ÍNDICE. 1. Introdução. 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional. Guia Contabilístico e Fiscal do Renting

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1 ÍNDICE 1. Introdução 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional 3. Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro 9 (NCRF 9) 4. Regime Contabilístico Locatário 5. Regime Fiscal - Locatário 6. Quadro Resumo 7. Exemplos 1. Introdução O Renting (Aluguer Operacional de Viaturas) pode ser definido como um contrato através do qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra o gozo temporário de um bem, mediante retribuição, estendendo-se, por regra, por períodos superiores a um ano e envolvendo uma série de pagamentos fixos, permitindo ainda usufruir de um conjunto de serviços, definidos a priori, necessários ao correto funcionamento e circulação da sua viatura. Um dos aspetos mais atrativos do Renting consiste em proporcionar, conjuntamente com o aluguer da viatura, serviços de manutenção, substituição de pneus, assistência em viagem, viatura de substituição, seguro automóvel, gestão de sinistros e gestão de combustível, tudo em conformidade com as necessidades de cada Cliente. Os serviços anteriormente mencionados qualificam-se do seguinte modo: Serviços Essenciais: Ao fazer um Renting com o Millennium bcp, beneficia automaticamente de um conjunto de serviços essenciais que estão incluídos no seu contrato para cada viatura: Manutenção (revisões e reparação de eventuais avarias); Apoio ao Condutor e Assistência em Viagem; Pagamento anual do Imposto Único de Circulação (IUC); Gestão de Multas; Informação de Gestão. Serviços Opcionais: São serviços que simplificam a gestão diária das viaturas e incluem: Serviços de pré-entrega; Seguro e gestão de sinistros; Substituição de pneus; Viatura de substituição; Gestão de combustível. 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional Utilização de viatura sem recurso a autofinanciamento ou financiamento externo; Facilidade de substituição dos equipamentos, designadamente em virtude da sua modernização ou obsolescência; Descontos acrescidos na aquisição da viatura e nos serviços incluídos, em resultado do maior poder negocial da empresa locadora; Redução de gastos administrativos; Adequação plena das condições contratuais às necessidades de cada situação, através da flexibilidade decorrente da possibilidade de alteração do prazo, quilometragem e serviços contratados; Renda mensal fixa simplifica o planeamento e minimiza os desvios; Riscos associados à venda da viatura no final do contrato integralmente assumidos pela locadora; Simplicidade dos registos contabilísticos associados. Versão

2 3. Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro 9 (NCRF 9) Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho, foi aprovado o novo Sistema de Normalização Contabilística ( SNC ), constituindo o seu núcleo central as NCRF, adaptadas às Normas Internacionais de Contabilidade. A NCRF 9 aplicável às locações, tem como base a Norma Internacional de Contabilidade n.º 17 (a NIC 17 ), emitida pelo International Accounting Standards Board (atual denominação). A NCRF 9, à semelhança da anterior Diretriz Contabilística n.º 25, consagra o princípio da substância sobre a forma, estabelecendo que, independentemente da forma ou designação jurídica que as partes confiram a um determinado contrato de locação, o mesmo será, para efeitos do respetivo registo contabilístico, qualificado ou não como locação financeira, consoante reúna determinadas características expressamente estabelecidas na referida norma. Entende-se por locação financeira a locação em que, em substância, o locador transfere para o locatário todos os riscos e vantagens inerentes à detenção de um dado ativo, independentemente de o título de propriedade poder ou não vir a ser transferido, qualificando-se como locação operacional (ou aluguer operacional), por exclusão de partes, toda a locação que não reúna tais características. De acordo com o conteúdo da NCRF 9, um contrato deve ser qualificado como locação financeira no caso de se verificar pelo menos uma das seguintes condições: ALUGUER OPERACIONAL 1. A locação transfere a propriedade do ativo para o locatário no fim do prazo de locação? 2. O locatário tem a opção de comprar o ativo por um preço que se espera seja suficientemente mais baixo do que o justo valor à data em que a opção se torne exercível tal que, no início da locação, seja razoavelmente certo que a opção será exercida? 3. O prazo da locação abrange a maior parte da vida económica do ativo ainda que o título de propriedade seja transferido? 4. No início da locação, o valor presente dos pagamentos mínimos da locação ascende a pelo menos, substancialmente, todo o justo valor do ativo locado? 5. Os ativos locados são de tal natureza especializada que apenas o locatário os pode usar sem que sejam feitas grandes modificações? Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira, os seguintes: ALUGUER OPERACIONAL a) O locatário poder cancelar a locação e as perdas do locador associadas ao cancelamento serem suportadas pelo locatário; b) Os ganhos ou perdas derivados da flutuação no justo valor do bem residual serem do locatário; c) O locatário ter a possibilidade de continuar a locação por um segundo período a uma renda que seja substancialmente inferior à de mercado. Ou seja, ao não se verificar nenhuma das oito condições acima descritas, o contrato deve ser qualificado como aluguer operacional. Versão

