IRINEIDE MARIA DE SALLIX DE MOURA

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1 FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS AGGEU MAGALHÃES CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE IRINEIDE MARIA DE SALLIX DE MOURA PERFIL DOS PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ASSISTIDOS EM UM HOSPITAL DO AGRESTE DE PERNAMBUCO RECIFE 2010

2 RECIFE 2010 IRINEIDE MARIA DE SALLIX DE MOURA PERFIL DOS PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ASSISTIDOS EM UM HOSPITAL DO AGRESTE DE PERNAMBUCO Monografia apresentada ao Curso de Especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde do Departamento de Saúde Coletiva, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, para obtenção do título de especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde. Orientadora: Profa. Ms. Maria Aparecida de Souza RECIFE

3 Catalogação na fonte: Biblioteca do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães M929p Moura, Irineide Maria de Sallix de. Perfil dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito assistidos em um Hospital do Agreste de Pernambuco / Irineide Maria de Sallix de Moura. Recife: I. M. S. Moura, f.: il. Monografia (Especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde) Departamento de Saúde Coletiva, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz. Orientadora: Maria Aparecida de Souza. 1. Acidentes de Trânsito. 2. Motocicletas. 3. Emergências. 4. Causas Externas. 5. Pacientes. I. Souza, Maria Aparecida de. II. Título. CDU 616.8

4 IRINEIDE MARIA DE SALLIX DE MOURA PERFIL DOS PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO ASSISTIDOS EM UM HOSPITAL DO AGRESTE DE PERNAMBUCO Monografia apresentada ao Curso de Especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde do Departamento de Saúde Coletiva, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, para a obtenção do título de especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde. Aprovada em: 15/12/2010 BANCA EXAMINADORA Orientadora: Profa. Ms. Maria Aparecida de Souza Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco Debatedor: Dr. Airton Vieira Leite Segundo Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco

5 Á você Pai, Deus e Senhor da minha vida. Pela sua infinita bondade e misericórdia derramadas em minha vida, concedendo-me determinação, coragem, força e perseverança, para lutar pelos ideais vencendo os obstáculos, e, sobretudo, pelo seu amor manifestado através da presença de verdadeiros anjos em forma de gente, que, desde o momento da minha decisão em participar do curso que deu origem a este trabalho, tornaram-se responsáveis pelo êxito obtido. Á você Maria, mãe de Jesus e minha mãe Pela sua presença constante e seu cuidado de mãe e intercessora, que fortaleceram a minha fé e confiança nos momentos críticos, e ajudando a secar as lágrimas após as orações, compreendendo que não há glória sem sacrifícios.

6 AGRADECIMENTOS Á amiga de caminhada há 20 anos Antonieta Pereira, pelo incentivo e companheirismo em todos os momentos. Foi través dela que conheci o curso que me trouxe até aqui. Com todo o meu apreço,ao sábio e admirável Dr.Antonio Vieira, Diretor do Hospital Regional do Agreste, pela grandeza de suas atitudes em aquiescer, aplaudir,e sobretudo corroborar com o aperfeiçoamento e qualificação profissional dos servidores. Á Dr. Paulo Guilherme, Diretor Clínico do Hospital Regional do Agreste, pelo carinho e atenção em determinada ocasião tão difícil, além de sua inestimável colaboração para a realização desta obra., respeito e incentivo para seguir na minha formação. Á minha orientadora Ms. Aparecida Souza, profissional admirável, pelo empenho e disponibilidade e pelo aprendizado adquirido através do seu esforço e sabedoria. Á Dr. Airton Segundo, pessoa distinta, por quem tenho grande admiração, por aceitar ser o debatedor na apresentação deste trabalho, Aos colegas de trabalho: Wandeângela, Alex, Hildebrando Carlos, Armando, Marinaldo (Bola) e Shyrlanna, pois sem estes o trabalho não teria sido concluído. Á equipe de Teatro Amor e Arte, pela compreensão solidariedade e colaboração, além da descontração nos momentos de ensaios da peça O Filho Pródigo, que me fizeram diminuir a tensão e a ansiedade. Á Melinha, Rosiane e Nanda, amigas e cúmplices não apenas nesse momento, mas ao longo dos anos. Aos meus filhos Ighor e Junior, meus netos Maria Clara, Alejandro e Ivson, e minha nora Débora Cris, simplesmente por existirem e fazerem parte da minha vida, que sem eles seria um vácuo. Á minha mãe Irene Sallix, in memorian, pelo amor e exemplo de coragem, força e sabedoria, durante toda a sua vida ensinou-me a lutar por uma vida digna. Á toda minha família, respeito e admiração, sobretudo pelo apoio em todas as minhas conquistas. Á Northon Sérgio, meu amigo de fé irmão camarada, por cuidar de mim mesmo á distância. Ao meu esposo João Laurindo, in memorian, Seu amor e admiração me incentivou a ingressar na faculdade, sem isso este estudo não seria possível.

