DEFESA CIVIL NA ESCOLA SOCORROS DE URGENCIA MANUAL DE PROCEDIMENTOS

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1 DEFESA CIVIL NA ESCOLA SOCORROS DE URGENCIA MANUAL DE PROCEDIMENTOS 1

2 SOCORROS DE URGÊNCIA ANATOMIA E FISIOLOGIA DEFINIÇÕES POSIÇÕES DE ESTUDO CONSTITUIÇÃO GERAL DO CORPO HUMANO DIVISÃO GERAL DOS APARELHOS E SISTEMAS APARELHO RESPIRATÓRIO FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO APARELHO DIGESTIVO OU DIGESTÓRIO SISTEMA NERVOSO SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO APARELHO URINÁRIO APARELHO REPRODUTOR SISTEMA TEGUMENTAR CAVIDADES DO CORPO HUMANO ATENDIMENTO INICIAL À VÍTIMA CONTROLE DE CENA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA A - VIAS AÉREAS COM CONTROLE CERVICAL MANOBRA DE INCLINAÇÃO DA CABEÇA E ELEVAÇÃO DO QUEIXO B - RESPIRAÇÃO TRATAMENTO DA OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO TRATAMENTO DA OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS EM LACTENTES REANIMAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA CAUSAS DE PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA SEQUENCIA DA RCP FERIMENTOS E HEMORRAGIA CLASSIFICAÇÃO DOS FERIMENTOS FERIMENTOS FECHADOS OU CONTUSÕES FERIMENTOS ABERTOS OU FERIDAS FERIDAS INCISIVAS OU CORTANTES FERIDAS CONTUSAS FERIDAS PERFURANTES FERIDAS PENETRANTES FERIDAS TRANSFIXANTES ESCORIAÇÕES OU ABRASÕES CUIDADOS À VÍTIMA DE FERIMENTOS HEMORRAGIA HEMORRAGIA ARTERIAL HEMORRAGIA VENOSA HEMORRAGIA CAPILAR

3 5.4 SINAIS E SINTOMAS DE HEMORRAGIA CONTROLE DA HEMORRAGIA EXTERNA CHOQUE HIPOVOLÊMICO FRATURAS SINAIS E SINTOMAS DAS FRATURAS CUIDADOS GERAIS NO ATENDIMENTO DAS FRATURAS CUIDADOS ESPECÍFICOS NAS FRATURAS DE CRÂNIO CUIDADOS ESPECÍFICOS NAS FRATURAS DE COLUNA CUIDADOS ESPECÍFICOS NAS FRATURAS DE PELVE CUIDADOS ESPECÍFICOS NAS FRATURAS DE FÊMUR DESMAIO ou SÍNCOPE SINAIS E SINTOMAS CUIDADOS NO ATENDIMENTO CRISE CONVULSIVA ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA NO PRÉ-HOSPITALAR QUEIMADURAS SANGRAMENTO NASAL: REFERÊNCIAS

4 SOCORROS DE URGÊNCIA 1. ANATOMIA E FISIOLOGIA. 1.1Definições. Anatomia é a ciência que estuda a forma e estrutura do corpo humano. Fisiologia é a ciência que estuda o funcionamento das diferentes partes do corpo humano. 1.2 Posições de Estudo. Ao estudar o corpo humano, o mesmo deve ser considerado na posição ereta, de frente para o observador, membros superiores ao longo do corpo e as palmas das mãos voltadas para frente Divisão do Corpo Humano. O corpo humano é dividido em cabeça, tronco e membros. Cabeça Tronco Crânio Face Pescoço ace Tórax Abdome F Ombro Braço Antebraço Mão Superiores Membros Quadril Coxa Perna Pé Inferiores Fig 1. Corpohumano. 4

5 1.2.3 Constituição Geral do Corpo Humano A célula é a unidade básica na constituição dos seres vivos. Um agrupamento de células constitui o tecido. A reunião de vários tecidos constitui o órgão, que se agrupam para formar o aparelho ou sistema. Células Tecidos Órgãos Aparelhos ou Sistemas Corpo Humano Todas as células necessitam de oxigênio e nutrientes, sem os quais entram em sofrimento, podendo resultar em morte. À morte das células segue-se morte dos tecidos, órgãos e do próprio ser vivo. O suprimento de oxigênio e nutrientes para a célula, assim como a retirada de resíduos são realizados pelo sangue de forma contínua. O sangue se desfaz do gás carbônico e se abastece de oxigênio nos pulmões e se abastece de nutrientes pela absorção de alimentos digeridos no tubo digestivo. 1.3 Divisão geral dos aparelhos e sistemas. a) Aparelho Circulatório. Constituído por coração, vasos sangüíneos e sangue. O coração é um órgão oco, fica no centro do peito, atrás do osso esterno. Um septo divide a cavidade do coração em dois lados: direito e esquerdo. O aparelho circulatório é responsável pela circulação do sangue através de todo o organismo. O lado esquerdo do coração é a bomba que impulsiona o sangue rico em oxigênio através das artérias até os capilares, onde ocorre a troca de oxigênio por gás carbônico. O sangue rico em gás carbônico retorne ao coração pelas veias até o lado direito do coração, onde será bombeado aos pulmões para se livrar do gás e se abastecer de oxigênio. Fig. Sistema Circulatório 1.4 Aparelho Respiratório. Formado por: Vias aéreas superiores e Vias aéreas inferiores 5

