ANOS ao serviço da mediação de seguros. Jornal dos Seguros n.º 578/Ano XI Edição de 13/08/2012 Página

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1 MAIS CONDUTORES SEM SEGURO Saiba quantos acidentes há por dia envolvendo veículos sem apólice O número de condutores a circularem sem seguro automóvel nas estradas portuguesas está a aumentar. Tanto os acidentes com veículos sem apólice como as infrações detetadas pelas forças policiais registaram um aumento desde o início de 2012, e a tendência é para que a situação piore até ao final do ano. Os números do Fundo de Garantia Automóvel - mecanismo que é acionado quando um veículo acidentado não tem apólice de seguro - mostram que foram abertos 2461 novos processos relacionados com acidentes de condutores sem seguro nos primeiros seis meses do ano (uma média de 13 por dia), mais 328 casos do que em igual período do ano passado. Maio foi o mês em que se registaram mais incumprimentos, com 474 novos processos. Seja por descuido ou dificuldades financeiras, o certo é que também as infrações detetadas pela GNR apontam no mesmo sentido. De Janeiro a Junho deste ano, foram apanhados 7882 condutores a circularem sem seguro, o que representa um agravamento de 333 infrações em relação ao mesmo período do ano anterior. Por mês, as autoridades registam cerca de 1300 casos de condutores sem seguro, mas o CM sabe que em Julho o número de infrações detetadas pela GNR já ultrapassou essa média. Segundo o major Gonçalo Carvalho, porta-voz da GNR, "há um aumento das infrações por falta de seguro, com uma ligeira tendência de subida". Ao que o CM apurou, a perceção das autoridades policiais é de que as dificuldades financeiras poderão estar na origem do aumento dos veículos sem seguro. A GNR sublinha que "tem intensificado a vigilância". O CM solicitou ao Instituto de Seguros de Portugal (ISP) o número global de veículos sem apólice de seguro, mas este organismo optou por não revelar tais estatísticas. FALTA DE INSPECÇÃO COM QUEDA LIGEIRA Apesar das dificuldades financeiras, os condutores portugueses têm cumprido as regras no que toca à obrigatoriedade da inspeção automóvel. De acordo com os dados cedidos ao CM pela GNR, no primeiro semestre deste ano foram detetados automóveis a circular sem o respetivo visto válido da inspeção. Olhando para os números de 2011, há uma ligeira descida neste tipo de coimas: são menos 361 casos. O facto de a inspeção periódica ser obrigatória e de custar 22,91 euros - um seguro contra terceiros tem um valor entre os 150 e 250 euros - ajuda a perceber esta realidade. Além disso, o novo sistema de leitura de matrículas instalado nos veículos da GNR - que fornece informações sobre as multas do condutor e as obrigações do veículo - têm assustado' alguns condutores. Segundo as autoridades policiais, a falta de seguro e de inspeção dos veículos estão no topo das infrações detetadas. Correio da Manhã 13/08/2012 Resultados LUCRO DAS SEGURADORAS CRESCEU 19% NO SEMESTRE As seguradoras conseguiram aumentar os seus lucros nos primeiros seis meses do ano, mesmo tendo existido uma quebra na produção de novos seguros. O resultado líquido global das seguradoras atingiu 173 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 19% face a igual período do ano passado, segundo a Associação Portuguesa de Seguradores (APS). Para os resultados positivos contribuiu a recuperação parcial dos mercados de capitais, sobretudo no segmento de dívida, e a redução da taxa de sinistralidade no ramo Não Vida. A carteira de investimento do total das 43 seguradoras do mercado ascende a 52 mil milhões de euros. Deste montante as seguradoras têm seis mil milhões em dívida pública portuguesa, ou seja, 11,5% da carteira. A maioria do investimento das seguradoras continua centrada em obrigações: cerca de 70% da carteira total. Jornal de Noticias 10/08/2012 METADE DA DIVIDA SOBERANA DETIDA PELAS SEGURADORAS É PORTUGUESA As seguradoras têm cerca de 6 mil milhões de euros em dívida de Portugal, cerca de metade da totalidade da dívida soberana detida, disse o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS). A associação divulgou que, no primeiro semestre, as seguradoras a operar em Portugal tiveram resultados positivos de 173 milhões de euros, mais 19 por cento do que no mesmo período do não passado, apesar da redução verificada na produção de seguros. A recuperação dos mercados de capitais e, em específico do segmento relacionado com a dívida, foi um dos fatores que contribuíram para esta melhoria. Questionado sobre a dívida pública portuguesa na carteira das seguradoras, o presidente da APS, Seixas Vale, disse que ronda seis a sete mil milhões de euros, correspondente a 10 por cento da carteira destas empresas.