7 Com deferência a Karla Guerra (Karlinda), minha secretária, por sua disposição em ajudar-me ativamente na coleta de dados durante as suas horas de descanso até altas horas, a ela a minha mais profunda gratidão. Á todos os pacientes vítimas de acidentes de trânsito, por tornarem possível a realização deste trabalho, minha eterna gratidão e respeito. Á colega Profª. Eliene, por me substituir em sala de aula para que eu concluísse a pesquisa e a coordenadora Simone Maysa, por todo o apoio compreensão e solidariedade. Aos amigos e colegas de trabalho Maurício Pelloso, John Cleidson, Consuêlo Brito e Osvaldo Brito, presenças fortes em minha vida, fomentando a coragem de seguir sempre firme driblando os obstáculos, por todo apoio e colaboração na realização deste trabalho. Ao amigo Semente, uma das pessoas mais inteligentes, e sobretudo sábia, que conheci nos últimos anos, pela solidariedade, colaboração, paciência e orientações, desde o momento da inscrição até a reta final. Á Ive Monteiro, assistente de sala de aula, com sua sabedoria e simplicidade conquistou a todos, sua presença passou uma segurança inestimável. Á Giselle Gouveia, coordenadora do Comitê de Ética e Pesquisas Aggeu Magalhães, e á secretária Valéria Rodrigues, pela paciência e colaboração durante o período de elaboração e entrega do projeto. Á Petrônio Martelli, coordenador do curso que deu origem a esta pesquisa, por todo o empenho em proporcionar o melhor para a turma. Á Mégine Carla e Adagilson Silva, pela tão importante orientação através do Manual de Estilo de Trabalhos Acadêmicos. Guia perfeito, uma verdadeira luz para a organização do trabalho como um todo. Parabéns a ambos. Especialmente aos professores, pelo empenho ao passar seus conhecimentos, e pela paciência com os alunos. Parabéns pela qualidade profissional de todos. Aos colegas de trabalho da IV GERES Edilene (Dila) e o grande Barbosa, colaboradores fundamentais no início e na finalização deste trabalho, respectivamente. Aos colegas de curso, turma inesquecível, simplesmente os amo. Á todos os membros da família Moura, por todo o apoio, e as demais pessoas que direta ou indiretamente viabilizaram a concretização deste trabalho. Infinitamente a ti, Senhor Jesus, por colocares todas essas pessoas no meu caminho, sem as quais não seria possível a realização desta obra tão importante para minha realização pessoal e profissional.

8 Durante uma trajetória um objeto lançado pode sofrer transformações que mudam sua forma antes de chegar ao destino, mas é incapaz de querer e poder se transformar em melhor ou pior. O homem é lançado no universo com o poder de se transformar, mas, ás vezes lhe falta o querer, ser melhor enquanto gente. Irineide Sallix