3 4. Regime Contabilístico Locatário Comparação entre o regime contabilístico da Locação Financeira e do Aluguer Operacional: Versão

4 5. Regime Fiscal - Locatário 5.1. IRC Regime geral de tributação Encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas (1) (5) Limite fiscal de amortização / reintegração COMPRA DIRECTA ou LOCAÇÃO FINANCEIRA é aceite como gasto a depreciação anual da parte correspondente ao valor de aquisição excedente a ALUGUER OPERACIONAL é dedutível como gasto a parte da amortização financeira incluída nas rendas pagas pelo aluguer de viaturas correspondente ao valor das depreciações não aceites como gasto fiscal. (2) Valor de aquisição Motas, motociclos e viaturas de valor inferior a Dedutibilidade Tributação (4) (5) (6) autónoma Prejuízo fiscal no exercício Superior a Prejuízo fiscal no exercício Sim Sim, exceto parte da amortização financeira incluída nas rendas pagas pelo aluguer de viaturas correspondente ao valor das depreciações não aceites como gasto fiscal (2) 20% 10% Sim 30% 20% Outros encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas (3) Sim 10%, 20% ou 30% (7) (1) Classes e Tipos de Automóveis (vide artigo 106º do Código da Estrada, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro). Os automóveis classificam-se em: a) Ligeiros: veículos com peso bruto igual ou inferior a kg e com lotação não superior a nove lugares, incluindo o do condutor; b) Pesados: veículos com peso bruto superior a kg ou com lotação superior a nove lugares, incluindo o do condutor. Os automóveis ligeiros ou pesados incluem-se, segundo a sua utilização, nos seguintes tipos: a) De passageiros: os veículos que se destinam ao transporte de pessoas; b) De mercadorias: os veículos que se destinam ao transporte de carga; c) Especiais: os automóveis de passageiros e de mercadorias destinados ao desempenho de uma função diferente do transporte normal de passageiros ou de mercadorias. (2) (3) (4) (5) (6) A forma de apuramento destes limites consta da Circular n.º 24/91, de 19 de Dezembro, onde se refere que os locatários devem comparar o valor da amortização financeira incluída nas rendas com o valor da reintegração contabilística que seria aceite, periodificada em valores diários, caso as mesmas tivessem sido adquiridas diretamente. Artigo 88º, n.º 5, do Código do IRC Consideram-se encargos relacionados com viaturas ligeiras de passageiros, motos e motociclos, nomeadamente, depreciações, rendas ou alugueres, seguros, manutenção e conservação, combustíveis e impostos incidentes sobre a sua posse ou utilização. A tributação autónoma apenas incide sobre os encargos dedutíveis fiscalmente relativos a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos ou motociclos, efetuados ou suportados por sujeitos passivos não isentos subjetivamente e que exerçam, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola. existirá, no entanto, sujeição a tributação autónoma nos seguintes casos: i. Viaturas ligeiras de passageiros, motos e motociclos, afetos à exploração do serviço público de transportes; ii. Viaturas ligeiras de passageiros, motos e motociclos, destinados a serem alugados no exercício da atividade normal do sujeito passivo; iii. Caso exista sujeição a IRS na esfera dos colaboradores do sujeito passivo, inerente à existência de um acordo escrito que permita a utilização pessoal das viaturas; iv. Veículos exclusivamente movidos a energia elétrica de valor inferior a As viaturas de mercadorias não estão sujeitas a tributação autónoma e a sua amortização é dedutível na íntegra. As taxas de tributação autónoma constantes deste quadro são agravadas em 10 pontos percentuais quanto aos sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no período de tributação a que respeitem quaisquer dos factos tributários referidos (já refletidas no local próprio). (7) A taxa aplicável a estes encargos coincide com a aplicada ao valor de aquisição, variando consoante esse valor seja, ou não, superior a e o sujeito passivo apure, ou não, prejuízo fiscal no exercício. Versão