2 A dívida pública portuguesa é, assim, de cerca de metade dos 13 mil milhões de euros em dívida soberana total detidos pelas seguradoras. Já a dívida pública grega tem pouco impacto e a da Espanhola na posse das seguradoras é de cerca de mil milhões de euros. A dívida de Itália e França está entre as mais representativas na carteira das seguradoras. Seixas Vale disse ainda que, no seguimento da crise, as seguradoras têm vindo a diversificar os ativos nos últimos anos com o objetivo de reduzir o risco. O responsável garantiu a solvência destas empresas, destacando em especial a capacidade das seguradoras para manterem um "modelo de negócio flexível para acomodar impactos negativos". "O setor segurador tem um sistema amortecedor muito grande para situações não favoráveis. Noutras áreas do setor financeiro quem paga é o cidadão» (...) o setor segurador português é completamente independente do Estado", afirmou. Diário do Sul 10/08/2012 Dados da Associação Portuguesa De Seguradores PPR DIMINUEM 22% A subscrição de Planos Poupança Reforma (PPR) caiu 22,1% até Junho, quando comparada com os números dos primeiros seis meses do ano passado. A descida neste tipo de produtos motivou também uma quebra de 27% na produção de seguros no primeiro semestre, de acordo com os dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS). O líder da APS, Pedro Seixas Vale, não associa a diminuição dos PPR ao fim dos benefícios fiscais a eles associados. "Nos primeiros cinco a dez anos as benesses fiscais tiveram importância, nos últimos anos é a maior orientação para a reforma e os benefícios passaram a ter uma importância relativa menor " afirma. Até Junho, as seguradoras a operar no País tiveram resultados positivos globais de 173 milhões de euros, mais 19% que no período homólogo. RENTABILIDADE/ 3,2% Em 2011, a rentabilidade dos PPR não ligados a fundos situou-se nos 3,2%, de acordo com a APS. CRISE, QUAL CRISE? Manuel De Novaes Cabral / Vinho gera receitas As vendas de vinho do Porto geraram receitas de 138 milhões de euros no primeiro semestre, mais seis milhões de euros do que em Ingvar Kamprad / 9 mil milhões A marca sueca Ikea está avaliada em nove mil milhões de euros, de acordo com a informação tornada pública pela empresa. AUMENTO / Exportações As exportações portuguesas cresceram 6,8 por cento no segundo trimestre de 2012 relativamente ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. AUTOMÓVEIS / Produção cai O número de automóveis produzidos em Julho em Portugal caiu 19,7 por cento face ao mesmo mês de 2011 para veículos, divulgou ontem a Associação Automóvel de Portugal (ACAP). OCDE / Crescimento A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) estimou ontem uma melhoria na atividade económica em Portugal, pelo terceiro mês consecutivo, assim como a Grécia, e uma estabilização do crescimento na Irlanda. Correio da Manhã 10/08/2012 ALERTA SOBRE VENDA DA CAIXA SEGUROS Seixas Vale/ Presidente da APS "O acionista [Estado] decidiu vender a Caixa Seguros e espero que o faça bem", disse Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, na apresentação de resultados do setor. As empresas tiveram no primeiro semestre resultados globais de 173 milhões de euros, mais 19% do que no mesmo período de Diário de Noticias 10/08/2012 Seguros APS ESPERA QUE A CAIXA SEGUROS SEJA BEM VENDIDA O presidente da Associação Portuguesas de Seguradores espera que o Estado "faça bem" a venda da Caixa Seguros, a área seguradora do banco público, cujo acordo com a troika prevê a alienação até fim do ano. "O acionista da Caixa

3 Seguros decidiu vender e espero que o faça bem", disse Seixas Vale, numa conferência de imprensa em que apresentou os resultados das seguradoras no primeiro semestre. Jornal de Negócios 10/08/2012 PAIS DO AMARAL SAI DO CAPITAL DA PATRIS Miguel Pais do Amaral acumulava, em 2010, mais de 70 cargos em administrações de empresas. O empresário, um dos fundadores da holding de serviços financeiros, vendeu os seus 10% há cerca de uma semana. Miguel Pais do Amaral saiu do capital da Patris, tendo vendido a sua participação de 10% há cerca de uma semana. A informação foi confirmada ao Diário Económico pelo presidente da Patris, Gonçalo Pereira Coutinho, que não revelou qual o valor do negócio. "A participação foi vendida a uma investidora do Norte", referiu o responsável, não querendo adiantar, no entanto, pormenores em relação ao negócio. Até ao fecho da edição não foi possível entrar em contacto com Pais do Amaral, mas fonte próxima do gestor explicou ao Diário Económico que "a participação na Patris era não estratégica e foi essa a razão pela qual foi vendida". No final do mês de Julho a Patris anunciou que tinha comprado a BPN Gestão de Ativos. O Diário Económico sabe que, a par da proposta vencedora da Patris, Pais do Amaral tinha feito também uma proposta para adquirir a instituição. Miguel Pais do Amaral é presidente não-executivo da Media Capital, onde detém uma participação de 10%. O engenheiro português que tem uma paixão por carros de corrida tem inúmeras participações, entre maioritárias e não maioritárias em companhias que vão desde a área financeira à área editorial - como é o caso do grupo Leya - passando por sociedades agrícolas, pela área do imobiliário e também pelo setor automóvel. A Patris Investimentos é uma holding' de serviços financeiros detida por um conjunto de acionistas, tendo sido Miguel Pais do Amaral um dos seus fundadores, e sendo atualmente presidida por Gonçalo Pereira Coutinho. O grupo tem a sua origem na Patris Capital, uma sociedade de capital de risco criada em Outubro de Em 2009, a Patris já havia adquirido a corretora Fincor (que deteve em tempos o Banco Insular de Cabo Verde) à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a antiga dona do BPN, que tinha comprado a Fincor em A Patris está ainda na corrida pela Real Vida Seguros, a seguradora que também pertencia ao BPN. Pais do Amaral já não é administrador em 73 empresas Na semana passada, o Relatório Anual do Governo das Sociedades cotadas, divulgado pela CMVM indicava que existia um gestor a acumular 73 funções na administração de empresas. A análise do Diário Económico aos relatórios das cotadas, referentes a 2010, revelou que era Miguel Pais do Amaral o administrador em causa. Em declarações ao Diário Económico, na altura, o empresário desvalorizou a situação. Questionado sobre como é que faz a gestão de tantos cargos, Pais do Amaral explicou que nem todos os conselhos de administração reúnem com frequência. "Muitas dessas empresas têm conselhos de administração que não reúnem, ou reúnem semestralmente. Não creio que seja uma questão muito relevante", disse Pais do Amaral. O presidente do Conselho de Administração da Reditus, desde Março de 2008, acumulava também funções de Presidente do grupo editorial Leya, da Quifel Holdings, da Companhia das Quintas, e da Partrouge, entre outros. No final de 2010, Pais do Amaral, que também é presidente não-executivo da Media Capital, dona da TVI, era ainda gerente de empresas como a Adega de Pancas e a Biobrax Energias