9 MOURA, Irineide Maria de Sallix de. Perfil dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito assistidos em um Hospital do Agreste de Pernambuco Monografia (Especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde) Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, Recife, RESUMO O estudo levantou as características dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito assistidos em um hospital de referência em traumato-ortopedia, localizado em Caruaru, Agreste de Pernambuco. Foi feito um estudo de caráter exploratório-descritivo com abordagem quantitativa, a partir dos dados obtidos nos prontuários dos pacientes atendidos na emergência e ou internados no referido hospital, dos quais foram coletadas informações sobre a faixa etária, o sexo, o tipo de veículo envolvido, município de origem dos pacientes, tipo de acidente e área corpórea afetada. A pesquisa realizada nos prontuários de pacientes vítimas de acidentes de trânsito apontou que a maioria, (80,14%) era oriunda de municípios da IV Região de Saúde do Estado de Pernambuco, com destaque para Caruaru com 49%, Belo Jardim com 2,36%, Cupira com 2,23% e Bezerros com 2,10%. Em relação ao sexo das vítimas, (77%) eram do sexo masculino e 357 (23%) do sexo feminino. Quanto à distribuição por faixa etária, a maior concentração ocorreu entre os adultos jovens, entre 21 a 30 anos. Foram registrados traumas, sendo a região mais atingida os membros inferiores (34,05%), seguidos dos membros superiores (28,85%), cabeça e pescoço (24,61%) e tronco (12,49%). O tipo de acidente mais freqüente foram as quedas de motocicleta, chegando a 71% das ocorrências. No geral, as motocicletas, estiveram envolvidas, direta ou indiretamente em 83% dos acidentes. As saídas foram por alta hospitalar (89,94%), a pedido (5,28%), transferência (3,70%), óbito (0,76%) e evasão (0,32%). Ao descrever as características dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito assistidos num hospital de emergência, espera-se contribuir para a reestruturação da rede de atendimento de urgência e emergência na região, bem como para que sejam pensadas novas políticas públicas de prevenção de acidentes de trânsito, especialmente aqueles envolvendo motocicletas. Palavras Chaves: Acidentes de Trânsito. Motocicletas. Emergências.

10 MOURA, Irineide Maria de Sallix de. Profile of patients victims of traffic accidents attended at a hospital in the Agreste region of Pernambuco Monograph (Specialization in Management Systems and Health Services) - Aggeu Magalhães Research Center, Oswaldo Cruz Foundation, Recife, ABSTRACT The study considered the characteristics of the patients victims of traffic accidents attended at a referral hospital in trauma-orthopedics, located in Caruaru, in the Agreste region of Pernambuco. Also, a study of exploratory-descriptive and quantitative approach, based on data obtained from the records of emergency patients and inpatients or in the hospital, from which information was collected on age, sex, type of vehicle involved, city of origin of patients, type of accident and affected body area. The research in the medical records of 1,571 patients victims of traffic accidents showed that the majority, 1,259 (80.14%) were from counties of the Fourth Region of Health of the State of Pernambuco, Caruaru especially with 49%, Belo Jardim with 2.36% Cupira with 2.23% and Bezerros with 2.10%. Regarding the sex of the victims, 1,214 (77%) were male and 357 (23%) were female. As for age distribution, the highest concentration occurred among young adults between 21 and 30 years. 2,170 injuries were recorded, and the area most affected the lower limbs (34.05%), followed by upper limbs (28.85%), head and neck (24.61%) and trunk (12.49%). The most frequent type of accidents were falls from motorcycle, reaching 71% of cases. In general, motorcycles were involved, directly or indirectly in 83% of accidents. The exits were due to hospital discharge (89.94%), the request (5.28%), transfer (3.70%), death (0.76%) and avoidance (0.32%). In describing the characteristics of the patients victims of traffic accidents attended at a hospital emergency, is expected to contribute to the restructuring of the network of emergency care and emergency in the region, as well as for new public policies are designed to prevent traffic accidents especially those involving motorcycles. Key words: car accidents, motorcycle, emergency care.

11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABRACICLO: Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas e Similares AIH: Autorização de Internação Hospitalar BMF: Buco-Maxilo-Facial CID: Código Internacional de Doenças CNES: Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde DPVAT: Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre GERES: Gerência Regional de Saúde HRA: Hospital Regional do Agreste IV GERES: IV Gerência Regional de Saúde NOAS: Norma Operacional de Assistência a Saúde OMS: Organização Mundial de Saúde PSF: Programa de Saúde da Família SES: Secretaria Estadual de Saúde SIH: Sistema de Informação Hospitalar SUS: Sistema Único de Saúde TBM: Taxa Bruta de Mortalidade TO: Traumato-Ortopedia SAME: Setor de Arquivo Médico e Estatística SAMU: Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SUS: Sistema Único de Saúde IPEA: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

12 LISTAS DE TABELAS Tabela 01 Distribuição das Vítimas de Acidentes de Trânsito por Município de 24 Procedência, de 01 de janeiro a 31 de março de 2010 Tabela 02 Vítimas de acidentes de trânsito atendidas no HRA por faixa etária e sexo, de janeiro a 31 de março de 2010 Tabela 03 Distribuição dos pacientes pela localização do Trauma 29 Tabela 04 Características dos acidentes de trânsito por tipo de veículo envolvido 30 Tabela 05 Distribuição do pacientes por motivo de alta 33

