ANÁLISE DE SOFTWARES DE GESTÃO DA PECUÁRIA DE CORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE SOFTWARES DE GESTÃO DA PECUÁRIA DE CORTE"

Transcrição

1 ANÁLISE DE SOFTWARES DE GESTÃO DA PECUÁRIA DE CORTE APRESENTACAO ORAL-Economia e Gestão no Agronegócio DANIEL MANZANO JORGE 1 ; JOÃO GUILHERME DE CAMARGO FERRAZ MACHADO 2. 1.UNESP-UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA/CAMPUS EXPERIMENTAL DE TUPÃ, TUPÃ - SP - BRASIL; 2.UNESP-UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA/CAMPUS EXPERIMENTAL DE TUPÃ/CEPEAGRO, TUPÃ - SP - BRASIL. ANÁLISE DE SOFTWARES DE GESTÃO DA PECUÁRIA DE CORTE Grupo de Pesquisa: Economia e Gestão no Agronegócio Resumo: Cada vez mais empreendimentos rurais optam pela utilização de softwares para auxiliar a obtenção, armazenamento e recuperação das informações, que devem atender a requisitos mínimos de qualidade focando as necessidades dos usuários e das atividades desenvolvidas na propriedade. O objetivo dessa pesquisa é avaliar os principais softwares de gestão administrativa no âmbito da pecuária de corte, a partir da metodologia proposta por Campos (2001). De forma específica, procurou-se comparar os softwares a partir dos atributos de qualidade identificados e classificá-los, de modo a propor um ranking da melhor oferta. Foram avaliadas sete amostras de software, atribuindo-se notas de 0 a 4 para cada subcaracterística, correspondentes a uma escala que variou entre a ausência total e a presença total de cada subcaracterística. Os resultados indicaram que todos os softwares avaliados apresentam boa adequação a algumas das características, mas deixaram de atender a outros quesitos considerados relevantes. Concluiu-se que o segmento de softwares de gestão voltados para o setor da pecuária de corte não atende plenamente ao setor e os produtores rurais têm dificuldades para escolher os produtos. Palavras-chave: Gestão da informação, Pecuária de Corte, Qualidade de Software ANALYSIS OF SOFTWARE FOR THE BEEF CATTLE INDUSTRY MANAGEMENT Abstract: Many rural enterprises are opting to use software to help the acquisition, storage and retrieval of information, which must meet a minimum of quality requirements, focusing on the needs of users and activities of the farm. This research aimed to evaluate administrative management softwares in the beef cattle industry, from the methodology proposed by Campos (2001). Specifically, the softwares were compared based in the quality attributes identified and ranked them in order to propose a ranking of the best offer. It was evaluated seven samples of software, assigning scores from 0 to 4 for each sub-characteristic, corresponding to a scale that ranged from total absence and total presence of each sub-characteristic. The results indicated that all the softwares evaluated showed good adequacy to some features, but they no longer 1

2 meet the other questions considered relevant. It was concluded that the management software segment geared for the beef cattle industry does not answer fully to the sector and farmers have difficulties in choosing the products. Keywords: Information Management, Beef Cattle industry, Quality Software 1. INTRODUÇÃO O atual cenário competitivo exige, nas mais diversas áreas, que as organizações busquem diferenciais e se preparem para estar a frente dos concorrentes, uma vez que saber como agir no futuro pode ser o fator determinante entre continuar ou não no mercado. Essa conjuntura é conhecida e definida por vários autores como a sociedade do conhecimento, cuja principal fonte de geração de riqueza baseia-se na criação, distribuição e manipulação das informações, sendo imprescindível sua utilização pelas empresas, já que a mesma é subsídio para a tomada de decisões e permite a definição de objetivos e metas (FÉLIX, 1996; REZENDE, 2002). Nesse âmbito, o setor da pecuária é, indiscutivelmente, um dos que mais sofreu transformações nos modelos de gestão da produção nos últimos anos, no que diz respeito à inserção de novas tecnologias, embora essas mudanças tenham chegado mais tardiamente quando comparados a outros setores econômicos e produtivos. Ao longo dos anos, a bovinocultura de corte tem se mostrado um importante elemento da economia brasileira, com grande peso na balança comercial do país. Inserida nesse contexto econômico cada vez mais dinâmico, a pecuária deve tratar a gestão das informações como um elemento facilitador de tarefas e otimizador dos processos a serem executados. Dessa forma, a exigência da rastreabilidade dos rebanhos, imposta inicialmente pelo mercado consumidor internacional e, posteriormente, regulamentada pelo governo brasileiro, parece ter influenciado decisivamente nesse processo de adoção das Tecnologias de Informação (TI) como elemento facilitador. Diversos autores relataram que a utilização de Sistemas de Informação (SI) na bovinocultura de corte é cada vez maior, embora grande parte deles não atenda as necessidades dos usuários do setor agropecuário (MACHADO, NANTES E ROCHA, 2001; MACHADO, 2002; CÓCARO, BRITO E LOPES, 2005; CEOLIN et. al., 2008). Fortes (2004) indicou que um dos problemas da baixa utilização de softwares nas propriedades rurais pode ser explicado pelo receio quanto à qualidade dos programas específicos para a pecuária de corte, por se tratar de uma indústria relativamente recente. De forma complementar, Cócaro, Lopes e Campos (2005) ressaltaram a importância de uma avaliação técnica, ao afirmar que a qualidade é um fator diferenciador dos produtos disponíveis comercialmente. Dada a importância de um software atender às características de qualidade e necessidades do pecuarista, faz-se necessário pesquisar se os produtos disponíveis para a bovinocultura de corte atendem a requisitos básicos de qualidade encontrados na literatura e definidos a partir das normas internacionais, como funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade. Nesse contexto, o objetivo dessa pesquisa foi avaliar softwares de gestão administrativa no âmbito da pecuária de corte, a partir da metodologia proposta por Campos (2001). De forma específica, procurou-se 2

3 comparar os softwares a partir dos atributos de qualidade identificados e classificá-los, de modo a propor um ranking da melhor oferta. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Sistemas de Informação (SI) Diversos autores referem-se a SI como a integração de todos os recursos tecnológicos e organizacionais (humanos, materiais e financeiros) que manipulem (capturem, processem e distribuam) as informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle em uma organização (FOINA, 2001; GIL, 1999; LAUDON e LAUDON, 2007). Por esse motivo, os SI devem ser projetados para produzir uma multiplicidade de produtos de informação destinados a atender às necessidades variáveis dos tomadores de decisão na organização como um todo (O BRIEN, 2004). Diante das diversas definições de SI existentes na literatura, a visão que mais se aproxima do contexto da pesquisa foi a proposta por Pereira e Fonseca (1997, p.14):... os sistemas de informação (management information systems) são mecanismos de apoio à gestão, desenvolvidos com base na tecnologia da informação e com suporte da informática para atuar como condutores das informações que visam facilitar, agilizar e otimizar o processo decisório nas organizações. Considerando-se a finalidade para o qual são utilizados, Freitas e Kladis (1996) afirmaram que os SI podem ser classificados em: Sistemas de Informação Transacionais (SIT) processam grande volume de informações para as decisões administrativas ou rotineiras; Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) contêm informações periódicas de planejamento e controle para a tomada de decisões; Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) contêm informações que auxiliam os decisores na geração de alternativa; Sistemas Especialistas (SE) assimilam a experiência dos decisores para a resolução de problemas semelhantes no futuro; Sistemas de Apoio ao Executivo (SAE) usados pela alta direção na explicitação de informações conjunturais usadas para balizar as decisões não estruturadas. Canongia et al. (2001) salientaram que é necessário existir sinergia entre as diferentes fontes de informação e seus conteúdos, que devem ser analisados e disseminados em tempo real, para que possam ser utilizados no processo de tomada de decisão. Para tanto, é preciso identificar o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e elaborar SI flexíveis que atendam as demandas estratégicas e táticas. No momento do levantamento dessas necessidades, deve-se haver, também, interação entre os canais de produção de tecnologia e os consumidores, uma vez que, uma tecnologia mal concebida pode resultar em produtos e serviços mais difíceis de usar, onerando a infraestrutura de suporte ao cliente, aumentando a rejeição e a devolução de produtos ou cancelamento de serviços, o que reflete de forma negativa nos lucros da empresa fornecedora (PARASURAMAN e COLBY, 2001). Do ponto de vista do usuário, 3