6 É por meio das vias aéreas que o ar do meio ambiente entra em contato com os pulmões para fazer a troca gasosa (entrada de oxigênio e saída de gás carbônico). Chamamos de inspiração a entrada do ar rico em oxigênio e expiração a saída do ar rico em gás carbônico. É importante que o fluxo de ar pelas vias aéreas e a troca gasosa nos pulmões permaneçam constantes Fisiologia do sistema Cardiorespiratório. O lado direito do coração recebe o sangue vermelho escuro que retorna do corpo, rico em gás carbônico, e bombeia para os pulmões para ser oxigenado. Nos pulmões o sangue se livra do gás carbônico e se supre de oxigênio. Esse sangue oxigenado vermelho claro, retorna ao lado esquerdo do coração para então ser distribuído para todas as partes do corpo. 1.5 Aparelho digestivo ou digestório. Conjunto de órgãos responsáveis pela digestão, absorção de alimentos e eliminação de resíduos. É composto por: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso, além das glândulas acessórias (glândulas salivares, fígado e pâncreas). 6

7 1.6 Sistema Nervoso Divide-se em: Sistema Nervoso Central: Cérebro, cerebelo, tronco e medula. Sistema Nervoso Periférico: Nervos cranianos Nervos periféricos (saem da coluna) Fig Sistema Nervoso. Considerado o sistema mais importante do corpo humano, comanda todas as outras funções do nosso organismo Funções: a) regula e integra o funcionamento dos diferentes órgãos b) capta os estímulos do meio ambiente c) sede das emoções 7

8 1.7 Sistema Músculo-Esquelético. Constituído de ossos, músculos e articulações. O esqueleto humano é composto por 206 ossos que mantêm a forma e a sustentação do corpo humano, permitindo sua movimentação. Também fornece proteção aos órgãos internos do organismo. A coluna vertebral compõe-se de 33 ossos chamados vértebras; é o eixo de sustentação do corpo humano e protege a medula espinhal. A medula faz a intercomunicação entre o cérebro e o corpo, isto é, transmite as sensações(dor, tato, térmica) de todas as partes do corpo para o cérebro, produzindo uma resposta adequada. Sua secção interrompe essa comunicação provocando anestesia e paralisia nos segmentos do corpo abaixo do nível da lesão. Daí a importância dos cuidados de imobilização da coluna vertebral do indivíduo traumatizado. 1.8 Aparelho Urinário. Promove a filtragem do sangue retirando os resíduos do metabolismo da célula, eliminando-os pela urina. Compõe-se: rins, ureteres, bexiga urinária e uretra. 1.9 Aparelho Reprodutor. Responsável pela produção de células reprodutoras e hormônio sexuais e destina-se à perpetuação da espécie. 8

9 Diferencia-se de acordo com o sexo, a saber: Aparelho Reprodutor Masculino testículos, vias espermáticas, glândulas acessórias (próstata, vesículas seminais), uretra e pênis. Aparelho Reprodutor Feminino ovários, tuba uterina, útero, vagina e vulva Sistema Tegumentar. Constituído de pele e seus anexos (pêlos, unhas e glândulas). Envolve todo o corpo humano, protegendo-o e adaptando-o ao meio ambiente. A pele se constitui de três camadas: a epiderme (mais superficial), a derme (intermediária) e o tecido subcutâneo (mais profundo ) Cavidades do corpo humano O corpo humano possui cinco cavidades: a) Cavidade craniana: espaço dentro do crânio preenchido na sua maior parte pelo cérebro. b) Cavidade espinhal (ou medular): similar a um longo cilindro dentro da coluna espinhal, contém a medula espinhal. c) Cavidade torácica: contém a traquéia, os brônquios, os pulmões, o coração, a aorta e outros vasos sangüíneos, o esôfago e nervos. d) Cavidade abdominal: separada da cavidade torácica pelo músculo diafragma, contém o estômago, o fígado, a vesícula biliar, o intestino delgado, parte do intestino grosso, o pâncreas e o baço. Os dois rins estão na parte posterior da cavidade abdominal. e) Cavidade pélvica: abriga os órgãos reprodutores, a bexiga e a parte inferior dos intestinos. 9