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO O Acidente de Trânsito Objetivos Objetivo Geral Objetivos específicos PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Tipo do Estudo Local do Estudo População do Estudo Fonte de Dados Instrumentos para Coleta de Dados Análise de Dados RESULTADOS E DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS... 38

14 12 1 INTRODUÇÃO Os acidentes causados por transportes terrestres em geral figuram hoje como um dos mais graves problemas de saúde pública do país, especialmente aqueles provocados por motocicletas, veículos que veem contribuindo para compor um cenário assustador nessa área, cujos números negativos não param de crescer. O acidente de trânsito passou a compor a pauta das preocupações dos gestores públicos de saúde pelo grande número de vitimas que produz, especialmente do sexo masculino, que morrem ou ficam sequeladas em decorrência desse fenômeno, causando um grande prejuízo econômico e social para o país, a medida que retira do mercado um alto número de adultos jovens afastados do trabalho em plena idade produtiva, além de abarrotar os hospitais de emergência e onerar os cofres públicos pelo alto custo da assistência prestada pelos serviços de saúde. Dentre esses acidentes, destacam-se pelo volume cada vez maior, os acidentes que envolvem pessoas sendo transportadas por motocicletas (condutores ou passageiros), reflexo direto da falta de um plano de urbanização na maioria das cidades brasileiras e do aumento do poder aquisitivo da população, que cada vez mais adquire esse tipo de veículo, tendo como conseqüência um aumento do número de motos em circulação nas pequenas e médias cidades do país, cujo trânsito não foi preparado na mesma velocidade para absorver essa nova demanda. Considerando que as cidades brasileiras não têm um planejamento urbanístico adequado para comportar a quantidade de veículos que chegam todos os anos nas ruas, a situação pode piorar, pois mais motos e mais carros significam potencialmente mais acidentes. Só com indenizações do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), o país gastou R$ 2,5 bilhões em No estado de Pernambuco a maior parte do dinheiro despendido pelas seguradoras foi gasto para pagamento as pessoas que se envolveram com acidentes de motos, vítimas ou condutores (CONSÓRCIO DE SEGURADORAS, 2010). Em 2001, na região Nordeste foram compradas 22,8% das motos vendidas em todo o país enquanto no Sudeste esse percentual foi de 42,6%. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, em 2010 essa situação se inverteu, o Nordeste comprou 36% das motos vendidas em todo o

15 13 país, consolidando-se no primeiro lugar do ranking nacional, ficando o Sudeste em segundo, com a compra de 32,6% das motos. O estado de Pernambuco vem dando uma importante contribuição para que o Nordeste se destaque no mercado consumidor de motocicletas e em 2010 respondeu por 5,8% do total das compras de motocicletas do país (ABRACICLO, 2011). Veículo de custo mais acessível, a moto figura como o meio de transporte mais envolvido em acidentes de trânsito no interior de Pernambuco, representando 68,5% do total de acidentes registrados entre janeiro e dezembro de 2010, levando em consideração os atendimentos registrados pelos Núcleos de Epidemiologia dos hospitais pernambucanos (PERNAMBUCO, 2010a). Em 2009, os registros do Hospital da Restauração, maior emergência do Norte- Nordeste do país mostraram que vítimas de acidentes com motos deram entrada no pronto-socorro daquela unidade. Em 2010, esses números chegaram a 3.345, registrando um aumento de 13% de entradas de acidentados que estavam usando esse veículo como meio de transporte ou de trabalho. Em 2009, quando os acidentes de trânsito envolveram motos, em 51,18% dos casos a vítima foi o condutor da motocicleta e quando o acidente envolveu carros, em 23,49% dos casos a vítima foi o motorista (CONSÓRCIO DE SEGURADORAS, 2010; PERNAMBUCO, 2010). Considerando que essa realidade vem se repetindo por todo o interior do estado, a possibilidade de determinar o perfil dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito na IV Região de Saúde do Estado de Pernambuco, localizada no Agreste de Pernambuco, motivou a realização desse trabalho, como uma forma de contribuir para a mudança do cenário descrito anteriormente, colaborando com os gestores públicos para compor um retrato da situação desse agravo nos seus municípios. O Hospital Regional do Agreste (HRA) localizado no município de Caruaru, Pernambuco, foi escolhido para ser o local da pesquisa por ser a unidade de referência em traumato-ortopedia para a Macrorregião de Saúde Caruaru, para onde são preferencialmente levados pelo SAMU, as vítimas de acidentes de trânsito da região. A relevância dessa pesquisa baseia-se na possibilidade de fornecer subsídios para auxiliar a tomada de decisão dos gestores no que tange ao desenvolvimento de medidas capazes de melhorar a assistência prestada pela rede de urgência e emergência, bem como para o desenvolvimento de ações intersetoriais voltadas para a prevenção de acidentes de trânsito.

