Seminário sobre Financiamento

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Seminário sobre Financiamento"

Transcrição

1

2

3 ÍNDICE 1. Formas de financiamento e limitações à sua utilização 2. Evolução recente do setor bancário 3. O financiamento generalista 4. O financiamento especializado 5. Outras formas de financiamento 6. Conclusões

4 1. FORMAS DE FINANCIAMENTO Através do setor financeiro: - Financiamento generalista - Financiamento especializado - Apoios complementares - Financiamento com apoios estatais Outros: - Mercado de capitais - Investidores particulares

5 1. FORMAS DE FINANCIAMENTO (cont.) Financiamento Generalista: A instituição financeira não faz acompanhamento do destino do financiamento Financiamento Especializado: Tem um conjunto de serviços associado A instituição financeira faz o acompanhamento do destino do financiamento

6 1. (cont.) Limitações ao recurso a financiamento Ausência de capacidade de poupança das empresas Elevadas NFM Necessidades de Fundo de Maneio Autofinanciamento insuficiente As atuais restrições do sistema financeiro A possibilidade de renegociar a dívida irá dificultar o acesso a novos financiamentos O novo Banco de Fomento ainda inoperacional Fonte: BdP

7 1. (cont.) Limitações no recurso ao financiamento FATORES DE ORDEM INTERNA: Elevadas NFM (22,3 % do vv o que significa um valor próximo do capital realizado mais reservas e resultados transitados); Fraca Autonomia Financeira (30% quando a média europeia é de 42%) Autofinanciamento de que contrasta com financiamentos contraídos de e um total do passivo de FATORES DE ORDEM EXTERNA: Forte regulamentação do setor financeiro Mercado de capitais com limitações para a entrada de PME s

8 1. (cont.) Limitações no recurso ao financiamento Falta crónica de capitais próprios; Dependência excessiva de crédito bancário; Em 2012 a dívida financeira era em média quase 9,5 vezes superior ao EBITDA Maior vulnerabilidade à volatilidade do sistema bancário.

9 2. EVOLUÇÃO RECENTE DO SETOR BANCÁRIO Missão fundamental O financiamento à economia As Inst. Crédito (bancos) e as Soc. Financeiras A integração A crise e as suas consequências

10 2. (cont.) Missão Fundamental Poupança Setor Financeiro Financiamento

11 2. (cont.) FINANCIAMENTO DA ECONOMIA Financiamento da Economia na Europa: SISTEMA BANCÁRIO MERCADO DE CAPITAIS SECURITI- ZAÇÕES - Ao contrário da estrutura de Financiamento da economia nos EUA

12 2. (cont.) A Crise e suas consequências - União Europeia com uma situação muito diversa entre Estados-Membros - Países mais afetados, os que mais sofrem - Recurso a bancos domésticos para colocar a sua dívida soberana - Agravamento do valor no balanço desses ativos e consequente impacto na solvabilidade

13 2. (cont.) - Após um boom de crédito e - Face a um contexto recessivo da economia e - Perante a responsabilidade da regulação Os Bancos: - aumentam a sua liquidez - diminuem a concessão de crédito

14 2. (cont.) BANCOS CENTRAIS Criar liquidez PARADOXO? Regulação que dificulta a concessão de crédito Regulação necessita de ser calibrada e bem pensada

15 2. (cont.) Sistema bancário defronta-se com: - Enquadramento regulatório complexo e pesado - Contexto de fracos crescimentos e taxas de juro baixas - Política monetária acomodatícia com economias em risco de deflação - Níveis de rentabilidade baixos

16 3. O FINANCIAMENTO GENERALISTA Empresas Contas corrente caucionadas Descobertos bancários autorizados Livranças / conta empréstimo Crédito hipotecário de imóvel já existente Particulares Crédito pessoal Conta ordenado Descoberto bancário Crédito hipotecário de imóvel já existente