5 Reembolso de quilómetros pelo uso de viatura própria Despesas com compensação pela deslocação em viatura própria do trabalhador: Dedutibilidade Tributação autónoma Faturadas a Clientes Sim Tributadas em IRS Sim faturadas a Com mapa de controlo(*) Sim 5% Clientes nem tributadas em IRS Sem mapa de controlo(*) 5%(**) (*) (**) Mapas de controlo, com referência aos respetivos locais, tempo de permanência, objetivo, identificação da viatura e do respetivo proprietário, bem como o número de quilómetros percorridos. Caso seja apurado prejuízo fiscal no exercício a que respeitam as despesas IRS Rendimentos de trabalho dependente (Categoria A) (1) Considera-se valor de mercado o que corresponder à diferença entre o valor de aquisição e o produto desse valor pelo coeficiente de desvalorização constante da tabela aprovada pela Portaria n.º 383/2003, de 14 de Maio: Versão

6 Rendimentos empresariais ou profissionais (Categoria B) Encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas Regime simplificado: dedução de quaisquer valores relativos à aquisição ou financiamento de viaturas. são aplicáveis tributações autónomas. Contabilidade organizada: Limite de uma viatura por titular de rendimentos da categoria B do IRS: Valor de aquisição Dedutibilidade Tributação autónoma Inferior a Sim, exceto parte da amortização financeira 10% ou 5% (4) incluída nas rendas pagas pelo aluguer de Superior a viaturas correspondente ao valor das reintegrações não aceites como gasto fiscal (1) (4) (5) 10% ou 5% (1) A forma de apuramento destes limites consta da Circular n.º 24/91, de 19 de Dezembro, onde se refere que os locatários devem comparar o valor da amortização financeira incluída nas rendas com o valor da reintegração contabilística que seria aceite, periodificada em valores diários, caso as mesmas tivessem sido adquiridas diretamente. (2) A tributação autónoma apenas incide sobre os encargos dedutíveis fiscalmente relativos a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos ou motociclos, efetuados ou suportados por sujeitos passivos não isentos subjetivamente e que exerçam, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola. existirá, no entanto, sujeição a tributação autónoma nos seguintes casos: i. Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos e motociclos, afetos à exploração do serviço público de transportes; ii. Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos e motociclos, destinados a serem alugados no exercício da atividade normal do sujeito passivo; iii. Caso exista sujeição a IRS na esfera dos colaboradores do sujeito passivo, inerente à existência de um acordo escrito que permita a utilização pessoal das viaturas; iv. Veículos exclusivamente movidos a energia elétrica de valor inferior a (2) (3) (3) As viaturas de mercadorias não estão sujeitas a tributação autónoma e a sua amortização é dedutível na íntegra. (4) A taxa de 5% será aplicável aos encargos respeitantes a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujos níveis homologados de CO2 sejam inferiores a 120g/km, no caso de serem movidos a gasolina, e inferiores a 90g/km, no caso de serem movidos a gasóleo, desde que em ambos os casos, tenha sido emitido certificado de conformidade. (5) está prevista nesta situação, a regra de agravamento da taxa de tributação autónoma aplicável às situações de prejuízo fiscal IVA O IVA suportado nas rendas de locação de viaturas de turismo não é dedutível, exceto se o sujeito passivo se dedicar à venda ou à exploração das mesmas. Ligeiros de Passageiros Ligeiros Mistos Ligeiros de Mercadorias dedutível Exceto para viaturas cuja venda ou exploração constitua objeto da atividade (*) dedutível Exceto para viaturas cuja venda ou exploração constitua objeto da atividade (*) Dedutível, para viaturas utilizadas para transporte de mercadorias Gasolina Gasóleo/GPL Gasolina Gasóleo/GPL Gasolina Gasóleo/GPL dedutível Dedutível: 50% dedutível Dedutível: 50% dedutível Dedutível: 50% (*) Por exemplo: atividade de transporte de pessoas e bens e a atividade de aluguer de viaturas. No que se refere à taxa de IVA relativa a viaturas cuja utilização e exploração efetiva ocorra nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, deverá ser a taxa aplicável nas mesmas. Versão