Renováveis Portugal, por exemplo. Após uma análise mais aprofundada dos relatórios das cotadas, o Diário Económico apurou que desde o início de 2011, Miguel Pais do Amaral tem vindo a renunciar a diversos cargos que detinha em várias empresas. Diário Económico 06/08/2012 SEGURO MOTOS. PREPARE-SE PARA CONTORNAR OBSTÁCULOS Apesar de este mercado ter crescido com a nova lei das 125, os seguros são caros e têm muitas restrições O aumento contínuo do preço dos combustíveis - desde o início de Julho, quando se iniciou o mais recente ciclo de aumento das cotações dos combustíveis nas bombas, o gasóleo registou uma subida acumulada de 8 cêntimos e a gasolina aumentou cerca de 7,5 cêntimos - estão a mudar os hábitos dos consumidores. Estes começam a encostar os carros e a comprar motos. Mesmo que ainda assim, os preços dos combustíveis se encontrem abaixo dos recordes registados em Março e Abril deste ano: cerca de quatro cêntimos abaixo no caso do gasóleo e nove cêntimos no caso da gasolina. Foi esta vantagem de poupança que levou Roberto Silva, técnico de marketing, a optar por uma mota. "Estava a gastar cerca de 150 euros por mês só para fazer o percurso casa/trabalho e agora não chego a despender 50 euros mensais, sem falar no dinheiro que poupo no estacionamento", refere ao i. Uma opinião partilhada por Carla Fonseca que rapidamente trocou o seu Seat Ibiza por uma Vespa. Além da poupança de combustível, a professora diz que chega todos os dias à escola "muito mais descansada porque foge das longas filas de trânsito". Estes não são casos isolados e, apesar da quebra generalizada de vendas, o mercado de duas rodas consegue resistir melhor à crise. De acordo com os últimos dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), assistimos a uma

4 quebra de vendas superior a 40% nos veículos automóveis, enquanto a venda de motociclos registou uma descida na ordem dos 12%. As motos de cilindrada até 125 centímetros cúbicos são as que estão a conquistar mais os portugueses: além do preço ser mais baixo está aliada à vantagem de ser possível conduzir com uma carta de ligeiros. SEGUROS Mas nem tudo são vantagens. Os principais obstáculos surgem no momento da realização do seguro. Pela natureza do risco envolvido, muitas seguradoras põem entraves na subscrição do seguro para motas. Regra geral, só aceitam cobertura de responsabilidade civil, ou seja, apenas sobre danos materiais (no valor de 600 mil euros) e corporais (no valor de 1,2 milhões de euros). É este o mínimo que a lei exige. A verdade é que, na generalidade dos casos, é mais difícil fazer um seguro para moto do que para um carro. Há ainda outras condicionantes impostas pelas companhias e que acabam por influenciar o preço a pagar. Se, por um lado, a probabilidade de ter um acidente é maior no caso de uma moto, há, por outro lado, vários fatores que ditam o valor a cobrar e que acabam por penalizar o prémio final. Um seguro para uma pessoa de 18 anos será diferente do de um indivíduo com mais de 25 anos. Também a cilindrada e o modelo do motociclo são outros fatores com influência nas companhias de seguros, assim como a zona de residência. Mas as dificuldades não se ficam por aqui. A grande maioria das seguradoras só aceita fazer um seguro para uma moto se o condutor já for cliente ou se tiver um cadastro limpo. Se isso não acontecer, então essa tarefa pode ser vista quase como uma "missão impossível". "A maioria das companhias não coloca entraves, mas algumas continuam a exigir clientes com cadastro limpo, isto é, sem acidentes declarados, bem como um pacote com outros seguros", chama a atenção a Associação de Defesa do Consumidor (Deco). Outro entrave diz muitas vezes respeito à contratação de uma cobertura mais abrangente, como a de danos próprios. Regra geral, é mais fácil para quem tiver uma boa carteira de seguros ou optar por comprar moto através de leasing. Nesse caso, além da responsabilidade civil, as locadoras exigem seguro de danos próprios do veículo. Este cobre os prejuízos causados por choque, colisão, capotamento, incêndio, raio, explosão e furto ou roubo, quando não há um terceiro responsável. Por exemplo, basta perder o equilíbrio e bater num carro parado na rua causando danos na chapa e na pintura, que a reparação fica por conta da seguradora. A Deco diz, no entanto, que caso o condutor tenha dificuldade em subscrever um seguro para motos deve reunir as declarações de recusa de três seguradoras e deve apresentar as mesmas no Instituto de Seguros de Portugal (ISP) que se encarregará de nomear uma. Quando estiver a comparar as várias propostas, não se esqueça que deve ter em conta se as mesmas são comparáveis, já que há pacotes que umas seguradoras podem contemplar e outras não. Para comparar diferentes propostas com rigor, deve definir primeiro as coberturas que lhe fazem realmente falta ou se justificam. Aprenda a encontrar o melhor seguro Nem sempre é simples a tarefa de encontrar o melhor produto ao melhor preço. Para evitar desagradáveis surpresas siga algumas regras 1/Evitar comprar marcas que são furtadas com maior frequência Conseguir fazer um seguro para uma moto é sempre complicado e as seguradoras têm vários critérios em conta. Comprar uma marca que é roubada com frequência é um dos erros a evitar, já que torna mais difícil a tarefa de obter um seguro e, caso o consiga, penaliza o valor a pagar. 2/Definir muito bem as coberturas a escolher O seguro obrigatório de responsabilidade civil tem uma apólice uniforme, definida por lei. Desta forma, é comercializado por todas as seguradoras com as mesmas condições e o valor a pagar varia consoante a cilindrada e o capital seguro. É o seguro mais fácil de obter no caso de uma moto, uma vez que a grande maioria das seguradoras coloca alguns entraves às coberturas extra. Contudo, se o desejar, pode sempre tentar contratar um pacote que inclua danos próprios, como choque, incêndio ou roubo. Pode ainda ir mais longe e tentar subscrever mais coberturas por um prémio adicional: fenómenos naturais e vandalismo, assim como a cobertura de ocupantes. 3/ Escolher muito bem a pessoa segura Existem diferenças de prémio consoante a idade do condutor e os seus anos de carta, tal como acontece no seguro automóvel. Geralmente, o prémio é agravado se tiver menos de 25 anos e carta de condução há menos de dois. Além disso, quanto menos acidentes tiver, melhor, já que este número tanto pode ser valorizado como penalizado pela seguradora. 4/Comprar uma moto menos potente Pode ser uma boa solução para quem não está interessado em pagar uma prestação muito elevada. Geralmente, as seguradoras penalizam as motos de maior cilindrada. Isso significa que quanto mais potente for, maior será o prémio a pagar. 5/A cidade onde mora também pode vir a ditar o preço a pagar Por regra, Lisboa e Porto são consideradas pelas seguradoras zonas de risco elevado e, por isso, o seguro é mais caro do que, por exemplo, no Alentejo. A verdade é que a definição das zonas geográficas e de risco varia conforme as companhias e está relacionada com as estatísticas de sinistralidade.