17 3. Financiamento Generalista (internacional) % Utilização de produtos bancários de Export. / Import. [VALUE] % [VALUE] % TOTAL Crédito / Remessas Documentárias Desconto sobre o Estrangeiro Garantias bancárias internacionais Factoring Confirming BASE CLIENTES 347,661 96,483 72,796 90, QUANDO [VALUE] % 19,2% das Empresas Importam (66,751) 15,2% das Empresas Exportam (52,844) % Fonte: DATA E, 2013

18 4. O FINANCIAMENTO ESPECIALIZADO Leasing Renting Factoring Capital de Risco Crédito ao Consumo

19 5. OUTRAS FORMAS DE FINANCIAMENTO (SISTEMA BANCÁRIO) Apoios complementares ex: Garantia Mútua, BEI Financiamento com apoios Estatais ex: Portugal 2020 PME Crescimento

20 5. OUTRAS FORMAS MERCADO DE CAPITAIS Tipo de valores mobiliários: Os que permitem aumentar o capital (ações e obrigações convertíveis híbridas) Os que permitem financiamento (obrigações) Tipos de mercado: NYSE o principal EasyNest ou Alternext mercado regulamento (as exigências de informações e os custos são menores)

21 6. CONCLUSÕES As empresas têm diversos instrumentos financeiros à sua disposição: O financiamento generalista ou tradicional O financiamento especializado Para investimento: leasing e renting Para tesouraria: factoring Capital de risco Apoios comunitários Existem, por vezes, constrangimentos internos ao recurso ao financiamento O elevado nível de endividamento das empresas torna-as vulneráveis às alterações do setor financeiro

O FINANCIAMENTO ÀS PME s

O FINANCIAMENTO ÀS PME s ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE LEASING, FACTORING E RENTING O FINANCIAMENTO ÀS PME s ÍNDICE 1. Formas de financiamento 2. Evolução recente do setor bancário 3. O financiamento generalista 4. O financiamento

Leia mais

O Cluster Financeiro

O Cluster Financeiro O Cluster Financeiro Um sector financeiro promotor do crescimento Manuel Lima Bolsa de Valores de Cabo Verde 15 de Maio de 2013 WS 2.4 O Cluster Financeiro Índice Breves notas O que assinalam os números

Leia mais

Literacia Financeira junto dos Estudantes do Ensino Superior e Empresários (ou falta dela?)

Literacia Financeira junto dos Estudantes do Ensino Superior e Empresários (ou falta dela?) Literacia Financeira junto dos Estudantes do Ensino Superior e Empresários (ou falta dela?) ALF Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting 25.10.2013 4ª Conferência Internacional de Educação

Leia mais

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 4º PAINEL: AS NOVAS FORMAS DE FINANCIAMENTO DA ECONOMIA - CONCLUSÕES - A CIP reconhece que a nossa economia atingiu um nível de alavancagem excessivo que

Leia mais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais Investimento internacional Fluxos de capitais e reservas internacionais Movimento internacional de fatores Determinantes da migração internacional: diferencial de salários; possibilidades e condições do

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo ISEG/UTL ANÁLISE FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro Fundo de Maneio Funcional e as NFM Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco EQUILÍBRIO

Leia mais

BB BNDES. Instituições Financeiras Bancárias. Instituições Financeiras. não Bancárias. Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo

BB BNDES. Instituições Financeiras Bancárias. Instituições Financeiras. não Bancárias. Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo Conselho Monetário Nacional - CMN Comissões consultivas Subsistema Normativo Banco Central do Brasil Comissão de valores mobiliários CVM Instituições Especiais Sistema financeiro brasileiro BB BNDES CEF

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO IV Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro O Fundo de Maneio Funcional e as NFM A Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco ISEG/UTL Teoria Tradicional

Leia mais

Open Course: Techniques of Financial Engineering

Open Course: Techniques of Financial Engineering Open Course: Techniques of Financial Engineering Objectivos a atingir Delimitar os domínios da Gestão financeira a curto prazo da Gestão financeira a médio m e a longo prazo; Realçar ar a importância da

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2014 RESULTADOS PARA PORTUGAL

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2014 RESULTADOS PARA PORTUGAL INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 4 RESULTADOS PARA PORTUGAL I. Apreciação Geral De um modo geral, no último trimestre de 3, os critérios e condições de aprovação de crédito a