10 2. ATENDIMENTO INICIAL À VÍTIMA O objetivo do atendimento inicial à vítima é identificar situações que coloquem a vida em risco, iniciar o suporte básico de vida e desencadear a continuidade dos cuidados necessários: imobilização, remoção e acionamento de serviços de apoio (préhospitalar, Corpo de Bombeiros, Copel, etc). Fig. Demonstrativa das Premissas do Atendimento Inicial à Vitima de Trauma Com atendimento organizado e eficiente é possível oferecer maiores chances de sobrevida às vítima de trauma e reduzir as seqüelas. Os passos iniciais no atendimento à vítima são: Controle de Cena e Avaliação Primária. 2.1 Controle de Cena. Antes de iniciar qualquer atendimento de emergência a vítima de acidente, garanta condições de segurança para você, para a vítima e os demais presentes à cena. NÃO SE TORNE MAIS UMA VÍTIMA DO ACIDENTE. Sinalize, acione serviços de apoio necessários, isole a área de risco. 10

11 Somente após garantir segurança você se aproxima da vítima para iniciar o atendimento. 2.2 Avaliação Primária O objetivo da avaliação primária é identificar situações que ameaçam a vida e manejar com elas de imediato. É feita sem mobilizar a vítima de sua posição inicial, salvo condições especiais, como risco de explosão, incêndio, afogamento, desabamento. Aproximar-se da vítima e pergunte como ela está (fig. 1), ao mesmo tempo imobilize a cabeça da vítima com uma das mãos e determine se está responsiva (consciente). Tentar tranqüilizá-la e pergunte o que aconteceu. A seguir realiza-se o A, B, C; A = Via Aérea com Controle Cervical B = Respiração C = Circulação e Controle de grandes Hemorragias Só se avança para o passo seguinte após completar o anterior A - Vias Aéreas Com Controle Cervical Se a vítima não responde (está desmaiada) verifique se está respirando. Na vítima inconsciente a queda da língua contra a faringe (fundo da garganta) é causa frequente de obstrução de vias aéreas (Fig.). Essa situação prejudica a passagem de ar, consequentemente, impede a respiração. Sangue, vômitos, corpos estranhos, também podem ser causas de obstrução de vias aéreas. É imperativo manter a permeabilidade das vias aéreas para garantir a oxigenação do sangue. Você está bem? 11

12 a) Obstrução das vias aéreas provocada pela queda da língua b) Abertura das vias aéreas após a manobra de inclinação da cabeça Manobra de Inclinação da Cabeça e Elevação do Queixo (Fig.) Indicada para a vítima inconscientes de causa clínica ou que certamente não sofreu qualquer trauma: Colocar uma das mão na testa da vítima e aplicar pressão firme para trás pendendo a cabeça contra o chão; Colocar os dedos da outra mão sob o queixo e elevá-lo para cima. Durante o exame e a manipulação das vias aéreas, tome muito cuidado para evitar a movimentação excessiva da coluna cervical. A cabeça e o pescoço da vítima não podem ser hiperextendidos, hiperfletidos ou rodados para o estabelecimento da permeabilidade das vias aéreas. Consideramos potencialmente portadores de lesão de coluna cervical todas as vítimas politraumatizadas, com alteração do nível de consciência ou com qualquer ferimento acima do nível das clavículas. Para a adequada avaliação das vias aéreas a vítima deve estar deitada. Caso esteja de bruços (decúbito ventral), o socorrista deve girar o corpo da mesma em bloco, de forma que a cabeça, pescoço, ombros e tronco mantenham-se alinhados (manobra de rolamento) (Fig.5). Fig: Manobra de rolamento realizada por um socorrista B - Respiração Para determinar a presença ou ausência de respiração espontânea na vítima, aproxime seu ouvido próximo a boca e nariz da vítima, enquanto mantém as vias aéreas desobstruídas, e: Observe o tórax da vítima se faz movimento para cima e para baixo VER Ouça se há saída de ar durante a expiração OUVIR 12

13 Sinta se há fluxo de ar SENTIR (Fig. 6) Fig. Ver, ouvir e sentir respiração Uma vítima só consegue falar se tiver ar nos pulmões que passe pelas cordas vocais. Portanto se a vítima responder normalmente às suas perguntas é porque as vias aéreas estão permeáveis (A = resolvido) e a pessoa respira (B = resolvido). Estando presente a respiração, analise sua qualidade: lenta ou rápida, superficial ou profunda, silenciosa ou ruidosa. Se observar sinais de respiração difícil (vítima fazendo esforços para respirar), reavalie as vias aérea, desobstrua-as e mantenha-se de prontidão. A vítima pode parar de respirar e o socorrista deve iniciar respiração artificial. Resumindo, se a vítima não responde normalmente, examine as vias aéreas: Se obstruídas, utilize a manobra adequada para desobstruí-la; Examine a respiração: se ausente, inicie a respiração artificial C - Circulação e Controle de Grandes Hemorragias O objetivo principal do passo C é verificar sinais de circulação (observando sinais de que a vítima apresente respiração, movimentos e/ou tosse) e a presença de grandes hemorragias. A hemorragia é a principal causa de morte nas vítimas de trauma, embora possa ser plenamente avaliada e tratada. Se não houver sinais de circulação inicie manobras de reanimação cardiopulmonar. 13