16 14 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 O Acidente de Trânsito Para Souza, Minayo e Franco (2007) entende-se acidente de trânsito como todo evento que provoque dano e envolva um veículo, a via, a pessoa humana e ou animais e que, para se caracterizar, tem a necessidade da presença de pelo menos dois desses fatores. Por essas características o acidente de trânsito é considerado um grave problema de saúde pública pelo impacto que vem causando a economia do país, tanto do ponto de vista financeiro representado pelo crescente gasto público no tratamento dos acidentados e no pagamento de indenizações, quanto pelas graves seqüelas deixadas nos jovens em idade produtiva, que comprometem ou incapacitam essas vítimas por longos períodos, após o evento traumático. Portanto, do ponto de vista da sociedade, há fortes razões humanitárias e econômicas para implantação de políticas públicas voltadas para a prevenção dos acidentes de trânsito, especialmente no sentido de mudar a percepção dos indivíduos, para os quais os acidentes de trânsito são uma questão de menor preocupação que, por exemplo, a própria mobilidade. Essa realidade sugere a importância da regulamentação e fiscalização do trânsito, inclusive nas pequenas e médias cidades brasileiras, visando minimizar a magnitude dos acidentes e aumentar a segurança nas vias públicas. No Brasil, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 2% do PIB são desperdiçados anualmente em conseqüência dos acidentes de trânsito (FERREIRA, 2009). A Organização Mundial de Saúde aponta uma estimativa de 1,2 milhões de pessoas mortas por ano em decorrência de acidentes de trânsito nas rodovias. Esse tipo de acidente é a segunda causa de morte entre pessoas na faixa etária de 5 a 29 anos de vida, e a terceira entre as de 30 a 44. Além das mortes, a Organização Mundial de Saúde estima uma média anual de 50 milhões de feridos ou incapacitados, em conseqüência dos acidentes de trânsito (CAVALCANTE; HADDAD; MORITA, 2009). Segundo dados do Ministério da Saúde, em 1997, foi estimado um total acumulado de mortes causadas pelo trânsito no mundo em 25 milhões. Estima-se que em 2002 morreram 1,18 milhão de pessoas em via pública, com uma média mundial de falecimentos diários, o que converte as lesões causadas pelo trânsito na décima primeira causa de morte no