Leia mais

Financiamento. Financiamento

Financiamento. Financiamento É preciso ter em conta o valor de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Juros durante a fase de investimento Capital circulante permanente 1 O capital circulante tem que financiar o ciclo

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Outubro de 2013 RESULTADOS PARA PORTUGAL

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Outubro de 2013 RESULTADOS PARA PORTUGAL INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Outubro de 3 RESULTADOS PARA PORTUGAL I. Apreciação Geral De um modo geral, os critérios de concessão de crédito e as condições aplicadas aos empréstimos

Leia mais

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR INSCREVA-SE EM 912 570 003 www.formiventos.com Curso Prático Gestão de Operações de RISCO DE TESOURARIA SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW Lisboa, 18,19

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 Obs.: Para aprofundar os conhecimentos no Sistema Financeiro Nacional, consultar o livro: ASSAF NETO, Alexandre.

Leia mais

4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL

4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL SEMINARIO FIESP REINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL: CHAVE PARA UM PROJETO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO 4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL 26 agosto 2013 Carlos

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 2009 Resultados para Portugal I. Apreciação Geral De acordo com os resultados do inquérito realizado em Janeiro de 2009, os cinco grupos bancários

Leia mais

O Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional 1 O Sistema Financeiro Nacional Foi constituído com base nas leis: 4595 de 31-12-64 Estrutura o Sistema Financeiro Nacional 4728 de 14-7- 65 Lei do Mercado de Capitais O Sistema

Leia mais

Módulos de Formação 2013

Módulos de Formação 2013 Módulos de Formação 2013 Documento de trabalho Editores Banco de Portugal Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Instituto de Seguros de Portugal Design, impressão e acabamento Banco de Portugal Departamento

Leia mais

Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo)

Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo) Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo) Objetivo - Financiar o reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes e investimento novo em ativos fixos corpóreos ou incorpóreos; - Até

Leia mais

Fundo Caixa Crescimento. Junho de 2015

Fundo Caixa Crescimento. Junho de 2015 Fundo Caixa Crescimento Junho de 2015 O que é o Capital de Risco Modalidades O Capital de Risco constitui uma forma de financiamento de longo prazo das empresas, realizado por investidores financeiros

Leia mais

5º Workshop da Plataforma do Empreendedor

5º Workshop da Plataforma do Empreendedor 5º Workshop da Plataforma do Empreendedor Lisboa, AIP-CE 27 de Maio de 2010 EMPREENDEDORISMO Da ideia à actividade. O Montepio apoia a criação de negócios independentemente da sua dimensão e está disponível

Leia mais

Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM. Fundo de Contragarantia Mútuo

Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM. Fundo de Contragarantia Mútuo Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM Fundo de Contragarantia Mútuo Sessões Turismo de Portugal, Abril 2010 Apresentação Segmentos de Actuação Linhas de Oferta

Leia mais

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945 Evolução do SFN MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Profa. Dra. Andréa Paula Segatto-Mendes apsm@ufpr.br 1. Primeiro Período: 1808-1914 Abertura dos portos - acordos comerciais diretos Criação do Banco do

Leia mais

Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária

Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária Condicionantes do Desenvolvimento Sustentável numa União Monetária Carlos da Silva Costa Governador XXIV Encontro de Lisboa entre os Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Banco de Portugal, 6

Leia mais

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte Financiamento das PME Evolução fiscal e regulatória Carlos Loureiro 28 de Novembro de 2014 1 Temas a discutir Abordagem da temática Financiamento bancário: Panaceia ou factor de restrição? As alternativas

Leia mais

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Unidade III 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições e instrumentos financeiros que possibilita a transferência de recursos

Leia mais

O incumprimento por parte dos compradores, consequências e soluções, a perda de habitação e das poupança das famílias

O incumprimento por parte dos compradores, consequências e soluções, a perda de habitação e das poupança das famílias O incumprimento por parte dos compradores, consequências e soluções, a perda de habitação e das poupança das famílias Natália Nunes Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado CONFERÊNCIA HABITAÇÃO, ARRENDAMENTO

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 A Dívida Paga-se Sempre Teodora Cardoso A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 Teodora Cardoso As Duas Faces da Dívida Usada com moderação e sentido do risco, a dívida é um factor de desenvolvimento e promove o bem-estar.