4 no meio rural, o custo da infraestrutura de suporte ou sua ausência, e os produtos difíceis de usar, podem influenciar de forma negativa a competitividade do empreendimento rural ou de toda uma cadeia produtiva (MACHADO, 2007). 2.2 SI na Gestão de Empresas O uso de SI nos empreendimentos visa facilitar ao gestor a possibilidade de estar diretamente ligado aos dados do seu negócio, podendo utilizar-se dos mesmos para tomar decisões estratégicas, além de dinamizar o processo de utilização e recuperação da informação, viabilizando o suporte para a área de negócios em todas as necessidades. Por esse motivo, cada vez mais organizações começam a perceber que a TI precisa estar alinhada aos negócios para que possam usufruir os seus benefícios de forma satisfatória (MOURA e ALBERTIN, 2004). Nesse contexto, a abrangência de um SI no contexto empresarial foi descrito por Beuren (2000) como um sistema encarregado de prover informações, em todas as etapas do processo de gestão (planejamento, execução e controle), para os diferentes níveis hierárquicos e áreas funcionais da empresa. Para Laudon e Laudon (1999), os SI permitem uma transformação racional dos dados obtidos crus do ambiente externo e interno da organização em informações úteis e adequadas a empresa. Dessa forma, um produtor que possa contar com SI capazes de prover informações confiáveis e de qualidade obterá um maior controle interno e melhor processamento dos dados, antes brutos e posteriormente lapidados, garantindo uma maior eficácia no processo de tomada de decisões. Oliveira (2004) afirmou que, sob determinadas condições, os SIG proporcionam diversos benefícios para as empresas, dentre os quais: (i) redução dos custos de operações; (ii) melhoria no acesso às informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço; (iii) melhoria na produtividade, tanto setorial quanto global; (iv) melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações mais rápidas e precisas; e (v) fornecimento de melhores projeções dos efeitos das decisões. O Brien (2004) agrupou esses benefícios a partir do desempenho fundamental em qualquer tipo de organização: (i) suporte de seus processos e operações; (ii) suporte na tomada de decisões de seus funcionários e gerentes; e (iii) suporte em suas estratégias em busca de vantagem competitiva. Assim, as organizações possuem razões para o uso dessa tecnologia: apoio às operações, apoio à tomada de decisão gerencial, apoio à vantagem estratégica. 2.3 SI na Bovinocultura de Corte: benefícios e entraves Pesquisas ligadas ao tema informática na agricultura e pecuária têm sido realizadas há algum tempo. Em meados da década de 1990, Antunes e Angel (1995) já relatavam que devido à consciência dos produtores rurais e à significativa redução dos custos na informatização, o setor primário da economia brasileira abria suas portas à revolução da informação, da mesma forma que os setores industrial e de serviços já haviam feito na década de Colombo e Nencioni (1992), citados em Arraes (1993), acreditavam que, no início da década de 1990, o setor agrícola - como parte do setor produtivo - não estava imune a nova revolução científica e tecnológica, e já haviam iniciado, naquele momento, o 4

5 processo de informatização, embora com atraso em relação aos outros setores, e talvez, com um progresso mais lento. Atualmente, observa-se que a informatização dos empreendimentos rurais é uma realidade. Especificamente em relação à pecuária de corte, Machado (2007) afirmou que os softwares de gestão rural vêm substituindo as cadernetas de campo como ferramentas de auxílio à tomada de decisão. De forma complementar, produtos como o transponder (microchip) e os brincos com códigos de barras vem sendo utilizados com mais frequência para garantir a qualidade e o controle das informações. Esses produtos já haviam sido apontados por Machado, Nantes e Rocha (2001) como facilitadores do manejo sanitário e nutricional, garantindo que as informações, além de serem utilizadas na propriedade poderiam ser transferidas às indústrias, garantindo assim um processo de rastreabilidade completo e confiável. O uso de SI é considerado uma ferramenta importante no monitoramento de rebanhos bovinos, no qual a produção e a eficiência são fatores inter-relacionados, e cujos resultados refletem diretamente na rentabilidade da propriedade. A partir de diagnósticos corretos, é possível evitar perdas de investimento e lucratividade, otimizando a produtividade (MACHADO, 2007). Cócaro e Jesus (2008) evidenciaram algumas tendências da agroinformática em empresas rurais. Os exemplos típicos de SIG, presentes na maioria dos pacotes de softwares comerciais destinados à agropecuária, são o controle de estoque, de orçamento, de fluxo de caixa e planejamento/controle da produção. Ceolin et. al. (2008) demonstraram, em um estudo realizado com 34 pecuaristas em uma exposição agropecuária, que 40% deles utilizam softwares comerciais (sem possibilidade de personalização), enquanto os demais afirmaram controlar sua produção apenas por meio de planilhas eletrônicas. A maior parte dos softwares utilizados pelos pecuaristas é voltada para o controle zootécnico, possibilitando a comunicação com Associações de raças ou para atender as exigências do Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) 1. Como justificativa para o baixo uso, estes autores observaram que os principais problemas dos softwares comerciais destacados pelos produtores foram: (i) difícil utilização devido a sua complexidade, (ii) problemas de interface e (iii) carência de treinamentos. Machado, Nantes e Rocha (2001) também observaram que os softwares específicos, destinados à pecuária de corte, não eram adequados. A falta de assistência técnica aos programas computacionais representava uma dificuldade aos produtores e a barreira cultural do produtor rural com relação à adoção da informática ainda era significativa, embora existisse a tendência de redução, devido ao avanço da Internet. Existem, ainda, problemas relacionados a não integração entre os vários módulos de softwares voltados à gestão pecuária. Cócaro, Brito e Lopes (2005) verificaram divisões entre os sistemas de controle zootécnico dos rebanhos e o controle econômico/financeiro. 1 De acordo com MAPA (2009), o SISBOV tem como objetivo registrar e identificar o rebanho bovino e bubalino do território nacional, possibilitando o rastreamento do animal desde o nascimento até o abate, disponibilizando relatórios de apoio à tomada de decisão quanto à qualidade do rebanho nacional e importado. Foi criado em 2002 e remodelado no ano de 2006 em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). 5