17 15 mundo. Além dos óbitos, estima-se entre 20 a 50 milhões de feridos por ano. A cifra estimada de anos potenciais de vida perdidos em 2002 foi de 38,4 milhões, o que representa 2,6% do total de anos potenciais perdidos, o que situa os traumatismos causados pelo trânsito no 9º posto na lista de responsáveis pela carga mundial de doenças. As taxas de mortalidade causadas pelo trânsito variam notavelmente entre as regiões do mundo e seus países (BRASIL, 2007a). Entre os anos 1998 e 2003, considerando a nova legislação contida no Código de Trânsito, houve um declínio notável no número e taxas de mortes no trânsito brasileiro. No entanto, ao final desse período a curva tornou a evidenciar-se. Analisando os grupos por idade, observou-se que apesar dos jovens serem mais propensos, nos últimos anos houve incremento de mortes na população adulta e idosa, distinguindo-se sobretudo, pelos atropelamentos, quedas nas vias publicas e dos veículos de transporte coletivo. Os brasileiros do sexo masculinos representam as principais vítimas dos acidentes e violência, e maior número de mortes e traumatizados dos municípios, caracterizando assim, 29,1% de óbitos por acidentes de transporte e 27,2% por agressões. As mortes violentas em geral, atingem o sexo masculino mais que o feminino, os jovens mais que os adultos, os moradores das periferias urbanas mais que os vivem no campo. Nas capitais da Região Nordeste, o crescimento das taxas de mortes por causas externas foram destaque em João Pessoa, Recife e Maceió, essa última mais intensamente a partir dos anos 2000 (MINAYO, 2009) Em 2003, no Brasil, 19 a cada 100 mil habitantes morreram por acidentes de transportes terrestres. A maior ocorrência deu-se, respectivamente da seguinte forma: Região Sudeste (41%), Região Nordeste (22%), Sul (20%), Centro-Oeste (10%) e Norte (7%). No entanto, considerando as taxas por 100 mil habitantes, a Região Centro-Oeste ocupa a liderança (30 por 100 mil), seguida pelas regiões Sul (26 por 100 mil), Sudeste (19 por 100 mil) e Norte (18 por 100 mil), ficando a Região Nordeste em último lugar (16 por 100 mil) (SOUZA, 2007). Em 2004, nas rodovias federais do Brasil, registrou-se acidentes, em média, 308 por dia ou 13 por hora. A estimativa é de mortes, envolvendo praticamente pessoas só nas rodovias federais e o índice de mortalidade é muito mais assustador quando se contabiliza os números das rodovias estaduais e municipais (CAVALCANTE; HADDAD; MORITA, 2009). Foram registrados óbitos por acidentes de transportes terrestres no ano de Desse total, (81,5%) eram pessoas do sexo masculino e (18,5) eram do sexo feminino. O sexo não foi identificado em apenas 13 casos. As categorias de meio de

18 16 transporte responsáveis pelas maiores taxas brutas de óbitos foram pedestres (5,7 por 100 mil), outros (5,6 por 100 mil), automóvel (4,0 por 100 mil) e motocicleta (2,8 por 100 mil) (BRASIL, 2007a) No Brasil, em 2005, foram informados ao Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, óbitos por acidentes de transporte terrestre. A maioria, assim como observado em relação aos homicídios e suicídios, ocorreu entre adultos jovens, de 20 a 39 anos (44,9%) e no sexo masculino (81,9). Na região Nordeste o estado com maior taxa bruta de mortalidade (TBM) em 2006 foi o Ceará, com uma taxa de 21,3 por habitantes. Todos os demais estados apresentaram taxas inferiores à média do país. A Bahia apresentou a segunda menor taxa de mortalidade por acidentes de transportes terrestres no país, com um coeficiente de 12,7 mortes por habitantes (BRASIL, 2007a). Os acidentes de transportes terrestres são a segunda mais importante causa de internação e de óbito por causas externas no Brasil em anos recentes, atingindo principalmente homens a partir de 15 anos de idade. Diferente da mortalidade por homicídio observa-se pequenas variações de taxa de mortalidade por acidentes de transportes terrestres no período de 1998 a 2006, tanto para homens (com incremento de 2,8%) como para as mulheres (com redução de 10,4%) (BRASIL, 2009). Atualmente no Brasil e no mundo, paralelamente às doenças crônicas degenerativas, a violência e os acidentes vem ocupando cada vez mais espaço, modificando o perfil no quadro dos problemas da saúde pública. Este novo perfil determinado pelo peso do estilo de vida, das condições sociais e ambientais, maior longevidade e qualidade de vida, exigindo novas intervenções públicas do setor de saúde, diferentes dos modelos atualmente em vigência. Dentre as condições socioambientais que, entre outras, caracteriza esse novo perfil, destaca-se a mudança da condição da mulher na sociedade. Hoje ela representa 41,4% da população economicamente ativa, estando inserida nos mais diversos setores da sociedade. A mudança no estilo de vida está ligada diretamente ao novo papel desempenhado pela mulher na sociedade moderna, a partir do qual ela assume uma postura de maior autonomia, que implica em mudanças de postura. Essa mudança aparece claramente quando se avalia o percentual de mulheres condutoras de veículos, em três anos, entre 2003 e 1005 houve um aumento de 24,0% de condutores mulheres, enquanto que no mesmo período, o aumento de condutores masculino foi de 14,0%. Como conseqüências vêm aumentando os índices de mortalidade por causas externas entre as mulheres, tendo como causa os acidentes de trânsito, situação que requer um olhar diferenciado por parte dos gestores públicos no desenvolvimento de ações de