Leia mais

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 Segmentação do Mercado MERCADO MONETÁRIO MERCADO DE CRÉDITO MERCADO FINANCEIRO MERCADO DE CAPITAIS MERCADO CAMBIAL Conceito de Sistema Financeiro Conjunto

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: POUPAR E INVESTIR NOÇÕES BÁSICAS SOBRE APLICAÇÃO DE POUPANÇA

ÁREA DE FORMAÇÃO: POUPAR E INVESTIR NOÇÕES BÁSICAS SOBRE APLICAÇÃO DE POUPANÇA ÁREA DE FORMAÇÃO: POUPAR E INVESTIR NOÇÕES BÁSICAS SOBRE APLICAÇÃO DE Índice A importância da poupança Remuneração e risco Principais tipos de riscos Princípios básicos da aplicação da poupança Produtos

Leia mais

Sistema Financeiro Nacional 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Conceito 3.2 Subsistema de Supervisão 3.3 Subsistema Operativo 6/7/2006 2 3.1 - Conceito de Sistema Financeiro Conjunto de instituições financeiras

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual

Leia mais

Ainda Mais Próximo dos Clientes. Empresas. 10 de Novembro de 2010

Ainda Mais Próximo dos Clientes. Empresas. 10 de Novembro de 2010 Ainda Mais Próximo dos Clientes O acesso ao crédito pelas Empresas 10 de Novembro de 2010 Agenda 1. Introdução 1.1. Basileia II. O que é? 1.2. Consequências para as PME s 2. Análise de Risco 2.1. Avaliação

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I

Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures

Leia mais

Organização do Mercado de Capitais Português

Organização do Mercado de Capitais Português Instituto Superior de Economia e Gestão Organização do Mercado de Capitais Português Docente: Discentes : Prof. Dra. Raquel Gaspar Inês Santos João Encarnação Raquel Dias Ricardo Andrade Temas a abordar

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

Análise do Seto Set r o do Alojamen Alojamen o

Análise do Seto Set r o do Alojamen Alojamen o Análise do Setor do Análise do Setor do Homero Gonçalves Enquadramento Volume de negócios do Setor do por Distrito (TOP 3) 2010 1 Lisboa 37% 2 Algarve 21% 3 Madeira 13% Análise do Setor do 2 Total 79 atividades

Leia mais

Enquadramento da atividade bancária

Enquadramento da atividade bancária Enquadramento da atividade bancária Miguel Matias E.S.T.G. Instituto Politécnico de Leiria CET TECNICAS GESTAO E COM INTERNACIONAL EDIÇÃO 2015/16 PROGRAMA 1. Enquadramento da atividade bancária 2. Conta

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Resultados para Portugal Outubro de 2015

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Resultados para Portugal Outubro de 2015 INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Resultados para Portugal Outubro de 2015 I. Apreciação Geral De acordo com os resultados obtidos no inquérito realizado em outubro aos cinco grupos bancários

Leia mais

RELATÓRIO TESE CENTRAL

RELATÓRIO TESE CENTRAL RELATÓRIO Da audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos, de Assuntos Sociais, de Acompanhamento da Crise Financeira e Empregabilidade e de Serviços de Infraestrutura, realizada no

Leia mais

LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ

LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ 1- O que é a Linha de Apoio à Reestruturação de Dívida Bancária das Empresas dos Açores e Apoio à Liquidez?