14 Nessa fase do exame, também controle os pontos de sangramento externo evidentes, mediante compressão direta dos ferimentos ou aplicação de curativos compressivos. Caso a vítima apresente sinais de circulação, passe para o próximo passo. 2.3 Desobstrução das vias aéreas As vias aéreas compreendem boca, nariz, faringe, laringe (vias aérea superiores), a traquéia, brônquios e pulmões (vias aéreas inferiores). Para que o processo de respiração se realize adequadamente, as vias aéreas devem estar livres, permitindo a entrada e saída de ar. A obstrução das vias aéreas impede a entrada de oxigênio e se não reconhecida e tratada precocemente pode levar o indivíduo à morte. Causas de obstrução de vias aéreas: queda da língua nas vítimas inconscientes, regurgitação do conteúdo do estômago, corpo estranho (dentes, próteses), alimentos (carne, chicletes, balas), sangramento nas vias aéreas por trauma de face etc. A obstrução das vias aéreas pode ser parcial ou total. Na obstrução parcial, ainda passa certa quantidade de ar pelas vias aéreas. Neste caso, a respiração pode estar ruidosa e muito difícil acompanhada de tosse. Enquanto troca de ar se mantiver a vítima deve ser encorajada a tossir sem outra interferência. Caso a obstrução se agrave e a troca de ar se tornar inadequada, a tosse passa a ser fraca e ineficaz; neste caso está indicada a intervenção como no caso de obstrução total. Na obstrução total a vítima não consegue falar, respirar ou tossir. A não entrada de ar nos pulmões leva a perda de consciência, vítima pode apresentar coloração cinza-azulada e se o atendimento não for rápido, a vítima morre. 14

15 Fig. Sinal universal de sofrimento para obstruções das vias aéreas por corpo estranho Tratamento da obstrução das vias aéreas por corpo estranho Tratamento da obstrução de vias aéreas em lactentes até 1 ano de vida Deitar a criança de bruços (com a face para baixo) sobre o antebraço do socorrista, segurando a cabeça do lactente firmemente, com as pernas separadas, uma de cada lado do braço do socorrista, com a cabeça mais baixa que o tronco; Aplicar 4 golpes no dorso do lactente, entre as escápulas, usando a região hipotenar da mão; Após os golpes no dorso, envolva o lactente como um sanduíche entre suas mão e braços, segurando firmemente a cabeça; Fig 7. Manobra de desobstrução de vias aérea em lactentes 15

16 Vire o lactente, suportando firmemente a cabeça e pescoço (uma mão do socorrista apóia cabeça e pescoço e a outra mandíbula e tórax); Aplicar até 5 compressões torácicas, da mesma forma que RCP (2 dedos no esterno, logo abaixo da linha intermamilar). As medidas dever ser repetidas até o objeto ser expelido ou o lactente perder a consciência. Iniciar ventilação artificial. 3 Reanimação Cardiorrespiratória Parada cardíorrespiratória (PCR) é a cessação repentina dos batimentos cardíacos e dos movimentos respiratórios. É emergência relativamente freqüente e, a sobrevivência da vítima depende de um conjunto de medidas fundamentais, a corrente da sobrevivência, ou seja: reconhecimento imediato dos sinais, acionamento precoce de um serviço de emergência, início da reanimação cardiorrespiratória e chegada rápida do serviço de atendimento pré-hospitalar. A circulação sanguínea deve ser restabelecida num período máximo de 4 minutos, caso contrário se instalam alterações irreversíveis nos tecidos, principalmente o tecido nervoso, um dos mais sensíveis a falta de oxigênio. A Reanimação Cardiorrespiratória (RCP) é o conjunto de procedimento utilizado nas vítimas em PCR com objetivo de restabelecer a ventilação pulmonar e a circulação sangüínea. 3.1 Corrente da Sobrevivência A Reanimação Cardiopulmonar ou Cardiorrespiratória (RCP) pode manter a respiração e a circulação vital por alguns minutos até que o tratamento definitivo seja iniciado. A RCP ganha tempo e salva vidas. Para aumentar a oportunidade de sobrevivência após uma parada cardíaca, algumas medidas devem ser tomadas imediatamente. Esta cadeia deeventos cadeia de sobrevivência - é a chave para melhorar a taxa de sobrevida nas pessoas que sofrem parada cardíaca e respiratória em nosso meio. 16

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