19 17 prevenção de acidentes de trânsito e na organização dos serviços para assistir essa nova demanda, cuja tendência é aumentar (DAVANTEL, 2009). Considerando o crescimento da população urbana a uma média anual de 3,0%, e o aumento médio da frota de veículos no Brasil, em 4,0%, há uma estimativa de que em 2010 a população gire em torno de 50 milhões de habitantes nas áreas urbanas e 20 milhões de veículos circulando no trânsito das cidades brasileiras. Considerando a realidade atual, a estimativa indica que os índices de mortalidade por acidentes de transporte terrestre continuem a aumentar (DAVANTEL, 2009). Segundo pesquisa conduzida por Malta et al. (2009), os acidentes de transporte destacam-se como a segunda causa de atendimentos nos hospitais de emergência por causas externas acidentais. O estudo mostra que, quanto se analisa o perfil da morbidade em relação aos acidentes de trânsito, o predomínio é dos acidentes envolvendo ciclistas, seguidos de pedestres atropelados por automóveis e motocicletas. No que se refere à mortalidade, essa aparece como a primeira causa entre crianças de um a nove anos de idade, sendo apontada pela Organização Mundial da Saúde como a causa mais importante de óbitos e lesões na população infantil mundial. No Brasil, o perfil da mortalidade por acidentes de transporte em menores de dez anos apresenta o predomínio de atropelamentos, seguidos de acidentes com ocupantes de veículos e, em terceiro lugar, acidentes envolvendo ciclistas (MALTA et al., 2009). Em pesquisa realizada entre os anos 2006 e 2007 obteve-se que em 2006 registrou-se, atendimentos emergenciais por acidentes, dentre os quais, o percentual de 19,9% foi entre as crianças até nove anos de idade, no ano seguinte, atendimentos e mantida a mesma proporção de faixa etária infantil, sendo, atendimentos repetindo-se o percentual do ano anterior. A regiões do corpo mais atingidas e o tipo de lesões mais freqüentemente causadas, foram respectivamente, cabeça, face, membros superiores e inferiores, atingidos por cortes, perfurações, contusões, luxações e fraturas. A maioria das vítimas, após o atendimento evoluiu para alta, pouco menos de 1/4 foi encaminhada para egresso ambulatorial ou internação. Apenas 0,1% foram a óbito (MALTA et al., 2009). As mortes no trânsito ocupam a terceira posição no quadro geral de óbitos, ficando atrás apenas das mortes por doenças cardíacas e degenerativas. No que diz respeito aos acidentes envolvendo motocicletas, pode-se afirmar que estes são os que geram os maiores custos. Isso ocorre porque estes implicam em danos mais severos, especialmente à vida (MÂNICA, 2007).

20 Objetivos Objetivo Geral Identificar o perfil das vítimas de acidentes de trânsito atendidas no Hospital Regional do Agreste, no período de janeiro a março de Objetivos Específicos a) Levantar o perfil dos acidentados por sexo e faixa etária e procedência; b) Descrever a área corpórea afetada mais freqüente entre as vítimas; c) Discriminar o tipo de veículo envolvido nos os acidentes de trânsito; d) Discriminar o tipo de acidente;

21 19 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 3.1 Tipo de Estudo Para estudar o perfil dos pacientes vítimas de acidentes de trânsito atendidos no HRA, optou-se por realizar um estudo retrospectivo, de caráter exploratório-descritivo com abordagem quantitativa, a partir dos dados obtidos de fontes primárias e secundárias. 3.2 Local do Estudo A pesquisa foi desenvolvida em um serviço de referência em traumato-ortopedia, o Hospital Regional do Agreste, que fica localizado na cidade de Caruaru, Pernambuco, às margens de duas rodovias federais, a BR duplicada (BR 232) e outra em fase de duplicação (BR 104) e uma rodovia estadual (PE 95). O HRA é uma unidade pública do SUS sob gestão estadual, localizado em Caruaru, município que é ao mesmo tempo sede da IV MICRORREGIÃO DE SAÚDE (Mapa 1), composta por 32 municípios e uma população de e sede da MACRORREGIÃO DE SAÚDE CARUARU (Mapa 2), que compreende cinco Microrregiões de Saúde, com 110 municípios e uma população de cerca de habitantes.

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