Leia mais

Basileia III e Reporte Regulatório COREP/ FINREP

Basileia III e Reporte Regulatório COREP/ FINREP Basileia III e Reporte Regulatório COREP/ FINREP Agenda Basileia III COREP/FINREP Solução Agenda Basileia III COREP/FINREP Solução Enquadramento União Europeia Objectivo: Cidadãos, investidores, reguladores

Leia mais

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro Lusoflora 2015 Crédito Agrícola Santarém, 27 de Fevereiro Agenda 1. Quem somos 2. Proposta Valor 3. Soluções Crédito Agrícola para EMPRESAS/ ENI 4. CA Seguros 2 Quem somos O Grupo Crédito Agrícola é um

Leia mais

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE)

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE) 20.1. Linhas de crédito e contas correntes Empréstimos a taxa variável Conta Corrente Caucionada Conta Corrente Caucionada Conta Gestão de Tesouraria Linhas de Crédito Protocoladas Protocolo Turismo de

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs PROTOCOLO ORDENS PROFISSIONAIS CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS - PROFISSIONAIS LIBERAIS E ENIs Para aderir a este Protocolo e beneficiar das respectivas condições, abra a sua Conta Gestão Tesouraria ou Conta

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EXERCÍCIO DO ANO 2011 INTRODUÇÃO A crescente utilização pelos municípios de formas organizacionais de diversa natureza (nomeadamente empresarial),

Leia mais

Caraterização do setor dos serviços em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa

Caraterização do setor dos serviços em Portugal. Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa Caraterização do setor dos serviços em Portugal Paula Menezes Coordenadora da Área da Central de Balanços 1 dezembro 2014 Lisboa 1. Estrutura e dinâmica do setor: o que mudou em 10 anos? 2. Análise económica

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Objetivos Orientar os empreendedores sobre a importância da permanente gestão empresarial e sua direta

Leia mais

Crescimento e novas soluções de financiamento Sumário do Focus Group e considerações gerais sobre o mercado

Crescimento e novas soluções de financiamento Sumário do Focus Group e considerações gerais sobre o mercado Crescimento e novas soluções de financiamento Sumário do Focus Group e considerações gerais sobre o mercado Amostra de 13 empresas Solidez financeira 2 Baixa Média Alta Arranque Ciclo de vida 1 Crescimento

Leia mais

CRESÇA COM A NORGARANTE

CRESÇA COM A NORGARANTE CRESÇA COM A NORGARANTE QUEM SOMOS? A Norgarante é uma das quatro Sociedades de Garantia Mútua existentes em Portugal, atuando sobretudo junto das Micro, Pequenas e Médias empresas localizadas na zona

Leia mais

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE)

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE) 20.1. Linhas de crédito e contas correntes Empréstimos a taxa variável Conta Corrente Caucionada Conta Corrente Caucionada IVA Advance Conta Gestão de Tesouraria Linha Banif FEI PME SMC Linhas de Crédito

Leia mais

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em www.bni.

O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais de Atendimento ao público do Banco de Negócios Internacional ou em www.bni. Instituição Financeira Bancária Preçário das Operações ANEXO II Tabela de Taxas de Juro DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 01 de Outubro de 2015 O Preçário das Operações BNI pode ser consultado nos Balcões e Locais

Leia mais

Santander Totta. Santander Totta. Especializado no Negócio de PME

Santander Totta. Santander Totta. Especializado no Negócio de PME Santander Totta Santander Totta Especializado no Negócio de PME O Banco Santander Totta está integrado num dos maiores Grupos Financeiros a nível Mundial. Distingue-se pela sua capacidade de oferecer as

Leia mais

MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MÓDULO 7 POLÍTICA CAMBIAL

MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MÓDULO 7 POLÍTICA CAMBIAL MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MÓDULO 7 POLÍTICA CAMBIAL Índice 1. Política Cambial...3 1.1. Taxa de câmbio fixa... 3 1.2. Taxa de câmbio flutuante... 3 1.3. Padrão currency board... 3 2. Política de

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas

Conhecimentos Bancários. Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas Conhecimentos Bancários Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas Conhecimentos Bancários Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas GOVERNO Instituições Financeiras EMPRESAS

Leia mais

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE)

20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES) (ÍNDICE) 20.1. Linhas de crédito e contas correntes Empréstimos a taxa variável Conta Corrente Caucionada Conta Corrente Caucionada IVA Advance Conta Gestão de Tesouraria Linha Banif FEI PME Euribor 1M, 3M, 6M,