6 Essa falta de integração entre as partes está ligada ao próprio histórico da informática voltada para a agropecuária, tendo em vista que primeiramente surgiram softwares para controle administrativo, depois os de controle organizacional e apenas mais recentemente aplicações que apresentam integrações em diversos níveis. A dificuldade de integração entre a gestão e a produção nos empreendimentos rurais foi apontada por Machado (2002) a partir de um estudo realizado com pecuaristas que haviam implantado sistemas de identificação eletrônica de animais, verificando a falta de integração entre os diversos componentes do sistema (leitor, balança e computador). Para o autor, essa dificuldade, surgida devido ao pioneirismo desses empreendimentos, tenderia a ser minimizada à medida que se observasse um aumento da concorrência entre as empresas que comercializam parte ou o pacote dessa tecnologia. Outro entrave ao desenvolvimento da agroinformática pode ser apontado como sendo o desinteresse dos fabricantes de software pelo setor agropecuário e agroindustrial. De acordo com um estudo do mercado brasileiro, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a agroindústria representava, em 2007, apenas 1,7% da segmentação do mercado doméstico comprador de software, com um volume de US$ 73 milhões. Embora seja uma participação muito pequena no mercado, a variação entre o ano de 2006 e 2007 foi positiva em 30,6%, sendo a maior de todos os segmentos avaliados (ABES, 2008). Para Campos (2001), o que limita o desenvolvimento de softwares para o setor agropecuário no Brasil é a existência de poucas empresas, que além de descapitalizadas e ineficientes em qualidade e produtividade, pouco sabem sobre o agronegócio. Barbosa, Lopes e Zambalde (2000) analisaram as motivações das empresas para atuarem nesse segmento e verificaram que para 83,3% delas, os softwares existentes no mercado são inconsistentes e não confiáveis, levando-as a acreditar que possam suprir essa lacuna com seus produtos. Outro entrave apontado por Teixeira (2000) é a ansiedade e insegurança causadas pelas inovações em pessoas de idade mais avançada, que ainda engloba a maioria dos gestores de empreendimentos rurais, e consequente resistência destes em relação à adoção de novas tecnologias. Muitas dessas inseguranças poderiam deixar de existir se os softwares atendessem plenamente e com qualidade às necessidades dos usuários, deixando de ser um problema apenas cultural. 2.4 Qualidade de Software A qualidade de software pode ser entendida como um conjunto de características a serem satisfeitas em um determinado grau, de modo que o produto de software atenda às necessidades explícitas e implícitas de seus usuários (ROCHA et. al., 1994). Gomes (s/d) definiu as necessidades explícitas como as condições e objetivos propostos por aqueles que produzem o software, ou seja, fatores relativos à qualidade do processo de desenvolvimento do produto e percebidos somente pelas pessoas que trabalharam no seu desenvolvimento. Já as necessidades implícitas, também chamadas de fatores externos ou qualidade em uso, foram definidas como aquelas subjetivas aos usuários (inclusive operadores, destinatários dos resultados do software e os mantenedores do produto) e podem ser percebidas tanto por quem desenvolve como por quem utiliza, devendo permitir aos usuários atingir metas com efetividade, produtividade, segurança e satisfação em um contexto de uso especificado. 6

7 Para avaliar a qualidade, é preciso obter uma medida que quantifique o grau de alcance de uma característica de qualidade, sendo necessário estabelecer uma métrica capaz de quantificá-la e fazer uma medição para determinar a medida, resultado da aplicação da métrica (DUARTE; FALBO, 2000). A qualidade de produtos de software é tratada na série de normas ISO/IEC 9126, na série ISO/IEC e na Norma ISO/IEC Enquanto a primeira aponta atributos da qualidade por meio de características e subcaracterísticas, a Norma ISO/IEC concentra os requisitos de qualidade de pacotes de software. As características apontadas pela Norma ISO/IEC 9126 fazem, necessariamente, relação a uma capacidade do produto de software, quando utilizado em situações especificadas. A Norma explicita as seis características e suas respectivas subcaracterísticas, detalhadas por meio da descrição de cada uma: 1) Funcionalidade: é tratada como a capacidade de prover funções que atendam às necessidades explícitas e implícitas; 2) Confiabilidade: refere-se à capacidade do software manter seu nível de desempenho quando utilizado em condições estabelecidas; 3) Usabilidade: é descrita como a capacidade que o software tem de ser entendido, aprendido, utilizado e ser atraente para o usuário; 4) Eficiência: descreve a capacidade do software apresentar desempenho apropriado com relação à quantidade de recursos utilizados; 5) Manutenibilidade: é descrita como a capacidade do produto de software ser modificado, seja por meio de correções, melhorias ou adaptações; 6) Portabilidade: é vista como a capacidade que o produto tem de ser transferido de um ambiente para outro. Entretanto, esses elementos referem-se à avaliação de software em geral, sem levar em consideração as necessidades específicas do meio rural. Para se avaliar um software agropecuário deve-se considerar além das características necessárias em qualquer produto de software, os atributos inerentes ao domínio, os tipos específicos de software e as tecnologias utilizadas no desenvolvimento (CAMPOS, 2001). Cócaro, Lopes e Campos (2005) aplicaram a metodologia proposta em Campos (2001) em um software destinado ao monitoramento e gerenciamento de rebanhos, e concluíram que não existe um modelo ideal de avaliação de qualidade que seja aplicável indistintamente aos softwares agropecuários. Para os autores, a qualidade de um software depende de opiniões subjetivas de quem está analisando, passando a ser mais precisa à medida que o usuário o conhece e o utiliza. A avaliação da qualidade dos diversos tipos de software existentes deve partir da análise da presença de determinadas características consideradas importantes para a satisfação do usuário. Para Guerra e Colombo (2009), a qualidade é dada pela conformidade com requisitos, e estes devem estar definidos para permitir que sejam gerenciados com o uso de medidas. Levando em conta as necessidades do produtor rural, a maior preocupação das empresas fabricantes de software deve ser sempre a satisfação do usuário final, pois é ele quem define as características de qualidade de um produto de software. Nesse sentido, Campos (2001) ressaltou que o principal foco metodológico está na avaliação da presença de características relacionadas 7

8 ao atendimento das necessidades dos usuários, principalmente no que tange a facilidade de uso e operação, serviços oferecidos, integridade, personalização e conteúdo. 3. MÉTODO DE PESQUISA O presente estudo caracteriza-se pela natureza exploratória qualitativa, visando proporcionar ao pesquisador uma maior familiaridade com o problema em estudo e, consequentemente, tornar um problema complexo mais explícito. Para Malhotra (2001), o objetivo principal da pesquisa exploratória é possibilitar a compreensão do problema enfrentado pelo pesquisador. A abordagem qualitativa abrange várias técnicas que buscam descrever e traduzir a questão principal, promovendo o entendimento do problema. O método qualitativo é mais direcionado à compreensão dos fatos do que à mensuração de fenômenos (YIN, 1994). Em um estudo qualitativo, o pesquisador conduz o trabalho a partir de um plano traçado, com hipóteses claramente especificadas e variáveis definidas. Essa abordagem não busca enumerar e/ou medir os eventos estudados, nem emprega instrumento estatístico na análise dos dados (GODOY, 1995). Para atender o objetivo de análise da qualidade de softwares agropecuários, optou-se por utilizar o modelo proposto por Campos (2001), que descreveu um método de avaliação baseado em um conjunto de atributos de qualidade identificados na literatura existente, adaptada às características apontadas no conjunto de Normas ISO 9126 e validadas por usuários de software da agropecuária (agrônomos, zootecnistas, técnicos, pesquisadores, produtores rurais e gerentes de fazenda). Dessa forma, a autora privilegiou a visão do usuário, classificando como imprescindível o atendimento de suas necessidades. A aplicação dessa visão na avaliação dos produtos disponíveis comercialmente permite que os resultados sejam utilizados na seleção e aquisição dos produtos e propiciando uma melhoria no momento do desenvolvimento para o atendimento a essas expectativas (CÓCARO, BRITO E LOPES, 2005). A pesquisadora apresenta em seu estudo um conjunto de características e subcaracterísticas ligadas à funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência e manutenibilidade, que foram destacados como imprescindíveis para a avaliação da qualidade de um software agropecuário, conforme apresentado no Quadro 1. Por conta das características apresentadas no Quadro 1 não permitirem uma medição direta, utilizou-se uma escala para indicar o nível de presença das características medidas nas amostras. Para isso, foram atribuídas notas de 0 a 4, utilizando uma escala Likert de 5 pontos, em que 0 representou a ausência total e 4 a presença total de cada característica. 3.1 Etapas da pesquisa a) Definição da Amostra A amostra foi selecionada a partir de uma lista disponibilizada no Portal SWAgro, que reúne resultados de diversas pesquisas acerca do mercado de softwares para o agronegócio, listando empresas desenvolvedoras de softwares agropecuários e seus respectivos produtos. Esse portal é mantido pela Embrapa Informática Agropecuária (2009), em parceria com outras instituições. 8

