviços. Como já foi dito aqui o software não vai solucionar tudo, o que soluciona, na maioria das vezes, é o know how de gerenciamento de Manutenção, e competência técnica para gestão dos seus ativos. E isso é serviço. PS (DATASTREAM) Nós temos tido algumas experiências neste campo e sabemos que grandes corporações já visualizaram o ASP como saída para reduzir custos, reduzir infra-estrutura, concentrar o foco no negócio, terceirizando tudo, inclusive a informática. É uma grande solução também para quem que ter um sistema bom sem muito desembolso. Então ainda é a melhor maneira dele ir diminuindo seus gastos, diminuindo seu desembolso, sem grandes preocupações. O cliente paga US$ 300 por usuário por mês incluindo toda a infra-estrutura. A única coisa que o cliente tem que ter é uma conexão banda larga, em alguns casos discadas na internet com muito bom desempenho. MA (ASTREIN) Eu acho esse modelo ASP bastante interessante pelo fato de você não precisar ter o custo de propriedade, não precisar investir numa estação de trabalho muito sofisticada. Isso vale a pena. Mas eu acho que o alto volume de informação que trafega na Manutenção ainda impossibilita o sistema ASP. Ele vai esbarrar nas velocidades de acesso, pois as conexões disponíveis ainda são muito lentas. Eu acho que o que vamos ter de novidade mais pra frente é uma terceirização do planejamento e da programação de Manutenção, uma vez que esse setor tem que gerir muita informação e subsidiar a gerência de Manutenção. É uma tarefa cada vez mais especializada, que pode ser terceirizada com muita propriedade. Hoje existem empresas no mercado fazendo isso e creio que vai ser umas das grandes novidades de NA SOLUÇÃO ASP O CLIENTE PAGA US$ 300 POR USUÁRIO POR MÊS INCLUINDO TODA A INFRA-ESTRUTURA. Paulo Sacchs - Datastream OS SOFTWARES AP (MRO) Eu já tenho escutado sobre ASP há pelo menos uns dois anos e então eu não considero uma novidade e sim modalidade de negócios Eu vejo que o nosso foco será trabalhar muito mais em uma modalidade de BSP (Business Service Provider) do que a de ASP. Nós não vamos só disponibilizar a aplicação, e sim o negócio que não precisa ser feito obrigatoriamente pelos nossos fornecedores, mas pode ser por empresas terceiras, especializadas em engenharia que adquirem o produto e disponibilizam-no de uma maneira rosteada em qualquer ponto, fornecendo serviços a seus clientes. A tendência em nosso mercado é terceirização de muitas funções, disponibilização de recursos nos lugares certos. Aí as modalidade ASP ou BSP podem colaborar bastante. CP (SEMAPI) Nós temos um case para iniciar o processo de implantação da solução ASP, pois fechamos uma parceria com uma empresa do exterior que tem toda a infra-estrutura nesta área. RK (DATASUL) A solução ASP já é uma realidade e deve crescer bastante. E o BSP tem um grande mercado à frente também porque nós temos várias empresas que prestam serviços e precisam de uma solução para poderem ter o histórico registrado e a evolução disso. São dois pontos bastante interessantes. CC (CHIPS) Nós ainda acreditamos que a velocidade da internet vai aumentar muito e que os sistemas client server vão se adequar tão bem no modo local quanto no modo remoto. Nós acreditamos que esta será a tendência do mercado. Uma outra coisa, só complementando as tendências, eu vejo a intensificação da utilização dos PDAs. Como exemplo cito a substituição de uma OS feita em papel ter o processamento e fechamento via palmtop. * Neste item os fabricantes têm que destacar o ponto forte de seus softwares com uma frase. MA (ASTREIN) O nosso software é o mais fácil de usar FS (SPES) O forte do SMI é o seu custo/benefício CC (CHIPS) Extremamente adaptável PS (DATASTREAM) Uma linha ampla com alta tecnologia RK (DATASUL) Tecnologia e integração AP (MRO) Nossa forte é nossa experiência NR (LOGICAL) Relação custo/benefício e tecnologia CP (SEMAPI) Melhor assistência técnica/qualidade SM (GSM) Eficácia de implantação e objetividade 36 Nova Manutenção y Qualidade

12 MESA-REDONDA Por motivo de força maior, o representante da empresa baiana M&F Planejamento e Informática Ltda (que inclusive está com nova razão social) não pôde comparecer a São Paulo e participar da mesa-redonda. Por isto, resolvemos enviar alguns tópicos do que foi discutido para que a empresa não ficasse de fora do debate, já que é uma tradicional fabricante do setor. APRESENTAÇÃO O meu nome é Antonio de Melo Rosa Neto. Desde 1989 tocamos esta empresa, que é responsável pelo software SIEM - Sistema Integrado de Engenharia de Manutenção que tem como principais características: fácil utilização, otimização da mão-deobra e materiais através de funções de nivelamento, calibração de instrumentos atendendo os requisitos das normas ISO A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA PRÉVIA NA AQUISIÇÃO DO SISTEMA A consultoria prévia é a responsável pelo sucesso do projeto para o Cliente e para o Fornecedor (software), pois é neste momento que se avaliam os anseios do cliente e suas limitações. Por outro lado é definida a filosofia em que o software irá operar, configurações e resultados esperados. Sem uma avaliação prévia, o investimento pode ser perdido e a imagem do software pode ser afetada. IMPLEMENTAÇÃO A implementação em sistemas é uma constante, pois as necessidades de informações precisas são uma constância. No caso da MF, as implementações são avaliadas por um grupo de análise com o objetivo de aprovar e definir o projeto de implementação. Somente após a aprovação do grupo e do cliente é que as alterações são efetuadas. SISTEMA INDEPENDENTE x SISTEMA INTEGRADO A integração é uma necessidade dos usuários que logicamente exige que empresas diferentes e interesses divergentes se entendam. O papel do cliente como principal interessado é fundamental para juntar as duas empresas e fazer com que a integração desejada ocorra. A ausência do papel de cliente como elo de ligação e cobrador de tarefas afeta diretamente no sucesso do trabalho. CUSTO DO SOFTWARE O custo de implantação é uma variável bastante complexa de se tratar. Há clientes que desejam o trabalho completo, há outros que só treinamento e outros que desejam um trabalho de consultoria. Logo o custo de implantação tem variado entre o valor de 1 cópia e 3 x o valor da cópia. Eu diria que nosso produto pode variar de R$ 18 mil a R$ 20 mil. ATENDIMENTO PÓS-VENDA A MF é composta de profissionais de Manutenção industrial e planejamento, onde o atendimento aos usuários se dá através destes profissionais. O contato dos analistas só ocorre quando temos que tratar com a área de informática. Esta forma de atendimento se dá devido a especialidade de cada área. INTERNET A internet hoje é o meio mais seguro e rápido para transmitir, atualizar e dar suporte aos sistemas instalados. NOVIDADES As novidades do mercado estão ainda para surgir, isto é, os softwares que tiveram grande sucesso nas vendas estão passando pelo seu teste de funcionamento. As implantações e análise dos resultados (custo/beneficio) devem ser a nova rodada do mercado. A tecnologia é importante, porém já se visualiza no mercado aqueles clientes que se preocupam em comprar um produto que o seu resultado seja garantido e que o investimento seja o menor possível. O SOFTWARE Fácil utilização e integração Nova Manutenção y Qualidade 37

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