5 6/Concentrar vários seguros na mesma seguradora O ideal é procurar a melhor seguradora, em termos globais, para que possa ser possível concentrar na mesma companhia todos os seguros que tiver para ter condições especiais: de habitação, de carro, de moto, de saúde, entre outros. Se já tem um seguro de carro, contacte primeiro a sua seguradora, pois, na maior parte das companhias, se não for cliente é ainda mais difícil contratar um seguro de moto. 7/Pagar uma só vez Se conseguir, evite o pagamento semestral, trimestral ou mensal dos prémios, pois isso implica um custo adicional, proporcional ao número de prestações. 8/O que fazer em caso de recusa Caso lhe voltem as costas, reúna três declarações de recusa e apresente-as ao Instituto de Seguros de Portugal. Este tratará de nomear uma companhia para lhe fazer o seguro. I 13/08/2012 Greve na assistência a seguros do Grupo CGD «FALA A MARTA» PELO EMPREGO Para preparar a privatização da área de seguros, a Caixa Geral de Depósitos semeou a inquietação na Cares, a empresa que presta assistência à OK Teleseguros, à Fidelidade-Mundial, à Império-Bonança e outras companhias. No prédio de onde «fala a Marta», os trabalhadores responderam com uma greve quase total, em defesa do emprego e do interesse público. O Banif despede e o Estado paga O Banif desencadeou, há um mês, um processo de despedimento de cerca de 300 trabalhadores, e em simultâneo recorre a dinheiros públicos para se recapitalizar - protestou o Sindicato dos Trabalhadores da Atividade Financeira, que no dia 1, quarta-feira, no intervalo de almoço, promoveu uma concentração de protesto junto à sede do banco, na Avenida José Malhoa, em Lisboa. Sob o pano de fundo do crescente desemprego, «o Banif, com o apoio do Banco de Portugal e do Governo, está a desenvolver um plano de recapitalização do banco onde se inclui, entre outras medidas, o despedimento de cerca de 300 trabalhadores e o encerramento de 40 balcões», refere o Sintaf/CGTP-IN, no comunicado que distribuiu durante aquela ação. Assinala, a propósito, que decorre já um processo de despedimento coletivo na companhia de seguros do grupo, a Açoreana. Para o Sintaf, há cumplicidade do Banco de Portugal e do Governo PSD/CDS nesta «tentativa chantagista» de despedimentos, que considera ilegais e imorais, já que «os trabalhadores são chamados individualmente a uma sala de hotel e aí são pressionados a aceitarem a proposta da empresa». O sindicato exige que seja vedado qualquer apoio estatal no processo de recapitalização do Banif. Em contraste com a recusa de apoios essenciais às pequenas e médias empresas, «o Governo, mais uma vez, vai disponibilizar centenas de milhões de euros para apoiar a recapitalização de um banco privado, substituindo-se assim aos seus acionistas, que durante anos receberam dividendos no valor de muitas dezenas de milhões de euros e não o reinvestiram no banco, e ainda por cima, o faz apoiando o despedimento de trabalhadores». Além de exortar todos os trabalhadores a resistirem, o Sintaf manifesta a sua solidariedade aos que foram envolvidos neste processo e reafirma a «determinação de tudo fazer, com os trabalhadores do Grupo Banif, para impedir a concretização» dos despedimentos. O anúncio «fala a Marta», repisado durante mais de uma década, será provavelmente a parte mais visível da OK Teleseguros. Por sua vez, a área comercial da Via Directa, a empresa do Grupo Caixa Seguros e Saúde que detém a marca da «Marta», foi das que primeiro ficaram entregues a prestadoras de serviços externas (empresas de outsourcing), como a Reditus - comentou, à nossa reportagem, um dos trabalhadores da Cares e dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins. Na segunda-feira, manteve-se a muito elevada adesão à greve, de uma hora por turno, que já se registara na sexta, confirmaram-nos os dirigentes e delegados do Sinapsa, que estavam entre os trabalhadores concentrados, durante o terceiro período de paralisação, à entrada do número 13 da Avenida José Malhoa, em Lisboa. Com turnos de cerca de três dezenas de trabalhadores, muito poucos ficaram alheios à luta e quase todos desceram à rua, para dar mais visibilidade ao protesto. A greve foi convocada pelo Sinapsa, com o apoio da Comissão de Trabalhadores da Cares, e depois de aprovada em plenário, a 16 de Julho. Mas já vinham de Abril os sinais de luta contra o esvaziamento da Cares, por via da eliminação de postos de trabalho e, em simultâneo, transferência de serviços para um call-center em Évora, que funciona com pessoal colocado através da Reditus. A própria Cares, criada em 1991 e adquirida dez anos depois pela CGD, serviu para que esta lhe entregasse em outsourcing (era então Cares RH) a gestão de sinistros, que assim passou a ser assegurada por pessoal a ganhar metade do ordenado dos trabalhadores de seguros do quadro. Com isto, a Caixa procurava esquivar-se à aplicação do contrato

6 coletivo de trabalho, assinalou Augusto Fidalgo. Este dirigente do Sinapsa conta que, há uns sete ou oito anos, alguns dos trabalhadores da Cares contactaram o sindicato, apresentaram os motivos de descontentamento do pessoal, fizeramse sócios e alargaram o núcleo de sindicalizados, desenvolveram uma firme ação reivindicativa. Ao mesmo tempo que a Cares foi ganhando dimensão, os trabalhadores conseguiram ir passando ao quadro de efetivos e passou a ser aplicado o contrato coletivo. O Sinapsa conta hoje com oito dezenas de associados, congratula-se Fidalgo. Nos seus documentos oficiais, a empresa diz ter cerca de 130 trabalhadores, 44 dos quais estão em tempo parcial (dados do Relatório e Contas de 2011). Sobre este número, a Cares não prestou ainda a informação solicitada, ao abrigo da lei, pela Comissão de Trabalhadores. Andreia Martins, dirigente da CT e do sindicato, estima que uns 20 estarão contratados a termo, enquanto cerca de 15 têm vínculo à Reditus. O final destes contratos tem sido aproveitado pela empresa para liquidar postos de trabalho. Ao mesmo tempo, um número semelhante surge no call-center de Évora. Em Abril, referia-se num comunicado conjunto do Sinapsa e da CT da Cares, tinham sido «dispensados» oito trabalhadores da assistência em viagem na Cares, surgindo sete postos de trabalho (em regime de outsourcing) em Évora. O número foi crescendo e estará hoje em duas dezenas e meia. «Isto é transferir o serviço, nada tem a ver com o "plano de continuidade" de que a empresa fala», comenta Andreia Martins. Para o Sinapsa, trata-se de uma estratégia para baixar os custos do trabalho, na perspetiva de privatização do Grupo Caixa Seguros e Saúde, já anunciada pelo Governo. No comunicado em que anunciou a greve, o sindicato condenou esta política da empresa, assinalando que ela representa também «mais um golpe no capital público». Só nos últimos dois anos, a Cares registou 9,8 milhões de euros de resultados líquidos (90 por cento