9 Foram considerados somente os softwares voltados para o gerenciamento de serviços ligados à pecuária de corte, exceção feita para sistemas ERP, por englobarem praticamente todo o sistema produtivo e apresentarem um caráter de alta complexidade. Outros dois filtros foram definidos para o estabelecimento da amostra: (i) a disponibilidade de versão demonstrativa demo do produto para download em seus respectivos sites; e (ii) a disponibilidade do download para qualquer interessado, a fim de verificar a facilidade de acesso ao produto. Características Sub-características Pergunta para avaliação Facilidade de uso Facilidade de operação Serviços oferecidos pelo vendedor Integridade do sistema Necessidade de adaptação do sistema ao ambiente do usuário Conteúdo do sistema Facilidade de Personalização Manual do Usuário Simplicidade para registrar informações Facilidade de compreensão dos resultados Facilidade de consulta dos dados Facilidade de alteração dos dados Direito a upgrade Suporte técnico Manutenção Robustez Adaptação dos relatórios às necessidades do cliente Correção dos resultados Padrões de medição Consistência dos dados Rigor científico das informações A interface com o usuário é facilmente personalizada para o uso por usuários de diferentes classes e tipos? A documentação sobre o uso de software é de fácil compreensão pelo usuário? É simples a entrada de dados de natureza física, zootécnica, financeira e econômica no software? É fácil ao usuário compreender os resultados parciais e finais fornecidos pelo software? É fácil consultar os dados armazenados? É fácil alterar os dados? A aquisição do software garante o direito a upgrade gratuito ou a um preço compatível com o de mercado? A empresa oferece suporte técnico? A empresa oferece serviço de manutenção do software? O software é capaz de manter o processamento, a despeito da ocorrência de ações inesperadas (entrada de dados incorretos, execução de ações indesejadas, operações de efeito grave)? Os relatórios podem ser personalizados de acordo com os interesses e as necessidades dos clientes (como nome da fazenda, opção de combinação dos dados, entre outros)? Os resultados parciais e finais estão corretos? Os padrões monetários e técnicos são adequados? Os dados e resultados parciais e finais são consistentes? As informações estão cientificamente corretas? 9

10 Adequação das informações às necessidades práticas do cliente O software é adequado às necessidades práticas do cliente? Quadro 1 Características e sub-características de qualidade para o software agropecuário. Fonte: Campos (2001) Foram levantados 22 sistemas a serem estudados, classificados no portal SWAgro sob as categorias Administração Rural, Rastreabilidade e Bovinos de Corte. Desse total, 2 fabricantes apresentaram problemas em seus sites e consequentemente não foi possível ter acesso ao produto de software para download; outros 12 deles não disponibilizam versão demo do produto no site e uma solicitação de versão demo não foi atendida, sem que houvesse uma solicitação formal para fins de pesquisa, sendo o produto descartado, pois previa-se a análise de softwares que apresentassem versões demo abertas a qualquer pessoa interessada. Dessa forma, 7 softwares atenderam a todos os filtros da pesquisa e se enquadraram nas exigências, sendo aptos a avaliação, como descrito no Quadro 2. Softwares Problema no site / download do demo Não encontrado demo Solicitação de Demo não atendida OK 001 X 002 X 003 X 004 X 005 X 006 X 007 X 008 X 009 X 010 X 011 X 012 X 013 X 014 X 015 X 016 X 017 X 018 X 019 X 020 X 021 X 022 X 10

11 Quadro 2 Delimitação da amostra de softwares Fonte: Dados da pesquisa b) Instalação dos Softwares Foram utilizados dois computadores com configurações distintas para a instalação dos softwares, a fim de averiguar o comportamento de cada uma das amostras sob mais de uma condição. O primeiro computador, denominado como PC01 é um desktop equipado com processador AMD Athlon 64 X2 Dual Core Processor 5600+, Memória RAM de 2 Gb, Placa de vídeo ATI Radeon X1200 Series, Disco rígido de 250Gb e Sistema Operacional Microsoft Windows Vista Business Service Pack 2. O segundo computador, denominado como PC02, também se refere a um desktop, equipado com processador AMD Sempron 1900+, Memória RAM de 768 Mb, Placa de vídeo Nvidia GeForce 6200, Disco Rígido de 40 Gb e Sistema Operacional Microsoft Windows XP Service Pack 3. Todo o processo de instalação foi efetuado de acordo com os manuais de instalação (quando existentes), ou de forma padrão, sem qualquer alteração de parâmetros préexistentes no momento de execução do instalador. c) Avaliação das amostras As questões presentes em cada uma das subcaracterísticas foram respondidas sob a forma de um check-list idêntico ao apresentado no Quadro 1, aplicando-se a escala Likert de 0 a 4. Após essa etapa de avaliação, foi possível somar as notas obtidas para traçar o panorama geral de cada software avaliado. Para garantir a igualdade de condições, cada amostra de software foi testada da mesma forma, com a inserção de dados fictícios, utilizados com o intuito de explorar a existência das características determinantes da metodologia. Os dados foram inseridos conforme a característica de cada sistema avaliado, respeitando a ordem de inserção necessária para o melhor processamento de cada produto, observado o manual do software, naqueles que os dispuseram. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO O resultado das avaliações foi estruturado na sequência das características apresentadas no Quadro 1. Para cada conjunto de características, foram discutidos os resultados das sete amostras, facilitando a comparação das mesmas. 4.1 Erros Apresentados No PC01, apesar de uma melhor configuração e maior poder de processamento, nenhuma das amostras de software pôde ser instalada com sucesso. Aparentemente, nenhum dos produtos apresenta compatibilidade com o sistema operacional Windows Vista, instalado nesta máquina. Apenas um dos fabricantes aponta em seu site a necessidade de procedimentos específicos a serem realizados para o correto funcionamento em máquinas cujo sistema operacional seja o Windows Vista. 11

12 4.2 Avaliações das características A partir das avaliações realizadas, em todos os softwares, pôde ser observada uma boa adequação aos objetivos para os quais eles se propõem, embora na maioria dos casos, os meios para atingir esses objetivos não sejam os melhores ou os mais eficientes. a) Facilidade de Uso A característica facilidade de uso é uma das mais importantes da avaliação, pois a partir dela é possível observar como a empresa se preocupa com a usabilidade e acessibilidade do usuário ao produto de software. O quadro 3 apresenta o resultado da avaliação dessa característica. Características Subcaracterísticas Facilidade de uso Facilidade de Personalização Manual do Usuário Quadro 3 Resultado da avaliação da facilidade de uso. Fonte: Dados da pesquisa. No que tange à facilidade de personalização, nenhum dos softwares apresentou a possibilidade de personalização da interface, ocorrendo em uma área de trabalho igual para todos os tipos de usuário, desde o especialista ao menos familiarizado, o que pode dificultar o trabalho destes. A possibilidade de personalizar a área em que o usuário interage diretamente com o software pode ser um diferencial para o produto, facilitando a utilização tanto para o usuário mais leigo quanto para o mais experiente, na medida em que cada um poderia tornar o sistema mais interessante e adequado às suas necessidades. Ainda que não tenha interferido na avaliação realizada, vale destacar que a amostra 001 apresenta botões bem identificados, mas por agregar todos os módulos em uma única tela fica visualmente poluído. Já a amostra 015, apresenta controle de acesso em nível para cada um dos usuários, onde é possível restringir as permissões individuais, embora não seja permitida a personalização de interface. Outro ponto que deve ser destacado é a necessidade de existência de um bom manual, que seja capaz de ensinar ao usuário que não passou por um treinamento e também dirimir eventuais dúvidas que surjam no momento da utilização. Aos softwares que apresentaram um bom manual, sugere-se que haja uma maior visibilidade do mesmo, disponibilizando-o também pela Internet. Nos casos em que não foi apresentado um manual, recomenda-se aos desenvolvedores que o façam para garantir a satisfação do usuário. A amostra 001, 004, 010 e 013 possuem um passo a passo relativamente intuitivo e a possibilidade de habilitar a sugestão de dicas. Entretanto, alguns problemas foram verificados, como: erro na busca de ajuda (001); descrição pouco intuitiva e didática, com erros no tutorial (004); não ser disponibilizado no site do produto (010 e 013). O manual da amostra 012 não está disponível no site para download aberto, inviabilizando até mesmo que um cliente potencial conheça melhor o funcionamento do produto antes de sua aquisição. O único roteiro de operação do software restringe-se ao arquivo de ajuda, que não é fácil de ser utilizado. 12