7 6. Quadro Resumo Tabela comparativa do regime fiscal, na ótica do locatário (1) AQUISIÇÃO DIRECTA LOCAÇÃO FINANCEIRA ALUGUER OPERACIONAL Propriedade jurídica Adquirente Locador Locador Propriedade económica Adquirente Locatário Locador Ativo Tangível/Depreciações Adquirente Locatário Locador Contabilização das Rendas Capital/Rendas - Balanço Juro/Rendas - Resultados Financeiros Resultados Operacionais Resultados Operacionais Ligeiros de passageiros ou mistos Taxa de depreciação (com o limite máximo de 25%) x Valor Aquisição (2) (com limite máximo de ) (3) IRC Ligeiros de mercadorias Taxa máxima reintegração (25%) x Valor Aquisição Sem Limite Reinvestimento Sim Sim Encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas Tributação autónoma à taxa de 10% sobre os encargos fiscalmente aceites relativamente a viaturas cujo valor de aquisição seja inferior a , e à taxa de 20%, quando esse valor exceda Em qualquer caso, acresce uma taxa de 10% quando seja apurado prejuízo fiscal no mesmo exercício. Ligeiros Passageiros Dedutível (4) IVA Ligeiros Mistos Dedutível (4) Ligeiros Mercadorias Dedutível para viaturas utilizadas para transporte de mercadorias (1) (2) (3) (4) Classificação dos contratos de acordo com a NCRF 9; Nos casos em que exista opção de compra deve-se deduzir o valor da mesma ao valor de aquisição; para viaturas movidas exclusivamente a energia elétrica. Exceto para viaturas cuja venda ou exploração constitua objeto da atividade do sujeito passivo; Versão

8 7. Exemplos Tratamento fiscal, em sede de IRC, dos encargos suportados no âmbito de um contrato de Renting: Pressupostos Exemplo 1 Exemplo 2 Exemplo 3 Viatura ligeira de passageiros ou mista Contrato em vigor durante todo o ano fiscal Valor do Aquisição (IVA incluído): Valor mensal da Renda * (IVA incluído): Valor mensal do Seguro * Componente da Renda respeitantes à amortização do valor de aquisição da viatura * (IVA incluído) - Mensal: - Anual: ,26 91,09 250, , ,42 93,10 285, , ,19 182,55 562, ,2 Cálculo do valor máximo da componente de depreciação anual fiscalmente aceite: Limite pelo critério da taxa máxima de depreciação = 25% x Valor do Aquisição (1) : Limite pelo critério dos = 25% x : Máximo ANUAL aceite fiscalmente (ou seja, o mais baixo dos dois limites): Cálculo da depreciação anual fiscalmente aceite: Depreciação ACEITE fiscalmente: Depreciação NÃO ACEITE fiscalmente: Tributação autónoma 6.237, , ,68 (2) 0, ,87 (2) 0, (3) 498,2 TAXAS apurando lucro tributável no exercício ** 10% 20% (7) 20% Rendas (IVA incluído) (4) 498, , ,27 Seguros (5) 109,31 223,44 438,11 TAXAS apurando prejuízo fiscal no exercício 20% 20% (7) 30% Rendas (IVA incluído) (4) 996, , ,90 Seguros (5) 218,62 335,16 657,17 Simulação de IRC a pagar (Tomando por referência um lucro tributável de ) Acréscimo ao lucro tributável (depreciação não aceite) ,2 Tributação sobre o resultado 25% x LT ,55 Tributação Autónoma (soma dos valores referente a rendas e seguros apurados em **) 607, , ,38 TOTAL 4.357, , ,93 * Este valor corresponde a uma situação simulada e não tem qualquer efeito contratual. (1) Nos casos em que exista opção de compra, este valor corresponde à diferença entre o valor de aquisição da viatura e o valor residual (2) Uma vez que estes valores são inferiores a (3) Corresponde à diferença entre 6.748,2 e (4) Assumindo que o IVA é não dedutível (5) Valor anual Versão

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