foram atribuídos ao acionista único, a CGD). Mas, a par disso, houve «investimentos consideráveis no desenvolvimento tecnológico», dos quais acabam por beneficiar as empresas de outsourcing. Com a greve, os trabalhadores da Cares exigem que seja posto termo à deslocalização de serviços e que não sejam postos em causa os postos de trabalho, não apenas dos contratados, mas de todos; quem está com vínculo precário, em funções permanentes, deve passar a efetivo; e o quadro de pessoal deve ser preenchido, de modo a manter a qualidade do serviço prestado às companhias e aos seus clientes. Trata-se de uma luta «de todos os trabalhadores de seguros, pelo seu direito ao trabalho, ao salário justo e ao respeito pela sua dignidade, enquanto profissionais e cidadãos», destaca o Sinapsa, num comunicado a expressar apoio ao pessoal da Cares e a apelar à solidariedade em todo o setor. Admitindo que o sindicato nota sinais preocupantes também na Multicare (seguros de saúde do Grupo CGD), Augusto Fidalgo insistiu que consolidar a unidade e a organização dos trabalhadores, para travar esta batalha na Cares, é também uma forma de impedir novos ataques. Avante 09/08/2012 Os poderes da regulação COMO SE GARANTE UM REGULADOR INDEPENDENTE? Mandatos mais longos, não renováveis. Inamovibilidade dos administradores. Independência financeira e de gestão de recursos humanos. Reforço de poderes de fiscalização e sancionatório. Fórmula para garantir independência? Menos Estado na Economia determina a existência de reguladores mais fortes e independentes. A teoria económica está, também, no pensamento político do atual Governo e da própria troika. Por isso, um dos compromissos assinados por Portugal na ajuda externa é o de reforçar a independência e poderes dos reguladores. Para isso, foi feita uma análise a essas entidades, por forma a que sejam feitas propostas que confiram essa maior independência. Tal como o Negócios avançou, o estudo foi pedido à AT Kearney, que estudou a Anacom (comunicações), a Autoridade da Concorrência a ERSE (energia), ISP (seguros), ERS (saúde), ERSAR (águas e resíduos), INAC (aviação), IMTT (transportes), IPTM (portos), INIR (rodovias) e INCI (construção). De fora ficaram os supervisores Banco de Portugal, CMVM, ERC e Infarmed, que tem um perfil específico. O estudo da AT Kearney já foi entregue, numa versão preliminar, aos reguladores e às tutelas. Na última revisão do programa de assistência financeira ficou determinado que as medidas para reforçar a independência, no seguimento desse estudo, seriam apresentadas até final de Setembro. O processo envolve os ministérios da Economia Finanças, Saúde e Ambiente. Mas como se garante a independência dos reguladores? Os especialistas em regulação não têm dúvida que há que dotar as entidades de poderes sancionatórios, de supervisão, autonomia financeira administrativa e de recursos humanos. Aliás, a AT Kearney também fala da necessidade de se garantir aos reguladores autonomia financeira e de gestão de recursos humanos, apurou o Negócios. Estas autonomias estão, aliás, consagradas nos vários estatutos das entidades reguladoras. Mas nem sempre é conseguida. Aliás, os reguladores contestaram a interferência resultante da publicação do Orçamento do Estado para 2012 que impôs, além dos cortes dos subsídios e dos ordenados como na função pública, o congelamento das contratações (que têm de ser autorizadas pelas Finanças) e a exigência de as entidades proporem a

7 equiparação dos seus trabalhadores à administração pública. Apesar de os estatutos estabelecerem essa independência, há reguladores abaterem-se com dificuldades de financiamento. Tem sido, aliás, tema referido pela Autoridade da Concorrência. "A independência económica e a independência política são parte de um todo indissociável, dada a possibilidade teórica do executivo diminuir os recursos para a gestão operacional das entidades reguladoras e, através da asfixia financeira influenciar indiretamente a sua atividade", sugerem Rui Nunes, Ana Paula Cabral e Guilhermina Rego no estudo onde elaboram um projeto de lei-quadro de entidades reguladoras. Mandatos longos mas únicos Apenas dois reguladores têm mandatos únicos, ou seja, sem possibilidade de renovação. E a Anacom e a ERC, cujos mandatos duram cinco anos. Esta aliás, é a fórmula que, segundo alguns especialistas, garante maior independência. No estudo de Rui Nunes sugerem-se mandatos de sete anos. Estas durações permitem que os mandatos dos reguladores sejam desfasados da legislatura. A AT Kearney, segundo apurou o Negócios, também "aprova" a duração "alargada" de mandatos, sem possibilidade de renovação. Tal como "aprova" que as nomeações sejam decididas em Conselho de Ministros, mas "com reforço do escrutínio público" pelo Parlamento. Este estudo da AT Kearney revela, aliás, preocupação acrescida com o escrutínio dos reguladores, que têm de reforçar os mecanismos de prestação de contas e avaliação da sua eficácia e impacto das suas decisões, nomeadamente exigindose a sua publicação e promovendo-se audições públicas. A inamovibilidade dos reguladores é outro ponto sugerido para aumentar a independência. O QUE DIZ... No memorando de entendimento com a troika fica clara a necessidade de se reforçar a independência dos reguladores. O mesmo já referia o PSD no programa eleitoral, decisão vertida no programa do Governo O memorando da troika O memorando da troika quer que "as autoridades regulatórias nacionais tenham a independência necessária e os recursos para exercerem as suas responsabilidades". Por isso, ficou definida a realização de um estudo independente das várias entidades. O estudo foi realizado pela AT Kearney. Mas os "timings" em relação ao memorando da troika foram resvalando, pelo que só agora será avaliado pela troika. Até final de Setembro será elaborada uma proposta com medidas a serem implementadas até ao final do ano por forma que seja reforçada a independência dos principais reguladores sectoriais. O programa do Governo O Governo, no seu programa, diz ser necessário "reforçar a regulação, tanto na sua independência como na sua efetividade". E para isso propõe-se "apresentar uma proposta de Estatuto Jurídico das Autoridades Administrativas Independentes", transformando-as, nos mercados que o justifiquem, em Autoridades Administrativas Independentes, reintegrando as restantes na administração tradicional. Fala-se em reforçar a autonomia e a responsabilidade das Autoridades Administrativas Independentes, alterar a arquitetura institucional e legislativa e mudar a forma de designação, envolvendo Governo, Parlamento e Presidência. O programa eleitoral do PSD No seu programa eleitoral, o PSD propunha apresentar uma proposta de Estatuto Jurídico das Autoridades Administrativas Independentes, o que ficou vertido no programa do Governo. Mas ia mais longe propondo "a fixação de garantias