13 As amostras 009 e 015 que não possuem manual disponível no site do produto e nem ajuda no software. De acordo com Nielsen (1993), essa situação pode dificultar ou até mesmo impedir o uso do software, aumentando o índice de rejeição ou inviabilizando que se atinja a qualidade efetiva. b) Facilidade de Operação Essa subcaracterística mostrou-se presente na maioria dos softwares avaliados e sugere uma maior preocupação das empresas desenvolvedoras em atender aos usuários do sistema, geralmente produtores rurais, que por muitas vezes não tem muita familiaridade com a informática. O Quadro 4 apresenta os resultados da avaliação dessa característica. Características Subcaracterísticas Simplicidade para registrar informações Facilidade de Facilidade de compreensão dos operação resultados Facilidade de consulta dos dados Facilidade de alteração dos dados Quadro 4 Resultado da avaliação da facilidade de operação. Fonte: Dados da pesquisa. A amostra 001 não apresentou dificuldades incomuns para a inserção de dados, mas perde a oportunidade de ser mais completo por não possibilitar a inserção de dados primários em telas nas quais se necessita selecionar tais dados. O ponto forte reside na possibilidade de criação de padrões na ficha individual dos animais, permitindo a inclusão de vários animais com dados idênticos. Com relação à consulta e alteração de dados, não houve problemas e o software apresentou bom acesso às funções, otimizando a compreensão dos resultados parciais e finais. No caso da amostra 004, a facilidade de operação é o ponto fraco. A entrada de dados primária é complicada, por se tratar da importação de uma planilha. Após a carga inicial de dados, o trabalho não é facilitado devido à complexidade das telas, que divergem da forma real de utilização, em relação ao especificado no passo a passo. A consulta aos dados é dificultada pela não descrição dos botões e pela impossibilidade de personalização. A interface de entrada de dados na amostra 009 é relativamente simples, mas ao iniciar sua utilização foi possível identificar falhas graves, tendo em vista que a inserção de dados foi prejudicada pela não continuidade do processamento, sendo necessário fazer o lançamento a partir de uma sequência que não pode ser alterada pelas necessidades do produtor. O software apresentou problemas em vários cadastros devido a ausência de avisos de inserção correta ou de atualização das tabelas, acarretando em cadastros duplicados. Na amostra 010, a inserção de dados foi dificultada devido à existência de filtros não intuitivos, necessários para a busca de informações já inseridas em diferentes tabelas e fundamentais para a inserção completa dos dados. A consulta de dados, também foi complicada de ser utilizada e por diversas vezes, não apresentou nenhum resultado, mesmo com os dados corretamente inseridos. 13

14 As amostras 012 e 013 apresentaram boa presença de todas as subcaracterísticas, sendo fácil inserir, alterar e consultar os dados, propiciando um melhor entendimento dos resultados obtidos. Por fim, a operação da amostra 015 foi uma das mais fáceis, apresentando botões para a inserção e alteração dos dados claros e visíveis, propiciando uma melhor compreensão dos dados parciais e finais. O problema se concentrou na consulta de dados, devido ao não funcionamento de alguns botões e apresentação dos comandos em inglês. c) Serviços oferecidos pelo vendedor Um dos fatores que levam o consumidor a optar por determinado produto são os serviços oferecidos pelo vendedor, antes e após a compra. No caso dos softwares, podem ser destacadas as atualizações, o suporte técnico e a manutenção. O Quadro 5 apresenta o resultado dessa avaliação. Características Subcaracterísticas Serviços oferecidos pelo vendedor Direito a upgrade Suporte técnico Manutenção Quadro 5 Resultado da avaliação dos serviços oferecidos pelo vendedor. Fonte: Dados da pesquisa. Essa avaliação foi a que obteve a pior avaliação, atingindo no máximo nove pontos de um total de doze, sinalizando a necessidade de buscar estratégias que proporcionem uma maior fidelização do cliente por meios que não passem pelos contratos de manutenção. Todas as empresas fabricantes das amostras avaliadas, que responderam ao questionamento feito durante a pesquisa, informaram que possuem serviço de manutenção e que cobram para realizá-lo, condicionando, em vários casos, os serviços de suporte técnico e upgrade a esse plano com pagamento mensal. Essa prática pode resultar em um efeito negativo para a empresa, a partir do momento que, ao comprar um software comercial, o cliente pode não obter qualquer tipo de ajuda do desenvolvedor do mesmo. Ou seja, mesmo adquirindo a licença do produto, não há auxílio no momento da instalação, por exemplo, ou ainda, não há atualizações do produto, sendo necessários outros pagamentos, que por ser relativamente caro, muitas vezes desencorajam o cliente a obter uma nova versão. d) Integridade do Sistema A integridade do sistema é fundamental para o bom processamento dos dados e consequente qualidade das informações a serem recuperadas. Entretanto, várias das amostras apontaram falhas na integridade do sistema, comprometendo a robustez e capacidade de atender as necessidades de muitos usuários, inclusive no que tange à rapidez de processamento. O Quadro 6 apresenta o resultado da avaliação para essa característica. Características Subcaracterísticas Integridade do sistema Robustez Quadro 6 Resultado da avaliação da integridade do sistema. 14