Leia mais

LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014]

LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014] LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014] INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 OBJETO Criar as condições para a adequação dos serviços de dívida

Leia mais

Parte III Política Cambial

Parte III Política Cambial Parte III Política Cambial CAPÍTULO 5. A GESTÃO DO REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE NO BRASIL CAPÍTULO 6. A RELAÇÃO ENTRE A TAXA DE CÂMBIO E O DESENVOLVIMENTO Regimes e Política Cambial Apesar da adoção quase

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

IFD. Conferência CIP Relançar o Investimento em Portugal. O Papel da Instituição Financeira de Desenvolvimento

IFD. Conferência CIP Relançar o Investimento em Portugal. O Papel da Instituição Financeira de Desenvolvimento Conferência CIP Relançar o Investimento em Portugal O Papel da Instituição Financeira de Desenvolvimento INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO José Fernando Figueiredo Presidente Executivo Lisboa,

Leia mais

A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise. Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações

A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise. Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações www.pwc.com/pt A gestão dos ativos imobiliários da banca na sequência da crise Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações 27 fevereiro 2013 Patrimónios imobiliários da Banca e suas implicações

Leia mais

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Fernando Ferrari-Filho Frederico G. Jayme Jr Gilberto Tadeu Lima José

Leia mais

IFD FINANCIAMENTO ÀS PME S. Fórum Exportador Cedrac INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO

IFD FINANCIAMENTO ÀS PME S. Fórum Exportador Cedrac INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO Fórum Exportador Cedrac IFD FINANCIAMENTO ÀS PME S INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO Guimarães, 12 de Junho de 2015 Maria João Nunes Administradora Executiva da IFD Missão, Ambição e Enquadramento

Leia mais

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços...

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... BANCOS MÚLTIPLOS LISTA DE TABELAS Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... RESUMO Neste trabalho serão apresentadas as principais características e serviços disponibilizados pelos

Leia mais

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários; O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO

SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO SEGURO CAUÇÃO COM A GARANTIA DO ESTADO BENEFICIÁRIOS: entidades que em virtude de obrigação legal ou contratual sejam beneficiárias de uma obrigação de caucionar ou de afiançar, em que seja devido, designadamente,

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015. A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas

RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015. A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas 7 de outubro de 2015 RELATÓRIO SOBRE A ESTABILIDADE FINANCEIRA MUNDIAL, OUTUBRO DE 2015 RESUMO ANALÍTICO A estabilidade financeira aumentou nas economias avançadas A estabilidade financeira aumentou nas

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO FINANCEIRA ESTGV-IPV

INTRODUÇÃO À GESTÃO FINANCEIRA ESTGV-IPV INTRODUÇÃO À GESTÃO FINANCEIRA ESTGV-IPV Gestão financeira Ciclo de exploração Gestão Ciclo de investimento Financeira Ciclo de financiamento 2 Fluxos nas entidades Fluxos reais Fluxos reais Fornecedores

Leia mais

TRABALHO DE ECONOMIA:

TRABALHO DE ECONOMIA: UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA - FEIT INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE ITUIUTABA - ISEPI DIVINO EURÍPEDES GUIMARÃES DE OLIVEIRA TRABALHO DE ECONOMIA:

Leia mais

PARTE. 1. AC- 1 Prof. Odair Ferreira AC- 2. Prof. Odair Ferreira AC- 4. AC- 3 Prof. Odair Ferreira. Prof. Odair Ferreira

PARTE. 1. AC- 1 Prof. Odair Ferreira AC- 2. Prof. Odair Ferreira AC- 4. AC- 3 Prof. Odair Ferreira. Prof. Odair Ferreira Risco e Mercado de Capitais Risco E Mercado De Capitais PARTE 1 AC- 1 AC- 2 l EMENTA: Estudar a gestão de risco no mercado de capitais, financeiro e de derivativos, por meio dos principais ativos negociados,

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

IGEPP GESTOR - 2013. Política cambial. Relação entre taxa de juros, taxa de câmbio e regimes cambiais. Prof. Eliezer Lopes