aos membros dos órgãos de direção de inamovibilidade dos seus cargos". E pretendia que a designação dos reguladores passasse pela intervenção do Governo, da Assembleia da República e do Presidente da República, "tendo a preocupação de garantir consensos alargados quanto aos seus méritos". E falava em criar uma entidade autónoma de coordenação das atividades regulatórias. Lei que enquadra todos os reguladores vai voltar à discussão O Governo tem a promessa no seu programa de criar um Estatuto Jurídico das Autoridades Administrativas Independentes. O mesmo é dizer, uma lei que enquadra a atividade e funcionamento de todos os reguladores. A ideia não é nova. Em 2002, chegou mesmo a entrar no Parlamento, sob proposta do Partido Socialista, um projeto-lei para definir a lei-quadro sobre autoridades reguladoras, que teve por base uma proposta de Vital Moreira e Fernanda Maçãs. O projeto foi chumbado pelo PSD e CDS PP, que eram, então, os partidos em coligação governativa, sendo Durão Barroso o primeiro-ministro. Esta proposta causou polémica, com alguns reguladores a contestarem a harmonização de regras. Também João Confraria, especialista em regulação e que hoje é administrador da Anacom, defendeu ao Negócios, em Novembro último, que não deve existir um enquadramento geral para os reguladores já que "o modelo de regulação deve ser adaptado às necessidades de cada setor e não definido através de regras gerais". Com uma lei de enquadramento, que estará já a ser preparada, fica determinada a harmonização na nomeação e duração dos mandatos das entidades. O Governo, no seu programa, fala numa nomeação com intervenção do Executivo, Parlamento e Presidência da República. Neste momento, apenas a ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social é nomeada pelo Parlamento. Os restantes reguladores são nomeados em Conselho de Ministros e os institutos públicos

8 por escolha direta da tutela. Na lei-quadro do PS, de 2002, previa-se a nomeação pelo Conselho de Ministros, mas com apresentação prévia ao Parlamento. O "Público" noticiou que o diploma que está agora a ser preparado, faz passar as nomeações pelo Parlamento e pela Comissão de Recrutamento e Seleção da Administração Pública, que aliás já tem de analisar, mas não de forma vinculativa o curriculum dos gestores públicos. Boa parte dos reguladores prevê que aos membros do conselho de administração seja aplicado o estatuto do gestor público, ainda que em muitos se especifique a forma de nomeação. De fora da aplicação do estatuto do gestor público tem ficado, ainda, a fixação da remuneração. Os reguladores, que são considerados independentes, têm o salário determinado por despacho. O "Público" avançou que se pretende limitar essa remuneração à do primeiro-ministro. Manuela Ferreira Leite, que já foi líder do PSD e ministradas Finanças, criticou. No blogue "Quarta República" diz não entender a equiparação, já que o salário do primeiro-ministro "é determinado por critérios políticos e o dos reguladores por critérios de mercado". Por isso, com a limitação "não é certo que estejam disponíveis os mais competentes, nem os mais independentes, e assim se pode pôr em causa uma verdadeira regulação, o que não é aceitável em democracia". Reforçar os poderes da regulação O Negócios analisou os estatutos de todas as entidades reguladoras. A maior parte é pessoa coletiva de direito público, mas ainda há várias, especialmente nas infraestruturas, sob superintendência da tutela. Apenas uma é nomeada pelo Parlamento. E só duas não permitem renovação de mandato. LEGENDA DE CORES Nível de independência dos reguladores. O verde é considerado independente, o amarelo indica os «reguladores com algum grau de independência e o vermelho sem independência. É uma avaliação do Negócios com base nos estatutos ou leis orgânicas das várias entidades. SUPERVISORES Autoridade da Concorrência / Todos os setores Manuel Sebastião / Presidente do cons. de administração A AdC foi criada em Os estatutos preveem "independência". Está sob tutela da Economia, que, aliás, pode reverter um "chumbo" de uma operação de concentração. A administração tem três ou cinco elementos, nomeados por cinco anos renovável por um mandato. Na primeira nomeação previa-se que os mandatos dos administradores fossem desencontrados, o que só aconteceu inicialmente. A nomeação é por proposta da Economia, ouvidos os ministérios das Finanças e Justiça. Os estatutos admitem financiamento pelo Orçamento do Estado, mas não tem recebido. CMVM / Todos os setores Carlos Tavares / Presidente do conselho diretivo Sujeita à tutela das Finanças, a quem cabe nomear a administração, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) tem cinco administradores nomeados por cinco anos, que pode ser renovado. Nos estatutos, não há referência a incompatibilidades. E nas receitas da CMVM não se preveem contributos pelo Orçamento do Estado. Nas atribuições da CMVM está incluído o dever de assistir o Governo e o ministro das Finanças na definição de políticas relativas a valores mobiliários. Banco de Portugal / Banca e sociedades financeiras Carlos Costa / Governador O Banco de Portugal não é apenas um supervisor, já que, como banco central de Portugal, participa no sistema europeu de bancos centrais, o que lhe dá natureza distinta dos restantes reguladores. A administração é composta pelo governador, por um ou dois vice-governadores e por três a cinco administradores, sendo os mandatos de cinco anos, renováveis por uma vez. Os membros são inamovíveis, de acordo com a Lei Orgânica do Banco de Portugal, que lhe confere autonomia administrativa e financeira. INFRA-ESTRUTURAS IMTT / Transportes terrestres Carlos Correia / Presidente do conselho diretivo O Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres é um instituto público integrado na administração indireta do Estado. E numa das suas missões tem a assessoria ao Governo na definição, implementação e avaliação de políticas para o setor dos transportes. Nos estatutos ainda se determina que "o IMTT prossegue atribuições do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sob superintendência e tutela do respetivo ministro". O conselho diretivo é composto por cinco elementos, não se determinando limites aos mandatos. IPTM / Setor marítimo e portuário João Carvalho/ Presidente do cons. de administração O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos é igualmente um instituto público, sujeito à tutela e superintendência do ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação. O mesmo é dizer que não tem independência estatutária perante o Governo. O conselho de administração tem sete elementos, nomeados por despacho conjunto do primeiroministro e dos ministros das Finanças e das Obras Públicas e Transportes. Quatro dos vogais são designados administradores-delegados das várias regiões. O mandato é de três anos.