15 Fonte: Dados da pesquisa. Por diversas vezes, a amostra 001 não previu a inserção de dados incorretos e fechava a tela ao encontrar o erro, interrompendo assim o processamento das informações, ao invés de informar o usuário para realizar o procedimento correto. De forma diferente, as amostras 004 e 012 apresentaram grande capacidade de manter o processamento diante de ações inesperadas, resultando em alta tolerância à falhas, permitindo que o usuário insira dados não pertinentes sem um bloqueio ou alerta do ocorrido. A amostra 009 também incorreu em erros, como a não possibilidade de inclusão de lotes, que não foram gravados no banco de dados. Esse erro foi considerado grave, pois prejudicou todo o trabalho de alimentação posterior e, consequentemente a avaliação desse e de outros quesitos. A amostra 010 apresentou um processamento lento e, por diversas vezes, parecia ter travado, ocasionando uma demora desnecessária para quem opera o sistema. Problemas como estes estão diretamente relacionados ao que Rocha, Maldonado e Weber (2001) entenderam como fundamento principal da qualidade de um software: que ele seja confiável. Para isto, o software deve ser eficaz e seguir os padrões exigidos pelo contexto onde irá atuar, o que não ocorre em algumas das amostras avaliadas. As amostras 013 e 015 não apresentaram quaisquer problemas relacionados ao processamento, cabendo apenas uma ressalva ao software 015 que teve uma avaliação inferior pelo excesso de zelo ao apresentar mensagens desnecessárias ao usuário, como na digitação de um número de CPF válido. e) Necessidade de adaptação do sistema ao ambiente do usuário Os relatórios são imprescindíveis em todos os softwares de gerenciamento e sua personalização tem como objetivo auxiliar na adaptação às necessidades de cada usuário. Quadro 7 apresenta os resultados da avaliação dessa característica. Características Subcaracterísticas Necessidade de adaptação do sistema ao ambiente do usuário Adaptação dos relatórios às necessidades do cliente Quadro 7 Resultado da avaliação de adaptação dos relatórios do sistema. Fonte: Dados da pesquisa. Os relatórios da amostra 001, 010 e 012 apresentam um bom nível de adaptabilidade pelo usuário, oferecendo diversos filtros. O nível de personalização da amostra 012 é um grande diferencial do sistema diante dos demais, pois permite ao usuário não ficar preso somente aos relatórios pré-formatados pela empresa desenvolvedora. A amostra 010 apresentou-se como o software que melhor atende a essa característica. A amostra 013 apresenta uma ampla gama de filtros, interferindo diretamente no modelo de relatório gerado, podendo ser considerado uma forma de personalização. Na amostra 004, na maioria dos casos, a personalização do relatório não é permitida. No caso das amostras 009 e 015, os relatórios seguem o padrão estabelecido pela empresa, não permitindo a personalização, seja ela do cabeçalho ou por meio de filtro de dados. A ausência da possibilidade de personalização de relatórios, apresentada por essas amostras, sugere uma 15

16 baixa percepção por parte dos desenvolvedores em permitirem que o usuário tenha o pleno controle do sistema. Um relatório, com dados e logotipo personalizados pode caracterizar um maior profissionalismo da empresa rural usuária, além de possibilitar um melhor enquadramento do produto de software às necessidades exclusivas do usuário. f) Conteúdo do sistema O conteúdo do sistema é dado por meio da correção e consistência do software como um todo, observando os referidos padrões e adequação das informações abrangidas pelo mesmo. Todas as amostras apresentam bom desempenho e presença das subcaracterísticas, adequando-se às necessidades práticas dos usuários, no que diz respeito à correção dos resultados, padrões de medidas, consistência dos dados e rigor científico das informações. O Quadro 8 apresenta o resultado da avaliação acerca dessa característica. Características Subcaracterísticas Conteúdo do sistema Correção dos resultados Padrões de medição Consistência dos dados Rigor científico das informações Adequação das informações às necessidades práticas do cliente Quadro 8 Resultado da avaliação do conteúdo do sistema. Fonte: Dados da pesquisa. Em relação à adequação das informações às necessidades práticas do cliente, as amostras 001, 010, 012, 014 e 015 apresentaram coerência em seus padrões e dados, com possibilidade de parametrização e adequação à realidade do usuário. As amostras 004 e 009 também apresentam boa avaliação em praticamente todas as subcaracterísticas, mas diante do pouco processamento das informações observado e das dificuldades de interação com o sistema, a adequação à necessidade prática pode ser questionável. g) Outras características Outras observações, não contempladas no modelo de avaliação utilizado são importantes e puderam ser verificadas em algumas das amostras, como por exemplo, a resolução do vídeo. Na amostra 004, o ajuste automático da resolução de vídeo no momento da abertura do sistema, sem a possibilidade do usuário negar essa alteração, dificultou o trabalho com o software, com monitores grandes. No caso da amostra 012, observou-se a abertura de um programa inicial e, posteriormente, a abertura de cada um dos módulos de trabalho, levando a um congestionamento da barra de tarefas. 4.3 Classificação dos softwares Buscando definir a classificação dos softwares avaliados, os pontos obtidos por cada amostra foram somados, sem a aplicação de pesos diferenciados para as características. O Quadro 9 apresenta o resultado geral da avaliação, onde é possível 16

17 observar, além das notas de cada uma das amostras, a respectiva porcentagem de atendimento destas, em relação a pontuação máxima possível. O resultado geral da avaliação permitiu comparar as amostras a partir das características avaliadas e classificá-las a partir das notas finais obtidas. A amostra 013 obteve a melhor classificação com um total de 55 pontos, em 64 pontos possíveis. Em 2º lugar, ambas com 50 pontos, foram classificadas as amostras 001 e 012, seguidas das amostras 010, 015, 004 e 009. Cabe ressaltar que a amostra 009 obteve a pior avaliação, devido ao fato de não ter fornecido dados relacionados aos serviços prestados pela desenvolvedora, recebendo a pior pontuação nesse item. Avaliações Características Máx Facilidade de uso Facilidade de operação Serviços oferecidos pelo vendedor Integridade do Sistema Necessidade de adaptação do sistema Conteúdo do sistema Total % 78,1 64,1 46,9 75,0 78,1 85,9 68,8 Quadro 9 Resultado geral da avaliação. Fonte: Dados da pesquisa. 5. CONCLUSÕES No geral, três dos sete softwares avaliados apresentaram relativa ineficiência, obtendo avaliação entre 30 (trinta) e 45 (quarenta e cinco) pontos em 64 (sessenta e quatro) pontos possíveis. Esse número representa quase a metade das amostras avaliadas, não atingindo sequer 70% da pontuação máxima, como visto no Quadro 9. Isso sugere que o segmento de softwares de gestão voltados para o setor da pecuária de corte, apesar de apresentar um relativo grau de atendimento a determinadas características de qualidade avaliadas, não atende plenamente ao setor e poderia ter uma avaliação ainda pior se a metodologia previsse ponderação entre as características avaliadas. Essa conclusão baseia-se no princípio de que o atendimento às necessidades dos usuários deve ser um dos principais pontos qualitativos do software, e que a baixa preocupação nesse sentido indica um setor ainda carente de sistemas capazes de executarem o que se propõem, atendendo prioritariamente ao usuário e cliente do software. Tendo em vista o baixo número de produtos que disponibilizavam versões demo em seus respectivos sites, concluiu-se também que o mercado consumidor de softwares voltados à pecuária de corte encontra muita dificuldade no momento de escolha de sistemas, diante da pouca possibilidade de experimentar o produto. 17

18 REFERÊNCIAS ABES - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE SOFTWARE. Mercado Brasileiro de Softwares:Panorama e Tendências São Paulo, Disponível em <http://www.abes.org.br/userfiles/image/pdfs/mercado_br2008.pdf>. Acesso em: 14 nov ANTUNES, L. M; ANGEL, A. A informática na agropecuária. Canoas: Gráfica e Editora Interclubes, p. ARRAES, N. A. M. Levantamento das aplicações das tecnologias da informação no meio rural com estudo de caso sobre a oferta de software agrícola no Estado de São Paulo. Campinas : Unicamp, Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) Universidade Estadual de Campinas. BARBOSA, M. P; LOPES, M. A; ZAMBALDE, A. L. Software para gerenciamento de rebanhos bovinos: desenvolvimento e avaliação pela softhouse. In: Congresso e Mostra de Agroinformática, 2000, Ponta Grossa-PR. Infoagro2000, Disponível em Acessado em 12/07/2009. BEUREN, I. M. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas, p. CAMPOS, F. C. A. Avaliação de Software Agropecuário. In: Ana Regina Cavalcanti da Rocha; José Carlos Maldonado; Kival Chaves Weber. (Org.). Qualidade de Software - Teoria e Prática. São Paulo, 2001, v. 1, p CANONGIA, C. ; LAMB, C. ; CARVALHO, C. S. P.; SOUZA e SILVA, V. Convergência da Inteligência Competitiva com Construção de Visão de Futuro: proposta metodológica de Sistema de Informação Estratégica (SIE). DataGramaZero: Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.2. CEOLIN, A. C; ABICHT, A. de M; CORRÊA, A. O. de F; PEREIRA, P. R. R. X; SILVA, T. N. da. Sistemas de informação sob a perspectiva de custos na gestão da pecuária de corte gaúcha. Custos e Agronegócio on-line. v.4, edição especial, mai ISSN Disponível em de informacao.pdf. Acessado em 16 jul CÓCARO, H; BRITO, M. J; LOPES, M. A. Avaliação do uso de softwares para gerenciamento de rebanhos bovinos leiteiros: um estudo de caso no sul de Minas Gerais. Revista de Negócios, Blumenau, v. 10, n. 1, p , jan./mar ; JESUS, J. C. dos S. A agroinformática em empresas rurais: algumas tendências. Congresso da, 2008, Rio Branco. Disponível em <http://www.sober.org.br/palestra/9/919.pdf>. Acessado em 23 jun COCARO, H; LOPES, M. A; CAMPOS, F. C. A.. Qualidade de software agropecuário: um estudo de caso. Ciênc. agrotec., Lavras, v. 29, n. 5, Oct DUARTE, C; FALBO, R. A. Uma ontologia de qualidade de software. Workshop de Qualidade de Software. João Pessoa, Outubro, p