IGEPP GESTOR - 2013. Política cambial. Relação entre taxa de juros, taxa de câmbio e regimes cambiais. Prof. Eliezer Lopes IGEPP GESTOR - 2013 Política cambial. Relação entre taxa de juros, taxa de câmbio e regimes cambiais. Prof. Eliezer Lopes MACROECONOMIA ABERTA POLÍTICA FISCAL POLÍTICA MONETÁRIA MERCADO DE BENS PRODUTO

Leia mais

ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS

ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS Vantagens da análise de rácios Permitem diagnosticar a performance das empresas em termos de rentabilidade, solvabilidade, liquidez e equilíbrio financeiro. Possibilitam

Leia mais

O Financiamento Bancário no Contexto Atual

O Financiamento Bancário no Contexto Atual Seminário: Modelos de Financiamento de Operações Urbanísticas: desafios e oportunidades O Financiamento Bancário no Contexto Atual José Herculano Gonçalves IST Lisboa, 28 Janeiro 2014 Direção de Financiamento

Leia mais

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal Apoios às s Empresas do Sector do Turismo ÍNDICE 2 Linha de apoio à qualificação da oferta Linha de apoio à tesouraria Carência de capital Linhas PME CRESCIMENTO 2013 MECANISMOS DE APOIO AO SECTOR DO TURISMO

Leia mais

Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas

Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas Açores Investe Linha de apoio à reestruturação de dívida bancária das empresas dos Açores Proposta de decreto legislativo regional que altera

Leia mais

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO 30 de dezembro de 2011 Linhas PME Investe Sector do Turismo Características Gerais e Condições de Financiamento - Linhas Específicas do Sector do Turismo - PME INVESTE

Leia mais

Abertas candidaturas à Linha de Crédito PME Investe VI

Abertas candidaturas à Linha de Crédito PME Investe VI Abertas candidaturas à Linha de Crédito PME Investe VI No seguimento do quadro de apoios concedidos às empresas portuguesas no âmbito das linhas de apoio PME Investe, estão abertas a partir de 18 de Junho

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

Oferta de Produtos e Serviços da Caixa de Crédito Agrícola dos Açores

Oferta de Produtos e Serviços da Caixa de Crédito Agrícola dos Açores Oferta de Produtos e Serviços da Caixa de Crédito Agrícola dos Açores Particulares Residentes Empresários Empresas Sector Agrícola e Agro-industrial Outros sectores Produtos de Poupança Produtos de Investimento

Leia mais

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP)

O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) O PLANEAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO (CP) INTRODUÇÃO O DINAMISMO DO FUNDO DE MANEIO NECESSÁRIO DE EXPLORAÇÃO O ORÇAMENTO ANUAL DE TESOURARIA O BALANÇO PREVISIONAL AS POLÍTICAS FINANCEIRAS DE CP O CONTROLO

Leia mais

IFD. Debate ao almoço Associação Empresarial de Portugal

IFD. Debate ao almoço Associação Empresarial de Portugal O Papel da Instituição Financeira de Desenvolvimento no apoio ao Financiamento das Empresas Portuguesas Debate ao almoço Associação Empresarial de Portugal INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO José

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN

INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN A. BENEFICIÁRIOS Entidades beneficiárias dos Sistemas de Incentivos do QREN (SI QREN) e do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC) que: 1. Tenham

Leia mais

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 1. O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é constituído por todas as instituições financeiras públicas ou privadas existentes no país e seu órgão normativo

Leia mais

AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS

AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS HSM EXPO MANAGEMENT 2014 4 de novembro de 2014 Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação CNseg Agenda Representação

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br INTRODUÇÃO Trata-se da política utilizada pelo Governo para obter desenvolvimento

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

Assembleia Nacional. Lei 17/92

Assembleia Nacional. Lei 17/92 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Assembleia Nacional Lei 17/92 A Assembleia Nacional, no uso das faculdades que lhe são conferidas pela alínea g) do artigo 86.º da Constituição Política, para

Leia mais