9 INIR / Infraestruturas rodoviárias Alberto Conde Moreno / Presidente O instituto que regula e fiscaliza o setor das infraestruturas rodoviárias e supervisiona e regulamenta a execução, conservação, gestão e exploração das referidas infraestruturas não tem independência perante o Estado. É um instituto que está sob superintendência e tutela do ministro com tutela das obras públicas e transportes. O conselho diretivo tem três elementos, não sendo referidos limites de renovação de mandatos nem os anos de duração. Nos estatutos, admitem-se dotações do Orçamento do Estado a esta entidade. INAC / Aviação e sector aeronáutico Luís Trindade dos Santos / Presidente do conselho diretivo O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), cujos estatutos deverão em breve ser alterados, ainda está sob "superintendência e tutela do respetivo ministro", no caso das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que na atual legislatura está dentro do Ministério da Economia. O conselho diretivo é composto por quatro elementos. Os estatutos não definem duração de mandato, mas os elementos têm sido nomeados por três anos. Também não são definidos limites de mandatos. Não há receitas previstas do Orçamento do Estado. SERVIÇOS ESSENCIAIS Anacom / Comunicações e serviços postais Fátima Barros / Presidente do cons. de administração A Anacom pode ter entre três e cinco elementos na administração, cujo mandato não é renovável. Dura cinco anos. Nos estatutos está garantida a independência da Anacom, ainda que uma das suas funções seja de coadjuvar o Governo. Nos estatutos garante-se, ainda, que os "membros do conselho de administração são independentes no exercício das suas funções, não estando sujeitos a instruções ou orientações específicas". Depois de saírem de funções, têm um período de impedimento de dois anos. Não estão previstas dotações do Orçamento do Estado. ERSE / Serviços energéticos Vítor Santos / Presidente do conselho de administração "A ERSE é independente no exercício das suas funções, sem prejuízo dos princípios orientadores de política energética fixados pelo Governo", lê-se nos estatutos desta entidade para o setor energético, que tem três administradores. São nomeados por cinco anos, sendo o mandato renovável por uma vez, não estando os seus membros "sujeitos a instruções ou orientações específicas". Quando terminarem funções têm um período de impedimento de dois anos. Os estatutos da ERSE serão alterados, em breve, para lhe dar poderes sancionatórios. ERSAR / Água, saneamento e resíduos Jaime Baptista / Presidente do conselho diretivo O conselho diretivo é composto por três elementos, nomeados para mandatos de três anos. Não há limites de mandatos, pelos atuais estatutos, nem se determinam impedimentos no final do mandato. Esta entidade deverá ter nova mudança de estatutos, para lhe conferir maior independência, já que ainda se trata de um instituto público integrado na administração indireta do Estado, ainda que tenha autonomia financeira e administrativa. Não estão previstas dotações do Orçamento do Estado. FINANCEIRO ISP / Seguros e fundos de pensões Fernando Nogueira / Presidente do conselho diretivo O conselho diretivo do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) é composto por quatro elementos, nomeados por cinco anos renovável por uma vez. Sujeito à tutela do Ministério das Finanças, tem nas suas atribuições a missão de assistir o Governo e o ministro das Finanças e executar e exercer o controlo de execução da política para o setor segurador. Nas receitas previstas do ISP não estão previstas dotações do Orçamento do Estado. Foi em 2001 que se conferiu ao ISP poderes regulamentares e ampliou-se as suas competências de supervisão. CONSTRUÇÃO INCI / Construção e imobiliário António Flores de Andrade / Presidente O Instituto da Construção e Imobiliário (INCI), que viu os seus estatutos serem alterados já este ano, manteve-se como instituto público integrado na administração indireta do Estado, sob superintendência do ministro da tutela. A alteração permitiu que se integrasse a reabilitação urbana, onde ficará também sujeito à tutela do Ambiente. O conselho consultivo é composto por três elementos, não se definindo nos estatutos limites de mandatos nem duração. O atual conselho, que tem dois elementos, iniciou funções a 1 de Junho de 2009, por três anos. ERS / Prestação de cuidados de saúde Jorge Almeida Simões / Presidente Em 2003, foi criada a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), com a missão de regular e supervisionar a atividade dos estabelecimentos, instituições e serviços prestadores de cuidados de saúde. "A ERS é independente (...) sem prejuízo dos princípios orientadores da política de saúde fixada pelo Governo", lê-se nos estatutos. O conselho diretivo é

10 composto por três elementos. O presidente é nomeado por cinco anos e os vogais por dois anos inicialmente, sendo as nomeações seguintes por cinco anos. Os mandatos são renováveis por uma única vez. Infarmed / Setor farmacêutico Jorge Torgal / Presidente do conselho diretivo O Infarmed é um instituto público, mas de regime especial, que "prossegue as atribuições do Ministério da Saúde, sob superintendência e tutela do respetivo ministro". Tem por missão regular e supervisionar os setores dos medicamentos de uso humano e dos produtos de saúde. O conselho diretivo deve ter três elementos, de acordo com a redação da lei orgânica dada este ano, no entanto, ainda se encontram em funções cinco elementos, a completar o mandato. Na Lei Orgânica não se determina duração nem limites à renovação de mandatos. COMUNICAÇÃO SOCIAL ERC / Comunicação social Carlos Magno / Presidente do conselho regulador Os estatutos determinam que a ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social "é independente", "definindo livremente a orientação das suas atividades, sem sujeição a quaisquer diretrizes ou orientações por parte do poder político". O conselho regulador é composto por cinco elementos, sendo quatro designados pela Assembleia da República que, depois, escolhem o quinto membro. "Os membros do conselho regulador são inamovíveis" e "independentes no exercício das suas funções". O mandato é de cinco anos não renovável. Jornal de Negócios 07/08/2012 Rodrigo Esteves, diretor de marketing da Liberty, afirma "O DESPORTO É UM VEÍCULO PARA TRANSMITIR OS VALORES DA MARCA" "O ciclismo tem a capacidade de corporizar alguns dos mais importantes valores que a Liberty Seguros defende e pratica no dia-a-dia: o Trabalho em Equipa, a Excelência, a Honestidade, o Compromisso e o Rigor", afirma Rodrigues Esteves, diretor de marketing da Liberty. O apoio prestado pelo Liberty Mutual Group a vários eventos e iniciativas ligados ao desporto têm o objetivo de "Ajudar as pessoas a viverem vidas mais seguras". Vida Económica - Como surgiu o envolvimento da Liberty com a Volta a Portugal? Rodrigo Esteves - A Liberty Seguros chegou a Portugal em 2003 e, desde 2004, está ligada ao ciclismo e à Volta a Portugal em Bicicleta. É ao ciclismo e à sua prova rainha que a Liberty Seguros deve uma boa parte do reconhecimento de marca que tem hoje. Foi pela mão do ciclismo, do patrocínio a uma equipa profissional de ciclismo, e à performance da mesma durante anos a fio na Volta a Portugal em Bicicleta que a Liberty Seguros chegou à casa de milhares de Portugueses ao longo destes anos. É, por isso, com muito orgulho, que assumimos o papel de patrocinador principal deste grandioso evento desportivo, emprestando a nossa marca a esta 74ª Volta a Portugal Liberty Seguros. VE - Que razões determinam a preferência por uma modalidade clássica face a outras iniciativas, por exemplo, eventos musicais? RE - Reconhecemos no ciclismo a capacidade de corporizar alguns dos mais importantes valores que a Liberty Seguros defende e pratica no dia-a-dia, quando praticado de forma honesta e com o total respeito pela verdade desportiva. São estes o Trabalho em Equipa, a Excelência, a Honestidade, o Compromisso e o Rigor. VE - Essa é a estratégia também seguida em Portugal? RE - No caso de Portugal, e como já foi referido anteriormente, privilegiamos modalidades que corporizem os nossos valores e a nossa forma de estar no mercado. Uma dessas modalidades é o ciclismo. Um exemplo muito atual desta forte ligação que a Liberty tem ao desporto, é o caso da Liberty Seguros no Brasil, onde recentemente se tornou a seguradora oficial da Copa do Mundo FIFA VE - Qual é o investimento efetuado na Volta a Portugal e o retorno esperado? RE - Este é um investimento que se insere na área do desporto, sendo que o nosso objetivo é apoiar mais uma vez o ciclismo e proporcionar aos amantes da modalidade a maior festa do desporto. O valor do patrocínio é um dado confidencial do contrato entre a Liberty Seguros e a PAD "Ajudar as pessoas a viverem vidas mais seguras" O facto de em Boston, onde a Liberty Mutual tem a sua sede, haver uma forte ligação ao desporto reflete-se sobre as iniciativas da companhia nos países onde está presente. O Liberty Mutual Group apoia vários eventos e iniciativas ligadas ao desporto, com o objetivo de "Ajudar as pessoas a viverem vidas mais seguras", afirma Rodrigo Esteves. Em vários países onde o Grupo está presente, o desporto é um veículo para transmitir os valores que definem a marca localmente e uma importante alavanca de notoriedade, pois o desporto proporciona grande exposição para a marca. Em termos de modalidades, a escolha das mesmas depende da estratégia de marketing e comunicação local. Vida Económica 10/08/2012

11 ALLIANZ PORTUGAL APOIA PROJETO EM MOÇAMBIQUE A Allianz Portugal realizou o seu donativo anual ao Comité Português para a UNICEF, tendo o apoio sido direcionado para o projeto Child Friendly Schools, em Moçambique. As duas entidades têm uma parceria já há vários anos e esta é a segunda vez que o donativo anula da Allianz é alocado a este projeto em concreto. Como referiu Carlos magno, Diretor de Market Management e Distribuição Bancária da Allianz Portugal, na cerimónia de entrega do donativo, realizado a 6 de julho nas instalações da Unicef, em Lisboa: "Para a Allianz Portugal, este apoio justifica -se pelo valor e alcance do trabalho que a Unicef tem realizado, particularmente no projeto a que se destina esta verba" e acrescenta "Através da Child Friendly Schools, milhares de crianças moçambicanas podem ambicionar um futuro melhor e, quem sabe, vir a desempenhar um papel importante no futuro do seu país". IP NEWS 26/07/2012 Seguro REPENSAR A PROTEÇÃO DO NOSSO BEM MAIS VALIOSOS Paulo Aranha, Diretor da área de Desenvolvimento de Soluções de Mercado da Zurich em Portugal Segurar a nossa casa, para a maioria das pessoas o bem mais valioso que possuem, é um aspeto relevante e no qual devem ser tidos em conta vários fatores. Analisando os pressupostos que levam à aquisição de um seguro de proteção dos bens imóveis (habitação) ou móveis (conteúdo) verifica-se que a necessidade é mais premente durante o ato de aquisição de uma habitação ou o início de um aluguer. Ao contrário de um seguro automóvel, esta tipologia de risco desencadeia uma necessidade muito mais dilatada no tempo. Deste modo, a escolha certa reveste-se de um caráter muito importante pois apenas a insatisfação fará com que exista nova procura. Um dos primeiros pontos a observar é o valor a segurar. Não deve ser o valor de aquisição, pois esse normalmente comporta outros custos e margens de lucro que não se refletem no valor de reconstrução. As características do imóvel são outros dos fatores a considerar. Habitações mais recentes introduzem novas tecnologias que visam o conforto e a automatização mas acarretam outras necessidades de proteção (por exemplo a avaria de um sistema de domótica). Consideraria ainda o nível de proteção desejado. Existe sempre a possibilidade de, e cumprindo uma exigência legal, ter apenas um seguro contra o risco de incêndio, mas tal significa que as ocorrências do dia a dia estariam fora dos riscos cobertos pelo seguro. Uma queda de mobília, uma bola que parte um vidro, uma tentativa de furto ou uma resposta confortável e tranquilizadora ao vizinho de baixo perante uma rotura de canalização são riscos que devemos considerar. É equilibrar o grau de conforto atual com o conforto desejável em caso de sinistro. Independentemente do bem a segurar, a escolha deve passar por um seguro que para além das garantias relativas aos bens, reconheça quem desses bens usufrui ou depende. O nível de cuidado e atenção perante os segurados não deve ser descurado. Na Zurich, reformulámos recentemente a nossa oferta no seguro lar, disponibilizando múltiplas coberturas e garantias de assistência. Por último, fazer uma relação entre a quantidade e qualidade de proteção desejada e o preço a pagar. Este último exercício é talvez o mais complexo, sendo também o principal motivo para a aquisição do seguro. Por essa razão o coloco em último lugar. É urgente rever este critério na seleção da proteção de um bem que é a fundação da vida social moderna. // O Jogo 07/08/2012

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