19 EMBRAPA INFORMATICA AGROPECUÁRIA. Portal SW Agro - Estudo do Mercado Brasileiro de Software para o Agronegócio. Disponível em: <http://www.swagro.cnptia.embrapa.br/>. Acesso em 11 out FÉLIX, J. C., Informação tecnológica: estratégia para o desenvolvimento. Ciência da Informação, v.25, n.1, Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/ article/view/480/435>, consulta em 21 nov FOINA, P. R. Tecnologia de Informação: planejamento e gestão. São Paulo: Atlas, FORTES, G. Como aproveitar melhor a informática na pecuária. Revista DBO Rural, v.23,n.288, outubro de 2004, p , FREITAS, H; KLADIS, C. M. O processo decisório: modelos e dificuldades. Rio de Janeiro:Revista Decidir, ano II, n. 8, p , mar GIL, A. L. Sistema de Informações Contábil/Financeiros. 3.ed. São Paulo: Atlas, GODOY, A. S. Introdução à pesquisa qualitativa. Revista de Administração de Empresas, v.35, n.2, p.57-63, GOMES, N. S. Qualidade de Software: Uma Necessidade, s/d. Disponível em: Acesso em: 22 dez GUERRA, A. C; COLOMBO, R. M. T. Qualidade de Produto de Software Disponível em <http://www.mct.gov.br/upd_blob/0203/ pdf>. Acesso em 10 dez ISO. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO/IEC 9126 Information Technology Software Product Evaluation Quality Characteristics and Guidelines for their Use, 1991; ISO. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO/IEC Information Technology Software Product Evaluation Part 1: General overview. May1999; LAUDON, K. C; LAUDON, J. P. Sistemas de informação. Rio de Janeiro: LTC, ;. Sistemas de informações gerenciais. 7.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MACHADO, J. G. de C. F. Adoção da identificação eletrônica de animais na gestão do empreendimento rural. São Carlos: UFSCar, Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de São Carlos. Adoção da tecnologia da informação na pecuária de corte. SãoCarlos: UFSCar, Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de São Carlos. ; ; ROCHA, C. E. Um Estudo Multicaso na Pecuária de Corte: o Processo de Informatização na Produção de Carne Bovina. In: 3o. CONGRESSO BRASILEIRO DA SBI-AGRO - SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFORMÁTICA APLICADA À AGROPECUÁRIA E AGROINDÚSTRIA, 2001, Foz do Iguaçu, PR. MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SISBOV - Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos. Disponível em < Acesso em 13 out

20 MOURA, R. M. de; ALBERTIN, A. L. Benefícios da tecnologia da informação no desempenho empresarial. In: ALBERTIN, A. L.; MOURA, R. M. DE (Org.). Tecnologia da informação. São Paulo: Atlas, p , NIELSEN, J. Usability Engineering. New York. Academic Press, O BRIEN, J. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2.ed. São Paulo: Saraiva, OLIVEIRA, D. de P. R. de. Sistemas de informações gerenciais: estratégias, táticas, operacionais. 9.ed. São Paulo: Atlas, PARASURAMAN, A; COLBY, C. Techno-ready marketing: how and why your customers adopt technology. New York: The Free Press, PEREIRA, M. J. L. de B; FONSECA, J. G. M. Faces da Decisão: as mudanças de paradigmas e o poder da decisão. São Paulo: Makron Books, REZENDE, Y. Informação para negócios: os novos agentes do conhecimento e a gestão do capital intelectual. Ciência da Informação. Brasília, v.31, n.2, p , mai./ago., 2002 ROCHA, A. R. C. da; XEXEO, G. B; WERNER, C. M. L; TRAVASSOS, G. H; WERNECK, V. M. B. Uma Experiência na Definição do Processo de Desenvolvimento e Avaliação de Software segundo as Normas ISO, Relatório Técnico ES-302/94, COPPE/UFRJ, Junho ; MALDONADO, J. C; WEBER, K. C. Qualidade de software: teoria e prática. São Paulo:Prentice Hall, p. TEIXEIRA, F. A Velhice e a Tecnologia. [2000]. Disponível em Acesso em: 27 abr YIN, R. K. Case study research: design and method. 2. ed. Sage Publications: Thousand Oaks, CA,

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: SELEÇÃO E AVALIAÇÃO PELO PECUARISTA

SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: SELEÇÃO E AVALIAÇÃO PELO PECUARISTA SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: SELEÇÃO E AVALIAÇÃO PELO PECUARISTA Marcos Aurélio Lopes Email: malopes@ufla.br Vínculo: Professor do Depto de Medicina Veterinária da Universidade Federal

Leia mais

SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO PELA SOFTHOUSE

SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO PELA SOFTHOUSE SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE REBANHOS BOVINOS: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO PELA SOFTHOUSE Marcelo Pereira Barbosa Email: mpbbarbosa@bol.com.br Vínculo: Professor da Escola Técnica Estadual "Lauro Gomes"

Leia mais

Quality of agricultural software: a case study

Quality of agricultural software: a case study QUALIDADE DE SOFTWARE Qualidade de software AGROPECUÁRIO: agropecuário: um estudo... UM ESTUDO DE CASO 075 Quality of agricultural software: a case study Henri Cócaro, Marcos Aurélio Lopes 2, Fernanda

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Leite. A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades. relatório de inteligência. Abril 2014

Leite. A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades. relatório de inteligência. Abril 2014 Leite relatório de inteligência Abril 2014 A utilização de softwares no gerenciamento produtivo de pequenas propriedades A rotina em uma propriedade leiteira exige acompanhamento e atenção em todos os

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Desenvolvimento de um software de baixo custo para o gerenciamento de bovinocultura de leite Miler Grudtner BOELL¹; Marcos Roberto RIBEIRO² 1 Aluno do Curso de Tecnologia de Sistemas para Internet e bolsista

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP sistema para gerenciamento de instituições de ensino DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP Nossa Empresa A Sponte Informática é uma empresa brasileira, localizada em Pato Branco, cidade considerada pólo

Leia mais

IC-UNICAMP IC-UNICAMP

IC-UNICAMP IC-UNICAMP Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6:

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207 Qualidade de : Visão Geral ISO 12207: Estrutura s Fundamentais Aquisição Fornecimento s de Apoio Documentação Garantia de Qualidade Operação Desenvolvimento Manutenção Verificação Validação Revisão Conjunta

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores 1. INTRODUÇÃO As corretoras de valores devem armazenar todos os documentos cadastrais de seus clientes para ter acesso a esse material quando necessário.

Leia mais

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DOCUMENTAL PARA EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Cláudio Leones Bazzi 1 ; Juliano Rodrigo Lamb

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01

Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 31 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Professor do curso ESAMI

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS A decisão de automatizar 1 A decisão de automatizar Deve identificar os seguintes aspectos: Cultura, missão, objetivos da instituição; Características

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani vsdani@inf.ufsm.br Orientadora: Giliane

Leia mais

Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto

Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto Prof. Elias Batista Ferreira Material cedido por: Prof. Edison A M Morais Objetivo Descrever os processos da norma

Leia mais

ISO - 9126. Aécio Costa

ISO - 9126. Aécio Costa ISO - 9126 Aécio Costa A evolução da Qualidade do Produto Qualidade = funcionalidade Confiabilidade Realização de funções críticas Produto de qualidade = sem bugs Controle de qualidade Teste do produto

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE

CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE CASO DE USO PARA ANÁLISE DE DOMINIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE Andrea C. A. Borim 1 Antônio M. Saraiva 2 José M. Fernandes 3 Carlos A. R. Pinto 4 RESUMO A busca pelo aumento da

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Sistemas, Processos e Informações Ao observarmos o funcionamento de um setor

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9 TÍTULO: ASSUNTO: GESTOR: TERMO DE REFERÊNCIA Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD DITEC/GECOQ Gerência de Controle e Qualidade ELABORAÇÃO: PERÍODO: GECOQ Gerência de Controle e

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

Palavras-chave: Gestão de qualidade, Sistema de Informação, Processo, Normas, ISO/IEC 17025

Palavras-chave: Gestão de qualidade, Sistema de Informação, Processo, Normas, ISO/IEC 17025 PROPOSTA DE MELHORIA DE QUALIDADE EM ORDENS DE SERVIÇO COM USO DE SOFTWARE APLICANDO A ISO 17025 - ESTUDO DE CASO Bruno Renato de Oliveira 1 ; Marcos Roberto Xavier Guimarães 1 ; Maxwel Silva Matos 1 ;

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE

QUALIDADE DE SOFTWARE QUALIDADE DE SOFTWARE Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Questão 1 A ISO 9000-3 é um guia para a aplicação da ISO 9001 para o desenvolvimento, fornecimento e manutenção de software. As

Leia mais

Proposta de um Processo Sistematizado de Controle de Manutenção de Software para Micro e Pequenas Empresas

Proposta de um Processo Sistematizado de Controle de Manutenção de Software para Micro e Pequenas Empresas Proposta de um Processo Sistematizado de Controle de Manutenção de Software para Micro e Pequenas Empresas Dayler Vinicius M. Alves 1, Carlos Renato Storck 1 1 Instituto de Informática Pontifícia Universidade

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG Caroline Passatore¹, Dayvid de Oliveira¹, Gustavo Nunes Bolina¹, Gabriela Ribeiro¹, Júlio César Benfenatti Ferreira² 1

Leia mais

Qualidade de software

Qualidade de software Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina:Projeto de Sistemas Qualidade de software cynaracarvalho@yahoo.com.br Qualidade de software Qualidade

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão. Ciências Contábeis Informática Aplicada

Sistemas de Apoio à Decisão. Ciências Contábeis Informática Aplicada Sistemas de Apoio à Decisão Ciências Contábeis Informática Aplicada Sistemas de Apoio à Decisão Segundo LAUDON (2004) apud SANTOS () afirma que um SAD tem por objetivo auxiliar o processo de decisão gerencial,

Leia mais

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença?

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? * Daniela Ramos Teixeira A Inteligência vem ganhando seguidores cada vez mais

Leia mais

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software?

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? 21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? Qualidade de software é uma preocupação real e esforços têm sido realizados na busca pela qualidade dos processos envolvidos em seu desenvolvimento

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS DOCUMENTO DE REQUISITOS ID documento: Data: / / Versão : Responsável pelo documento: ID Projeto: HISTÓRICO DE REVISÕES Data de criação/ atualização Descrição da(s) Mudança(s) Ocorrida(s) Autor Versão do

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma. Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias

Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma. Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias A importância do Seis Sigma e da Qualidade em serviços As empresas de serviços

Leia mais

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação RESUMO DO CAPÍTULO Este capítulo trata do processo de resolução de problemas empresariais, pensamento crítico e etapas do processo de tomada

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços da solução SAP SAP ERP SAP Data Maintenance for ERP by Vistex Objetivos Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços Entregar a manutenção de dados

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1

Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1 Qualidade Plácido A. S. Neto 1 1 Gerência Educacional de Tecnologia da Informação Centro Federal de Educação Tecnologia do Rio Grande do Norte 2006.1 - Planejamento e Gerência de Projetos Agenda Introdução

Leia mais

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE CARNE ORGÂNICA: A RASTREABILIDADE COMO FERRAMENTA PARA A CERTIFICAÇÃO.

SISTEMA DE PRODUÇÃO DE CARNE ORGÂNICA: A RASTREABILIDADE COMO FERRAMENTA PARA A CERTIFICAÇÃO. SISTEMA DE PRODUÇÃO DE CARNE ORGÂNICA: A RASTREABILIDADE COMO FERRAMENTA PARA A CERTIFICAÇÃO. Valmir L. Rodrigues Médico Veterinário/Biorastro Hoje, mais que antigamente, o consumidor busca serviços de

Leia mais

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Francisco Xavier Freire Neto 1 ; Aristides Novelli Filho 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação.

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Dados X Informações O que são Dados? São materiais brutos que precisam ser manipulados e colocados em um contexto compreensivo antes de se tornarem úteis

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Qualidade de Software Introdução Qualidade é um dos principais objetivos da Engenharia de Software. Muitos métodos, técnicas e ferramentas são desenvolvidas para apoiar a produção com qualidade. Tem-se

Leia mais

Esses recursos aplicados possibilitaram gerar soluções desktop e WEB para atividades de:

Esses recursos aplicados possibilitaram gerar soluções desktop e WEB para atividades de: Curitiba, de de 20. REF. AQUISIÇÃO DE LICENÇAS DE USO. A Empresa A Kankei é uma empresa com mais de 10 anos de atuação na área de gerenciamento de Relacionamentos, seja entre empresa e clientes, empresa

Leia mais

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino 1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino O SIE é um sistema aplicativo integrado, projetado segundo uma arquitetura multicamadas, cuja concepção funcional privilegiou as exigências da Legislação

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos de controle ou gestão da qualidade de sistemas ERP ou MES X sistemas para automação e gestão de laboratórios LIMS e suas diferenças conceituais

Leia mais

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ESPECIFICAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA AUTOMATIZADA DE APOIO AO GERSE: GUIA DE ELICITAÇÃO DE REQUISITOS PARA SISTEMAS EMBARCADOS Autor(es) BARBARA STEFANI

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial

Sistemas de Informação Empresarial Sistemas de Informação Empresarial SAD Sistemas de Apoio à Decisão parte 1: a Tomada de Decisão Fontes: O Brien e Webaula Estácio Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB

UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB UMA ABORDAGEM SOBRE OS PADRÕES DE QUALIDADE DE SOFTWARE COM ÊNFASE EM SISTEMAS PARA WEB Alan Francisco de Souza¹, Claudete Werner¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil alanfsouza.afs@gmail.com,

Leia mais

Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação. Laboratório de Tecnologia de Software LTS

Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação. Laboratório de Tecnologia de Software LTS Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação Laboratório de Tecnologia de Software LTS Qualidade de Produto Cláudio Martins claudiomartins2000@gmail.com www.ufpa.br/redetic

Leia mais

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 a computação na nuvem está presente em todos os lugares e está crescendo 72% das empresas

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações Carlos Campello Introdução Nos dias atuais existe a necessidade de constantes modificações das estratégias

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais